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Recusa de devolver PC entregue a worten resolve para reparação
Em 14/09/2024 entreguei o meu computador portátil (PC) na worten de Leiria para reparação. Pela reparação foi-me cobrado o valor de 185, 72 euros, valor que paguei. A worten obrigou-se a reparar o PC em 30 dias, sob pena de pagar uma penalidade, correspondente a 10% do valor da reparação por cada mês de atraso. A worten deveria me entregar o PC no dia 14/10/2014, o que não se verificou, não se dignando a informar o motivo da mora no cumprimento. Depois de várias insistências minha, recebo um sms da Worten a informar que o processo de reparação N.o de processo: WO-29683503 estava concluído, para me deslocar a loja a fim de levantar o PC. Quando chego a worten sou informado que a worten confiscou o meu PC, que iria me devolver, no seu cartão de comprar, o valor pelo qual adquiri o PC. Quero lembrar a Worten que o direito de propriedade é protegido constitucionalmente (art 62 CRP), qua a sua atitude configura o crime de abuso de confiança (art 205 do código penal). Quero interpelar a worten a cumprir com a obrigação que esta vinculado e de me entregar a minha propriedade imediatamente, cumprindo o estrito termo do contrato de reparação. O contrato deve ser cumprido integral e pontualmente (art 763 e 406 do código civil). Exijo que a worten me devolva imediatamente o PC reparado, que pague o valor da cláusula penal. Na impossibilidade de devolver o PC, que o substitua por outro igual da mesma marca (LENOVO YOGA) potência e qualidade. Em alternativa, que pague um valor que compense os danos que me causou.
Encomenda com problemas
Exmos. Senhores, Em 21/11/2024 adquiri um kit de máquinas para impressão e estampagem, do qual fazia parte uma impressora Epson Ecotank 8550 modificada para DTF, sendo que, do total que paguei, o valor desta impressora mais respetivos acessórios corresponde a 1827.62€. A referência da encomenda é 24525. Sucede que esta impressora apresenta defeito: Como impressora DTF, deveria imprimir uma camada de tinta branca sobre a imagem antes impressa. No primeiro teste efetuado ainda fez uma impressão com estas características, depois já não o voltou a fazer. Foram efetuadas várias comunicações via WhatsApp e e-mail, com a empresa vendedora, que não tem loja física (os equipamentos foram comprados online) e as indicações iniciais eram para fazer limpeza segundo as indicações que me deram e que eu segui rigorosamente não tendo resultado. Questionei no sentido de vir um técnico, caso houvesse na zona de Coimbra, a minha casa para diagnosticar e solucionar o problema. Disseram que isso não era possível por não terem qualquer técnico de apoio à empresa. Ultimamente, e após ter sido proposto ativar a garantia para possível reparação no fornecedor, deixaram de responder às minhas tentativas de contacto. Agradeço que alguém me resolva esta situação o mais rapidamente possível, ou tomarei as medidas ao meu alcance para fazer valer os meus direitos. Cumprimentos.
Encomenda não recebida (e nenhuma resposta)
Exmos. Senhores, Em 19/09/2024 adquiri uma serie de figuras, da marca NECA, pelo valor de 190,69€ na TOYJAPAN. O pagamento foi efetuado no momento. Conforme fatura-recibo, na altura foi acordado com o vendedor que a entrega seria efetuada até o fim de 2024. Contudo, até à presente data, o mesmo ainda não foi entregue. Já efetuei vários contactos junto dos vossos serviços nas datas 29/10/2024 e 24/11/2024 pela vossa plataforma (website: www.toyjapan.pt ) e pelo contacto de WhatsApp disponibilizado no vosso website ao longo do mês de dezembro (04, 05, 06, 18, 20 e 20 outra vez) e nos dias 02 e 07 de janeiro. Sempre sem resposta pela vossa parte. Aparentemente e pelo que validei on-line isto parece ser um comportamento habitual da vossa parte. Assim sendo, dado que o prazo de entrega já foi ultrapassado há bastante tempo, solicito a rescisão do contrato celebrado, informando que não me pode ser aplicada qualquer penalização. Cumprimentos.
