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Fechadura instalada com defeito e proposta de reembolso insuficiente
Contratei o serviço de substituição de uma fechadura numa porta de alumínio para o dia 06/07/2026, através da aplicação, pelo valor de 47,21€, com a referência # JOB092D61A6. O técnico veio ao local e instalou uma fechadura nova. Quando experimentei a fechadura, já depois do técnico ter saído (porque não era eu quem estava em casa no momento do serviço), reparei que a chave deixada na fechadura ficou presa e não é possível rodá-la para trancar a porta. Ou seja, a fechadura instalada não funciona corretamente. Solicitei a correção do problema para o dia 08/07/2026 (referência # RECT092D61A60), mas a equipa do Oscar cancelou esse agendamento em 07/07/2026. Recebi um email a explicar que tinham cancelado porque a equipa associada não conseguia garantir a realização do serviço, propondo o reembolso de 50% do valor pago. Recusei a proposta nesse mesmo dia e expliquei que, se o problema era uma questão de horários, poderiam sugerir nova data e hora para o técnico vir resolver. Não obtive resposta até 09/07/2026, quando a equipa voltou a referir que não conseguiam garantir a realização, mantendo a proposta de reembolso de apenas 50%. Voltei a recusar, pois considero que só faria sentido devolverem o valor total, já que no site indicam que cada serviço está segurado e com garantia: 'Se não conseguirmos resolver, não pagas'. Neste caso, não só não resolveram, como ainda foram criados dois novos problemas — não consigo trancar a porta com a chave e a chave está presa na fechadura. Voltei a enviar email a pedir esclarecimentos no dia 15/07/2026, mas até hoje não tive mais qualquer resposta. Sinto-me completamente insatisfeito com o serviço e a falta de apoio na resolução desta situação. Pretendo o reembolso total do valor pago ou que a situação seja devidamente resolvida com a substituição adequada da fechadura.
Contrato não cancelado, faturação após saída do imóvel, consumos estimados e saldo do Cartão Contine
Venho apresentar uma reclamação formal contra a Galp devido à manutenção indevida de um contrato de eletricidade que solicitei cancelar, à emissão de faturas referentes a períodos em que já não residia no imóvel e à falta de esclarecimento sobre valores utilizados através do Cartão Continente. Saí definitivamente do imóvel situado na Rua Gregório Lopes, n.º 3, 5.º C, Tomar, no dia 15 de maio de 2026. Nessa data, entreguei as chaves e deixei de ter qualquer acesso ao apartamento. Tenho comprovativos da minha saída, da entrega do imóvel e dos pedidos de cancelamento realizados junto da Galp. Apesar disso, o contrato continua a aparecer como ativo na área de cliente e continuam a ser emitidas faturas em meu nome. A fatura emitida em 2 de junho inclui valores relativos ao período de 29 de abril a 27 de maio de 2026. Nessa fatura, parte do consumo é medida apenas até 16 de maio e o consumo entre 17 e 27 de maio é estimado, ou seja, relativo a um período em que eu já não residia no imóvel nem tinha acesso ao local. A situação torna-se ainda mais grave na fatura emitida em 2 de julho, no valor de 87,59 €, referente ao período de 28 de maio a 27 de junho de 2026. Todo o consumo de 378 kWh indicado nessa fatura é apresentado como estimado, embora eu já tivesse saído do imóvel em 15 de maio e solicitado o cancelamento. Não aceito ser responsabilizado por consumos estimados ou reais ocorridos após a minha saída, especialmente depois de ter comunicado que já não tinha acesso ao apartamento. Durante vários contactos telefónicos, foi-me dito que a impossibilidade de concluir o cancelamento seria da minha responsabilidade, por já não ter acesso ao imóvel. No entanto, as próprias mensagens enviadas pela E-Redes indicam que foram agendadas intervenções remotas para 26 de maio e 19 de junho, afirmando expressamente que a minha presença não seria necessária. Posteriormente, fui informado de que não tinha sido possível realizar essas intervenções remotamente e que seria necessário o acesso de uma equipa técnica ao local. É inaceitável que a Galp transfira para o antigo cliente as consequências de uma falha técnica ou operacional entre a comercializadora e a E-Redes, sobretudo quando o pedido de cancelamento já tinha sido comunicado e eu já tinha entregue as chaves. Não posso ser obrigado a manter acesso indefinido a um imóvel onde já não resido apenas para que a Galp consiga executar corretamente um pedido de cancelamento. Existe