Reclamações públicas

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F. G.
30/07/2026

Bloqueio abusivo e violação dos dados privados

Sendo sócia da Deco uma vez que não consigo entrar em contacto com vocês que me ajudem À Gerência do Banco Santander Totta Balcão de Algés (A/C Sr. Carlos Teixeira) Com conhecimento para o Gabinete de Apoio ao Cliente e Provedor do Cliente Santander Assunto: RECLAMAÇÃO FORMAL URGENTE – Bloqueio Indevido de Conta, Quebra de Sigilo Bancário, Danos Patrimoniais Graves e Pedido de Encerramento de Conta Exmos. Senhores, Eu, , com o nif cliente desta instituição, titular da conta número [Número da Sua Conta], venho por este meio apresentar uma reclamação formal e em caráter de máxima urgência face aos contínuos abusos e ilegalidades cometidos por este banco, em particular pela vossa agência de Algés. A minha conta encontra-se totalmente bloqueada desde o dia 07/07/2026, sem que me tenha sido enviada qualquer notificação oficial, número de processo ou indicação da entidade investigadora, apesar dos meus insistentes pedidos por e-mail, que ficaram sem resposta. Como consequência direta deste bloqueio unilateral e sem fundamento legal válido: 1. Encontro-me em incumprimento no pagamento do meu crédito automóvel e de outras despesas diárias essenciais. 2. Perdi definitivamente um investimento de 8.500,00€ relativo ao sinal para a aquisição de um imóvel, uma vez que a escritura estava agendada para o dia 09/07/2026 e fiquei impedida de aceder ao meu dinheiro. Saliento que a vossa instituição tinha pleno conhecimento deste prazo, dado que enviei atempadamente a cópia do agendamento da escritura para a minha gerente de conta. Na ausência da minha gerente (por motivos de férias), fui atendida pelo Sr. Carlos Teixeira, no balcão de Algés, que demonstrou uma postura rude, arrogante e altamente prepotente. O referido funcionário alegou que a conta estava sob investigação por "Branqueamento de Capitais" e exigiu, sob ameaça de suspensão indefinida, a comprovação de absolutamente todas as transações desde 01/01/2026, incluindo compras banais em websites. Mais grave ainda, num ato de clara violação do sigilo bancário e do Regulamento Geral sobre a Proteção de Dados (RGPD), o Sr. Carlos Teixeira forneceu informações confidenciais da minha conta ao segundo titular (o meu ex-marido desde abril, que não tem os dados atualizados na conta e cujo nome ainda consta no sistema apenas devido a falhas informáticas internas do próprio Santander). O referido funcionário chegou ao cúmulo de fazer insinuações caluniosas ao meu ex-marido de que eu estaria envolvida em "ilegalidades" e "jogos", provocando uma severa e dolorosa desestabilização no meu ambiente familiar. Repudio veementemente tais insinuações. O saldo à ordem de 10.000,00€ presente na conta tem origem totalmente legítima e comprovável: provém da venda de um imóvel cujo distrate foi realizado em novembro passado, no vosso balcão do Laranjeiro, sendo o próprio Santander o credor. Toda a minha atividade financeira é lícita. Movimento fundos para outras contas de minha titularidade (Revolut e Bankinter) e para a plataforma Bitget. Possuo todos os comprovativos, ativos em formato on-chain, certificado de investidora e diretrizes do Banco Central Europeu que atestam a regularidade fiscal e a ausência de qualquer suspeita de branqueamento. Face ao comportamento abusivo e à total quebra de confiança nesta instituição, exijo: 1. O desbloqueio imediato da referida conta bancária; 2. A transferência integral de todos os meus ativos e saldos para a conta que indicarei no momento do desbloqueio; 3. O encerramento imediato e definitivo da minha conta no Banco Santander Totta. Caso a situação não fique resolvida e o saldo disponível num prazo impreterível de 48 horas, informo que avançarei de imediato com uma ação judicial junto dos Julgados de Paz para exigir a restituição dos valores e a devida indemnização por todos os danos patrimoniais (incluindo os 8.500,00€ perdidos) e morais causados. Adicionalmente, esta queixa será reencaminhada para o Banco de Portugal e para a Comissão Nacional de Proteção de Dados (CNPD) para que sejam aplicadas as sanções institucionais cabíveis. Sem outro assunto de momento, fico a aguardar a vossa resposta por escrito. Atenciosamente,

