Reclamações públicas

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C. C.
19/10/2026

Conta Bloqueada

Exmos. Senhores, 2026/10/19 Eu como empresário individual na área do comercio e sendo já de longa data cliente do Santander, tendo vários serviços como TPA, empréstimos pessoais entre outros, sempre com contas certas. Estando neste momento com a conta bloqueada desde janeiro 2026, na qual tive que pagar vários meses serviços sem usar e entrou alguns pagamentos de clientes, tendo também um crédito pessoal a decorrer, em que tive que abrir uma conta interna para cumprir os meus compromissos, tendo que todos os meses dar indicação ao banco para fazer o pagamento, dificultando assim fazer esta operação. Não tendo acesso ao saldo da minha conta causou me imensos transtornos, nos pagamentos a fornecedores e a outras despesas mensais, tendo que decorrer a familiares. Referente as transferências recebidas, não sube a razão do pedido destas mesmas pelas pessoas em causa. Tendo contactado por chamadas, sms e WhatApp mas sem resposta das mesmas. Fiz feito uma queixa na GNR. Alguma questão é favor contactar. Cumprimentos.

Em curso
R. P.
02/10/2026

Burla e fraude

Assunto: Reclamação contra o Banco Santander Totta — operações não autorizadas na sequência de fraude Exmos. Senhores, Venho apresentar reclamação relativamente à atuação do Banco Santander Totta na sequência de uma fraude bancária de que fui vítima e à recusa do banco em assumir/reembolsar as operações que contestei. No dia 27 de Agosto de 2026 fui contactado por uma pessoa que se fez passar por representante do Banco Santander, tendo-me transmitido informações e instruções que me levaram a acreditar que estava a falar com o próprio banco ( número de telefone era o da linha de apoio do Santander ) Na sequência desse contacto, e acreditando tratar-se de um procedimento legítimo de segurança bancária, foram-me solicitadas determinadas ações, incluindo dar acesso as mensagens que ia recebendo com o emissor Santander, entrega dos cartões para análise do banco de Portugal… Um aspeto que considero particularmente relevante é que, perante a situação, procurei confirmar a legitimidade do contacto através do número oficial do Banco Santander. Liguei para o número que consta como contacto oficial do banco do telefone da minha esposa ( outro número de telefone) e, acreditando estar a falar com o apoio ao cliente, prossegui de acordo com as instruções que me foram transmitidas. Assim que tive conhecimento da situação, comuniquei-a ao Banco Santander e procedi ao bloqueio/contestação dos meios de pagamento, tendo também apresentado participação à Polícia de Segurança Pública, juntando os elementos de que disponho. Contestei junto do banco as operações que não reconheço como tendo sido por mim autorizadas. Apesar disso, o Santander recusou o reembolso ( após mais de um mês de espera, com contas bloqueadas, sem cartões e acesso às plataformas digitais ) e mantém-me responsável por um montante de aproximadamente €4.000 relativo a operações efetuadas através do cartão de crédito, bem como pelos movimentos realizados através de pagamentos com cartão de débito que contesto. Não aceito que a mera circunstância de ter sido vítima de uma fraude determine automaticamente a minha responsabilidade integral pelas operações, sem que seja devidamente apreciado o contexto concreto em que os factos ocorreram. Solicito, por isso, a intervenção do Banco de Portugal para que seja analisado: 1. Se as operações contestadas devem ser consideradas operações de pagamento não autorizadas; 2. Se o Banco Santander cumpriu integralmente os deveres que lhe são impostos relativamente à comunicação, segurança e tratamento de operações contestadas; 3. Em que elementos concretos o banco fundamenta a atribuição de responsabilidade ao cliente; 4. Se o banco considera ter existido fraude ou negligência grave da minha parte e, em caso afirmativo, quais os factos concretos em que fundamenta essa conclusão; 5. Se foram devidamente analisadas as circunstâncias específicas da fraude, nomeadamente o facto de eu ter procurado confirmar a situação através do número oficial do próprio banco, acreditando estar a contactar o respetivo serviço de apoio ao cliente; 6. Se foram analisados individualmente todos os movimentos contestados, incluindo os pagamentos contactless; 7. Se, perante a participação criminal apresentada à PSP e os restantes elementos probatórios disponíveis, deve ser reapreciada a decisão de imputar ao cliente a totalidade dos prejuízos. Solicito ainda que o Banco de Portugal me esclareça sobre os mecanismos de resolução de litígios de que disponho para contestar a decisão do Banco Santander, caso a mesma se mantenha. Junto/posso juntar à presente reclamação: * participação apresentada à PSP; * resposta do Banco Santander; * listagem das operações contestadas; * extratos bancários/cartão; * comunicações recebidas do alegado representante do banco; * registo das chamadas efetuadas para o número oficial do Santander; * restantes documentos ou elementos relacionados com a fraude. Face ao exposto, solicito a análise da situação pelo Banco de Portugal e o esclarecimento sobre os direitos que me assistem enquanto cliente bancário perante as operações que não reconheço como autorizadas. Com os melhores cumprimentos, Rodrigo de Melo Carvalho Pires NIF: 220794928 Contacto: 966531578 Data: 02 outubro 2026

