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Venda de produto falso
Em dezembro de 2020 comprei uma sapatilhas Golden Goose no site retry.pt. Na verdade foram usadas 2 a 3 vezes, estavam anunciadas como 42 e eram 43. Em maio de 2026 vendi as sapatilhas no site da vinted, o comprador pediu verificação / autenticação do produto, e bem, dias depois chega o veredito. "Olá, rui1326, Infelizmente, não conseguimos verificar se o teu artigo é autêntico. Vender artigos falsificados é contra as nossas Regras de venda. O artigo da tua transação com dl.francois gerou dúvidas quanto à sua autenticidade. Se esta situação continuar, teremos de restringir temporariamente a tua conta, ou seja, não vais poder editar, anunciar nem vender novos artigos. Também poderemos ter de bloquear a tua conta de forma permanente, de acordo com os nossos Termos e Condições. Na Vinted, implementamos medidas para manter a plataforma livre de artigos não autênticos e de qualquer forma de falsificação. A Equipa de Assistência Vinted" . Depois disto confrontei a retry várias vezes, pedindo inclusive o certificado de autenticidade, ao qual me responderam: " Conforme anteriormente explicado, à data da comercialização os artigos eram sujeitos a procedimentos de verificação de autenticidade, incluindo recurso à plataforma Entrupy. Contudo, os respetivos registos/certificados não eram arquivados permanentemente após validação e colocação do artigo à venda, motivo pelo qual não dispomos atualmente desse elemento relativamente a uma transação realizada em 2020". A retry tem mantido a mesma narrativa: "Mantemos, por isso, o entendimento já anteriormente comunicado: na ausência de um parecer técnico formal, independente e conclusivo que comprove a alegada contrafação, não nos é possível proceder ao reembolso solicitado". Comprei o produto como sendo verdadeiro, entendo que não sou eu que tenho que fazer prova do mesmo. Estou a ser lesado em cerca de 100€, não se trata apenas de dinheiro mas responsabilizar quem usa praticas fraudulentas no uso da sua atividade.
Viagem cancelada e não reembolsada
Exmos senhores, No dia 12 de Fevereiro de 2026 adquiri na vossa agência voos para 2 adultos de lisboa para Berlim e regresso. Paguei um total de 553,81€. Devido a greve , o voo foi cancelado para este dia e remarcado para uma data não aceite por mim. A companhia aérea já garantiu que todas as agências devem reembolsar os seus clientes, porque assim o permitiram. Num pedido de assistência à vossa linha de apoio, foi-me recusada a possibilidade de reembolso. Venho exigir o meu reembolso por um voo não realizado, que não foi cancelado por mim, cliente. Obrigada Catarina Ambrósio
Solicitação de revisão de cancelamento de reserva
No dia, 02/06/2026, efetuei um pedido de reembolso através da área de gestão da minha reserva na Iberia, interpretei como estando relacionado com um reembolso decorrente de uma alteração do voo de regresso efetuada anteriormente pela própria Iberia. Ao realizar essa operação, não tinha a intenção de cancelar a viagem nem de solicitar a anulação do bilhete adquirido. A informação apresentada durante o processo não me levou a compreender de forma clara e inequívoca que a submissão do pedido implicaria o cancelamento da reserva e do bilhete. Caso tivesse percebido que essa seria a consequência, não teria prosseguido com a operação. Assim que verifiquei que deixei de conseguir gerir a reserva online, contactei de imediato o serviço de apoio ao cliente da Iberia através de email, site e telefónico, tendo sido então informado de que o bilhete tinha sido cancelado e que o reembolso se encontrava em processamento. Entendo que esta situação resultou de um erro de interpretação motivado pela falta de clareza quanto às consequências do procedimento efetuado. Agi imediatamente após tomar conhecimento do sucedido e manifestei desde logo a minha intenção de manter a viagem. Solicito a reapreciação do caso e a análise de uma solução que permita repor a situação ou minimizar os prejuízos decorrentes deste equívoco.