Cupom de oferta inválido
Caros Senhores, Em 30/12/2024 recebi por what's up uma mensagem que eu havia recebido um cupom da loja O Boticário no valor de 70 Euros e um código do respectivo cupom, e com validade até 09/01/2025, ou seja daqui a dois dias. Esse cupom foi resultante de um Curso no line com esta empresa e por ter concluído dentro do prazo. Desde esta data (30/12/2024), estou a tentar fazer a compra e a usar esse cupom, porém dá erro. Já informei o problema à empresa por todos os meios, inclusive pessoalmente em uma das lojas localizada em Setúbal. Tentei por endereço eletrónico, contacto telefònico e sem obter sucesso nas minhas tentativas e, por essa razão, recorro a esse Portal devido ao seu compromisso com a consumidor e com a verdade. Cumprimentos,
Reclamação - Encomenda incorreta e recusa de devolução de bem alheio
Assunto: Vinted - Encomenda incorreta e recusa de devolução de bem alheio Exmos, Senhores, Venho apresentar uma reclamação formal contra a plataforma Vinted, na sequência de um problema com uma compra efetuada através da mesma. Sensivelmente há um mês, realizei uma encomenda através da Vinted. No entanto, a transportadora entregou-me um artigo que não corresponde ao que adquiri, sendo evidente que se destinava a outro comprador. Após contacto imediato com a Vinted, foi-me comunicado, após vários dias de espera, que não havia possibilidade de localizar o artigo correto e que seria emitido um reembolso. Contudo, em relação ao artigo que recebi erradamente, a Vinted informou-me que eu poderia ficar com o mesmo. Não me foi apresentada qualquer opção para devolução ou recolha do bem. Esta resposta, enviada em inglês, demonstra a falta de cuidado e consideração pelos direitos legais associados à posse de bens que não me pertencem. Gostaria de sublinhar que: Legalmente, não me cabe ficar com um artigo que não adquiri, nem a vinted me pode impor essa responsabilidade como solução para o erro ocorrido. A recusa em providenciar um método de devolução ou recolhar do artigo recebido erradamente constitui uma prática inaceitável, contrária ao direito do consumo. A falta de resposta em português, língua oficial do país, viola os direitos do consumidor à comunicação clara e acessível. Face ao exposto, solicito que a Vinted: Providencie um método para recolhar ou devolução do artigo errado, sem custos adicionais. Emita uma comunicação formal emportuguês a esclarecer a situação, em conformidade com a legislação aplicável. Reveja esta prática de "forçar" consumidores a ficarem com bens que não adquiriram, para evitar situações semelhantes no futuro. Cumprimentos, Vítor Hugo
Falta de atendimento, resposta demorada
Exmos. Senhores, Estou tentando a muitos dias, resolver uma situação de um colchão que comprei com defeito. Coloquei uma reclamação no site e está demorando muito para resolverem a minha situação. Estamos os dois com dores nas costas e ancas, registo aqui uma reclamação por causa do tempo de resposta a minha situação. Minha situação é a seguinte: Comprei um colchão em dezembro de 2023, recebi a caixa em casa dia 12/12/23 - a obra do meu apartamento atrasou mais de um ano e eu abri o colchão em novembro de 2024. Deixei 10 dias, antes de usá-lo. O colchão não encheu completamente, está muito mole, sobra tecidos dos lados e na frente, o tamanho que comprei não condiz com o colchão, falta em média 9cm de largura e 5cm de comprimento do colchão. Mas o pior disso tudo é estar com dores e não ter outro colchão para dormir. Sei que o colchão tem garantia de 10 anos, mas ninguém me respondeu ao e-mail que mandei a pedido da emma com as fotos a mais de 72 horas. Eu aguardo o mais brevemente possível uma resolução da minha situação. Cumprimentos.
