Reclamações públicas

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M. C.
11/05/2026
AlmaLusa Hotels

processo de recrutamento / entrevista 22-04-2026

No dia 22 de abril de 2026, pelas 11h, participei num processo de entrevista para a empresa Alma Lusa, na Comporta. A entrevista foi conduzida inicialmente pelo Diretor-Geral da empresa, juntando-se posteriormente o Diretor de Restauração, já com algum atraso. Durante a reunião, foi-me garantido que receberia uma resposta ainda nessa mesma semana, independentemente do resultado do processo de recrutamento. Até à presente data, não recebi qualquer contacto. Desloquei-me cerca de 40 km (ida e volta) para comparecer à entrevista e apresentei o meu percurso profissional internacional, bem como a minha experiência na área. No entanto, considerei o processo pouco profissional, uma vez que não foram colocadas perguntas estruturadas e objetivas sobre as minhas competências ou adequação à função. Durante a conversa, o Diretor-Geral da empresa referiu várias vezes que eu era um “bom contador de histórias”, comentário que considerei inadequado num contexto profissional. A participação do Diretor de Restauração foi bastante reduzida, demonstrando pouco envolvimento na avaliação do candidato, ao ponto de eu próprio ter de sugerir que me fossem colocadas perguntas, perante o silêncio mantido durante parte da entrevista. O mais lamentável foi a ausência total de resposta posterior, apesar do compromisso assumido no final da entrevista. Considero esta atitude uma falta de respeito pelo tempo, disponibilidade e deslocação do candidato, além de revelar falta de profissionalismo e ausência de acompanhamento adequado do processo de recrutamento. Partilho esta situação para alertar para a importância de práticas de recrutamento mais responsáveis, transparentes e respeitadoras dos candidatos.

Encerrada
R. M.
11/05/2026

ENCOMENDA NÃO RECEBIDA

Exmos. Senhores. No passado dia 16 de Abril, partindo do princípio que estaria a tratar com a entidade sobejamente conhecida KUANTO KUSTA, fiz uma encomenda de uma PRATELEIRA METÁLICA. Procedi ao pagamento, como habitualmente faço nestas situações, tendo enviado o comprovativo, conforme sequência de emails que constam do documento anexo. Como o prazo de entrega previsto era de 4 dias úteis, dado que no dia 27 de Abril ainda não tinha recebido nada, enviei novo email a questionar o porquê de um eventual atraso. Não obtive qualquer resposta. Como no dia 03 de Maio ainda não havia entrega (nem resposta), voltei a questionar e a pedir justificação. Continuei sem obter qualquer resposta. Hoje, ao passar-me novamente pela mão este assunto como "Pendente", procurei outro email e enviei nova mensagem escrita, agora para o novo endereço mas com conhecimento do email anteriormente utilizado. Acabo de receber a resposta da empresa Kuanto Kusta, a qual, para meu espanto, me diz não ter sido nada tratado com eles. Sabem que andam a circular entidades fraudulentes e pedem que denuncie mais esta situação. Assim, SEM QUE PRETENDA QUE A KUANTO KUSTA SEJA O ALVO DESTA MINHA DENÚNCIA, a ser verdade o que me responderam (e quero acreditar que sim), venho pela presente efetuar a correspondente denúncia, que efetivamente se impõe, solicitando a vossa atenção e a orientação possível sobre a forma como devo proceder. Anexo documento ilustrativo com a sequência de emails trocados, o qual segue em documento PDF, para o caso de pretenderem utilizar a informação nele contida. Aguardo o favor da v/ comunicação. Com os melhores cumprimentos, Rui Marques (7179573-21)

Encerrada
T. S.
11/05/2026

Vale não usufruído

Tenho a aplicação pingo doce, na qual fiz uma compra para obter vale de desconto Pingo Doce e BP O Vale pingo doce consegui usufruir Mas o da BP tivemos problemas com a aplicação e não conseguimos usufruir do desconto 20€ em gasóleo/gasolina Na qual liguei para a linha de apoio e o que me foi dito foi que esse valor poderia ser reposto mas não daria para gastar o valor como o cupão (o cupão pode-se usufruir do valor 20€ basta que se gaste mais um euro o que que se queira) ao contrário do valor que fica em saldo e só se pode gastar consoante a tabela ( teria de por 80€ de gasóleo /gasolina para usufruir os 20 euros na totalidade) Não tendo culpa que a aplicação não daria para conseguir fazer usufruto do vale que me foi atribuído Resumindo participei numa campanha na qual sai prejudicada com os 20 € em BP na qual não usufruí devido a aplicação

