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Transferência abusiva
Exmos senhores directores da CGD tudo começou quando acabaram com as cardenetas a minha gestora Dona Sofia da sucursal de Caxinas Vila do Conde pediu para instalar a caixa directa e eu disse se seria seguro que era só para consultar o saldo e ela disse que sim quando o primeiro passo era bloquear transferências e pagamentos e ficar com a aplicação só para consulta aqui foi logo o primeiro erro tentou vender me um outro cartão acho que era o Azul em vez de pagar 4.80 mês iria pagar 8 euros disse lhe que não dai não me ter bloqueado a aplicação porque desde que tenho a aplicação nunca fiz um pagamento ou transferência na aplicação comk vocês podem comprovar a sempre por multibanco com cartão no dia 1 de Julho às 15h alguém com nome que pode ser falso com uma conta online acho que é o Onybank ou coisa parecido com iban identificado a CGD autorizou uma transferência de 997.99 da minha conta sem levantar suspeitas sem pedir uma segunda verificação sem chamar atenção que desta aplicação nunca saiu um euro reclamei na sucursal apresentei queixa nas autoridades eu na mensalidade que pago existe uma parte que vai para um seguro que acho que vai averiguar que se entrou um vírus não me vai devolver o meu dinheiro roubado acho incrível que o banco de Portugal autorize estas contas online onde so serve para roubar o dinheiro às pessoas e a CGD com estas entidades deveriam ter um certo tempo de espera para poder cancelar a transferência caso seja roubo ou burla tipo 24h como acontece por exemplo nos débitos directos se for abusivo vou ao balcão e cancelo estou aguardar a resolução do banco porque nas autoridades não acredito que vão resolver o que quer que seja não foi um valor acima dos mil euros não é crime agravado ou público como me disse o agente espero que a CGD me devolva o dinheiro a primeira resposta automática ao mail foi que não como sou sócio da Deco espero que os juristas consigam resolver este problema e o banco de Portugal deveria meter dinheiro de transferências de bancos online em quarentena para que roubos destes não tenha sucesso isto foi às 15h o telemóvel ficou bloqueado a actualizar e meia hora depois alertei logo a CGD se houvesse essa lei apoderiam abortar a transferência.
Tempo de espera EXAGERADO
Exmos. Senhores, É exasperante a demora que constantemente ocorre na agência central da CGD de Odivelas. Nesta agência central de Odivelas, tive necessidade no passsado dia 15/7 de solicitar uma nova caderneta, por a que possuo ter terminado as folhas disponiveis. Para esta simples operação, disponibilizar uma nova caderneta, tirei uma senha para aguardar a minha vez. Ora, e passados 45 (QUARENTA E CINCO) minutos, a aguardar uma operação simples e rápida, como já referi, apenas tinham sido chamados para atendimento, pelos 3 (TRÊS) funcionários de serviço, 4 (QUATRO) clientes. Como tinha ainda, pelas pessoas que contei, no interior da agência, cerca de umas oito pessoas, a minha previsão seria na melhor das hipóteses uma espera de mais hora e meia, para a simples operação pretendida. É um desespero e um teste à melhor paciência, "um pesadelo" quando tenho de me deslocar a esta agência da CGD. Não será estranho o facto de a CGD, ter encerrado uma agência muito movimentada que existia perto - Póvoa de Santo Adrião, e não foi reforcado o quadro de pessoal desta de Odivelas, o que provoca estas demoras no atendimento e é demonstrativo da consideração da CGD para com os seus clientes.
