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Falhas recorrentes na documentação, informações contraditórias
Falhas recorrentes na documentação, informações contraditórias e atendimento inadequado no processo de crédito automóvel No dia 21 de outubro, submeti um pedido de crédito automóvel para veículo elétrico através da aplicação CaixaDireta, acompanhado da documentação necessária. No dia 22 de outubro, fui instruída a enviar os documentos para o endereço credito.expresso@cgd.pt. Foi-me explicado que poderia continuar a receber emails automáticos a solicitar a documentação, mesmo depois de a enviar, devendo ignorar essas mensagens, uma vez que os documentos já estariam submetidos. Segui as instruções recebidas. Apesar disso, o processo não avançou corretamente. A aplicação CaixaDireta manteve o estado «Em decisão» desde 22 de outubro, sem alterações, levando-me a acreditar que o pedido estava a ser analisado. No dia 26 de outubro, perante a ausência de qualquer evolução, contactei duas vezes o apoio ao cliente. Na primeira chamada, descobri que os documentos continuavam sem estar corretamente anexados à proposta. O assistente garantiu-me que tinha corrigido a situação. Na segunda chamada, fui atendida pela assistente Jacira Carlos, que não me apresentou uma solução. Após manifestar o meu descontentamento e informar que iria apresentar uma reclamação, terminou a chamada sem me encaminhar para o habitual inquérito de satisfação. No dia 27 de outubro, voltei a contactar a CGD e constatei que os documentos continuavam incorretamente anexados. Foi-me novamente indicado que apenas constavam os recibos de vencimento de julho. O assistente pediu-me que voltasse a enviar os recibos de vencimento para credito.expresso@cgd.pt, juntamente com o meu NIF, o número da proposta e o nome completo. Indicou-me também o número dedicado ao apoio ao Crédito Expresso: 218 422 400. Contactei esse número e, após a confirmação dos meus dados, a colaboradora garantiu-me novamente que os documentos estavam anexados. Questionei como poderia ter confiança nessa informação, uma vez que, diariamente, me garantem que a documentação está correta, mas, quando volto a contactar a CGD, verifico que continua a existir o mesmo problema. A colaboradora informou-me ainda de que teria de aguardar três dias pela decisão, apesar de a página do Crédito Expresso no site da CGD anunciar uma decisão «na hora», mediante o cumprimento das condições aplicáveis e a correta submissão da documentação. De acordo com a informação disponibilizada no site da CGD, a decisão do Crédito Expresso é efetuada «na hora», desde que o pedido seja realizado num dia útil da semana e a documentação esteja correta. No meu caso, o pedido foi submetido no dia 21 de outubro e os documentos foram enviados, pelo menos, desde o dia 22 de outubro, conforme as instruções transmitidas pelos próprios colaboradores da CGD. Desde essa data, tenho cumprido os procedimentos que me foram indicados, incluindo o reenvio da documentação sempre que solicitado. Assim, considero inaceitável que o processo continue sem uma decisão e que a responsabilidade por falhas recorrentes na anexação dos documentos pareça recair sobre mim, apesar das sucessivas tentativas de resolução. Exijo que a CGD esclareça formalmente por que motivo o processo não avançou nos termos anunciados, tendo em conta que os documentos foram enviados atempadamente, e que proceda à sua regularização urgente. Assim, solicito: - Confirmação escrita de que todos os documentos necessários foram recebidos e estão corretamente anexados à minha proposta; - Esclarecimento sobre os motivos pelos quais a documentação foi repetidamente anexada de forma incorreta, apesar das várias tentativas de resolução; - Confirmação de que o processo se encontra efetivamente completo e em condições de ser analisado; - Análise prioritária da situação, de modo a garantir a resolução imediata do assunto. - A análise das gravações das chamadas e do atendimento prestado pelos colaboradores envolvidos. - A apreciação de um pedido de compensação pelos transtornos, pelo tempo despendido e pela repetição de falhas e contactos necessários para tentar resolver esta situação. A CGD anuncia publicamente uma decisão «na hora», mas, até ao momento, não consigo sequer obter uma confirmação fiável de que os documentos estão corretamente anexados. Não considero aceitável que falhas operacionais e de comunicação da instituição prejudiquem o meu processo, obrigando-me a insistir diariamente para obter informações básicas. Aguardo uma resposta formal, concreta e fundamentada, bem como a resolução urgente desta situação. Não pretendo continuar a receber garantias verbais que não correspondem ao estado real do processo. Exijo transparência, responsabilidade e uma solução definitiva.
