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Reembolso bilhetes
Boa tarde Comprei um bilhete para ver o espetáculo da Joanna no Patio da Gale e este foi alterado do dia 13/DEZ para o dia 15/DEZ no Casino Estoril, recebi email com a alteração e caso não fosse possivel ir, deveria enviar os dados bancarios para o reembolso no mesmo dia. Respondo que seria impossível ir nessa data e peço o reembolso com todas as informações pedidas. Respondo no mesmo dia do aviso da alteração a 10/12. A 06/01 envio novo mail a solicitar o reembolso, sem resposta. 23/01 novo mail meu e respondem que vão passar o assunto ao departamento financeiro. 10/02 continuo sem resposta e reembolso e envio novo mail. Sem resposta. 24/02 novo mail a solicitar informação e respondem a dizer que vou ser reembolsado nessa mesma semana. Estamos a 02 de Março e continuo à espera do reembolso. Preciso de resposta urgente e o reembolso que é meu de direito! Data de ocorrência: 2
Domicílio fiscal
Caros Senhores, A minha esposa fez uma compra de eletrodomésticos na Darty, com a opção de sem juros durante dez meses, tendo o crédito sido aprovado. Agora o CETELEM está a pedir um comprovativo de morada baseada nos serviços de utilidade, só que todas essas faturas não se encontram em nome dela, foi apresentado a declaração de domicílio fiscal das finanças, só que esta não é aceite pela entidade credora, afirmando que futuros créditos serão recusados. Pode o CETELEM recusar a morada fiscal com o documento retirado do portal das finanças? Com os meus melhores cumprimentos. Jorge Alves Associado nº 7232928-26
Cancelamento prime
Exmos senhores, estou a tentar cancelar a minha adesão ao primeiro pois termina em Abril e não me estão a permitir, mandam ligar para um contacto que supostamente atendem em 120 minutos, estou mais de meia hora e nao atendem, no site na aplicação nem.sequer me aparece o k eles dizem para poder cancelar, peço ajuda para cancelar pois isto ja me parece tática deles. Obrigado Paulo Torrão
Reclamação por erro na emissão incorreta de passagem aérea pela agência Abreu e cobrança indevida.
Nós, Adileia Martins e Miguel Dâmaso, viemos apresentar reclamação formal contra a agência de viagens Abreu, referente à compra de uma passagem aérea realizada presencialmente nesta agência em Ponta Delgada. No ato da compra, informamos corretamente as datas pretendidas para a viagem, incluindo a data de regresso. No entanto, a passagem foi emitida com data incorreta por erro da agência, não sendo este um erro cometido por nós. Após a emissão, a agência entrou em contacto alegando que não comparecemos no aeroporto. Esclarecemos de imediato que não era essa a data que havíamos comprado, e que não faríamos uma viagem internacional para o Brasil por apenas 7 dias (5 de dezembro de 2025 a 12 de dezembro de 2025). As datas corretas, conforme solicitado no momento da compra, deveriam ser de 5 de dezembro de 2025 a 14 de janeiro de 2026. Apesar disso, a agência enviou posteriormente uma nova passagem com datas, voos e companhia aérea escolhidos unilateralmente, sem informar previamente o valor a pagar, que só foi mencionado no dia 23 de janeiro de 2026. Consideramos absolutamente abusiva a cobrança adicional, uma vez que não foi negociada nem acordada previamente, sendo uma tentativa de transferir ao consumidor a responsabilidade por um erro da própria agência Abreu. Esta prática configura prejuízo ao consumidor e violação do Decreto-Lei n.º 24/2014, que estabelece o regime jurídico aplicável à defesa do consumidor em Portugal, bem como do Código Civil, que responsabiliza o fornecedor de serviços por defeitos na prestação do mesmo. Diante do exposto, exigimos que a agência: 1. Corrija a passagem aérea para as datas originalmente solicitadas sem qualquer custo adicional; 2. Se abstenha de qualquer cobrança indevida referente ao erro que não nos foi imputável. Caso a situação não seja resolvida, informamos que iremos formalizar reclamação junto das entidades competentes, incluindo a Autoridade Nacional da Aviação Civil (ANAC) e a DECO Proteste, podendo recorrer ainda a outros meios legais cabíveis para defesa dos nossos direitos.
