Reclamações públicas
1. Envie a reclamação para a empresa
Siga o nosso passo a passo para fazer a sua queixa chegar à empresa.
2. Veja a resposta
Receberá uma notificação por e-mail quando a empresa responder à sua queixa. Para ler a resposta completa, basta ir à página "As Minhas Reclamações", disponível na sua área pessoal do site.
3. Não ficou satisfeito com a resposta? Ou a empresa não respondeu?
Entre em contacto connosco
Cobrança indevida
Bom dia. Quero reportar esta situação por este meio porque quero que fique registada a minha insatisfação com o serviço e apoio ao cliente. Ontem fui ao chat da aplicação WOO reportar uma situação inaceitável que surgiu de um desencadeamento de problemas e alegadas soluções que a meu ver roçam o criminoso. A semana passada precisei de trocar de telemóvel e tive um problema porque houve um alteração no método de troca de eSIM. Antes desta alteração, na pagina “gerir móvel” da app havia uma opção de instalar eSIM e da ultima vez que tinha precisado de trocar de eSIM o método era: apagar o eSIM do telemóvel atual> Abrir a aplicação no novo> selecionar activar eSIM. Agora esta ultima opção foi substituída por “pedir 2a via do eSIM” e a este ponto já tinha o tinha apagado do outro telemóvel. Parecia então que a única forma de voltar a usar algo que é meu por direito e pelo qual pago uma subscrição, me foi barrado com uma parede de 10 euros. Só após carregar esses 10 euros de saldo e pedir uma segunda via me apercebi que na opção de instalar o eSIM com QR Code no telemóvel havia uma opção muito escondida de colocar o código original por extenso que me foi enviado por email quando adquiri os vossos serviços. Antes de me aperceber disto e pedir ajuda do chat, o assistente só me sabia dizer que a segunda via era a única solução. E que se quisesse a minha primeira via do cartão físico seria o mesmo custo, a pesar de não haver opção na app para requisitar um. Tinha-me deixado enganar pela ignorância do vosso assistente e quase me custou 10 euros. Depois de pedir para cancelarem o pedido da segunda via e de instalar o eSIM desta forma continuaram 10 euros de saldo na minha aplicação WOO que eu julgava que seriam usados nas próximas mensalidades. Depois tive um problema com o telemóvel, tive que o arranjar e não tive qualquer problema a instalar o eSIM com a minha “primeira via” dos dados do cartão da mesma forma. Mas depois do arranjo precisei de voltar a transferi-lo e ao inserir os dados corretos, mas não ter sucesso na operação algumas vezes, surgiu uma mensagem a dizer que o cartão tinha sido bloqueado e que precisava de contactar a operadora. Voltei a entrar em contacto convosco pelo apoio ao cliente da app e desta vez após uma quantia menos que razoável ainda de tempo a tentar explicar como ainda tinha a primeira via do “cartão” e que seria completamente desmedido ter pagar por uma segunda via de algo que eu ainda tenho, o assistente informou-me que me ia ser enviada uma segunda via sem custos, mas que seria a ultima vez que o faziam e que a próxima vez que eu bloqueasse o cartão me seria cobrado o valor (com um tom de ameaça). E antes que conseguisse perguntar como podia então evitar que me voltasse a acontecer ficar com o eSIM bloqueado o assistente encerrou a conversa. Mais de 4 horas depois recebi então a minha tão desnecessária segunda via (que não foi o que requisitei). E depois de essas horas todas incontactável (apesar de pagar o serviço), qual não é o meu espanto quando olho para o saldo na minha conta WOO e vejo que os 10 euros me foram cobrados. Eu sei que as operadoras são reconhecidas por serem hipócritas, mas isto é um novo nível de falta de honestidade. Já perdi tempo a mais a redigir esta reclamação. E agora sim, em tom de ameaça (justificadamente): ou me devolvem esse dinheiro, ou é o ultimo dinheiro que vêem entrar.
