Reclamações públicas
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Contrato e outros
Recorro à vossa plataforma, em virtude de ter reclamado no Livro de Reclamações electrónicas e a resposta da firma, foi a de me ameaçar criminalmente , por causa da reclamação e de não responder à mesma. Não sei o que posso fazer para denunciar os atropelos legais deste firma e de a inibir de continuar a sua actividade no condomínio de que faço parte, apesar de ter sido escolhida por ajuste directo pelo administrador interno , apoiado por menos de um terço dos condóminos presentes em reuniões que suportam a ilegalidade. A queixa tem a ver com a recusa de assinar um contrato de prestação de serviços; o não convocar a Assembleia geral de condóminos; de não divulgar o relatório e contas de 2023; não ter apresentado o relatório do exercício para 2024; oferecer resistência a passar os recibos dos valores pagos pela quota mensal ordinária. Para além destas ilegalidades, recusou-se a fazer uma segunda convocatória para a inspecção obrigatória do gás, quando solicitada por mim, para o efeito. De 30 condóminos e 2 lojas, apenas 12 fizeram a inspecção. Eu não a fiz, porque julgava que estava dentro do prazo, mas vou contratar uma firma do ramo para a fazer, porque a firma 2 Via, se recusou a convocar uma segunda inspecção não querendo prestar o serviço ao condomínio e descurando a segurança do mesmo. Por causa desta reclamação específica, a ameaça do tal processo criminal. Perante a descrição deste factos, o que é que a Deco pode aconselhar-me a fazer? Na expectativa de uma resposta, (na qualidade de simpatizante da Deco), João Silveira Botelho NIF: 130010448 Av. Edmundo Lima Basto, 19- 5° A 2790-485 Carnaxide
Reparação/ substituição não efetuada
Exmos. Senhores, No dia 14/06/2024 adquiri na Rádio Popular um termoacumulador marca CATA CTRS-50-REV SLIM ( junto a fatura em anexo ) onde inclusive paguei um valor adicional para a garantia. Passados 1 ano e 6 meses o termoacumulador deu um erro, como estava no período da garantia contactei a Radio Popular , que abriu um ticket- pedido de assistência. A esse pedido de obra foi atribuído o nr: OS 2023/26631 por parte da assistência que é representada ou a carga da Cenatel . Esse pedido foi atendido apenas em 06 de Janeiro de 2024, ficando a impossibilidade de se usar agua quente durante este período , privando uma criança de 5 anos de banhos quentes. A 06/01/2024 o técnico deslocou-se ao local e fez a referida assistência e manutenção do equipamento ( trocando resistências, etc ) conforme comprovo em anexo pela mensagem enviada pela residente no local. Passados 8 meses (19/09/2024) o termoacumulador “rebentou” e verteu a agua quente pela cozinha, felizmente ninguém se magoou ou queimou. Nesse mesmo dia, de imediato a seguir ao alerta, desloquei-me à Radio Popular para solicitar pedido de assistência. No dia seguinte 20/09/2024) enviei mail para a Marca ( CATA ) a explicar o sucedido, Responderam-me que deveria contactar a Cenatel , o qual fiz de imediato ( anexo mail enviado e respostas ). A essa intervenção foi atribuído o nr: OS 2024/21493. Fui contactado pelo técnico ao qual expliquei o que tinha acontecido e enviei vídeos e fotos do aparelho, assim como referência, nr de serie, etc ( anexo comprovativo desse envio). Automaticamente o técnico após o exposto referiu que tinha sido a caldeira, e que só substituição do aparelho, nada havia a fazer. Fiquei a aguardar posteriormente a decisão quer da Cenatel quer da Radio Popular e não obtive qualquer feedback, o que me obrigou passado