Classificação
- Total de reclamações
- 119
- Número de reclamações*
- 35
- Reclamações resolvidas*
- 97%
- Média de dias para responder*
- 34 dias
Cálculo da pontuação da empresa
Esta pontuação reflete a capacidade da empresa resolver as reclamações dos consumidores.
O cálculo é feito com base em três indicadores:
A pontuação baseia-se nos últimos 12 meses.
Nenhuma pontuação será apresentada caso não tenhamos dados relevantes sobre a empresa.
Qualidade do serviço de tratamento das reclamações
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1. Envie diretamente a sua reclamação à empresa.
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2. Receba um email assim que a empresa responder.
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3. Não ficou satisfeito com a resposta? Ou a empresa não respondeu? Entre em contacto connosco, os nossos juristas podem ajudar (serviço reservado a subscritores).
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Maior impacto da reclamação com o nosso apoio
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Os nossos juristas ajudam se necessário (serviço só para subscritores)
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Se pretender pode tornar a reclamação visível para todos (opcional)
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Reclamações recentes
Atraso na entrega e serviço de entrega
O serviço é péssimo, o tempo de espera dos móveis é demasiado, comprei um mesa e cadeiras esperei por mais de 90 dias, e na entrega eles se recusaram a entregar os móveis no apartamento - 3º andar, impôs a que a entrega seria no rés de chão. A tabela de entrega na porta, constante no site da própria Sklum, não é cumprida, pois o valor máximo para a entrega na porta é aplicada para quaisquer móveis comprado, independente do valor. E após efetuar a compra não é possivel incluir o serviço de entrega na porta, o que pela demora da entrega é um verdadeiro absurdo. E, para uma mesa que comprei há 3 meses, a solução que eles me deram para entregar na minha porta é eu desistir da compra e comprar novamente e aí certamente terei que aguardar mais 3 meses. Resta claro a preocupação zero com o cliente, preocupação zero para soluções plausiveis. Nunca mais compro nesta loja e aconselho a ninguém comprar, porque o serviço de atendimento ao cliente é péssimo.
Incumprimento de Entrega Imputável à SKLUM com impossibilidade do Direito de Devolução
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar reclamação formal relativamente a duas encomendas efetuadas na vossa loja, ambas adquiridas para utilização conjunta enquanto conjunto de mesa de refeição de sala: - Encomenda RACIVYVNH – 8 cadeiras; - Encomenda CWAFZUQLP – mesa. As cadeiras foram entregues no dia 28/03/2026. Relativamente à mesa, a entrega encontrava-se inicialmente prevista para o dia 09/04/2026. Contudo, a mesma apenas foi efetivamente entregue em 30/04/2026, verificando-se um atraso grave e reiterado no cumprimento dos prazos comunicados pela SKLUM que fez com que as cadeiras não pudessem ser devolvidas. Durante este período foram realizados inúmeros contactos e telefonemas para a vossa linha de apoio ao cliente, sempre sem resolução efetiva do problema e sem cumprimento das sucessivas previsões de entrega indicadas. Acresce que as informações disponibilizadas relativamente às características e altura das cadeiras constantes no vosso site são falsas, impedindo uma avaliação adequada da compatibilidade entre os artigos adquiridos. Apenas após a entrega efetiva da mesa foi possível verificar que as cadeiras não eram compatíveis em termos de altura e utilização prática conjunta com a mesa. Importa ainda referir que apresentei reclamação sobre esta situação logo após a receção da mesa, assim que foi possível constatar a incompatibilidade entre os produtos. Ora, o atraso substancial e imputável exclusivamente à SKLUM na entrega da mesa impossibilitou, na prática, o exercício atempado do direito de livre resolução/devolução das cadeiras dentro do prazo legal e/ou contratualmente previsto. Caso a mesa tivesse sido entregue na data inicialmente indicada, teria sido possível testar a compatibilidade do conjunto e proceder à devolução das cadeiras dentro do prazo aplicável. Nos termos do artigo 4.