Problemas urbanísticos
Em outubro de 2024 adquiri um apartamento na Bobadela através da RE/MAX Bobadela. Durante o processo de financiamento bancário, o avaliador identificou que existia uma área do apartamento correspondente a um logradouro que foi coberto por anteriores proprietários e que esses metros quadrados não constavam na caderneta predial. Antes da escritura, enviei um e-mail à agência RE/MAX a pedir esclarecimentos sobre essa discrepância. A agência respondeu por escrito garantindo que se tratava de um processo simples de regularização, que assumiria a responsabilidade pela situação e que suportaria os respetivos custos após a escritura. Com base nessa garantia escrita, avancei para a assinatura da escritura. Após a compra, a RE/MAX alterou completamente a sua posição, recusando assumir qualquer responsabilidade. Alegaram que eu tinha conhecimento da situação e que, ao ter avançado com a escritura, a responsabilidade passou a ser exclusivamente minha. Entretanto, fui confrontada com notificação da Câmara Municipal relativa a irregularidades urbanísticas e estou atualmente a suportar despesas com arquitetos, advogados e processos de tentativa de legalização. Os custos são elevados e colocam-me numa situação financeira difícil. Considero que houve: • Falta de transparência e informação completa antes da venda; • Garantia escrita que não foi cumprida; • Violação do dever de informação e boa-fé na mediação imobiliária. Solicito a intervenção da DECO para defesa dos meus direitos e para que a RE/MAX seja responsabilizada pelos custos de legalização e demais prejuízos causados.
Facturas
Após meses sem receber facturas e chamadas que nunca foram atendidas. Chega me uma factura de 480 euros para pagar. Onde pedi em janeiro para pagar a prestações.o máximo que desse. Foi me dito que só faziam em 6 vezes. Não faziam mais vezes quando o erro está a ser da Galp e não estão a facilitar os clientes em nada. Semana passada chega me mais uma factura de 200 euros para pagar. Além do acordo de 80 euros mais uma factura. Eu ando a trabalhar para a Galp ? E inadmissível como uma empresa com um nome Galp Enganem os clientes. Não facilitam em nada. Quando o erro e deles. E agora tenho uma dívida que a culpa nem foi minha mas sim deles. Agradecia ajuda.
Não há faturas
Exmos. Senhores, Na qualidade de titular do contrato de eletricidade que tenho com a vossa empresa comuniquei-vos já em momento anterior o facto de não receber faturas desde 02-01-2026. Anteriormente estive 3 meses sem receber faturas. Após várias reclamações lá me enviaram a fatura no dia 02 de Janeiro. Desde então que voltei a não receber faturas nem sei quanto me está a ser cobrado pelo KWh nem pela potência contratada, sendo este um valor volátil, sem faturas para analisar é impossível saber. A desculpa é sempre a mesma: estão a alterar o sistema de faturação. Quase há 1 ano que é isto! Sempre a mesma desculpa. Prazos? O que é isso? Só os há para o cliente pagar quando a empresa lhe quiser faturar. Não respondem às reclamações e é um castigo para atenderem os telefones. A entidade reguladora assobia para o lado e nada faz. Solicito ainda que, tratando-se de uma falha vossa, me apresentem a possibilidade de um plano de pagamentos, por forma a minimizar os efeitos no meu orçamento familiar. Será o segundo em pouco mais de 2 meses. E assim se "fideliza" o cliente. E o melhor é que ninguém vos pára. Como é a Galp vale tudo. Cumprimentos, CÁTIA BARCO
AUTO RENO MINHO, COMÉRCIO DE AUTOMÓVEIS, LDA