Assunto: Exposição e Reclamação — Retenção indevida de fundos e atraso no encerramento de conta por
Vim por este meio apresentar uma exposição e reclamação relativa à atuação da Caixa Geral de Depósitos (CGD) no âmbito do encerramento da minha conta bancária e retenção injustificada dos meus fundos. Sou residente legal em Portugal (NIF: 328218480) e exerço a minha atividade profissional no país, cumprindo rigorosamente todas as obrigações legais e fiscais. Fui notificado do encerramento unilateral da referida conta, alegadamente por motivos associados à minha nacionalidade, sem que a instituição prestasse esclarecimentos concretos. Há duas semanas desloquei-me à agência e assinei a solicitação oficial para a transferência da totalidade do saldo para a minha conta Revolut Apesar do pedido formalizado e de duas deslocações presenciais, a CGD mantém os fundos retidos, recusando a transferência e o levantamento em numerário. Nos termos das normas do Banco de Portugal e do direito europeu, o encerramento de conta não confere à instituição o direito de reter o capital do cliente. Face ao exposto, solicito a intervenção desta entidade no sentido de verificar a legalidade da conduta da Caixa Geral de Depósitos, adotar as medidas regulatórias cabíveis e notificar a instituição para a célere libertação dos meus fundos. Com os melhores cumprimentos, Egor Venediktov
Impossível aceder
NO DIA 16 DE SET. RECEBI UM SMS COM A SEGUINTE MENSAGEM: “O seu cartão Caixa acabou de ser adicionado ao Apple-Pay. Não reconhece esta acão? Contacte-nos imediatamente 800 180 402” Tentei contacar mas: O número não está atribuído O remetente não pode aceitar respostas A CGD não permite o envio de e-mails; a CGD não permite o envio de mensagens porque a escolha dos assuntos, cuja lista indicam, não abrange assuntos desta natureza. Através do serviço Caixa Directa não consegui contacto Aceitei que fosse contactada, mas terei de esperar até 2.ª feira. A CGD está a funcionar pessimamente
conta bancaria
Exmos. Senhores, Após cerca de três meses de trocas de correspondência, continuo sem obter resposta às questões concretas que tenho vindo a colocar. As respostas enviadas pela Caixa limitam-se a repetir a mesma conclusão, sem esclarecer os factos que solicitei. Pretendo saber, de forma clara e objetiva, quais foram os procedimentos de segurança adotados pela Caixa para validar as operações em causa e garantir que era efetivamente o titular da conta a realizá-las. Solicito que me seja esclarecido: Que mecanismos de segurança foram utilizados para confirmar a identidade do utilizador que efetuou as operações? Que análises de risco foram realizadas antes da execução das transferências? Porque motivo não fui contactado telefonicamente nem recebi qualquer alerta adicional perante movimentos de valor elevado? Que elementos concretos permitiram à Caixa concluir que não existiam indícios de fraude no momento da realização das operações? Considero inaceitável que, após três meses, continue sem obter resposta a perguntas tão simples e diretamente relacionadas com a situação que originou o prejuízo sofrido. Não estou a solicitar a repetição da posição da Caixa relativamente ao reembolso. Estou a exigir respostas concretas às questões acima identificadas, que até à presente data continuam por esclarecer. Solicito, por isso, uma resposta individual e fundamentada a cada uma das perguntas colocadas. Com os melhores cumprimentos, Luís Miguel Mestre Teixeira
Penhora de valores
Venho pedir vossa ajuda. Retiram valor de penhora e só deixaram 403 euros disponível. Penso que não podem deixar menos que ordenado mínimo. Sai requerer a vossa ajuda PF.
