Reclamações públicas

Consulte todas as queixas publicadas na plataforma Reclamar e encontre solução para um problema semelhante, relacionado com produtos e serviços. Saiba mais
P. F.
07/05/2026

Burla

Operações bancárias não autorizadas / fraude MBWay Caixadirecta. Entidade reclamada: Caixa Geral de Depósitos, S.A. Descrição da situação: No dia 16 de fevereiro de 2025, foram realizadas 27 transferências via MBWay a partir da minha conta CGD (serviço Caixadireta), no montante total de €21.576,00, sem o meu conhecimento ou consentimento ou qualquer autenticação. As operações apresentam um padrão claramente fraudulento: – Elevada frequência em cerca de 2 horas; – Valores entre €600 e €999 (fracionamento típico de fraude); – Destinatários desconhecidos; – Mobilização de poupanças (€14.300) sem autenticação adicional; – Continuação de operações mesmo após 3 tentativas recusadas, sendo que a primeira recusa foi por saldo insuficiente e a terceira por esgotamento do saldo das mobilizações internas. Após esta recusa por esgotamento de saldo CGD permitiu nova mobilização de 20.000€ de uma conta que segundo titular para alimentar a fraude, sem qualquer contacto ou autenticação forte para tal. – Execução enquanto eu me encontrava fisicamente noutro local (comprovado). A CGD recusou a restituição, alegando que as operações foram “autorizadas”, sem demonstrar essa autorização, conforme exigido pelo artigo 74.º do DL n.º 91/2018. Verificam-se ainda falhas graves nos sistemas de segurança: – Ausência de alertas ou bloqueios; – Falta de autenticação reforçada em operações sensíveis; – Inexistência de contacto preventivo com o cliente. Existe processo-crime em curso (NUIPC 114/25.4JAFUN) por burla informática. Solicito que a CGD cumpra com o estipulado no decreto lei n° 91/2018 de 12 de Novembro, art° 114.°

Em curso
A. S.
21/04/2026

Encerramento de Conta Sem Justificativa

Exmos. Senhores, Venho, por este meio, apresentar reclamação formal relativamente ao encerramento da minha conta e ao procedimento adotado por essa instituição. Foi-me solicitado o IBAN de outro banco sob a justificação de que a conta seria encerrada. Só depois desse pedido fui induzido a pagar o saldo devedor. Considero este procedimento inadequado, pouco claro e potencialmente lesivo dos meus direitos como cliente, uma vez que o pedido de IBAN deu a entender que o encerramento estaria condicionado apenas à indicação de outra conta, e não à prévia regularização do saldo. Solicito, assim, esclarecimento por escrito sobre: • o motivo exato do encerramento da conta; • a base contratual e legal para o pedido de IBAN; • a razão pela qual o saldo devedor só foi exigido após esse pedido; • a identificação do funcionário ou setor que conduziu o processo; • a confirmação de que não existirão encargos, penalizações ou efeitos adicionais indevidos. Requeiro ainda o envio de toda a comunicação e registo associado a este processo, para apuramento da forma como fui informado e conduzido ao pagamento. Caso não obtenha resposta clara e fundamentada, reservarei o direito de apresentar reclamação junto do Banco de Portugal e demais entidades competentes.

Em curso
N. C.
15/04/2026

Desbloqueio de valor cativo

Assunto: Não desbloqueio de valor cativo – Cartão bancário Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar reclamação contra a Caixa Geral de Depósitos, devido à não libertação de um valor que se encontra cativo no meu cartão bancário. No dia 06/04/2026, foi efetuada uma pré-autorização no valor de 100€, no âmbito de um serviço de aluguer automóvel. A entidade responsável já confirmou o cancelamento / desbloqueio da pré-autorização, tendo inclusive fornecido comprovativo. No entanto, até à presente data, o montante continua indisponível na minha conta, sem qualquer justificação válida por parte do banco. Esta situação está a causar-me prejuízos financeiros, nomeadamente dificuldade em cumprir despesas essenciais, como o pagamento de renda. Assim, solicito: A libertação imediata do valor cativo A justificação formal do atraso A eventual compensação pelos prejuízos causados, incluindo juros pelo tempo indevido de retenção do valor Caso a situação não seja resolvida com urgência, reservo-me o direito de apresentar queixa junto do Banco de Portugal. Agradeço a vossa intervenção para resolução célere deste problema. Com os melhores cumprimentos, Natália de Sousa Correia Email: nataliacorreia65@gmail.com

Em curso
C. G.
14/04/2026

Burla !!

