Reclamações públicas

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I. P.
31/08/2025

Reembolso não recebido

Exmos Senhores, A 28/06 fiz uma encomenda na About you, que cancelei minutos depois por me ter enganado. Já não sendo possível cancelar a encomenda, o que já é inacreditável, recebi a mesma e procedi à sua devolução no dia 09/07. Fiquei a aguardar o reembolso e por estranhar a demora contactei a about you. Informaram que o reembolso tinha sido emitido não por mb way mas por transferência bancária. Infelizmente o IBAN que estava associado à minha conta na about you era de uma conta já cancelada. Informaram-me que nada podiam fazer porque o reembolso já tinha sido emitido e que deveria falar com o meu banco (no qual já nem tinha conta…). Uns dias depois informam-me que afinal o reembolso teria sido rejeitado, e terão feito a 28/07 novo reembolso para o IBAN correto. Mais uma vez, mesmo a encomenda tendo sido feita por mb way. Estamos a 31 de agosto, continuo sem receber o reembolso. Informam-me que encaminharam para o departamento financeiro mas que não têm qualquer previsão (dias/semanas/meses) de quanto tempo levará a resolver a situação. Burla, é o que se chama a este comportamento. Já procedi a reclamação no livro de reclamações e nem a isso respondem.

Encerrada
N. M.
31/08/2025
OLX

Reclamação sobre fraude e OLX nada faz

Exmos. Senhores, Declaro que: - Perante o meu interesse em comprar um smartphone no site do OLX, deparei-me com um anunciante que vende telemóveis novos lacrados em caixa, sem fatura e sem garantia. Perante tal situação, confrontei o vendedor, que nunca tinha visto tal situação semelhante. O mesmo com toda a arrogância argumentou que o número de IMEI era suficiente para comprovar a legalidade das respetivas vendas. Reportei a situação ao OLX, que à data de hoje ( 31/08/25 ) nada fez. A minha dúvida é: - É legal vender telemóveis novos lacrados em caixa, sem fatura e garantia?

Encerrada

Cobrança de valor acrescentado indevida

Exmos. Senhores, Verifiquei na minha fatura Vodafone, conta Nº100543643 do mês de Julho, Agosto / 2025, várias parcelas [6] de €2,100 no total de €12,600. Acontece que não sou cliente não assinei nenhum contrato de fornecimento de serviços e não dei autorização para me cobrarem este valor. Face ao problema detetado solicito o reembolso da quantia em causa. Solicito a correção imediata da situação e reservo o direito de recorrer a todos os meios ao meu alcance para obter uma compensação pelos prejuízos sofridos. Cumprimentos. A. Matos

Resolvida Pedido de intervenção à DECO PROteste
H. F.
31/08/2025

não consigo fazer levantamento

entrei na Rukobet com 20€ consegui ganhar mais de 3600€ e quando ia retirar o dinheiro fizeram me pagar mais 30€ de taxa de imposto, assim que paguei o imposto bloquearam me a conta e insinuaram que tinha usado robôs como ajuda.