ainda uma situação por esclarecer relacionada com o Cartão Continente. O histórico apresentado mostra movimentos de 40 € em 2 de abril e de 50 € em 24 de abril, perfazendo um total de 90 €. Contudo, na fatura emitida em 2 de junho, apenas aparecem 29,36 € como desconto proveniente do saldo da App Mundo Galp e/ou Cartão Continente. Solicito que a Galp apresente uma discriminação completa e documental da utilização dos 90 €, indicando em que faturas foram aplicados e justificando o destino dos restantes 60,64 €. Na fatura seguinte, a Galp afirma ainda que não atribuiu o vale de desconto por existir uma alegada dívida de 40,83 €, agravando uma situação que resulta precisamente da falta de cancelamento do contrato e da cobrança de períodos posteriores à minha saída. Diante do exposto, solicito: O cancelamento do contrato com efeitos na data em que comuniquei a cessação ou, no máximo, na data da minha saída do imóvel, em 15 de maio de 2026; A anulação e correção de todas as cobranças posteriores à minha saída; A anulação dos consumos estimados faturados após 15 de maio; A suspensão imediata de novas cobranças e débitos diretos; A confirmação escrita de que o contrato se encontra definitivamente encerrado; Uma discriminação completa da utilização dos 90 € do Cartão Continente; A restituição ou crédito de qualquer valor utilizado ou cobrado indevidamente; A garantia de que não será comunicada qualquer dívida, incumprimento ou penalização em meu nome; A disponibilização das gravações e dos registos dos contactos telefónicos em que solicitei o cancelamento; Uma explicação formal sobre a razão pela qual o cliente está a ser responsabilizado pela impossibilidade técnica de executar a intervenção. Junto as faturas, o histórico dos movimentos do Cartão Continente, as mensagens da E-Redes, a imagem que demonstra que o contrato continua ativo e os comprovativos da minha saída e dos pedidos de cancelamento. Caso a situação não seja integralmente resolvida, apresentarei igualmente reclamação no Livro de Reclamações Eletrónico e junto da ERSE, da Direção-Geral do Consumidor e do centro de arbitragem de conflitos de consumo competente.
Encomenda não recebida
Exmos. Senhores, Em (6/07/2026) adquiri uma camisola, da, loja Falcon Outlet pelo valor de 27€. O pagamento foi efetuado no momento. Conforme fatura-recibo, na altura foi acordado com o vendedor que a entrega seria efetuada até ao dia (22/07/2026). Contudo, até à presente data, o mesmo ainda não foi entregue. Já efetuei vários contactos junto dos vossos serviços e obtive a resposta de que iam ver onde andava a encomenda mas depois disso numa obtive resposta até hoje. Mantenho-me sem camisola e sem o dinheiro. E ignoram todas as minhas mensagens. Agradecia que me contactassem para resolvermos isto! Cumprimentos.
Colocação de um menor num voo diferente dos pais, sem a autorização dos mesmos
Venho apresentar reclamação relativamente à atuação da companhia aérea Iberia na gestão da reserva da minha família para o voo Madrid–Budapeste, inicialmente prevista para o dia 15 de agosto de 2026. A reserva foi efetuada em janeiro de 2026 através da plataforma Kiwi.com. Desde essa data, fomos alvo de sucessivas alterações aos voos, alterações essas que nos foram sempre comunicadas pela Kiwi.com como tendo origem na Iberia. Apesar dos constantes constrangimentos, aceitámos todas as alterações de boa-fé, uma vez que, até determinado momento, continuávamos a conseguir chegar a Budapeste no dia 15 de agosto, conforme planeado. Toda a nossa viagem foi organizada em função dessa data, incluindo voos de ligação, alojamento já pago e diversas atividades previamente reservadas. A situação agravou-se quando, na última alteração efetuada pela Iberia, eu e o meu marido fomos colocados num voo no dia 14 de agosto (N44XR), enquanto o nosso filho Francisco, de apenas 15 anos, foi colocado sozinho num voo diferente, no dia 16 de agosto ( N45BY). Com esta alteração o meu marido teria que faltar um dia ao trabalho e seríamos obrigados a adquirir, com custos adicionais, novos bilhetes de avião entre o Porto/Madrid para conseguirmos embarcar no voo para Budapeste no dia 14 de agosto. Por sua vez, o nosso filho Francisco, de apenas 15 anos, teria de realizar sozinho o voo Porto–Madrid já adquirido para o dia 15 de agosto, permanecer sozinho durante uma noite em Madrid, numa cidade que não conhece, e, no dia 16, embarcar sozinho para Budapeste. Trata-se de uma situação manifestamente inadmissível e totalmente incompatível