cancelamento de transferencia
Fiz uma tranferencia através da caixa direta no dia 2/1/2026 e pedi de imediato o cancelamento da mesma para anular a compra O serviço de atendimento só atendeu passadas doze horas ,mas não fez caso do meu pedido como combinado que me dava uma resposta dentro de três dias Passado uma semana liguei novamente estive três dias em lista de espera e no atendimento não havia conhecimento de nada nem tinham feito coisa alguma, por este atrazo o Banco Montepiogeral recusou a devolução da dita transferência, e, assim perdi todo o valor da mesma , a compra não foi realisada Já reclamei que assim sendo a CGD é responsável pelo péssimo serviço prestado e quero que me devolva o valor da dita transferencia , assim como manutenção de conta que foi retirada ilegalmente sem aviso nem autorização, em que o valor que estava a ser cobrado era de 2,19 eu ,passou para 5,15eu durante três meses e a seguir baixou para 2,60eu, isto no ano de 2019 que ao longo destes anos, nem sequer se deram ao trabalho de ver os valores que existiam respondendo desconhecer, tanto no balcão central como no balcão local
Tempo de espera EXAGERADO
Exmos. Senhores, É exasperante a demora que constantemente ocorre na agência central da CGD de Odivelas. Nesta agência central de Odivelas, tive necessidade no passsado dia 15/7 de solicitar uma nova caderneta, por a que possuo ter terminado as folhas disponiveis. Para esta simples operação, disponibilizar uma nova caderneta, tirei uma senha para aguardar a minha vez. Ora, e passados 45 (QUARENTA E CINCO) minutos, a aguardar uma operação simples e rápida, como já referi, apenas tinham sido chamados para atendimento, pelos 3 (TRÊS) funcionários de serviço, 4 (QUATRO) clientes. Como tinha ainda, pelas pessoas que contei, no interior da agência, cerca de umas oito pessoas, a minha previsão seria na melhor das hipóteses uma espera de mais hora e meia, para a simples operação pretendida. É um desespero e um teste à melhor paciência, "um pesadelo" quando tenho de me deslocar a esta agência da CGD. Não será estranho o facto de a CGD, ter encerrado uma agência muito movimentada que existia perto - Póvoa de Santo Adrião, e não foi reforcado o quadro de pessoal desta de Odivelas, o que provoca estas demoras no atendimento e é demonstrativo da consideração da CGD para com os seus clientes.
Burla
A CAIXA GERAL DE DEPÓSITOS É UM BANCO CRIMINOSO E RACISTA. SEMPRE QUE VOU A UMA SUCURSAL RECLAMAR PELOS DIREITOS DOS MEUS PAIS TRATAM-ME COMO UM SUB HUMANO. OS MEUS PAIS CONTRAIRAM UM EMPRÉSTIMO DE UM DETERMINADO VALOR EM 1988 PARA COMPRA DE UMA CASA NA SUCURSAL DA AMADORA. NO ANO 2000 FUI LIQUIDAR O EMPRÉSTIMO PARA OS MEUS PAIS PODEREM ADQUIRIR UMA NOVA CASA PERTO DA MINHA MORADA. POIS ACREDITEM, ESTE BANCO DE ASSASSINOS PREPOTENTES E ILEGAIS, UMA VERDADEIRA MÁFIA, A DÍVIDA QUE TIVEMOS DE PAGAR 12 ANOS DEPOIS ERA SUPERIOR À DÍVIDA INICIAL 12 ANOS DEPOIS. A MINHA MÃE CONTRAIU ALZHEIMER HÁ MAIS DE 5 ANOS, MEDICAMENTE COMPROVADA POR RELATÓRIOS MÉDICOS, E HÁ MAIS DE 5 ANOS QUE NOS NEGAM O 2° COMPLEMENTO DE DEPENDENCIA CONTRA TODAS AS LEIS, INVENTAM MALEFICAMENTE TODO O TIPO DE ARGUMENTOS ASSASSINOS TÍPICO DE SONEGADORES QUE SÃO