Encerrada
R. M.
31/08/2025

Violação do direito de livre resolução – subscrição DAZ

Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar reclamação contra a empresa DAZN Portugal – Eleven Sports Network Portugal, Unipessoal Lda., relativamente a uma subscrição anual efetuada por engano através da sua plataforma digital. No dia 30 de agosto de 2025, realizei inadvertidamente a subscrição de um plano anual da DAZN. Apercebendo-me do erro, no próprio dia e no dia seguinte, 30 e 31 de agosto de 2025, entrei em contacto com a DAZN solicitando o cancelamento imediato e o reembolso integral, ao abrigo do direito de livre resolução de 14 dias previsto no Decreto-Lei n.º 24/2014, que transpõe para a ordem jurídica portuguesa a Diretiva Europeia 2011/83/UE sobre os direitos dos consumidores. É importante frisar que não usufruí do serviço de streaming disponibilizado pela DAZN. Limitei-me a subscrever, e de imediato tentei exercer o meu direito legal de resolução, precisamente para evitar qualquer utilização. A resposta da DAZN foi a seguinte: “Como esta é uma subscrição de conteúdo digital, o direito legal de te retirares da compra não se aplica, desde que tenhas concordado com o facto de o conteúdo estar imediatamente disponível. Quando te subscreveste ao plano anual, consentiste que o conteúdo digital ficasse disponível imediatamente e também reconheceste explicitamente que isso significava desistir do teu direito de retirada ao assinalares uma caixa durante o processo de inscrição. Podes encontrar mais detalhes sobre isto no artigo 5.8 dos nossos Termos e Condições gerais.” Assim, a empresa entende que a exceção ao direito de livre resolução se aplica no meu caso, recusando-se a proceder ao cancelamento e reembolso. Ora, ainda que a legislação europeia e nacional prevejam exceções ao direito de livre resolução no fornecimento de conteúdos digitais, essas exceções não podem ser aplicadas de forma automática. O artigo 17.º, alínea m), do Decreto-Lei n.º 24/2014 estipula que o consumidor perde o direito de livre resolução apenas quando: O fornecimento do conteúdo digital se inicie durante o prazo de livre resolução; O consumidor tenha dado consentimento prévio expresso para esse início; O consumidor tenha declarado que tem conhecimento de que, desse modo, perde o direito de livre resolução; O profissional tenha confirmado o contrato em suporte duradouro. No caso concreto: Não me foi dada informação clara, destacada e inequívoca de que estaria a perder o direito de livre resolução; A alegada “caixa de consentimento” a que a DAZN se refere foi apresentada de forma pouco transparente, integrada num processo automático de subscrição, sem explicação visível, clara e destacada sobre as consequências jurídicas; O simples facto de incluir tal menção em Termos e Condições extensos e de difícil leitura não cumpre o dever de informação pré-contratual clara e compreensível, tal como exigido pelo artigo 4.º do DL 24/2014; A posição da DAZN viola os princípios da boa-fé contratual e da transparência para com o consumidor, que devem reger qualquer relação de consumo; Não cheguei a usufruir do serviço em nenhum momento, o que reforça a ausência de fundamento para a recusa da resolução contratual. A interpretação que a empresa faz da lei conduz a uma situação manifestamente desproporcional e prejudicial ao consumidor: em menos de 24 horas após a subscrição, estando ainda no prazo legal, vi negado o exercício de um direito que é fundamental e cuja renúncia só pode ser válida quando feita de forma consciente, expressa e inequívoca — o que não aconteceu. Sublinho ainda que a Diretiva 2011/83/UE, no seu considerando 19, refere explicitamente que “o profissional deve fornecer ao consumidor, de forma clara e compreensível, informações sobre a existência ou não do direito de livre resolução e sobre as condições, o prazo e os procedimentos para o exercer”. No meu entender, tal dever não foi cumprido pela DAZN. Por estas razões, considero que a atuação da DAZN configura: Falta de transparência na apresentação da informação contratual; Cláusula abusiva, na medida em que limita ou exclui direitos legalmente reconhecidos ao consumidor; Recusa injustificada de cancelamento dentro do prazo de livre resolução; Aproveitamento indevido de uma exceção legal, ainda que o consumidor não tenha sequer usufruído do serviço. Assim, solicito à DECO PROTESTE que analise o presente caso e, na defesa dos meus direitos enquanto consumidor, intervenha junto da DAZN de forma a assegurar: O cancelamento imediato da subscrição anual em causa; Forneço cópias de comunicações trocadas com a empresa bem como a tentativa de cancelamento dentro do prazo legal. Na expectativa da melhor atenção, agradeço antecipadamente o apoio da DECO PROTESTE na salvaguarda dos direitos que a lei confere aos consumidores portugueses. Com os melhores cumprimentos, Rafael Moreira