com o dever de proteção e assistência que deve ser assegurado a um passageiro menor de idade. Nunca autorizámos, nem autorizaríamos, que o nosso filho viajasse desacompanhado ou permanecesse sozinho num país estrangeiro. Esta alternativa, além de colocar em causa a segurança e o bem-estar de um menor, obrigava-nos ainda a suportar despesas adicionais exclusivamente provocadas pelas sucessivas alterações introduzidas pela Iberia. Por indicação da Kiwi.com, contactei telefonicamente a Iberia no dia 13 de julho de 2026 para tentar resolver a situação. Expliquei que a nossa única intenção era manter a viagem no dia 15 de agosto, uma vez que já tínhamos alojamento pago, atividades reservadas e toda a viagem organizada para essa data. Perante a enorme angústia causada pela separação do nosso filho menor num voo diferente, acabei por aceitar viajar dia 17 de agosto para podermos viajar todos no mesmo voo. Essa decisão foi tomada num momento de elevado stress e pressão emocional, tendo como única prioridade garantir que o nosso filho viajasse connosco. Após terminar a chamada e analisar cuidadosamente todas as consequências dessa alteração, percebi que essa decisão compromete completamente a nossa viagem. A chegada apenas no dia 17 de agosto à tarde implica perder duas noites de alojamento já pagas em Budapeste, perder atividades previamente reservadas para os dias 15 e 16 e suportar um prejuízo económico significativo, tudo isto em consequência das sucessivas alterações efetuadas pela Iberia. Considero que a aceitação da alteração para o dia 17 não resultou de uma escolha livre e ponderada, mas sim de uma decisão tomada sob forte pressão emocional, criada por uma situação que nunca deveria ter ocorrido: a separação de um menor de 15 anos dos seus pais em voos distintos. Assim, solicito que esta situação seja urgentemente revista e que a Iberia nos volte a colocar no voo inicialmente previsto para o dia 15 de agosto de 2026, o qual, tanto quanto é do meu conhecimento, continua a existir e a operar. Caso tal não seja possível, solicito que a Iberia assuma integralmente todas as despesas de assistência a que temos direito em consequência da alteração do voo, nomeadamente o pagamento de duas noites de alojamento em Madrid para os três passageiros, todas as refeições e bebidas durante esse período de espera, os transportes entre o aeroporto e o hotel, bem como quaisquer outras despesas indispensáveis até ao embarque no voo para Budapeste. Estas despesas resultam exclusivamente das alterações introduzidas pela Iberia e não podem, de forma alguma, ser suportadas pelos passageiros.
Colocação de um menor num.voo diferente dos pais
Venho apresentar uma reclamação relativamente à atuação da Kiwi.com na gestão da reserva da viagem da minha família entre Madrid e Budapeste, prevista inicialmente para o dia **15 de agosto de 2026**. A reserva foi efetuada em janeiro de 2026, com vários meses de antecedência, precisamente para garantir estabilidade na organização da viagem. Desde essa data, fomos sucessivamente informados pela Kiwi.com de alterações aos voos, sempre justificadas como sendo consequência de alterações efetuadas pela companhia aérea Iberia. Apesar dos sucessivos transtornos, aceitámos todas as alterações de boa-fé, uma vez que, apesar das mudanças de horário, continuávamos a chegar a Budapeste no dia 15 de agosto, data em função da qual organizámos toda a viagem, incluindo voos de ligação, alojamento já pago e diversas atividades previamente reservadas. A situação tornou-se particularmente grave quando, na última alteração, eu e o meu marido fomos colocados num voo diferente do nosso filho Francisco, de apenas 15 anos. Fomos transferidos para um voo no dia 14 de agosto, enquanto o nosso filho foi colocado sozinho num voo no dia 16 de agosto. Nunca autorizámos, nem alguma vez autorizaríamos, que um menor viajasse desacompanhado dos seus pais. Perante esta situação, contactei a Kiwi.com, tendo sido aconselhada a resolver diretamente o problema com a Iberia. No dia 13 de julho de 2026 contactei telefonicamente a Iberia e expliquei que a nossa prioridade era viajar no dia 15 de agosto, uma vez que já tínhamos toda a viagem organizada para essa data. Fui informada de que não existia qualquer alternativa para manter essa data. A única solução apresentada foi colocar também o meu filho no voo do dia 14, opção que nos causava graves transtornos, uma vez que já tínhamos reservado o voo Porto-Madrid para a manhã do dia 15 e essa alteração