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Falta de Agenda para tratamento
Por 2 vezes, meu tratamento atrasou por não haver data. A última e pior de todas: Após a ida ao consultório em 02/01/26, é usual que o dentista peça à central que agende sua nova ida ao consultório de acordo com a estimativa de semana de uso do alinhador. O mais grave: ninguém entra em contato. Por telefone assumiram o erro e simplesmente não me deram solução. Um atraso de quase 1 mês. Estou reutilizando os elásticos, pois foram incapazes de me enviar novos, já que acabaram por culpa do atraso. Há uma clínica em Almada, próxima à minha casa. Eu poderia, ter ido lá, mas pelo visto não possuem os elásticos ou simplesmente não quiseram resolver. Pensem bem. O tratamento é muito caro para receber este tipo de atendimento.
Renovação de contrato
Exmos. Senhores, Venho por esse meio comunicar que foi fidelizado o serviço adicional com o nome PACK EDP SMART sem meu consentimento, não fui informado em nenhum momento que o serviço seria de fidelizado automaticamente, quando fui pedir o cancelamento do mesmo fui informado da fidelização ao qual não fui informado da mesma, peço a desativação do serviço de imediato. Cumprimentos.
Incumprimento de reserva imobiliária, má-fé, violação RGPD e conduta desrespeitosa
Exma. Senhora / Exmo. Senhor, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal contra a agência imobiliária ERA Caparica, operada pela sociedade Red Forest, Lda (Licença AMI 15076), com sede na Rua Horácio da Silva Louro, n.º 37, 2825-336 Costa da Caparica, por incumprimento contratual, má-fé, violação do RGPD e conduta desrespeitosa, que me causaram prejuízos patrimoniais e morais significativos. 1. Exposição cronológica dos factos Em janeiro de 2026, após visita ao imóvel pelos meus pais, a agência transmitiu verbalmente condições de reserva simples e favoráveis. A ficha de reserva entregue continha cláusulas abusivas e penalizações pesadas não mencionadas oralmente. Recusámos assinar a ficha e enviamos por email as nossas condições equilibradas: reserva válida por 30 dias, devolução integral dos 2.500 € caso o negócio não se concretizasse, sem penalizações unilaterais. Essas condições foram expressamente aceites pela agência em 27 de janeiro de 2026, por email do diretor comercial Bruno Reis, com o diretor-geral João Oliveira em CC “para garantir veracidade”. O próprio João Oliveira e o colaborador Diogo Custódio confirmaram a validade da reserva por mensagens WhatsApp. Durante o prazo de 30 dias acordado: A agência exigiu financiamento obrigatório por intermediário parceiro (Simplify ou similar), condição recusada por mim (violação da liberdade de escolha do consumidor – DL 81-C/2017). Cancelaram unilateralmente a reserva sem consentimento mútuo, alegando “venda a terceiro”, apesar de o imóvel continuar anunciado e disponível no site era.pt/caparica e Idealista.pt (sem indicação de “vendido” – prints em anexo). Ignoraram proibição expressa de contactos por telefone/WhatsApp (email meu de 03/02/2026), efetuando chamadas insistentes em 06/02/2026 (violação RGPD – arts. 6.º, 7.º e 21.º; práticas agressivas – DL 57/2008). A resposta final da agência (email de João Oliveira, 09/02/2026 às 13:41) foi desrespeitosa e provocatória: “Pode até fazer queixas ao Pápa e ao novo presidente da República que este apartamento não vai comprar de certeza. [...] boa sorte a fazer queixinhas. [...] não vai receber mais nenhuma comunicação.” Esta linguagem sarcástica e intimidatória agravou o meu stress e ansiedade. 2. Atualização: devolução da reserva Recentemente (após a minha reclamação inicial e pressão exercida), a agência devolveu os 2.500 € da reserva. No entanto, esta devolução não repara os danos adicionais causados pelo incumprimento unilateral, má-fé e conduta inadequada. 