Reclamações públicas

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L. M.
09/09/2026

Santander - Perda de poupanças devido a phishing, falta de resposta e apoio do Santander

No dia 20 de julho de 2026, pelas 15h20, fui vítima de uma fraude bancária por phishing/engenharia social, que resultou na perda de 99,99% das poupanças da minha conta no Banco Santander (conta com cerca de 28 anos de existência). Os autores usurparam a identidade do Santander via SMS e site fraudulento, simulando conter uma fraude. Foi feita alteração remota do meu número de telefone associado à conta e das credenciais do Netbanco, permitindo transferências de elevados montantes, sem a minha autorização, para contas do Santander e BPI cujos titulares não coincidiam com o remetente — um padrão totalmente estranho ao histórico de 28 anos. Antes das 3 transferências concretizadas, houve ainda uma tentativa que não se consumou. O Santander enviou-me um SMS de alerta às 15h46 desse dia, mas nunca me informou quando (ou se) bloqueou a conta. Sei apenas que decorreram cerca de 2 horas entre o alerta e a concretização das transferências que esvaziaram a conta — ou seja, a conta não estava bloqueada nesse período. Os limites diários de levantamento foram ainda alterados sem autorização (alteração que, segundo o site do Santander, só pode ser feita via SuperLinha ou balcão). Houve também levantamentos presenciais em numerário numa agência, por apropriação ilegítima dos meus cartões. Diligências efetuadas Contactei de imediato a SuperLinha, negando os movimentos e seguindo as recomendações dadas. Fui informado, já após perder os fundos, que a tentativa de recuperação das transferências exigia o pagamento de ~25€+IVA por transferência — paguei por necessidade. Fui contactado a 22/07 para aprovisionar a conta e desloquei-me ao banco a 23/07; nunca fui esclarecido sobre o desfecho deste serviço pago. Foram abertos os processos internos RSV0001278746, RSV0001278745, RSV0001308753 e RSV0001308152. Apresentei auto de denúncia às autoridades no próprio dia, entreguei cópia ao Santander e ao BPI (para onde foi uma transferência) e fiz posteriormente um aditamento ao auto. Entreguei ao banco, a 23/07, um pedido de informação formal (assinado e carimbado como recebido pelo Santander) sobre: (i) diligências de recuperação dos fundos; (ii) medidas preventivas existentes; (iii) tempo de resposta do banco; (iv) tempo até ao bloqueio da conta. Nunca obtive resposta. Prestei todos os esclarecimentos pedidos pelo departamento de Fraudes. As únicas atualizações recebidas foram notificações temporárias na app Santander, a que já não tenho acesso (credenciais comprometidas e não restabelecidas por prevenção) — tirei print-screens dessas notificações. A gestora de conta sabia que estou sem acesso ao Netbanco. A 04/08 recebi notificação de que o processo RSV0001278746 sobre Transferências estava concluído; Entrei em contacto com a gestora de conta para obter mais esclarecimentos, fui informado que o processo continuava oficialmente em aberto, tratava-se apenas de um formalismo por questões de cumprir prazos internos. A 07/08 recebi notificação de que o processo RSV0001308152 Fraudes fora "concluído" mas sem resolução. Ao contactar a gestora, Cristina Valle, foi-me dito que o processo foi encerrado apenas para cumprir um prazo interno (até dia 10 de Agosto), mantendo-se na realidade em aberto. Estranhando a situação, enviei email formal a questionar esta contradição — sem resposta até hoje. Enviei reclamação formal por escrito, pedindo resposta em 5 dias úteis e reservando o direito de recorrer ao Banco de Portugal, ao Provedor do Cliente e à via judicial — sem qualquer resposta. A 03/09 voltei a contactar a gestora por email, pedindo reunião e cópia do contrato de conta e aditamentos. Tanto eu como o meu filho tentámos entrar em contacto com a gestora de conta por telefone várias vezes, sem que nenhuma chamada fosse atendida ou devolvida. Seis dias depois, continuo sem resposta. Já passaram 51 dias desde a fraude sem qualquer resolução, esclarecimento, reembolso ou resposta formal do Santander. Fundamentação legal PSD2 / DL n.º 91/2018 — as operações não foram por mim autorizadas. Pelo art. 113.º, cabe ao banco provar que a operação foi autenticada, registada e contabilizada corretamente, e o mero registo do uso do instrumento de pagamento não prova a autorização do cliente. Pelo art. 114.º, perante uma operação não autorizada, o banco deve reembolsar imediatamente o ordenante até ao final do 1.º dia útil seguinte ao conhecimento da situação, salvo fraude ou negligência grosseira do cliente — o que não é o caso. Este prazo está largamente ultrapassado. Art. 108.º, n.º 2, al. b) do DL 91/2018 — bloqueio do instrumento de pagamento por suspeita de fraude. Art. 15.º do RGPD — direito de acesso a cópia dos meus dados pessoais, incluindo a documentação contratual. Impacto Perdi a totalidade das poupanças de 28 anos de relação com este banco (ainda BCI na origem), o que me causou manifesta carência económica. O arrastar do processo, sem apoio ou esclarecimento, é lamentável e reflete uma falta de consideração grave. A situação tem-me afetado profundamente, sobretudo pela forma como o banco a tem gerido. Pedido Pretendo, acima de tudo, uma solução efetiva de recuperação/restabelecimento dos fundos — não apenas atualizações processuais internas. Assim, solicito: Que o Banco Santander Totta reembolse os fundos perdidos, nos termos do art. 114.º do DL 91/2018, por se tratar de operações não autorizadas cujo prazo legal de reembolso está largamente ultrapassado; Que se apure o incumprimento do banco quanto aos seus deveres de reação e proteção — nomeadamente as ~2 horas entre o alerta SMS e as transferências que esvaziaram a conta sem bloqueio informado, e a remoção não autorizada dos limites de levantamento; A entrega de cópia do contrato de conta bancária e aditamentos, nos termos do art. 15.º do RGPD; Esclarecimento claro e definitivo sobre o desfecho do serviço de recuperação de fundos que me foi cobrado, nunca formalmente comunicado; Resposta ao pedido de informação formal entregue e confirmado como recebido pelo banco, sendo que a sua falta de resposta constitui, por si só, um incumprimento adicional. Nota: o banco dispõe de todos os elementos necessários para corroborar esta informação; por privacidade, não irei anexar dados que considero privados. Luís Manuel Gaspar Fialho

