Reclamações públicas

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G. A.
26/10/2026

Garantia Recusada - Bateria de Alta Tensao

Apresento reclamação pelo tratamento do pedido de diagnóstico e garantia da bateria do Renault Zoe ZE50, matrícula CA---VC, VIN VF1A----5146219, primeira matrícula de 31/03/2020, atualmente com 51.077 km. Após sucessivas deslocações à rede Renault e contactos nos processos 4-24932073 e 4-25958037, a divergência relativa ao estado da bateria continua por esclarecer. Em 26/10/2026, entreguei novamente a viatura na Carby Guimarães e solicitei análise da bateria e do SOH. Foi-me entregue um relatório que indica 95%, remetendo para o processo técnico FIC 4-26197452, sem apresentar medições de capacidade, condições do ensaio, equipamento ou metodologia que permitam verificar esse resultado. O certificado Moba de 15/08/2026 indica SOH de 66,85% e capacidade útil remanescente de 34,76 kWh. Os registos de carregamento My Renault também suscitam dúvidas sobre o valor comunicado. Reconhecendo que os documentos correspondem a datas e métodos diferentes, solicito uma explicação técnica documentada da divergência. Requeiro: 1. Diagnóstico atualizado e fundamentado, com data, quilometragem, metodologia, condições, resultados e versões relevantes do BMS/software. 2. Esclarecimento sobre se os 95% resultam de uma leitura do BMS ou de um ensaio de capacidade. 3. Identificação do garante e entrega das condições originais da garantia da bateria aplicáveis a este VIN, incluindo o limiar de capacidade. 4. Avaliação da cobertura e reparação ou substituição, caso se verifiquem os respetivos requisitos. 5. Resposta escrita aos elementos apresentados e fundamentação de qualquer recusa. Solicito a articulação entre a Renault Portugal, os serviços técnicos da marca e o reparador para uma resolução efetiva.

Em curso
E. C.
26/10/2026

Discriminação

Hoje pelas 17.30m fui com a minha filha de 8 anos ao Recheio cash and carry de torres novas. Quando na entrada fui vítima de discriminação pois a funcionária que estava na entrada me proibiu de entrar com a criança que me deu a solução de a deixar na entrada numa mesa sozinha. Acho inacreditável e inaceitável que á poucas semanas entrei no mesmo estabelecimento com a mesma criança sem problema algum e hoje isso foi me vetado. Senti me injustiçado e discriminado com esta atitude nem querendo falar sobre o fato da criança ter saído dali completamente desgostosa.

Em curso
F. A.
26/10/2026

Vinted Pro — NIF português de Empresário em Nome Individual rejeitado e ausência de solução

Estou registado em Portugal como Empresário em Nome Individual (ENI) e pretendo converter a minha conta pessoal da Vinted para Vinted Pro, para exercer a minha atividade comercial através da plataforma. O processo de registo rejeita o meu NIF português, impedindo-me de concluir a inscrição. Já contactei repetidamente o apoio ao cliente e disponibilizei documentação comprovativa do início de atividade, bem como capturas de ecrã do erro apresentado. A própria Vinted informou-me por escrito de que existe um problema técnico que está a afetar o registo na Vinted Pro. No entanto, os meus pedidos de suporte têm sido encerrados sem resolução, sem indicação de um prazo previsível e sem disponibilização de uma alternativa. A documentação oficial da Vinted prevê o registo de empresários em nome individual em Portugal. Por esse motivo, solicito um esclarecimento concreto sobre o impedimento que está a afetar o meu registo. Pretendo que a Vinted analise o meu caso individualmente, valide os meus dados fiscais e disponibilize uma solução que me permita concluir o registo como ENI, incluindo a possibilidade de validação ou conversão manual da conta, caso seja tecnicamente possível. Já tentei resolver a situação através dos canais habituais de apoio ao cliente, sem sucesso. Procuro agora uma resposta efetiva e um procedimento concreto para regularizar a minha situação. Aguardo uma resposta fundamentada e uma solução para este problema.