mais de uma semana a deslocar-me à Radio Popular no sentido de obter uma resposta. Nada me foi dito , pois eles não tinham também qualquer informação. Fui passando várias vezes pela RP, afim de ter um feedback, mas sem qualquer resposta ou novidade. Passado mais de um mês após o pedido de assistência, e sem ter tido qualquer tipo de resposta, voltei à Radio Popular e solicitei a devolução do valor pago e o equipamento seria devolvido. Informaram-me que não podiam fazer isso, e que iriam pressionar o fornecedor / Assistência. Passado 2 dias informam-me que a assintência não aceitou a reclamação ( anexo a comunicação ) alegando que não tinham o nr de serie do equipamento, pois estava tapado pelo móvel, não sei como referem esse detalhe uma vez que ninguem viu o equipamento ou esteve junto ao equipamento ( mas esse nr foi-lhes enviado e facultado várias vezes qd fiz o pedido e a comunicação da avaria ). Alegam que foi falta de manutenção, quando foi feita uma manutenção em Janeiro de 2024. Apontam para o Manual , mas no manual não refere nem periodicidade, e inclusive refere que no período de garantia se alguém intervir no equipamento a garantia seria anulada. Assim como o vendedor ( RP ) não informou qualquer cuidado a ter com o equipamento. Neste momento nem a Radio Popular assume este assunto, mesmo tendo passado mais de um mês sem resposta e de acordo com os decretos são obrigados a devolver o valor do equipamento. E a Cenatel envia uma comunicação sem fundamento nem dados que o possam provar uma vez que o equipamento nem foi visto ou avaliado presencialmente. Cumprimentos.
Fraude - Wizink
No dia 27/09/2024 fui contactado pela Wizink (218700500). Era um "colaborador" Wizink do departamento de fraude dizendo que estavam a ser feitos pagamentos estranhos com o meu cartão e não sendo eu a fazê-los precisávamos de, rapidamente, proceder aos cancelamentos destes pagamentos. Antes de avançarmos, confirmou os meus dados pessoais, assim como, se eu reconhecia as últimas transações que tinha feito com o meu cartão. Perguntou especificamente se a compra que tinha feito no dia X no valor de XX € à Amazon tinha sido feito apor mim. Confirmei que sim. E fiquei 100% de que estava a ser contactado por alguém da Wizink. (Ligaram-me do número da Wizink, discurso 100% credível e total à minha conta sabendo até a data do último pagamento que eu tinha feito). Disse-me que receberia, durante a chamada, uma sms da Wizink com um link para o site onde eu faria o cancelamento dos pagamentos. Assim aconteceu. Entrei num site igual ao do Wizink (https://wizink-cartoes.online/) mas numa página de cancelamento de pagamentos. Neste caso estava a ser detectado o pagamento de 1.000€ que deveríamos tentar cancelar. Iria receber uma mensagem com um código de autorização para o cancelamento desse pagamento. Que deveria introduzi-lo no site eu próprio, mas não dizer-lhe, porque "nós na Wizink nunca pedimos códigos." Isto aconteceu 5x perfazendo um total de 5.382€. No final informou-me de que tínhamos conseguido resolver tudo, mas que o meu cartão ficaria bloqueado e que dentro de 9 dias, receberia o cartão novo. 1h depois recebo uma mensagem da Wizink a informar do bloqueio do cartão. 9 dias depois, percebendo que não recebi o cartão, contactei a wizink e percebi que fui vítima de fraude. A Wizink não se responsabiliza pelas falhas de segurança gritantes (ligaram-me do n.º da Wizink e recebi sms da Wzk) e tinham acesso TOTAL aos meus dados. Querem obrigar-me a pagar pela incapacidade da Wizink de proteger os meus dados. Não posso aceitar.
