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Termoacumulador Voucher E-Lar
Boa tarde No dia 16 de Fevereiro de 2026 adquiri um termoacumulador no Leroy Merlin de Évora, usufruindo do voucher E-Lar. Antes de me dirigir à loja contactei o contact center da Leroy no dia 13 de Fevereiro a fim de obter informações quanto aos custos e procedimentos de transporte e instalação. Foi-me garantido que a instalação seria opcional, bem como o transporte do equipamento. Inclusive foi-me dito "mesmo sendo do voucher E-Lar, se tivermos o equipamento disponível em loja e se tiver espaço no seu carro, pode levá-lo logo". Ao chegar à loja no dia 13 fui informada que seria obrigatório o transporte e a instalação por parte da Leroy Merlin, encarecendo 246 eur. Foi uma enorme e desagradável surpresa. Paguei e, conforme sugestão das funcionárias da loja, apresentei uma reclamação que apenas teve uma resposta: algo como "Lamentamos a situação e desejamos continuar a contar com a sua confiança". A "situação" obrigou a uma deslocação em vão para Évora (68km do local onde resido) e a um pagamento de 246,00 eur que não me havia sido anteriormente informado. De referir que em loja me foi dito que, se adquirisse o equipamento através do voucher E-Lar, apenas necessitaria de apresentar o voucher, assinar um contrato, fazer o pagamento e posteriormente estar no local para receber a equipa, quer para o transporte, quer para a instalação. Fui posteriormente contactada para realizar o agendamento para a entrega do equipamento e para ser feita a instalação. Tudo correu bem durante o processo de agendamento até ao dia da instalação. Uma vez que seria necessário aplicar o corte num armário da cozinha para poder caber o termoacumulador, antes da data da instalação resolvi a situação com um carpinteiro de forma a garantir que o termoacumulador caberia no local onde seria colocado e a instalação seria feita. No dia da instalação, e uma vez que me encontrava a trabalhar, pedi o favor a uma pessoa para estar no local, pagando-lhe um valor acordado. Tudo fiz para garantir que a instalação fosse feita e para, claro, evitar uma nova deslocação. No dia da instalação, o horário foi cumprido mas a instalação não foi realizada. O motivo: não ter um disjuntor diferencial. Foi dito que o local estava com as medidas certas para a colocação do termoacumulador mas que a instalação apenas se podia realizar com a colocação do disjuntor diferencial que tem o custo de 100 eur. Foi também dito que esse trabalho poderia ser feito pela própria equipa da instalação ou por outra pessoa, sendo que nesse caso carecia de nova deslocação da equipa para instalação do termoacumulador. Refira-se que em nenhum momento, quer na loja, quer no contact center, fui informada de ser necessário e determinante ter um disjuntor diferencial, e muito menos fui informada que a ausência do mesmo impossibilitaria a instalação. Não tinha conhecimento, de todo...! É de facto lamentável toda a situação ocorrida desde o início do processo, primeiramente em que o contact center diz que o transporte e a instalação seriam opcionais sendo que depois paguei 246 eur, de surpresa, porque afinal existia obrigatoriedade de transporte e instalação pela Leroy Merlin e agora quando preparo tudo para a instalação ser realizada, inclusive pago a uma pessoa para estar no local, e é dito no proprio dia que apenas é feita a instalação se tiver um disjuntor diferencial no valor de 100 eur..! Isto é realmente lamentável porque a informação não é dada convenientemente! Outra situação deveras lamentável é que, com a subida abrupta do preço atual do gasóleo, a equipa que instala o equipamento ande a deslocar-se