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Pedido de Pneus com 3 meses de atraso
Exmos. Senhores, Em 20/01/2025 adquiri uns pneus, da marca Bridgstone , pelo valor de 280€ €. O pagamento foi efetuado no momento. Conforme fatura-recibo, na altura foi acordado com o vendedor que a entrega seria efetuada até ao dia 29/01/2025. Contudo, até à presente data, o mesmo ainda não foi entregue. Já efetuei vários contactos junto dos vossos serviços entre fevereiro e março e obtive apenas uma resposta ao meu contacto de fevereiro e o de março foi ignorado há mais de 1 mês. Assim sendo, dado que o prazo de entrega já foi ultrapassado há bastante tempo solicito que entrem em contacto comigo para encontrar mos uma solução ao problema. Cumprimentos.
Ausência de Resolução de Defeito
No sábado 15/03, enquanto conduzíamos o veículo (Peugeot 3008 - ano 2021/2022), dispararam diversos alertas no ecrã (ABS, ESP, ARS, falha de verificação de pressão, falha do sistema híbrido travão elétrico, dentre outras informações). Conseguimos levar o veículo de volta à garagem de minha casa. Contatei a Assistência Peugeot para saber o que fazer e, como achei que seria possível conduzir até à oficina, dispensei o reboque. Na segunda-feira 17/03 levei o veículo à oficina Peugeot Santogal, em Cascais, para diagnóstico e reparo do problema . O veículo voltou a apresentar os mesmos alertas no ecrã. Somente na sexta-feira 21/03 a oficina pôde olhar o meu carro e passou-me o seguinte orçamento inacreditável: 13.074,77 euros! Segundo informado pela atendente foi identificado um problema no Redutor de Velocidades elétrico. Não somente esta peça precisaria ser substituída, como também todas as transmissões(!), as baterias(!!) e o próprio motor elétrico do veículo, tudo conforme o laudo de reparação. Desta forma, segundo o diagnóstico da Santogal Peugeot, vejo-me diante de um veículo de alta tecnologia, com apenas 51mil km rodados, num modelo de uma marca renomada e com menos de 4 anos de uso que teve completamente inutilizada toda a parte de mobilidade elétrica. Vale dizer que tudo isso Isso sem que tenha havido qualquer tipo de acidente ou mesmo mau uso do carro. Importante sublinhar que o carro não apresentou qualquer alerta ou sinal de problema anterior a este, que foram feitas absolutamente todas as revisões em Oficinas autorizadas pela marca, que as baterias, a depender do tipo de condução, carregavam normalmente uma autonomia entre 50 e 56km, o que é praticamente a carga de fábrica. Nunca houve qualquer incidente como colisão ou pane. Ou seja, nada indicava que este problema porvir. Não obstante, o problema se agrava pelo facto de que desde o dia 24/03 venho mantendo contactos, por email e telefónicos, quase que diariamente com a área de suporte ao cliente da própria Peugeot a fim de entender os pormenores do orçamento feito pela Santogal considerando as questões de facto referidas acima e buscar uma solução mas ainda sem qualquer resposta! Estou desde então arcando diariamente com o aluguel de um carro para poder me deslocar. A Santogal continua com o meu carro em sua oficina e a Peugeot ainda não retornou-me com qualquer explicação sobre o valor exorbitante da monta orçada pela Santogal, dizendo ainda que não consegue sequer contactar a própria oficina!
corte de gás
Exmos. Senhores, (DESCREVER SITUAÇÃO) No nº 48 da Travessa do Giestal, na freguesia de Alcântara não há gás desde o dia 11 de Março. Foi cortado e bem por existir uma fuga na estrutura de canalização. Repito desde o dia 11 de Março ou seja há 23 dias. De então para cá escassa informação da empresa, Perímetro Comum, Rua dos Lusíadas 107 A, https://perimetrocomum.pt, que gere o condomínio. Escassa informação, nula pro-actividade no encontro de uma solução rápida e eficaz de modo a resolver esta inusitada situação. Agora a empresa nomeou um advogado para gerir o problema que espero seja perito em certificação de gás e construção civil. Para os proprietários parece que está tudo bem não haver gás durante este tempo todo. Sou inquilino por isso só recebo informação através da minha senhoria mas acho completamente inadmissível, atentatório da liberdade de acesso a este bem essencial. Incompetência e negligência desta empresa gestora de condomínios. Cumprimentos.
