Reclamações públicas

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Material doméstico danificado

No dia 3 de dezembro, dirigi-me à Rádio Popular para apresentar uma reclamação relativa a danos causados num rodapé ao instalarem uma máquina de lavar loiça, tendo-me sido indicado que deveria formalizar a situação por e-mail, o que fiz de imediato. Perante a ausência de qualquer resolução, no dia 04/02, voltei a deslocar-me presencialmente à loja. Nesse mesmo dia apresentei reclamação no Livro de Reclamações. Ao final do dia fui contactada por uma empresa subcontratada, que solicitou a referência do rodapé danificado. Ficou acordado que enviaria essa informação por WhatsApp ou, caso não encontrasse a referência, entraria em contacto telefónico. Desde o dia seguinte tentei, reiteradamente e por diversos meios (chamadas telefónicas, e-mail e mensagem via WhatsApp), contactar a referida empresa. Tive que voltar presencialmente à Rádio Popular no dia 25 de fevereiro e colocar a situação novamente por escrito sem qualquer resposta até ao final de março. Trata-se de uma postura inadmissível e reveladora de total desrespeito pelo consumidor. Hoje, 08/04/2026, continuo com o rodapé danificado, sem qualquer intervenção técnica e sem solução apresentada, pois, foi finalmente agendada a deslocação de um técnico para o dia de hoje. No entanto, fui informada, já em cima da hora, de que o técnico não compareceria, sem qualquer tentativa de substituição por outro profissional ou resolução alternativa. A única solução apresentada foi um novo reagendamento para uma data bastante posterior, apenas disponível a partir do dia 17. Considero esta situação uma total falta de respeito para com o cliente. Não é aceitável que seja esperado que eu reorganize constantemente a minha disponibilidade para aguardar assistência que acaba por não acontecer. É ainda mais grave que a Rádio Popular tente demitir-se das suas responsabilidades, alegando tratar-se de uma questão alheia às suas competências. Recordo que o contrato de compra e prestação de serviço foi celebrado com a Rádio Popular, sendo esta a única entidade responsável perante o consumidor, independentemente de recorrer a empresas subcontratadas. A transferência de responsabilidade para terceiros não exonera a Rádio Popular das suas obrigações legais, nem suspende os prazos razoáveis de resolução do problema. A inércia, a falta de resposta e a ausência de solução configuram um claro incumprimento dos deveres de assistência pós-venda e de proteção do consumidor. Considero absolutamente inaceitável que, desde dezembro, continuem a protelar a resolução com sucessivos encaminhamentos, sem assumir responsabilidade efetiva. Não irei comprar mais nada na Rádio Popular e aconselho a que não o façam.

Encerrada
P. J.
08/04/2026

Demora da encomenda

Logotipo Mercado de Arte Mercado de Arte Impressão e Publicidade Reclamar Reclamações Sobre Comparar Parabéns! A sua reclamação foi aprovada e enviada para a marca. × Esta reclamação é sua, poderá alterar o estado, editá-la ou enviar uma resposta. Mercado de Arte - Devolução Aguarda resposta Patricia Jesus Patricia Jesus apresentou a reclamação 8 de abril 2026 Venho por este meio apresentar uma reclamação contra a empresa Mercado de arte. Esta menciona no site entregas de 24 a 48 horas após pagamento mas na verdade comigo não aconteceu, 9 DIAS após pagamento parece-me bastante tempo para uma encomenda que seria suposta entregar aos padrinhos. Mencionam possiveis atrasos em alturas de maior trabalho, mas neatas situações têm o dever de avisar aos clientes que nao chegará a tempo, estamos a falar de encomendas que claramente têm datas de entrega especicificas. Por várias vezes liguei e mandei e-mails, inclusive quando percebi que a encomenda nao chegaria a tempo pedi o cancelamento imediato porque os artigos ainda nem estavam na produção, disseram que não queriam que ficasse com o prejuizo mas ignoraram e enviaram na mesma. A mesma foi devolvida porque ja nao fazia sentido e agora quem fica prejudicada sou eu? Muita falta de apoio ao cliente e demonstração de falta de empatia. Trabalham com artigos personalizados e por isso defendem-se dessa forma. Exigo uma solução. Tenho comigo todas as tentavivas de comunicação e o pedido de cancelamento em tempo correcto.