Encerrada
V. F.
21/09/2026

Não me enviaram meu cartão! (E essa não é a primeira vez)

"Venho por este meio apresentar uma reclamação formal contra o Banco Santander Totta devido ao atraso inaceitável na entrega do meu cartão bancário.No dia 26 de Agosto), foi feito o pedido do cartão através dos vossos canais oficiais, tendo-me sido debitado imediatamente o valor de 15,60€ (quinze euros e sessenta cêntimos) a título de taxa de substituição (sendo que eu pedi um novo cartão e não substituição) e que anteriormente não foi cobrado! Passado um mês, continuo sem receber o cartão físico na minha morada e sem qualquer esclarecimento por parte do banco.Sublinho que esta situação é reincidente. Num pedido anterior, o banco falhou consecutivamente os prazos de entrega, o que me obrigou a efetuar mais de três chamadas telefónicas para a vossa linha de apoio e resultou numa espera de meses pelo cartão físico.Dado o histórico de má prestação de serviço e o facto de já ter pago por um produto que não me foi entregue, exijo:A entrega urgente do cartão (de preferência para levantamento seguro no balcão).O estorno imediato do valor de 15,00€ cobrado, uma vez que o prazo e o serviço contratados foram gravemente incumpridos

Em curso
L. M.
09/09/2026

Santander - Perda de poupanças devido a phishing, falta de resposta e apoio do Santander

