Reclamações públicas

Consulte todas as queixas publicadas na plataforma Reclamar e encontre solução para um problema semelhante, relacionado com produtos e serviços. Saiba mais
F. L.
20/07/2026

AliExpress mentirosa (I)

Precedendo garantia escrita de que, em caso de falta de peças, seriam remetidas, comprei a AliExpress o conjunto de lego similar, através da encomenda n.º 3073137410613515, em 2026.05.21, com 2540 peças (Orient Express). Depois de dezenas de horas de construção, verifiquei que faltavam três peças. Reclamei junto da vendedora, que, em sede de incompetente e interminável chat, afirmou que a garantia prestada já não era válida e que a solução seria devolver todo o conjunto, suportando eu as despesas de devolução. A atitude desonesta da AliExpress configura manifesta burla. A AliExpress deve remeter, em tempo útil, as peças em falta, cuja identificação possui.

Em curso

Sinistro por pagar

Ex.mos S.res Sou cliente da Ok Seguros com a apólice MR86005757 e participei o sinistro da tempestade Kristin em 30 de Jan 26 com o nº 26 MR020651/001. Todo o processo tem sido gerido por essa companhia (Fidelidade) . 1 - As peritagens foram feitas em 25 Fev e 24 Abr. 2 - O auto de acordo foi feito em 24 Abr. 26. 3 - Recebi um mail a confirmar que o sinistro se enquadra no âmbito da apólice em 5 Mai 26. 4 - Foram enviados os vários documentos pedidos ,sendo o último ( caderneta ) em 1 Jul 26 5 - Foram feitos vários telefonemas para a linha de sinistros ,o último em 15 Jul 26, sendo a resposta que o processo estava em análise na gestora de sinistros ( S,rª Fátima Vinhas ). 6 - Todos os contatos foram feitos com a Fidelidade pelo que não merece a pena reclamar para a Ok Teleseguros o que aliás tenho feito sem qualquer resultado, uma vez que quem decide é a Fidelidade .

Em curso
F. F.
20/07/2026

FRUTA FORA DE VALIDADE

Reclamação: Venho apresentar reclamação formal contra o Pingo Doce, loja sita na Rua Pêro de Alenquer, 326, 2750-374 Cascais, pela venda de uma meloa Gália com o prazo de validade ultrapassado em 2 dias. A compra foi feita 20/07/26 18:10 +/- Esta situação constitui uma falha grave no controlo de stock e nos procedimentos de verificação de validades da loja, e representa uma violação directa das obrigações de segurança alimentar impostas pelo Regulamento (CE) n.º 178/2002 e pela legislação nacional de defesa do consumidor. A venda de produtos alimentares fora de validade não pode ser tratada como um lapso menor: coloca em causa a confiança do consumidor na cadeia de distribuição e a própria legalidade da atividade comercial da loja. Alerto ainda para a gravidade acrescida desta falha: melão fora de validade pode desenvolver fermentação, proliferação bacteriana ou alterações não identificáveis apenas pelo aspeto ou cheiro. Caso o produto tivesse sido consumido por uma criança, um idoso, ou qualquer pessoa não habituada a detetar alterações de sabor, as consequências para a saúde poderiam ter sido sérias, incluindo intoxicação alimentar. Exijo: Explicação clara sobre como este produto permaneceu exposto para venda depois de ultrapassado o prazo de validade; Confirmação por escrito das medidas corretivas implementadas nesta loja para evitar a repetição da situação; Reembolso integral do valor pago pelo produto; Registo formal desta reclamação, com atribuição de número de processo. Caso não obtenha resposta satisfatória em prazo razoável, apresentarei também queixa junto da ASAE (Autoridade de Segurança Alimentar e Económica). ( Uma criança que não conheça o sabor dessa meloa ,comia toda e podia morrer) Tenho foto da data que estava na caixa da meloa