Encomenda dada como recebida mas nao entregue
Exmos. Senhores, No dia 28/11/2024, fiz uma encomenda de 4 artigos no valor de 76,26 € na Tiffosi. No dia 29/11/2024, mandaram me mensagens para o e-mail e telemovel, a dizer que a encomenda tinha sido despacahada e provavelmente iria receber nesse dia, mas nao chegou, nesse mesmo dia a transportadora DPD, mandou-me um e-mail a dizer que no proximo dia util seria entregue ate as 18.00horas. Os meus mantiveram-se em casa nesses dias a espera, e nao foi entregue, nem me contactaram. Depois de uma semana a espera, entrei em contacto com a Tiffosi por e-mail, recebi resposta no dia a seguir a dizer que iriam entrar em contacto com a transportadora , para averiguar o que se estava a passar. Passado mais uns dias, como nao obtive mais nenhuma informacao, voltei a contactar a tiffosi por e-mail, dutante tres dias , nao obtive nehuma resposta da parte da Tiffosi. No dia 14/12/2024, recebi mensagens para o telemovel e e-mail a dizer que tinha recebido a encomenda, quando nao recebi nada em casa. voltei a contactar a Tiffosi acerca desta situacao, mas nao obtive resposta mais uma vez, conctatei a transportadora e expliquei a situacao mas nao obticve tambem resposta da parte deles. Ate ao momento nao recebi a encomenda, nem o meu dinheiro de volta. Gostaria se me pudessem ajudar neste caso. Cumprimentos. Sylvie Lourenco
Cobrança indevida de crédito
Exmos. Senhores, No dia 07/10/2024, por lapso cliquei na app do cartão universo na transferência instantânea no valor de 265,75€, dei de imediato conta do erro mas só consegui devolver o valor no dia seguinte, através dos pagamentos livres. Trata-se de publicidade agressiva e que leva ao utente da app a clicar sem querer. No entanto, o cartão universo tem vindo a cobrar todos os meses um pagamento fracionado com juros. No extrato de Dezembro é cobrado 15,70 € e diz que o saldo em dívida é de 151,47 €. É impossível contactar para resolver esta situação, o contacto telefónico atende um assistente virtual (IA) que não resolve e esclarece nada, na app, através de mensagem, fiz um pedido de esclarecimento e de cancelamento do cartão, mas sem sucesso. Venho solicitar a vossa intervenção no sentido de obter esclarecimentos, e de me ajudarem a cancelar o cartão, pois trata-se de abuso ao consumidor. cumprimentos, Paulo saraiva Cumprimentos.
Não me entregam e sumiram!!!!!
No dia 26/12/24 fiz uma compra pelo site da Primor e nunca recebi minha encomenda. Me deram um link de rastreio que vai para o site da transportadora que diz que a entrega foi incompleta no dia 30/12 e nunca mais ouve nenhuma atualização. Desde então eu tenho tentado entrar em contato com a primor, mas sem sucesso pois eles não tem sequer um número de contato e não respondem nas redes sociais. Inclusive eu comento nas postagens e eles apagam, e vi que eles fazem isso com muitas pessoas que estão passando pelo mesmo problema. Isso é inadmissível, eles ficam com nosso dinheiro e não fazem a entrega da encomenda e não nos respondem. Vi comentários de consumidoras que não tem resposta de uma compra de agosto! Como pode uma marca grande ser assim? impunidade e injustiça com as pessoas que perdem seu dinheiro. Eles me respondem respostas robotizadas no e-mail quando eu abro um formulário de ajuda no site, dizem que vão entrar em contato com a transportadora e não resolvem nada. Na penúltima vez responderam dizendo que meu endereço estava errado e não podia ser feita a entrega, mas isso é mentira já que todas as compras que fiz na internet chegaram corretamente, com qualquer transportadora. Me pediram um novo endereço e eu solicitei um ponto de recolha, que poderia ser até uma loja deles e nunca mais me responderam. Abri um novo formulário e me responderam a mesma resposta robotizada dizendo novamente que iam entrar em contato com a transportadora? Descaradamente ficam com nosso dinheiro e somem, que falta de respeito e descaso. Como eles podem achar que vão sair impunes disso? Continuam postando fotos nas redes sociais e apagando os comentários de todas as pessoas que estão reclamando nas postagens e são muitas!!! envio mensagens e eles só visualizam. Por favor preciso de ajuda, essa situação é terrível, nunca vi algo assim em uma loja conhecida. Eles precisam pagar pelo que estão fazendo, estão ficando com o dinheiro das pessoas!!! Nem reembolso eles fazem!!