Em curso
L. E.
06/09/2026

Bloqueio Conta Bancária

Exmos. Senhores, Venho solicitar a intervenção da DECO PROteste relativamente ao bloqueio da minha conta bancária no Santander, que se mantém há cerca de dois meses, sem que me seja apresentada uma explicação concreta. Desde o início, o banco informa apenas que a conta foi bloqueada por ordem judicial, no âmbito de um processo, tendo-me fornecido um número de processo que, posteriormente, o meu advogado tentou confirmar junto do DIAP 14.ª Secção. O tribunal informou que não existe qualquer processo em meu nome correspondente à informação fornecida. Já comuniquei esta situação ao Santander, tanto presencialmente como através de reclamação, mas o banco continua a afirmar que não possui qualquer informação adicional e que devo aguardar um eventual contacto do tribunal. No entanto, após dois meses, continuo sem receber qualquer notificação ou esclarecimento. Este bloqueio está a causar-me graves dificuldades financeiras e pessoais, nomeadamente impossibilidade de utilizar normalmente o meu próprio dinheiro, efetuar pagamentos e cumprir atempadamente as minhas despesas e obrigações pessoais. Considero extremamente preocupante estar privado do acesso à minha conta durante tanto tempo sem conseguir sequer confirmar a existência do alegado processo judicial. Assim, solicito à DECO PROteste que analise a situação, me informe sobre os meus direitos e me oriente sobre as medidas que posso tomar para obter esclarecimentos do Santander e, caso não exista fundamento válido, conseguir o levantamento do bloqueio e eventualmente reclamar os prejuízos causados. Posso disponibilizar todas as reclamações, comunicações do banco e documentação obtida através do meu advogado. Com os melhores cumprimentos, Lúcio Casimiro Manuel Eduardo NIF: 311 932 924 +351 937 156 287 E-mail: lessezzy@gmail.com