Burla
A CAIXA GERAL DE DEPÓSITOS É UM BANCO CRIMINOSO E RACISTA. SEMPRE QUE VOU A UMA SUCURSAL RECLAMAR PELOS DIREITOS DOS MEUS PAIS TRATAM-ME COMO UM SUB HUMANO. OS MEUS PAIS CONTRAIRAM UM EMPRÉSTIMO DE UM DETERMINADO VALOR EM 1988 PARA COMPRA DE UMA CASA NA SUCURSAL DA AMADORA. NO ANO 2000 FUI LIQUIDAR O EMPRÉSTIMO PARA OS MEUS PAIS PODEREM ADQUIRIR UMA NOVA CASA PERTO DA MINHA MORADA. POIS ACREDITEM, ESTE BANCO DE ASSASSINOS PREPOTENTES E ILEGAIS, UMA VERDADEIRA MÁFIA, A DÍVIDA QUE TIVEMOS DE PAGAR 12 ANOS DEPOIS ERA SUPERIOR À DÍVIDA INICIAL 12 ANOS DEPOIS. A MINHA MÃE CONTRAIU ALZHEIMER HÁ MAIS DE 5 ANOS, MEDICAMENTE COMPROVADA POR RELATÓRIOS MÉDICOS, E HÁ MAIS DE 5 ANOS QUE NOS NEGAM O 2° COMPLEMENTO DE DEPENDENCIA CONTRA TODAS AS LEIS, INVENTAM MALEFICAMENTE TODO O TIPO DE ARGUMENTOS ASSASSINOS TÍPICO DE SONEGADORES QUE SÃO PARA NÃO CUMPRIR A LEI. VAMOS INICIAR UMA BATALHA CONTRA CRIMINOSOS PERANTE DEUS. QUEM TEM CONTA OU VAI ABRIR CONTA NESTE BANCO TEM UMA CERTEZA ABSOLUTA QUE VAI SER ROUBADO POR ASSASSINOS RACISTAS E PREPOTENTES. A TODOS OS IMPLICADOS NOS ROUBOS A MILHÕES DE PESSOAS QUE POR TRABALHAREM PARA O ESTADO TINHAM A OBRIGAÇÃO DE ABRIR UMA CONTA NA CAIXA GERAL DE DEPÓSITOS, POIS VOS DIGO, O PERDAO NAO FAZ PARTE DO DICIONÁRIO DE DEUS. VAMOS A ISTO. A CAIXA GERAL DE DEPÓSITOS É UM BANCO CRIMINOSO E ASSASSINO...DEUS NUNCA ESQUECE NEM NUNCA PERDOA!!! DEUS NUNCA ESQUECE NEM NUNCA PERDOA!!! DEUS NUNCA ESQUECE NEM NUNCA PERDOA!!!
Transferência abusiva
No passado dia 1 de Julho fizeram uma transferência no valor de 997.99 da minha conta através do caixa directa onde nunca tinha feito pagamentos ou transferências é sempre por multibanco sem ter o cartão matriz e sem o banco pedir uma segunda verificação o banco tem o nome e o iban da conta para onde foi feita a transferência apresentei queixa às autoridades e peço a devolução do valor por sentir que o meu dinheiro não está seguro
CGD SEM INFORMAÇÃO AO CLIENTE
Assunto: Contestação da resposta referente ao processo n.º 20261028460 Exmos. Senhores, Acuso a receção da vossa comunicação relativa ao processo n.º 20261028460, referente ao reporte efetuado à Central de Responsabilidades de Crédito (CRC). Não posso, contudo, concordar com a conclusão apresentada, na medida em que considero não ter sido devidamente informado da iminência do reporte à CRC. Na vossa resposta referem que o extrato de abril foi disponibilizado na CaixaDirecta em 02/04/2026 e que nesse documento constava informação sobre o incumprimento e sobre a eventual comunicação à CRC. Todavia, a mera disponibilização de um extrato numa área reservada não demonstra, por si só, que o cliente tenha sido efetivamente informado de uma situação com consequências tão relevantes para o seu histórico de crédito. Até à data, não me foi apresentada qualquer prova de que tenha sido efetuada uma comunicação individualizada e eficaz, designadamente através de carta, correio eletrónico, SMS ou outro meio idóneo, alertando expressamente para a existência do incumprimento e para a iminência do reporte à CRC. Assim, solicito que me seja facultada a seguinte informação: 1. Qual o meio concreto utilizado para me informar da existência do incumprimento e da iminência do reporte à CRC; 2. Cópia ou evidência documental dessa comunicação; 3. Indicação da cláusula contratual ou disposição regulamentar que permita considerar suficiente, para efeitos do cumprimento do dever de informação, a simples disponibilização do extrato na área reservada da CaixaDirecta; 4. Prova de que tal informação foi efetivamente colocada ao meu conhecimento antes da realização do reporte efetuado em 08/04/2026. Considero que, tratando-se de uma comunicação suscetível de afetar significativamente o meu registo de crédito junto do Banco de Portugal, o dever de informação deve ser cumprido de forma clara, adequada e demonstrável. Agradeço a reapreciação da situação e aguardo resposta aos esclarecimentos solicitados. Com os melhores cumprimentos,
Demora no processo de habilitação de herdeiros, e retirada do nome da pessoa da conta que faleceu!
