Reclamações públicas

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T. D.
02/06/2026

Responsabilidade Acidente Viação

Exmos. Srs. No passado dia 16-04-2026 a minha viatura esteve envolvida num acidente de viação numa rotunda. A outra viatura era alugada e conduzida por uma condutora estrangeira. Após envio da DAAA à Ok Teleseguros, respondem que seguradora do veículo terceiro não é aderente à convenção CIDS, e como tal eu teria que reclamar diretamente à outra companhia. Assim fiz e a resposta que tive foi que a responsabilidade era inteiramente da minha viatura, coisa que não concordei. Ao enviar a resposta da outra seguradora (FIATC) foi-me dito que nada podiam fazer a não ser ativar a proteção jurídica do meu seguro. Assim fiz e os mesmos disseram-me que estávamos em condições de reclamar 50/50 de responsabilidade (coisa que não concordo). Passadas várias semanas a resposta que recebo da minha companhia é que a FIATC estava irredutível e não aceitavam os 50/50, motivo pelo qual eu teria que ativar o choque e colisão do meu seguro, pagando 500€ de franquia. A minha reclamação não se prende com valores. Prende-se com responsabilidades. Se o código da estrada é igual para todos como posso aceitar que a minha companhia de seguros não me defenda quando a lei diz ". Deve ceder a passagem a quem já circula na rotunda, ocupar a via mais à direita se for sair na 1ª saída, e usar a via mais à esquerda para as restantes, sinalizando sempre as manobras". Como poderão ver na DAAA que vos envio a minha viatura ia na faixa mais à esquerda porque iria sair na 2ªsaida, sendo que a outra condutora se encontrava na faixa da direita para fazer uma inversão de marcha porque se tinha enganado e queria voltar para trás, ou seja, ia sair na ultima saída. Fez esta inversão sem sinalizar e sem verificar se o poderia fazer em segurança, embatendo na lateral da minha viatura. O embate deu-se na zona da roda do lado direito. Aquilo que o artigo em que a outra companhia se baseia é "Artigo 14.º-A Rotundas 1 - Nas rotundas, o condutor deve adotar o seguinte comportamento: a) Entrar na rotunda após ceder a passagem aos veículos que nela circulam, qualquer que seja a via por onde o façam; b) Se pretender sair da rotunda na primeira via de saída, deve ocupar a via da direita; c) Se pretender sair da rotunda por qualquer das outras vias de saída, só deve ocupar a via de trânsito mais à direita após passar a via de saída imediatamente anterior àquela por onde pretende sair, aproximando-se progressivamente desta e mudando de via depois de tomadas as devidas precauções; d) Sem prejuízo do disposto nas alíneas anteriores, os condutores devem utilizar a via de trânsito mais conveniente ao seu destino." por isso recuso ter 100% da responsabilidade e ate 50% dado que a outra condutora estava em infração, não sinalizou, nem verificou se podia circular em segurança. Entretanto atribuem os 50% à minha viatura porque também não deixei passar a outra condutora. Se essa fosse a realidade o embate teria sido frontal e não lateral. Pago o seguro sempre a horas e sou cliente desta companhia há vários anos e não posso aceitar não ser defendida, enquanto a outra condutora fica sem responsabilidades neste acidente. Senão para que serve um gabinete jurídico se a única alternativa que me dão é via judicial ou pagar por minha conta? Para que serve o código da estrada se os infratores que provocam acidentes saem sem culpabilidade? Que mensagem estamos a passar a estes condutores?? Quem cumpre as leis e as regras é que está mal? Não posso aceitar isso e dai a minha reclamação.

