Classificação
- Total de reclamações
- 292
- Número de reclamações*
- 50
- Reclamações resolvidas*
- 86%
- Média de dias para responder*
- 2 dias
Cálculo da pontuação da empresa
Esta pontuação reflete a capacidade da empresa resolver as reclamações dos consumidores.
O cálculo é feito com base em três indicadores:
A pontuação baseia-se nos últimos 12 meses.
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Qualidade do serviço de tratamento das reclamações
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Maior impacto da reclamação com o nosso apoio
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Os nossos juristas ajudam se necessário (serviço só para subscritores)
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Reclamações recentes
Conta Bloqueada
Exmos. Senhores, 2026/10/19 Eu como empresário individual na área do comercio e sendo já de longa data cliente do Santander, tendo vários serviços como TPA, empréstimos pessoais entre outros, sempre com contas certas. Estando neste momento com a conta bloqueada desde janeiro 2026, na qual tive que pagar vários meses serviços sem usar e entrou alguns pagamentos de clientes, tendo também um crédito pessoal a decorrer, em que tive que abrir uma conta interna para cumprir os meus compromissos, tendo que todos os meses dar indicação ao banco para fazer o pagamento, dificultando assim fazer esta operação. Não tendo acesso ao saldo da minha conta causou me imensos transtornos, nos pagamentos a fornecedores e a outras despesas mensais, tendo que decorrer a familiares. Referente as transferências recebidas, não sube a razão do pedido destas mesmas pelas pessoas em causa. Tendo contactado por chamadas, sms e WhatApp mas sem resposta das mesmas. Fiz feito uma queixa na GNR. Alguma questão é favor contactar. Cumprimentos.
Burla e fraude
Assunto: Reclamação contra o Banco Santander Totta — operações não autorizadas na sequência de fraude Exmos. Senhores, Venho apresentar reclamação relativamente à atuação do Banco Santander Totta na sequência de uma fraude bancária de que fui vítima e à recusa do banco em assumir/reembolsar as operações que contestei. No dia 27 de Agosto de 2026 fui contactado por uma pessoa que se fez passar por representante do Banco Santander, tendo-me transmitido informações e instruções que me levaram a acreditar que estava a falar com o próprio banco ( número de telefone era o da linha de apoio do Santander ) Na sequência desse contacto, e acreditando tratar-se de um procedimento legítimo de segurança bancária, foram-me solicitadas determinadas ações, incluindo dar acesso as mensagens que ia recebendo com o emissor Santander, entrega dos cartões para análise do banco de Portugal… Um aspeto que considero particularmente relevante é que, perante a situação, procurei confirmar a legitimidade do contacto através do número oficial do Banco Santander. Liguei para o número que consta como contacto oficial do banco do telefone da minha esposa ( outro número de telefone) e, acreditando estar a falar com o apoio ao cliente, prossegui de acordo com as instruções que me foram transmitidas. Assim que tive conhecimento da situação, comuniquei-a ao Banco Santander e procedi ao bloqueio/contestação dos meios de pagamento, tendo também apresentado participação à Polícia de Segurança Pública, juntando os elementos de que disponho. Contestei junto do banco as operações que não reconheço como tendo sido por mim autorizadas. Apesar disso, o Santander recusou o reembolso ( após mais de um mês de espera, com contas bloqueadas, sem cartões e acesso às plataformas digitais ) e mantém-me responsável por um montante de aproximadamente €4.000 relativo a operações efetuadas através do cartão de crédito, bem como pelos movimentos realizados através de pagamentos com cartão de débito que contesto. Não aceito que a mera circunstância de ter sido vítima de uma fraude determine automaticamente a minha responsabilidade integral pelas operações, sem que seja devidamente apreciado o contexto concreto em que os factos ocorreram. Solicito, por isso, a intervenção do Banco de Portugal para que seja analisado: 1. Se as operações contestadas devem ser consideradas operações de pagamento não autorizadas; 2. Se o Banco Santander cumpriu integralmente os deveres que lhe são impostos relativamente à comunicação, segurança e tratamento de operações contestadas; 3. Em que elementos concretos o banco fundamenta a atribuição de responsabilidade ao cliente; 4. Se o banco considera ter existido fraude ou negligência grave da minha parte e, em caso afirmativo, quais os factos concretos em que fundamenta essa conclusão; 5. Se foram devidamente analisadas as circunstâncias específicas da fraude, nomeadamente o facto de eu ter procurado confirmar a situação através do número oficial do próprio banco, acreditando estar a contactar o respetivo serviço de apoio ao cliente; 6. Se foram analisados individualmente todos os movimentos contestados, incluindo os pagamentos contactless; 7. Se, perante a participação criminal apresentada à PSP e os restantes elementos probatórios disponíveis, deve ser reapreciada a decisão de imputar ao cliente a totalidade