3. Prejuízos remanescentes (não reparados pela devolução) Deslocação internacional motivada pela reserva: Desloquei-me propositadamente a Portugal, suportando custo comprovado de viagem de 435 € (bilhetes ida/volta), confiando na reserva ativa aceite por email e WhatsApp. Perda de oportunidade da compra deste imóvel e procura de novo imóvel: Durante o período da reserva, deixei de analisar e procurar outros imóveis, acreditando que o negócio estava assegurado pela confirmação escrita e verbal de vários elementos da agência. Cumprimento integral do acordado da minha parte: Existem provas escritas (incluindo comunicações com a minha intermediária de crédito) que demonstram que cumpri integralmente o acordado, acelerando o processo de financiamento e preparação. Prejuízo agravado pela idade limite do programa estatal: A proximidade do meu limite etário de 36 anos (requisito para vantagens da garantia pública do Estado no crédito habitação) aumentou significativamente a pressão temporal e agravou os prejuízos decorrentes do atraso e incumprimento. Danos emocionais e perturbação pessoal: A conduta da agência, especialmente o email sarcástico e desrespeitoso do diretor-geral, gerou-me stress significativo, ansiedade, irritação e perturbação emocional profunda. Custos adicionais suportados: Foram gerados custos jurídicos adicionais e perda de tempo útil diretamente decorrentes da atuação da agência. Postura da agência e recusa de diálogo construtivo: A situação agravou-se pela falta de colaboração, recusa de diálogo profissional e tom intimidatório. Consequência contratual do incumprimento: A reserva tornou-se impossível de cumprir por incumprimento unilateral e culposo da agência (violação do dever de boa-fé negocial – art. 762.º CC; responsabilidade pré-contratual – art. 227.º CC). 4. Padrão de más práticas na agência A ERA Caparica acumula várias reclamações negativas (muitas com 1 estrela) no Google Reviews e no Portal da Queixa, com relatos semelhantes: retenção indevida de sinal/reserva (incluindo valores de 2.500 €), incumprimentos contratuais, informação contraditória sobre vendas, má-fé na devolução e condutas inadequadas. Este padrão sugere incumprimento sistemático, incompatível com os deveres de transparência e ética na mediação imobiliária (Lei n.º 15/2013, código deontológico AMI). 5. Pedido à DECO Solicito à DECO que: Encaminhe esta reclamação à Red Forest, Lda (ERA Caparica) e, em cópia, à ERA Portugal (GERAR, S.A.) enquanto franchisadora responsável pela supervisão. Interceda ativamente junto das empresas para resolução extrajudicial imediata, incluindo indemnização pelos danos patrimoniais (viagem 435 € + perda de oportunidade + custos adicionais) e não patrimoniais (danos morais agravados pela conduta sarcástica e má-fé). Averigue o padrão de queixas semelhantes contra a ERA Caparica, que pode configurar práticas comerciais desleais ou sistemáticas violadoras dos direitos dos consumidores. Apoie e oriente passos complementares: queixa ao IMPIC (irregularidades AMI), à CNPD (violação RGPD) e ação no Julgado de Paz (em preparação). Anexo: - email sarcástico 09/02/2026, etc.) - Comprovativo da viagem (435 €) - Tentei anexar a thread de emails mas nao e possivel, caso exista um email para onde possa reencaminhar estou ao dispor. Aguardo contacto urgente da DECO e agradeço a vossa intervenção na defesa dos direitos dos consumidores.
Bloqueio de cartão de débito sem resolução e falha grave no atendimento ao cliente
Abri conta nesta instituição há cerca de dois meses. Contudo, há aproximadamente duas semanas que o meu cartão de débito se encontra bloqueado, impedindo-me totalmente de realizar pagamentos com cartão físico, contactless ou MB Way. Desde o início do problema: Contactei o apoio ao cliente mais de 6 vezes; Fui sucessivamente encaminhado entre o apoio ao cliente e a gestora de conta; Nunca me foi apresentada uma solução concreta ou definitiva; Foi-me indicado que deveria realizar operações num multibanco para desbloquear o cartão. Segui as instruções fornecidas diversas vezes, sem sucesso. Na última tentativa, uma caixa multibanco de outra instituição reteve o meu cartão e não o devolveu. Desloquei-me ao balcão do banco onde o cartão ficou retido e fui informado de que apenas o poderiam devolver mediante declaração emitida pelo meu banco. Voltei a contactar a ABANCA, que novamente não resolveu a situação, limitando-se a indicar que o assunto só poderia ser tratado num balcão físico — o que não era possível no local onde me encontrava. Consequências: Fiquei duas semanas sem acesso funcional ao meu dinheiro; Não consegui realizar pagamentos básicos; Fui obrigado a recorrer a terceiros para levantar dinheiro e conseguir assegurar despesas essenciais; Total ausência de acompanhamento eficaz por parte do banco. Considero esta situação inadmissível, especialmente tratando-se de uma instituição bancária. Pretensão: Resolução imediata do problema; Esclarecimento formal sobre o ocorrido; Garantia de que situações semelhantes não voltarão a acontecer.