obrigaria ainda o meu marido a faltar ao trabalho. Num momento de enorme ansiedade e preocupação, motivado exclusivamente pelo facto de o nosso filho menor estar separado dos pais, acabei por aceitar a alternativa proposta pela Iberia para viajar no dia 17 de agosto. Essa decisão foi tomada sob forte pressão emocional e não correspondeu à nossa verdadeira vontade. Depois de refletir calmamente sobre a situação, apercebi-me de que essa alteração compromete completamente a nossa viagem. A chegada apenas no dia 17 implica perder duas noites de alojamento já pagas em Budapeste, perder atividades previamente reservadas para os dias 15 e 16 e suportar um prejuízo económico muito significativo. Solicitei posteriormente à Kiwi.com que tentasse, junto da Iberia, obter o cancelamento desta última alteração e a emissão do respetivo crédito, uma vez que verifiquei existir na própria plataforma da Kiwi.com um voo de outra companhia aérea no dia 15 de agosto, que nos permitiria manter a viagem na data inicialmente prevista. A nossa intenção era utilizar esse crédito para efetuar uma nova reserva através da própria Kiwi.com. Considero que a Kiwi.com não prestou a assistência que seria expectável numa situação desta gravidade. Para além de nos remeter para a companhia aérea, não conseguiu encontrar uma solução que salvaguardasse a unidade da nossa família nem minimizar os prejuízos decorrentes das sucessivas alterações da reserva. Solicito, por isso, a intervenção da DECO PROteste para que a Kiwi.com reveja este processo e diligencie, junto da Iberia, uma solução que permita cancelar a última alteração da reserva e emitir o respetivo crédito ou reembolso, possibilitando a aquisição de um voo alternativo para o dia 15 de agosto de 2026. O nosso objetivo nunca foi obter qualquer vantagem económica, mas apenas conseguir realizar a viagem na data inicialmente contratada, evitando prejuízos que resultaram de sucessivas alterações totalmente alheias à nossa vontade.
Cecotec recusa garantia de aspirador com defeito de fabrico nos primeiros 6 meses
Quero alertar todos os consumidores sobre a falta de vergonha e o péssimo serviço pós-venda da Cecotec. Comprei um aspirador vertical RX70 "Pet Friendly" em dezembro de 2025 e, com menos de 6 meses de uso normal, o cabo principal avariou. A resposta da Cecotec? Recusam a reparação, dizem que o aparelho "levou água", não me dão nenhum relatório técnico de diagnóstico e simplesmente devolveram-me o aspirador avariado para casa! Uma vergonha!O mais ridículo é que, logo no primeiro mês, o depósito de água original veio com defeito, não encaixava e vertia água por todo o lado. Eu avisei o apoio ao cliente por e-mail, eles assumiram que era um problema do aparelho e mandaram-me um depósito de água novo. Se o aspirador tem humidade por dentro, a culpa é do defeito de fabrico inicial da própria Cecotec e não do meu uso! Para além de o aspirador ser de péssima qualidade (diz-se "Pet Friendly" mas os materiais são frágeis, não tem força para aspirar a areia do gato e nem traz a escova de tapetes), o apoio ao cliente descarta-se de qualquer responsabilidade inventando desculpas sem provas. Só me enviaram fotos de pó normal do aspirador a trabalhar para dizer que fiz "mau uso".Exijo que a Cecotec cumpra a lei portuguesa e a garantia de 3 anos. Quero o meu dinheiro de volta! Não comprem nesta marca se não querem ser enganados! Aguardo uma resposta imediata para resolver este abuso.
Pagamento de um pedido por Glovo que eu não fiz e sem querer não consegui recusar e foi feito o leva
Exmos. Senhores, No dia 19/07/2026, foi-me debitado o valor de 10,68 € referente a um pedido da Glovo Portugal que não efetuei. Quando tive conhecimento da situação, tentei recusar o pedido. No entanto, não sei se, por lapso, acabei por confirmar alguma ação involuntariamente. Apesar disso, o valor foi debitado da minha conta. Desconheço como foi possível este pedido ter sido associado ao meu número ou aos meus dados, uma vez que não fui eu quem o realizou. Gostaria, por isso, de solicitar a vossa ajuda no esclarecimento desta situação e, se possível, no reembolso do montante cobrado indevidamente. Embora o valor não seja elevado, a situação é preocupante, uma vez que se trata de um pedido que não fiz. Caso seja necessária qualquer informação adicional ou prova do débito efetuado, estou totalmente disponível para fornecer os documentos ou evidências que considerem necessários. Agradeço, desde já, a vossa atenção e aguardo uma resposta.