Resolução do serviço não efectuada
Exmos. Srs. O contrato com o nº de cliente 309265378 terminou em 23/08/2024. Enviei documento com AR, por correio com as informações todas da empresa, que entretanto mudou de proprietério. Inclui o Código da Certidão Permanente para validar as novas condições. Preenchi por duas vezes um formúlário no vosso site a dar conta do erro da última fatura que foi emitida , ignorando o término do contrato. Acabei de receber outra fatura relativa ao mês seguinte, continuando a ignorar toda a correspondência da minha parte enviada, como se o contrato não tivesse terminado. Agradeço que resolvam o problema, enviando uma factura terminando em 23 de agosto de 2024, data de término do contrato, para que possa encerrar o caso. Informo que não pagarei qualquer valor que tenha sido por vós enviado fora destas condições. Melhores cumprimentos José Ferreira
ativação de contrato sem autoiação - Iberdrola
Exmos. Senhores, No passado dia 17 de Outubro, fiz através da página da Iberdrola uma consulta de preços e um pedido de adesão. Aguardei o envio do contrato para ler, assinar e devolver juntamente com o cartão de cidadão, comprovativo de IBAN, comprovativo de morada, Recebi no dia 18 o contrato par assinar. No dia 21/10, resolvo não avançar com o contrato que ainda nem tinha impresso. Fiquei descansada pois nada tinha sido assinado, devolvido, nem contrato nem a documentação. Ainda assim, comuniquei à Iberdrola a minha intenção de não avançar com o contrato por uma questão de bons princípios. Sou informada que o contrato está ativo e que já tinha sido pedido à E REDES o pedido de alteração. Fiquei estupefacta como é que uma entidade ativa um contrato sem estar assinado e sem terem a documentação para comprovar que é o titular que está a pedir a alteração. Apesar de não concordar encaminhei por email o pedido de rescisão (tal e qual está escrito no contrato). Mandam email a dizer que tem de ser através de formulário, mandei formulário assinado. Mandam email a dizer que se rescindir vou ter de fazer novo contrato noutro lado. Essa parte estava tratada. Só após muita insistência da minha parte via telefone e por email, recebi enfim a informação que o contrato estava anulado. A minha reclamação consiste no facto de activarem um contrato que não receberam assinado, que não têm os comprovativos e de que é efetivamente a pessoa a pedir e que não se trata de uma burla ou de um roubo de documentação. Cumprimentos.
Problema no restabelimento por corte do fornecimento da água pelos SMAS
Exmos. Senhores, Bom dia, No passado dia 03 de Outubro de 2024, faltou o fornecimento de água devido a reparações pelos SMAS durante toda a manhã e tendo apenas sido restabelecido o fornecimento de água pelas 14h. Desde o seu restabelecimento, que não tenho água no lavatório nem água no autoclismo da sanita, apenas nos tubos de água fria porque a circulação de águas quentes faz-se por outro modo independente. Ao ser restabelicido o seu fornecimento, a água arrastava impurezas o que intupiu os canos. A casa de banho está remodelada. O meu filho que estava em casa tirou fotos porque se assustou com as impurezas que a água trazia. Junto fotos anexas e ainda fotos anexas. No bidé e no duche há água fria. Agradeço que me surgiam uma rápida solução causada pela interrupção do fornecimento de água. Têm serviço de reparações ou mando arranjar e apresento a fatura aos SMAS? É um grande incómodo. Fotos e vídeos em anexo Melhores cumprimentos, Joana Santos (DESCREVER SITUAÇÃO) Cumprimentos.
Expulsão traumática e constrangedora da minha filha de 4 anos da piscina do Hotel Melià Lisbon Aerop
Exmos. Senhores, Somos um casal de portugueses que vive em Paris e que foi de férias a Portugal de 17 a 22 de outubro. No dia 18 de outubro, às 14h30, fomos ao Hotel Melià porque tínhamos comprado um voucher da empresa Odisseias que dava direito, a mim e à minha mulher, a uma massagem de 30 minutos cada um e a utilizar a piscina do hotel durante 3 horas. Nunca nos foi dito no e-mail de compra que não era permitida a entrada de crianças na piscina do spa, pelo que fomos os três para a piscina, alternando a guarda da nossa filha quando cada um de nós ia receber a massagem. Por volta das 15h entramos na piscina e 15 minutos depois o Sr. Ricardo veio ter connosco aos gritos e berros, ofendendo-nos de forma agressiva e constrangedora e dizendo que tínhamos de sair imediatamente da piscina porque não era permitida a entrada de crianças. A minha filha chorava compulsivamente (e as imagens da câmara de vídeo podem comprovar tudo o que estou a dizer) e a minha mulher estava nervosa e perturbada. Decidimos sair imediatamente da piscina e fomos ao