Reclamações públicas

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M. M.
20/07/2026

Reclamação relativa à retenção parcial de caução pela plataforma Yescapa

Venho solicitar a intervenção da DECO relativamente a um litígio com a plataforma Yescapa, na sequência do aluguer de uma autocaravana (reserva n.º 3397272), por considerar que me foi imputada responsabilidade por uma avaria sem prova técnica suficiente, tendo sido retida parte da caução. No dia 03/06/2026 aluguei, através da Yescapa, uma autocaravana Itineo Fiat Ducato Multijet 2.3 130CV (matrícula AX-92-AC), para o período de 03/06/2026 a 08/06/2026, tendo pago 654,00 € pela reserva e prestado uma caução de 1.200,00 €. A viagem decorreu normalmente até à madrugada de 07/06/2026, quando, durante a utilização normal da cama basculante, a respetiva estrutura desprendeu-se da parede da autocaravana, arrancando os pontos de fixação. Perante a impossibilidade de continuar a viagem em segurança, contactei de imediato a assistência em viagem da seguradora Caravela, tendo sido posteriormente enviado um reboque que transportou a autocaravana para Viseu. Antes do reboque fotografei e filmei exaustivamente o estado da autocaravana, incluindo o interior, exterior, zona da avaria, quilometragem, combustível, depósitos de água, limpeza e demais elementos relevantes. Toda esta documentação foi enviada à proprietária e à Yescapa. Ao longo do processo colaborei integralmente com a plataforma, remetendo declaração das circunstâncias, registos das chamadas efetuadas para a assistência, fotografias, vídeos, guia de reboque e todos os esclarecimentos solicitados. Durante a gestão do processo, a Yescapa chegou a informar-me, por escrito, que a seguradora Caravela afirmava não existir qualquer pedido de assistência relativo à reserva. Essa informação era incorreta. Após eu ter enviado os registos completos das chamadas efetuadas para a assistência, a própria Yescapa reconheceu o erro e confirmou que o pedido de assistência tinha efetivamente sido aberto. Posteriormente, a Yescapa comunicou que a queda da cama constituía um dano interior excluído da cobertura do seguro e decidiu imputar-me parte do custo da reparação. Foi apresentado um orçamento de reparação de 1.096,74 €, tendo sido aplicado o coeficiente de desvalorização por se tratar de um veículo matriculado em 2007, sendo-me imputado o valor de 548,37 €. Foram ainda deduzidos 17,39 € referentes a combustível e 34,15 € relativos a portagens, retendo a Yescapa um total de 599,91 € da caução. O fundamento da minha reclamação não é o valor da reparação, mas sim a inexistência de prova técnica que demonstre que a avaria resultou de uma utilização incorreta ou negligente da minha parte. A própria Yescapa reconheceu, por escrito, que não foi realizada qualquer peritagem nem emitido qualquer relatório técnico independente, tendo a decisão sido tomada apenas com base em fotografias, orçamento de reparação e análise interna do processo. Entendo que estes elementos permitem apenas determinar o custo da reparação, mas não identificar a causa da avaria nem estabelecer um nexo causal entre a ocorrência e qualquer comportamento que me possa ser imputado. A cama desprendeu-se durante uma utilização normal, nunca tendo sido identificado qualquer comportamento inadequado, negligente ou contrário às instruções de utilização. Acresce que a Yescapa também não afastou a possibilidade de desgaste, fadiga dos materiais ou fragilidade estrutural de um componente instalado numa autocaravana com cerca de 19 anos. Considero, por isso, que a responsabilidade me foi imputada por mera presunção, apenas porque a ocorrência aconteceu durante o período de aluguer, sem que exista prova técnica suficiente que sustente essa conclusão. Para além da retenção parcial da caução, a avaria determinou ainda a interrupção antecipada da viagem. A autocaravana foi rebocada no dia 07/06/2026, impossibilitando a utilização do veículo durante os dois últimos dias do período contratado, sem que me tenha sido proposta qualquer compensação ou reembolso proporcional pelos dias de aluguer não usufruídos. Solicito, assim, que a DECO aprecie a legalidade da retenção dos 599,91 € da caução, a suficiência da fundamentação apresentada pela Yescapa para imputar a responsabilidade pela avaria, bem como o meu direito à restituição desse montante e à compensação pelos dias do aluguer que não puderam ser usufruídos. Em anexo junto um relatório detalhado dos factos, bem como toda a documentação de suporte, incluindo contrato de aluguer, certificado de seguro, comunicações trocadas com a Yescapa, registos das chamadas para a assistência, guia de reboque, fotografias e orçamento de reparação.