Em curso
N. G.
31/08/2026

Recusa de reembolso por avaliação bancária não realizada

Exmos. Senhores, Venho, por este meio, apresentar uma reclamação formal relativamente à recusa do Banco Santander Totta em proceder à devolução do valor que paguei inicialmente para a realização da avaliação de um imóvel destinado à aquisição através de crédito à habitação. No âmbito do processo de obtenção de crédito à habitação para aquisição de um apartamento através de venda judicial, foi solicitada uma avaliação bancária do imóvel, tendo eu procedido ao respetivo pagamento. Contudo, essa avaliação acabou por não ser realizada, nem sequer agendada, na sequência de uma decisão judicial que determinou a não adjudicação do imóvel, em virtude de uma alteração da posição das partes no processo. Importa salientar que esta situação não resultou de qualquer decisão minha, desistência injustificada ou incumprimento da minha parte. Posteriormente, o Tribunal alterou a sua decisão e determinou a atribuição do imóvel a mim, tendo então sido retomado o processo de aquisição. Nessa altura, foi agendada uma nova avaliação bancária, tendo eu procedido novamente ao respetivo pagamento. Foi-me expressamente transmitido pelo Banco que o valor pago pela primeira avaliação, que entretanto não tinha chegado a ser realizada, seria posteriormente reembolsado após a escritura. Entretanto, durante da realização da segunda avaliação, o perito avaliador deslocou-se ao imóvel e informou que existia uma parte do apartamento cuja situação não se encontrava legalizada. Em consequência dessa situação, foi-me comunicado que o crédito apenas poderia avançar após a respetiva legalização. Essa questão não dependia de mim nem resultou de qualquer ato ou omissão da minha parte. A aquisição acabou, por esse motivo, por não se concretizar, tendo o Banco recusado posteriormente a devolução do valor pago pela primeira avaliação. Considero esta situação injusta. Com efeito, relativamente à primeira avaliação, estamos perante um montante que me foi cobrado para um serviço que nunca chegou a ser realizado. Não foi elaborado qualquer relatório de avaliação na sequência desse primeiro pagamento, nem obtive qualquer prestação ou benefício correspondente a esse valor. Reforço ainda que, durante todo o processo, atuei de boa-fé, seguindo as instruções do Banco e suportando os custos que me foram solicitados. A não concretização da aquisição não resultou de uma desistência voluntária ou de qualquer comportamento que me possa ser imputado. Mais importante ainda, foi-me anteriormente assegurado pelo Banco que o valor pago pela primeira avaliação seria objeto de reembolso após a escritura, o que criou uma legítima expectativa de que esse montante me seria devolvido. Assim, solicito formalmente a revisão da decisão de não proceder ao reembolso e a devolução integral do valor pago pela primeira avaliação, uma vez que a mesma nunca chegou a ser realizada. Caso o Banco mantenha a recusa de reembolso, informo desde já que, não sendo possível resolver esta situação diretamente com o Santander, apresentarei a respetiva reclamação junto do Banco de Portugal, bem como através dos meios de reclamação legalmente disponíveis, juntando toda a documentação e comunicações relativas ao processo, incluindo os elementos que comprovam os pagamentos efetuados, a não realização da primeira avaliação e a informação que me foi transmitida relativamente ao respetivo reembolso. Solicito, por isso, que esta reclamação seja analisada e revista a decisão anteriormente comunicada. Fico a aguardar uma resposta escrita e fundamentada. Com os melhores cumprimentos, Nina Gruszczynska

Em curso
J. C.
24/08/2026

Empréstimo não revisto - Certificado multiusos

Caros Srs, Após me ser diagnosticado uma doença oncológica e tendo obtido o certificado multiusos, solicitei em 2024 a revisão da prestação mensal do pagamento empréstimo habitação, até á data não me foi dada nenhuma resposta. Cumprimentos João Costa