Maus-tratos a animais e violação de leis de concorrência
Prezados(as), Vimos, por meio desta, expressar a nossa profunda preocupação em relação às recentes imagens por nós recepcionadas (www.fimdodoce.pt), capturadas nas explorações que fornecem o frango ao Pingo Doce. Estas imagens evidenciam falhas na política de bem-estar animal desenhada pela empresa, não são incompatíveis com os seus valores e com as Cinco Liberdades de bem-estar animal que a própria salienta no seu website. Como Organização Não Governamental (ONG) Frente Animal lançamos a campanha #FimdoDoce para partilhar esta informação com os consumidores, que têm o direito de conhecer os métodos de produção aprovados pelo retalhista para vender os seus produtos. É urgente resolver o problema da produção como um todo, visto que os problemas que condicionam o bem-estar destes animais estão altamente relacionados com a raça utilizada na produção, a densidade dos pavilhões e a falta de condições destes animais para cumprirem os seus comportamentos e necessidades básicas próprias da espécie. Junto a esta reclamação, anexamos ainda um breve relatório de evidências que desenvolvemos de forma a indicar alguns dos problemas detectados nas imagens e como estes chocam com as Cinco Liberdades. Há cerca de um ano, tomamos a iniciativa de contatar a Jerónimo Martins (Pingo Doce) para apresentar a Carta European Chicken Commitment (ECC), como forma de perceber junto com a mesma como poderia o sofrimento destes animais ser minimizado, visto que este é um compromisso que tem vindo a ser implementado noutras empresas em toda a Europa e cujos critérios são os mais alinhados com os estudos de especialistas no bem-estar animal nestes contextos de produção. Um dos critérios que nos preocupa é o facto de as raças de crescimento rápido usadas na produção de frango necessitarem de uma quantidade de antibióticos superior, sendo que vários estudos indicam que a resistência antimicrobiana é já considerada uma das dez principais ameaças globais à saúde pública, e, estimando, inclusive, que até 2050, 10 milhões de mortes em todo o mundo possam resultar da mesma (tornando-se mais letal que o cancro). Aliás, atualmente muitas centenas de milhares de mortes estão já a acontecer devido a infeções comuns, anteriormente tratáveis A segurança das cadeias alimentares está relacionada com a saúde e bem-estar dos animais de produção. O stress e as más condições em que vivem estes animais (doentes, stressados e amontoados em pavilhões) podem aumentar a transmissão de doenças zoonóticas, expondo os consumidores a problemas de saúde. Ora uma solução comercialmente viável e mais segura para a saúde dos consumidores seria criar animais mais saudáveis que requeiram menos antibióticos. Em Portugal, em março de 2024, o programa A Prova dos Factos (RTP1) levantou também questões relacionadas com o uso destes medicamentos na indústria avícola. Segundo a reportagem, a DGAV afirma que, em 2023, 95% dos animais de explorações de frango no país foram submetidos a algum tipo de medicação, e que quase 1 em cada 3 precisou da administração de antibióticos. Contudo, esta não é a nossa única preocupação em relação à transparência da empresa referida. Na página da Jerónimo Martins, no separador em que destacam os seus “Prémios e Reconhecimento”, podemos ler: - Certificação Welfare Quality em bem-estar animal na produção de frango - Certificação em produção livre de antibióticos desde 2022 nos frangos (desde o nascimento) Pedimos que esses dados sejam verificados e apresentados de maneira clara e transparente aos consumidores, pois entendemos que isso representa uma distorção das informações fornecidas, ao sugerir que todos os frangos comercializados nas lojas da empresa possuem essas certificações, o que não corresponde à verdade. Para garantir clareza e transparência, gostaríamos de destacar que, no comunicado de imprensa emitido pela empresa em resposta à campanha da ONG Frente Animal, esta ressalta o seguinte: – As auditorias regulares que o Pingo Doce faz aos seus fornecedores incluem critérios de bem-estar animal, com base na legislação em vigor e no referencial da Global G.A.P. (Global Good Agricultural Practices) que avalia a implementação de boas práticas na produção. Em nenhuma destas auditorias foram identificadas situações como as apresentadas pela Frente Animal. No entanto, na mesma página do site onde mencionam os seus prémios e reconhecimentos, o referencial Global G.A.P. é destacado apenas no contexto da aquacultura, frutas e legumes. Por isso, gostaríamos que fosse esclarecido se este referencial se aplica de facto à produção de frango industrial comercializado pelo Pingo Doce ou se estamos diante de mais uma possível deturpação de informação, levando os consumidores a presumir que a empresa possui certificação para esse produto específico, o que constitui uma violação das disposições legais sobre concorrência (Lei n.º 19/2012). Portanto, serve o presente para solicitar a tomada de providências imediatas para investigar os problemas detectados, informar corretamente os consumidores e apurar as entidades responsáveis por este caso. Aguardo um retorno formal sobre as ações que serão tomadas por sua entidade em relação a este caso e estou à disposição para fornecer informações adicionais, caso necessário.
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