Em curso

Pedido de cobertura integral da reparação – desgaste prematuro da correia de distribuição do peugeot

Venho apresentar uma reclamação relativamente ao meu Peugeot 2008 de 2015, equipado com motor PureTech. O veículo tem atualmente 74.000 km e foi-me dito que apresenta desgaste prematuro da correia de distribuição, com um orçamento para reparação a rondar os 1.000 €. Pelo que tenho conhecimento, este problema afeta muitos modelos com motores PureTech, uma vez que o desgaste da correia banhada a óleo tem sido relatado por vários consumidores e não corresponde ao normal para uma peça desta importância. Parece-me que existe aqui um defeito de conceção ou fabrico. Não acho justo ter de suportar este custo quando o problema não se deve a má utilização ou falta de manutenção, mas sim a uma falha reconhecida neste tipo de motor. Na qualidade de cliente Peugeot, espero que a marca assuma a responsabilidade pela situação e cubra integralmente a reparação, incluindo a substituição da correia e de todos os componentes necessários, sem qualquer custo para mim enquanto proprietária. Uma avaria destas, com apenas 74.000 km, não corresponde à qualidade e durabilidade que espero de um veículo Peugeot. Peço uma reavaliação do caso e uma solução comercial justa, assumindo a marca os custos da intervenção. Caso não haja resposta positiva, pondero recorrer às entidades de defesa do consumidor para fazer valer os meus direitos. Aguardo resposta rápida e uma resolução favorável.

Encerrada

Atraso de mais de 120 dias úteis.

Digníssimos Senhores, peço que deem atenção ao meu caso. Sou a Emanuelly de Almeida Sia, tenho 18 anos, natural de São Paulo - Brasil. No dia 03/10/2025 compareci a Agência AIMA em Santarém e realizei o meu pedido de Título de Residência. Todos os documentos pedidos pela atendente foram enviados dentro do prazo legal, além disso, paguei a taxa para a confecção do Cartão do Título de Residência. Desde então, o meu processo encontra-se em análise, sem um resposta conclusiva. A falta de uma resposta e de uma conclusão do meu processo está trazendo inúmeras consequências para a minha vida. Não consigo tirar carta de condução, e moro em uma zona afastada da cidade, o que dificulta a minha locomoção para ir para a escola. Sou estudante, ainda no Secundário, pois tive que realizar a minha equivalência, mas quero prosseguir meus estudos em alguma Universidade Portuguesa. Além disso, a falta da minha autorização de residência não me permite me candidatar para programas de Bolsas para Estrangeiros o que me coloca em uma posição negativa em relação aos meus concorrentes. Peço, por favor, que analisem o meu processo. Meus pais trabalham, ambos com contrato de termo certo, minha mãe é auxiliar de limpeza e meu pai trabalha na obra. Eu quero ajudá-los. Quero concluir meus estudos e prosseguir com um curso profissionalizante para ajudar minha família. Moramos em Portugal a mais de um ano, já declaramos IRS, fazemos descontos para a Segurança Social, fazemos nossa parte. Mais uma vez, eu peço, eu só quero estudar e ter os meus direitos assegurados. Desde já, agradeço. Abaixo deixarei o número do meu processo e meu email: 25428107 emanuellyalmeidasia@gmail.com