Encerrada
A. C.
08/04/2026

Violação do Decreto-Lei 84/2021 - Indisponibilidade de peças EP-NI1010 para WF-1000XM5

Exmos. Senhores, Dirijo-me a V. Exas. para apresentar uma reclamação formal relativamente à indisponibilidade de peças de reposição essenciais para os auriculares Sony WF-1000XM5, adquiridos em 2024. DESCRIÇÃO DA SITUAÇÃO Adquiri os auriculares Sony WF-1000XM5, um produto premium no valor aproximado de 200€, cuja qualidade e desempenho justificam o investimento significativo. Após cerca de um ano de utilização, necessito de substituir as pontas dos auriculares (modelo EP-NI1010), que são componentes consumíveis e essenciais ao funcionamento adequado do produto. Apesar das minhas diligências, constatei que estas peças não se encontram disponíveis para compra em Portugal, nem em qualquer outro mercado europeu. Esta indisponibilidade é particularmente grave, dado que: - O próprio guia oficial da Sony (https://helpguide.sony.net/mdr/2963/) indica que quando as pontas se deterioram, devem ser substituídas pelas EP-NI1010, "sold separately"; - A Sony inclui a ressalva "*May not be supported in some countries or regions", assumindo explicitamente que pode não disponibilizar estas peças em determinados mercados; - As únicas opções de aquisição identificadas são através de importação do Japão (eBay, sites japoneses) ou de alternativas de terceiros na Amazon, o que não é aceitável para um produto desta gama. ENQUADRAMENTO LEGAL - VIOLAÇÃO DO DECRETO-LEI N.º 84/2021 A conduta da Sony viola frontalmente o disposto no Decreto-Lei n.º 84/2021, de 18 de outubro, que estabelece o regime de proteção do consumidor na compra e venda de bens móveis. Especificamente, o Artigo 21.º, n.º 1 (Serviço pós-venda e disponibilização de peças) estipula inequivocamente: "Sem prejuízo do cumprimento dos deveres inerentes à responsabilidade do profissional ou do produtor pela falta de conformidade dos bens, o produtor é obrigado a disponibilizar as peças necessárias à reparação dos bens adquiridos pelo consumidor, durante o prazo de 10 anos após a colocação em mercado da última unidade do respetivo bem." Este diploma legal, que transpõe as Diretivas (UE) 2019/771 e 2019/770, tem natureza imperativa e não pode ser afastado por declarações unilaterais do produtor. A ressalva "may not be supported in some countries" não tem qualquer efeito jurídico perante a legislação portuguesa e europeia. Os WF-1000XM5 foram lançados em 2023 e continuam a ser comercializados em Portugal. A Sony está, portanto, legalmente obrigada a: - Disponibilizar as peças EP-NI1010 no mercado português e europeu; -Garantir que os consumidores podem adquirir estas peças a preços de mercado adequados; -Manter esta disponibilidade até 2033 (10 anos após a última unidade comercializada). O n.º 4 do mesmo artigo estabelece ainda que: "No momento da celebração do contrato, o profissional deve informar o consumidor da existência e duração da obrigação de disponibilização de peças aplicável". FUNDAMENTAÇÃO DA GRAVIDADE A situação é particularmente grave porque: - As pontas dos auriculares são componentes consumíveis por natureza, com desgaste esperado e previsível; - Sem estas peças, o produto perde funcionalidade essencial (isolamento acústico, conforto, cancelamento de ruído); - A Sony comercializa ativamente o produto em Portugal, criando a legítima expectativa de suporte adequado; - O preço premium do produto (±200€) justifica razoavelmente a expectativa de disponibilidade de peças de reposição; - Esta prática força os consumidores a: -- Importar peças do Japão com custos desproporcionais; -- Adquirir alternativas de terceiros de qualidade duvidosa; --Ou descartar prematuramente um produto de elevado valor. PEDIDOS Face ao exposto, solicito que a Sony: - Disponibilize imediatamente as peças EP-NI1010 (todos os tamanhos: SS, S, M, L) para venda no mercado português e europeu, através dos seus canais oficiais ou parceiros autorizados; - Estabeleça um prazo concreto para implementação desta disponibilização; - Comunique publicamente aos consumidores europeus de WF-1000XM5 os canais onde podem adquirir estas peças; - Garanta o cumprimento da obrigação legal de manter disponíveis estas peças pelo período de 10 anos, conforme exigido pelo Decreto-Lei 84/2021, Artigo 21.º Agindo de outra forma, a Sony mantém-se em incumprimento legal, o que me reservo o direito de: - Reportar à ASAE (Autoridade de Segurança Alimentar e Económica), entidade competente para fiscalização nos termos do artigo 47.º do DL 84/2021 - Recorrer ao Livro de Reclamações eletrónico; - Partilhar esta situação publicamente nas redes sociais e fóruns especializados. EXPECTATIVA DE RESPOSTA Solicito resposta formal no prazo de 10 dias úteis, indicando: - Reconhecimento do problema; - Plano de ação concreto para resolução; - Prazo estimado para disponibilização das peças no mercado europeu. É inaceitável que uma empresa da dimensão e reputação da Sony comercialize produtos premium sem garantir o suporte básico de peças consumíveis, violando frontalmente a legislação de defesa do consumidor.