Organização recusa reembolsar inscrições após alterar data do evento
No dia 8 de janeiro de 2026 comprei, como consumidor, duas inscrições para a Meia Maratona de Óbidos 2026, inicialmente prevista para 22 de fevereiro de 2026, através da plataforma BOL, pelo valor de 12,50 € cada, num total de 25,00 €. Posteriormente, a organização comunicou o adiamento da prova para 19 de abril de 2026, alegando más condições meteorológicas, e informou que todos os atletas inscritos transitavam automaticamente para a nova data. Em alternativa, apenas foi proposta a transferência da inscrição para outras provas ou para a edição de 2027, ou ainda a cedência das inscrições a outros atletas. Expliquei por escrito à organização que não tenho disponibilidade para participar na nova data nem em nenhuma das datas alternativas e que não pretendo transferir as inscrições para terceiros, pelo que solicitei o reembolso dos 25,00 € pagos. A resposta da entidade organizadora foi a recusa total de qualquer reembolso, invocando apenas que, “de acordo com o regulamento aceite no ato da inscrição, não há devolução do valor de inscrição”. Mais grave ainda, após o meu último email de seguimento, deixaram de responder, mantendo-se até hoje o silêncio e a ausência de devolução de qualquer quantia. Na prática, a organização alterou unilateralmente um elemento essencial do contrato (a data da prova, de 22/02 para 19/04) e, apesar de eu não poder usufruir de nenhuma das alternativas, pretende manter integralmente o valor pago, escudando-se num regulamento interno que afasta, na prática, qualquer possibilidade de reembolso. Do meu ponto de vista, isto viola os deveres de boa-fé e transparência e configura uma cláusula e prática claramente desproporcionadas e abusivas para o consumidor. O que pretendo é obter o reembolso integral dos 25,00 € pagos pelas duas inscrições na Meia Maratona de Óbidos 2026, uma vez que, devido à alteração substancial da data e à minha indisponibilidade para as alternativas oferecidas, não posso usufruir do serviço nas condições contratadas.
800 NÃO CUMPRE HORÁRIO
O 800 sentido gondomar tem horário às 8:03h e 8:13h no campo 24 de agosto. Este horário não é cumprido já há meses, o problema prevalece desde setembro de 2025, desde o qual as minhas reclamações têm sido frequentes. Estas reclamações são sempre ignoradas, nos casos raros em que recebo resposta, é uma resposta que confirma que o 800 das 8:03h efetivamente não fez o seu percurso ( claramente já sei ). Não fazem qualquer ação para melhorar o serviço ou atendimento. Gasto mais de 200 euros por mês em ubers por causa desta gente incompetente. Não fazem nada para resolver, se continuar assim terá de ser recrutada ajuda legal. Meto em anexo o tipo de resposta que dão sempre que respondem, não resolvendo nada.
Reembolso negado de subscrição App Store Nibble (€99,99) – zero uso e cobrança indevida
Comprei uma subscrição anual na App Store para a aplicação Nibble (ícone bb roxo, €99,99) após um período de teste gratuito. Usei a app apenas alguns minutos durante o trial para testar (zero lições completadas, zero streaks, zero uso real ou qualquer benefício após o trial). Esqueci-me de cancelar porque liguei o PayPal à Apple Pay posteriormente, o que causou a renovação automática e cobrança sem me aperceber imediatamente. Cancelei a subscrição assim que notei (expira em 09/01/2027, sem renovações futuras). Pedi reembolso várias vezes através do reportaproblem.apple.com, chat e telefone de suporte Apple, mas foi sempre negado por "política da Apple", apesar de não ter recebido nenhum valor do serviço e ser o meu primeiro pedido de reembolso. A cobrança ocorreu em 15/01/2026 por €99,99. Como consumidor na União Europeia (Portugal), invoco os meus direitos de proteção ao consumidor previstos na Diretiva 2011/83/UE (direitos do consumidor) e Diretiva 2019/770 (conteúdo e serviços digitais), nomeadamente por falta de benefício efetivo do serviço, renovação automática sem valor recebido e erro honesto. Solicito reembolso integral de €99,99 para o pagamento efetuado. Anexo: capturas de ecrã da subscrição (cancelada), comprovativo da cobrança, mensagem "Not eligible" e transcrições do suporte Apple.
