Reclamações públicas

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C. Q.
02/03/2026

Atraso Enorme na Entrega

A Ecoscooting é uma empresa de transportes incompetente, imprestável e desorganizada. Efetuei uma encomenda (CNPRT25002771234004884913) com a empresa Temu, a qual deveria ser entregue entre 30/01/2026 e 10/02/2026. A encomenda era de 20 itens, sendo todos eles destinados à elaboração de 3 fatos de Carnaval (13 a 16 de Fevereiro). Aquando do dia 02/02, recebi notificação de que a encomenda se encontrava em Espanha com a empresa Ecoscooting, fiquei desde logo aliviada porque sabia que a encomenda ia ser entregue nos próximos dias. Contudo, chegou dia 10/02 (data limite de entrega, a qual nunca, em nenhuma das várias encomendas que fiz com a temu, foi atingida) e não tinha recebido a minha encomenda. Mais, tomei conhecimento nesse mesmo dia que, uma encomenda da Temu, feita por um conhecido meu, teria sido entregue à Ecoscooting em Espanha no dia 09/02 e entregue no dia 10/02. Exatamente a mesma empresa vendedora e transportadora, e foi entregue no dia seguinte, contudo a minha encomenda já se encontrava há mais de uma semana junto da mesma transportadora. Efetuei inúmeros contactos durante essa semana com a empresa vendedora e transportadora. Reforcei sempre que a encomenda tinha de ser entregue no máximo até sexta-feira (13/02), que era quando precisava dela. Gastei 55 euros nessa encomenda, que continha tudo o que necessitava para os fatos de Carnaval e, não só corria o risco de não ser entregue a tempo, como, enquanto consequência, teria de gastar muito mais dinheiro a comprar todos os mesmos itens em lojas locais. No dia 11 de fevereiro, após exercer pressão sobre a empresa transportadora, enviaram-me notificação a dizer que a encomenda estava a caminho de Portugal e disseram-me que ainda havia a possibilidade de ser entregue até sexta-feira. Aquando sexta-feira, dia 13, ainda não tinham qualquer atualização sobre a encomenda, diziam apenas que estava a caminho de Portugal (desde dia 11/02..). Comecei a ficar preocupada e stressada, pois tudo o que tinha planeado estava a cair por terra abaixo e teria de substituir todos os itens da encomenda. Uma vez que estava a trabalhar tive de pedir o enorme favor a alguém próximo de mim, que não estivesse a trabalhar naquele dia, para ir comprar os itens. A pessoa em questão deslocou-se a 12 lojas, em duas cidades diferentes, para tentar encontrar todos os itens e, não só não conseguiu encontrar todos, como os que encontrou não eram iguais aqueles que eu tinha encomendado e queria. Acabei por gastar o dobro do valor que gastei com a encomenda da Temu e fiquei numa situação bastante enervante e stressante, a ter de fazer os fatos em cima da hora. A gota de água foi quando no sábado à noite, dia 14/02, recebi uma notificação a informar que a encomenda estava a sair do centro de triagem, DE ESPANHA. Ou seja, estiveram a mentir-me desde dia 11/02 quando disseram que a encomenda estava a caminho de Portugal. A encomenda finalmente foi entregue no dia 28/02, 3 semanas depois do suposto... Quando olhei para o telefone tinha uma mensagem a dizer que a encomenda tinha sido entregue, só não sei a quem, pois eu não estava no local. É inadmissível que tenham falhado com a entrega da encomenda dentro do prazo estabelecido, é inadmissível a falta de ação que tiveram perante os meus pedidos justificados de urgência, é inadmissível eu ter enviado 8 emails entre dia 10 e 13, e receber sempre a mesma resposta, sem qualquer update, sem qualquer comprovativo de que tinha sido solicitada urgência e sem qualquer resposta útil. E é inadmissível que me tenham claramente mentido, quando disseram que a dia 11/02 a encomenda estava a caminho de Portugal quando só saiu do centro de triagem de Espanha a 14/02. Senti-me extremamente lesionada por esta empresa, não só pela demora inexplicável da entrega, mas como pelo enorme stress, ansiedade e pressão que senti durante aquela semana e as consequências que me trouxe. Já solicitei à temu que nunca volte a atribuir uma encomenda minha a esta empresa.