apenas, porque instalar equipamentos não pode, já que não tem as condições para poder realizar o seu trabalho convenientemente. No meu caso foi assim, a equipa deslocou-se mas não teve como efetuar o trabalho porque eu não fui informada da obrigatoriedade de ter um disjuntor diferencial. Agora irei tratar do disjuntor e depois agendarei outra deslocação da equipa, o que se reflecte num desperdício de tempo, recursos e de dinheiro em gasóleo. Apresento aqui a minha reclamação referentemente às duas situações que muito me incomodaram e continuam a incomodar pois a instalação continua por ser realizada, apesar de eu ter tratado de tudo o que me foi dado conhecimento para assegurar que seria concretizada. Estou bastante insatisfeita com a atuação da Leroy, o que é totalmente compreensível quando, de surpresa, me pedem 246,00 + 100,00 para consumar um serviço que aparentemente não teria qualquer custo associado, conforme me foi indicado pelo contact center, aquando fui informada que o transporte e a instalação seriam opcionais. Lamentavelmente, nada do que me foi dito se aplicou e a Leroy apenas me trouxe problemas para resolver. Grata pela atenção
Rescisão contratual – cláusulas abusivas
Venho por este meio apresentar reclamação contra a empresa Securitas Direct Portugal Unipessoal, Lda (Verisure) relativamente ao contrato nº 700814, associado à empresa Refugio Cativante Unipessoal Lda (NIF 516513630). O contrato foi celebrado em 02/02/2022 e tem vindo a ser sucessivamente renovado automaticamente por períodos de 12 meses. Após vários anos de relação contratual, manifestei a minha intenção de rescindir o contrato. No entanto, a empresa recusa a rescisão, alegando que apenas é possível denunciar o contrato na data de 02/02/2027, com base numa cláusula de renovação automática. Considero que esta prática é abusiva e desproporcionada, na medida em que: Impõe renovações automáticas sucessivas sem possibilidade real de saída fora de uma janela temporal muito limitada; Limita de forma significativa o direito de denúncia do contrato; Cria um desequilíbrio contratual em prejuízo do cliente. Solicitei a aplicação de um prazo de aviso prévio razoável (30 dias), o que foi recusado pela empresa sem apresentação de uma solução equilibrada. Deste modo, venho solicitar a intervenção da DECO para análise desta situação e apoio na resolução do conflito, nomeadamente para permitir a rescisão do contrato em condições razoáveis. Com os melhores cumprimentos, Karen Bosman
serviço de instalação
Comprei e paguei na Leroy Merlin material cerâmico para forrar o topo e as laterias de uma mesa que tenho em casa. Os instaladores, depois de adiarem três vezes a instalação, fizeram uma instalação que não é adequada nem tem qualidade, isto confirmado pela pessoa principal ao cargo da instalação. Pedi o meu dinheiro de volta e a Leroy Merlin disse que apenas me ia compensar pelo preço da instalação, o que ainda não o fez, mas não me compensava pelos estragos nos materiais que ela própria tinha destruído. Submeti uma reclamação no livro de reclamações (reclamação ROR00000000045508790) on-line e a resposta da na Leroy Merlin (cuja cópia anexo) é totalmente inaceitável: 1. Dizem que me vão ressarcir da mão de obra mas ainda não pagaram. 2. Consideram que os materiais são por minha conta, mas foram destruídos pelos instaladores da Leroy Merlin, tendo também destruído a mesa onde tomo o pequeno almoço, mesa onde seria aplicado o material cerâmico, cuja destruição me devia também ser compensada monetariamente. Não posso aceitar o mau serviço prestado ao cliente por este fornecedor, bem como a sua recusa de uma compensação total pelos danos.