Em curso
C. C.
05/08/2026

Divida indevida

Exmos. Senhores da DECO PROteste, Venho solicitar a vossa intervenção relativamente a uma situação que tenho com o Banco Santander, relacionada com uma dívida/cobrança que me está a ser imputada e que contesto. Considero que esta situação ocorreu devido a falta de informação adequada e/ou informação incorreta prestada pelo banco, não tendo eu recebido, em tempo útil, as informações necessárias para poder tomar conhecimento da situação e agir de forma a evitar a cobrança atualmente exigida. Por esse motivo, não concordo com o valor que me está a ser cobrado e não considero justo ser responsabilizada por uma dívida que resultou, na minha perspetiva, de uma falha de informação por parte do próprio banco. Já apresentei uma reclamação diretamente ao Banco Santander, por escrito, no dia 01/06/2026, na qual expliquei a situação e solicitei que o banco analisasse o caso e apresentasse uma solução. No entanto, venho agora solicitar o apoio da DECO PROteste, para que possam analisar a documentação que envio em anexo e, dentro das vossas possibilidades, interceder junto do Banco Santander para tentar solucionar esta situação, nomeadamente para que a cobrança seja devidamente revista e seja considerada a possibilidade de anulação da dívida que contesto. Reforço que não me recuso a cumprir uma obrigação legítima. O que contesto é precisamente a existência desta dívida nas condições em que me está a ser exigida, uma vez que considero que fui prejudicada pela falta de informação adequada por parte do banco. Assim, agradeço que possam analisar o meu caso, orientar-me relativamente aos meus direitos e, se possível, entrar em contacto com o Banco Santander para procurar uma solução para esta situação. Junto em anexo a cópia da comunicação que entreguei ao banco, para que possam verificar o conteúdo da minha reclamação. Agradeço desde já a atenção e aguardo a vossa orientação.

Em curso
V. C.
01/08/2026

cobrança abusiva

Santander cobra sucessivas comissões de descoberto geradas pelos próprios encargos bancários Venho reclamar da atuação do Banco Santander relativamente a uma conta empresarial que praticamente não chegou a ser utilizada. A conta não registou compras, levantamentos, pagamentos a fornecedores, débitos diretos ou transferências para terceiros. As únicas entradas foram transferências realizadas para pagar ou impedir a acumulação das próprias comissões bancárias. Apesar da ausência de utilização operacional, o Santander debitou sucessivamente: comissões de gestão; Imposto do Selo; juros de ultrapassagem de crédito; duas Comissões de Crédito Não Pré-Contratualizado, no valor de 39,95 € cada; os respetivos impostos e encargos associados. O problema principal é que os saldos negativos não foram provocados por qualquer operação realizada pelo cliente. Resultaram dos próprios encargos debitados pelo Banco. A sequência foi a seguinte: 1. O Santander debitou comissões de gestão e impostos; 2. Esses encargos colocaram a conta em saldo negativo; 3. O Banco cobrou uma Comissão de Crédito Não Pré-Contratualizado de 39,95 €, acrescida de 1,60 € de Imposto do Selo; 4. Foram transferidos 55 € para regularizar a conta; 5. Apesar dessa regularização, o Santander voltou a cobrar outra comissão de 39,95 €, acrescida de imposto, juros e outros encargos; 6. A conta voltou novamente a ficar negativa exclusivamente por efeito dos débitos realizados pelo próprio Banco; 7. Para impedir que o ciclo continuasse, foi necessário transferir mais 50 €. No total, foram transferidos 110 € para uma conta que não teve qualquer utilização comercial ou