Reclamações públicas

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J. M.
19/01/2026

Mala roubada em conexão

Exmos. Senhores, Em 2 de Janeiro de 2026 embarquei no vosso autocarro com a reserva de numero 3317981623 com destino a Lisboa. Sucede que a minha bagagem, embarcada para o porão do autocarro, por regra da própria empresa, foi perdida. Apesar dos meus sucessivos contactos convosco, ja no dia 02 de janeiro at'e o dia de hoje, tanto pela secção de feedback, quanto uma queixa diretamente na PSP (n SQE0427523/26). Na secção de feedback solicita-se que o cliente aguarde 14 dias desde o incidente, caso o mesmo nao aconteça, pode-se dar entrada em um reembolso financeiro. Uma vez que nao ha fiscalização, eletrónica ou manual, pela parte do Flixbus - toda bagagem la deixada esta em estado completamente vulnerável a possibilidade de furtos e roubos. Uma vez que o incidente tenha acontecido por relapso da empresa no quesito de segurança, acredito que seja de sua completa responsabilidade lidar com o ocorrido. Passados 17 dias sobre a viagem e sem mais notícias, tenho que considerar que a minha bagagem foi definitivamente perdida. Hoje, dia 19 de Janeiro, tentei contacto em chat de apoio ao cliente (pdf anexado) acerca da nao resposta e nao continuidade do feedback após 14 dias. Fui ignorado e tive a conversa encerrada pelo atendente quando o indaguei sobre os motivos pelo que a Flixbus nao se responsabilizaria pelo roubo de minha bagagem. Exijo portanto a indemnização prevista na lei. Exijo que me resolvam esta situação o mais rapidamente possível, ou terei que tomar as medidas ao meu alcance para fazer valer os meus direitos. Cumprimentos.

Resolvida Pedido de intervenção à DECO PROteste
B. O.
19/01/2026

Reclamação formal – instalação de janelas e impossibilidade de acesso aos estores

Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativa ao serviço prestado pela empresa DS Caixilharias, referente à instalação de janelas de vidro duplo e portas de acesso à varanda realizada há menos de um ano na minha residência. Após a referida instalação, verifiquei que a estrutura das janelas foi colada, com silicone, à tampa de acesso aos stores. Como consequência, neste momento encontro-me com um problema nos stores e não consigo abrir essa tampa para verificar ou resolver a situação, uma vez que a mesma ficou permanentemente colada ao caixilho. Contactei a empresa para expor o problema. Inicialmente, tentaram descartar a responsabilidade, alegando que se trataria de um problema dos stores, o que não corresponde à realidade. Expliquei detalhadamente a situação e enviei imagens e vídeos comprovativos de que a estrutura das janelas foi colada à tampa de acesso aos stores. Posteriormente, foi-me transmitido que a instalação teve de ser feita dessa forma por questões de isolamento ao vento. No entanto, esta solução inviabiliza o acesso aos stores, o que considero inaceitável, uma vez que impede qualquer verificação, manutenção ou reparação futura. Foi-me ainda sugerido, de forma totalmente inadequada, que cortasse o silicone com um x-ato. Expliquei que já tentei fazê-lo e que não é possível. A resposta que obtive foi que deveria “arranjar um x-ato mais forte”. Para além de não ser aceitável que o cliente tenha de intervir numa instalação recente, tal procedimento colocaria em causa o isolamento das janelas e poderia, no futuro, servir de argumento para a empresa se eximir a qualquer responsabilidade, alegando que a instalação foi manipulada pelo cliente. Para agravar a situação, durante a chamada telefónica em que expus estas preocupações, a colaboradora com quem falava desligou o telefone abruptamente, demonstrando uma total falta de profissionalismo e respeito. Considero que a situação não está a ser tratada de forma correta nem adequada, e que a solução apresentada pela empresa não é aceitável. Assim, solicito que a DS Caixilharias assuma a responsabilidade pela instalação efetuada e providencie uma solução técnica adequada que permita o acesso aos stores sem comprometer o isolamento das janelas, através de uma intervenção realizada por técnicos da empresa. Aguardo uma resposta e a resolução do problema num prazo razoável. Caso contrário, irei avançar com a reclamação pelas vias competentes. Informo também que o orçamento em causa tem o número: 42 266/5. O nome associado ao orçamento é Paula Oliveira (sogra dos moradores) e, de momento, não temos presente em que nif ficou o registo da compra. Sem outro assunto de momento, subscrevo-me, Com os melhores cumprimentos, Bernardo Oliveira