Encerrada
F. D.
08/04/2026

ENCOMENDA NÃO ENTREGUE

Fiz uma encomenda no dia 13/03/2026 de uns móveis. Pedi a entrega em casa e paguei 40€ pela mesma. Fiz tracking da encomenda pois diziam que seria entregue no dia 25/03, depois alteraram a dada e passou para dia 30/03. Após isso alteraram para dia 03/04 e não houve mais comunicação entre a empresa Hôma para comigo. Estou farta de entrar em contacto com a empresa, não atendem, faço tracking da encomenda e diz que iria ser entregue no dia 24/03. Eu e o meu companheiro andamos a alterar os nossos horários laborais para estarmos em casa quando dizem que vêm entregar e não transmitem mais nada. Enviei e-mail, ignoram. Pode ser que agora respondam. QUERO SABER DA MINHA ENCOMENDA E EXIJO QUE SEJA ENTREGUE ESTA SEMANA.

Resolvida
J. F.
08/04/2026

Problema na instalação

Bom dia, fiz um pedido de instalação para empresa Amigo(Vodafone) no dia 24/03/2026 para ser instalado o serviço de Net fibra e televisão para o dia 30/03/2026 e até o momento não foi instalado e não mandam SMS ou ligam para avisar quando será a instalação e liguei para Amigo(Vodafone) no dia 2/04/2026 e falaram para ligar um número que me forneceu e o número de cliente mas quando ligo e forneceu o número de cliente e logo em seguida desligam. Eu só quero que instalei um serviço que vou pagar não estou pedindo favor de graça .

Encerrada

Demora para entrar em contato e resolver a situação.

Bom dia,comprei uma máquina de lavar roupa da marca princesse pela rádio popular on-line e quando fizeram a entrega não foi possível realizar a instalação por causa que a torneira da minha casa era menor que a da máquina até aí tudo bem a culpa foi minha mas quando foi no dia 31 de março que fiz a instalação a máquina estava abanar muito e falei com um técnico meu de confiança fiz um vídeo da máquina e ele me disse que os entregadores deveriam ter removido os parafusos dela por isso que está a abanar muito e logo depois fui na rádio popular de Faro e a atendente abriu um chamado para um técnico entrar em contato comigo e até hoje dia 8 de abril nada da Rádio Popular entrar em contato liguei agora para eles e me falaram que iria reforçar o chamado. Estou a gastar muito em lavandaria tenho meu fardamento, as camisolas são brancas e a calça preta tenho que lavar separadamente e para lavar nas lavandaria não é barato gostaria de saber até quando vou ter que gastar para a rádio popular fazer algo eu prefiro a devolução da máquina de lavar roupa.