Encerrada
D. F.
02/06/2026

Péssimo serviço

Exmos. Senhores, Dirigi-me à PCDIGA para efetuar uma alteração da caixa, motherboard e CPU do meu computador. Todos os restantes componentes foram retirados da minha caixa antiga, que se encontrava em utilização no momento da intervenção. Quando recebi o equipamento, verifiquei que todas as borrachas de proteção das entradas da placa gráfica tinham sido removidas. Além disso, a minha antiga caixa encontrava-se amolgada na parte exterior, junto à zona de instalação da placa gráfica. Para agravar a situação, embora o computador ligasse, os periféricos e o monitor não recebiam qualquer sinal. Face a estes problemas, tive de me deslocar à loja, apesar da distância e dos custos associados à viagem. Quando cheguei, fui informado de que não existia qualquer previsão de entrega do equipamento, uma vez que isso dependia da disponibilidade dos técnicos. Esta situação é particularmente grave, pois necessito do computador com urgência. Tenho um exame na universidade amanhã e dependo do equipamento para estudar. Deste modo, exijo ser compensado pelos prejuízos causados, incluindo os custos de deslocação e o serviço prestado de forma deficiente, que resultou em danos na minha antiga caixa e na remoção das borrachas de proteção da placa gráfica. Aguardo uma resolução rápida e adequada para esta situação. Com os melhores cumprimentos

Encerrada
M. F.
02/06/2026

Cancelamento de Voo

Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativamente à gestão absolutamente inadmissível da minha reserva de voo OPO–ORY prevista para o dia 03/06/2026, bem como exigir o reembolso total e imediato do valor pago. Desde o dia 22 de maio tenho sido alvo de informações contraditórias, sucessivos erros, falta de assistência e uma total ausência de esclarecimentos por parte da Rumbo, situação que me obrigou a perder inúmeras horas em contactos através do vosso chat, sem que tenha sido apresentada qualquer solução concreta. No dia 22 de maio fui informada, por email e mensagem, pela Rumbo e pela TAP, de que o voo agendado para 03/06/2026 tinha sido cancelado devido a uma greve. Contactei a TAP, que confirmou o cancelamento, e posteriormente a Rumbo, que me informou que seria contactada para reagendamento. No dia 23 de maio recebi uma proposta de alteração do voo para 04/06/2026, OPO (13h05) – ORY (16h05), a qual aceitei de imediato. Contudo, nunca recebi qualquer confirmação, resposta ou acompanhamento relativamente à minha aceitação. Para meu espanto, no dia 25 de Maio recebi nova proposta de alteração para 04/06/2026, mas desta vez para o voo OPO (19h35) – ORY (23h00). Recusei essa alteração, uma vez que já tinha aceite a proposta anterior. Fui novamente obrigada a contactar o vosso chat, onde me foi apenas pedido que aguardasse, sem qualquer esclarecimento concreto. Ainda no mesmo dia, após várias reclamações da minha parte, recebo uma nova proposta para viajar apenas no dia 05/06/2026, OPO (19h45) – ORY (22h45), situação que considerei completamente absurda e demonstrativa da falta de organização e respeito pelo cliente. Perante esta sucessão de alterações sem qualquer critério ou explicação, solicitei o reembolso da reserva. Fui informada através do chat que o reembolso seria efetuado e que o processo já estaria em curso. No entanto, no dia 26 de maio recebo um email da Rumbo a indicar que o voo original de 03/06/2026 estava afinal confirmado. Voltei a contactar o vosso apoio ao cliente, sem qualquer esclarecimento útil. Ainda nesse mesmo dia recebo uma comunicação da Lastminute a indicar que o aviso de cancelamento enviado anteriormente teria resultado de um erro de sistema e que o voo estaria confirmado pela TAP. Perante esta informação contraditória, contactei novamente a TAP, que me confirmou categoricamente que o voo estava cancelado e que não se iria realizar. A TAP informou igualmente que o pedido de reembolso deveria ser tratado pela agência de viagens, neste caso a Rumbo. Contudo, sempre que contactava o vosso apoio era-me repetido que o voo estava confirmado, contrariando diretamente a informação fornecida pela companhia aérea. Durante os dias seguintes fui sucessivamente encaminhada entre a Rumbo e a TAP, sem qualquer resolução, perdendo várias horas em contactos inúteis e sendo obrigada a adquirir novas viagens por conta própria, uma vez que já tinha mais de 2.000€ investidos numa viagem à Disney Paris que não podia comprometer. A situação tornou-se ainda mais grave quando, no dia 28 de maio, recebi um email da vossa equipa a informar que não seria possível proceder ao reembolso e que apenas existiam opções de alteração de voo devido à greve. Perante essa resposta, voltei a contactar a TAP, que me informou que essa informação não correspondia à realidade e que a companhia aérea estava a proceder aos respetivos reembolsos. Foi-me explicado que a Rumbo apenas teria de contactar os canais próprios da TAP para concluir o processo. Mais grave ainda, fui informada pela TAP de que a minha reserva tinha sido alterada para o dia 06/06/2026, uma alteração que nunca solicitei, nunca aceitei e da qual nunca fui devidamente informada. No passado, dia 30 de maio, voltei a contactar a Rumbo através do chat. Foi-me garantido que o reembolso seria processado e que receberia um email de confirmação. Contudo, o email recebido indicava precisamente o contrário: que não existia possibilidade de alteração nem de reembolso e que o voo permanecia marcado para 03/06/2026. Esta situação é absolutamente escandalosa e inaceitável. Ao longo de vários dias recebi informações contraditórias da vossa parte relativamente ao estado do voo, ao reembolso e às alterações efetuadas na reserva. Fui informada sucessivamente de que o voo estava cancelado, confirmado, reembolsado, não reembolsável, alterado e novamente confirmado, sem qualquer coerência ou transparência. Tenho na minha posse todos os emails recebidos, mensagens enviadas, capturas de ecrã das conversas realizadas através do chat e registos das chamadas efetuadas para a TAP, que comprovam integralmente tudo o que aqui descrevo. Aguardo uma resposta urgente, concreta e definitiva relativamente ao reembolso. Com os melhores cumprimentos, Bruna Patrícia Alves Santos Ferreira