Encerrada
J. M.
19/01/2026

Encomenda não recebida

Caros Senhores, A Ecoscooting é uma miséria de empresa e enganadora. No dia 11 de Janeiro (domingo) recebi telefonema do entregador, a dizer que tinha encomenda da Aliexpress para me entregar. Disse-lhe que a morada era uma empresa, só está aberta aos dias de semana. Nunca mais tentaram entregar. E hoje, dia 19 de Janeiro, reclamei para a Ecoscooting e responderam-me que devolveram a encomenda ao remetente ! Pior serviço que este, é impossível. Esta empresa deveria ser fechada ou, pelo menos, sancionada pela ASAE. João Matos

Encerrada
B. G.
19/01/2026
Peixoto Sport Calçado e Desporto, Lda

Troca não aceite

Exmos. Senhores, Em 13-01-2026 adquiri um calçado desportivo por 70€. A referência da fatura é 022/7964 Sucede que este causa dor no calcanhar e desconforto apesar do vendedor ter afirmado que o calçado referido era bastante confortável. Comuniquei-vos de imediato o problema, em 17-01-2026 para que atuassem em conformidade, mas recebi como resposta que o produto não tem garantia, o que desrespeita a legislação aplicável. Exijo a substituição do produto defeituoso. Em alternativa, devolvam-me o dinheiro que paguei ou procedam à reparação do artigo em causa. Caso não me resolvam a situação nos próximos 5 dias, considerarei o contrato como incumprido da vossa parte. Exijo que me resolvam esta situação o mais rapidamente possível, ou tomarei as medidas ao meu alcance para fazer valer os meus direitos. Aguardo contacto pelo email: brunoalexandremota.10@gmail.com Cumprimentos.

Resolvida

Atraso em Encomenda

Venho por este meio reclamar sobre o desalfandegamento de uma encomenda (CP530665609CN). A encomenda encontra-se no estado "Aguarda procedimentos declarativos", desde o dia 30/12/2025, data em que efetuei o pagamento solicitado para desalfandegamento e desde esse dia continuo a aguardar que a encomenda seja libertada para entrega. Entrei em contacto novamente com a linha de apoio de ao cliente na passada sexta-feira 16/01/2026, e a pessoa que atendeu disse que supostamente o meu objeto já deveria ter sido entregue e efetuou um pedido de averiguação. Mas eu não quero um pedido de averiguação que não sequer tem data estimada de resolução. Exijo que libertem e entreguem a minha encomenda para evitar ter que tomar medidas mais drásticas. Obrigado.