EDP induz o consumidor em erro
Bom dia, Venho por este meio manifestar a minha frustração relativamente ao serviço EDP Charge. Como acontece com muitos utilizadores de veículos elétricos, carrego habitualmente o meu veículo numa rede privada. Por esse motivo, o meu conhecimento sobre a utilização da rede pública de carregamento é reduzido, como acredito que aconteça com muitos consumidores. Neste caso, realizei apenas quatro carregamentos em rede pública, tendo sido apenas no último que me apercebi da forma como a simulação apresentada pela EDP pode induzir os clientes em erro. Com base na simulação apresentada pela EDP, decidi carregar o meu veículo num posto de carregamento lento, ao contrário dos três carregamentos anteriores, que foram realizados em carregadores rápidos. Como tinha a possibilidade de deixar o carro ligado durante mais tempo, optei por essa solução com o objetivo de preservar a bateria, uma vez que, segundo a simulação apresentada, o valor do carregamento seria semelhante, rondando os 20 euros. A questão principal é que a EDP apresenta uma simulação para um carregamento de cerca de 6 horas, na qual é indicada uma taxa de utilização de 18 cêntimos por minuto. No entanto, no valor final estimado, esse custo não é apresentado de forma realista. Um consumidor sem conhecimento técnico sobre estas tarifas — conhecimento esse que não deveria ser obrigado a ter — acaba por tomar uma decisão com base numa estimativa incompleta ou enganosa. No meu caso, tomei uma decisão que nunca teria tomado se me tivesse sido apresentado um valor mais próximo da realidade. Como podem verificar na simulação que anexei, tive inclusivamente o cuidado de colocar um tempo de carregamento e um consumo de eletricidade superiores aos do carregamento sobre o qual estou a reclamar. Ainda assim, a EDP apresentou-me uma estimativa de cerca de 21 euros para aproximadamente 6 horas ligado ao carregador. Nos detalhes da simulação, nas tarifas OPC, é efetivamente indicado um custo de 18 cêntimos por minuto. No entanto, no valor final, é apresentado um custo OPC de apenas cerca de 3 euros, quando, feitas as contas, esse valor deveria rondar os 60 euros. O cliente não tem de conhecer todos estes detalhes técnicos para conseguir prever o custo real do serviço. Quando vou ao supermercado ou a uma bomba de combustível, não me é apresentado um valor estimado completamente distante do valor final a pagar. Ainda mais num serviço como o carregamento elétrico, onde pode existir uma variação significativa em função do tempo de carregamento, da velocidade do posto e das respetivas tarifas. A única variação compreensível numa estimativa deste tipo seria, por exemplo, a relacionada com eventuais perdas de energia. Ou seja, passamos de uma simulação de cerca de 19 a 21 euros, onde aparentemente apenas são considerados a eletricidade e algumas taxas, para um valor final de pagamento de 74 euros. Quero deixar claro que compreendo a existência das várias taxas associadas ao carregamento. O que não compreendo, nem considero aceitável, é que a EDP não apresente uma estimativa correta, clara e transparente, incluindo todas as taxas aplicáveis, levando o cliente a tomar decisões com base em informação incompleta. Da mesma forma que isto aconteceu neste carregamento, aconteceu também nos três carregamentos anteriores. A diferença foi que, ao carregar num posto lento, o tempo de carregamento fez com que a diferença entre o valor apresentado na simulação e o valor final cobrado fosse abismal. Ainda assim, em todos os carregamentos realizados, o valor final foi consideravelmente superior ao valor apresentado na simulação. Desta forma, considero que fui induzido em erro pela simulação apresentada e solicito a análise desta situação, bem como a devida correção do problema e a compensação relativamente ao valor cobrado. Aguardo uma resposta da vossa parte. Com os melhores cumprimentos, Hugo Henriques
Encomenda não recebida
