Reclamações recentes

F. M.
24/07/2026

Pedido de apoio – Coima de portagem paga apesar de identificador Via Verde ativo

Exmos. Senhores, Venho solicitar a intervenção e apoio da DECO PROteste relativamente a uma situação que considero lesiva dos meus direitos enquanto consumidora. Recebi uma coima referente a uma portagem da Ascendi, a qual fui obrigada a pagar para evitar consequências administrativas, uma vez que me encontrava em processo de renovação da minha autorização de residência. Na data da passagem, o meu veículo encontrava-se devidamente associado a um identificador Via Verde ativo. A própria Via Verde confirmou, por escrito, que o identificador estava operacional nessa data. Após apresentar reclamação, a Ascendi respondeu confirmando igualmente que o veículo estava associado ao identificador Via Verde na data da passagem. No entanto, limitou-se a afirmar que “não foi possível efetuar a cobrança através do identificador eletrónico”, sem explicar a causa dessa impossibilidade nem demonstrar que a mesma resultou de qualquer incumprimento da minha parte. Em consequência da falta de cobrança através da Via Verde, foi emitida uma notificação para uma morada onde eu já não residia. Não tive, por isso, conhecimento da dívida nem oportunidade de regularizar voluntariamente o valor da portagem. O processo acabou por ser remetido para a Autoridade Tributária, originando uma coima que acabei por pagar exclusivamente para evitar prejuízos adicionais. Considero injusto suportar este prejuízo quando existia um contrato Via Verde válido e ativo e quando não foi demonstrado que a falha na cobrança fosse da minha responsabilidade. Solicito, por isso, o apoio da DECO PROteste para que a Ascendi seja instada a esclarecer a causa da falha na cobrança e a proceder ao reembolso integral dos valores que fui obrigada a pagar. Anexo: * e-mail da Via Verde a confirmar que o identificador estava ativo na data da passagem; * resposta da Ascendi à minha reclamação; * comprovativo do pagamento da coima; * demais documentos relevantes. Agradeço a análise do presente caso e a orientação da DECO PROteste quanto às diligências mais adequadas para assegurar a defesa dos meus direitos. Com os melhores cumprimentos, Francine Braz

Em curso
A. C.
28/05/2026

Taxa Administrativa Abusiva

Olá, A Ascendi enviou-me uma fatura de portagens no valor de 88,41 euros, na qual há portagens desde novembro do ano passado das quais não fui notificado anteriormente. Não há problema em pagar o acumulado se fosse apenas o valor das portagens, mas desses 88,41 euros apenas 8,85 euros são relativos as portagens e 79,56 euros SÃO RELATIVOS A CUSTOS ADMINISTRATIVOS. Isto é 1000% do valor do "produto" que são as portagens. Não há como aceitar isto.

Em curso
I. H.
27/04/2026

Aplicação da taxa

No dia 13 de abri de 2026, circulei pelas autoestradas A9 e A16 e, por lapso, passei na via reservada a utilizadores Via Verde, com o veículo da minha empresa por lapso. Assim que me apercebi do erro, contactei de imediato a Via Verde e a Ascendi, no próprio dia, para regularizar o pagamento da portagem. Fui informado pela Ascendi que teria de aguardar 15 dias até o valor aparecer no Portal Ascendi — o que fiz. Quando finalmente a passagem surgiu, fui confrontado com uma cobrança de mais de 30,01€ por uma portagem de 1,30€. Esta situação é completamente absurda e abusiva. Demonstrei boa-fé desde o primeiro minuto, tentando pagar voluntariamente, e ainda assim a Ascendi aplicou a taxa máxima, justificando que “não é possível saber o ponto de entrada”. Ora, essa informação é falsa e dilatória, pois a Via Verde confirmou-me que a Ascendi pode facilmente obter o ponto de entrada, bastando contactar a Via Verde, como acontece no sentido inverso, uma vez que há interoperabilidade entre as duas empresas. O que a Ascendi está a fazer é pura coerção, uma verdadeira "fábrica de multas", sem qualquer interesse em resolver o problema de forma justa. Penalizam o cliente que tenta cumprir e pagar, em vez de colaborar. Pagar 51 vezes o valor real da portagem é um abuso desproporcional e moralmente inaceitável. Sou cliente Via Verde há mais de 10 anos, e esta foi a primeira vez que algo do género me aconteceu. Em vez de demonstrar bom senso, a Ascendi aplica de forma cega coimas abusivas, sem proporcionalidade nem justiça. Pretendo levar o casoa todas as entidades competentes - IMT, ANSR, e se necessário, à via judicial, por entender tratar-se de uma prática abusiva e lesiva dos direitos dos consumidores. Não é admissível que uma concessionária use a lei como entende para extorquir valores desproporcionais, quando o cliente tenta regularizar desde o primeiro minuto. A multa está paga mas irei até às últimas consequências para ser reembolsada do valor pago a mais de for abusiva. Obrigada