Em curso
S. M.
26/10/2026

Janela danificada

Exmos. Senhores, Em 2026/08/04 adquiri uma janela Mas sucede que este apresenta defeito: um golpe profundo Comuniquei-vos de imediato o problema, para que atuassem em conformidade, mas recebi como resposta que tinha que levar a janela na qual já está afixada só depois de tirar o plástico branco é que vimos que por baixo está bastante danificado para verem em loja mesmo depois de mandar foto bem nítida do problema mas visto que a loja que tenho que ir é a Loures visto que nos vivemos a muitos km de lá não temos como. Na qual a resposta que recebo sempre da mesma pessoa é que tenho que me deslocar. Exijo que procedam à devolução imediata do preço, caso contrário tomarei todas as medidas ao meu alcance para fazer valer os meus direitos. Cumprimentos.

Em curso
N. D.
26/10/2026

Encomenda não recebida

Exmos. Senhores, Em 18 de outubro adquiri 2 Primor Box, da marca Primor, pelo valor de 29,39 euros. O pagamento foi efetuado no momento. Conforme fatura-recibo, na altura foi acordado com o vendedor que a entrega seria efetuada até ao dia 23. Contudo, até à presente data, o mesmo ainda não foi entregue. Já efetuei vários contactos junto dos vossos serviços e obtive a resposta de que o bem está para entrega. Assim sendo, exijo, no prazo máximo de 8 dias, procedam à entrega do referido, sob pena de resolução do contrato, e sem prejuízo do direito de indemnização por eventuais danos causados. Cumprimentos.

Em curso

Dinheiro sempre retido

Exmos. senhores, Venho aqui reclamar o meu infortúnio. Fui, no meio de muitas outra pessoas, burlada pela “empresa Handmade” que utiliza o logotipo da amazon para se destacar no público e obter cada vez mais vítimas. Desta vez, calhou-me. Sempre gostei de trabalhos manuais e ao ver esta oportunidade, fiquei deveras entusiasmada. Contactei e fui direcionada para o “telegram”, comecei a fazer tarefas de dar favoritos em produtos dentro do site e dei por mim a enviar dinheiro para pessoa completamente desconhecidas. Na primeira vez resultou, enviei e recebi dinheiro. Achando que era fiável, uma vez que tinha resultado de primeira, dei por mim a enviar valores bastante altos, até que fiquem com 1600€ bloqueados no site. Após muita insistência, acreditei que se enviasse o valor que me pediam para desbloquear a conta (3400€) ela desbloquearia. Como é óbvio, não funcionou e pediram me ainda mais 3000€. Estou neste momento sem todo o valor enunciado, já apresentei queixa-crime à polícia e quando for contactada irei pedir indemnização civil por danos sofridos. Espero conseguir reaver todo ou parte do meu dinheiro.

Em curso
L. M.
26/10/2026

Pedido de intervenção e apoio ao consumidor — encomenda não entregue pela JYSK e ausência de respost

Exmos. Senhores, Venho solicitar o apoio da DECO relativamente a uma situação de incumprimento por parte da empresa JYSK, relacionada com uma compra online realizada no dia 29 de setembro de 2026, na qual adquiri dois artigos. No dia 6 de outubro de 2026, recebi informação de que a encomenda tinha sido expedida, bem como a respetiva fatura. Contudo, à data de hoje, 26 de outubro de 2026, continuo sem receber a encomenda e sem dispor de uma explicação concreta para o atraso. Ao longo deste período, tenho tentado contactar o apoio ao cliente da JYSK para obter informações sobre o paradeiro da encomenda e uma previsão de entrega. No entanto, não tenho conseguido obter os esclarecimentos necessários, nem uma resposta que permita compreender o que aconteceu ou quando poderei receber os artigos pelos quais paguei. Esta situação causa-me desagrado e preocupação, não só pelo atraso na entrega, mas também pela ausência de comunicação e de uma solução por parte da empresa. Considero que, após a confirmação da expedição e a emissão da fatura, deveria existir um acompanhamento adequado da encomenda e uma resposta eficaz perante o incumprimento da entrega. Assim, solicito à DECO orientação sobre os meus direitos enquanto consumidora e apoio na forma mais adequada de exigir à JYSK uma resolução desta situação. Pretendo que a empresa esclareça o paradeiro da encomenda e proceda à entrega dos dois artigos num prazo concreto e razoável. Caso não consiga assegurar a entrega, pretendo saber quais os procedimentos que devo adotar para exigir a resolução da situação e o reembolso dos valores pagos, nos termos legalmente aplicáveis. Agradeço desde já a atenção dispensada e qualquer orientação ou intervenção que possa ser prestada para a defesa dos meus direitos enquanto consumidora. Com os melhores cumprimentos, Lúcia Magalhães

