No dia 30/11/2025, adquiri na loja Darty de Setúbal uma máquina de secar roupa de 8 kg, marca Darty. Até ao dia 02/01/2026, o equipamento funcionou normalmente.
Contudo, no dia 03/01/2026, a máquina deixou de aquecer, passando a deixar a roupa completamente molhada. Procedi a todas as verificações básicas, incluindo mudança da tomada, alteração do local de instalação, limpeza do compartimento e verificação do reservatório de água, tarefas estas que sempre realizei adequadamente após cada utilização. Não obstante, a máquina continuou sem aquecer.
De seguida, contactei a Darty para solicitar a segunda via da fatura, a qual foi prontamente enviada por e-mail. De posse da fatura, entrei em contacto com a Candy, marca responsável pela assistência, mas não obtive atendimento por ser sábado.
No dia 05/01/2026 (segunda-feira), consegui falar com o apoio da Candy por telefone e relatei detalhadamente a situação: o painel ligava, o tambor rodava, mas não havia aquecimento. Informei, ainda, que me encontrava na semana prevista para o nascimento da minha bebé, e que havia adquirido a máquina com a finalidade de secar as roupas da recém-nascida, situação que exige cuidados especiais. A Candy afirmou que registaria esta observação de urgência e que enviaria um técnico, indicando que este me contactaria. Nesse mesmo momento recebi um e-mail com identificação do técnico (Rui Ribeiro).
Desde então, nenhum contacto foi realizado pelo técnico, apesar de, praticamente todos os dias até 14/01/2026, eu ter efetuado ligações e enviado mensagens a solicitar atualização do estado do processo. As respostas da Candy repetiram-se constantemente:
"o chamado está aberto; tem de aguardar; não há outro técnico disponível na sua região; vamos reforçar a urgência junto do técnico".
Em 13/01/2026, desloquei-me pessoalmente à loja Darty de Setúbal e registei reclamação no respetivo Livro de Reclamações, uma vez que a situação já ultrapassava todos os limites do razoável.
Importa sublinhar que neste momento tenho uma bebé nascida a 07/01/2026, prematura, cujas roupas permanecem molhadas por ausência de equipamento funcional. Estou a tentar secá-las com recurso a um aquecedor, solução totalmente precária e insegura. Não recorro a lavandarias, uma vez que estas secam roupas de animais e tapetes, o que não é admissível para um recém-nascido, especialmente prematuro.
A situação tem provocado desgaste emocional e físico em toda a família, especialmente para mim, que me encontro em pleno período de puerpério, a lidar com fragilidade emocional e com a frustração de não conseguir assegurar os cuidados básicos à minha filha devido à falta de assistência técnica atempada.
Assim, requeiro:
A imediata resolução do problema, com envio urgente de técnico habilitado ou substituição do equipamento, nos termos legais aplicáveis.
A devida responsabilização pela demora injustificada no atendimento e pela ausência de resposta técnica.
A aplicação das medidas corretivas necessárias para garantir que esta situação não volta a ocorrer com outros consumidores.
Pretendo que esta reclamação seja analisada com a máxima urgência, dada a natureza sensível e prioritária do caso.