Em curso
V. S.
02/03/2026

Encomenda nao recebida

Fiz a encomenda no dia 17-02-2026 foi paga e ainda não chegou, não respondem ao e.mail. Isto deve ser burla

Em curso
M. S.
02/03/2026

Pérgola de jardim corroída em nove meses

Exmos. Senhores, Fiz uma encomenda à Leroy Merlin de uma pérgola de jardim a 30 de abril de 2025 (Ref 82232743, Pérgola de alumínio NATERIAL PERSEA ANTRACITE, pela qual paguei 1749,00 €), e que foi instalada a 7 de Maio de 2025 (e pela qual paguei 197,77 €). Nove meses depois da sua aquisição, os olhais de suspensão da pérgola de jardim revelam um processo avançado de corrosão. O metal apresenta uma textura irregular, descamação e perda de massa, o que caracteriza a corrosão. Diferente de uma oxidação superficial, a corrosão não pode ser "removida" para restaurar a resistência e função original. Como essas peças são usadas para suporte ou suspensão e manuseamento do tecto da pérgola, esse nível de desgaste representa um risco de segurança, pois a resistência mecânica do metal está seriamente comprometida. Tendo em consideração o nível de desgaste (cujas peças obviamente não servem o fim a que se destinam, "not fit for purpose"), as normas vigentes da União Europeia e a legislação nacional (Decreto-Lei n.º 84/2021), pretendo a substituição imediata das peças em questão, pois a integridade estrutural e o funcionamento normal da pérgola de jardim estão comprometidos. Comuniquei-vos de imediato o problema, em 9 de Fevereiro de 2026, para que atuassem em conformidade, mas recebi como resposta que o produto não tem garantia, o que desrespeita a legislação aplicável. Exijo a substituição imediata das peças defeituosas e uma compensação de 973,38 €, equivalente a metade do custo da pérgola de jardim e respectiva montagem. Caso não me resolvam a situação nos próximos 15 dias, considerarei o contrato como incumprido da vossa parte. Exijo que me resolvam esta situação o mais rapidamente possível, ou tomarei as medidas ao meu alcance para fazer valer os meus direitos. Cumprimentos.

Em curso
A. M.
02/03/2026

Perdi meu autocarro

Eu pedi o bolt com meu amigo para irmos a porto campanha pegar o autocarro. Dizia que o motorista chegava em 5 minutos, porém ele começou a dar várias voltas (sem necessidade nenhuma) e demorou quase 25 minutos para chegar, o que resultou na perda do autocarroe tivemos que comprar novos bilhetes. Além disso, o carro estava em condições deploráveis de higiene. Eu tentei pedir o reembolso das passagens perdidas pelo app do bolt, porém o atendimento é robotizado e me devolveram apenas uma porcentagem da corrida do bolt, mas não do autocarro perdido. Solicito o reembolso do restante da corrida (0,85) e o autocarro perdido no valor de 15 euros. Resultando em 15,85 euros

Em curso

Não recebi minha carta de condução

Venho por meio desta reclamar a falta da minha carta de condução. Fiz a renovação no dia 12/01/2026 e até agora não fui contactado nem recebi minha carta em casa. O site do IMT não responde aos emails enviados e não responde por telefone. Preciso de uma resposta. Tenho que trabalhar e para isso preciso da minha carta de condução.

Em curso
C. J.
02/03/2026

Falta de Agenda para tratamento

Por 2 vezes, meu tratamento atrasou por não haver data. A última e pior de todas: Após a ida ao consultório em 02/01/26, é usual que o dentista peça à central que agende sua nova ida ao consultório de acordo com a estimativa de semana de uso do alinhador. O mais grave: ninguém entra em contato. Por telefone assumiram o erro e simplesmente não me deram solução. Um atraso de quase 1 mês. Estou reutilizando os elásticos, pois foram incapazes de me enviar novos, já que acabaram por culpa do atraso. Há uma clínica em Almada, próxima à minha casa. Eu poderia, ter ido lá, mas pelo visto não possuem os elásticos ou simplesmente não quiseram resolver. Pensem bem. O tratamento é muito caro para receber este tipo de atendimento.

Em curso
T. S.
02/03/2026

Renovação de contrato

Exmos. Senhores, Venho por esse meio comunicar que foi fidelizado o serviço adicional com o nome PACK EDP SMART sem meu consentimento, não fui informado em nenhum momento que o serviço seria de fidelizado automaticamente, quando fui pedir o cancelamento do mesmo fui informado da fidelização ao qual não fui informado da mesma, peço a desativação do serviço de imediato. Cumprimentos.