Exmos. Senhores, No dia 27 de fevereiro, foram efetuados 10 levantamentos através da funcionalidade “Levantamento MB Way”, no montante total de 1.800€, no espaço aproximado de uma hora. Fui vítima de burla por engenharia social, tendo sido induzida em erro na validação de códigos de levantamento. As referidas operações ocorreram em sequência rápida e esgotaram praticamente o montante disponível para levantamentos no mesmo dia. Nos termos do RJSP: - O prestador de serviços de pagamento (CGD) é responsável perante o utilizador por operações não autorizadas. - O reembolso apenas pode ser recusado caso se prove que o utilizador atuou com fraude ou negligência grave. - O ónus da prova recai sobre o prestador do serviço de pagamento. Importa salientar que a validação induzida em contexto de burla não equivale a autorização livre e consciente da operação, especialmente quando estamos perante um padrão manifestamente anómalo, consistente em 10 levantamentos sucessivos no período aproximado de uma hora. Adicionalmente, atendendo a que os limites publicamente divulgados para o serviço Levantamento MB Way indicam 200€ por operação e 400€ por dia, solicito esclarecimento formal quanto: 1. Aos limites efetivamente aplicáveis à minha conta e cartão na data dos factos; 2. Ao enquadramento técnico e contratual que permitiu a realização de levantamentos no montante total de 1.800€; 3. Aos mecanismos de monitorização e prevenção de fraude existentes e à razão pela qual não foi acionado qualquer bloqueio ou alerta reforçado perante este padrão de operações. Recordo que a minha relação contratual é com a Caixa Geral de Depósitos, não sendo aceitável a remissão de responsabilidade para a SIBS, entidade meramente processadora da rede Multibanco. Decorrido mais de um mês, NÃO obtive qualquer esclarecimento por parte da instituição, o que considero inadmissível face à gravidade da situação e ao impacto que a mesma teve. Importa referir que já fui informada pela SIBS/MBWay de que a resolução se encontra dependente da análise do banco, o que torna ainda mais incompreensível a ausência de resposta até à data. Ja contactei o banco várias vezes , apresentei queixa formal no banco , disseram me que o caso ia ser analisado pelo departamento de burlas e até hoje , NADA ! Voltei a ligar para a caixa geral de depósito , falei com o Sr . Hugo Claudino , que foi de uma prepotência atroz , a dizer que eu tinha de fazer reclamação na polícia , reclamação que já foi feita desde o dia 28 de fevereiro e que tinha de esperar , descredibilizando a caixa geral de depósitos e a atenção e cuidado ao cliente, fiquei chocada com a prestação deste senhor , de uma insensibilidade e falta de profissionalismo atroz . Face ao exposto, venho solicitar a intervenção da DECO no sentido de me auxiliar na obtenção de uma resposta célere e na resolução desta situação. Agradeço, desde já, a atenção dispensada e fico a aguardar o vosso contacto. Com os melhores cumprimentos, Carlota Gordino

Em curso
J. R.
30/03/2026

Transferência bancária parada

Venho por este meio reclamar a ineficiência para a resolução de transferências. Estipulado o valor máximo de 1000€, sem ter informação de, e para alterar o montante tenho que esperar 8h para ter possibilidade de transferência. A qual ainda não houve primeiro contacto.

Encerrada
M. G.
25/03/2026

Cancelamento do acesso ao CaixaDirecta

Exmos. Senhores. Fui contactada, via telefone, para me dirigir, presencialmente, à agência da Caixa Geral de Depósitos, na avenida Luísa Tody em Setúbal. O referido pedido tinha por base uma suposta falta de assinatura, sem qualquer esclarecimento. Como não compareci, foi-me cancelado o acesso à minha conta bancária através da plataforma do CaixaDirecta, com o pretexto de questões de segurança. A caixa, em momento algum, equacionou a possibilidade de me enviar o documento ou permitir a sua assinatura via digital. Não é a primeira vez que a CGD me cancela o acesso a serviços com o pretexto de existência da fraudes. Neste momento, não tenho o meu cartão de débito porque a Caixa o cancelou e exigiu que eu declarasse o cancelamento como responsabilidade minha.

Encerrada
F. S.
25/03/2026

Pagamento reiterado indevido

Nos dias 23 (segunda-feira) e 24 (terça-feira) de março recorri a duas agências da Caixa Geral de Depósitos. Respetivamente, na Avenida da República, 2468, 4430-196 - V. N. de Gaia e na Avenida dos Aliados, 4000-295 - Porto. Como ambas as agências possuem caixas automáticas privativas para os seus depositantes que possuem cartão de débito, dirigi-me a cada uma das máquinas para realizar um levantamento em dinheiro, por volta das 11H00/11H30, em cada um dos dias, que exibiam um aviso de que estavam inoperacionais, pelo que tive de tirar uma senha para ser atendido numa caixa. Para meu espanto estavam em ambos os dias e àquela hora em manutenção, segundo informação de cada um dos funcionários. Esse meu espanto transformou-se em indignação quando tive de pagar pelo levantamento, em cada uma das vezes, 5,15 € (cinco euros e quinze cêntimos). Questiono-me se foi pura coincidência ou de facto se trata de uma prática informática administrativa habilidosa por parte da gestão da Caixa Geral de Depósitos para que o seu Resultado Líquido anual possa vir a ser aumentado no fim do ano económico corrente. Obrigado