Em curso
P. F.
09/07/2026

Fraude por falta de segurança do banco

Venho por este meio apresentar uma reclamação relativamente ao tratamento dado pelo Santander na sequência de uma alegada fraude bancária ocorrida na minha conta . No dia 1 de julho 2026, foi creditado na respetiva conta bancária o meu ordenado . No dia seguinte, ao deslocar-me a um restaurante próximo do local de trabalho para almoçar com colegas, tentei efetuar o pagamento da refeição com o cartão bancário, tendo a transação sido recusada por diversas vezes. Perante esta situação, consultei de imediato a aplicação do Santander no telemóvel e verifiquei, com enorme surpresa, que o saldo da conta tinha praticamente desaparecido, tendo sido efetuados vários movimentos que consumiram quase a totalidade do dinheiro que possuía na conta, sem qualquer autorização ou conhecimento da minha parte. Assim que me apercebi da situação, contactei imediatamente a linha de apoio do Santander para comunicar a ocorrência. No entanto, a chamada foi interrompida varias vezes antes de ser possível concluir o contacto. Face à gravidade dos factos, dirigi-me de imediato a um balcão do Santander, onde a situação foi comunicada, foi apresentada a respetiva participação e foi aberto um processo de investigação. Nesse mesmo dia, expus também ao banco a minha difícil situação financeira e solicitei apoio urgente, uma vez que o agregado familiar ficou privado de praticamente todo o rendimento mensal. Apenas com um ordenado não consigo fazer face às despesas essenciais da minha família, nomeadamente as despesas da habitação, o pagamento do centro de dia da minha mãe, que possui um grau de incapacidade de 60%, a pensão de alimentos, bem como todas as despesas inerentes ao sustento e educação do nosso filho de quatro anos. No dia 3 de julho 2026, apresentei igualmente queixa junto das autoridades policiais, comunicando formalmente a alegada fraude e colaborando com todos os procedimentos necessários à investigação. Desde essa data, continuo sem qualquer informação concreta sobre o estado da investigação, sem atualizações regulares e sem uma decisão relativamente ao processo. Acresce que fui posteriormente contactado pelo banco com a indicação de que devería enviar o telemóvel para análise por um técnico, suportado os próprios respetivos custos. Considero esta exigência totalmente injustificada, uma vez que sou vítima desta situação e não responsável pela alegada fraude. É igualmente importante referir que esta situação provocou graves transtornos pessoais, familiares e financeiros. Fiquei totalmente confrontado com a impossibilidade de pagar uma simples refeição por ter ficado, de forma inesperada, sem o dinheiro correspondente ao meu vencimento, situação que me causou evidente constrangimento e humilhação. Desde então, tenho vivido com enorme ansiedade e preocupação, sem saber como assegurar o cumprimento dos compromissos financeiros e garantir a estabilidade da minha família. Considero inaceitável a demora na resolução deste processo, a falta de acompanhamento por parte do Santander e a ausência de uma comunicação clara, transparente e fundamentada relativamente às diligências efetuadas e ao ponto de situação da investigação. Saliento que os próprios gestores de banco onde a minha conta esta entregue, nao mostraram empatia, muito menos interesse de ajudar o cliente, so se limitaram ao basico. Acresce que, para aceder à aplicação do Santander, é normalmente necessário um processo de autenticação de pagamento que inclui um código de verificação. Esse código que nao me foi enviado, nao tive qualquer conhecimento muito menos foi fornecido dados qualquer a terceiros. Apesar disso, as operações foram realizadas como se alguém tivesse conseguido aceder à conta, o que me causa enorme preocupação e levanta sérias dúvidas quanto à eficácia dos mecanismos de segurança implementados pelo banco. Perante estes factos, considero que os procedimentos de segurança que habitualmente são aplicados não funcionaram neste caso, ou revelaram-se manifestamente insuficientes para impedir operações completamente anómalas e não autorizadas. É, por isso, incompreensível que não tenha sido acionado qualquer mecanismo de autenticação reforçada ou emitido qualquer alerta perante movimentos de valor elevado e fora do perfil habitual de utilização da conta. Assim, solicito: A rápida conclusão do processo. A restituição integral dos montantes retirados da conta. A revisão da atuação do Santander neste processo, garantindo um acompanhamento adequado, diligente e respeitador dos direitos dos clientes que sejam vítimas de fraude. Esperamos que esta situação seja resolvida com a maior brevidade possível, evitando a necessidade de recorrer às entidades competentes para defesa dos nossos direitos.

