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Voos: reembolso pela bagagem de mão

A Euroconsumers, que reúne as organizações de consumidores de Portugal, Itália, Bélgica, Espanha e Brasil, e de que a DECO PROteste faz parte, vai exigir o reembolso das taxas adicionais cobradas pelo transporte da bagagem de mão aos passageiros.

Reclamações recentes

V. R.
Hoje

Cancelamento do concerto Osvaldo Montenegro

EXMO SENHORES: Venho por este meio reclamar a não devolução da quantia paga por o cancelamento concerto de Oswaldo Montenegro , do dia 5 de Junho de 2026. Foi enviado e-mail para a empresa para devolução e a data de hoje ainda não fui ressarcida. Aguardo resposta: Vanessa Santos Rodrigues

Em curso

Denuncia

Exmos Senhores Deco Proteste Associado 0554768-25 Antonio Jose Paiva Videira, venho por este meio solicitar a vossa intervenção e expor uma situação de grave direitos enquanto consumidor, envolvendo as Empresas Ediclube e Galeria, por práticas que indiciam uma tentativa de burla e cobrança indevida umas vezes em nome de Galeria outras Ediclube dando a entender que estou a ser alvo de cobrança elegal após ter cancelado a cobrança por débito direto. No dia 07/05/2024 adquiri um colchão que aparentemente se encontrava em condições e que á coisa de meses começou a desfazer-se, aparentemente defeito de fabrico . Enviei email a qual me disseram que não existia qualquer garantia. Suspendi o débito direto até resolver a situação pois a lei Portuguesa fala na garantia legal de 3 anos. Passou-se à exigência de pagamento umas vezes por parte da Galeria valor 29,00 € com uma referência de pagamento outra da Ediclube valor 29,00 €, com outra referência de pagamento aparentando tratar-se de burla. Até á data foi pago o valor de 754,00 € faltando pagar 145,00 € foi-me orçamentada a reparação em 255,00 €, visto não haver qualquer garantia como estes Srs dizem e face ao exposto,solicito o apoio da DECO PROTESTE. Com os melhores cumprimentos Antonio Jose Paiva Videira Tel 919300586 - Associado 0554768-25

Em curso

Bloqueio Conta Bancária

Exmos. Senhores, Venho solicitar a intervenção da DECO PROteste relativamente ao bloqueio da minha conta bancária no Santander, que se mantém há cerca de dois meses, sem que me seja apresentada uma explicação concreta. Desde o início, o banco informa apenas que a conta foi bloqueada por ordem judicial, no âmbito de um processo, tendo-me fornecido um número de processo que, posteriormente, o meu advogado tentou confirmar junto do DIAP 14.ª Secção. O tribunal informou que não existe qualquer processo em meu nome correspondente à informação fornecida. Já comuniquei esta situação ao Santander, tanto presencialmente como através de reclamação, mas o banco continua a afirmar que não possui qualquer informação adicional e que devo aguardar um eventual contacto do tribunal. No entanto, após dois meses, continuo sem receber qualquer notificação ou esclarecimento. Este bloqueio está a causar-me graves dificuldades financeiras e pessoais, nomeadamente impossibilidade de utilizar normalmente o meu próprio dinheiro, efetuar pagamentos e cumprir atempadamente as minhas despesas e obrigações pessoais. Considero extremamente preocupante estar privado do acesso à minha conta durante tanto tempo sem conseguir sequer confirmar a existência do alegado processo judicial. Assim, solicito à DECO PROteste que analise a situação, me informe sobre os meus direitos e me oriente sobre as medidas que posso tomar para obter esclarecimentos do Santander e, caso não exista fundamento válido, conseguir o levantamento do bloqueio e eventualmente reclamar os prejuízos causados. Posso disponibilizar todas as reclamações, comunicações do banco e documentação obtida através do meu advogado. Com os melhores cumprimentos, Lúcio Casimiro Manuel Eduardo NIF: 311 932 924 +351 937 156 287 E-mail: lessezzy@gmail.com

Em curso
F. S.
Hoje

Aderir crédito adicional da wizink para reduzir prestações mensal

Boa tarde tenho cartão rewards wizink de crédito 4600€ tenho prestação de220€ é muito elevada para conseguir pagar tudo o que. Já mandei mensagem para eles wizink já atendi telefonemas para conseguir melhorar situação queria aderir crédito adicional que funciona como crédito pessoal mas dizem não ser possível agora baixava e muito minha prestação para metade nos telefonemas só querem é saber quando pago quanto perguntava se me podiam baixar prestação em alguma forma desligam telefone ora se noa consigo pagar também não me ouvem e querem ser sérios como irei conseguir comunicar com eles wizink

Em curso
B. G.
Hoje

Contestação da cobrança

Contestação da cobrança de 286,20 € por cessação do contrato de fidelização Venho reclamar da cobrança de 286,20 €, efetuada pela Phive a mim e ao meu namorado na sequência da cessação dos nossos contratos. Ambos aderimos ao Phive em 01/01/2026, com fidelização de 26 semanas, renovável automaticamente. Segundo as regras de contagem previstas no contrato, a primeira fidelização terminou no final de junho, iniciando-se a renovação em 29/06/2026. Contudo, em 20/06/2026, antes da renovação, dirigi-me à Phive para solicitar o cancelamento. Foi-nos transmitido que o contrato já teria sido renovado e que teríamos de pagar uma penalização. O cancelamento ocorreu devido a uma mudança efetiva de residência para a Póvoa de Lanhoso, a aproximadamente 80 km, onde não existe qualquer estabelecimento Phive. Esta situação foi comprovada junto da empresa através da escritura da habitação e contrato de internet. Importa salientar que a própria cláusula 21.3 do contrato prevê a mudança de residência para distância igual ou superior a 50 km que impossibilite a frequência como situação específica para efeitos de denúncia. O benefício da fidelização correspondia a um desconto de 2 €/semana por pessoa (15,90 € em vez de 17,90 €), totalizando aproximadamente 64€ de benefício por pessoa durante o período em que usufruímos da fidelização. Apesar disso, foi-nos cobrada uma penalização de 286,20 €. Questionamos, assim, a proporcionalidade desta penalização face aos danos efetivamente sofridos pela Phive, considerando a mudança de residência, e a inexistência de um clube Phive na nova localidade. Consideramos pertinente analisar a aplicação do regime das cláusulas contratuais gerais, nomeadamente quanto à proibição de cláusulas desproporcionadas aos danos a ressarcir. Solicitamos a reapreciação da cobrança e a restituição dos 286,20€.

Em curso