No dia 20 de julho de 2026, pelas 15h20, fui vítima de uma fraude bancária por phishing/engenharia social, que resultou na perda de 99,99% das poupanças da minha conta no Banco Santander (conta com cerca de 28 anos de existência). Os autores usurparam a identidade do Santander via SMS e site fraudulento, simulando conter uma fraude. Foi feita alteração remota do meu número de telefone associado à conta e das credenciais do Netbanco, permitindo transferências de elevados montantes, sem a minha autorização, para contas do Santander e BPI cujos titulares não coincidiam com o remetente — um padrão totalmente estranho ao histórico de 28 anos. Antes das 3 transferências concretizadas, houve ainda uma tentativa que não se consumou. O Santander enviou-me um SMS de alerta às 15h46 desse dia, mas nunca me informou quando (ou se) bloqueou a conta. Sei apenas que decorreram cerca de 2 horas entre o alerta e a concretização das transferências que esvaziaram a conta — ou seja, a conta não estava bloqueada nesse período. Os limites diários de levantamento foram ainda alterados sem autorização (alteração que, segundo o site do Santander, só pode ser feita via SuperLinha ou balcão). Houve também levantamentos presenciais em numerário numa agência, por apropriação ilegítima dos meus cartões. Diligências efetuadas Contactei de imediato a SuperLinha, negando os movimentos e seguindo as recomendações dadas. Fui informado, já após perder os fundos, que a tentativa de recuperação das transferências exigia o pagamento de ~25€+IVA por transferência — paguei por necessidade. Fui contactado a 22/07 para aprovisionar a conta e desloquei-me ao banco a 23/07; nunca fui esclarecido sobre o desfecho deste serviço pago. Foram abertos os processos internos RSV0001278746, RSV0001278745, RSV0001308753 e RSV0001308152. Apresentei auto de denúncia às autoridades no próprio dia, entreguei cópia ao Santander e ao BPI (para onde foi uma transferência) e fiz posteriormente um aditamento ao auto. Entreguei ao banco, a 23/07, um pedido de informação formal (assinado e carimbado como recebido pelo Santander) sobre: (i) diligências de recuperação dos fundos; (ii) medidas preventivas existentes; (iii) tempo de resposta do banco; (iv) tempo até ao bloqueio da conta. Nunca obtive resposta. Prestei todos os esclarecimentos pedidos pelo departamento de Fraudes. As únicas atualizações recebidas foram notificações temporárias na app Santander, a que já não tenho acesso (credenciais comprometidas e não restabelecidas por prevenção) — tirei print-screens dessas notificações. A gestora de conta sabia que estou sem acesso ao Netbanco. A 04/08 recebi notificação de que o processo RSV0001278746 sobre Transferências estava concluído; Entrei em contacto com a gestora de conta para obter mais esclarecimentos, fui informado que o processo continuava oficialmente em aberto, tratava-se apenas de um formalismo por questões de cumprir prazos internos. A 07/08 recebi notificação de que o processo RSV0001308152 Fraudes fora "concluído" mas sem resolução. Ao contactar a gestora, Cristina Valle, foi-me dito que o processo foi encerrado apenas para cumprir um prazo interno (até dia 10 de Agosto), mantendo-se na realidade em aberto. Estranhando a situação, enviei email formal a questionar esta contradição — sem resposta até hoje. Enviei reclamação formal por escrito, pedindo resposta em 5 dias úteis e reservando o direito de recorrer ao Banco de Portugal, ao Provedor do Cliente e à via judicial — sem qualquer resposta. A 03/09 voltei a contactar a gestora por email, pedindo reunião e cópia do contrato de conta e aditamentos. Tanto eu como o meu filho tentámos entrar em contacto com a gestora de conta por telefone várias vezes, sem que nenhuma chamada fosse atendida ou devolvida. Seis dias depois, continuo sem resposta. Já passaram 51 dias desde a fraude sem qualquer resolução, esclarecimento, reembolso ou resposta formal do Santander. Fundamentação legal PSD2 / DL n.º 91/2018 — as operações não foram por mim autorizadas. Pelo art. 113.º, cabe ao banco provar que a operação foi autenticada, registada e contabilizada corretamente, e o mero registo do uso do instrumento de pagamento não prova a autorização do cliente. Pelo art. 114.º, perante uma operação não autorizada, o banco deve reembolsar imediatamente o ordenante até ao final do 1.º dia útil seguinte ao conhecimento da situação, salvo fraude ou negligência grosseira do cliente — o que não é o caso. Este prazo está largamente ultrapassado. Art. 108.º, n.º 2, al. b) do DL 91/2018 — bloqueio do instrumento de pagamento por suspeita de fraude. Art. 15.º do RGPD — direito de acesso a cópia dos meus dados pessoais, incluindo a documentação contratual. Impacto Perdi a totalidade das poupanças de 28 anos de relação com este banco (ainda BCI na origem), o que me causou manifesta carência económica. O arrastar do processo, sem apoio ou esclarecimento, é lamentável e reflete uma falta de consideração grave. A situação tem-me afetado profundamente, sobretudo pela forma como o banco a tem gerido. Pedido Pretendo, acima de tudo, uma solução efetiva de recuperação/restabelecimento dos fundos — não apenas atualizações processuais internas. Assim, solicito: Que o Banco Santander Totta reembolse os fundos perdidos, nos termos do art. 114.º do DL 91/2018, por se tratar de operações não autorizadas cujo prazo legal de reembolso está largamente ultrapassado; Que se apure o incumprimento do banco quanto aos seus deveres de reação e proteção — nomeadamente as ~2 horas entre o alerta SMS e as transferências que esvaziaram a conta sem bloqueio informado, e a remoção não autorizada dos limites de levantamento; A entrega de cópia do contrato de conta bancária e aditamentos, nos termos do art. 15.º do RGPD; Esclarecimento claro e definitivo sobre o desfecho do serviço de recuperação de fundos que me foi cobrado, nunca formalmente comunicado; Resposta ao pedido de informação formal entregue e confirmado como recebido pelo banco, sendo que a sua falta de resposta constitui, por si só, um incumprimento adicional. Nota: o banco dispõe de todos os elementos necessários para corroborar esta informação; por privacidade, não irei anexar dados que considero privados. Luís Manuel Gaspar Fialho