Encerrada
K. A.
20/07/2026

Hyundai Kauai - Silêncio e Recusa Abusiva de Garantia

Exmos. Srs. da Direção Geral da Hyundai Portugal, Venho por este meio apresentar formalmente a minha profunda indignação e protesto contra o silêncio reiterado da Hyundai Portugal. Enviei múltiplos e-mails para o vosso endereço oficial, submeti uma exposição no dia 13 de julho através do formulário "Contacte-nos" no vosso site institucional e tentei o contacto telefónico para a vossa sede (220931932) sem qualquer sucesso ou atendimento.O meu veículo de uso diário, Hyundai Kauai (matrícula AD37LE, registado em outubro de 2020, com 93.418 km), encontra-se imobilizado na Santogal Alfragide desde 24 de junho de 2026. A oficina apresentou um orçamento de 1.638,00 € para reparar uma falha eletrónica interna na porta de carregamento, alegando que a Hyundai Portugal recusou a garantia devido a um atraso residual de 3.000 km numa manutenção programada.Reitero que esta recusa é ilegal e abusiva face ao Decreto-Lei n.º 84/2021:Ausência de Nexo Causal: A porta de carregamento é um componente eletrónico passivo. As revisões oficiais limitam-se a uma inspeção visual externa do bocal. É tecnicamente impossível que um atraso kilométrico cause uma avaria de software ou eletrónica interna nesta peça.Ónus da Prova: A marca e a oficina falharam em apresentar o relatório técnico pericial que prove cientificamente que o atraso causou o dano, conforme exige a lei das garantias em Portugal.Dada a total ausência de resposta da vossa parte e a minha premente necessidade de transporte, fui obrigado a autorizar a reparação junto da Santogal, cujo pagamento efetuarei SOB PROTESTO e com direito de retenção da peça velha para peritagem.Exijo que a Hyundai Portugal assuma a sua responsabilidade e proceda ao reembolso integral do valor de 1.638,00 € que me vejo compelido a despender. Informo que esta ocorrência será formalizada imediatamente nas plataformas reguladoras do Estado Português.Sem outro assunto, Kostyantyn Andrusyshyn

Em curso
C. S.
20/07/2026

Reembolso não efectuado

Exmos Senhores Dia 5 Junho de 2026 tinha 2 bilhetes para o espectáculo do Oswaldo Montenegro adquirido a LS O espectáculo não se realizou. Estou até agora à espera do reembolso. Vários emails e vários telefonemas para a empresa e sem sucesso. Agradeço informação de como deverei proceder.

Encerrada
T. M.
20/07/2026

Cobrança Com Valor Absurdo

Assunto: Contestação de Faturação Abusiva – Erro de Leitura / Avaria de Contador Exmos. Srs. da Águas de Gondomar, Venho por este meio contestar formalmente a fatura [FT 20260/00468349 , com o valor de [387,58€], correspondente ao período de [07/06/2026 a 06/07/2026]. O volume faturado é completamente absurdo e desproporcional ao meu histórico de consumo. Já foi realizada uma inspeção técnica ao imóvel e não existe qualquer fuga de água ativa, uma vez que o contador permanece totalmente estagnado quando não há consumo voluntário. Para atingir o volume cobrado, seria necessária uma torneira totalmente aberta durante cerca de 56 horas consecutivas, cenário que nunca ocorreu. Trata-se, manifestamente, de um erro de leitura por parte dos vossos serviços ou de uma avaria mecânica do próprio contador. Face ao exposto, solicito: A imediata suspensão da cobrança desta fatura até ao esclarecimento do processo. A retificação da fatura com base na média dos meus consumos habituais. Caso mantenham o valor, exijo a aferição do contador em laboratório independente, nos termos da legislação em vigor. Já foram feitas duas reclamações on line no próprio site da empresa , e tbm tentativas pro chamadas sem sucesso ,também foi feito uma pesquisa na internet onde foi constatado casos semelhantes e recorrentes . Fique registrado para futuras situações . Att Tiago Marques

Em curso
A. C.
20/07/2026

Reclamação por falta de resposta e pedido de esclarecimento sobre faturação de acertos de gás natura