Demora no processo de habilitação de herdeiros, e retirada do nome da pessoa da conta que faleceu! 11 DE JUNHO 2026 Caros senhores, Desde o dia 15 de Maio 2026,dois dias depois do meu pai falecer, fui à CGD de Alter do chão participar o óbito do meu pai e até a esta data que estou à espera de uma resposta da CGD, e a retirada do nome do meu pai da conta por motivos de óbito. Entreguei tb depois, na CGD do Crato os documentos do Modelo 1 (imposto de selo) relativo a uma habilitação de herdeiros, respectiva certidão de óbito e demais documentos pedidos, por óbito do meu pai. A entrega foi efetuada no dia 25 de Maio de 2026 na CGD do Crato, e foi-me dito que o processo deveria levar aproximadamente duas semanas, mais ou menos para a retirada do nome da conta na CGD do meu falecido pai. Foi-me passado um documento de certificado de iban já só com o nome da minha mãe, para entrega na Segurança Social, a qual diz a mesma, que o nome do meu pai não pode em circunstância alguma constar na referida conta, para que assim depois, possa ser pago os direitos dele a nível de funeral e outras prestações à minha mãe! Posteriormente, entreguei o documento, onde consta o IBAN bancário já só com o nome da minha mãe, à senhora da funerária que tem o processo à espera de enviar para a segurança social. Até esta data ainda não tenho informação da retirada do nome do meu pai da conta, para assim dar autorização à senhora da funerária para entrega do processo na segurança social! Ao fim de três semanas, sensivelmente, liguei para o número de apoio aos processo de habilitação de herdeiros da CGD (Lisboa) onde me informaram que o processo ainda não tinha sido concluído, e que a senhora ia fazer uma comunicação interna para ver o seguimento do pedido. Não me pareceu muito convincente a postura da senhora! Devido a esta demora a minha mãe está a ser prejudicada com a mesma, pois como se sabe a segurança social paga tarde e más horas e assim ainda vai ser pior. A minha mãe tem compromissos de pagamentos para fazer e assim não pode! Avanço portanto com esta queixa e gostaria de saber se é possível fazer uma queixa ao Banco de Portugal e órgão para esse efeito?
Pedido de intervenção urgente – Burla MB Way e recusa de responsabilidade da Caixa Geral de Depósito
Exmos. Senhores, Venho por este meio solicitar a intervenção da DECO relativamente a uma situação que considero extremamente grave e à qual a Caixa Geral de Depósitos tem vindo a responder de forma insatisfatória, recusando assumir qualquer responsabilidade pelos prejuízos sofridos. No dia 27 de fevereiro de 2026, fui vítima de uma burla através da aplicação MB Way, da qual resultaram nove levantamentos sucessivos, efetuados em poucos minutos, no valor total de 1.800€. Desde essa data tenho procurado obter junto da Caixa Geral de Depósitos uma resposta séria, fundamentada e justa. Contudo, passados mais de dois meses, continuo sem compreender como é possível que uma instituição bancária tenha assistido à realização de nove levantamentos consecutivos, totalmente anómalos face ao meu histórico de utilização, sem que tenha sido desencadeado qualquer mecanismo eficaz de proteção ou bloqueio preventivo. Importa referir que: Nunca tinha utilizado anteriormente a funcionalidade "Levantar Dinheiro" do MB Way; Os levantamentos ocorreram num curto espaço de tempo, evidenciando um padrão manifestamente anormal; A Caixa apenas atuou após a concretização de todas as operações; O alerta enviado pelo banco ocorreu quando o prejuízo já estava integralmente consumado; A própria SIBS reconheceu a existência de um constrangimento técnico que permitiu ultrapassar os limites de segurança normalmente aplicáveis a este tipo de operações; Apesar de reconhecer a existência dessa falha técnica, a Caixa Geral de Depósitos continua a recusar qualquer compensação ou assunção de responsabilidade. Considero particularmente grave que a instituição admita que existiu um problema técnico no sistema, que reconheça que tal situação já foi corrigida para evitar futuras ocorrências, mas que simultaneamente entenda que os prejuízos causados ao cliente devem ser suportados exclusivamente por este. Ou seja, a falha existiu, foi identificada, foi corrigida para proteger futuros clientes, mas quem sofreu as consequências dessa falha fica sem qualquer proteção ou reparação. Nos termos do Decreto-Lei n.