Bom dia Através de um anúncio que vi no Facebook comprei um produto no dia 26 de maio. Ferramenta de Solo Portátil – Cultivador 360 RPM, Baterias 6Ah, Para Jardinagem Fácil — Oferta por Tempo Limitado! 1 27,99 € Recebi um e-mail para pagamento, o qual realizei. Recebi um email de receipts@megasaldo.pt com o nº de encomenda, Encomenda #17641 e o nº de recibo, Recibo n.º 1079-8627. Não recebi qualquer informação com a data de envio do produto. No dia 30/05/2026, como não diziam nada, nem entregavam a encomenda, enviei email para contato@megasaldo.pt a solicitar esclarecimentos, para o qual não obtive resposta até à data. Estou a achar que se trata de uma burla. Hoje, 03/06/2026, voltei a enviar um email para suporte@megasaldo.pt a solicitar esclarecimentos. O que posso fazer para ter o meu artigo entregue ou reaver o meu dinheiro de volta? Obrigada
Devolução com regras ilegais
Fiz o pedido 17799 e quando as peças chegaram (2 conjuntos de calça e blusa) são de baixa qualidade e não correspondem às fotos no site. Exerci meu direito de Livre resolução, previsto no Decreto-Lei 24/2014, e solicitei a devolução antes de 14 dias corridos após a entrega, mas a resposta que obtive é que não podem reembolsar as "despesas do envio internacional, taxas adicionais e desalfandegamento" e, portanto, a devolução para o tal centro de distribuição internacional seria por minha conta. Em alternativa, sugerem que eu fique com as peças mediante a devolução de 20% do valor da compra. O problema é que "as regras de devolução não estão claras no site" e também "não informam qual o valor das despesas de devolução". Quero devolver os produtos e receber o reembolso justo, pois esse é um recurso frequente de burla nas vendas online.
Reclamação e pedido de restituição De valor
Exmos. Senhores, Venho por este meio expressar a minha insatisfação relativamente à compra de uma passadeira eléctrica para exercício, feita através da vossa publicidade no Facebook no dia 26 de maio. Efetuei o pagamento via MB Way, pois o valor estava atrativo e dentro do meu orçamento, embora tivesse que fazer um esforço adicional para conseguir pagar. No mesmo dia, recebi dois emails: um a confirmar a encomenda e pagamento, e outro a informar que a encomenda estava em processamento. No entanto, passou mais de uma semana e não recebi qualquer outra informação, mesmo após várias tentativas de contacto que realizei sem sucesso. Inclusive já tentei entrar em contato através do número de telefone que está mencionado no site e dizem que não está registado. Dado o silêncio e a falta de resposta, exijo a devolução integral do valor que paguei. Além disso, solicito uma compensação pelo tempo perdido, pelo stress e pelas consequências psicológicas que esta situação me causou. Encontro-me desempregada e com meios de rendimento bastante precários, pelo que a passadeira representava uma importante ajuda para manter-me fisicamente e psicologicamente minimamente estável. Aguardo uma resposta célere e a resolução deste problema. Atentamente, Ana Cristina Godinho
Serviço mal realizado
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação relativamente ao serviço prestado pela vossa oficina, bem como solicitar a vossa intervenção na resolução de uma situação que considero inadmissível. No dia 15/05/2026, desloquei-me às vossas instalações para realizar uma revisão ao meu veículo, tendo sido efetuados os trabalhos constantes da fatura n.º 324, no valor de 210,33 €. Após a intervenção, fui informada de que o veículo se encontrava em condições adequadas de funcionamento, tendo apenas sido referido que o filtro de partículas se encontrava saturado e que a situação seria resolvida através da circulação normal do veículo. Contudo, após percorrer cerca de 3 km à saída da oficina, ouvi um som semelhante a uma fuga de ar ou a algo a esvaziar. Perante esta situação, regressei imediatamente à oficina, onde me foi comunicado que o problema estaria relacionado com um tubo danificado. O veículo ficou novamente nas vossas instalações para reparação e, no dia 29/05/2026, foi-me faturada uma nova intervenção, através da fatura n.