Gostaria de manifestar minha indignação com o tratamento recebido pela concessionária AUTO RENO MINHO, localizada em Ponte de Lima, e especificamente pela vendedora Jessica, durante o processo de compra de um veículo. O que deveria ter sido uma experiência positiva e tranquila foi marcado por falta de transparência, falhas graves de comunicação, mudanças constantes nas exigências e práticas abusivas, resultando em imenso desgaste emocional e frustração. Desde o início, informei minha situação e forneci toda a documentação necessária, sendo garantido que o material seria suficiente para a aprovação do financiamento. No entanto, após realizar o pagamento de 1.000 euros, começamos a enfrentar uma série de mudanças arbitrárias e indevidas nas exigências. Mesmo eu atendendo a diversas solicitações, por mais absurdas que fossem, a concessionária repetidamente criava novos obstáculos. Inclusive, exigiram documentos pessoais do meu esposo, que sequer fazia parte do processo, além de terem ignorado documentos válidos, como um certificado de morada emitido pelas Finanças. O comportamento durante todo o processo foi extremamente abusivo. Recebi inúmeras mensagens e ligações insistentes ao longo do dia, o que gerou grande estresse e desconforto. Ao final, após eu exigir o cancelamento, o financiamento foi subitamente aprovado, embora a concessionária já tivesse afirmado que vários documentos eram indispensáveis. Essa contradição gerou dúvidas legítimas sobre a intenção real do processo. Diante dessas práticas e do nível de desrespeito apresentado pela equipe, acredito que tais situações sejam comuns nesta concessionária, que parece ter como objetivo, no mínimo, encontrar formas de não devolver o sinal pago. Não recomendo a ninguém que tenha interesse em evitar enorme dor de cabeça. Existem concessionárias mais sérias e comprometidas, que seguem as regras de transparência e respeito ao cliente – algo que, infelizmente, não é o caso da AUTO RENO MINHO.
Artigo recebido Incompleto
Exmos. Senhores, No dia 15/02/2026 efetuei uma compra online no site oficial da Radio Popular de uma ESCOVA DENTAL Oral-B iO2. Conforme anunciado na publicidade do artigo, o produto deveria incluir uma bolsa de viagem. Após levantamento da encomenda na loja física da Rua de S. Miguel, em Guimarães, e ao abrir a embalagem em casa, verifiquei que a referida bolsa não vinha incluída. No dia seguinte dirigi-me à loja, onde me informaram que, por se tratar de uma compra online, a reclamação teria de ser feita através do site, e que apenas após validação interna poderiam proceder à troca em loja. Assim, no dia 18/02/2026 submeti reclamação através do Formulário de Livre Resolução. Recebi resposta a questionar se se tratava de produto danificado ou incompleto, tendo esclarecido que recebi produto incompleto e que pretendia a troca por um artigo completo. Informaram que iriam encaminhar a situação para o departamento interno. Não obtive qualquer resposta posterior. Voltei a submeter o pedido por mais duas vezes e contactei telefonicamente o apoio ao cliente, tendo sido informada de que seria aberta nota interna para resolução. Hoje, dia 02/03/2026, após nova reclamação, recebi apenas a seguinte resposta: “Lamentamos mas não podemos ir ao encontro da sua pretensão.”, sem qualquer fundamentação ou alternativa apresentada. Passaram-se 15 dias desde a compra. Encontro-me sem poder utilizar devidamente o produto e sem o valor pago. Exijo a resolução imediata da situação: ou procedem à troca por um artigo completo, conforme anunciado, ou à devolução integral do montante pago, comprometendo-me a entregar o artigo incompleto recebido. Cumprimentos, Ana Isabel
Encomenda não recebida
Venho por este meio fazer queixa do Armazém MRW no Cartaxo, com o e-mail 08315@grupomrw.com, com o contacto telefónico 243704962, que tem em seu poder a minha encomenda 02692H335367 em nome de Diana Pereira à cerca de 2 semanas em que ligamos constantemente, que agora já tive de ligar de outro número pois já não me atendiam .... Em que já houve a promessa de 3 dias diferentes de entrega e nem uma palavra dizem para se desculpar... Além de falta de profissionalismo, também considero falta de consideração pelos clientes, pois se fazem promessa de entrega 3 vezes e não cumpre, nem justificão, é no mínimo falta de respeito.... Não sei de quem é a culpa, minha é que não é que já fiquei 3 dias em casa a espera e não aparecem, nem dizem nada ....alguém tem de se responsabilizar por isso ... Agradeço resposta com a maior brevidade possível Diana Pereira Urbanização José Manuel Marques das Neves Lote 12 2125-104 Marinhais 912818668
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