º da Lei de Defesa do Consumidor (Lei n.º 24/96, de 31 de julho), o consumidor tem direito à qualidade dos bens e serviços e à proteção dos seus interesses económicos. Por sua vez, o Decreto-Lei n.º 24/2014, de 14 de fevereiro, relativo aos contratos celebrados à distância, impõe ao profissional deveres de informação claros, completos, rigorosos e prestados de boa-fé. Adicionalmente, nos termos do artigo 12.º da Lei de Defesa do Consumidor e dos princípios gerais da boa-fé previstos no artigo 762.º do Código Civil, o consumidor não pode ser prejudicado por incumprimentos, atrasos ou informações deficientes imputáveis ao fornecedor. Assim, é evidente que a impossibilidade de devolução das cadeiras resulta diretamente: * do incumprimento dos prazos de entrega da mesa por parte da SKLUM; * das informações incorretas do vosso site relativamente às características das cadeiras (altura); * e da impossibilidade objetiva de verificar a compatibilidade do conjunto dentro do prazo de devolução. Face ao exposto, solicito: 1. A aceitação da devolução das 8 cadeiras da encomenda RACIVYVNH; 2. O respetivo reembolso integral dos valores pagos; A presente reclamação está igualmente a ser apresentada através da DECO e do Livro de Reclamações Eletrónico. Caso não seja apresentada uma solução satisfatória e conforme ao regime jurídico português de defesa do consumidor, será apresentada queixa junto da ASAE e iniciado o competente processo junto do Centro de Arbitragem de Conflitos de Consumo. Com os melhores cumprimentos, João Costa
Encomenda UAKNENASR
Exmos Senhores, Sou cliente da Sklum, já fiz três encomendas, uma, recente, ainda está por receber. Das outras duas, tive/tenho problemas em ambas. Na segunda encomenda, ficou resolvido, depois de um processo bastante lamentável, onde atropelaram a Lei do Consumidor, algo que estão a repetir com a primeira encomenda, mas de outra forma. Convém referir que só resolveram após ter feito denúncia da situação na plataforma Trustpilot, no Livro de Reclamações Electrónico e no Portal da Queixa. No que se refere à primeira encomenda: No dia 18/11/2025, comprei, entre várias outras coisas, dois sofás de jardim, 3 lugares, madeira Teca, artigo Narel, Refª 131439-272286. Detectei no dia 16/03/2026 que ambos têm problemas, um tem uma das madeiras decorativas laterais, descolada, e para o qual questionei, no dia 17/03/26, se me podiam enviar cola para eu o reparar, pois é algo que pode ser reparado, mas no outro, o problema detectado compromete a sua futura utilização, pois o sofá apresenta-se descolado numa zona estrutural. Convém ressalvar que nenhum deles foi utilizado, pois estão ambos arrecadados, ainda com as etiquetas, e protecções de embalamento, conforme provam as fotografias. Aguardavam o regresso do bom tempo para serem utilizados. Estes problemas não se devem ao transporte, pois foram verificados e não estavam assim. Vinham ambos protegidos em caixas de cartão, individuais, que não apresentavam danos, e tinham também as restantes protecções. Isto aconteceu com o passar do tempo, o que se pode dever a fraca qualidade das colas utilizadas na sua elaboração. O que me chocou foi a atitude da empresa que tentou imputar a situacão à transportadora, alegando já ter passado o tempo de incidência, de 30 dias, quando têm uma opção nas incidências, que se refere ao período pós-entrega/utilização, e foi esse campo que preenchi, após envio da ocorrência também por mail.Convém referir que, em nenhum momento, aleguei que se devia ao transporte, foi a Sklum que usou esse justificativo, ao