º 369, no valor de 48,59 €, referente a um tubo de ar, material e mão de obra. Após levantar o veículo pela segunda vez, percorri menos de 1 km e o mesmo problema voltou a ocorrer, apresentando exatamente os mesmos sintomas. Face à repetição da avaria, procurei uma segunda opinião junto de outro profissional da área automóvel, tendo-me sido transmitido que o tubo em questão não aparenta ter sido substituído, encontrando-se apenas remendado, conforme demonstram as fotografias que junto em anexo. Esta situação é particularmente grave, uma vez que solicitei duas intervenções num curto espaço de tempo sem que o problema tenha sido efetivamente resolvido. O que deveria ter sido uma simples revisão para preparar o veículo para a inspeção periódica resultou em sucessivas deslocações à oficina, perda de tempo, transtornos e custos adicionais, continuando o veículo sem se encontrar em condições adequadas. Perante os factos expostos, solicito uma análise urgente deste processo e esclarecimentos relativamente aos trabalhos efetivamente realizados, bem como uma solução definitiva para a situação criada. Enquanto cliente, considero legítimo esperar que os serviços faturados correspondam aos serviços executados e que as reparações efetuadas resolvam efetivamente as avarias identificadas. Aguardo uma resposta por escrito com a maior brevidade possível. Com os melhores cumprimentos, Catarina Cruz
Atraso na transição para Outro Operador
Venho por este meio apresentar reclamação contra a operadora MEO (marca UZO) devido à manifesta ineficácia, atraso e falta de transparência no processo de validação do meu pedido de adesão ao serviço, efetuado no passado dia 25 de maio de 2026. Na referida data, contactei os vossos serviços com o intuito de celebrar um novo contrato e proceder à portabilidade do meu número de telemóvel atual, o 938934126. Foi-me expressamente indicado pelos vossos serviços de atendimento que receberia, de forma breve, uma mensagem de texto (SMS) contendo as informações iniciais e o respetivo link/código para a validação formal do contrato. Decorridos dois dias úteis sobre o contacto inicial, continuo sem receber qualquer notificação ou SMS de validação, encontrando-se o processo completamente paralisado por vossa responsabilidade. Perante esta demora, ao fim de 24 horas, voltei a contactar a vossa linha de apoio ao cliente (MEO), tendo-me sido dada uma resposta genérica de que "deveria continuar a aguardar pelo SMS/migração", sem mais informações de relevo, factuais ou conclusivas sobre o processo. Como consumidor, tenho direito a uma informação clara e transparente sobre o estado dos meus pedidos. Mais informo que, caso este processo envolva o incumprimento dos prazos regulamentares de portabilidade estipulados pela ANACOM, farei valer o meu direito à indemnização legal de 2,50€ por cada dia de atraso. Mais adianto que, se verificar a disponibilidade do serviço UZO mediante o site desse provider, a minha morada é dada como dentro da cobertura do serviço UZO e, ao tentar ADERIR mediante o site, após inserção dos meus dados pessoais é me dada a informação de que a UZO não tem cobertura na minha morada, o que é falso. Face ao exposto, exijo: A retificação de qualquer erro informático ou de dados que esteja a bloquear o processo; O envio imediato dos dados de validação do contrato para que a ativação do serviço não sofra mais atrasos.
Débito direto sem a minha permissão
Muito boa tarde vim aqui formalizar a minha queixa por parte da agilidade seguros a mais de 5 meses estão a fazer débito direto na minha conta sem autorização visto que ligaram pra mim com uma proposta de seguros que iria pagar só pelo cartão e no mês seguinte logo tiraram dinheiro na minha conta liguei pra eles cancelarem que eles me enganaram não cancelaram continuam a tirar o dinheiro da minha conta sendo que não assinei e não concordei com esses termos,quero cancelar e pedir o meu reembolso, obrigada.
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