Em curso
L. E.
06/09/2026

Bloqueio Conta Bancária

Exmos. Senhores, Venho solicitar a intervenção da DECO PROteste relativamente ao bloqueio da minha conta bancária no Santander, que se mantém há cerca de dois meses, sem que me seja apresentada uma explicação concreta. Desde o início, o banco informa apenas que a conta foi bloqueada por ordem judicial, no âmbito de um processo, tendo-me fornecido um número de processo que, posteriormente, o meu advogado tentou confirmar junto do DIAP 14.ª Secção. O tribunal informou que não existe qualquer processo em meu nome correspondente à informação fornecida. Já comuniquei esta situação ao Santander, tanto presencialmente como através de reclamação, mas o banco continua a afirmar que não possui qualquer informação adicional e que devo aguardar um eventual contacto do tribunal. No entanto, após dois meses, continuo sem receber qualquer notificação ou esclarecimento. Este bloqueio está a causar-me graves dificuldades financeiras e pessoais, nomeadamente impossibilidade de utilizar normalmente o meu próprio dinheiro, efetuar pagamentos e cumprir atempadamente as minhas despesas e obrigações pessoais. Considero extremamente preocupante estar privado do acesso à minha conta durante tanto tempo sem conseguir sequer confirmar a existência do alegado processo judicial. Assim, solicito à DECO PROteste que analise a situação, me informe sobre os meus direitos e me oriente sobre as medidas que posso tomar para obter esclarecimentos do Santander e, caso não exista fundamento válido, conseguir o levantamento do bloqueio e eventualmente reclamar os prejuízos causados. Posso disponibilizar todas as reclamações, comunicações do banco e documentação obtida através do meu advogado. Com os melhores cumprimentos, Lúcio Casimiro Manuel Eduardo NIF: 311 932 924 +351 937 156 287 E-mail: lessezzy@gmail.com

Resolvida Pedido de intervenção à DECO PROteste
N. G.
31/08/2026

Recusa de reembolso por avaliação bancária não realizada

Exmos. Senhores, Venho, por este meio, apresentar uma reclamação formal relativamente à recusa do Banco Santander Totta em proceder à devolução do valor que paguei inicialmente para a realização da avaliação de um imóvel destinado à aquisição através de crédito à habitação. No âmbito do processo de obtenção de crédito à habitação para aquisição de um apartamento através de venda judicial, foi solicitada uma avaliação bancária do imóvel, tendo eu procedido ao respetivo pagamento. Contudo, essa avaliação acabou por não ser realizada, nem sequer agendada, na sequência de uma decisão judicial que determinou a não adjudicação do imóvel, em virtude de uma alteração da posição das partes no processo. Importa salientar que esta situação não resultou de qualquer decisão minha, desistência injustificada ou incumprimento da minha parte. Posteriormente, o Tribunal alterou a sua decisão e determinou a atribuição do imóvel a mim, tendo então sido retomado o processo de aquisição. Nessa altura, foi agendada uma nova avaliação bancária, tendo eu procedido novamente ao respetivo pagamento. Foi-me expressamente transmitido pelo Banco que o valor pago pela primeira avaliação, que entretanto não tinha chegado a ser realizada, seria posteriormente reembolsado após a escritura. Entretanto, durante da realização da segunda avaliação, o perito avaliador deslocou-se ao imóvel e informou que existia uma parte do apartamento cuja situação não se encontrava legalizada. Em consequência dessa situação, foi-me comunicado que o crédito apenas poderia avançar após a respetiva legalização. Essa questão não dependia de mim nem resultou de qualquer ato ou omissão da minha parte. A aquisição acabou, por esse motivo, por não se concretizar, tendo o Banco recusado posteriormente a devolução do valor pago pela primeira avaliação. Considero esta situação injusta. Com efeito, relativamente à primeira avaliação, estamos perante um montante que me foi cobrado para um serviço que nunca chegou a ser realizado. Não foi elaborado qualquer relatório de avaliação na sequência desse primeiro pagamento, nem obtive qualquer prestação ou benefício correspondente a esse valor. Reforço ainda que, durante todo o processo, atuei de boa-fé, seguindo as instruções do Banco e suportando os custos que me foram solicitados. A não concretização da aquisição não resultou de uma desistência voluntária ou de qualquer comportamento que me possa ser imputado. Mais importante ainda, foi-me anteriormente assegurado pelo Banco que o valor pago pela primeira avaliação seria objeto de reembolso após a escritura, o que criou uma legítima expectativa de que esse montante me seria devolvido. Assim, solicito formalmente a revisão da decisão de não proceder ao reembolso e a devolução integral do valor pago pela primeira avaliação, uma vez que a mesma nunca chegou a ser realizada. Caso o Banco mantenha a recusa de reembolso, informo desde já que, não sendo possível resolver esta situação diretamente com o Santander, apresentarei a respetiva reclamação junto do Banco de Portugal, bem como através dos meios de reclamação legalmente disponíveis, juntando toda a documentação e comunicações relativas ao processo, incluindo os elementos que comprovam os pagamentos efetuados, a não realização da primeira avaliação e a informação que me foi transmitida relativamente ao respetivo reembolso. Solicito, por isso, que esta reclamação seja analisada e revista a decisão anteriormente comunicada. Fico a aguardar uma resposta escrita e fundamentada. Com os melhores cumprimentos, Nina Gruszczynska

