Classificação
- Total de reclamações
- 1633
- Número de reclamações*
- 320
- Reclamações resolvidas*
- 94%
- Média de dias para responder*
- Sem resposta
Cálculo da pontuação da empresa
Esta pontuação reflete a capacidade da empresa resolver as reclamações dos consumidores.
O cálculo é feito com base em três indicadores:
A pontuação baseia-se nos últimos 12 meses.
Nenhuma pontuação será apresentada caso não tenhamos dados relevantes sobre a empresa.
Qualidade do serviço de tratamento das reclamações
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Maior impacto da reclamação com o nosso apoio
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Os nossos juristas ajudam se necessário (serviço só para subscritores)
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Reclamações recentes
Falta de serviço de internet/rede e cobrança de valores
Exmos. Senhores, Venho solicitar a intervenção e orientação da ANACOM relativamente a um problema que tenho com a Vodafone. Durante aproximadamente seis meses, o serviço de internet que tenho contratado com a Vodafone esteve sem funcionar ou funcionou de forma extremamente deficiente. Durante esse período tive também problemas muito graves de rede e de cobertura, o que me impediu de utilizar o serviço de forma normal. A situação foi comunicada à Vodafone várias vezes, tanto através do Serviço de Apoio ao Cliente como através de reclamações por escrito. Apesar das várias reclamações e contactos efetuados, o problema manteve-se durante um período prolongado. Apesar da indisponibilidade do serviço, a Vodafone continuou a faturar o serviço normalmente. Além disso, foi emitida uma fatura no valor de 73,36 €, referente ao período de 23/07 a 22/08, na qual são também cobrados consumos de chamadas acima do limite contratado. Relativamente às chamadas, esclareço que o aumento do consumo ocorreu porque, perante a ausência de uma ligação de internet funcional e os graves problemas de rede, fui obrigada a utilizar chamadas telefónicas como meio alternativo de comunicação. Não considero razoável ser responsabilizada integralmente por esses consumos adicionais quando a necessidade de utilizar chamadas resultou precisamente dos problemas prolongados do serviço que já tinham sido comunicados à Vodafone. Já contactei novamente a Vodafone e informei que contesto a cobrança, uma vez que o serviço de internet não esteve disponível em condições normais. No entanto, continuo a receber pedidos de pagamento e fui informada de que existe um valor em atraso, com possibilidade de suspensão do serviço. Assim, solicito à ANACOM que me esclareça: Se a Vodafone pode cobrar integralmente a mensalidade durante um período prolongado em que o serviço de internet esteve indisponível ou funcionou de forma manifestamente deficiente; Se tenho direito a uma compensação ou crédito relativamente ao período em que o serviço não esteve disponível; Se é possível contestar os valores cobrados pelas chamadas adicionais, tendo em consideração que estas foram utilizadas devido aos problemas de internet e de rede; Que medidas devo tomar para impedir a suspensão do serviço enquanto os valores estão a ser formalmente contestados; Que procedimento devo seguir caso a Vodafone não proceda à correção da faturação. Disponho de comprovativos das reclamações e dos contactos anteriormente efetuados com a Vodafone, bem como das faturas e comunicações recebidas, e posso facultá-los para análise. Agradeço desde já a atenção dispensada e qualquer orientação que a ANACOM possa prestar relativamente aos meus direitos e aos próximos passos que devo tomar. Com os melhores cumprimentos Anna Popova 912016637 anna.popova.0431@gmail.com
Assunto: Reclamacao - Cobranca indevida de 270 e debito direto sem autorizacao valida