dos prejuízos. Solicito ainda que o Banco de Portugal me esclareça sobre os mecanismos de resolução de litígios de que disponho para contestar a decisão do Banco Santander, caso a mesma se mantenha. Junto/posso juntar à presente reclamação: * participação apresentada à PSP; * resposta do Banco Santander; * listagem das operações contestadas; * extratos bancários/cartão; * comunicações recebidas do alegado representante do banco; * registo das chamadas efetuadas para o número oficial do Santander; * restantes documentos ou elementos relacionados com a fraude. Face ao exposto, solicito a análise da situação pelo Banco de Portugal e o esclarecimento sobre os direitos que me assistem enquanto cliente bancário perante as operações que não reconheço como autorizadas. Com os melhores cumprimentos, Rodrigo de Melo Carvalho Pires NIF: 220794928 Contacto: 966531578 Data: 02 outubro 2026
Não me enviaram meu cartão! (E essa não é a primeira vez)
"Venho por este meio apresentar uma reclamação formal contra o Banco Santander Totta devido ao atraso inaceitável na entrega do meu cartão bancário.No dia 26 de Agosto), foi feito o pedido do cartão através dos vossos canais oficiais, tendo-me sido debitado imediatamente o valor de 15,60€ (quinze euros e sessenta cêntimos) a título de taxa de substituição (sendo que eu pedi um novo cartão e não substituição) e que anteriormente não foi cobrado! Passado um mês, continuo sem receber o cartão físico na minha morada e sem qualquer esclarecimento por parte do banco.Sublinho que esta situação é reincidente. Num pedido anterior, o banco falhou consecutivamente os prazos de entrega, o que me obrigou a efetuar mais de três chamadas telefónicas para a vossa linha de apoio e resultou numa espera de meses pelo cartão físico.Dado o histórico de má prestação de serviço e o facto de já ter pago por um produto que não me foi entregue, exijo:A entrega urgente do cartão (de preferência para levantamento seguro no balcão).O estorno imediato do valor de 15,00€ cobrado, uma vez que o prazo e o serviço contratados foram gravemente incumpridos
Santander - Perda de poupanças devido a phishing, falta de resposta e apoio do Santander
No dia 20 de julho de 2026, pelas 15h20, fui vítima de uma fraude bancária por phishing/engenharia social, que resultou na perda de 99,99% das poupanças da minha conta no Banco Santander (conta com cerca de 28 anos de existência). Os autores usurparam a identidade do Santander via SMS e site fraudulento, simulando conter uma fraude. Foi feita alteração remota do meu número de telefone associado à conta e das credenciais do Netbanco, permitindo transferências de elevados montantes, sem a minha autorização, para contas do Santander e BPI cujos titulares não coincidiam com o remetente — um padrão totalmente estranho ao histórico de 28 anos. Antes das 3 transferências concretizadas, houve ainda uma tentativa que não se consumou. O Santander enviou-me um SMS de alerta às 15h46 desse dia, mas nunca me informou quando (ou se) bloqueou a conta. Sei apenas que decorreram cerca de 2 horas entre o alerta e a concretização das transferências que esvaziaram a conta — ou seja, a conta não estava bloqueada nesse período. Os limites diários de levantamento foram ainda alterados sem autorização (alteração que, segundo o site do Santander, só pode ser feita via SuperLinha ou balcão). Houve também levantamentos presenciais em numerário numa agência, por apropriação ilegítima dos meus cartões. Diligências efetuadas Contactei de imediato a SuperLinha, negando os movimentos e seguindo as recomendações dadas. Fui informado, já após perder os fundos, que a tentativa de recuperação das transferências exigia o pagamento de ~25€+IVA por transferência — paguei por necessidade. Fui contactado a 22/07 para aprovisionar a conta e desloquei-me ao banco a 23/07; nunca fui esclarecido sobre o desfecho deste serviço pago. Foram abertos os processos internos RSV0001278746, RSV0001278745, RSV0001308753 e RSV0001308152. Apresentei auto de denúncia às autoridades no próprio dia, entreguei cópia ao Santander e ao BPI (para onde foi uma transferência) e fiz posteriormente um aditamento ao auto. Entreguei ao banco, a 23/07, um pedido de informação formal (assinado e carimbado como recebido pelo Santander) sobre: (i) diligências de recuperação dos fundos; (ii) medidas preventivas existentes; (iii) tempo de resposta do banco; (iv) tempo até ao bloqueio da conta. Nunca obtive resposta. Prestei todos os esclarecimentos pedidos pelo departamento de Fraudes. As únicas atualizações recebidas foram notificações temporárias na app Santander, a que já não tenho acesso (credenciais comprometidas e não restabelecidas por prevenção) — tirei print-screens dessas notificações. A gestora de conta sabia que estou sem acesso ao Netbanco. A 04/08 recebi notificação de que o processo RSV0001278746 sobre Transferências estava concluído; Entrei em contacto com a gestora de conta para obter mais esclarecimentos, fui informado que o processo continuava oficialmente em aberto, tratava-se apenas de um formalismo por questões de cumprir prazos internos. A 07/08 recebi notificação de que o processo