Encomenda não recebida
Exmos. Senhores, Fiz a encomenda de uma TV da meo e infelizmente a transportadora escolhida foi a ViaDirecta. Primeiramente não consegui fazer o tracking da minha encomenda, então enviei email… no qual não obtive resposta. Hoje ligo para o número indicado no site e ninguém me atende, mesmo tendo escolhido as diversas opções disponíveis. Fui ao website e (parece que o tracking já funciona) diz que houve tentativa de entrega e não foi bem sucedida e que não houve possibilidade de contactar o cliente (IMPOSSÍVEL). Ora, gostaria de saber onde anda a minha encomenda. Já que não há comunicação do apoio ao cliente (email, telefone e whatever!!!!) talvez tenha sucesso com a reclamação. Encomenda: VD307146615439 Aguardo novidades. Cumprimentos.
Prazo para reparação do produto excedido.
Exmos. Senhores, Em 27/09/2024 adquiri, um/uma telemóvel Samsung S23 Ultra por 807 €. A referência da encomenda é 5868-623049-3701-A. Sucede que este apresenta defeito: O ecrã apresenta reduzida sensibilidade ao toque, em comparação com um segundo telemóvel identico da mesma encomenda. O telemóvel vem acompanhado de uma caneta que não é capaz de escrever em todo o ecrã, não sendo reconhecida em mais da medate da sua área. Tentei enviar o produto defeituoso para uma assistência técnica autorizada pelo fabricante, que por sua vez negou a reparação afirmando que o mesmo é destinado a um mercado não europeu, inviabilizando a reparação do mesmo em Portugal. Comuniquei-vos de imediato o problema, em 29/01/2025, para que procedessem à reparação. O artigo encontra-se na vossa posse desde 28/02/2025, mas até agora já se passaram mais de 30 dias sem que me devolvessem o artigo reparado. O vendedor responsável pela reparação do produto não arcou com os custos do envio. Além disto, vem fornecendo informações conflitantes sobre o processo da reparação, onde em um momento afirma ter enviado o telemóvel ao fabricante e em seguida afirma que o mesmo foi avaliado internamente por seus técnicos que não identificaram nenhum problema no artigo. Devo ressaltar que antes de enviar o produto defeituoso, o vendedor exigiu evidências em vídeo do mau funcionamento para aceitar a devolução e estou de posse do histórico de e-mails, bem como as evidências fornecidas. Exijo, portanto, que procedam à reparação imediata do artigo defeituoso. Se tal não acontecer, considerarei o contrato incumprido da vossa parte, pelo tomarei todas as medidas ao meu alcance para fazer valer os meus direitos. Cumprimentos.
Encomenda Danificada
Exmos. Senhores, Em dezembro de 2024 adquiri um mealheiro por 12,71 euros. A referência da encomenda é 22000384167. A 17 de dezembro recebi a vossa encomenda, mas tanto a embalagem como o mealheiro vinham deteriorados, com os danos seguintes: partidos e mal embrulhados. Junto fotografias para comprovar o sucedido. Exijo que me enviem outro objeto em vez deste, sendo que então terão que me compensar pelo incómodo e custos de devolução. Caso não me resolvam a situação e não me entreguem novo mealheiro nos próximos 10 dias, considerarei o contrato como incumprido, e terão que me devolver o valor que paguei. Exijo que me resolvam esta situação o mais rapidamente possível ou terei que tomar as medidas ao meu alcance para fazer valer os meus direitos. Isto, depois de várias tentativas de contacto. Cumprimentos.
Cobrança indevida de propinas
Exmos. Senhores, No passado dia 24 de março recebi um email a informar que estaria em dívida com a instituição mencionada, num periodo abrangente de setembro de 2021 a janeiro de 2022. Fiz várias tentativas de contacto com a instituição, solicitanto esclarecimentos e comprovativos da minha inscriçáo no periodo mencionada mas nunca obtive resposta. Após consulta do meu extrato bancário do mesmo periodo, confirmo que não existe pagamento da inscrição nesse semestre logo, não podem estar a cobrar propinas sem inscrição. Espero poder ser contactado e esclarecido sobre isto em breve. Cumprimentos.