Exmos. Senhores, Venho apresentar reclamacao contra a Vodafone Portugal por cobranca indevida e incumprimento das regras aplicaveis ao direito de livre resolucao. O meu contrato Tv Net Voz foi celebrado ao domicilio, com instalacao em 1 de julho de 2026, pelo que se aplica o prazo legal de 30 dias para livre resolucao, conforme previsto no contrato e no Decreto Lei 24/2014. Exerci o direito de livre resolucao dentro do prazo legal. Assim, apenas e devido o valor proporcional ao servico efetivamente prestado. No entanto, a Vodafone esta a cobrar 270 referentes a taxas de ativacao e instalacao, apesar de estas constarem no contrato como Ofertas e descontos nao associados a fidelizacao, nao podendo ser cobradas em caso de livre resolucao. Adicionalmente, a Vodafone tentou debitar 288,49 atraves de debito direto sem que eu tenha enviado qualquer autorizacao de debito direto, contrariando as regras aplicaveis ao SEPA Direct Debit. A autorizacao enviada no contrato nunca foi validada nem confirmada por mim. Solicitei varias vezes a correcao da fatura, mas a Vodafone recusou corrigir os valores, insistindo numa interpretacao contratual incorreta. Solicito a intervencao da DECOPROteste para: correcao da fatura, removendo os 270 indevidos anulacao do debito direto nao autorizado garantia do cumprimento do regime legal de livre resolucao prevencao de futuras cobrancas indevidas Anexo copia da fatura, do contrato e das comunicacoes trocadas. Com os melhores cumprimentos, Ellen Cornelissen NIF: 302482830 Conta Vodafone: 315793628
Sem serviço
Venho por este meio apresentar uma **reclamação ** relativamente à interrupção dos meus serviços Vodafone desde o dia **10/09/2026**, bem como à forma como a avaria tem sido tratada pelos vossos serviços. ### 1. Início da avaria – 10/09/2026 No dia **10/09/2026**, por volta das **08:00**, os meus sogros encontravam-se em casa a assistir ao noticiário. Quando saíram de casa, verificaram que se encontrava **um funcionário da Vodafone em cima de um poste, acompanhado por elementos da GNR**. Por volta das **11:00**, quando regressaram a casa e voltaram a ligar a televisão, verificaram que o serviço Vodafone já não se encontrava disponível. Quando cheguei a casa, entrei em contacto com a Vodafone para comunicar a avaria e solicitar a sua resolução. Foi então agendada uma intervenção técnica para esse mesmo dia, no período entre as **17:00 e as 19:00**. ### 2. Primeira intervenção técnica – 10/09/2026 O técnico chegou à minha residência por volta das **17:00**. Entrou em casa, verificou o router e o cabo de fibra e, posteriormente, informou-me de que **não poderia subir ao poste sem a presença da GNR**. O técnico dirigiu-se então para a sua viatura para comunicar com a Vodafone. Após aproximadamente **25 minutos**, voltou a falar comigo e informou-me de que a Vodafone iria entrar em contacto comigo. Disse ainda que **teria de abandonar o local, uma vez que não poderia fazer mais nada sem a presença da GNR**. O técnico foi embora sem que a avaria tivesse sido resolvida. Fiquei a aguardar o contacto da Vodafone, conforme me tinha sido indicado, mas **não recebi qualquer contacto**. ### 3. Contacto com a Vodafone – 10/09/2026 Perante a ausência de qualquer contacto, voltei a ligar para os serviços técnicos da Vodafone. Às **18:08**, fui atendido pela funcionária **Jéssica Silva**, a quem expliquei detalhadamente tudo o que tinha acontecido. A solução apresentada foi o agendamento de uma nova intervenção técnica para o dia **28/09/2026**, desta vez com a presença da GNR no local. Ou seja, fiquei perante a possibilidade de permanecer **18 dias sem serviço**, por uma situação que não provoquei e que, aparentemente, está relacionada com uma intervenção realizada anteriormente no poste. Foi-me ainda apresentada como alternativa uma **solução de contingência**, através de um kit que seria disponibilizado para permitir o acesso aos serviços enquanto a avaria não fosse resolvida. Foi-me indicado que o kit seria entregue/disponibilizado através de uma loja, sendo posteriormente necessário proceder à sua devolução. Considero esta solução particularmente injusta, uma vez que, além de estar sem o serviço contratado, teria ainda de **me deslocar de carro, suportar despesas de combustível e perder tempo pessoal para levantar e posteriormente devolver um equipamento**, devido a uma situação que não foi causada por mim. ### 4. Contacto da Vodafone – 11/09/2026 No dia **11/09/2026**, fui novamente contactado pela Vodafone relativamente ao kit de contingência. Nesse