Reclamações recentes

J. N.
30/09/2026

Sinistro Automóvel

Exmos. Senhores, No dia 24/08/2026, circulava com a minha viatura na numa autoestrada (entrada da A1, sentido N/S), dentro dos limites de velocidade aplicáveis àquela zona, quando, ao passar por uma zona que apresentava uma lomba/desnível do piso, situada numa curva, perdi o controlo da viatura, entrando em despiste e vindo posteriormente a colidir com o separador lateral. Saliento que nesse dia o piso não estava escorregadio, a visibilidade era boa e estava sol. Na sequência do acidente, foram recolhidos diversos elementos que considero relevantes para o apuramento das responsabilidades, nomeadamente registos fotográficos das condições do local e do próprio acidente. Estes elementos foram oportunamente disponibilizados à seguradora. Preenchi e enviei o documento para apresentar reclamação à brisa e até ao momento, não obtive nenhuma resposta. Foi igualmente elaborado um auto pela GNR, tendo eu fornecido à seguradora o respetivo número, precisamente para que o mesmo pudesse ser consultado e considerado na análise do processo. No entanto, fui informada de que a responsabilidade pelo acidente me foi atribuída, sem que, tanto quanto me foi possível verificar, tivesse sido realizada uma análise integral de todos os elementos disponíveis. Pedi o relatório do sinistro e em que é que se basearam para me atribuir a culpa e até hoje continuo à espera de uma resposta válida, com todo o desenrolar do processo. Entretanto a seguradora deixou de me responder aos emails. Não estou à espera da reparação dos danos do meu automóvel, uma vez que, o meu seguro é apenas contra "terceiros", mas quero ser ilibada de uma culpa, que sei que não tenho. Em quase 20 anos de carta é o primeiro sinistro com "culpa". Com os melhores cumprimentos, Joana Nunes

Em curso
L. P.
04/08/2026

Acidente de trabalho

Eu sofri um acidente de trabalho no dia 05/05/2026 e fui encaminhado para o Hospital CUF e lá passei por exames e fiz uma ressonância magnética onde verificaram uma fratura na rótula femoral da minha perna esquerda e logo em seguida pediram um raio-x ,onde tiveram a certeza da fratura. O médico fez um relatório onde descreveu que foi uma fratura causada por pressão e teria que ser feita uma cirurgia de urgência pois tem o risco da rótula femoral não consegui mais colar e tendo assim que precisar usar uma prótese. O médico do hospital CUF enviou para a seguradora Allianz onde a mesma recusou o hospital CUF a fazer a cirurgia. O médico ortopedista fez mais de um relatório médico explicando, do risco da minha situação e mesmo assim a seguradora Allianz recusou todos. Fizeram apenas o pagamento do mês 05/05/2026 e não fizeram o pagamento do mês 06/ e o mês 07/ de 2026 . Quando fui ao hospital CUF passei novamente pelo médico ortopedista no qual me informou que a seguradora Allianz além de recusar o pedido de urgência da cirurgia também me deram ALTA POR INEXISTÊNCIA CAUSAL COM ACIDENTE DE TRABALHO ,onde o mesmo médico ortopedista deixou bem claro que essa alta foi dada pelo concelho médico da seguradora Allianz e não tem nada haver com ele e nem com o hospital CUF. Depois de três meses de baixa pela seguradora Allianz, simplesmente me deram alta e não fizeram o meus pagamentos. Eu entrei em contato por diversas vezes com a seguradora Allianz para pedir explicação e a mesma sempre me informou que eles não consideravam que ouvi acidente de trabalho, mesmo com mais de 4 testemunhas e com os relatórios médico explicando que no momento em que fui fazer a retirada das tinjas (parafusos de chapas) onde eu ergui a perna esquerda para subir na chapa de confragem e fiz impulso para alavanca o corpo, nesse momento ouve uma pressão na rótula femoral onde ocorreu essa fratura óssea, mesmo tendo testemunha que eu estava a fazer um trabalho rotineiro na obra e no horário conforme está no meu contrato a seguradora Allianz diz que não ouvi acidente de trabalho pois essa fratura foi algo causado naturalmente e não por acidente de trabalho, mesmo eu estando com todos os EPI e com peso no corpo por conta da sinta de ferramentas eles apenas negaram. A seguradora Allianz levou três meses para procurar alguma desculpa para fugir da suas responsabilidades, pois só depois de três meses que me deram ALTA POR INEXISTÊNCIA CAUSAL COM ACIDENTE DE TRABALHO e se recusaram a fazer os pagamentos restante até o dia da baixa que foi no dia 23/07/2026.