Encerrada
F. B.
17/04/2026

Custos administrativos abusivos

Embora tenha verificado as minha dividas das scuts quase semanalmente, ainda conseguiram encontrar 1,2€ por pagar, que devido aos custos administrativos passou para 10,04€. O problema não é o valor total, mas o facto de as estradas terem sido construídas com dinheiro dos contribuintes e fundos europeus, para depois uma empresa privada tomar conta do que eu e outros pagaram, impondo multas excessivas para atrasos de pagamentos. Para além de abusarem de mim estão a abusar de todos os contribuintes portugueses pagadores de impostos, cobrando dinheiro por aquilo que nós já pagamos. Esta empresa e o governo deviam ter vergonha e parar com este abuso continuo dos portugueses pagadores de impostos.

Encerrada
A. B.
16/04/2026

Pedido de apoio – cobrança desproporcional de custos administrativos (portagens Ascendi)

Exmos. Senhores, Venho por este meio solicitar o vosso apoio relativamente a uma situação de cobrança de valores associados a portagens, que considero manifestamente desproporcionais e potencialmente abusivos. A situação reporta-se a valores em dívida junto da Ascendi, cuja origem remonta a uma falha no sistema de pagamento automático da Via Verde. Em agosto de 2025, o meu cartão bancário foi substituído por motivo de validade, tendo deixado de ser processados os pagamentos automáticos das portagens. Esta falha não foi devidamente comunicada nem detetada em tempo útil, o que levou à acumulação de valores em dívida sem o meu conhecimento. Após tomar conhecimento da situação, desloquei-me a uma loja da Ascendi no Porto com o intuito de proceder à regularização. No entanto, fui confrontada com os seguintes valores: Portagens: 19,68 € Custos administrativos: 145,86 € Apesar de reconhecer a legitimidade da cobrança das portagens, considero que os custos administrativos apresentados são claramente desproporcionais face ao valor em dívida, sobretudo tendo em conta que a origem da situação não decorreu de qualquer intenção de incumprimento. Contactei a Ascendi no sentido de solicitar a revisão dos valores, tendo sido informada de que não existe possibilidade de renegociação, sendo a responsabilidade atribuída à Via Verde, que por sua vez também se recusou a assumir a fragilidade do sistema. Esta situação deixa-me numa posição de evidente desequilíbrio enquanto consumidora. Face ao exposto, venho solicitar o vosso apoio para: Avaliação da legalidade e proporcionalidade dos encargos aplicados; Intervenção junto das entidades envolvidas, no sentido de promover uma solução justa; Esclarecimento dos meus direitos enquanto consumidora nesta situação. Reitero a minha total disponibilidade para proceder ao pagamento do valor real das portagens e de um montante ajustado, que respeite o princípio da proporcionalidade. Agradeço, desde já, a vossa atenção e aguardo o vosso parecer. Com os melhores cumprimentos.

Em curso

Precisa de ajuda?

Esta empresa responde em menos de 26 dias.
Após este período, entre em contacto connosco.

Contacte-nos

Os nossos juristas estão disponíveis nos dias úteis, das 9h às 18h.