Encerrada
A. C.
20/07/2026

serviço/ apos venda

Exmos. Senhores, Venho, por este meio, reforçar a reclamação já apresentada relativamente ao robô de limpeza de piscina adquirido na vossa loja. O equipamento avariou apenas 10 dias após a sua entrega, situação que considero totalmente inaceitável para um produto novo. Após comunicar a avaria, entreguei o robô nas vossas instalações, tendo o mesmo sido encaminhado para reparação. No entanto, até ao momento não me foi apresentada qualquer solução que salvaguarde os meus direitos enquanto consumidora. Esta situação tem-me causado transtornos significativos, uma vez que adquiri o equipamento para manter a piscina em funcionamento durante o verão e me encontro privada da sua utilização, sem qualquer alternativa disponibilizada pela loja. Ao abrigo do Decreto-Lei n.º 84/2021, tratando-se de uma falta de conformidade manifestada nos primeiros30 dias, solicito a resolução do contrato e o reembolso integral do valor pago, por entender que este é o meio adequado para resolver a situação. Caso este pedido não seja satisfeito num prazo razoável, verei a necessidade de recorrer aos meios legais ao meu dispor, nomeadamente a apresentação de reclamação no Livro de Reclamações Eletrónico, recurso ao Centro de Arbitragem de Conflitos de Consumo competente e participação da situação à ASAE, para apreciação do cumprimento da legislação aplicável. Aguardo a vossa resposta por escrito com a maior brevidade. Com os melhores cumprimentos, Andreia Cruz.

Em curso
J. A.
20/07/2026

Seguro

Boa tarde, No dia 21 de maio de 2026, acionei o seguro por estar de baixa médica entre 6 de abril e 13 de junho. Fui constantemente solicitado a enviar documentos e exames médicos para justificar a baixa. Inicialmente, pediram apenas o certificado de incapacidade temporária, relatório médico e o último recibo de vencimento, mas, posteriormente, solicitaram também exames referentes a datas anteriores à assinatura do seguro. Estes pedidos prolongaram o processo por mais de dois meses. No fim, recebi a informação de que o sinistro não estava coberto, alegando que a situação de saúde já existia antes da subscrição, o que considero injusto, visto que o problema se agravou apenas depois do contrato. Quando solicitei uma cópia da apólice, recusaram entregar-ma e orientaram-me para a entidade onde celebrei o contrato de crédito e as condições do seguro. Tenho cumprido o pagamento das prestações porque pedi dinheiro emprestado. Guardo ainda exames que comprovam alterações clínicas relevantes antes e depois da assinatura do contrato. Fui obrigado a regressar ao trabalho, apesar das dificuldades sentidas como motorista profissional, por insistência da medicina do trabalho. Contactei a Cetelem devido à falta de esclarecimentos da seguradora, tendo-me sido dito que só teria contratado as coberturas para morte e invalidez definitiva, informação que contradiz as condições do meu contrato. Comprovei através da documentação que o seguro inclui ainda cobertura para incapacidade temporária para o trabalho e hospitalização por acidente. O telefonema onde dei autorização está gravado, conforme recomendado pela operadora. Destaco que tenho 55 anos e reuno os requisitos de idade para as garantias previstas. Além disso, cumpri devidamente todas as cláusulas e declarações necessárias à subscrição e entrada em vigor do seguro. Gostaria de ver a minha situação revista e obter respostas claras sobre os meus direitos enquanto segurado.

Resolvida
S. D.
20/07/2026

Cobrança indevida por artigo sem conformidade - PPRO PAYMENT SERVICES

Exmos. Srs. No passado dia 15 de Junho, efetuei um pagamento através do meu banco Millenium BCP para a compra de um artigo online do site gamma11s.com. O pagamento foi processado pela instituição financeira intermediária PPRO Payment Services S.A. (sediada no Luxemburgo), utilizando os dados constantes no meu extrato bancário.O vendedor enviou-me um artigo completamente errado e diferente do que foi encomendado e, de seguida, cortou todos os canais de comunicação. Na passada quinta-feira, enviei dois e-mails diretamente para os canais de suporte da PPRO Payment Services S.A. a denunciar a fraude e a solicitar a retenção dos fundos, mas fui totalmente ignorado pela empresa até ao momento.Apresento esta queixa por burla informática, uma vez que o sistema de pagamentos da referida entidade está a ser utilizado para fins fraudulentos em território nacional, lesando os consumidores sem que exista qualquer apoio ou controlo por parte do intermediário financeiro."