Em curso
J. C.
24/08/2026

Empréstimo não revisto - Certificado multiusos

Caros Srs, Após me ser diagnosticado uma doença oncológica e tendo obtido o certificado multiusos, solicitei em 2024 a revisão da prestação mensal do pagamento empréstimo habitação, até á data não me foi dada nenhuma resposta. Cumprimentos João Costa

Em curso
C. C.
05/08/2026

Divida indevida

Exmos. Senhores da DECO PROteste, Venho solicitar a vossa intervenção relativamente a uma situação que tenho com o Banco Santander, relacionada com uma dívida/cobrança que me está a ser imputada e que contesto. Considero que esta situação ocorreu devido a falta de informação adequada e/ou informação incorreta prestada pelo banco, não tendo eu recebido, em tempo útil, as informações necessárias para poder tomar conhecimento da situação e agir de forma a evitar a cobrança atualmente exigida. Por esse motivo, não concordo com o valor que me está a ser cobrado e não considero justo ser responsabilizada por uma dívida que resultou, na minha perspetiva, de uma falha de informação por parte do próprio banco. Já apresentei uma reclamação diretamente ao Banco Santander, por escrito, no dia 01/06/2026, na qual expliquei a situação e solicitei que o banco analisasse o caso e apresentasse uma solução. No entanto, venho agora solicitar o apoio da DECO PROteste, para que possam analisar a documentação que envio em anexo e, dentro das vossas possibilidades, interceder junto do Banco Santander para tentar solucionar esta situação, nomeadamente para que a cobrança seja devidamente revista e seja considerada a possibilidade de anulação da dívida que contesto. Reforço que não me recuso a cumprir uma obrigação legítima. O que contesto é precisamente a existência desta dívida nas condições em que me está a ser exigida, uma vez que considero que fui prejudicada pela falta de informação adequada por parte do banco. Assim, agradeço que possam analisar o meu caso, orientar-me relativamente aos meus direitos e, se possível, entrar em contacto com o Banco Santander para procurar uma solução para esta situação. Junto em anexo a cópia da comunicação que entreguei ao banco, para que possam verificar o conteúdo da minha reclamação. Agradeço desde já a atenção e aguardo a vossa orientação.

