Classificação
- Total de reclamações
- 255
- Número de reclamações*
- 64
- Reclamações resolvidas*
- 95%
- Média de dias para responder*
- Sem resposta
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O cálculo é feito com base em três indicadores:
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Reclamações recentes
Burla
Operações bancárias não autorizadas / fraude MBWay Caixadirecta. Entidade reclamada: Caixa Geral de Depósitos, S.A. Descrição da situação: No dia 16 de fevereiro de 2025, foram realizadas 27 transferências via MBWay a partir da minha conta CGD (serviço Caixadireta), no montante total de €21.576,00, sem o meu conhecimento ou consentimento ou qualquer autenticação. As operações apresentam um padrão claramente fraudulento: – Elevada frequência em cerca de 2 horas; – Valores entre €600 e €999 (fracionamento típico de fraude); – Destinatários desconhecidos; – Mobilização de poupanças (€14.300) sem autenticação adicional; – Continuação de operações mesmo após 3 tentativas recusadas, sendo que a primeira recusa foi por saldo insuficiente e a terceira por esgotamento do saldo das mobilizações internas. Após esta recusa por esgotamento de saldo CGD permitiu nova mobilização de 20.000€ de uma conta que segundo titular para alimentar a fraude, sem qualquer contacto ou autenticação forte para tal. – Execução enquanto eu me encontrava fisicamente noutro local (comprovado). A CGD recusou a restituição, alegando que as operações foram “autorizadas”, sem demonstrar essa autorização, conforme exigido pelo artigo 74.º do DL n.º 91/2018. Verificam-se ainda falhas graves nos sistemas de segurança: – Ausência de alertas ou bloqueios; – Falta de autenticação reforçada em operações sensíveis; – Inexistência de contacto preventivo com o cliente. Existe processo-crime em curso (NUIPC 114/25.4JAFUN) por burla informática. Solicito que a CGD cumpra com o estipulado no decreto lei n° 91/2018 de 12 de Novembro, art° 114.°
Encerramento de Conta Sem Justificativa
Exmos. Senhores, Venho, por este meio, apresentar reclamação formal relativamente ao encerramento da minha conta e ao procedimento adotado por essa instituição. Foi-me solicitado o IBAN de outro banco sob a justificação de que a conta seria encerrada. Só depois desse pedido fui induzido a pagar o saldo devedor. Considero este procedimento inadequado, pouco claro e potencialmente lesivo dos meus direitos como cliente, uma vez que o pedido de IBAN deu a entender que o encerramento estaria condicionado apenas à indicação de outra conta, e não à prévia regularização do saldo. Solicito, assim, esclarecimento por escrito sobre: • o motivo exato do encerramento da conta; • a base contratual e legal para o pedido de IBAN; • a razão pela qual o saldo devedor só foi exigido após esse pedido; • a identificação do funcionário ou setor que conduziu o processo; • a confirmação de que não existirão encargos, penalizações ou efeitos adicionais indevidos. Requeiro ainda o envio de toda a comunicação e registo associado a este processo, para apuramento da forma como fui informado e conduzido ao pagamento. Caso não obtenha resposta clara e fundamentada, reservarei o direito de apresentar reclamação junto do Banco de Portugal e demais entidades competentes.
Desbloqueio de valor cativo
Assunto: Não desbloqueio de valor cativo – Cartão bancário Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar reclamação contra a Caixa Geral de Depósitos, devido à não libertação de um valor que se encontra cativo no meu cartão bancário. No dia 06/04/2026, foi efetuada uma pré-autorização no valor de 100€, no âmbito de um serviço de aluguer automóvel. A entidade responsável já confirmou o cancelamento / desbloqueio da pré-autorização, tendo inclusive fornecido comprovativo. No entanto, até à presente data, o montante continua indisponível na minha conta, sem qualquer justificação válida por parte do banco. Esta situação está a causar-me prejuízos financeiros, nomeadamente dificuldade em cumprir despesas essenciais, como o pagamento de renda. Assim, solicito: A libertação imediata do valor cativo A justificação formal do atraso A eventual compensação pelos prejuízos causados, incluindo juros pelo tempo indevido de retenção do valor Caso a situação não seja resolvida com urgência, reservo-me o direito de apresentar queixa junto do Banco de Portugal. Agradeço a vossa intervenção para resolução célere deste problema. Com os melhores cumprimentos, Natália de Sousa Correia Email: nataliacorreia65@gmail.com
Burla !!
Exmos. Senhores, No dia 27 de fevereiro, foram efetuados 10 levantamentos através da funcionalidade “Levantamento MB Way”, no montante total de 1.800€, no espaço aproximado de uma hora. Fui vítima de burla por engenharia social, tendo sido induzida em erro na validação de códigos de levantamento. As referidas operações ocorreram em sequência rápida e esgotaram praticamente o montante disponível para levantamentos no mesmo dia. Nos termos do RJSP: - O prestador de serviços de pagamento (CGD) é responsável perante o utilizador por operações não autorizadas. - O reembolso apenas pode ser recusado caso se prove que o utilizador atuou com fraude ou negligência grave. - O ónus da prova recai sobre o prestador do serviço de pagamento. Importa salientar que a validação induzida em contexto de burla não equivale a autorização livre e consciente da operação, especialmente quando estamos perante um padrão manifestamente anómalo, consistente em 10 levantamentos sucessivos no período aproximado de uma hora. Adicionalmente, atendendo a que os limites publicamente divulgados para o serviço Levantamento MB Way indicam 200€ por operação e 400€ por dia, solicito esclarecimento formal quanto: 1. Aos limites efetivamente aplicáveis à minha conta e cartão na data dos factos; 2. Ao enquadramento técnico e contratual que permitiu a realização de levantamentos no montante total de 1.800€; 3. Aos mecanismos de monitorização e prevenção de fraude existentes e à razão pela qual não foi acionado qualquer bloqueio ou alerta reforçado perante este padrão de operações. Recordo que a minha relação contratual é com a Caixa Geral de Depósitos, não sendo aceitável a remissão de responsabilidade para a SIBS, entidade meramente processadora da rede Multibanco. Decorrido mais de um mês, NÃO obtive qualquer esclarecimento por parte da instituição, o que considero inadmissível face à gravidade da situação e ao impacto que a mesma teve. Importa referir que já fui informada pela SIBS/MBWay de que a resolução se encontra dependente da análise do banco, o que torna ainda mais incompreensível a ausência de resposta até à data. Ja contactei o banco várias vezes , apresentei queixa formal no banco , disseram me que o caso ia ser analisado pelo departamento de burlas e até hoje , NADA ! Voltei a ligar para a caixa geral de depósito , falei com o Sr . Hugo Claudino , que foi de uma prepotência atroz , a dizer que eu tinha de fazer reclamação na polícia , reclamação que já foi feita desde o dia 28 de fevereiro e que tinha de esperar , descredibilizando a caixa geral de depósitos e a atenção e cuidado ao cliente, fiquei chocada com a prestação deste senhor , de uma insensibilidade e falta de profissionalismo atroz . Face ao exposto, venho solicitar a intervenção da DECO no sentido de me auxiliar na obtenção de uma resposta célere e na resolução desta situação. Agradeço, desde já, a atenção dispensada e fico a aguardar o vosso contacto. Com os melhores cumprimentos, Carlota Gordino
Transferência bancária parada
Venho por este meio reclamar a ineficiência para a resolução de transferências. Estipulado o valor máximo de 1000€, sem ter informação de, e para alterar o montante tenho que esperar 8h para ter possibilidade de transferência. A qual ainda não houve primeiro contacto.
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