Em curso
M. Z.
02/06/2026

Pedido Reembolso

Venho apresentar reclamação contra a FNAC relativamente a uma trotinete elétrica recondicionada adquirida online em 27/09/2025 pelo valor de 299€. Há cerca de dois meses ocorreu uma situação grave durante a utilização normal do equipamento. Uma peça da trotinete soltou-se inesperadamente e, de seguida, a roda bloqueou/travou repentinamente, provocando perda de controlo do equipamento. Apesar de não ter ocorrido uma queda, a situação causou uma lesão no joelho e representou um risco sério para a minha segurança. Após a ocorrência entreguei a trotinete à FNAC para análise. Contudo, foi-me comunicado que a garantia não seria aplicada por alegados danos e pela existência de um pneu furado, tendo sido apresentado um orçamento de reparação no valor de 246,58€. Contesto esta decisão, uma vez que não me foi demonstrado de forma clara e fundamentada que os alegados danos identificados sejam a causa da avaria reportada. Considero igualmente que qualquer dano eventualmente existente poderá ter sido consequência da própria ocorrência, uma vez que a peça se soltou e a roda bloqueou durante a utilização. Desde o início do processo deixei expressamente claro à FNAC que não pretendo a reparação do equipamento. O meu pedido sempre foi o reembolso do valor pago, por considerar que a situação teve origem numa falha de segurança grave que me fez perder totalmente a confiança no produto. Não considero aceitável continuar a utilizar ou aceitar a reparação de um equipamento que apresentou uma falha desta natureza durante a circulação, colocando em risco a minha integridade física. Ao longo de cerca de dois meses tenho mantido diversos contactos por email e telefone com a FNAC, recebendo sucessivas respostas que remetem para a decisão do centro técnico, sem que me tenha sido apresentada uma fundamentação técnica detalhada que demonstre que a avaria resultou de utilização indevida ou de danos causados pelo utilizador. Considero injusto ficar privado do equipamento, sem o valor pago pelo mesmo e sem uma solução adequada para uma situação que entendo resultar de uma falha de segurança do produto. Solicito a reapreciação do processo e uma solução justa para este caso, tendo em consideração a idade do equipamento, a natureza da avaria ocorrida, a lesão sofrida e o facto de ter solicitado o reembolso desde o início do processo.