Resolvida
P. O.
19/01/2026

COBRANÇA INDEVIDA EDREAMS

Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação da empresa eDreams, devido à cobrança indevida de uma subscrição anual no valor de 89,99€, efetuada sem o meu consentimento expresso, bem como pela adoção de práticas que considero enganosas e lesivas dos direitos do consumidor. No dia 3 de janeiro de 2026, adquiri voos através da plataforma eDreams. Para o efeito, limitei-me a criar uma conta com o único objetivo de concluir a compra dos voos, não tendo, em momento algum, aderido conscientemente a qualquer plano de subscrição "Prime", nem fui claramente questionada sobre tal adesão. No dia 18 de janeiro de 2026, foi-me debitado o valor de 89,99€ correspondente a uma alegada subscrição anual eDreams Prime. Assim que me apercebi da cobrança, contactei a linha de apoio ao cliente cerca de uma hora depois, solicitando o reembolso integral imediato do valor, por se tratar de uma cobrança não autorizada. Durante a chamada, foi-me dito que eu teria usufruído de um "desconto de 3€ e pouco, a outra 20€ e alguma coisa", na compra dos voos, por ser membro Prime. Tal informação é falsa e enganosa, uma vez que o desconto aplicado à compra foi apresentado, no momento da transação, nunca como benefício associado a qualquer subscrição. Importa ainda salientar que apenas hoje, após a cobrança indevida, fui verificar os vários e-mails que me enviaram a confirmar a reserva e em letras muito pequenas e no rodapé da página, existia uma menção à suposta subscrição, à qual nunca dei o meu consentimento expresso. Esta forma de comunicação não cumpre o dever legal de informação clara, destacada e transparente, nos termos do artigo 8.º da Lei n.º 24/96 (Lei de Defesa do Consumidor) e do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 24/2014, sendo inadequada para vincular o consumidor a um contrato de subscrição paga, configurando ainda uma prática comercial enganosa, nos termos do Decreto-Lei n.º 57/2008. A primeira solução apresentada pela empresa foi a atribuição de um vale de 65€, utilizável apenas em voos de valor superior a 300€, proposta que recusei. Posteriormente, foi-me oferecido um reembolso parcial de 45€ e um vale de 45€, utilizável em voos a partir de 150€. Voltei a solicitar o reembolso total do valor indevidamente cobrado, pedido que foi recusado, sendo-me então referido, de forma vaga, que “em Portugal o mercado não é 100% reembolsável” e que tal prática “é a lei”, sem que me tenha sido indicada qualquer norma legal concreta que sustente essa afirmação. Tal justificação é incorreta, uma vez que a legislação portuguesa não consagra qualquer princípio de “mercado não reembolsável”, sendo os direitos ao reembolso determinados pelo cumprimento das obrigações legais e pela existência de consentimento válido por parte do consumidor. Considero que esta situação configura: - Cobrança sem consentimento expresso; - Prática comercial enganosa, nos termos do Decreto-Lei n.º 57/2008; - Violação do dever de informação clara e transparente; - Tentativa de contornar o prazo legal de 14 dias para livre resolução, uma vez que a cobrança ocorre exatamente após esse período. Solicito o apoio da DECO Proteste para a análise desta situação e para a reposição do valor total indevidamente cobrado, bem como para a prevenção de práticas semelhantes junto de outros consumidores.

Resolvida
A. S.
19/01/2026

Garantia não aceite

Exmos. Senhores, Em 11/11/2025 adquiri uma "PRESSURE COOKER STUDIO - Panela de pressão eléctrica multifunções programável". A referência da encomenda é WTQTAWHMS. Sucede que este apresenta defeito: deformação da tampa da panela, após uma única utilização de acordo com o livro de instruções. Comuniquei-vos de imediato o problema, em 14/12/2025, para que atuassem em conformidade, mas recebi como resposta que o produto não é elegível para garantia, o que desrespeita a legislação aplicável. Exijo a substituição do produto defeituoso. Em alternativa, devolvam-me o dinheiro que paguei ou procedam à reparação do artigo em causa. Caso não me resolvam a situação nos próximos 7 dias, considerarei o contrato como incumprido da vossa parte. Exijo que me resolvam esta situação o mais rapidamente possível, ou tomarei as medidas ao meu alcance para fazer valer os meus direitos. Cumprimentos.

Encerrada
A. F.
19/01/2026

Serviço Funciona

Exmos. Senhores Em Novembro de 2025 vendi o meu apartamento. O comprador fez um novo contrato de energia, com outra empresa, e, automaticamente, o meu contrato com a EDP acabou. No entanto, tinha contratado, contrato 160801032446, com a EDP o serviço "Funciona". Como continuam a faturar e a cobrar esse serviço, entrei em contato com a EDP Comercial, que me transmitiu que o contrato só seria cancelado no próximo mês de novembro. Portanto, vou pagar um ano de serviços Funciona, apesar de o apartamento já não ser meu e, consequentemente, não irei usufruir desse serviço. Pergunto se este comportamento está correto. Muito obrigado Cumprimentos Soares Ferreira