Paid €454, then faced with an undisclosed additional €1,230 charge and refused a refund
I made a reservation through Uniplaces and paid a total of €454 on 30 June 2026. After I had made the payment, I was informed that I would have to pay an additional €1,230 in order to obtain the accommodation. This was a substantial additional amount that had not been disclosed to me as a mandatory payment before I made the €454 payment. Had this additional €1,230 requirement been disclosed before payment, I would not have made the reservation. Because I was not willing to pay this unexpected additional amount, I contacted Uniplaces and asked to cancel the reservation. Only after I requested cancellation did Uniplaces inform me that the €454 I had already paid was non-refundable. As a result, I was left in a situation where I had paid €454 for a reservation, was subsequently asked to pay a further €1,230 that had not been disclosed beforehand, and was then told that I could not recover the €454 when I asked to cancel because of this undisclosed additional requirement. I did not receive what I believed I was paying €454 for. Instead, after payment, the actual cost required to obtain the accommodation increased by €1,230. I consider this unacceptable. A substantial mandatory cost required in order to obtain the accommodation should have been clearly disclosed before I made the reservation and payment. I should not have been required to discover such a significant additional charge only after my €454 payment had already been made. I attempted to resolve this matter directly with Uniplaces and subsequently opened a dispute with PayPal, but the matter remains unresolved. I am therefore requesting a full refund of the €454. I can provide supporting documentation showing: the reservation and €454 payment; the subsequent demand for an additional €1,230; my request to cancel the reservation; Uniplaces' subsequent statement that the €454 was non-refundable; and my attempts to resolve the matter. I attach a screenshot from the Uniplaces website showing the information presented to me when making the reservation. Uniplaces advertised the accommodation at €252 for the first rental month and added a €202 one-time service fee, resulting in a clearly displayed total of €454. The payment summary stated that, following the landlord's approval, I would pay €454 through Uniplaces. At no point in this payment summary was an additional mandatory payment of €1,230 disclosed or indicated as a condition for obtaining the accommodation.
Entrega indevida a terceiros sem autorização e falta de apoio ao cliente – Primor / Paack
Venho por este meio apresentar uma reclamação formal contra a Paack referente à expedição do pacote n.º 350000009280901232 (Pedido n.º 17866409650072004970469), relativo a uma encomenda efetuada na loja online da Primor (Encomenda n.º 2004970469). Devido a ausência por férias, a entrega no meu domicílio não foi concretizada, tendo a encomenda da Primor sido encaminhada pela Paack para o ponto de recolha Eurotronica Lda, na Praceta Norton De Matos, em Almada. No entanto, no dia 27/08/2026, fui notificada pela Paack de que o pacote teria sido recolhido às 11:15. Exijo o apuramento de responsabilidades sobre esta situação, uma vez que me encontro ausente da minha área de residência por motivos de férias, sendo fisicamente impossível ter-me deslocado ao local para recolher a encomenda da Primor, e não facultei autorização a qualquer terceira pessoa para proceder ao levantamento em meu nome. Trata-se de um incumprimento grave por parte da Paack e do ponto parceiro, uma vez que o volume contendo os produtos da Primor foi entregue indevidamente a um estranho sem a validação da identidade da destinatária ou o ponto de recolha registou falsamente a entrega do pedido no sistema. Solicito a verificação urgente junto do ponto PaackGo, a apresentação da prova de recolha e a assunção de responsabilidade pelo extravio ou entrega indevida do volume, com o devido reporte oficial à Primor para que seja efetuado o meu reembolso integral.