Incentivo não recebido
O meu nome é Gisele Tatiana Ayala Martins, portadora do NIF 257654631. Venho por este meio solicitar um esclarecimento relativamente ao apoio do programa Acelerador Qualifica, uma vez que concluí o meu processo no mês de julho, há cerca de 7 meses, e até à presente data ainda não recebi o respetivo apoio. Gostaria, se possível, de obter informações sobre o estado do meu processo e a previsão para a atribuição do referido apoio. Já contactei com o centro qualifica onde completei o processo e o mesmo indica que já na me conseguem dizer nada, pois o atraso não depende do mesmo. O tempo de demora deste incentivo deveria motivar a mudança de nome do mesmo pois de acelerado, não tem nada e é inadmissível que assim seja. Sete meses não são suficientes para averiguação do processo? Agradeço, desde já, a atenção dispensada e fico a aguardar uma resposta. Com os melhores cumprimentos,
Problema com prazo de entrega
Efetuei a compra de um sofá no dia 21/02/2026, não tendo, até à presente data, recebido o bem nem qualquer informação concreta sobre o estado da encomenda ou previsão de entrega. Nos termos do Decreto-Lei n.º 84/2021, o fornecedor encontra-se obrigado a proceder à entrega dos bens no prazo máximo de 30 dias, na ausência de acordo em contrário, bem como a prestar informação clara e atempada ao consumidor. Apesar de contactos já efetuados, não obtive qualquer resposta adequada, o que revela incumprimento dos deveres de informação e diligência a que estão legalmente obrigados. Deste modo, solicito que, no prazo máximo de 5 dias úteis, me seja comunicada uma data concreta e vinculativa para a entrega do bem. Caso não venha a ser apresentada uma solução clara dentro do prazo indicado, reservo-me o direito de, nos termos legais, exigir o cumprimento imediato da obrigação ou proceder à resolução do contrato, com devolução integral dos montantes pagos, bem como recorrer às entidades competentes para defesa dos meus direitos enquanto consumidor. A presente comunicação deverá ser considerada como interpelação formal para cumprimento. Sem outro assunto,
Burla
A minha esposa teve um acidente no dia 9/02/2026 na qual foi culpada , então acionei os danos próprios para fazer a reparação da minha viatura . pois passado quase 45 dias continuo aguardar resposta da companhia para fazer a reparação . entao depois desses 45 dias recebo uma chamada da oficina que vão fazer a reparação e agendei o dia . hoje recebo por parte da oficina uma chamada na qual a pessoa da oficina diz que esteve lá o perito e diz para a reparação mas que tenho de pagar 2 franquias pois o perito acha que tinha danos anteriores na viatura e só quer reparar metade dos danos . Considero isso uma burla pois não sei porque motivo o perito acha que a viatura não estava reparada antes do acidente e quer que pague 2 franquias quando eu so tenho de pagar 1 franquia seja qual for o dano .
Insatisfação Pós venda
Boa tarde venho com uma grande insatisfação com a empresa Auchan fiz uma compra online no de uma salamandra e aquisição do serviço de instalação do produto pela empresa passaram se quase 3 meses no mês de março fui a loja para saber o que estava acontecendo depois de vários contato com linha de apoio idas presenciais tentei fazer cancelamento junto com gerente de loja arrumaram um tecnico para me ligar fazer instalação do produto senhor foi minha casa na quinta como marcado chegou não fez nada depois marcou para sábado ligou desmarcando para segunda-feira quando foi segunda feita as 14:30 me liga remarcando para quarta feira fui a loja insistir no cancelamento hoje me reponde que não vai cancelar por passou 30 dias eles não vão cancelar e nem vem instalar muito insatisfeito com atendimento e como trata um cliente
Anomalias não cobertas pela garantia
Venho por este meio apresentar uma reclamação relativamente ao meu veículo da marca Hyundai, devido a um problema persistente na suspensão que, até à data, não foi devidamente resolvido, apesar de já ter sido reportado várias vezes, desde 2024 até hoje. O meu veículo apresenta anomalias claras ao nível da suspensão, comprometendo o conforto e potencialmente a segurança na condução. Esta situação já foi comunicada em intervenções anteriores junto da vossa rede de oficinas autorizadas, nomeadamente Rodda Aveiro e Caetano Energy Porto, encontrando-se inclusive registos dessas reclamações, sem que tenha sido apresentada uma solução definitiva ou eficaz. Considero inaceitável que, após múltiplas tentativas de resolução, o problema se tenha mantido e que agora, após a minha viatura ultrapassar os 80.000kms é que se tenha encontrado a solução para esse problema. Solução essa que seria considerada garantia se a viatura não tivesse a quilometragem que tem. A primeira queixa foi feita em junho de 2024, quando o veículo tinha pouco mais de 62.000kms! Deste modo, solicito a resolução integral da anomalia, ao abrigo da garantia aplicável. Como se já não bastasse esta situação, foi-me dito, pela Rodda, no passado dia 05/02/2026, que as velas de ignição do meu veículo, necessitavam ser substituídas, uma vez que não estão conformes. Foi-me apresentado orçamento para este serviço, o qual recusei, uma vez que as velas de ignição foram substituídas em 02/08/2024, com 62.337kms, na Caetano Energy no Porto. Se a marca prevê que estes componentes durem 4 anos ou 60.000kms, deverão fazer garantia dos componentes, uma vez que o serviço foi efetuado há menos de dois anos e passaram apenas cerca de 24.000kms. Posto isto, informo que, caso estas situações não sejam resolvidas com a maior brevidade, vereei-me obrigada a recorrer à entidade competente, nomeadamente o Centro de Arbitragem do Setor Automóvel, para salvaguarda dos meus direitos enquanto consumidora. Saliento que até hoje aguardo contacto por parte do gestor do após-venda da Rodda de Aveiro. Aguardo uma resposta urgente e uma solução concreta para o problema apresentado.