Encomenda e reembolso não recebido
Exmos. Senhores, Venho, por este meio, manifestar o meu descontentamento relativamente ao reembolso da encomenda #22000402205, sendo que a encomenda foi efetuada no dia 28 de janeiro de 2025. Após vários contactos, foi-me garantido que o reembolso seria realizado no dia 26 de fevereiro de 2025 e, posteriormente, no dia 13 de março de 2025. No entanto, até à data, o valor ainda não foi devolvido, o que considero inaceitável. Dado o incumprimento dos prazos indicados, peço que me ajudem a resolver e que me realizem o reembolso no valor de 10,68€. Solicito a regularização desta situação com urgência e aguardo uma resposta célere da vossa parte. Atenciosamente, Maria Leonor Mendes
Pagamento de um valor 250€
Exmos. Senhores, Bom dia eu escrevi me no ginásio fitness up mais ao menos a 4 meses e no dia em que me escrevi não me foi dado todas as informações em relação ao chip que tem que entrar para o ginásio eu no dia de ontem emprestei o meu chip para a minha filha ir treinar visto que eu estou lesionada sem saber que encorria numa infração a minha filha entrou começou a treinar e foi abordada por uma menina da recepção a dizer que não podia fazer o treino que teria de abandonar o fitness up o meu marido estava também a treinar e reparou na situação e foi saber o que se passava na qual se dirigiu um gerente que só estava lá a uma semana que informou o meu marido que teria que pagar 250€ que a minha filha estava a decorrer numa infração na qual nos pedimos desculpa e nos proporemos a pagar a aula que ela tinha feito e nos foi dito que não aceitavam que tinha ordem superior que nos tínhamos que pagar 250€ e também nos foi dito que já não era a primeira vez e eu pedi que me mostrasse e não conseguiram provar depois pedi o livro de reclamações e qual e o meu espanto quando estou a escrever entra uma sócia sem ser identificada e eu questiono a sr gerente com essa situação e não me sabe dizer nada em relação a isso eu tenho feito várias chamadas de atenção em relação a limpeza e também está escrito que nenhum sócio pode treinar sem toalhas e nada tem sido feito eu até posso estar errada em emprestar o meu chip mas se tivesses sido informados correctamente não tinha emprestado mas a minha filha tinha pago uma aula avulso na minha umilde opinião não havia messecidade de noa efectuar o pagamento de uma multa com os melhores cumprimentos Elisabete Sousa Cumprimentos.
Cobrança Indevida de Penalidade Contratual pela Vodafone
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal contra a Vodafone Portugal devido à aplicação indevida de uma penalização contratual no valor de 502,80€ + IVA. Descrição da Situação: No mês de janeiro de 2025, fui contactado telefonicamente por um colaborador da Vodafone, que me informou que o período de fidelização do meu contrato havia terminado e questionou se desejava renovar. Com base nessa informação, e acreditando que não existiam penalizações associadas, decidi não renovar e mudar de operadora. Posteriormente, fui surpreendido com uma fatura (FT 101/090233571) cobrando uma penalização por alegado incumprimento contratual, com a justificação de que o contrato estava fidelizado até 30/12/2025. A Vodafone nunca me informou claramente sobre esta fidelização prolongada, e a informação prestada pelo colaborador foi claramente enganosa, levando-me a tomar uma decisão prejudicial com base num erro da empresa. Após reclamar diretamente à Vodafone, recebi respostas evasivas, sem qualquer proposta de correção, ignorando completamente a indução em erro de que fui alvo. Fundamentação Legal: Violação do dever de informação – A Vodafone falhou no cumprimento do princípio da transparência e boa-fé previsto no artigo 6.º do Código Civil e na Lei n.º 24/96, de 31 de julho (Lei de Defesa do Consumidor). Um consumidor tem o direito de receber informações corretas e completas sobre os serviços contratados, especialmente em contratos com fidelização. Indução em erro – O artigo 8.º da Lei de Defesa do Consumidor considera abusivas as cláusulas contratuais baseadas em informações incorretas ou enganosas que levem o consumidor a uma decisão desfavorável. Práticas comerciais desleais – De acordo com o Decreto-Lei n.º 57/2008, de 26 de março, a omissão de informação essencial que possa influenciar a decisão do consumidor é considerada uma prática comercial enganosa e ilegal. Pedidos/Reivindicações: Anulação da penalidade aplicada na fatura FT 101/090233571, visto que a cobrança é indevida devido à má informação prestada pela Vodafone. Retificação imediata do valor faturado e emissão de nova fatura sem a penalidade. Intervenção da ANACOM e entidades competentes para apurar a conduta da Vodafone neste caso, uma vez que pode estar a afetar outros consumidores. Caso esta reclamação não seja resolvida de forma justa, reservo-me o direito de avançar com meios legais, incluindo participação junto da Autoridade da Concorrência e exposição pública do caso em meios de comunicação social. Aguardo um parecer sobre este caso e uma resolução justa e célere.
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