Não Existe Peças
Eu João C A Barreiros esposo da proprietária Sandra Barreiros no passado dia 27 de Março de 2026 fomos ao concessionário da FIAT em Palmela, MOTORPOR, situada na Quinta Tomé Dias, E.N. 252, 2950-067 Palmela, por causa de um problema no Motor de um FIAT 500C com a Matrícula 86-XB-73, foi verificado pelos técnicos na oficina que era um problema no tubo de admissão de ar e que era necessário a sua substituição, aceitei que se fizesse o serviço e a MOTORPOR fez a encomenda da respetiva peça, numa chamada no dia 30 de Março de 2026 informaram-me que em Portugal não tinha stock da peça e que iriam acionar uma dita "reclamação" para ser procurada em outros Países. No dia 4 de abril de 2026 foi me dito que a peça teria a sua chegada prevista para o dia 5 de maio de 2026, mas até agora e após informação prestada no dia 12 de maio de 2026, não têm qualquer informação sobre a data prevista para a entrega. Mais recentemente voltamos a ter a informação que teria a sua chegada prevista para 14 de julho de 2026, voltou a não se confirmar a entrega da referida peça, a FCA Portugal, S.A., representante da FIAT para Portugal só me enviam e-mail’s com a mesma informação de sempre e passo a citar: “Infelizmente, neste momento, ainda não nos é possível indicar-lhe uma data definitiva para a entrega das peças necessárias à reparação da sua viatura. No entanto, gostaríamos de assegurar que o seu caso continua a merecer a nossa máxima atenção. Continuamos em articulação com a nossa equipa de Logística e com o Reparador Autorizado Motorpor, onde foi solicitado um acompanhamento prioritário desta encomenda junto das equipas responsáveis, estando a sua evolução a ser monitorizada de forma contínua. Assim que nos for comunicada qualquer atualização relevante relativamente à disponibilidade ou expedição da peça, entraremos imediatamente em contacto consigo para o manter informado.” Caros Senhores, após este resumo sobre o tema em questão, hoje 19 de julho de 2026, já passaram 116 dias sem o veículo, que nos faz falta a nível familiar para as deslocações para o emprego e outras, por causa de não existir em Portugal o Stock de um "Tubo de Admissão", é para mim algo impensável nos dias de hoje, que uma Marca com a FIAT não tenha disponível está peça em Stock, ainda para mais sendo um veículo com ano de matrícula de 2019! Informo que continuo a não ter quaisquer desenvolvimentos positivos sobre a situação, e não vejo qualquer atitude da parte da FIAT ou FCA Portugal, S.A., para pelo menos minimizar uma situação em que o consumidor não tem qualquer responsabilidade nem capacidade de poder mitigar a situação. Como informação adicional, o veículo já não está na garantia têm aproximadamente 38.000 km e sempre fez as revisões no Concessionário da Marca, neste caso a MOTORPOR, sempre tivemos a ideia que esse é o processo correto para conseguir o melhor serviço em menos tempo, mas creio estar a ficar de lado essa ideia de Profissionalismo e Confiabilidade que a Marca FIAT vende.
Reclamação de decisão de acidente
Recebi resposta por parte desta seguradora em como sou o culpado de um acidente porque o outro segurado não assume a culpa perante os mesmos. Como é possível a seguradora pôr em causa a minha palavra e a participação da GNR? Quando a GNR chegou ao local do acidente, o segurado assumiu a culpa, conforme está registado. Só mais tarde, quando foi para assinar a documentação, mudou a sua versão e não foi verdadeiro. No momento inicial, admitiu a responsabilidade. Não consigo compreender como conseguem dar mais credibilidade ao segurado e colocar em causa a palavra de militares da Guarda Nacional Republicana.
Extravio de blazer
Exmos. Senhores, Em 30/05/2026 entreguei um blazer de linho branco (€260) na 5àsec Oeiras Parque para limpeza a seco (€15,15 — fatura FTR 2/113649). A empresa perdeu a peça. Em carta de 19/06/2026 confirmam por escrito que não têm a peça, invocando cláusula interna que só declara perda ao fim de 2 meses. Contesto esta cláusula como abusiva ao abrigo do DL 446/85: o blazer é de linho de uso sazonal — o prazo de 2 meses coincide com o fim do verão, privando-me do uso durante toda a estação. Já apresentei reclamação interna (FIR 2/113649), livro de reclamações físico e eletrónico, e comunicação formal à sede (Grupo RS). Exijo ressarcimento de €275,15 (€260 + €15,15). Cumprimentos.
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