Em curso
P. B.
01/07/2026

Não cumprimento com a lei

Olá bom dia, quero fazer uma reclamação contra o Santander Totta, e saber o motivo de eles não cumprirem com a lei que determina que o cliente não pode ficar sem meios de sobrevivência!E contra a segurança social, onde fez duas penhoras seguidas, na minha entidade patronal 1/3 do meu ordenado (132 euros) e outra vez na minha conta bancária no valor de 604 euros da penhora ( que era o valor total da penhora) deixando na conta Santander Totta 190 euros para sobreviver. E o pior a penhora era de 604 euros, debitaram me 732 euros. Fiz reclamação na segurança social mas a própria culpa o banco, banco meteu o dinheiro em análise e culpa a segurança social e eu que sou a vítima estou sem possibilidade de sobreviver e pagar as minhas despesas comer e trabalhar. Quero respostas das duas entidades, o porque esta falta de profissionalismo e não cumprimento com a lei!!!

Resolvida
J. L.
25/06/2026

Débitos Indevidos

Exmos. Senhores, Sou titular da conta Nº 000804249305020 e, conforme já tive oportunidade de vos dar conhecimento, verifiquei que me foi cobrado dois débito diretos no valor de 992 e 993 euros, em 30/1/2026. Solicitei o estorno do mesmo nos termos do disposto no artigo 118.º Decreto-Lei n.º 91/2018, de 12 de novembro e ainda não procederam em conformidade. Aguardo a V/ rápida resposta. Cumprimentos.

Resolvida
O. V.
26/05/2026

Falha técnica na plataforma Santander Rewards impediu compra ao preço anunciado

Desde 24/05/2025, tentei adquirir um produto (tv LG OLED55C5E) por 99.999 pontos na plataforma Santander Rewards. A aplicação apresentava um erro técnico persistente que impedia a conclusão da compra. O problema foi reportado ao apoio ao cliente desde esse dia, tendo sido aberto um ticket de suporte no dia 25/05/2025 através de chamada. O erro nunca foi corrigido pelo Santander. No dia 26/05/2025, o preço do produto subiu para 119.999 pontos, um aumento de 20.000 pontos equivalente a aproximadamente 200 euros, tornando impossível a aquisição nas condições originalmente anunciadas. O apoio ao cliente confirmou não poder reverter a situação, limitando-se a registar uma reclamação interna que não apresenta qualquer detalhe na aplicação, apenas a data de abertura e numero de referencia, sem informação sobre estado ou resolução prevista. Compreendo que o Santander não controla diretamente os preços do marketplace Santander Rewards. Contudo, e responsabilidade do Banco Santander Totta garantir o correto funcionamento da sua plataforma digital. A falha técnica prolongada, que impediu a conclusão da compra ao preço anunciado e que não foi corrigida atempadamente, constitui uma falha de serviço imputável ao Banco. Esta não e uma situação isolada. Existem registos documentados de falhas semelhantes na plataforma Santander Rewards em que erros técnicos impediram clientes de finalizar resgates de pontos. Foi já submetida reclamação formal no Livro de Reclamações, automaticamente remetida ao Banco de Portugal. Solicito que o Banco Santander Totta honre o preço original de 99.999 pontos para aquisição do produto em causa, conforme anunciado na plataforma no momento em que a compra foi tentada e impedida por falha técnica da própria plataforma. Comprovativos disponíveis: screenshot do preço original, screenshot do erro técnico e tickets de suporte.