Em curso
F. C.
02/06/2026
Arcada imobiliária aveiro

Insatisfeito com o serviço prestado

Venho por meio desse site expressar a minha indignação com a imobiliária arcada e especialmente com o vendedor Sérgio Santos, depois de anos de luta em Portugal junto com minha mulher fomos aprovados para o programa do governo do crédito habitação, vimos várias casas e vários apartamento, e gostamos de um logo o que o Sérgio Santos era o corretor, no começo de tudo ele foi claro em falar que o imóvel ainda está ocupado com inquilinos e acreditamos, porque acreditamos? Porque o mesmo falou que no dia 28 de fevereiro a inquilina ia sair com ordem judicial (mais era tudo mentira), mais triste do homem que acredita em outro homem, tudo bem, como ele falou que a inquilina ia sair no dia que estava marcado, e por descuido meu que não pedi que ele mostrasse o documento do juíz comprovando, demos continuidade ao processo, passando todos ou documentos para o banco Millennium e foi tudo aprovado, até que chegou no dia 28 e a inquilina não saiu, como já tava tudo encaminhado não desistimos, e sempre a confiar na palavra dele que tava tudo certo e ela ia sair, mais não foi bem assim, e para resumindo hoje já são 2/6 e a inquilina ainda continua no meu apartamento, o Sérgio Santos o vendedor, só está a mentir para me, fui no apartamento conversar com a inquilina e elas simplesmente disse que não saiu ainda porque o Sérgio Santos não devolveu o calção para ela.

Resolvida
S. O.
02/06/2026

Cancelamento de Viagem, Falta de Reencaminhamento e Incumprimento do Regulamento Europeu

Exmos. Senhores, O meu nome é Sara Oliveira e venho por este meio apresentar uma reclamação para apreciação e mediação da DECO relativamente a uma situação ocorrida com uma viagem adquirida através da agência MyTrip. A viagem em causa tinha como destino Atenas, Grécia, com datas de 3 a 10 de junho de 2026, reserva n.º 1126334865, para dois passageiros: o Sra. Sara Oliveira e Sra. Mariana Domingues. No dia 1 de junho de 2026 fui informado que o voo tinha sido cancelado e a única opção disponível era reembolso. No referido email não vinha mencionado 1. motivo do cancelamento, 2. alternativas às quais tenho direito segundo Regulamento Europeu e 3. o voo foi cancelado apenas com 48h de antecedência. Importa referir que solicitei expressamente uma alternativa de reencaminhamento para o destino final, conforme previsto no Regulamento (CE) n.º 261/2004, no entanto tal opção nunca me foi disponibilizada pela agência MyTrip, sendo-me apenas comunicada a possibilidade de reembolso, o que considero não estar em conformidade com os direitos dos passageiros aéreos. Os contactos com o apoio ao cliente da MyTrip foram efetuados nos dias 1 de junho de 2026, ambos os contactos reiteraram que não existia outra opção para além de reembolso e que não existiam voos alternativos. Os voos em causa eram operados AEGEAN, tendo esta última informado que a gestão da reserva e resolução do caso compete à agência intermediária, neste caso a MyTrip. Esta situação causou prejuízos financeiros e pessoais significativos, nomeadamente: * Valor pago pelo ferry perdido: 68,70€ * Reserva de hotel já paga: 72€ por 1 noite Mais informo que fomos obrigadas a aceitar o reembolso (única opção fornecida), mas que à data que escrevo esta reclamação o mesmo ainda não foi processado. Para efeitos de prova, segue em anexo o email enviado pela agência MyTrip, no qual é indicado que apenas está disponível a opção de reembolso, o que, na minha interpretação, contraria o disposto no Regulamento (CE) n.º 261/2004, que prevê o direito do passageiro a optar entre reembolso ou reencaminhamento para o destino final em condições comparáveis. Face ao exposto, solicito a intervenção da DECO no sentido de mediar esta situação junto da agência MyTrip, avaliar o incumprimento dos direitos do consumidor e apoiar na obtenção de uma solução justa face aos prejuízos sofridos. Com os melhores cumprimentos, Sara Oliveira