operacional. Os encargos bancários visíveis ascendem a 91,54 €, correspondentes exclusivamente a comissões, impostos e juros. Depois da última transferência, o saldo disponível passou a ser de 18,46 €, confirmando que: 110,00 € transferidos – 91,54 € debitados pelo Banco = 18,46 €. A própria aplicação mostra o saldo disponível de 18,46 €, bem como a transferência adicional de 50 €, as comissões de 39,95 €, o Imposto do Selo e os juros debitados. Esta correspondência demonstra que o dinheiro transferido para a conta foi consumido exclusivamente pelos encargos do Santander. Já foi apresentada reclamação formal através do Livro de Reclamações Eletrónico. Contudo, a resposta do Santander limitou-se a afirmar que as comissões estavam previstas no contrato e no preçário. Essa resposta não esclareceu a questão essencial: qual foi a operação concreta realizada pelo cliente que originou cada alegada entrada em descoberto? O Banco não identificou: qualquer compra, levantamento, pagamento ou transferência que tivesse provocado o descoberto; a operação concreta que originou cada utilização de crédito; o saldo disponível imediatamente antes de cada comissão; a identidade do ordenante da alegada operação; a razão pela qual uma comissão debitada pelo próprio Banco pode criar o saldo negativo que dá origem a outra comissão. A simples existência de uma comissão no preçário não demonstra que se verificou o pressuposto concreto necessário para a sua cobrança. Também surgiram na aplicação movimentos apresentados com data do primeiro dia útil seguinte, embora já estivessem refletidos no saldo disponível. Compreendo que isso possa resultar do tratamento contabilístico do fim de semana, mas solicitei ao Banco que esclarecesse a data da operação, a data de contabilização, a data-valor e o período considerado no cálculo dos juros. Foi igualmente solicitado o encerramento definitivo da conta. A conta encontra-se atualmente com saldo positivo, pelo que não existe qualquer saldo devedor reconhecido que justifique o atraso do encerramento. Considero que esta situação constitui um ciclo de cobranças manifestamente desproporcionado: 1. O Banco cobra uma comissão; 2. A comissão coloca a conta em saldo negativo; 3. O saldo negativo origina outra comissão de 39,95 €; 4. O cliente transfere dinheiro para regularizar; 5. O Banco volta a cobrar novos encargos; 6. A conta volta a ficar negativa. A transferência adicional de 50 € foi efetuada exclusivamente para impedir a acumulação de novas comissões e juros, sob protesto e sem reconhecimento da legitimidade das quantias cobradas. Pretensão Solicito: 1. O estorno das duas Comissões de Crédito Não Pré-Contratualizado, no total de 79,90 €; 2. O estorno dos respetivos impostos, juros e encargos associados; 3. A restituição mínima de 83,42 €, sem prejuízo da reapreciação das restantes comissões; 4. A identificação concreta da operação que alegadamente originou cada descoberto; 5. A interrupção imediata da cobrança de novas comissões, juros e impostos; 6. O encerramento definitivo da conta sem novos encargos; 7. A transferência do saldo final e das quantias restituídas para outra conta; 8. Uma resposta escrita, concreta e fundamentada, que não se limite a reproduzir genericamente o preçário. Pretendo ainda deixar um alerta a outros clientes: uma conta praticamente sem utilização pode transformar-se num ciclo burocrático de comissões, impostos e juros difícil de interromper. Recomendo que analisem cuidadosamente todas as condições, acompanhem frequentemente os movimentos e guardem comprovativos de todas as transferências e comunicações com o Banco.