Encerrada
C. P.
12/04/2026

Atualização de Dados

Portimao, 12 Abril, 2026 É com profundo desagrado que apresentamos esta reclamação sobre a agência do Banco Santander em Portimão (no Largo 1º de Dezembro), devido a circunstâncias fora do nosso controle causadas pelos serviços da AIMA. Segue um breve resumo dos fatos: O meu marido reside em Portugal. As renovações anteriores do seu cartão de residência transcorreram sem problemas, pois na altura o processo com o SEF era simples. O cartão de residência expirava em setembro 2025. Em julho foi às instalações da AIMA em Portimão (frente aos bombeiros) e foi orientado a enviar um e-mail em agosto para agendar uma data e hora. Em janeiro compareceu no dia 19 de janeiro 2026 às 09:00hrs. No final do processo e do pagamento recebeu um recibo/documento assinado e carimbado. Entre o e-mail da AIMA e a data do agendamento, ele recebeu o e-mail do Santander para atualização de dados. Por motivos de trabalho só conseguimos ir ao banco em fevereiro para apresentar o recibo/documento que foi recebido no dia da renovação. A funcionária que nos atendeu no banco disse que o documento apresentado não era válido e não poderia ser aceito. Perguntámos se o e-mail enviado pelo Santander (de alguma forma intimidante) seria cumprido. Ela disse que isso poderia acontecer se não apresentássemos o documento comprovativo da renovação. Saímos decepcionados e preocupados com esta informação, uma vez que somos clientes há alguns anos. Entramos em contato com a AIMA via e-mail, solicitando um documento que tivesse uma data de validade para apresentar ao banco e que comprovasse que o cartão estava em processo de renovação. Quando recebemos a resposta da AIMA, voltamos ao banco e falámos com outra funcionária. Novamente, explicamos a mesma situação da primeira vez. E, mais uma vez, fomos informados de que o documento que tínhamos não era válido, e que precisava ter um código QR e uma data de validade. Sugeriu que voltássemos ao escritório da AIMA em Portimão e solicitássemos esse tipo de documento, para evitar que o titular ficasse sem acesso à conta. Informamos que estávamos decepcionados com o e-mail intimidante enviado pelo Santander e que esta atitude não era profissional de uma instituição perante uma situação fora de controle do cliente, o qual é cliente há alguns anos.   Voltamos às instalações da AIMA em Portimão, e a agente de segurança teve uma abordagem muito profissional que explicou que existem 2 tipos de renovação: 1 online, em que a pessoa recebe um documento com um código QR com a data de validade. O outro é recibo/documento recebido no horário agendado da revalidação e o cartão seria enviado para o endereço residencial em até 90 dias a partir de 19 de janeiro de 2026. Perguntamos o que mais poderíamos levar ao banco como comprovativo para não corrermos o risco do banco cortar o acesso à conta. Ela disse que o banco deveria aceitar o documento apresentado, pois a informação permanece a mesma, exceto a validade. O documento está carimbado e assinado pelo/a funcionário/a da AIMA. No domingo, dia 5 de abril, o Santander bloqueou os cartões e o acesso à aplicação do meu marido. Na segunda-feira, dia 6 de abril, fui ao banco pela terceira vez e falei com outro funcionário, que não se mostrou interessado em ouvir o que havia acontecido nas visitas anteriores. Disse que o antigo cartão de residente tinha o NIF e que, com um comprovativo de residência do portal das finanças, a informação de dados poderia ser atualizada. Perguntei qual o motivo por que nas duas vezes anteriores as colegas não forneceram esta informação para evitar uma terceira ida ao balcão e o bloqueio de acesso ao cartão. Obviamente, não há sistema ou padronização no fornecimento de informações dentro desta agência. Informei que esta situação estava a causar uma má impressão e um desejo de encerrar a conta e terminar o relacionamento com o Santander. O comentário recebido foi que todos são livres de encerrar a conta quando quiserem. Este tipo de resposta é evidente que para esta instituição os clientes são apenas números e que não estão a par das dificuldades que os cidadãos estrangeiros/residentes estão a ter com a AIMA para uma simples renovação da residência. No mesmo dia após esta terceira visita, recebi um e-mail semelhante ao do meu marido. Será que também vão bloquear o meu acesso? Compreendemos que queiram ter os dados atualizados, mas ter esta atitude para com clientes de alguns anos e cortarem o acesso à conta desde 5 de abril é inaceitável. Esta situação está fora do nosso controle. Foram feitas 2 tentativas para dar a documentação recebida da AIMA, a qual não foi aceite. Como desconhecemos os aspectos legais, esperamos que esta situação seja tratada junto à instituição competente e que não ocorra com outras pessoas com estatuto de residentes e clientes do Santander. A documentação relevante ao exposto acima não se encontra anexa por motivos de privacidade. Sem outro assunto, agradecemos a Vossa ajuda e atenção. Atentamente, Claus & Cristina Pascher