Encerrada
E. F.
02/06/2026

Recolha abusiva de dados pessoais

A servdebt é empresa contratada pelo grupo de saúde Lusíadas, para efeitos de regularização de pagamentos em falta. Por motivos técnicos (sistema de pagamento em baixo), ficou por liquidar uma fatura, e tal motivou contacto pela referida empresa de cobrança. Foi imediatamente assumido o valor em dívida, e, de acordo com as instruções transmitidas por email, foi efetuada a liquidação - por transferência bancária e com envio de comprovativo para o email lusiadas@servdebt.pt. Através do email, a ora reclamante foi devidamente identificada, e, por isso, não podem existir dúvidas quanto à identidade de quem liquidou a fatura em dívida. Mais nenhum outro procedimento é sugerido. Após, foi recebido telefonema, por operadora de formação claramente insuficiente - porque nem sequer compreendeu que não, não tem de ser indicado o nome do co-titular da conta bancária, uma vez que essa pessoa não é interveniente na transação, e que, tendo eu procedido de acordo com as instruções, a Servdebt tem obviamente os dados necessários para dar a dívida por liquidada. Fui informada de que se não quisesse informar o nome completo da referida pessoa, poderia ter feito o pagamento presencial (???), sendo que tal procedimento não é sequer apresentado como hipótese de pagamento; mais, que se não confirmasse a identificação de tal pessoa, a dívida não seria dada como extinta. O tratamento é s.m.o. ilegal e claramente abusivo. A funcionária da Servdebt, apesar de cumprir instruções, impede um diálogo, em que o supra pudesse ser explicado da forma devida, e acaba a tentar coagir o seu interlocutor (no caso, a signatária). A recolha de informação é, quanto a mim, claramente abusiva. A empresa tem centenas de queixas - o que, operando na área da cobrança de dívidas, não será de estranhar, mas a interação hoje mantida faz suspeitar que a maioria dessas queixas poderá ter razão de ser.

Encerrada
F. P.
02/06/2026

Incumprimento dos Serviços Contratados

Cancelamento de contrato de prestação de serviços com GO BRAVO PORTUGAL UNIPESSOAL, LDA, contrato-UPT0011986 ​Exmo.(a) Responsável, ​Eu F.P.(dados pessoais no contrato acima citado), venho por este meio comunicar a minha decisão de rescindir, com efeito imediato, o contrato de prestação de serviços celebrado com a Bravo. ​Esta decisão fundamenta-se no incumprimento reiterado das obrigações contratuais por parte da vossa entidade, consubstanciado nos seguintes pontos: ​Ausência de diligências: Após 10 meses de vigência do contrato, a Bravo não iniciou qualquer negociação efetiva com as entidades credoras, prazo este que ultrapassa qualquer expectativa razoável de atuação para a resolução da situação. ​Gestão direta pelo contratante: Dada a inércia da Bravo, fui forçado(a) a assumir a gestão direta dos processos, tendo eu próprio(a) negociado com sucesso a resolução com as respetivas entidades. ​Danos decorrentes do incumprimento: A falta de atuação célere e conforme o acordado resultou em prejuízos significativos, incluindo o facto de duas das minhas credoras terem avançado com ações jurídicas contra mim, situação que a Bravo se comprometeu a prevenir ou gerir através do contrato assinado. ​Desproporcionalidade financeira: Durante os últimos 10 meses, efetuei pagamentos mensais de 206,82€, totalizando 2.068€. Contudo, apenas 300€ desse valor foram efetivamente aplicados no pagamento de uma mensalidade de um dos meus credores, após a minha direta intervenção nas negociações. ​Face ao exposto, e considerando o montante total já entregue sem a devida contrapartida nos serviços contratados, escuso-me a qualquer obrigação de pagamento adicional, presente ou futura, relativa a este contrato. ​Solicito a confirmação formal do cancelamento do serviço, a cessação imediata de quaisquer débitos e a confirmação de que não existem valores em dívida da minha parte. Fico a aguardar a vossa resposta célere. ​Atentamente, Filipa Daniela Pires Carreira