º 91/2018, que regula os serviços de pagamento, as instituições financeiras têm deveres acrescidos de segurança, monitorização e prevenção de fraude. O cliente deve agir diligentemente, mas também deve poder confiar que o banco dispõe de mecanismos adequados para detetar comportamentos manifestamente anómalos e atuar em tempo útil. Neste caso, a sucessão de levantamentos em poucos minutos, através de uma funcionalidade nunca antes utilizada por mim, deveria ter constituído um sinal evidente de risco. Ainda assim, nada foi feito até ser demasiado tarde. Sinto que a Caixa Geral de Depósitos procurou limitar-se a uma análise puramente técnica da operação, ignorando completamente o contexto da fraude, o comportamento atípico das operações, a falha técnica reconhecida e os deveres de proteção que recaem sobre a instituição. Fui vítima de uma burla. Não obtive qualquer benefício destas operações. Não atuei com intenção fraudulenta nem com negligência grosseira. Fui induzida em erro por terceiros e lesada em 1.800€, valor que continua a fazer-me falta e que teve um impacto significativo na minha vida financeira. Como consumidora e cliente da Caixa Geral de Depósitos há vários anos, não aceito a postura adotada nem a total ausência de responsabilização por parte da instituição. Assim, solicito à DECO que analise este caso, que intervenha junto da Caixa Geral de Depósitos e que me apoie na defesa dos meus direitos, procurando uma solução justa para esta situação. Entendo que existem fundamentos para uma reapreciação da decisão do banco e para a devolução dos montantes indevidamente perdidos em consequência desta fraude e das falhas de segurança reconhecidas. Agradeço, desde já, toda a atenção dispensada e fico a aguardar o vosso contacto. Com os melhores cumprimentos, Carlota Gordino
Demora no processo de habilitação de herdeiros
5 DE JUNHO 2026 Caros senhores, Entreguei na CGD os documentos do Modelo 1 (imposto de selo) relativo a uma habilitação de herdeiros por óbito de um parente. A entrega for efetuada no dia 6 de Maio e foi-me dito que o processo deveria levar aproximadamente duas semanas. Ao fim de três semanas, sensivelmente, liguei para o número de apoio aos processo de habilitação de herdeiros da CGD onde me informaram que o processo estava parado devido a um erro do funcionário na inserção dos dados na plataforma, situação a que sou totalmente alheio. Disseram-me que iriam enviar um aviso relativo à situação para o balcão onde entreguei os documentos, mas após mais duas chamadas para o número de apoio, a situação continua parada com a simples resposta de que a CGD "lamenta a situação e compreende a insatisfação" o que me serve para absolutamente nada. Avanço portanto com esta queixa e gostaria de saber se é possível fazer uma queixa ao Banco de Portugal.
CGD só respondeu após queixas no site DECO, Livrod e Reclamações e Portal da Queixa
Tenho o meu projeto aprovado por 2 vezes pela entidade CASES. A gestora da CGD Alcochete ignorou-me durante mais de 2 anos no primeiro projeto e, no segundo, ficou 4 meses sem responder ao meu e-mail de 29 de janeiro de 2026. A resposta só chegou hoje, 3 de junho de 2026 - e apenas porque apresentei queixa no Livro de Reclamações Online, na DECO Proteste e no Portal da Queixa. A CGD só age quando é fiscalizada. Isto é gravíssimo. A resposta recebida é genérica, sem fundamento técnico, e desrespeita a aprovação da CASES. A gestora já tinha admitido a mim presencialmente "má vontade dos colegas" na primeira recusa. PRETENDO: Apoio jurídico para participação ao Banco de Portugal e ação judicial por negligência sistemática e danos morais. Resposta Pretendida: Orientação legal e mediação com a CGD.