Encerrada
M. F.
11/05/2026

Encomenda não recolhida

Subject: Reclamação – Amazon.es – Pedido n.º 402-7381899-4957943 – Devolução não recolhida Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação contra a Amazon.es, relativamente ao pedido n.º 402-7381899-4957943, no valor de 128,08 €. O pedido foi efetuado em 13 de março de 2026. Em 12 de abril de 2026, iniciei o processo de devolução através do site da Amazon.es, tendo a empresa aceite a devolução. Desde essa data, nunca recebi qualquer contacto ou tentativa de recolha por parte da transportadora designada pela Amazon, pelo que o artigo permanece na minha posse. Contactei a Amazon.es em múltiplas ocasiões para resolver a situação. Em todas as interações, o processo de recolha foi simplesmente reiniciado sem que qualquer resultado efetivo tenha sido alcançado — a transportadora nunca apareceu nem estabeleceu contacto comigo. Ao aceitar formalmente a devolução, a Amazon.es assumiu a obrigação de proceder à recolha do artigo e ao consequente reembolso. O incumprimento sistemático dessa obrigação constitui uma falha contratual grave. Pretendo: 1. Que a Amazon.es efetue o reembolso integral de 128,08 € sem dependência de uma recolha que sistematicamente não acontece; ou 2. Que seja estabelecido um prazo concreto e vinculativo para a recolha do artigo, com confirmação escrita. Solicito a vossa intervenção junto da Amazon.es para resolução célere desta situação. Fico disponível para fornecer qualquer documentação adicional que considerem necessária, nomeadamente prints das comunicações com o apoio ao cliente da Amazon. Com os melhores cumprimentos, Manuel Ferreira

Encerrada
M. V.
11/05/2026

Recusa de garantia

Referencia supra - Processo de garantia - Iniciado junto da entidade No âmbito de um processo de garantia/reparação, a empresa organizou diretamente a recolha e transporte do equipamento através de transportadora por si designada. Posteriormente, fui informado de que o produto teria chegado danificado devido a “embalagem inadequada”, motivo pelo qual a garantia foi recusada e o equipamento considerado irreparável. Contudo, apesar dos meus pedidos expressos, a empresa nunca apresentou: - registo fotográfico do estado do equipamento à receção; - relatório técnico detalhado; - identificação concreta das alegadas falhas de embalagem; - nem prova de que os danos tenham sido causados pelo cliente. A empresa limitou-se a repetir genericamente que a embalagem era insuficiente, sem fundamentar tecnicamente essa conclusão. Importa ainda salientar que o transporte foi organizado pela própria empresa, pelo que a responsabilidade pelo manuseamento e transporte do equipamento não pode ser automaticamente imputada ao consumidor sem prova objetiva. Considero, assim, que: - a recusa da garantia é infundada; - houve falta de transparência e de fundamentação técnica; - e não foram prestadas as informações necessárias para permitir ao consumidor exercer adequadamente os seus direitos. Solicito: - reapreciação do processo; - envio de toda a documentação técnica e elementos probatórios relativos aos alegados danos; - e resolução adequada da situação ao abrigo dos direitos do consumidor.

Encerrada
P. H.
11/05/2026

Garantia recusada – forno Bosch com ferrugem nas grelhas laterais internas

Adquiri um forno da marca Bosch na Rádio Popular há aproximadamente dois anos e meio. O forno sempre foi utilizado com extremo cuidado e encontra-se em estado impecável, conforme demonstram as fotografias anexas. As grelhas laterais internas começaram a apresentar pontos de ferrugem e corrosão nas zonas de união/soldadura, apesar de terem sido limpas apenas com detergente da loiça e, ocasionalmente, com vinagre de limpeza, conforme orientação expressamente fornecida pelo vendedor da Rádio Popular no momento da compra. Importa referir que a grelha horizontal e o tabuleiro, sujeitos às mesmas condições de utilização e limpeza, não apresentam qualquer sinal de deterioração. Tal facto leva-me a crer que se trata de um problema localizado de material ou acabamento das grelhas laterais, e não de mau uso. Após várias trocas de e-mails com a Bosch, foram apresentadas justificações contraditórias. Inicialmente foi mencionada a função de pirólise; depois foi informado que não seria possível avaliar a situação apenas por fotografias; posteriormente a causa foi atribuída ao uso de vinagre; e, por fim, a marca concluiu tratar-se de manuseamento inadequado, recusando a cobertura em garantia e informando que qualquer deslocação de técnico e eventual substituição das peças seriam cobradas. Não concordo com esta conclusão, sobretudo porque componentes submetidos às mesmas condições de uso não apresentam qualquer anomalia. Considero que existem fortes indícios de defeito de material ou de fabrico. Solicito, assim, a intervenção da DECO para analisar o caso e intermediar a resolução junto da Bosch, no sentido de obter a substituição das grelhas laterais sem qualquer custo para mim. As fotografias do produto e toda a troca de mensagens por e-mail já foram previamente enviadas à DECO para análise da situação.