contacto foi igualmente confirmado que permanecia agendada para o dia **28/09/2026** uma intervenção técnica, desta vez com a presença da GNR no local. Relativamente ao kit de contingência, foi-me indicado que estaria reservado um equipamento na loja Vodafone do **Fórum Almada**, para levantamento. ### 5. Kit de contingência sem funcionamento – 12/09/2026 No dia **12/09/2026**, desloquei-me ao **Fórum Almada** para levantar o referido kit de contingência. Após chegar a casa, procedi à instalação do equipamento conforme as instruções que me tinham sido fornecidas. Contudo, **o kit não funcionou e continuei sem qualquer serviço**. Voltei novamente a contactar os serviços técnicos da Vodafone. Durante esse contacto, expliquei a situação e, inclusivamente, **enviei fotografias do que aparecia no ecrã da televisão**, para que o técnico pudesse verificar o problema. Apesar das tentativas efetuadas, o técnico **não conseguiu resolver a situação**. Foi-me então indicado que seria contactado pela Vodafone no prazo de **24 horas**. Até ao momento, continuo **sem serviço**. ### 6. Situação atual Assim, desde o dia **10/09/2026**, encontro-me sem o serviço contratado, tendo já efetuado várias chamadas para a Vodafone, recebido uma intervenção técnica que não resolveu a avaria, deslocado-me a uma loja para levantar um kit de contingência e, mesmo assim, continuo sem conseguir utilizar o serviço. É particularmente preocupante que a solução apresentada seja aguardar até **28/09/2026**, o que representa um período de **18 dias sem serviço**, quando a avaria foi comunicada de imediato e já existiu uma intervenção técnica. Acresce que o próprio técnico que se deslocou à minha residência no dia 10/09/2026 indicou que não poderia intervir no poste sem a presença da GNR, situação que deveria ter sido devidamente articulada pela Vodafone, evitando uma deslocação técnica sem possibilidade de resolução. Também não considero aceitável que, perante uma falha do serviço e uma intervenção técnica que não conseguiu resolver a situação, sejam transferidos para o cliente os incómodos e custos associados a deslocações para levantamento e posterior devolução de equipamentos de contingência.
Cancelamento nos 14 dias - Cobrança abusiva de 30€ e devolução de equipamentos
No seguimento da reclamação e pedido de Livre Resolução submetidos a 07/09/2026 (dia da ativação), venho denunciar a conduta inadmissível da Amigo. Apenas hoje, 09/09/2026, fui contactada pela marca. Em vez de explicações, fui informada de que, por "especial favor", me iriam cobrar 30€ de taxa de ativação e que teria de despachar o equipamento via transportadora (DPD). Não recebi qualquer justificação ou pedido de desculpas pelas graves falhas reportadas: 1. O apoio ao cliente é incontactável (telefone, e-mail, chat e formulário não funcionam). Só atendem na linha de novas adesões. A assistente teve o descaramento de negar estas anomalias, ao que a aconselhei a ler o Portal da Queixa. 2. Perdi 4h30 a aguardar em casa para me instalarem um serviço medíocre e equipamento obsoleto (forneceram um router de 2016, justificando a péssima qualidade de imagem). Fui cliente da Vodafone durante 20 anos e nunca fui tão mal tratada. Sobre a devolução dos equipamentos: Recuso-me terminantemente a entregá-los a um terceiro (DPD). Os equipamentos e cabos ficam soltos nas embalagens; não vou assumir o risco de quebras no transporte e sujeitar-me a uma avaliação vossa à posteriori que me responsabilize injustamente. Exijo: A indicação de uma loja física para entrega presencial do equipamento, mediante a emissão de um comprovativo atestando o seu perfeito estado de conservação. A isenção total e imediata dos referidos 30€, face ao serviço não prestado e falhas imputáveis à operadora.
Ativação de serviço
Exmos. Senhores, Na qualidade de vosso cliente com o contrato de prestação de serviços de telecomunicações n.º (COLOCAR REFERÊNCIA), comunico que os problemas técnicos reportados ainda se mantêm. Assim sendo, solicito a resolução imediata dos mesmos, nomeadamente: (DESCREVER PROBLEMAS). Cumprimentos.
Precisa de ajuda?
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