balneário mudar de roupa e minutos depois vimos duas crianças a irem para a piscina com os pais. Depois fui ao site do hotel e vi que as crianças estavam autorizadas a estar na piscina até às 16 horas. Fui perguntar ao diretor do SPA sobre esta informação e ele respondeu-me que só as crianças que estavam hospedadas no hotel tinham direito a estar na piscina até às 16 horas. Disse-lhe então que podia reservar um quarto, pois a minha filha estava triste e eu não a queria deixar naquela situação. O Diretor do SPA insinuou então que eu não tinha dinheiro para reservar o quarto (a câmara de video e um especialista em leitura labial podera comprovar isto), dizendo que o preço do quarto era elevado (cerca de 400 a 500 euros) e que eu tinha de ver se valia a pena pagar tudo isso para ficar uma noite no hotel. Disse-lhe que faria a reserva com o meu telemóvel porque queria que a minha filha ficasse na piscina. Foi o que fiz, reservei através do site Traventia e rapidamente fui à Receção para que me fosse atribuído um número de quarto para que a minha filha pudesse usufruir da piscina pelo menos até às 16h. Depois de fazer o check-in, desci ao spa e a minha filha pôde ter o mesmo tratamento que as outras crianças e divertir-se na piscina. Mesmo assim, como resultado do que aconteceu, o nosso dia foi perturbado e, em vez de relaxar, passámos toda a tarde e noite nervosos e tristes com esta situação e a nossa filha passou toda a noite a ter pesadelos e a chorar, pelo que esta situação teve um efeito traumático nela. Por isso, vou até às últimas consequências legais e vou contactar todas as instituições de defesa do consumidor para denunciar o sucedido, porque não vamos parar enquanto não virmos os nossos direitos respeitados e não formos indemnizados. Desde o dia 19 de outubro que tenho insistido com o Diretor do SPA para que cancele o voucher e para que nos devolvam o valor pago à Odisseias por um serviço que não utilizámos, e o Diretor do Hotel tem estado a gozar connosco, e a mentir-nos dizendo que já fez tudo o que era necessário para que o voucher fosse cancelado, quando na verdade, depois de termos contactado a Odisseias no dia 23 de outubro, nos disseram que o Diretor do SPA deu ordem para não cancelar o voucher e não fazer o reembolso. Portanto, é evidente que o objetivo do Diretor do SPA era obter uma vantagem financeira para o Hotel, sendo pago duas vezes: 250 euros pela reserva que fizemos + 53 euros do voucher da Odisseias que não foi utilizado. No dia 24 de outubro enviei um email definitivo ao hotel a dizer que iria tomar as medidas legais adequadas para resolver esta situação e este respondeu-me dizendo que iria cancelar o voucher. Portanto, tudo isto prova a má fé, a arrogância e a falta de consideração pela minha família, gozando com a nossa situação e tendo um total desrespeito por esta situação. Não vamos desistir e vamos agir com veemência para condenar tudo o que aconteceu neste hotel, e vamos até às últimas consequências legais para que este hotel seja condenado por toda esta situação traumatizante, que causou danos morais e psicológicos à minha família. Cumprimentos., D.A.
Contrato
Exmos. Senhores, Entrei em contacto telefónico e via email em setembro com a securitas para saber como proceder ao cancelamento do serviço de segurança que tinha com eles, porque as circunstancias mudaram, foi feita a venda da casa e o local que está assegurado já não faço tenho propriedade sobre o mesmo, sendo efetuada a escritura no passado dia 23OUT2024, pelo que me foi dito que deveria enviar uma carta registada, carta essa que foi enviada e recebida pelos mesmos, contudo continuam a insistir no facto de eu ter de avisar 30 dias antes da renovação da fidelização (sendo essa renovação automática que consta no contrato, o que também não consta no contrato é o aumento do valor sem que seja comunicado com antecedência coisa que não foi feita), mas como sempre usufrui do serviço não reclamei, no entanto sendo que a casa foi vendida e eu não tinha maneira de prever que iria ser vendida na altura na renovação que é em julho, e a casa foi vendida agora em outubro, não conseguia cumprir com a data que eles estipulam, deram opção de utilizar o alarme em outra residência (sendo que não é compatível porque estou temporariamente em casa da minha mãe) , e não sei se vou comprar nova residência se vou imigrar, face ao exposto, continua a securitas a dizer que tenho de pagar o valor até junho que é quando poderia cancelar., pelo que conheco quando existe alteração de circunstancias principalmente esta que é por venda a casa legalmente, não haverá solução para que eu não pague o valor sem estar a usufruir do serviço. Cumprimentos.