Encerrada
A. R.
24/03/2026

Transferencias fraudulentas

Atualização urgente – Caso nº 146786660 – Transferências fraudulentas – Santander Totta Exmos. Senhores da DECO Proteste, Venho atualizar o meu caso com um elemento novo e muito relevante que demonstra falha de segurança do Banco Santander Totta. No próprio dia do roubo (01/03/2026), o banco enviou um Alerta de Segurança informando que um “Unrecognized device” (dispositivo não reconhecido) tinha acedido pela primeira vez à minha conta. Este alerta foi enviado exclusivamente para o meu Gmail, que só consultei horas ou dias depois, em meio ao caos causado pelo roubo (bloqueio de chip, aquisição de novo aparelho, registo de B.O., etc.). Ou seja: - O banco detectou o risco elevado no exato momento da fraude; - Porém, enviou o alerta para um canal secundário (Gmail), tornando-o totalmente ineficaz, pois o dispositivo principal (telemóvel roubado) estava nas mãos dos criminosos. Esta conduta configura clara falha de diligência e de sistema de segurança, pois o banco não adotou medidas proporcionais e eficazes (ex: bloqueio temporário da conta, alerta por SMS para número de backup, chamada telefónica automática ou verificação adicional). Reforço ainda que: - O Banco Bradesco já me reembolsou integralmente os valores defraudados no mesmo incidente, reconhecendo que roubo físico + acesso forçado não configura negligência grosseira. - O Santander Totta continua a negar o reembolso alegando “autenticação forte” e negligência grosseira, sem apresentar qualquer prova concreta que comprove que eu cedi voluntariamente credenciais ou OTP. Pedido à DECO Proteste: 1. Intervenção urgente junto ao Santander Totta para reversão da negação e reembolso imediato dos 14.800€ nos termos da PSD2. 2. Utilização deste novo elemento (Alerta de Segurança ineficaz) como prova de falha de segurança do banco. 3. Orientação sobre próximos passos (escalada ao BdP, tribunal, etc.) e eventual apoio jurídico. Anexo a este comentário: - Print do Alerta de Segurança “Unrecognized device” enviado no dia do roubo. - Cópia da resposta de negação do banco (ref. NS 119930026 / NS 159940026). - Comprovante de reembolso do Bradesco (se ainda não enviado). Agradeço análise prioritária e contacto rápido para atualizações. Com os melhores cumprimentos, Adriano Carlos Romano