Encerrada
R. C.
08/04/2026

CARRO COM PROBLEMAS DESDE A COMPRA

Venho por este meio apresentar reclamação formal relativamente à aquisição de um veículo automóvel no stand acima identificado, ocorrida em 24/05/2025. O veículo apresentou defeito apenas dois dias após a entrega (26/05/2025), manifestado pelo acendimento da luz de motor, situação essa que foi prontamente comunicada ao vendedor. Desde então, a viatura foi submetida a múltiplas tentativas de reparação, tendo dado entrada em oficina por pelo menos 5 vezes, incluindo intervenções na EJP Bosch Águeda e nas instalações do próprio stand. Apesar das diversas intervenções, incluindo substituição de componentes relevantes como o FAP (filtro de partículas) e válvula EGR, o problema nunca foi definitivamente resolvido, sendo recorrente até à presente data. Importa salientar que, ao longo de aproximadamente 11 meses, o consumidor suportou integralmente todos os custos associados a deslocações, transporte e logística, sem qualquer responsabilidade que lhe possa ser imputada. O vendedor alega tratar-se de desgaste funcional relacionado com a utilização do veículo. No entanto, tal argumento não se sustenta, uma vez que o defeito surgiu apenas dois dias após a entrega, o que configura, nos termos do Decreto-Lei n.º 84/2021, uma presunção de falta de conformidade existente à data da aquisição. Adicionalmente, importa esclarecer que a utilização do veículo ocorreu por necessidade, dado tratar-se do único meio de transporte disponível para deslocações diárias, não podendo tal facto ser utilizado para afastar a responsabilidade do vendedor. O veículo foi adquirido com recurso a financiamento junto do Banco Santander, com um plano de pagamento de 84 prestações, estando o contrato de crédito diretamente associado à aquisição do bem. Face à incapacidade reiterada de resolução do problema, foi solicitada a resolução do contrato de compra e venda, com restituição dos valores pagos e cancelamento do financiamento associado, ou, em alternativa, a substituição do veículo por outro em condições equivalentes ou superiores, sem encargos adicionais. O vendedor recusou a resolução do contrato, insistindo na realização de novas intervenções técnicas, apesar do histórico de insucesso, o que configura uma prática lesiva dos direitos do consumidor. Nos termos da legislação aplicável, a repetição da anomalia e o insucesso das tentativas de reparação conferem ao consumidor o direito à resolução do contrato, não sendo exigível a aceitação indefinida de intervenções sem garantia de resolução. Desta forma, venho por este meio solicitar a intervenção das entidades competentes, com vista à reposição dos meus direitos, nomeadamente: • Resolução do contrato de compra e venda; • Restituição dos valores pagos; • Cancelamento do contrato de financiamento associado; Ou, em alternativa: • Substituição do veículo por outro equivalente ou superior, sem qualquer encargo adicional para o consumidor.

Encerrada
B. F.
08/04/2026

Reembolso - BURLA

Venho por este meio apresentar a minha insatisfação relativamente à situação ocorrida com a empresa CV Maker. Verifiquei que não sou a única pessoa a enfrentar este tipo de problema com a empresa, existindo várias reclamações semelhantes em diferentes plataformas. Já entrei em contacto, no entanto, a resposta recebida não foi adequada à situação nem demonstrou a devida consideração pelo cliente. Relativamente ao sucedido, foi efetuada uma cobrança no valor de 19,99€, sem aviso claro e sem a minha autorização consciente. O único pagamento realizado por mim foi de 1,99€, referente à criação de um CV, não tendo ativado qualquer subscrição adicional, nem tendo interesse nesse serviço. Importa referir que, encontrando-me atualmente desempregada, esta cobrança tem um impacto significativo, pelo que solicito a vossa compreensão e a resolução desta situação com a maior brevidade. Desta forma, venho solicitar: O reembolso do valor de 19,99€ O cancelamento definitivo da minha conta e de qualquer subscrição associada Caso a situação não seja resolvida, avançarei com reclamação no Livro de Reclamações e junto das entidades competentes.

Encerrada
R. V.
08/04/2026

incumprimento no fornecimento

Ao fim de 9 dias sem energia elétrica, com várias promessas de que viria uma equipa reparar a avaria, tendo cumprido todas as exigências feitas pela empresa (obrigatoriedade de estar alguém em casa na data e hora marcados), finalmente lá foi reparada. Ao enviar um pedido de indemnização, obtenho como resposta que a avaria se deveu a tempestade e que não iriam proceder a qualquer pagamento de indemnização. Acontece que esta minha privação de energia não foi devido a nenhuma tempestade, poi a situação já é recorrente, já foi a segunda ou terceira vez que o mesmo problema acontece. Triste esta situação, se não estou em casa quando a equipa se desloca, tenho de indemnizar empresa em €20 por cada deslocação, neste caso foi-me prometido por mais de 10 vezes e sempre houve alguém em casa, umas vezes eu, outras vezes tive de recorrer a vizinhos e familiares e agora não tenho direto a qualquer tipo de indemnização, nem pelos alimentos perdidos devido a esses 9 dias de privação de energia elétrica.

Encerrada
A. C.
08/04/2026

Aumento de plafond sem consentimento

Exmos. Senhores, Verifiquei que foi efetuado um aumento do plafond do meu cartão sem que tenha sido solicitado, autorizado ou sequer comunicado previamente por mim. Considero esta situação grave, uma vez que qualquer alteração às condições contratuais, nomeadamente ao limite de crédito, deve ser previamente comunicada e depende do consentimento expresso do titular. Adicionalmente, tenho tentado entrar em contacto com o apoio ao cliente, sem sucesso. Via telefone, a linha encontra-se constantemente ocupada ou, após interação com o assistente automático, a chamada acaba por cair. Por outro lado, tanto na aplicação como no site, não me é possível aceder ao chat de apoio. Solicito que esta situação seja devidamente analisada e regularizada com a maior brevidade possível. Aguardo resposta com a maior brevidade possível.

Resolvida

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