Reclamações recentes

A. N.
28/01/2026

Abuso e Cobrança Indevida: Ascendi ignora recibos CTT e inventa erro na Via Verde

"Venho denunciar uma situação de abuso por parte da concessionária Ascendi. Estão a manter um processo de execução fiscal nas Finanças (Proc. 0051202601006053) referente a portagens de 2024 e início de 2025, que já foram todas pagas nos CTT. A Ascendi recusa-se a validar os meus 7 recibos de pagamento manual (anexos), alegando que o meu identificador Via Verde 'não estava válido'. No entanto, eu apenas aderi à Via Verde em 10/07/2025. É fisicamente impossível usar um identificador em 2024 que só adquiri em 2025. A empresa demonstra uma total incapacidade de análise documental e má-fé, insistindo numa dívida inexistente. Já recorri à AMT e ao Provedor de Justiça, mas solicito o apoio da DECO para travar este atropelo aos direitos do consumidor." Atenciosamente Alan Silva

Em curso
F. J.
26/11/2025

RECLAMAÇÃO FORMAL PARA A DECO PROTESTE

Venho por este meio apresentar reclamação formal contra a Ascendi por cobrança indevida de taxa de portagem e custos administrativos. Não possuo Via Verde e SEMPRE pago manualmente as portagens com cartão físico nas máquinas do pedágio. Esta é a segunda vez que recebo cobrança indevida, mesmo após ter efetuado o pagamento regular no momento da passagem. A Ascendi aplica 0,45€ de portagem e 4,42€ de “custos administrativos”, o que considero abusivo e injustificado, uma vez que não houve inadimplência nem negligência de pagamento da minha parte. Solicito que a DECO realize mediação com a Ascendi, exija comprovação documental e técnica de que a passagem não foi paga, bem como o histórico de transações bancárias relacionadas a esse trajeto e data. Solicito também que este registro seja considerado reincidência e que a DECO avalie eventual prática abusiva ou falha sistémica nos sistemas de cobrança da Ascendi. Agradeço o apoio e aguardo retorno.

Resolvida
E. G.
18/11/2025

Falta de pagamento de portagens

Boa tarde, Venho, por este meio, apresentar uma reclamação formal relativamente à carta registada que recebi, notificando-me do pagamento de uma fatura no montante total de 380,80 €, referente a portagens alegadamente em dívida desde fevereiro do presente ano. Importa salientar que não recebi, em momento algum, qualquer notificação prévia que permitisse o pagamento atempado das portagens. Apenas fui informada desta situação através da referida carta registada, a qual, segundo a própria colaboradora da empresa, foi a única comunicação enviada. Tal facto demonstra uma grave falha no processo de notificação, resultando numa cobrança acumulada que considero absolutamente desproporcional e injustificada. Estou disposta a liquidar o valor real das portagens, que ronda os 60 €. Todavia, considero inadmissível e abusiva a cobrança de 320,45 € em custos administrativos, especialmente quando a ausência de notificações anteriores decorreu de falhas da própria empresa. Não é aceitável que o consumidor seja penalizado por um procedimento que claramente não cumpriu o dever mínimo de comunicação. Assim, solicito a revisão imediata dos valores cobrados, com a eliminação dos custos administrativos excessivos, e a regularização da situação de forma justa e conforme os princípios básicos de boa-fé, proporcionalidade e respeito pelo consumidor. Aguardo um retorno célere e uma solução adequada ao exposto. Atentamente, Pedro Dias

Resolvida
C. C.
11/11/2025

Cobrança abusiva

No dia 30 de julho de 2025, circulei pelas autoestradas A9 e A16 e, por lapso, passei na via reservada a utilizadores Via Verde, com o meu segundo veículo, que não tinha identificador ativo. Assim que me apercebi do erro, contactei de imediato a Via Verde e a Ascendi, no próprio dia, para regularizar o pagamento da portagem. Fui informado pela Ascendi que teria de aguardar 15 dias até o valor aparecer no Portal Ascendi — o que fiz. Quando finalmente a passagem surgiu, fui confrontado com uma cobrança de mais de 50€ por uma portagem de 1€. Esta situação é completamente absurda e abusiva. Demonstrei boa-fé desde o primeiro minuto, tentando pagar voluntariamente, e ainda assim a Ascendi aplicou a taxa máxima, justificando que “não é possível saber o ponto de entrada”. Ora, essa informação é falsa e dilatória, pois a Via Verde confirmou-me que a Ascendi pode facilmente obter o ponto de entrada, bastando contactar a Via Verde, como acontece no sentido inverso, uma vez que há interoperabilidade entre as duas empresas. Esta situação já aconteceu com a minha namorada, que entrou num pórtico da Ascendi e saiu num da Via Verde, e a cobrança foi feita corretamente, apenas com a portagem e as respetivas taxas administrativas — de forma justa e sensata. O que a Ascendi está a fazer é pura coerção, uma verdadeira "fábrica de multas", sem qualquer interesse em resolver o problema de forma justa. Penalizam o cliente que tenta cumprir e pagar, em vez de colaborar. Pagar 51 vezes o valor real da portagem é um abuso desproporcional e moralmente inaceitável. Sou cliente Via Verde há mais de 10 anos, e esta foi a primeira vez que algo do género me aconteceu. Em vez de demonstrar bom senso, a Ascendi aplica de forma cega coimas abusivas, sem proporcionalidade nem justiça. Pretendo levar o casoa todas as entidades competentes - IMT, ANSR, e se necessário, à via judicial, por entender tratar-se de uma prática abusiva e lesiva dos direitos dos consumidores. Não é admissível que uma concessionária use a lei como entende para extorquir valores desproporcionais, quando o cliente tenta regularizar desde o primeiro minuto.

Resolvida
P. M.
03/09/2025

00-PO-46

Venho, por este meio, apresentar uma reclamação relativa a uma incorreção registada nos dados associados à matrícula automóvel 00-PO-46. Foi identificado que esta matrícula se encontra indevidamente associada ao NIF 157 144 976, o que não corresponde à realidade. A viatura em questão pertence, de facto, ao cidadão André Tiago Guimarães Miranda, solteiro, maior de idade, portador do Cartão de Cidadão n.º 11110805 5 ZX8, válido até 31/05/2031, com o NIF 217 729 932, residente na Rua da Paz, n.º 67, na freguesia de Santo Tirso, concelho de Santo Tirso. Solicito, com urgência, a correção desta informação nos registos oficiais, de forma a evitar quaisquer prejuízos legais ou fiscais para o legítimo proprietário da viatura. Esta situação poderá configurar uma violação dos direitos do cidadão e comprometer a integridade dos dados mantidos pelas entidades competentes. Agradeço desde já a atenção dispensada e fico a aguardar uma resposta célere e eficaz.

Resolvida

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