Encerrada
A. R.
23/03/2026

Transferencias fraudulentas

 Exmos. Senhores da DECO Proteste, Venho solicitar a vossa intervenção urgente e apoio jurídico em caso de fraude bancária não autorizada (PSD2) contra o Banco Santander Totta, S.A., com negação indevida de reembolso. Resumo dos fatos: - Em 28/02/2026, o meu telemóvel iPhone foi roubado desbloqueado em São Paulo (Brasil), em contexto de ameaça física (detalhado no B.O. policial brasileiro anexado). - O dispositivo permitiu acesso imediato à conta apesar de Face ID ativado (forçado na hora do roubo), resultando em transferências imediatas não consentidas no total de 14.800€ (detalhes: 8.000€, 6.400€, 400€). - Reportei o roubo e fraude imediatamente ao banco (SuperLinha/Atenção ao Cliente), procedendo ao bloqueio da conta e cartões. - Apresentei reclamação formal por email em 01/03/2026 (ref. NS 119930026), anexando B.O., prints das transações e cronologia. - Em 02/03/2026, recebi promessa de "seguimento imediato" (Carla Ribeiro), mas sem resposta substantiva. - Apresentei reclamação ao Banco de Portugal (referência PCB [insira se tiver]), aguardando análise. - no dia de hoje o Santander negou reembolso alegando autenticação forte (credenciais + Push OTP) e negligência grosseira minha (art. 115.º n.º 4 DL 91/2018), sem provar como terceiros obtiveram acesso (roubo físico + coerção explica OTP no meu telemóvel). Não houve reembolso provisório imediato (obrigatório PSD2 até 1º dia útil após notificação válida). Argumentos: - O ónus da prova da negligência grosseira é do banco (jurisprudência TR e BdP: roubo físico + autenticação forçada não é grosseira; PSD2 protege vítima salvo culpa escandalosa comprovada). - Falha de diligência do banco: não monitorou operações pós-reporte de roubo. - Histórico impecável como cliente há +10 anos (duas hipotecas, bom pagador) reforça ausência de negligência. - Valor total defraudado: 14.800€ (com possibilidade de extensão para outros danos). Pedido à DECO Proteste: 1. Intervenção imediata junto do Banco Santander Totta para reversão da negação e reembolso imediato/provisório do total (14.800€) nos termos PSD2. 2. Análise da resposta do banco e apoio na contestação (prova de negligência grosseira não apresentada). 3. Orientação sobre escalada (Livro de Reclamações, tribunal) e eventual referência a advogado parceiro que trabalhe com sucesso da causa. 4. Aconselhamento sobre direitos adicionais (danos morais, compensação por falha de segurança). Anexo: - B.O. policial brasileiro. - Emails trocados com o banco (incl. reclamação inicial e negação). - Referência da reclamação no Banco de Portugal. - Prints das transações fraudulentas. Agradeço análise urgente e contacto para esclarecimentos (5511-97684-0334] ou email Adrianovieiraromano@gmail.com). Com os melhores cumprimentos, Adriano Carlos Romano NIF 287 431 517