Cobrança indevida e emissão de faturas sem contrato
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal contra a entidade Fitness UP por práticas comerciais abusivas, emissão de faturas sem suporte contratual e incumprimento do Regulamento Geral sobre a Proteção de Dados (RGPD). Os factos ocorridos são os seguintes: Ausência de Contrato Válido e Acesso à App: Durante o festival RFM SOMNII, fui abordada por comerciais a promover uma campanha de "6 meses gratuitos". Cedi os meus dados para efeitos de pré-registo, mas em momento algum assinei qualquer contrato (físico ou digital). Posteriormente, recebi emails automáticos com credenciais de acesso. Confirmo que instalei e acedi à vossa aplicação por mera curiosidade, para perceber o seu funcionamento. No entanto, o simples login numa plataforma digital não substitui, em circunstância alguma, uma assinatura legal, nem configura o consentimento explícito e informado para a celebração de um contrato de adesão com encargos financeiros. Cobrança Indevida: Apesar da inexistência de contrato assinado, no dia 07/08/2026, pelas 16:02, o Fitness UP efetuou uma cobrança na minha conta bancária por débito direto (referente a um suposto serviço de nutrição). Procedi imediatamente à inativação da autorização de débito direto através da aplicação do meu banco. Nunca utilizei qualquer instalação ou serviço do vosso ginásio. Falta de Resposta e Omissão: No dia 12/08/2026, enviei um email formal para o Apoio ao Cliente a expor a situação, a exigir a anulação do processo e a solicitar a eliminação dos meus dados. Este email foi totalmente ignorado pela vossa entidade. Assédio com Novas Faturas: Ignorando o meu pedido escrito e a ausência de um documento contratual válido, recebi recentemente uma mensagem via telemóvel a exigir o pagamento de uma nova fatura abusiva no valor de 25,10€. Perante estes factos intoleráveis, exijo o seguinte num prazo máximo de 15 dias úteis: A anulação imediata de todas as faturas emitidas e a extinção de qualquer suposta dívida, uma vez que não existe contrato válido assinado por mim; A anulação imediata da minha ficha de cliente; O apagamento total e definitivo de todos os meus dados pessoais (IBAN, telemóvel, email, NIF) das vossas bases de dados, exercendo assim o meu Direito ao Apagamento ao abrigo do RGPD. Fico a aguardar a confirmação por escrito do encerramento definitivo deste processo, sob pena de avançar com queixas adicionais para a ASAE e para a Comissão Nacional de Proteção de Dados (CNPD). Com os melhores cumprimentos, A consumidora
Entrega indevida a terceiros sem autorização e falta de apoio ao cliente – Primor / Paack
No dia 12/08/2026 efetuei a compra de produtos na loja online da Primor (Encomenda n.º 2004970469). A entrega ficou a cargo da transportadora Paack (Pedido n.º 17866409650072004970469 / Pacote n.º 350000009280901232). Por me encontrar de férias e ausente da minha área de residência, a encomenda foi reencaminhada para o ponto de recolha Eurotronica Lda (Praceta Norton De Matos, Almada). No entanto, no dia 27/08/2026, recebi uma notificação a indicar que o pacote teria sido recolhido às 11:15. Trata-se de uma situação grave e falsa: continuo de férias longe da morada, não efetuei qualquer recolha nem facultei autorização a terceiros para o fazer em meu nome. Houve uma entrega indevida a estranhos ou um registo de levantamento abusivo/errado por parte do ponto de recolha. Contactei o apoio ao cliente da Primor, mas a empresa recusa-se a resolver o problema, limitando-se a enviar respostas automáticas a indicar que o pedido se encontra "atendido" com base na informação errada prestada pela Paack. Nos termos do Decreto-Lei n.º 24/2014 relativo aos contratos celebrados à distância, o risco de perda ou dano dos bens transfere-se para o consumidor apenas quando este adquire a posse física dos mesmos. Não tendo recebido nem levantado os produtos, a responsabilidade perante o consumidor é inteiramente do vendedor (Primor). Exijo a reabertura imediata do processo, o apuramento de responsabilidades entre a Primor e a Paack, e o consequente reembolso integral do valor pago.