referir que o período dos 30 dias de reclamação ao transportador já tinha sido ultrapassado. Aqui segue parte da resposta da Sklum do dia 20/03: "Oferecemos nossas desculpas pelos transtornos, mas lamentamos informar que sua reclamação por danos foi rejeitada por estar fora do prazo. Nós dependemos dos prazos de reclamação estabelecidos pelas transportadoras, os quais expiram 30 dias após a entrega. Após essa data, o sistema não nos permite abrir um processo de danos para você. Lamentamos não poder lhe dar uma resposta favorável nesta ocasião. Em relação à cola que você solicitou, recomendamos consultar um especialista que possa orientá-la sobre as opções de reparo do seu sofá. Infelizmente, a SKLUM não dispõe desse tipo de produto nem podemos fornecê-lo." Informei que deveriam abrir um procedimento de Garantia - obviamente o artigo está abrangido pela garantia de TRÊS ANOS, a contar a partir da data da entrega - a que está protegido, pela Lei do Consumidor da UE e da Lei da Defesa do Consumidor portuguesa. Segue parte da resposta da Sklum, no dia 24/03: "Informamos que, infelizmente, não é possível aceitar o seu pedido. Foram esgotados todos os processos de revisão interna para a sua encomenda e a decisão mantém-se firme. Agradecemos o tempo que nos dedicou e informamos que consideramos a gestão deste incidente concluída." Uma vez que a Sklum tentou utilizar, de forma abusiva, um expediente que eu não solicitei/indiquei (problema com a transportadora), exijo que recolham o móvel e me devolvam o valor correspondente à sua compra, pois é um artigo inútil, dado o problema estrutural. Espero que a Sklum não continue a optar por mais um triste e lamentável atropelo às várias leis que protegem os direitos do consumidor. O que eu questiono é, se temos as Leis do Consumidor, e esta empresa tem este tipo inqualificável de atitudes...imagine-se se não tivessemos. Acrescento ainda que a Sklum afirmou que estava a responder à minha avaliação sobre esta encomenda, na Trustpilot, o que é falso, pois só o fiz depois destas respostas, por parte da Sklum. Eles têm um "manual" a seguir e nem se dão ao trabalho de aplicar as devidas alterações...o que revela uma enorme falta de profissionalismo. Aguardo resolução URGENTE deste caso. Até hoje, ainda não fui contactada para resolverem este assunto, depois de terem afirmado que o fariam, na plataforma Trustpilot, no dia em que lá efectuei a reclamação. Atentamente, Mafalda Botelho
Produto encomendado descontinuado
Encomenda VKZZBFBSF: Fiz uma encomenda/compra, na Sklum, no dia 21 de Janeiro de 2026. Fui contactada pela Sklum, mail assinado por Paulo Lopes, no dia 17 de Fevereiro, para dar conta de que a mesa Rectangular dining table 200x100 cm in acacia wood and steel Milet - Cor : Madeira Reciclada, não existia em stock para enviar com o restante pedido e para solicitar troca por outro artigo ou solicitar o reembolso do valor da mesa de jantar encomendada. Fui novamente contactada para fazer a alteração do artigo ou pedir reembolso. Respondi que aguardaria pelo posterior envio da mesa, ao que esse funcionário respondeu que a mesa não voltaria a estar disponível. Pedi a troca pela mesa Acki, conforme me garante a lei do consumidor, o direito a troca por outro artigo escolhido pelo cliente, uma vez que incumpriram o acordo comercial que têm comigo, ao venderem um artigo indisponível para sempre, sevundo informado. E esse direito também foi reconhecido pela Sklum, quando me enviaram os mails a solicitar a troca ou pedido de reembolso. Solicitei a inclusão da mesa Acki (REF: 149758-322602 204,95€) e o reembolso dos 100€, já que não me foi permitida a inclusão de outros artigos para fazer a compensação da diferença do valor mencionado. No dia 20/02, recebi a confirmação, por escrito, de que a mesa tinha sido integrada na encomenda, e estava realmente integrada na área reservada, conforme verifiquei, e de que o reembolso (100€ de diferença) seria efectuado através do mesmo método de pagamento. Mais tarde, este mesmo funcionário informa, arrogantemente, de que não irão substituir a mesa, como se ele fosse legislador, ou a Sklum, e como se não existissem regras em Portugal ou na União Europeia. Acresce a tudo isto que criaram uma incidência, por mim, escrita na primeira pessoa, sobre um artigo da Create, que comprei nessa mesma encomenda da mesa e, que era suposto seguir TUDO NUM ÚNICO ENVIO A PARTIR DE DIA 22 DE ABRIL. Mais um incumprimento, pois enviaram isoladamente, sem o agendamento prévio, violando uma vez mais o acordo comercial, pois paguei entrega especializada, o que obriga agendamento prévio com o cliente. Relativamente à criação de uma incidência escrita na primeira pessoa, o dito funcionário teve o desplante de afirmar que é um procedimento comum e correcto. Desde quando escrever uma incidência como se tivesse sido eu a escrevê-la é um procedimento comercial correcto????? Agradeço rápida resolução, inclusão da mesa Acki (REF: 149758-322602 204,95€) no meu registo de encomendas, e que me seja enviada, assim que esteja disponível (4-6 meses), nos mesmos moldes de entrega - entrega especializada - mas, neste caso, sem custos, pois é algo que me é alheio de responsabilidades, pois não tenho culpa que me tenham vendido um artigo indisponível, para sempre, segundo informado). Reclamei na plataforma Trustpilot, e o Apoio ao Cliente respondeu com grande brevidade, afirmando que iria analisar todos os pontos abordados. Para meu espanto, recebi a informação, na minha conta bancária Revolut, de que tinha um reembolso agendado, no valor de 304,95€, em vez dos 100€. A Sklum decidiu, na vez do cliente, qual era a escolha, e continua sem resolver a questão. Em nenhum momento optei pelo reembolso dos 304,95€, solicitei sim a troca por outra mesa. E entendo que como não foi um problema criado por mim, tenho o direito à troca, e à entrega do bem, nos mesmos moldes, ou seja, com estrega especializada (agendamento prévio) e sem custos para mim, pois não tenho culpa de que tenham à venda artigos descontinuados. A Sklum, deu como "solução" um desconto de 15% numa próxima compra. Desde quando um desconto de 15% resolve a encomenda da mesa de jantar, desde quando é uma opção prevista na Lei, e desde quando facturar com os próprios incumprimentos é ético?? Continuo a aguardar que esta empresa se digne resolver este incumprimento e atitudes de má fé. As leis existem e são para ser cumpridas, não passadas por cima, como esta empresa faz. Atentamente, Mafalda Botelho
Recusa de envio para o Arquipélago dos Açores
Venho por este meio apresentar uma reclamação contra a empresa Skulum, pela recusa em efetuar entregas de produtos no Arquipélago dos Açores. Ao tentar realizar uma compra no site da referida loja, verifiquei que não é possível selecionar o arquipélago dos Açores como destino de entrega, sendo este automaticamente excluído do serviço de envio. Tal prática discrimina consumidores residentes nas regiões autónomas e contraria o disposto na Lei n.º 7/2022, de 10 de janeiro, que consagra o princípio da continuidade territorial, obrigando as entidades fornecedoras a assegurar igualdade de condições no acesso a bens e serviços, independentemente da localização geográfica em território nacional. Considero inaceitável que uma empresa com atividade em Portugal adote políticas comerciais que excluem parte do território nacional, prejudicando o direito dos consumidores açorianos a adquirirem produtos em condições idênticas às do restante país. Solicito, por isso, a intervenção da DECO Proteste no sentido de notificar a empresa Skulum para correção desta situação e garantir o cumprimento integral da legislação em vigor, nomeadamente no que respeita ao referido princípio de igualdade territorial. Com os melhores cumprimentos, José Teixeira
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