Resolvida
W. C.
20/07/2026

Cobrança abusiva, retenção indevida de caução, falta de provas e ausência de apoio ao cliente

Reclamação contra Viaggiare Rent e Auto Europe – Cobrança abusiva, retenção indevida de caução, falta de provas e ausência de apoio ao cliente Venho apresentar uma reclamação formal contra a Auto Europe e também contra a Viaggiare Rent , devido à forma completamente inaceitável como foi gerido o aluguer da viatura e a posterior reclamação por alegados danos. No levantamento da viatura, recebi um automóvel com inúmeros riscos e marcas já existentes. Felizmente, por precaução, filmei toda a viatura antes de sair das instalações, precisamente para evitar futuras acusações por danos que já existissem. No momento da devolução da viatura, fui inicialmente acusado de ter provocado um risco na carroçaria. No entanto, apresentei imediatamente o vídeo gravado no levantamento da viatura, onde era claramente visível que esse mesmo risco já existia antes do início do aluguer. Perante esta prova, os funcionários da Viaggiare retiraram essa acusação e deixaram de insistir que eu era responsável por esse dano. Em seguida, alteraram completamente o motivo da cobrança e passaram a exigir o pagamento de 250€, alegando que eu tinha solicitado assistência em viagem. Na manhã da devolução, o veículo simplesmente não arrancava porque a bateria estava descarregada ou avariada, situação totalmente alheia à minha responsabilidade. Contactei a assistência disponibilizada pela própria rent-a-car e aguardei cerca de duas horas pela chegada do reboque, apesar de este ter percorrido apenas cerca de 3,9 km até ao local onde o veículo se encontrava. Quando o motorista chegou, limitou-se a ligar cabos à bateria ("booster") e o carro arrancou imediatamente, demonstrando que o problema era exclusivamente da bateria e não provocado por qualquer utilização indevida da viatura. Recusei pagar os 250€, uma vez que não tinha causado qualquer dano e tinha contratado cobertura completa através da Auto Europe. Perante a minha recusa, reduziram imediatamente o valor para 150€, sem qualquer explicação para essa alteração. Também recusei esse pagamento. Foi então elaborado o relatório de devolução da viatura, documento esse que foi assinado por mim e pelo representante da Viaggiare. Nesse documento escrevi expressamente que: Não causei qualquer dano na viatura; Recusava pagar os 150€; Possuía cobertura completa contratada através da Auto Europe. O próprio relatório apenas faz referência ao problema da bateria e não menciona qualquer dano na viatura. Dias depois recebi um email a exigir 375,05€, sem qualquer explicação sobre a origem desse valor. Até hoje nunca me foi enviado: Fotografias dos alegados danos; Relatório de inspeção da viatura; Relatório de danos; Orçamento da reparação; Fatura da reparação; Fatura detalhada; Qualquer prova de que os danos existam; Qualquer explicação sobre como foi calculado o valor de 375,05€. Apesar da inexistência de qualquer prova, fui surpreendido com uma autorização de pagamento de 375,05€ efetuada pela Viaggiare. Ao mesmo tempo, continuam igualmente a reter a minha caução de 700€. Neste momento tenho 1.075,05€ indisponíveis, sem qualquer documento que justifique esta retenção ou cobrança. Esta situação obrigou-me inclusivamente a bloquear os meus cartões bancários para impedir novas cobranças não autorizadas. A situação torna-se ainda mais grave devido ao comportamento da Auto Europe, empresa através da qual efetuei a reserva e adquiri a cobertura adicional. Apesar de ter solicitado apoio várias vezes: Os números de telefone disponibilizados não funcionam; Os emails enviados não obtêm qualquer resposta; É praticamente impossível contactar qualquer colaborador. A única solução disponível foi apresentar uma reclamação através do portal da própria Auto Europe, encontrando-se igualmente sem resposta. Considero totalmente inaceitável que uma empresa comercialize um serviço de proteção adicional e depois seja impossível obter qualquer assistência quando essa proteção é necessária. Perante todos estes factos, já iniciei o processo de contestação da cobrança junto do meu banco e se nao evoluir irei apresentar participação às autoridades policiais por considerar que foram efetuadas cobranças sem que me tenha sido apresentada qualquer prova que as justifique. Irei igualmente apresentar reclamação junto do Centro Europeu do Consumidor (ECC-Net), das autoridades italianas competentes em matéria de defesa do consumidor e de todas as entidades competentes, tanto em Portugal como em Itália. Alerto todos os consumidores para fotografarem e filmarem cuidadosamente qualquer viatura antes e depois do aluguer, bem como para guardarem toda a documentação assinada, pois, se eu não tivesse gravado um vídeo no momento do levantamento, teria sido responsabilizado por danos que já existiam antes do aluguer. Solicito: A devolução imediata da caução de 700€; O cancelamento da cobrança de 375,05€; O envio de toda a documentação que alegadamente suporta esta reclamação; Uma explicação detalhada sobre a alteração sucessiva dos valores reclamados (250€, 150€ e posteriormente 375,05€). Até à presente data, não foi apresentada qualquer prova que demonstre que causei qualquer dano na viatura. Considero esta atuação profundamente lesiva dos direitos do consumidor, desprovida da transparência exigível e incompatível com as boas práticas comerciais que devem ser observadas por empresas que operam no mercado europeu.