Reembolso em atraso após devolução de produto
Venho apresentar reclamação relativamente ao atraso no reembolso da seguinte compra efetuada na Amazon.es: Pedido n.º 171-9471772-2969130 Produto devolvido: “Bandeja Organizadora de Cabos para Mesa de Escritório - Organiza e Recolha de Cabos - Gestão de Cabos de Mesa Branco Ultimate Setup®”, quantidade 1. O valor total previsto para reembolso é de 25,31 €, conforme consta do resumo da devolução disponibilizado pela própria Amazon. O produto foi devolvido e a devolução foi entregue à Amazon no dia 11/08/2026. A Amazon informa que, após receber o artigo, procede à emissão do reembolso e que, depois de emitido, este pode demorar até 7 dias a ser disponibilizado pela instituição financeira. Apesar de a devolução já ter sido entregue, o reembolso continua sem ser recebido. Contactei várias vezes o serviço de apoio ao cliente e fui informada de que a situação seria encaminhada para o setor responsável. Entre os contactos realizados encontram-se os chamados A3MIDU71FX6HI7, de 17/08/2026, e APSX6RS7BEO0V, de 19/08/2026. Mesmo após estes contactos e de me ter sido solicitado que aguardasse, a situação permanece sem resolução. No dia 28/08/2026, voltei a contactar a Amazon e, mais uma vez, fui informada de que o caso seria encaminhado para o setor responsável, sem que me fosse apresentada uma solução concreta ou uma data efetiva para o reembolso. Considerando que o produto já foi devolvido e recebido pela Amazon e que o valor de 25,31 € continua por reembolsar, solicito a regularização imediata do reembolso integral. Solicito ainda uma resposta formal relativamente ao motivo pelo qual o reembolso continua pendente após os sucessivos contactos realizados com o serviço de apoio ao cliente. Com os melhores cumprimentos.
Falta de comunicação interna
Reclamação — Encomenda 1ZH87Y506861825880 Venho apresentar uma reclamação formal relativamente ao serviço prestado pela UPS no âmbito da encomenda com o número de seguimento 1ZH87Y506861825880. No dia 27 de agosto, a encomenda não foi entregue no UPS Access Point inicialmente previsto, uma vez que os cacifos se encontravam cheios. Perante essa situação, entrei em contacto com a UPS e, durante esse contacto, foi-me sugerido pela própria empresa que alterasse a entrega para um ponto físico, onde eu pudesse deslocar-me pessoalmente para levantar a encomenda. Aceitei essa solução, apesar de o problema não ter sido causado por mim. A alteração ficou registada no sistema e, às 18h34 do dia 27 de agosto, o acompanhamento da encomenda confirmou expressamente: “A delivery change has been completed and your shipment will be forwarded to a UPS Access Point™.” Por considerar que a situação estava resolvida, aguardei pela entrega no novo local. Contudo, no dia 28 de agosto, às 12h35, surgiu uma nova atualização: “Unable to deliver to UPS Access Point™; will reattempt delivery to UPS Access Point™ the next business day.” Voltei imediatamente a contactar a UPS para perceber o que tinha acontecido. Durante esse contacto, a própria UPS confirmou que ocorreu um erro: o estafeta ignorou a alteração registada no sistema e voltou a encaminhar a encomenda para o mesmo cacifo que anteriormente já não tinha espaço. Considero esta situação inadmissível. A UPS já tinha conhecimento de que o primeiro local não tinha capacidade, sugeriu-me uma alternativa, recebeu a minha aceitação, registou a alteração no sistema e confirmou que a encomenda seria encaminhada para um novo UPS Access Point. Apesar disso, a instrução não foi cumprida. É razoável esperar que, antes de realizar uma nova tentativa de entrega, o estafeta consulte as informações e alterações existentes no sistema. Se isso tivesse acontecido, este problema teria sido evitado. Mais grave ainda, apesar de a UPS ter reconhecido o erro, fui informado de que, por política da empresa, não seria possível corrigir imediatamente a situação e realizar a entrega no local físico que havia sido solicitado e aceite. Assim, sou eu quem fica obrigado a aguardar por uma nova tentativa e a suportar os transtornos causados por uma falha da própria UPS. Não considero aceitável que o consumidor tenha de reorganizar a sua disponibilidade, perder tempo e aguardar novamente por uma encomenda devido a uma falha interna de comunicação ou execução entre o sistema da empresa e o estafeta. Reforço que colaborei em todos os momentos com a UPS e aceitei a solução que me foi proposta pela própria empresa. Não provoquei o problema, não recusei a entrega e não forneci informações incorretas. Ainda assim, fui prejudicado por uma alteração que, embora tenha sido devidamente registada, não foi cumprida. Solicito, por isso, uma explicação formal sobre o sucedido e uma solução adequada para a entrega da encomenda, sem que eu tenha de suportar novos transtornos resultantes deste erro. Solicito igualmente que a UPS analise internamente esta ocorrência, nomeadamente a forma como as alterações de entrega são comunicadas aos estafetas, para evitar que situações semelhantes voltem a acontecer. Considero lamentável que uma alteração de entrega confirmada pelo próprio sistema da UPS tenha sido ignorada e que, posteriormente, o cliente tenha ficado responsável por suportar as consequências dessa falha. E agora, em outro contacto com André Soares , fui informado que o estafeta está com meu contacto, e é ele quem decidirá se ligará, ou não para entregar a encomenda. Outro despreparado.