Encerrada
J. R.
31/08/2025

Reembolso não pago

Exmos. Senhores, Sendo associado da DECO (5646722-61), venho por este meio solicitar o vosso apoio jurídico, relativamente a um litígio com a companhia aérea Ryanair. Situação factual: - No dia 1 de agosto de 2025, o voo FR365 da Ryanair, de Funchal para Porto, foi cancelado devido a más condições meteorológicas (documento anexo), sendo a informação comunicada a todos os passageiros passadas +/- 3 horas; - No aeroporto, os funcionários da Ryanair informaram-nos, apenas verbalmente, de que teríamos de ser nós a encontrar o voo alternativo e pagarmos do nosso bolso todas as despesas tidas (o alojamento, os transportes aeroporto/ hotel/aeroporto e a alimentação) durante o período de espera (4 dias) pois só tinham voos alternativos, disponíveis, a partir do dia 05.08.2025 (ainda que tivéssemos tentado “forçar” um voo antes), mas que teríamos de ser nós e que teríamos de ser nós a agendar, via on-line, pela aplicação deles e remeter no seu portal (foto anexa); - Foi-nos disponibilizado apenas um voo alternativo no dia 5 de agosto (4 dias depois), tendo suportado durante esse período todas as despesas anteriormente indicadas; - Em 17/08/2025 submetemos à Ryanair o pedido de reembolso, devidamente acompanhado das faturas das despesas tidas no valor total: 904,45 € (faturas anexas); Resposta da Ryanair: - A companhia respondeu recusando o pedido, alegando que, por se tratar de cancelamento devido a condições meteorológicas (“circunstâncias extraordinárias”), não há direito a compensação; - No entanto, como é do nosso conhecimento, o que pedimos não é compensação nos termos do Artigo 7 do Regulamento 261/2004, mas sim o reembolso das despesas ao abrigo do Artigo 9 (direito a assistência), que se aplica independentemente da causa do cancelamento. - O Tribunal de Justiça da União Europeia já confirmou em várias decisões (nomeadamente no caso McDonagh vs. Ryanair, C-12/11) que a transportadora aérea mantém a obrigação de assegurar refeições, alojamento e transportes mesmo quando a interrupção é causada por circunstâncias extraordinárias. Pedido à DECO: Desejo solicitar à DECO que: 1. Nos apoie na redação e encaminhamento de uma reclamação formal contra a Ryanair, seja junto da própria companhia, da ANAC (Autoridade Nacional da Aviação Civil), ou através de outros meios adequados (ex.: ODR, tribunal de paz). 2. Nos aconselhe sobre os melhores passos para obter o reembolso das despesas, dado que já apresentámos as faturas e a companhia recusa o pagamento. 3. Nos ajude a garantir que a Ryanair não confunde “compensação” com “assistência”, visto que neste caso apenas reclamamos aquilo a que temos direito legalmente ao abrigo do Artigo 9. Em anexo seguem cópias das faturas, comprovativo do pedido submetido à Ryanair, e das respostas automáticas que recebemos. Agradeço desde já todo o apoio que me possam prestar, e aguardo as vossas orientações sobre como proceder. Atenciosamente, Jose Manuel Lopes Andrade Rodrigues Nº de associado DECO: 5646722-61 Telefone: 936168534 Mail: jmlarb@gmail.com Rua Quinta dos Lagos, 16 – Real 4700-289 Braga

Resolvida Pedido de intervenção à DECO PROteste
B. F.
31/08/2025

Agressão, insultos e negligência da segurança na discoteca Eskada – Experiência totalmente péssima

Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar a minha profunda insatisfação relativamente ao que aconteceu na madrugada do dia 31 de agosto, no estabelecimento Eskada, situado na Rua da Alegria, 611, 4000-046 Porto. Eu e o meu grupo dirigimo-nos ao local com a expectativa de passar uma noite tranquila. No entanto, acabámos por ser agredidas por uma rapariga presente na discoteca e, após termos recebido ameaças, decidimos recorrer aos seguranças para expor a situação e pedir auxílio. Um dos seguranças pediu-me que identificasse a agressora. Quando o fiz, esta aproximou-se com o seu grupo e, após trocar algumas palavras com os seguranças, foi novamente autorizada a entrar no espaço, como se nada tivesse acontecido. Pouco depois, para nossa surpresa, fomos nós expulsas do estabelecimento, alvo de insultos por parte da equipa de segurança, que chegou a chamar-nos, passo a citar, “deficientes mentais”, tratando-nos de forma extremamente desrespeitosa, agressiva e humilhante. Gostaria ainda de salientar que, em vez de garantir a segurança e o bem-estar dos clientes, a equipa de segurança revelou uma postura intimidatória, discriminatória e completamente abusiva, faltando ao dever profissional que lhes compete. Infelizmente, o gerente da discoteca também demonstrou uma total incapacidade de gerir a situação, adotando uma atitude passiva e negligente, deixando claro que não houve qualquer preocupação em proteger as vítimas, mas sim em encobrir comportamentos inaceitáveis. Este episódio deixou-nos profundamente indignadas, abaladas e injustiçadas, não só pela agressão inicial, mas principalmente pela forma como fomos tratadas pelo pessoal do estabelecimento. Considero inaceitável que um espaço de lazer e diversão permita que clientes sejam agredidos e ainda por cima revitimizados pela própria equipa de segurança. Peço, por isso, que esta situação seja devidamente analisada e que sejam tomadas medidas para que situações tão graves como esta não voltem a acontecer.