Exmos. Senhores, Venho, por este meio, apresentar uma reclamação relativamente à forma como tem sido tratado o meu pedido de esclarecimento sobre duas faturas de acertos de gás natural emitidas pela Repsol. Após a receção destas faturas, cujo valor me parece manifestamente desproporcional face ao meu histórico de consumos ao longo de vários anos, contactei o vosso serviço de apoio ao cliente por duas ocasiões distintas, solicitando uma explicação detalhada sobre a forma como foram calculados os referidos acertos. Até à presente data, não obtive qualquer esclarecimento concreto. A única resposta recebida foi um email automático a informar que as leituras do contador são efetuadas por uma empresa externa e que estas são realizadas de dois em dois meses. Contudo, essa resposta não esclarece a questão colocada e levanta inclusivamente mais dúvidas, uma vez que os acertos faturados dizem respeito ao período compreendido entre 17/12/2025 e 17/04/2026, ou seja, cerca de quatro meses, quando a própria resposta da Repsol refere que as leituras são efetuadas com uma periodicidade bimestral. Assim, importa esclarecer por que motivo foram acumulados acertos relativos a um período tão alargado. O que solicitei desde o início foi apenas uma explicação objetiva e fundamentada que me permita confirmar se os valores faturados estão corretos, nomeadamente: As leituras consideradas no cálculo dos acertos; As datas exatas dessas leituras; Os consumos efetivamente apurados em cada período; A justificação para a emissão de acertos referentes a aproximadamente quatro meses; O cálculo detalhado que originou os montantes cobrados. Importa salientar que não me recuso a efetuar o pagamento caso seja demonstrado, de forma clara e fundamentada, que os valores estão corretos. No entanto, considero perfeitamente legítimo solicitar esclarecimentos quando os montantes apresentados se encontram muito acima da média dos meus consumos habituais de gás natural, verificada ao longo de vários anos. Lamento que, apesar de já ter efetuado dois contactos telefónicos, a Repsol continue sem prestar qualquer resposta concreta, limitando-se a enviar uma comunicação automática que não responde às questões colocadas. Esta situação revela uma falta de apoio ao cliente e de transparência na prestação de informações relativamente à faturação emitida. Solicito, por isso, que me seja enviada, com a maior brevidade possível, uma resposta completa e fundamentada a todas as questões acima identificadas, para que eu possa verificar a correção dos valores faturados e proceder ao respetivo pagamento, caso os mesmos se confirmem. Na ausência de uma resposta adequada dentro de um prazo razoável, reservarei o direito de apresentar reclamação junto das entidades competentes, nomeadamente da ERSE – Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos e através do Livro de Reclamações Eletrónico, por incumprimento do dever de informação e de resposta ao consumidor. Com os melhores cumprimentos,

Encerrada
A. A.
20/07/2026

Venda de artigo com defeito

Comprei uma viatura na Rocha Automóveis Braga em janeiro e, desde então, só tenho tido problemas. O carro apresentou uma série de avarias logo desde o início. Já foi para reparar duas vezes e, mesmo assim, voltou sempre com os mesmos defeitos e ainda surgiram mais, incluindo agora uma preocupação séria com perda de óleo, óleo no depósito de água, óleo a sair pelo tubo de escape, ar condicionado descarregado, problemas de suspensão. Contactar o stand é uma tarefa quase impossível, pois enviam-me sempre para o chamado 'apoio ao cliente', que parece ser apenas uma pessoa, e raramente atende o telefone, não devolve chamadas, nem responde às mensagens. Nas poucas vezes em que consigo falar, encontro apenas desculpas e promessas adiadas. Já reportei estes problemas há cerca de dois meses e até agora só têm adiado a resolução. Já tive despesas com óleo, que dizem não me vão reembolsar, indo completamente contra a lei, que indica que toda e qualquer despesa proveniente de defeito do produto deve ser coberta pelo fornecedor. A viatura está atualmente no stand para reparação não o vou buscar até estar devidamente resolvido. Se continuarem a dificultar, vou avançar para a devolução do carro. Estou extremamente desiludido com a Rocha Automóveis Braga. A venda até pode ser tranquila, mas se precisarem de apoio pós-venda, preparem-se para uma experiência muito frustrante.

Em curso
C. B.
20/07/2026

Pedido de Comparticipação nos Custos de Reparação e Compensação pelos Prejuízos Sofridos