Em curso
M. M.
02/03/2026
Red Forest

Incumprimento de reserva imobiliária, má-fé, violação RGPD e conduta desrespeitosa

Exma. Senhora / Exmo. Senhor, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal contra a agência imobiliária ERA Caparica, operada pela sociedade Red Forest, Lda (Licença AMI 15076), com sede na Rua Horácio da Silva Louro, n.º 37, 2825-336 Costa da Caparica, por incumprimento contratual, má-fé, violação do RGPD e conduta desrespeitosa, que me causaram prejuízos patrimoniais e morais significativos. 1. Exposição cronológica dos factos Em janeiro de 2026, após visita ao imóvel pelos meus pais, a agência transmitiu verbalmente condições de reserva simples e favoráveis. A ficha de reserva entregue continha cláusulas abusivas e penalizações pesadas não mencionadas oralmente. Recusámos assinar a ficha e enviamos por email as nossas condições equilibradas: reserva válida por 30 dias, devolução integral dos 2.500 € caso o negócio não se concretizasse, sem penalizações unilaterais. Essas condições foram expressamente aceites pela agência em 27 de janeiro de 2026, por email do diretor comercial Bruno Reis, com o diretor-geral João Oliveira em CC “para garantir veracidade”. O próprio João Oliveira e o colaborador Diogo Custódio confirmaram a validade da reserva por mensagens WhatsApp. Durante o prazo de 30 dias acordado: A agência exigiu financiamento obrigatório por intermediário parceiro (Simplify ou similar), condição recusada por mim (violação da liberdade de escolha do consumidor – DL 81-C/2017). Cancelaram unilateralmente a reserva sem consentimento mútuo, alegando “venda a terceiro”, apesar de o imóvel continuar anunciado e disponível no site era.pt/caparica e Idealista.pt (sem indicação de “vendido” – prints em anexo). Ignoraram proibição expressa de contactos por telefone/WhatsApp (email meu de 03/02/2026), efetuando chamadas insistentes em 06/02/2026 (violação RGPD – arts. 6.º, 7.º e 21.º; práticas agressivas – DL 57/2008). A resposta final da agência (email de João Oliveira, 09/02/2026 às 13:41) foi desrespeitosa e provocatória: “Pode até fazer queixas ao Pápa e ao novo presidente da República que este apartamento não vai comprar de certeza. [...] boa sorte a fazer queixinhas. [...] não vai receber mais nenhuma comunicação.” Esta linguagem sarcástica e intimidatória agravou o meu stress e ansiedade. 2. Atualização: devolução da reserva Recentemente (após a minha reclamação inicial e pressão exercida), a agência devolveu os 2.500 € da reserva. No entanto, esta devolução não repara os danos adicionais causados pelo incumprimento unilateral, má-fé e conduta inadequada. 3. Prejuízos remanescentes (não reparados pela devolução) Deslocação internacional motivada pela reserva: Desloquei-me propositadamente a Portugal, suportando custo comprovado de viagem de 435 € (bilhetes ida/volta), confiando na reserva ativa aceite por email e WhatsApp. Perda de oportunidade da compra deste imóvel e procura de novo imóvel: Durante o período da reserva, deixei de analisar e procurar outros imóveis, acreditando que o negócio estava assegurado pela confirmação escrita e verbal de vários elementos da agência. Cumprimento integral do acordado da minha parte: Existem provas escritas (incluindo comunicações com a minha intermediária de crédito) que demonstram que cumpri integralmente o acordado, acelerando o processo de financiamento e preparação. Prejuízo agravado pela idade limite do programa estatal: A proximidade do meu limite etário de 36 anos (requisito para vantagens da garantia pública do Estado no crédito habitação) aumentou significativamente a pressão temporal e agravou os prejuízos decorrentes do atraso e incumprimento. Danos emocionais e perturbação pessoal: A conduta da agência, especialmente o email sarcástico e desrespeitoso do diretor-geral, gerou-me stress significativo, ansiedade, irritação e perturbação emocional profunda. Custos adicionais suportados: Foram gerados custos jurídicos adicionais e perda de tempo útil diretamente decorrentes da atuação da agência. Postura da agência e recusa de diálogo construtivo: A situação agravou-se pela falta de colaboração, recusa de diálogo profissional e tom intimidatório. Consequência contratual do incumprimento: A reserva tornou-se impossível de cumprir por incumprimento unilateral e culposo da agência (violação do dever de boa-fé negocial – art. 762.º CC; responsabilidade pré-contratual – art. 227.º CC). 4. Padrão de más práticas na agência A ERA Caparica acumula várias reclamações negativas (muitas com 1 estrela) no Google Reviews e no Portal da Queixa, com relatos semelhantes: retenção indevida de sinal/reserva (incluindo valores de 2.500 €), incumprimentos contratuais, informação contraditória sobre vendas, má-fé na devolução e condutas inadequadas. Este padrão sugere incumprimento sistemático, incompatível com os deveres de transparência e ética na mediação imobiliária (Lei n.º 15/2013, código deontológico AMI). 5. Pedido à DECO Solicito à DECO que: Encaminhe esta reclamação à Red Forest, Lda (ERA Caparica) e, em cópia, à ERA Portugal (GERAR, S.A.) enquanto franchisadora responsável pela supervisão. Interceda ativamente junto das empresas para resolução extrajudicial imediata, incluindo indemnização pelos danos patrimoniais (viagem 435 € + perda de oportunidade + custos adicionais) e não patrimoniais (danos morais agravados pela conduta sarcástica e má-fé). Averigue o padrão de queixas semelhantes contra a ERA Caparica, que pode configurar práticas comerciais desleais ou sistemáticas violadoras dos direitos dos consumidores. Apoie e oriente passos complementares: queixa ao IMPIC (irregularidades AMI), à CNPD (violação RGPD) e ação no Julgado de Paz (em preparação). Anexo: - email sarcástico 09/02/2026, etc.) - Comprovativo da viagem (435 €) - Tentei anexar a thread de emails mas nao e possivel, caso exista um email para onde possa reencaminhar estou ao dispor. Aguardo contacto urgente da DECO e agradeço a vossa intervenção na defesa dos direitos dos consumidores.