Pedido de Resolução Contratual e Falta de Resposta – Master.D
No dia 9 celebrei contrato presencial com a Master.D para frequência do curso “Auxiliar de Educação Infantil e Babysitting”. Já liquidei 4 mensalidades. Por motivos pessoais e financeiros supervenientes, enviei comunicação escrita à entidade em 23 solicitando a resolução do contrato. Até à presente data não obtive qualquer resposta. Considero que a ausência de resposta constitui violação do dever de boa-fé contratual (art. 762.º do Código Civil). Não pretendo continuar a frequentar a formação e considero desproporcional a eventual exigência da totalidade das prestações vincendas sem prestação efetiva de serviço, podendo configurar cláusula contratual desproporcionada nos termos do DL 446/85. Solicito a intervenção para que seja promovida a resolução proporcional do contrato, com cessação das obrigações futuras e sem penalizações abusivas.
Atraso do VOO S4128 28/12/25
Exmos Senhores, após duas reclamações no próprio site da SATA (que neste momento não me permite realizar mais nenhuma reclamação), bem como no livro de reclamações online, venho expor o meu caso. O meu VOO, supracitado, com previsão de saída 20h15 do aeroporto João Paulo II - S. Miguel e destino a Lisboa, teve um atraso superior a 3h30. As justificações dadas, foram sempre razões meteorológicas, no entanto não são encontradas evidencias, pois no horário do meu voo, saiu o voo anterior com destino a Lisboa. Existem, certamente evidencias no aeroporto, dos voos e dos horários dos mesmos, sendo que considero que a companhia não está a cumprir com o que está preconizado no lei, exijo evidencias por parte dos voos que comprovam que partiram aviões de S. Miguel para Lisboa na hora do meu voo (20h15). Agradeço a vossa intervenção, junto da companhia aérea, por forma a ser ressarcida de acordo com o previsto na lei 250€ por cada bilhete, no meu caso 2 bilhetes (meu e do meu filho menor).
Cobranca ABUSIVA
Exmos Senhores, Fiz uma locação de uma viatura com a empresa RECORD GO, na data de 10-01-2026 até 31-01-2026, no valor de 71,80 euros. Ocorre que na entrega do veículo, optei por fazer apenas o Seguro que era obrigatório. Era de noite, estava chovendo e a viatura foi entregue ainda molhada, sem inspeção do atendente, só com o desenho a viatura apontando avarias na lataria. No decorrer do uso da viatura, percebi que as palhetas do parabrisa estavam ressecadas, não limparam direito a água da chuva, a luz de ré estava queimada, mas como estava eu ocupada, pois havia chegado há alguns dias, deixei para reclamar na entrega do mesmo. No dia 31-01-2026, fui ao posto para lavar a viatura, passei sabão e jatos de água e logo mais a noite, fui realizar a entrega. Quando cheguei ao lugar, o mesmo atendente veio realizar a inspeção da viatura e apontou duas questões no carro, alegando que eu havia raspado a lateral e também por baixo da viatura. Então eu disse, se tivesse mesmo feito o que está me dizendo, teria arrumado, passado uma cera, mas ele respondeu que eu teria que pagar naquele momento, o valor de 507,38 euros. Eu ainda o questionei e ele me disse que se eu tivesse feito o seguro que ele falou no início, isso não teria acontecido. Veja bem, o aluguel para 20 dias da viatura foi de 71,80 euros, como eu teria que pagar esses 507,38 euros sem questionar? A empresa não pode simplesmente não dar a possibilidade de você arrumar ou pelo menos ter 3 orçamentos para saber o que melhor se adequa ao seu orçamento. Fato é que considero isso um desrespeito com o consumidor, pois não há como ele provar que fui eu que avariei o carro, uma vez que ele não inspecionou quando me entregou a viatura. Ressalto que as tais avarias segundo ele, eram riscos, nao havia nenhum amassado, o carro estava normal.
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