Recusa inclusão em PARI
Exmos Senhores Recorro à DECO para tentar, uma última vez, a inclusão em programa PARI, ao abrigo da legislação em vigor. Estando em situação de desemprego, o banco é OBRIGADO a avaliar a situação e a propor alternativas ao esforço necessário para não entrar em incumprimento. Estou a receber 500€ de subsídio de desemprego e é o cônjuge que está a suportar toda a família. Para o banco, não é motivo para recusar alterar as prestações a que estou obrigado, alegando que o cônjuge tem rendimentos suficientes. É uma postura típica da banca mas não é aceitável. O orçamento familiar sofreu um rombo considerável. Não estou a pedir que perdoem a dívida. O que se pede é que a prestação baixe para 100€ durante 12 meses (ou menos, eventualmente). Os 500€ têm de ser divididos por várias entidades. O banco não pode ficar com 50% do rendimento em desemprego. Peço, mais uma vez, que a prestação seja revista em baixa para 100€ durante 12 meses, sob pena, conforme já informado o CA desse banco e por carta registada, de entrar mesmo em incumprimento, o que não é desejável para nenhuma das partes.
Falha na entrega, conduta abusiva de motorista e suporte ineficaz da Bolt
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal contra a empresa Bolt devido a um incidente ocorrido no dia 23 de outubro de 2024, que considero um grave desrespeito ao consumidor e um risco à segurança. Nesse dia, solicitei um serviço de transporte via Bolt com o objetivo de enviar uma mochila da morada X para a morada Y. O motorista chegou ao ponto de recolha e aceitou transportar o objeto. No entanto, ao aproximar-se do destino final, o motorista entrou em contacto telefónico comigo, informando que não iria concluir a entrega da mochila alegando “muito trânsito”. De seguida, ele terminou a viagem num local diferente do acordado e recusou-se a entregar o objeto conforme combinado. Durante a chamada, o motorista foi extremamente mal-educado e, além de me destratar, informou que não entregaria a mochila naquela noite porque “tinha planos pessoais” e que só a poderia entregar no dia seguinte. O mais grave é que ele ficou com a minha mochila sem deixá-la em nenhum local seguro. Entrei de imediato em contacto com o suporte da Bolt, que informou, após “falar com o motorista”, que eu teria de recolher a mochila na esquadra da PSP do Barreiro no dia seguinte, uma localização que fica a cerca de uma hora da minha morada. Essa solução é totalmente impraticável e representa um custo adicional de 35,69€ caso optasse por usar novamente os serviços da Bolt, o que não faz sentido, considerando que contratei a entrega para aquela noite especificamente porque precisava de entregar a mochila com urgência. O suporte, além de demorar horas a responder, aceitou que a entrega só fosse feita no dia seguinte no Barreiro, ignorando a urgência do serviço e sem oferecer uma solução que respeitasse o compromisso original. Para piorar, recusaram-se a reembolsar o valor da primeira viagem (5,71€), alegando que o motorista “terminou a viagem perto do destino final”, ignorando completamente a falha no serviço e a conduta abusiva do motorista. A falta de consideração e responsabilidade por parte da Bolt, tanto no serviço prestado como no suporte ao cliente, é inadmissível. Por isso, solicito a intervenção da DECO Proteste para a resolução deste caso, incluindo a recuperação da minha mochila de forma razoável e o reembolso do valor cobrado por um serviço mal executado, além de uma investigação sobre a conduta do motorista. Aguardo a vossa ajuda para solucionar esta situação de forma justa. Atenciosamente.
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