Encerrada
M. F.
31/08/2025

garantia recusada

No dia 25-08-2025 contactei a Ariston para solicitar assistência técnica ao meu termoacumulador. Logo de seguida fui contactado pela empresa Lidersat que presta serviços Ariston e ficou marcado para dia 27-08-2025 a deslocação do técnico ao local. No dia 27-08-2025 o técnico veio, ao qual olhou para o termoacumulador e verificou que o mesmo tinha a cuba furada a meio da mesma, ao qual se verificava que a água escorria dessa zona. De seguida verificou que nas ligações hidráulicas, a saída de água do termoacumulador não tinha o casquilho de protecção dieléctrico. Questionado sobre a falta dele, indiquei que quando recebi o equipamento, o mesmo só trazia um casquilho, e não dois. Posto isso, o técnico instalador colocou o que trazia na caixa na entrada de água do termoacumulador. No dia 29-08-2025 depois de não me darem uma resposta, contactei a empresa e disseram-me que a garantia não assumia por quebra das condições da mesma por não ter um casquilho montado. No livro de instruções do termoacumulador não menciona a obrigatoriedade da colocação do mesmo e se não trazia na caixa o cliente não tem que adivinhar que é obrigatório colocar. Foi-me dito como resposta da empresa que o técnico instalador tem obrigação de saber que a Ariston obriga a colocar estes casquilhos. Que eu saiba, um técnico de montagem de termoacumuladores não tem obrigação de saber as exigências de uma marca em especifico, quando elas não vêem mencionado no livro de instruções. É lamentável arranjarem uma desculpa para culpar o cliente de um problema que nada tem a ver com o que tentam se desculpar. Tive que adquirir já outro termoacumulador porque não poderia dar banhos á minha filha de 4 anos. Pretendo que esta situação seja esclarecida e resolvida, visto eu ser o lesado. Que culpa tem o cliente da falta de peças na caixa onde vinha o termoacumulador? Que culpa tem o cliente do livro de instruções não mencionar a obrigatoriedade da montagem desses casquilhos? Se fosse de má fé ou por opção não colocar os casquilhos, não faria sentido ter montado apenas um e não os dois. Para não falar da forma áspera por parte do técnico, que ao verificar a falta de um casquilho, quase de uma vitória se tratasse, dizendo logo que a Ariston não ia se responsabilizar. A falta de respeito e atitude por parte da Ariston e de lamentar. Atenciosamente Miguel Fonseca

Encerrada
U. D.
31/08/2025

Problemas com o carregamento

Comprei um Samsung Galaxy S25 Ultra no lançamento, desde o lançamento tenho enfrentado problema com o carregamento do telemóvel, no início ele carregava e parava de carregar e fazia isso umas três vezes até que carregava e não parava mais, pesquisei na internet e vi que muitas pessoas estavam com esse problema, pensei que após uma atualização a Samsung iria corrigir esse problema o que de fato corrigiu, porém desde a atualização de julho, tenho enfrentado problema com umidade fantasma na porta do USB C, já passei um dia sem poder carregar o telemóvel e o erro é extremamente irritante, entrei em contacto com o suporte o que foi péssimo para mim que pago o Samsung Care, não me deram qualquer tipo de solução e ainda me ameaçaram a dizer que se o problema fosse meu, eu é quem pagaria o conserto, e desde então (julho) esse problema vem me assombrando e a Samsung não faz nada.

Resolvida
J. T.
31/08/2025

Anomalia provocada por e redes

Boas, na sequência da satisfação do meu pedido de retirada dos postes da E REDES da minha propriedade (anexo) , o senhor empreiteiro ao serviço da E redes, quando da mudança do contador e ponto de entrega em 09/06/2025, ao retirar a baixada antiga do armário da e redes verificou que nesse mesmo armário existiam que ele desconhecia mas teve que eliminar, segundo as suas palavras. Naturalmente, não fazia ideia do que se tratava, nem podia saber. Naturalmente, na sequência a SU deixou de ter acesso e supervisionar a minha microprodução. Quando constato que não recebo o pagamento de Julho de 2025, reclamo no sentido de saber a razão da falha. Depois de várias respostas evasivas e de passa responsabilidades (da SU para E REDES, da SU para o cliente , da E REDES para o cliente) chegam agora o desplante de enviarem um mail ( em anexo) repleto de ameaças, inclusive de me cortarem o fornecimento de energia, afirmando que é tudo da minha responsabilidade: será que dentro do armário da E REDES é o cliente que tem que mexer? Agradeço que, pelo menos desta vez, se dignem a perder um pouco do vosso precioso tempo e verificarem in loco o que deixaram deficiente. Atenciosamente José Alfredo Teixeira Leiria

Encerrada

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