Em curso

Bloqueio de cartão de débito sem resolução e falha grave no atendimento ao cliente

Abri conta nesta instituição há cerca de dois meses. Contudo, há aproximadamente duas semanas que o meu cartão de débito se encontra bloqueado, impedindo-me totalmente de realizar pagamentos com cartão físico, contactless ou MB Way. Desde o início do problema: Contactei o apoio ao cliente mais de 6 vezes; Fui sucessivamente encaminhado entre o apoio ao cliente e a gestora de conta; Nunca me foi apresentada uma solução concreta ou definitiva; Foi-me indicado que deveria realizar operações num multibanco para desbloquear o cartão. Segui as instruções fornecidas diversas vezes, sem sucesso. Na última tentativa, uma caixa multibanco de outra instituição reteve o meu cartão e não o devolveu. Desloquei-me ao balcão do banco onde o cartão ficou retido e fui informado de que apenas o poderiam devolver mediante declaração emitida pelo meu banco. Voltei a contactar a ABANCA, que novamente não resolveu a situação, limitando-se a indicar que o assunto só poderia ser tratado num balcão físico — o que não era possível no local onde me encontrava. Consequências: Fiquei duas semanas sem acesso funcional ao meu dinheiro; Não consegui realizar pagamentos básicos; Fui obrigado a recorrer a terceiros para levantar dinheiro e conseguir assegurar despesas essenciais; Total ausência de acompanhamento eficaz por parte do banco. Considero esta situação inadmissível, especialmente tratando-se de uma instituição bancária. Pretensão: Resolução imediata do problema; Esclarecimento formal sobre o ocorrido; Garantia de que situações semelhantes não voltarão a acontecer.

Em curso
M. S.
02/03/2026
GanharDestak

Organização recusa reembolsar inscrições após alterar data do evento

No dia 8 de janeiro de 2026 comprei, como consumidor, duas inscrições para a Meia Maratona de Óbidos 2026, inicialmente prevista para 22 de fevereiro de 2026, através da plataforma BOL, pelo valor de 12,50 € cada, num total de 25,00 €. Posteriormente, a organização comunicou o adiamento da prova para 19 de abril de 2026, alegando más condições meteorológicas, e informou que todos os atletas inscritos transitavam automaticamente para a nova data. Em alternativa, apenas foi proposta a transferência da inscrição para outras provas ou para a edição de 2027, ou ainda a cedência das inscrições a outros atletas. Expliquei por escrito à organização que não tenho disponibilidade para participar na nova data nem em nenhuma das datas alternativas e que não pretendo transferir as inscrições para terceiros, pelo que solicitei o reembolso dos 25,00 € pagos. A resposta da entidade organizadora foi a recusa total de qualquer reembolso, invocando apenas que, “de acordo com o regulamento aceite no ato da inscrição, não há devolução do valor de inscrição”. Mais grave ainda, após o meu último email de seguimento, deixaram de responder, mantendo-se até hoje o silêncio e a ausência de devolução de qualquer quantia. Na prática, a organização alterou unilateralmente um elemento essencial do contrato (a data da prova, de 22/02 para 19/04) e, apesar de eu não poder usufruir de nenhuma das alternativas, pretende manter integralmente o valor pago, escudando-se num regulamento interno que afasta, na prática, qualquer possibilidade de reembolso. Do meu ponto de vista, isto viola os deveres de boa-fé e transparência e configura uma cláusula e prática claramente desproporcionadas e abusivas para o consumidor. O que pretendo é obter o reembolso integral dos 25,00 € pagos pelas duas inscrições na Meia Maratona de Óbidos 2026, uma vez que, devido à alteração substancial da data e à minha indisponibilidade para as alternativas oferecidas, não posso usufruir do serviço nas condições contratadas.

Resolvida

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