Encerrada
V. C.
01/08/2026

cobrança abusiva

Santander cobra sucessivas comissões de descoberto geradas pelos próprios encargos bancários Venho reclamar da atuação do Banco Santander relativamente a uma conta empresarial que praticamente não chegou a ser utilizada. A conta não registou compras, levantamentos, pagamentos a fornecedores, débitos diretos ou transferências para terceiros. As únicas entradas foram transferências realizadas para pagar ou impedir a acumulação das próprias comissões bancárias. Apesar da ausência de utilização operacional, o Santander debitou sucessivamente: comissões de gestão; Imposto do Selo; juros de ultrapassagem de crédito; duas Comissões de Crédito Não Pré-Contratualizado, no valor de 39,95 € cada; os respetivos impostos e encargos associados. O problema principal é que os saldos negativos não foram provocados por qualquer operação realizada pelo cliente. Resultaram dos próprios encargos debitados pelo Banco. A sequência foi a seguinte: 1. O Santander debitou comissões de gestão e impostos; 2. Esses encargos colocaram a conta em saldo negativo; 3. O Banco cobrou uma Comissão de Crédito Não Pré-Contratualizado de 39,95 €, acrescida de 1,60 € de Imposto do Selo; 4. Foram transferidos 55 € para regularizar a conta; 5. Apesar dessa regularização, o Santander voltou a cobrar outra comissão de 39,95 €, acrescida de imposto, juros e outros encargos; 6. A conta voltou novamente a ficar negativa exclusivamente por efeito dos débitos realizados pelo próprio Banco; 7. Para impedir que o ciclo continuasse, foi necessário transferir mais 50 €. No total, foram transferidos 110 € para uma conta que não teve qualquer utilização comercial ou operacional. Os encargos bancários visíveis ascendem a 91,54 €, correspondentes exclusivamente a comissões, impostos e juros. Depois da última transferência, o saldo disponível passou a ser de 18,46 €, confirmando que: 110,00 € transferidos – 91,54 € debitados pelo Banco = 18,46 €. A própria aplicação mostra o saldo disponível de 18,46 €, bem como a transferência adicional de 50 €, as comissões de 39,95 €, o Imposto do Selo e os juros debitados. Esta correspondência demonstra que o dinheiro transferido para a conta foi consumido exclusivamente pelos encargos do Santander. Já foi apresentada reclamação formal através do Livro de Reclamações Eletrónico. Contudo, a resposta do Santander limitou-se a afirmar que as comissões estavam previstas no contrato e no preçário. Essa resposta não esclareceu a questão essencial: qual foi a operação concreta realizada pelo cliente que originou cada alegada entrada em descoberto? O Banco não identificou: qualquer compra, levantamento, pagamento ou transferência que tivesse provocado o descoberto; a operação concreta que originou cada utilização de crédito; o saldo disponível imediatamente antes de cada comissão; a identidade do ordenante da alegada operação; a razão pela qual uma comissão debitada pelo próprio Banco pode criar o saldo negativo que dá origem a outra comissão. A simples existência de uma comissão no preçário não demonstra que se verificou o pressuposto concreto necessário para a sua cobrança. Também surgiram na aplicação movimentos apresentados com data do primeiro dia útil seguinte, embora já estivessem refletidos no saldo disponível. Compreendo que isso possa resultar do tratamento contabilístico do fim de semana, mas solicitei ao Banco que esclarecesse a data da operação, a data de contabilização, a data-valor e o período considerado no cálculo dos juros. Foi igualmente solicitado o encerramento definitivo da conta. A conta encontra-se atualmente com saldo positivo, pelo que não existe qualquer saldo devedor reconhecido que justifique o atraso do encerramento. Considero que esta situação constitui um ciclo de cobranças manifestamente desproporcionado: 1. O Banco cobra uma comissão; 2. A comissão coloca a conta em saldo negativo; 3. O saldo negativo origina outra comissão de 39,95 €; 4. O cliente transfere dinheiro para regularizar; 5. O Banco volta a cobrar novos encargos; 6. A conta volta a ficar negativa. A transferência adicional de 50 € foi efetuada exclusivamente para impedir a acumulação de novas comissões e juros, sob protesto e sem reconhecimento da legitimidade das quantias cobradas. Pretensão Solicito: 1. O estorno das duas Comissões de Crédito Não Pré-Contratualizado, no total de 79,90 €; 2. O estorno dos respetivos impostos, juros e encargos associados; 3. A restituição mínima de 83,42 €, sem prejuízo da reapreciação das restantes comissões; 4. A identificação concreta da operação que alegadamente originou cada descoberto; 5. A interrupção imediata da cobrança de novas comissões, juros e impostos; 6. O encerramento definitivo da conta sem novos encargos; 7. A transferência do saldo final e das quantias restituídas para outra conta; 8. Uma resposta escrita, concreta e fundamentada, que não se limite a reproduzir genericamente o preçário. Pretendo ainda deixar um alerta a outros clientes: uma conta praticamente sem utilização pode transformar-se num ciclo burocrático de comissões, impostos e juros difícil de interromper. Recomendo que analisem cuidadosamente todas as condições, acompanhem frequentemente os movimentos e guardem comprovativos de todas as transferências e comunicações com o Banco.