Encerrada
I. P.
23/06/2026

Empresa não assume pagamento

Caros senhores, Desde janeiro que estou perante 1 situação em que bateram no meu carro e fugiram. Chamei GNR ao local (tenho provas de contato do processo de emails com Gnr) que registou a matricula em fuga através de imagens por video vigilancia. A minha seguradora não assumiu e passou para a seguradora da pessoa em fuga, neste caso, a Allianz. Ambas fozeram -me gastar recursos para ir fazer peritagens e nenhuma resolveu o problema. Supostamente tem de ser a seguradora da pessoa em fuga a resolver isso. Estou farto de esperar a resolução do problema. Pediram -me imagens de video vigilancia (apos 6 meses isso já não é possivel) e, não conseguindo, estão a pedir-me testemunhas. Eu não tenho de apresentar testemunhas, tenho a conversa com Gnr e processo aberto lá e isso é suficiente. Penso que a empresa está a "enrolar" e estou muito, mas muito farto disto. Já estamos em Junho e, isso, oxorreu em Janeiro

Encerrada
M. R.
11/05/2026

Sinistro apresentado à Allianz que foi recusado pela seguradora

Exmos. Senhores, Venho solicitar apoio relativamente a um sinistro apresentado à Allianz que foi recusado pela seguradora. Considero que a decisão poderá não estar devidamente fundamentada e gostaria de obter análise e orientação sobre os meus direitos e possíveis formas de contestação. Foi feita uma pritagem (vidio-chamada) Onde nao da para ter uma preseçao rial do sinistro Em anexo seguem os documentos relevantes: apólice 190487/0 NIF 169475794 Agradeço o vosso contacto e indicação dos próximos passos. Com os melhores cumprimentos, Maria Madalena Jose marques Rodrigues

Encerrada
M. P.
01/05/2026

Não pagamento de danos da tempestade Kristen

Reclamação formal – Recusa de cobertura no âmbito do seguro Multirriscos Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativamente à recusa de cobertura comunicada por V. Exas. no âmbito dos danos provocados pela tempestade “Kristen”. Na sequência desse evento climatérico excecional, o imóvel seguro, sofreu diversos danos, cuja participação foi atempadamente comunicada à vossa companhia, nos termos contratuais. Atendendo à urgência da situação e com o objetivo de mitigar o agravamento dos prejuízos — o que, aliás, corresponde a um dever do segurado — vi-me obrigada a proceder de imediato às reparações mais urgentes, suportando os respetivos custos do meu próprio bolso. Tal atuação visou evitar danos adicionais que, inevitavelmente, aumentariam a responsabilidade financeira da seguradora. Não obstante, fui posteriormente informada da recusa de cobertura por parte de V. Exas., decisão com a qual não posso concordar, por considerar que: Os danos resultam diretamente de um evento coberto pela apólice; Atuei em conformidade com o dever de diligência e mitigação de danos; A recusa não se encontra devidamente fundamentada à luz das condições contratuais e da legislação aplicável. Face ao exposto, venho solicitar a reapreciação urgente do processo, não tendo eu que acorrer a mais custos para tal, bem como o reembolso das despesas comprovadamente suportadas, conforme documentação já remetida. Mais informo que, na ausência de uma resolução célere e justa, me reservo o direito de recorrer às entidades competentes, nomeadamente à Autoridade de Supervisão de Seguros e Fundos de Pensões, bem como aos meios judiciais adequados. Solicito que a presente reclamação seja devidamente registada e que me seja prestada resposta por escrito no prazo legalmente previsto.

Encerrada

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