Encerrada
J. C.
20/03/2026

Reembolso 1.900 € de Transferência Indevida

Email enviado em 12.Março.2026,para: Santander Totta- Fraudes e Incidências Gestora de Conta MBWAY/SIBS Polícia Judiciária Porto "Exmos Senhores Hoje (12.Março.2026), perfaz dez (10) dias, em que efetuaram uma operação de pagamento não autorizado, retiraram da minha conta 08298726001 - Banco Santander Totta, em 01.Março.2026, pelas 01:17, o valor de 1.900,00 euros, para o Número de telemóvel 915 932 326, associado ao nome de Mário Morais. Tanto o nome como o número de telemóvel, são me desconhecidos e não fazem parte dos meus contactos pessoais/telefónicos. A transferência foi realizada com a aplicação MBWAY, desconhecendo os meios como o fizeram, sem o meu telemóvel e sem os meus cartões. Nunca forneci a quem quer que seja, as minhas credenciais / palavra-passe, dos meus cartões de débito/crédito, da App Santander Totta e do Net Banco e no meu telemóvel, não acedi a links e a mensagens fraudulentas. Solicitado pelo Santander Totta - FRAUDES, fiz uma vistoria técnica ao meu equipamento - telemóvel, informando a situação tanto no Balcão como FRAUDES do Santander Totta. Nos termos do N°1 Art° 796 do Código Civil e do Art° 114 do DL 91/2018, as perdas resultantes de operações de pagamento correm por conta e risco do banco, quando não realizadas e não autorizadas pelo utilizador/titular do serviço homebanking, mas por terceiros. Os pagamentos eletrónicos estão regulados pelo Regime Jurídico dos Serviços de Pagamento e da Moeda Eletrónica. No próprio dia 01.Março.2026, pelas 01:41, houve outra tentativa de fraude, que o Banco não me comunicou e só vim a saber, quando acedi à APP em 09.MARÇO.2026 , em transferir 1.950,55 euros, da minha conta para o IBAN PT50 0010 0000 6259 9180 0016 4, mas não conseguiram efetuar, porque o Banco Santander Totta através do seu sistema informático, talvez foi alertado para o facto, ou, talvez por mecanismos técnicos a funcionar, impediram que a operação fosse realizada. Isto para dizer o seguinte, significa que a operação de pagamento não autorizada e realizada em 01.Março.2026, pelas 01:17, foi causada, ou, por avaria técnica, ou, deficiência do sistema informático, ou, por outros meios. É ao banco que cabe assegurar que o sistema informático utilizado funcione e que garanta a confidencialidade dos dados. Sou cliente do Banco Santander Totta, desde a sua origem, tratando-se desde sempre do meu principal banco onde realizo toda a minha gestão financeira familiar, a minha pensão de reforma e da minha esposa, 'caiem' na conta, bem como as rendas recebidas de dois imóveis alugados, pago as contas da água, luz, gás, seguros e telecomunicações e também as contas dos supermercados, bem como todas compras realizadas noutros estabelecimentos. No que respeita a operações com a aplicação MBWAY, raramente a utilizei e quando fiz alguma operação foi sempre de pequenos montantes e praticamente entre familiares diretos. Tive conhecimento deste FRAUDE/BURLA BANCÁRIA, quando acedi no dia 02.Março.2026 à Aplicação Santander Totta, onde verifiquei que existia um movimento não realizado, nem autorizado por mim. Telefonei de imediato para o Banco Santander Totta - FRAUDES e dei conhecimento do sucedido. Bloquearam a minha conta e cancelaram todos os cartões. Colocaram-me uma série de questões, às quais eu respondi. Entretanto aconselharam-me a apresentar Queixa-Crime na PSP/GNR mais próxima. Nesse mesmo dia, apresentei Queixa-Crime na PSP - Esquadra de Valadares, que por sua vez encaminhou o processo para Polícia Judiciária. Trouxe da PSP uma DECLARAÇÃO, com as minhas declarações e relato dos fatos. De seguida, entreguei a mesma no Balcão Santander Totta de Valadares - Gaia e enviei, via email para FRAUDES - Santander Totta. Estive sem acesso à minha conta bancária, desde 02.Março.2026, até 08.Março.2026 e sem poder fazer qualquer movimentação de conta tanto pelo NETBANCO, como pela APP Santander e sem cartões de débito e crédito. Em 09.MARÇO.2026, acedi à APP SANTANDER TOTTA, com nova palavra passe e nome de utilizador. Na mesma data , pelas 13h30 recebi um cartão de débito, em meu nome, Castro Santos. Já o utilizei e mudei o código de acesso. Em 11.Março.2026, recebi o cartão de crédito em nome de José Santos, ficando a faltar o cartão de débito em nome da minha esposa, Isolina Santos. À noite recebi emails (Anexo)da SIBS - MBWAY a informar que o Banco Santander Totta, tem os dados da minha conta e recai sobre o Banco toda a responsabilidade. Até à presente data, ainda não me foi reembolsado o valor de 1.900,00 euros, retirado indevidamente da minha conta, sem o meu consentimento e por meios que desconheço. Para além de todos os transtornos familiares, tive de recorrer a empréstimos para gerir o dia a dia da família e tudo isto, gerou um clima de desconfiança e medo, visto a vida familiar girar em torno do banco, pagamentos / recebimentos. Cabe ainda referir que à data, tanto eu como a minha esposa estamos num quadro desolador, tristes e alarmados, visto a minha esposa sofrer de Doença Crónica 'Dor Neuropática e Depressão Severa' sendo portadora de uma Incapacidade 66%, atestado por AMIM e eu ser um Doente Oncológico 'AMIM 60%' tendo terminado no dia 05.Março.2026, (33) sessões de Radioterapia no IPO - Porto, fazendo ainda parte do agregado familiar uma pessoa com 91 anos de idade. Por fim, atendendo ao email, rececionado em 11.Março.2026 MBWAY / SIBS: "Tendo em conta que a nossa empresa é responsável pelo sistema de pagamentos e que, qualquer questão relacionada com a gestão das informações relativas a operações de cartões bancários cai no foro exclusivo da competência do respetivo Banco emissor do cartão, sugerimos que apresente a sua situação junto do seu Banco no sentido de tentar obter a informação de que necessita e esclarecer a possibilidade do mesmo reverter a transação em causa. O Banco Emissor tem à sua disposição todos os dados relativos às respetivas transações e os seus dados..." e a todos os fatos relatados/confirmados, solicito, o reembolso dos 1.900,00 euros o mais urgente possível, de acordo com o Regime Jurídico dos Serviços de Pagamento, o banco é responsável por reembolsar imediatamente o cliente em caso de operações de pagamento não realizadas e autorizadas, pelo titular da conta. Com os meus respeitosos cumprimentos, José Manuel Castro Santos " .... (*) Hoje 02.Março.2026, ainda não foi reembolsado nem obtive resposta do Santander Totta, apesar de quase diariamente presionar via telefone o Banco Santander Totta e a minha Gestora de Conta.