cobrança de serviços de valor acrescentado que não fiz
Venho por este meio, mostrar a minha indignação, e apresentar a minha reclamação, depois de ligar para o vosso serviço de atendimento ao cliente, ter estado quase 1 hora á espera que me atendessem a chamada e conseguir falar com um ser humano, que subscrevi um serviço de valor acrescentado, 62966 Playono quando o telemovel em questão e que acaba em 4445 tinha os barramentos todos para esse tipo de serviço ativados à anos, ora responderam-me que foi enviado um sms para desativar o barramento para esse mesmo numero, coisa que realmente não me recordo esse telefone é monotorizado pois pertence á minha filha menor de idade, e sendo que eu sou a unica autorizada a mexer nesse tipo de coisas e configurações, assim como acesso á plataforma que permite fazer e tirar os barramentos, ora eu eu lá os pus, não é para tirar, certo???, mesmo que tivesse sido enviada tal mensagem, eu como utilizadora principal deveria ter sido notificada imediatamente, vi que existem várias reclamações acerca desse numero, que aparece em pop ups publicitarios as pessoas carregam até sem querer e está feita a subscrição! assim, do nada, de qualquer das forma, o problema é que foi supostamente cancelado via SMS um barramento que eu fiz, eu mãe, eu encarregada e responsável, eu que pago as contas, e consequentemente as faturas da vodafone, eu não fui notificada que o barramento que eu fiz foi tirado, agora pergunto porquê? meses depois, enviam-me um sms a dizer que por lapso do sistema vou ter que pagar esse serviço que não foi cobrado nem faturado em mais de 6 meses de subscrição, ora se eu tivesse visto logo isto na primeira fatura é obvio e evidente que teria sido imediatamente resolvido, e não tinha de pagar os mais de 90€ nesta assinatura que nem autorizei que fosse feita, por lapso do sistema eu que tenho de pagar uma coisa que não autorizei e que bloquiei?! se tivesse sido faturado desde o primeiro dia, mesmo que tivesse havido um sms a dizer se queria cancelar a subscrição, garantidamente que eu não teria agora mais de 90€ para pagar nesta subscrição não autorizada! por lapso do sistema da vodafone, deixou acumular mais de 90€ nesta coisa que eu não autorizei, nesta coisa que eu preveni bloqueando o numero para este tipo de serviços anos antes... para que servem os barramentos do utilizador principal??? para que serve? digam-me? se uma criança consegue desativar de seguida? respondam-me por favor? e repondam-me porque é que eu tenho de pagar agora 90€ pelo vosso lapso do sistema que não cobrou a tempo e horas o que devia ter cobrado, que em vez de pagar agora mais de 90€ provavelmente pagaria 5 ou 6 e ficaria com o problema resolvido! respondam? porque é que eu tenho de pagar isto? e como é que é suposto confiar numa operadora assim? no proximo debito direto vai ser mais de 200€ e proximo será de quanto? esta reclamação segue para a ANACOM e para o livro de reclamações online
Elisabete Ferreira
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