Em curso
F. L.
20/07/2026

Encomenda não entregue

Em 2026.07.06 (10:57), a GLS informou-me, através de e-mail, de que a encomenda 48150958646 de CASISOFT MindWare GmbH com o N.º de seguimento GLS 1318132893, já se encontrava em distribuição. No mesmo dia, às 16:01, também através de e-mail, a mesma transportadora informou-me que, às 17:00 - uma hora depois - a encomenda não pôde ser entregue por me encontrar ausente, o que é redondamente falso: permaneci no meu domicílio durante todo o dia, podendo inclusive arrolar testemunhas. Mas, ainda que fosse verdade, a GLS encontrava-se obrigada a efectuar nova tentativa de entrega. No entanto, direcionou a encomenda, de imediato, para um ponto de recolha. Reclamado o procedimento no mesmo dia e requerida a entrega em mão, conforme contratualizado e pago, a GLS não respondeu até à data, nem sequer acusou a recepção do e-mail.

Em curso
S. S.
20/07/2026

Reembolso não recebido

Realizei uma encomenda na Showroomprivé no dia 11 de junho de 2026, no valor de 319,99 €, através da plataforma online. Contudo, a encomenda foi cancelada e o produto nunca chegou a ser entregue, mas até ao momento não recebi o reembolso do valor pago. Nas últimas semanas, contactei várias vezes o serviço de apoio ao cliente da Showroomprivé, que me informou que a responsabilidade do reembolso era do parceiro Moonia Mattresses. No entanto, o próprio parceiro comunicou-me, através da plataforma da Showroomprivé, que teria já efetuado o reembolso durante o mês de junho e pediu à Showroomprivé para verificar a situação, pois eu continuava sem receber o valor. A Showroomprivé pediu-me ainda documentação adicional e capturas de ecrã, que forneci de imediato, mas mesmo assim continuo sem qualquer resolução ou devolução do dinheiro. Considero esta situação totalmente inadmissível, pois, apesar do cancelamento da encomenda já há algum tempo, continuam a passar a responsabilidade entre si, deixando o consumidor prejudicado. Peço que a Showroomprivé proceda ao reembolso imediato do valor em causa e que me seja dada uma resposta clara e definitiva sobre este processo.

Em curso

Concerto cancelado

Boa tarde, vnho por este meio apresentar uma reclamação relativa ao Festival EvilLive, organizado pela promotora Prime Artista, no passado Domingo, dia 5 de Julho, de 2026, na MEO Arena, em Lisboa. O alinhamento do festival consistia em 6 bandas, sendo que uma delas, os Megadeth, a penúltima banda a tocar, cancelaram a sua actuação já no local, cerca de 30 minutos após a a hora marcada, já com o palco montado, para o início da sua actuação. A informação do cancelamento, foi dada por alguém da organização através do sistema de som do evento, gerando a óbvia indignação por grande parte do publico que viu na banda o principal motivo para adquirir o bilhete. Olhando para as horas anunciadas, Megadeth às 20:50, Marilyn Manson às 22:45, e considerando os habituais 30 minutos de change-over entre bandas, percebemos que a banda cancelada teria um set de aproximadamente 1h e 20min, sensivelmente o mesmo tempo que Marilyn Manson, considero que que ambas partilhavam o estatuto de headliners co-headliners. Posto isto foram divulgados dois comunicados oficiais, um da banda que alega problemas tecnicos e um da promotora que passa a responsabilidade para a banda, dizendo que foram efectuados todos os esforços necessários no decorrer do dia. Independentemente do facto de os Megadeth terem sido o factor que nós, o meu marido e eu, a adquirir o bilhete para o evento, consideramos que os factos aqui relatados, em conjunto com a lei, são razão suficiente para pelo menos uma devolução parcial do valor total dos nossos bilhetes. Com os melhores cumprimentos, Aida Duarte

Encerrada

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