Incumprimento do programa Microinvest – Pedido de desbloqueio imediato de financiamento
Excelentíssimos Senhores da Caixa Geral de Depósitos, e, se necessário, à Autoridade de Supervisão competente, Venho, por este meio, na qualidade de Eduardo Leite, bombeiro voluntário em Alcochete, apresentar uma exposição formal e contundente sobre a situação gravosa e, ao meu ver, configuradora de negligência, violação de deveres de informação e abuso de confiança por parte da gestora de empresas da vossa agência em Alcochete, Senhora Ana Remechido. DOS FACTOS Projeto aprovado pela CASES – Apresentei a minha ideia inicial (marca de roupa) ao programa Microinvest, tendo o meu dossier sido aprovado e atestada a viabilidade económica pela CASES, entidade competente para o efeito. Conta aberta por indicação da gestora – Na sequência da aprovação, dirigi-me à CGD em Alcochete, onde a Sra. Ana Remechido me instruiu a abrir uma conta para receber o montante de €20.000,00 destinado ao programa. Silêncio absoluto por mais de dois anos – Durante mais de dois anos, semanalmente, procurei obter informações ou andamento. Nunca me foi transmitido qualquer impedimento, parecer negativo ou solicitação de elementos adicionais. Revelação tardia e contraditória – Em 2026, ao insistir pessoalmente, fui informado de que o projeto “não tinha viabilidade”. A própria gestora, Sra. Ana Remechido, acrescentou que se tratava de “má vontade dos colegas que analisaram a documentação” – afirmação gravíssima, que reconhece, ainda que informalmente, vício no processo interno. Mudança de segmento e nova aprovação CASES – Seguindo a sugestão da gestora, reformulei o projeto, obtive nova aprovação do Sr. João Nunes na CASES, com parecer positivo e viabilidade atestada. Nova negligência – Remetido todo o novo dossier à mesma gestora, novamente não houve qualquer atenção, resposta ou seguimento, até à presente data. DO DIREITO E DA CONTUNDÊNCIA DO CASO Não se trata de um pedido discricionário. O programa Microinvest, gerido pela CGD em parceria com a CASES, vincula-se a regras objetivas e transparentes. Uma vez aprovada a viabilidade pela CASES, cabe ao banco executar a abertura do financiamento, salvo justificação fundamentada e comunicada tempestivamente – o que NUNCA aconteceu. O decurso de mais de dois anos sem resposta é, só por si, inaceitável e viola o dever de diligência e boa-fé bancária (art. 227.º do Código Civil, aplicável por analogia à responsabilidade pré-contratual). A afirmação da gestora sobre “má vontade dos colegas” é uma confissão extrajudicial de que o meu dossier foi tratado com parcialidade, desleixo ou eventual perseguição interna – facto que, se provado, pode constituir responsabilidade disciplinar e até contraordenacional. Fui induzido em erro ao abrir uma conta especificamente para este fim, mantendo expectativas legítimas durante anos, sem qualquer retorno. A CGD não pode beneficiar da sua própria inércia. DO PEDIDO Assim, considerando que: Tenho duas viabilidades técnicas emitidas pela CASES; Cumpri todos os requisitos formais e procedimentais que me foram impostos; A única razão para o insucesso até agora foi a inércia, falta de transparência e, conforme dito pela própria gestora, “má vontade” de colaboradores dessa instituição; REQUER-SE: A aprovação e desbloqueio imediato do financiamento de €20.000,00 para o meu novo projeto, já analisado e aprovado pela CASES, mediante apresentação do respetivo dossier. A compensação pelo dano temporal (mais de dois anos de espera injustificada), a ser fixada segundo critérios de equidade, pelo menos no valor equivalente a 24 meses de juros legais sobre o montante do financiamento ou da retoma de atividade que ficou inviabilizada. A substituição da gestora Ana Remechido na análise do meu processo, por manifesta falta de isenção e profissionalismo. Na ausência de resposta favorável no prazo de 15 dias, levo este caso às entidades fiscalizadoras (Banco de Portugal, ASAE, Provedoria do Cliente Bancário, e eventual queixa-crime por denegação de acesso a programa de apoio público). NOTA FINAL Senhores, sou bombeiro voluntário. A minha vida é feita de servir a comunidade, de arriscar a minha segurança por terceiros. Quando decido empreender, não peço favores – peço apenas o cumprimento da lei e das regras do programa a que me candidatei. Se um cidadão comum, com dossiês aprovados duas vezes pela entidade competente, não consegue resposta durante dois anos porque uma gestora acha que “os colegas tiveram má vontade”, então algo está profundamente podre no sistema de financiamento público canalizado pela CGD. Não quero litígios. Quero trabalhar, criar emprego e dignificar o meu nome. Mas também não tolerarei mais adiamentos. Aguardo prova de que a Caixa Geral de Depósitos não trata com desprezo os empreendedores e os bombeiros que todos os dias salvam vidas – incluindo, quem sabe, as dos vossos familiares. Com os meus melhores cumprimentos, Eduardo Leite Bombeiro Voluntário, Alcochete 29 de maio de 2026
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