PARA NÃO CUMPRIR A LEI. VAMOS INICIAR UMA BATALHA CONTRA CRIMINOSOS PERANTE DEUS. QUEM TEM CONTA OU VAI ABRIR CONTA NESTE BANCO TEM UMA CERTEZA ABSOLUTA QUE VAI SER ROUBADO POR ASSASSINOS RACISTAS E PREPOTENTES. A TODOS OS IMPLICADOS NOS ROUBOS A MILHÕES DE PESSOAS QUE POR TRABALHAREM PARA O ESTADO TINHAM A OBRIGAÇÃO DE ABRIR UMA CONTA NA CAIXA GERAL DE DEPÓSITOS, POIS VOS DIGO, O PERDAO NAO FAZ PARTE DO DICIONÁRIO DE DEUS. VAMOS A ISTO. A CAIXA GERAL DE DEPÓSITOS É UM BANCO CRIMINOSO E ASSASSINO...DEUS NUNCA ESQUECE NEM NUNCA PERDOA!!! DEUS NUNCA ESQUECE NEM NUNCA PERDOA!!! DEUS NUNCA ESQUECE NEM NUNCA PERDOA!!!
Transferência abusiva
No passado dia 1 de Julho fizeram uma transferência no valor de 997.99 da minha conta através do caixa directa onde nunca tinha feito pagamentos ou transferências é sempre por multibanco sem ter o cartão matriz e sem o banco pedir uma segunda verificação o banco tem o nome e o iban da conta para onde foi feita a transferência apresentei queixa às autoridades e peço a devolução do valor por sentir que o meu dinheiro não está seguro
CGD SEM INFORMAÇÃO AO CLIENTE
Assunto: Contestação da resposta referente ao processo n.º 20261028460 Exmos. Senhores, Acuso a receção da vossa comunicação relativa ao processo n.º 20261028460, referente ao reporte efetuado à Central de Responsabilidades de Crédito (CRC). Não posso, contudo, concordar com a conclusão apresentada, na medida em que considero não ter sido devidamente informado da iminência do reporte à CRC. Na vossa resposta referem que o extrato de abril foi disponibilizado na CaixaDirecta em 02/04/2026 e que nesse documento constava informação sobre o incumprimento e sobre a eventual comunicação à CRC. Todavia, a mera disponibilização de um extrato numa área reservada não demonstra, por si só, que o cliente tenha sido efetivamente informado de uma situação com consequências tão relevantes para o seu histórico de crédito. Até à data, não me foi apresentada qualquer prova de que tenha sido efetuada uma comunicação individualizada e eficaz, designadamente através de carta, correio eletrónico, SMS ou outro meio idóneo, alertando expressamente para a existência do incumprimento e para a iminência do reporte à CRC. Assim, solicito que me seja facultada a seguinte informação: 1. Qual o meio concreto utilizado para me informar da existência do incumprimento e da iminência do reporte à CRC; 2. Cópia ou evidência documental dessa comunicação; 3. Indicação da cláusula contratual ou disposição regulamentar que permita considerar suficiente, para efeitos do cumprimento do dever de informação, a simples disponibilização do extrato na área reservada da CaixaDirecta; 4. Prova de que tal informação foi efetivamente colocada ao meu conhecimento antes da realização do reporte efetuado em 08/04/2026. Considero que, tratando-se de uma comunicação suscetível de afetar significativamente o meu registo de crédito junto do Banco de Portugal, o dever de informação deve ser cumprido de forma clara, adequada e demonstrável. Agradeço a reapreciação da situação e aguardo resposta aos esclarecimentos solicitados. Com os melhores cumprimentos,
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