RSV0001308152 Fraudes fora "concluído" mas sem resolução. Ao contactar a gestora, Cristina Valle, foi-me dito que o processo foi encerrado apenas para cumprir um prazo interno (até dia 10 de Agosto), mantendo-se na realidade em aberto. Estranhando a situação, enviei email formal a questionar esta contradição — sem resposta até hoje. Enviei reclamação formal por escrito, pedindo resposta em 5 dias úteis e reservando o direito de recorrer ao Banco de Portugal, ao Provedor do Cliente e à via judicial — sem qualquer resposta. A 03/09 voltei a contactar a gestora por email, pedindo reunião e cópia do contrato de conta e aditamentos. Tanto eu como o meu filho tentámos entrar em contacto com a gestora de conta por telefone várias vezes, sem que nenhuma chamada fosse atendida ou devolvida. Seis dias depois, continuo sem resposta. Já passaram 51 dias desde a fraude sem qualquer resolução, esclarecimento, reembolso ou resposta formal do Santander. Fundamentação legal PSD2 / DL n.º 91/2018 — as operações não foram por mim autorizadas. Pelo art. 113.º, cabe ao banco provar que a operação foi autenticada, registada e contabilizada corretamente, e o mero registo do uso do instrumento de pagamento não prova a autorização do cliente. Pelo art. 114.º, perante uma operação não autorizada, o banco deve reembolsar imediatamente o ordenante até ao final do 1.º dia útil seguinte ao conhecimento da situação, salvo fraude ou negligência grosseira do cliente — o que não é o caso. Este prazo está largamente ultrapassado. Art. 108.º, n.º 2, al. b) do DL 91/2018 — bloqueio do instrumento de pagamento por suspeita de fraude. Art. 15.º do RGPD — direito de acesso a cópia dos meus dados pessoais, incluindo a documentação contratual. Impacto Perdi a totalidade das poupanças de 28 anos de relação com este banco (ainda BCI na origem), o que me causou manifesta carência económica. O arrastar do processo, sem apoio ou esclarecimento, é lamentável e reflete uma falta de consideração grave. A situação tem-me afetado profundamente, sobretudo pela forma como o banco a tem gerido. Pedido Pretendo, acima de tudo, uma solução efetiva de recuperação/restabelecimento dos fundos — não apenas atualizações processuais internas. Assim, solicito: Que o Banco Santander Totta reembolse os fundos perdidos, nos termos do art. 114.º do DL 91/2018, por se tratar de operações não autorizadas cujo prazo legal de reembolso está largamente ultrapassado; Que se apure o incumprimento do banco quanto aos seus deveres de reação e proteção — nomeadamente as ~2 horas entre o alerta SMS e as transferências que esvaziaram a conta sem bloqueio informado, e a remoção não autorizada dos limites de levantamento; A entrega de cópia do contrato de conta bancária e aditamentos, nos termos do art. 15.º do RGPD; Esclarecimento claro e definitivo sobre o desfecho do serviço de recuperação de fundos que me foi cobrado, nunca formalmente comunicado; Resposta ao pedido de informação formal entregue e confirmado como recebido pelo banco, sendo que a sua falta de resposta constitui, por si só, um incumprimento adicional. Nota: o banco dispõe de todos os elementos necessários para corroborar esta informação; por privacidade, não irei anexar dados que considero privados. Luís Manuel Gaspar Fialho
Bloqueio Conta Bancária
Exmos. Senhores, Venho solicitar a intervenção da DECO PROteste relativamente ao bloqueio da minha conta bancária no Santander, que se mantém há cerca de dois meses, sem que me seja apresentada uma explicação concreta. Desde o início, o banco informa apenas que a conta foi bloqueada por ordem judicial, no âmbito de um processo, tendo-me fornecido um número de processo que, posteriormente, o meu advogado tentou confirmar junto do DIAP 14.ª Secção. O tribunal informou que não existe qualquer processo em meu nome correspondente à informação fornecida. Já comuniquei esta situação ao Santander, tanto presencialmente como através de reclamação, mas o banco continua a afirmar que não possui qualquer informação adicional e que devo aguardar um eventual contacto do tribunal. No entanto, após dois meses, continuo sem receber qualquer notificação ou esclarecimento. Este bloqueio está a causar-me graves dificuldades financeiras e pessoais, nomeadamente impossibilidade de utilizar normalmente o meu próprio dinheiro, efetuar pagamentos e cumprir atempadamente as minhas despesas e obrigações pessoais. Considero extremamente preocupante estar privado do acesso à minha conta durante tanto tempo sem conseguir sequer confirmar a existência do alegado processo judicial. Assim, solicito à DECO PROteste que analise a situação, me informe sobre os meus direitos e me oriente sobre as medidas que posso tomar para obter esclarecimentos do Santander e, caso não exista fundamento válido, conseguir o levantamento do bloqueio e eventualmente reclamar os prejuízos causados. Posso disponibilizar todas as reclamações, comunicações do banco e documentação obtida através do meu advogado. Com os melhores cumprimentos, Lúcio Casimiro Manuel Eduardo NIF: 311 932 924 +351 937 156 287 E-mail: lessezzy@gmail.com
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