Encerrada
J. F.
18/02/2026

Pedido de apoio – Manutenção indevida de bloqueio de contas pelo Santander

Exmos. Senhores, Venho solicitar o vosso apoio relativamente a uma situação que mantenho com o Banco Santander Totta, S.A. No dia 24 de dezembro solicitei eu própria o bloqueio das minhas contas e canais digitais, na sequência de uma situação de burla. Posteriormente, no dia 19 de janeiro, pedi formalmente o desbloqueio e assinei presencialmente uma declaração no balcão para esse efeito. Apesar disso, o bloqueio mantém-se até à presente data. Tenho vindo a contactar telefonicamente o Santander para obter esclarecimentos e, em três ocasiões distintas, foi-me garantido que o acesso seria desbloqueado no próprio dia. No entanto, já passou cerca de um mês e a situação continua por regularizar, sem qualquer justificação formal ou indicação de prazo concreto. Entendo que a manutenção desta situação, após ter cumprido todos os procedimentos solicitados, ultrapassa o que considero razoável e aceitável na relação contratual entre cliente e instituição bancária. Solicito, assim, a vossa análise urgente do caso e orientação sobre os mecanismos que posso acionar para exigir a normalização imediata do acesso às minhas contas. Com os melhores cumprimentos, Joana Fernandes

Resolvida

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