Encerrada
F. G.
30/07/2026

Bloqueio abusivo e violação dos dados privados

Sendo sócia da Deco uma vez que não consigo entrar em contacto com vocês que me ajudem À Gerência do Banco Santander Totta Balcão de Algés (A/C Sr. Carlos Teixeira) Com conhecimento para o Gabinete de Apoio ao Cliente e Provedor do Cliente Santander Assunto: RECLAMAÇÃO FORMAL URGENTE – Bloqueio Indevido de Conta, Quebra de Sigilo Bancário, Danos Patrimoniais Graves e Pedido de Encerramento de Conta Exmos. Senhores, Eu, , com o nif cliente desta instituição, titular da conta número [Número da Sua Conta], venho por este meio apresentar uma reclamação formal e em caráter de máxima urgência face aos contínuos abusos e ilegalidades cometidos por este banco, em particular pela vossa agência de Algés. A minha conta encontra-se totalmente bloqueada desde o dia 07/07/2026, sem que me tenha sido enviada qualquer notificação oficial, número de processo ou indicação da entidade investigadora, apesar dos meus insistentes pedidos por e-mail, que ficaram sem resposta. Como consequência direta deste bloqueio unilateral e sem fundamento legal válido: 1. Encontro-me em incumprimento no pagamento do meu crédito automóvel e de outras despesas diárias essenciais. 2. Perdi definitivamente um investimento de 8.500,00€ relativo ao sinal para a aquisição de um imóvel, uma vez que a escritura estava agendada para o dia 09/07/2026 e fiquei impedida de aceder ao meu dinheiro. Saliento que a vossa instituição tinha pleno conhecimento deste prazo, dado que enviei atempadamente a cópia do agendamento da escritura para a minha gerente de conta. Na ausência da minha gerente (por motivos de férias), fui atendida pelo Sr. Carlos Teixeira, no balcão de Algés, que demonstrou uma postura rude, arrogante e altamente prepotente. O referido funcionário alegou que a conta estava sob investigação por "Branqueamento de Capitais" e exigiu, sob ameaça de suspensão indefinida, a comprovação de absolutamente todas as transações desde 01/01/2026, incluindo compras banais em websites. Mais grave ainda, num ato de clara violação do sigilo bancário e do Regulamento Geral sobre a Proteção de Dados (RGPD), o Sr. Carlos Teixeira forneceu informações confidenciais da minha conta ao segundo titular (o meu ex-marido desde abril, que não tem os dados atualizados na conta e cujo nome ainda consta no sistema apenas devido a falhas informáticas internas do próprio Santander). O referido funcionário chegou ao cúmulo de fazer insinuações caluniosas ao meu ex-marido de que eu estaria envolvida em "ilegalidades" e "jogos", provocando uma severa e dolorosa desestabilização no meu ambiente familiar. Repudio veementemente tais insinuações. O saldo à ordem de 10.000,00€ presente na conta tem origem totalmente legítima e comprovável: provém da venda de um imóvel cujo distrate foi realizado em novembro passado, no vosso balcão do Laranjeiro, sendo o próprio Santander o credor. Toda a minha atividade financeira é lícita. Movimento fundos para outras contas de minha titularidade (Revolut e Bankinter) e para a plataforma Bitget. Possuo todos os comprovativos, ativos em formato on-chain, certificado de investidora e diretrizes do Banco Central Europeu que atestam a regularidade fiscal e a ausência de qualquer suspeita de branqueamento. Face ao comportamento abusivo e à total quebra de confiança nesta instituição, exijo: 1. O desbloqueio imediato da referida conta bancária; 2. A transferência integral de todos os meus ativos e saldos para a conta que indicarei no momento do desbloqueio; 3. O encerramento imediato e definitivo da minha conta no Banco Santander Totta. Caso a situação não fique resolvida e o saldo disponível num prazo impreterível de 48 horas, informo que avançarei de imediato com uma ação judicial junto dos Julgados de Paz para exigir a restituição dos valores e a devida indemnização por todos os danos patrimoniais (incluindo os 8.500,00€ perdidos) e morais causados. Adicionalmente, esta queixa será reencaminhada para o Banco de Portugal e para a Comissão Nacional de Proteção de Dados (CNPD) para que sejam aplicadas as sanções institucionais cabíveis. Sem outro assunto de momento, fico a aguardar a vossa resposta por escrito. Atenciosamente,