Encerrada
C. S.
18/03/2026

ALTERAÇÃO DA TIPOLOGIA DA CONTA

Ex. Mos Senhores, A 18/03/2026, e na qualidade de Procurador de uma pessoa com deficiência motora, com 80% de incapacidade, que se desloca em cadeira de rodas, dirigi-me ao Balcão da Caixa Geral de Depósitos de Vila Franca de Xira, para alterar a tipologia da conta à ordem para uma conta de "Serviços Mínimos Bancários", e foi-me exigido, que deixasse o original da Procuração, ou em alternativa, que entregasse uma cópia autenticada da mesma pela Notária. Esta situação já se arrasta desde o ano passado, quando tentei fazer a mesma coisa, e com a Procuração que possuía, não aceitaram, porque a mesma não fazia menção ao nº da conta, e não dizia expressamente, que eu tinha poderes para alterar a tipologia da conta, razão pela qual, foi efetuada uma nova Procuração a semana passada, tendo os elementos que estavam em falta. A pessoa que represento, teve que se deslocar ao Cartório Notarial de Vila Franca de Xira, num transporte próprio dos Bombeiros de Azambuja, teve que se pagar 48€ do transporte, mais os 49,82€ da nova procuração. Falei com a gerente do balcão, e a mesma disse-me que era uma norma interna do banco. Não se percebe estas situações, também não se percebe qual é a atuação do Banco de Portugal nestes casos, a verdade é que, os consumidores estão a ser lesados, manipulados, e obrigados a despender mais dinheiro só porque as instituições têm normas internas que se sobrepõem às do regulador. Se para uma pessoa em condições normais, esta já era uma situação inaceitável, para uma pessoa com deficiência motora e reformada por invalidez é ainda mais grave. Peço a vossa ajuda.

Encerrada
J. L.
25/02/2026

BURLA

EXMOS. SRS. NUNCA ABRAM CONTA NESTE BANCO. NUNCA ABRAM CONTA NESTE BANCO. OS MEUS PAIS COM CERCA DE 90 ANOS NÃO ESTÃO CAPACITADOS PARA RESOLVEREM AS SUA SITUAÇÕES E TÊM CONTA NESTE BANCO PRATICAMENTE DESDE QUE NASCERAM. PEDIRAM UM EMPRÉTIMO NA AMADORA EM 1988, E NO ANO 2000 A DÍVIDA AINDA ERA IGUAL AO EMPRÉSTIMO INICIAL, 12 ANOS DEPOIS. NA SUCURSAL DO CACÉM DE CIMA DESDE HÁ MAIS DE 20 ANOS QUE LÁ VOU, MAS NUNCA RESOLVI NADA LÁ, PORQUE CADA VEZ QUE LÁ VOU TRATAM-ME COMO O SALTEADOR. DEVE SER POR CAUSA DO RACISMO. INVENTAM TODO O TIPO DE BUROCRACIAS PARA NÃO RESOLVEREM NADA PREJUDICANDO GRAVEMENTE, REPITO, GRAVEMENTE, OS MEUS PAIS. ELES PENSAM QUE SOMOS TODOS DA MESMA LAIA QUE ELES. O BANCO GANHA POR DIA UM MILHÃO E QUINHENTOS MIL EUROS A ESCAMOTEAR E OS CLIENTES É QUE SÃO OS SALTEADORES??? QUEM ABRIR CONTA NESTE BANCO ESTÁ CONDENADO. DEUS NUNCA ESQUECE NEM NUNCA PERDOA!!! DEUS NUNCA ESQUECE NEM NUNCA PERDOA!!! DEUS NUNCA ESQUECE NEM NUNCA PERDOA!!!

Encerrada
K. P.
10/02/2026

Estorno e encerramento da conta

exmos. Senhores, Sou titular da conta Nº PT50003507530002729023012 e, conforme já tive oportunidade de vos dar conhecimento e não obstante o meu pedido de encerramento da mesma em , a conta continua aberta. Assim, reitero o meu pedido para que encerrem a conta e procedam ao estorno de qualquer comissão e dos montantes indevidamente cobrada neste lapso de tempo. Bem como o estorno de todo o meu património Já havia feito uma reclamação no dia 14-01-2026 aqui pela mesma via e tinha como caso numero(14239188) e a instituição não procedeu com o encerramento da conta e nada fez e continua a não proceder corretamente. Aguardo a V/ rápida resposta. Cumprimentos.

Resolvida Pedido de intervenção à DECO PROteste

Precisa de ajuda?

Pode falar com um jurista. Para obter ajuda personalizada, contacte o serviço de informação

Contacte-nos

Os nossos juristas estão disponíveis nos dias úteis, das 9h às 18h.