Encerrada
S. M.
02/06/2026

Há mais de dois meses à espera e desapareceram TODOS os exames

Até este episódio, que já roça o inadmissível, estive a ser acompanhada - se é que se pode chamar isso - pela doutora Olga Lavado , em ginecologia , no Hospital Lusíadas Saúde. Dia 26 de março de 2026 realizei dois exames com a médica em questão e cuja fatura (devidamente paga) se encontra em anexo: uma colpocitologia em meio líquido e um teste ao hpv. Só recebi o resultado do primeiro exame (em anexo) e fiquei à espera do segundo . Passado um mês contactei o hospital para perceber se havia algum problema com o exame ao hpv, uma vez que continuava sem aparecer na aplicação ou sem me ser enviado por email . Disseram-me que de facto o exame tinha sido feito (claro que foi, eu paguei por ele e não foi pouco) , mas que não percebiam porque é que ainda não tinha sido processado, então iam falar com os colegas. Esperei mais um mês e voltei a ligar, uma vez que continuava sem receber o exame. Saliento que é um exame ao hpv, realizado depois de um papanicolau que me deu “detetável” para outros tipos de alto risco. Este exame visava confirmar se se mantinha e qual seria o tratamento a efetuar. Estar dois meses à espera é absolutamente surreal. Nessa segunda vez voltaram a dizer o mesmo e que iam falar com os colegas , para perceber o que se passa. Ainda disseram mais : o laboratório não costuma falhar, mas é possível que a doutora tenha recebido o resultado e se tenha esquecido de colocar na plataforma, o que me deixou muito pouco contente. Perto dos três meses sem resposta tento pelo apoio automático no whatsapp, que me envia todos os resultados menos aquele que efetivamente me falta. Já tinha enviado dois emails para o geral, também, o primeiro já há quase três meses . E ainda apresentei reclamação no Portal da Queixa e na Deco , onde o hospital apenas pediu desculpa e respondeu com mais canais de contacto e reclamação (um deles é este, precisamente). Entretanto, reparei que TODOS os meus resultados de exames desapareceram da aplicação. O canal automático do whatsapp também dizia que não havia exames para apresentar. Achei que fosse temporário e esperei . Ontem, dia 1 de junho , ligaram-me do hospital a dizer que a doutora Olga Lavado queria marcar consulta dia 9 de julho. Eu voltei a perguntar pelo resultado do exame que faltava , ao que me responderam que ela tinha acabado de o liberar na plataforma . Só que os resultados continuam TODOS desaparecidos. Volto a ligar para o hospital depois dessa chamada a reclamar do sucedido. Respondem-me que não sabem o que se passa , que os exames também não aparecem daquele lado e que vão encaminhar para a informática. “Vai ter de esperar ao longo da semana”, dissseram-me. Claro , quem espera três meses por um exame de tanta importância , também espera uma semana por anos de exames em parte incerta. Estou completamente chocada e furiosa com a situação . Como é que é possível tanta incompetência e desrespeito por parte de um hospital privado , que recebe um dinheirão para ser uma SUPOSTA boa alternativa ao SNS. Quero os meus exames de volta - TODOS - ou vou ter de optar por um processo. Se não me devolverem os exames , exijo o reembolso da fortuna que deixei naquele hospital .

Resolvida
G. B.
02/06/2026

Pagamento não efetuado após venda de bilhete (Order ID 641522996)

Vendi um bilhete na plataforma Viagogo para o evento Mutua Madrid Open 2026 – Sunday Day (Estadio Manolo Santana), realizado a 26 de abril de 2026. O valor a receber era de €108,75 (Order ID: 641522996). Cumpri todas as obrigações como vendedora, incluindo o upload correto do bilhete eletrónico na plataforma, conforme exigido pela Viagogo. O bilhete foi vendido com sucesso e entregue ao comprador. O evento realizou-se há mais de 5 semanas e o pagamento nunca foi efetuado. Para além disso, o acesso à minha conta foi bloqueado sem qualquer explicação. Contactei o serviço de apoio ao cliente várias vezes, obtendo apenas respostas automáticas e genéricas. Em 25 de maio de 2026 enviei uma reclamação formal por email com prazo de 5 dias úteis para resolução — sem obter qualquer resposta.

Encerrada

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