Encerrada
A. F.
11/05/2026

Cancelamento gratuito

Exmos. Senhores, Em (DATA) adquiri, no vosso estabelecimento, uma viagem organizada ao Porto, que se realizará entre 31 de maio e 1 de junho pelo valor de 67,79€. O pagamento foi efetuado no momento. Venho, por este meio, comunicar que, por razões pessoais, pretendo anular a minha participação na supra referida viagem. Assim, passarei pela vossa agência durante a próxima semana, a fim de ser reembolsado dos 67€ já entregues. Cumprimentos.

Encerrada
G. M.
11/05/2026

Bloqueio da minha conta bancária

Exmos senhores Eu Gilda Maria Gomes Leandro Melo portadora do NIF 188855777, venho por este meio reclamar o bloqueio da minha conta bancária já há mais de um mês e não me darem informações concretas. A conta foi bloqueada por movimentos suspeitos mas eu não fui vítima de burla, felizmente mas preciso de ter acesso ao meu ordenado e á minha Pensão de Viúva para fazer face aos meus compromissos. Tenho faturas para pagar e já estou a pagar juros por não ter acesso á minha conta bancária. Por favor resolvam esta situação o mais rápido possível. Eu não tenho ninguém que me possa ajudar. Preciso comprar medicamentos, alimentos e luz, internet, água,etc e estou a pagar um empréstimo. Com os melhores cumprimentos Gilda Leandro Melo

Encerrada
A. V.
11/05/2026
Soparacasa

Burla sópara casa

Assunto: Notificação formal para restituição de quantia – sob pena de procedimento criminal Exmo. Senhor Jorge Pedro Fernandes, Na qualidade de lesado, venho por este meio notificá-lo formalmente relativamente à transação efetuada no dia 14 de janeiro de 2026, no âmbito da aquisição de uma máquina/ferramenta anunciada através da página “Só para casa”. No seguimento da referida negociação, foram por mim realizados os seguintes pagamentos via MB Way: * 60€ (sessenta euros) * 6€ (seis euros) Totalizando o montante de 66€ (sessenta e seis euros), enviados para o número 939550176, associado ao seu nome. Até à presente data: * não foi entregue qualquer produto * não foi apresentada qualquer justificação * cessou totalmente a comunicação após receção do pagamento Tal comportamento configura fortes indícios da prática do crime de burla, previsto e punido pelo artigo 217.º do Código Penal, podendo ainda enquadrar-se no artigo 218.º (burla qualificada), bem como na Lei n.º 109/2009 (Lei do Cibercrime), pela utilização de meios digitais com intuito fraudulento. Face ao exposto, fica V. Exa. formalmente notificado para, no prazo máximo e improrrogável de 48 horas a contar da receção da presente: 1. Proceder à devolução integral do montante de 66€, OU 2. Efetuar a entrega imediata do bem adquirido, conforme anunciado Findo o prazo sem cumprimento, informo que será apresentada participação criminal junto das autoridades competentes, nomeadamente Polícia Judiciária, bem como comunicação às entidades bancárias e plataformas digitais envolvidas, para efeitos de investigação e bloqueio de atividade. Mais informo que todos os elementos de prova (comprovativos de pagamento, registos de comunicação e identificação associada) se encontram devidamente preservados e serão utilizados em sede própria. A presente comunicação constitui última tentativa de resolução extrajudicial do litígio. Sem outro assunto, Com os melhores cumprimentos, Aníbal Fernando Manuel Vieira NIF: 178774456 Rua da Estrada Nova 569-5.1 4435-234 Rio Tinto

Encerrada
S. P.
11/05/2026

Inconsistências contratuais, renovação automática e informação contraditória sobre coberturas

Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar reclamação formal relativamente ao meu contrato Medicare, por considerar que existiram falhas graves de informação, transparência contratual e apoio ao cliente relativamente à renovação automática do contrato e às coberturas do seguro associado ao plano. 1. Inconsistências nas datas contratuais e renovação automática No dia 28/04, às 19h57, contactei telefonicamente a Medicare com o objetivo de obter informações sobre como proceder ao cancelamento/não renovação do contrato. Durante essa chamada, foi-me informado que a data de contratação do contrato seria 26/05/2025 e que, por esse motivo, eu já não poderia impedir a renovação automática, uma vez que o contacto foi realizado após o prazo limite alegadamente aplicável. No entanto, verifiquei posteriormente diversas inconsistências nas datas constantes da documentação contratual e da própria aplicação Medicare. Nas Condições Particulares do contrato surgem duas datas diferentes no mesmo documento: - 05/06/2025; - e 26/05/2025. Além disso, os campos destinados à assinatura encontram-se em branco. Verifiquei ainda que a própria aplicação Medicare apresenta informações contraditórias relativamente às datas contratuais. Na aplicação surge indicada uma “Data de contratação” de 26/05/2025, mas simultaneamente aparece a informação de que o contrato “expira a 5/5/2027”. Estas datas não são coerentes entre si nem coincidem integralmente com as datas presentes nas Condições Particulares do contrato. Considero que estas discrepâncias comprometem gravemente a clareza da informação contratual disponibilizada ao consumidor e impossibilitam a correta compreensão: - da efetiva data de celebração do contrato; - da data de renovação; - e do prazo correto para oposição à renovação automática. Durante a chamada de 28/04 manifestei ainda que não concordava com a informação que me estava a ser transmitida, tendo inclusivamente referido que a colaboradora estava a transmitir a informação de forma extremamente rápida e pouco clara, dificultando a correta compreensão das condições apresentadas. Posteriormente, no dia 06/05, às 16h04, fui contactada telefonicamente pela Medicare para questionarem os motivos pelos quais não pretendia renovar o contrato. Durante essa chamada expliquei que o meu marido se encontrava sem trabalhar. Nessa mesma conversa foi-me referido pela colaboradora que os pontos Medicare poderiam ajudar nas despesas de alimentação, afirmação com a qual não concordei, por considerar que os referidos pontos não permitem efetivamente suportar esse tipo de despesas da forma como me foi sugerido. Após essa chamada, recebi no dia 06/05, às 16h08, um email da Medicare a indicar que a não renovação do meu contrato se encontrava “agendada”. Esta informação contradiz aquilo que me tinha sido anteriormente transmitido telefonicamente, nomeadamente que já não seria possível impedir a renovação do contrato. 2. Cobertura de Incapacidade Temporária Absoluta para o Trabalho (ITA) Posteriormente, no dia 08/05, às 19h28, contactei novamente a Medicare para obter esclarecimentos relativamente à cobertura de “Incapacidade Temporária Absoluta para o Trabalho por Acidente ou Doença (ITA)”, uma vez que o meu marido, incluído no plano Medicare, se encontrava de baixa médica. Durante essa chamada foi-me informado que o meu marido não teria direito ao capital associado a esta cobertura por não ser o “titular” do plano. No entanto, nas condições contratuais disponibilizadas pela Medicare, a cobertura ITA refere-se à “Pessoa Segura”. A definição apresentada na nota informativa refere: “Pessoa Segura: Pessoa singular no interesse da qual o Contrato é celebrado ou a pessoa sujeita aos riscos, que, nos termos acordados, são objeto deste Contrato.” A Medicare informou-me telefonicamente que esta definição corresponde exclusivamente ao titular do plano. Contudo, eu não concordo com essa interpretação, uma vez que considero que a expressão “Pessoa Segura” também pode incluir os restantes beneficiários abrangidos pelo plano, nomeadamente quando estes estão efetivamente incluídos no agregado e cobertos pelo contrato. A própria aplicação Medicare faz referência simultânea a “Titular | Beneficiário” e indica que o contrato possui 2 beneficiários, o que reforça ainda mais a interpretação de que existem outras pessoas abrangidas pelo plano para além do titular principal. Considero que a redação apresentada é ambígua e suscetível de induzir o consumidor em erro quanto ao verdadeiro alcance das coberturas disponibilizadas aos restantes elementos do agregado familiar. Além disso, quando solicitei esclarecimentos adicionais, foi-me indicado pela Medicare que deveria tratar diretamente dessa questão com a APRIL. No entanto, na própria nota informativa consta expressamente que a Medicare é a “Tomadora do Seguro”, sendo a entidade que celebrou o contrato de seguro com a APRIL em representação das seguradoras. Assim, não considero aceitável que a Medicare se demita de prestar esclarecimentos relativamente a um produto que comercializa e relativamente ao qual figura contratualmente como Tomadora do Seguro. Face ao exposto, solicito: - Esclarecimento formal e detalhado relativamente às datas efetivas do contrato; - Esclarecimento relativamente à discrepância entre as várias datas apresentadas; - Fundamentação legal e contratual relativamente à renovação automática aplicada; - Indicação expressa da cláusula contratual que exclui os restantes beneficiários da cobertura ITA; - Fundamentação formal para a interpretação da expressão “Pessoa Segura” como sendo exclusivamente o titular do plano; - Reavaliação da situação apresentada; - E resposta formal à presente reclamação. Informo que a presente reclamação será igualmente remetida para as entidades competentes, nomeadamente ASF, Livro de Reclamações e demais entidades de defesa do consumidor, para apreciação da situação descrita.

Encerrada

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