Encerrada
P. F.
09/07/2026

Fraude por falta de segurança do banco

Venho por este meio apresentar uma reclamação relativamente ao tratamento dado pelo Santander na sequência de uma alegada fraude bancária ocorrida na minha conta . No dia 1 de julho 2026, foi creditado na respetiva conta bancária o meu ordenado . No dia seguinte, ao deslocar-me a um restaurante próximo do local de trabalho para almoçar com colegas, tentei efetuar o pagamento da refeição com o cartão bancário, tendo a transação sido recusada por diversas vezes. Perante esta situação, consultei de imediato a aplicação do Santander no telemóvel e verifiquei, com enorme surpresa, que o saldo da conta tinha praticamente desaparecido, tendo sido efetuados vários movimentos que consumiram quase a totalidade do dinheiro que possuía na conta, sem qualquer autorização ou conhecimento da minha parte. Assim que me apercebi da situação, contactei imediatamente a linha de apoio do Santander para comunicar a ocorrência. No entanto, a chamada foi interrompida varias vezes antes de ser possível concluir o contacto. Face à gravidade dos factos, dirigi-me de imediato a um balcão do Santander, onde a situação foi comunicada, foi apresentada a respetiva participação e foi aberto um processo de investigação. Nesse mesmo dia, expus também ao banco a minha difícil situação financeira e solicitei apoio urgente, uma vez que o agregado familiar ficou privado de praticamente todo o rendimento mensal. Apenas com um ordenado não consigo fazer face às despesas essenciais da minha família, nomeadamente as despesas da habitação, o pagamento do centro de dia da minha mãe, que possui um grau de incapacidade de 60%, a pensão de alimentos, bem como todas as despesas inerentes ao sustento e educação do nosso filho de quatro anos. No dia 3 de julho 2026, apresentei igualmente queixa junto das autoridades policiais, comunicando formalmente a alegada fraude e colaborando com todos os procedimentos necessários à investigação. Desde essa data, continuo sem qualquer informação concreta sobre o estado da investigação, sem atualizações regulares e sem uma decisão relativamente ao processo. Acresce que fui posteriormente contactado pelo banco com a indicação de que devería enviar o telemóvel para análise por um técnico, suportado os próprios respetivos custos. Considero esta exigência totalmente injustificada, uma vez que sou vítima desta situação e não responsável pela alegada fraude. É igualmente importante referir que esta situação provocou graves transtornos pessoais, familiares e financeiros. Fiquei totalmente confrontado com a impossibilidade de pagar uma simples refeição por ter ficado, de forma inesperada, sem o dinheiro correspondente ao meu vencimento, situação que me causou evidente constrangimento e humilhação. Desde então, tenho vivido com enorme ansiedade e preocupação, sem saber como assegurar o cumprimento dos compromissos financeiros e garantir a estabilidade da minha família. Considero inaceitável a demora na resolução deste processo, a falta de acompanhamento por parte do Santander e a ausência de uma comunicação clara, transparente e fundamentada relativamente às diligências efetuadas e ao ponto de situação da investigação. Saliento que os próprios gestores de banco onde a minha conta esta entregue, nao mostraram empatia, muito menos interesse de ajudar o cliente, so se limitaram ao basico. Acresce que, para aceder à aplicação do Santander, é normalmente necessário um processo de autenticação de pagamento que inclui um código de verificação. Esse código que nao me foi enviado, nao tive qualquer conhecimento muito menos foi fornecido dados qualquer a terceiros. Apesar disso, as operações foram realizadas como se alguém tivesse conseguido aceder à conta, o que me causa enorme preocupação e levanta sérias dúvidas quanto à eficácia dos mecanismos de segurança implementados pelo banco. Perante estes factos, considero que os procedimentos de segurança que habitualmente são aplicados não funcionaram neste caso, ou revelaram-se manifestamente insuficientes para impedir operações completamente anómalas e não autorizadas. É, por isso, incompreensível que não tenha sido acionado qualquer mecanismo de autenticação reforçada ou emitido qualquer alerta perante movimentos de valor elevado e fora do perfil habitual de utilização da conta. Assim, solicito: A rápida conclusão do processo. A restituição integral dos montantes retirados da conta. A revisão da atuação do Santander neste processo, garantindo um acompanhamento adequado, diligente e respeitador dos direitos dos clientes que sejam vítimas de fraude. Esperamos que esta situação seja resolvida com a maior brevidade possível, evitando a necessidade de recorrer às entidades competentes para defesa dos nossos direitos.

Resolvida
P. B.
01/07/2026

Não cumprimento com a lei

Olá bom dia, quero fazer uma reclamação contra o Santander Totta, e saber o motivo de eles não cumprirem com a lei que determina que o cliente não pode ficar sem meios de sobrevivência!E contra a segurança social, onde fez duas penhoras seguidas, na minha entidade patronal 1/3 do meu ordenado (132 euros) e outra vez na minha conta bancária no valor de 604 euros da penhora ( que era o valor total da penhora) deixando na conta Santander Totta 190 euros para sobreviver. E o pior a penhora era de 604 euros, debitaram me 732 euros. Fiz reclamação na segurança social mas a própria culpa o banco, banco meteu o dinheiro em análise e culpa a segurança social e eu que sou a vítima estou sem possibilidade de sobreviver e pagar as minhas despesas comer e trabalhar. Quero respostas das duas entidades, o porque esta falta de profissionalismo e não cumprimento com a lei!!!

Resolvida
J. L.
25/06/2026

Débitos Indevidos

Exmos. Senhores, Sou titular da conta Nº 000804249305020 e, conforme já tive oportunidade de vos dar conhecimento, verifiquei que me foi cobrado dois débito diretos no valor de 992 e 993 euros, em 30/1/2026. Solicitei o estorno do mesmo nos termos do disposto no artigo 118.º Decreto-Lei n.º 91/2018, de 12 de novembro e ainda não procederam em conformidade. Aguardo a V/ rápida resposta. Cumprimentos.

Resolvida

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