Encerrada
A. P.
19/01/2026

Reclamação – Emissão incorreta de fatura anual do serviço Multicontact

Venho por este meio apresentar nova reclamação contra a MultiOpticas, no seguimento de uma reclamação anterior que foi aberta. Sou cliente do serviço Multicontact, cuja subscrição corresponde a um pagamento mensal fixo, totalizando um valor anual, sendo necessária a emissão de uma fatura anual única com o valor total pago, para efeitos de submissão e reembolso junto do meu seguro de saúde. No dia 15/12, solicitei por email à MultiOpticas a emissão da referida fatura anual, fornecendo todos os meus dados pessoais, fiscais e do seguro. Não obtive qualquer resposta. Perante a ausência de resposta, reforcei o pedido por email no dia 17/12, alertando para a urgência da situação, novamente sem resposta. No dia 18/12, dirigi-me presencialmente à loja da MultiOpticas no Braga Parque, onde a colaboradora que me atendeu enviou um email interno e abriu um ticket com carácter de urgência, reforçando que o pedido já tinha sido efetuado anteriormente e que a fatura era necessária para efeitos de reembolso do seguro. Apenas no dia 26/12 recebi uma resposta da MultiOpticas, informando que o pedido estaria em processamento e que a fatura seria enviada “assim que possível”, justificando o atraso com o elevado volume de solicitações. No dia 30/12, recebi ainda uma chamada telefónica da empresa a confirmar que a fatura seria enviada. Contudo, até essa data, nada foi recebido. No âmbito da reclamação apresentada à DECO PROteste, a MultiOpticas respondeu no dia 13/01, afirmando que a fatura anual já teria sido emitida e enviada para o meu email. Tal não corresponde à verdade, uma vez que não recebi qualquer fatura por email, tendo apenas tido acesso a um documento anexado à plataforma da reclamação. Adicionalmente, a fatura enviada apresentava um valor incorreto. Considerando que o valor mensal do serviço Multicontact é de 23,30 €, o montante anual total pago não corresponde ao valor inicialmente faturado de 139,80 €, situação que foi prontamente comunicada à empresa no próprio dia 13/01. Em resposta, no dia 14/01, a MultiOpticas emitiu uma nova fatura única apenas referente ao período de abril a dezembro de 2025, no valor de 209,70 €, alegando que, por constrangimentos no sistema, não é possível agregar os meses de janeiro, fevereiro e março, sugerindo que eu submeta essas faturas separadas juntamente com a fatura parcial anual. Esta solução não resolve o problema, uma vez que: O serviço é anual, pago mensalmente A seguradora exige uma única fatura anual com o valor total As faturas mensais de janeiro, fevereiro e março têm datas retroativas, motivo pelo qual a seguradora recusa a aceitação da documentação A própria MultiOpticas reconhece que se trata de um serviço anual, mas recusa emitir a fatura completa correspondente a todo o período Desta forma, continuo impedida de submeter a despesa ao meu seguro de saúde, apesar de ter cumprido todas as obrigações enquanto cliente e de ter solicitado atempadamente um documento fiscal correto, que considero legítimo e necessário. Solicito, assim, a emissão de uma única fatura anual, com o valor total efetivamente pago ao longo do ano, referente à totalidade do serviço Multicontact, bem como o envio dessa fatura para o meu email, de forma a permitir a regularização definitiva da situação.

Resolvida
V. L.
19/01/2026

Encomenda não recebida

Exmos. Senhores, Em 14-12-2025 adquiri um par de sapatilhas, da marca Nike Air Force, pelo valor de 84.73€ €. O pagamento foi efetuado no momento. Conforme fatura-recibo, na altura foi acordado com o vendedor que a entrega seria efetuada o mais tardar até ao dia 06-01-2026. Contudo, até à presente data, o mesmo ainda não foi entregue. Já efetuei vários contactos junto dos vossos serviços 21-12-2025; 04-01-2026; 12-01-2026 e obtive a resposta de que o bem está em processamento, não tendo sequer sido enviado. Assim sendo, dado que o prazo de entrega já foi ultrapassado há bastante tempo, solicito a rescisão do contrato celebrado, informando que não me pode ser aplicada qualquer penalização. Cumprimentos.

Resolvida

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