Exmos. Senhores, Na sequência da minha reclamação identificada com o n.o 03953937 e da resposta remetida por esse Centro de Contacto, venho expor o seguinte. Registo com agrado o facto de, entretanto, terem sido disponibilizadas as peças necessárias à reparação da minha viatura, permitindo finalmente a realização da intervenção. Todavia, essa circunstância não elimina os prejuízos significativos que me foram causados durante todo o período em que o veículo permaneceu imobilizado, nem resolve a questão da responsabilidade pelos elevados custos da reparação. A resposta enviada por V. Exas. limita-se a justificar o atraso com a escassez mundial de componentes eletrónicos, não se pronunciando sobre qualquer dos pedidos formulados na minha reclamação, designadamente quanto à compensação pelos prejuízos sofridos ou à assunção dos custos decorrentes da avaria. Importa ainda salientar que, de acordo com o diagnóstico efetuado pela oficina autorizada, a avaria resultou de um defeito do componente e não de utilização incorreta, negligência na manutenção ou desgaste anormal da viatura. Assim, considero que não é razoável que o consumidor suporte integralmente uma reparação de elevado valor quando a origem do problema não lhe é imputável. Acresce que a indisponibilidade das peças, independentemente da sua causa, originou um período de imobilização extremamente prolongado, privando-me da utilização da viatura durante vários meses e causando-me evidentes transtornos e prejuízos. Tendo em consideração que a viatura se encontra imobilizada desde o dia 14 de março de 2026 e que uma parte substancial desse período resultou da indisponibilidade de peças reconhecida pela própria Opel, considero que os prejuízos sofridos ultrapassam largamente o mero incómodo inerente a uma reparação automóvel. A privação prolongada da utilização de um bem essencial, associada ao previsível custo elevado da reparação de uma avaria grave ocorrida num veículo com apenas cinco anos de utilização, justifica, no mínimo, uma comparticipação significativa da marca no custo da reparação, bem como uma compensação adequada pelos prejuízos decorrentes da imobilização. Nestes termos, solicito que a Opel Portugal e a Stellantis Portugal procedam à reapreciação do processo e apresentem uma proposta concreta que contemple: - a comparticipação integral ou, pelo menos, significativa dos custos da reparação; - uma compensação adequada pelo período de imobilização da viatura; - a fundamentação técnica e comercial da decisão que vier a ser tomada. Caso não seja apresentada uma solução satisfatória, reservarei o direito de recorrer às entidades competentes para defesa dos meus direitos, designadamente ao Centro de Arbitragem do Setor Automóvel e aos demais meios legalmente previstos. Com os melhores cumprimentos, Carolina Miragaia Soares Bravo 20 de julho de 2026

Em curso
F. O.
20/07/2026
Hospital Alfredo da Costa

Atendimento péssimo na Maternidade

Venho expressar a minha indignação relativamente ao atendimento na Maternidade Dr. Alfredo da Costa. No dia 16/07/2026, fui à maternidade para uma consulta, mas não fui atendida pela médica que estava de serviço nesse dia. A doutora que me ia atender não é a minha médica habitual, mas estava a substituir a minha médica. Esta já era a segunda consulta comigo, pois na semana anterior aconteceu o mesmo: ela substituiu a minha médica, não me deixou sequer explicar a minha situação e recusou-se a atender-me, remarcando a consulta para a semana seguinte. Desta vez, cheguei cerca de 30 minutos atrasada. Mesmo estando grávida de risco e tendo necessidade de acompanhamento semanal, a médica recusou-se a atender-me. Ninguém avaliou o estado do bebé, a minha tensão arterial, ou qualquer outro aspeto, apesar de eu precisar de acompanhamento constante devido à gravidez de risco. Já estou totalmente cansada de ter de esperar tanto tempo pelos profissionais, sempre que vou aos exames. Neste dia, a minha consulta estava originalmente marcada para as 10h30, mas sem o meu consentimento foi remarcada para as 9h30, o que me obrigou a enfrentar trânsito e demorei cerca de 50 minutos a chegar ao hospital de carro. Ainda nesse dia, tinha um exame agendado para a tarde. Cheguei ao hospital às 13h, mas só fui atendida por volta das 17h, quase 2 horas depois da hora marcada. No fundo, de manhã não fui atendida devido a um atraso de 30 minutos, não tive direito a qualquer avaliação do bebé ou da minha saúde, apesar da gravidez de risco. No entanto, à tarde, tive de esperar 2 horas para ser atendida. A médica ainda deu a entender que estava a fazer um favor ao atender as pacientes de outra colega, quando na verdade deveria ser uma responsabilidade profissional. Sinto-me profundamente desiludida com o tratamento recebido, sobretudo por estar numa situação tão delicada.

Encerrada

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