Encomenda pronta para devolução
Muito boa tarde, Sou cliente do grupo Ana Sousa há vários anos e essa fidelização à marca dá bom testemunho do apreço que mantenho pelos produtos comercializados mas estou apreensiva com uma situação ocorrida. Ao pretender devolver um dos artigos e trocar outro, cumpri com os procedimentos habituais no site da empresa e recebi a 21 de agosto um mail a confirmar que seria analisado e comunicados os passos a seguir. Neste caso, seria a marcação de data para a recolha. Ora não apenas não recebi qualquer outro mail como não recebi resposta a mail enviado ou atendimento às múltiplas chamadas que já efetuei, quer para o número fixo, quer para o telemóvel ou pelo whatsApp. Não sei o que se passa. Parece-me que o período de férias não será suscetível de significar encerramento durante esse tempo. Ou estarei enganada? Agradeço a Vossa orientação. Cumprimentos,
Pontos na App
Gostaria de apresentar uma reclamação relativamente a uma oferta que tentei utilizar ontem no McDonald’s de Torres Vedras, através do McDrive. Ativei o código da oferta na aplicação antes de chegar ao McDrive. No entanto, quando cheguei lá, já tinha passado o tempo de validade e o código começou a dar erro. Tentei então gerar um novo código, mas não foi possível, tendo entretanto os pontos sido descontados da minha conta. A pessoa que me atendeu informou-me que os pontos seriam posteriormente devolvidos, mas que, naquele momento, teria de pagar o pedido. Assim fiz, apesar de não ter conseguido usufruir da oferta que tinha ativado. Já passaram várias horas e os pontos continuam sem ter sido repostos, pelo que fiquei sem a oferta e sem os pontos correspondentes. Além disso, tentei apresentar esta reclamação diretamente através da aplicação, mas existe um problema na secção de apoio: a opção de seleção do restaurante não funciona, não sendo possível escolher o restaurante nem concluir o pedido de ajuda. Assim, solicito a reposição dos pontos que me foram descontados e, se possível, uma solução relativamente à oferta que não consegui utilizar por um problema no processo de validação do código. Agradeço a análise da situação e uma resposta com a maior brevidade possível.
Incumprimento da Garantia de 18 meses
Boa tarde. Comprei um Peugeot 2008, em Março de 2025, à firma Flexicar Portugal, na Loja de Setúbal. Passado uns meses verifiquei uma anomalia no adBlue. A reparação foi feita com eficácia, mas, me foi pedido para pagar metade da reparação, que foi cerca de 600 euros. Ora, como estamos dentro do prazo da garantia, a conta que paguei seria a Flexicar a pagar. Agradeço a Vossa colaboração ou pedido de esclarecimento deste assunto. Com os melhores cumprimentos, Jorge Ferreira
Precisa de ajuda?
Pode falar com um jurista. Para obter ajuda personalizada, contacte o serviço de informação