Encerrada
F. G.
30/07/2026

Bloqueio abusivo e violação dos dados privados

Sendo sócia da Deco uma vez que não consigo entrar em contacto com vocês que me ajudem À Gerência do Banco Santander Totta Balcão de Algés (A/C Sr. Carlos Teixeira) Com conhecimento para o Gabinete de Apoio ao Cliente e Provedor do Cliente Santander Assunto: RECLAMAÇÃO FORMAL URGENTE – Bloqueio Indevido de Conta, Quebra de Sigilo Bancário, Danos Patrimoniais Graves e Pedido de Encerramento de Conta Exmos. Senhores, Eu, , com o nif cliente desta instituição, titular da conta número [Número da Sua Conta], venho por este meio apresentar uma reclamação formal e em caráter de máxima urgência face aos contínuos abusos e ilegalidades cometidos por este banco, em particular pela vossa agência de Algés. A minha conta encontra-se totalmente bloqueada desde o dia 07/07/2026, sem que me tenha sido enviada qualquer notificação oficial, número de processo ou indicação da entidade investigadora, apesar dos meus insistentes pedidos por e-mail, que ficaram sem resposta. Como consequência direta deste bloqueio unilateral e sem fundamento legal válido: 1. Encontro-me em incumprimento no pagamento do meu crédito automóvel e de outras despesas diárias essenciais. 2. Perdi definitivamente um investimento de 8.500,00€ relativo ao sinal para a aquisição de um imóvel, uma vez que a escritura estava agendada para o dia 09/07/2026 e fiquei impedida de aceder ao meu dinheiro. Saliento que a vossa instituição tinha pleno conhecimento deste prazo, dado que enviei atempadamente a cópia do agendamento da escritura para a minha gerente de conta. Na ausência da minha gerente (por motivos de férias), fui atendida pelo Sr. Carlos Teixeira, no balcão de Algés, que demonstrou uma postura rude, arrogante e altamente prepotente. O referido funcionário alegou que a conta estava sob investigação por "Branqueamento de Capitais" e exigiu, sob ameaça de suspensão indefinida, a comprovação de absolutamente todas as transações desde 01/01/2026, incluindo compras banais em websites. Mais grave ainda, num ato de clara violação do sigilo bancário e do Regulamento Geral sobre a Proteção de Dados (RGPD), o Sr. Carlos Teixeira forneceu informações confidenciais da minha conta ao segundo titular (o meu ex-marido desde abril, que não tem os dados atualizados na conta e cujo nome ainda consta no sistema apenas devido a falhas informáticas internas do próprio Santander). O referido funcionário chegou ao cúmulo de fazer insinuações caluniosas ao meu ex-marido de que eu estaria envolvida em "ilegalidades" e "jogos", provocando uma severa e dolorosa desestabilização no meu ambiente familiar. Repudio veementemente tais insinuações. O saldo à ordem de 10.000,00€ presente na conta tem origem totalmente legítima e comprovável: provém da venda de um imóvel cujo distrate foi realizado em novembro passado, no vosso balcão do Laranjeiro, sendo o próprio Santander o credor. Toda a minha atividade financeira é lícita. Movimento fundos para outras contas de minha titularidade (Revolut e Bankinter) e para a plataforma Bitget. Possuo todos os comprovativos, ativos em formato on-chain, certificado de investidora e diretrizes do Banco Central Europeu que atestam a regularidade fiscal e a ausência de qualquer suspeita de branqueamento. Face ao comportamento abusivo e à total quebra de confiança nesta instituição, exijo: 1. O desbloqueio imediato da referida conta bancária; 2. A transferência integral de todos os meus ativos e saldos para a conta que indicarei no momento do desbloqueio; 3. O encerramento imediato e definitivo da minha conta no Banco Santander Totta. Caso a situação não fique resolvida e o saldo disponível num prazo impreterível de 48 horas, informo que avançarei de imediato com uma ação judicial junto dos Julgados de Paz para exigir a restituição dos valores e a devida indemnização por todos os danos patrimoniais (incluindo os 8.500,00€ perdidos) e morais causados. Adicionalmente, esta queixa será reencaminhada para o Banco de Portugal e para a Comissão Nacional de Proteção de Dados (CNPD) para que sejam aplicadas as sanções institucionais cabíveis. Sem outro assunto de momento, fico a aguardar a vossa resposta por escrito. Atenciosamente,

Encerrada

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