Resolvida
J. G.
26/10/2026

Produto Danificado

Assunto: Produto entregue danificado — recusa de recolha e pedido de responsabilização da Conforama Apresento nova reclamação diretamente contra a Conforama, na sequência da reclamação anterior e da falta de resolução do problema. Em 03/10/2026, adquiri no site da Conforama um sommier de casal baú Canapé Luxury, pelo valor de 332,50 €, tendo efetuado o pagamento à Conforama através dos meios disponibilizados na sua plataforma. O produto foi entregue em 09/10/2026. Cerca de duas horas depois, ao iniciar a montagem, constatei que a base apresentava várias marcas de impacto e partes da madeira arrancadas. Comuniquei imediatamente os danos e voltei a colocar o produto na embalagem, solicitando a devolução e o reembolso. Após uma recusa inicial, de 13/10/2026, e na sequência da minha reclamação, a Duehome, vendedora do Marketplace, confirmou por escrito que poderia encarregar-se da recolha para efetuar o reembolso, a seu cargo. Pediu que o produto estivesse embalado e que voltasse a contactar a partir de 23/10. Em 23/10/2026, solicitou fotografias do produto embalado para agendar a recolha. Enviei essas fotografias em 24/10/2026, cumprindo as instruções recebidas. Contudo, em 26/10/2026, a Duehome alterou a sua posição, alegando que a informação anterior tinha sido prestada por engano e que não faria a recolha porque a montagem já tinha sido iniciada. Indicou que, para obter o reembolso, teria de devolver o produto por minha conta às suas instalações em Espanha. Não aceito esta exigência. Os danos foram detetados precisamente ao iniciar a montagem e comunicados logo após a entrega. O simples início da montagem não demonstra que os danos tenham sido causados por mim nem justifica, por si só, a recusa dos meus direitos perante um produto entregue danificado. Trata-se de uma reclamação por falta de conformidade, e não de uma devolução por mera mudança de opinião. Nos termos do artigo 16.º do Decreto-Lei n.º 84/2021, a manifestação da falta de conformidade nos primeiros 30 dias permite solicitar a resolução do contrato. O artigo 20.º, n.º 4, alínea a), prevê que a devolução decorrente dessa resolução seja feita a expensas do profissional. Quanto à posição da Conforama de remeter a responsabilidade para o Marketplace, a compra foi realizada no seu site e o pagamento foi efetuado à Conforama. Invoco, por isso, o artigo 44.º do mesmo diploma, que prevê a responsabilidade solidária do prestador de mercado em linha quando seja parceiro contratual do vendedor, incluindo situações em que o contrato e o pagamento são efetuados exclusivamente pelos meios disponibilizados pela plataforma. Solicito que a Conforama assuma a resolução efetiva desta situação, sem se limitar a encaminhar novamente a reclamação para o vendedor. Concretamente, solicito: 1. A resolução do contrato e o reembolso integral dos 332,50 € pagos, sem custos para mim; 2. O agendamento da recolha do produto na morada de entrega, sem encargos, conforme já tinha sido aceite por escrito; 3. A confirmação escrita da data da recolha e do procedimento e prazo de reembolso; 4. Caso a Conforama mantenha a recusa de responsabilidade, uma resposta fundamentada que explique a sua posição face ao artigo 44.º e às circunstâncias concretas da contratação e do pagamento. O produto encontra-se embalado e disponível para recolha. Não aceito suportar os custos de transporte para Espanha de um artigo cujos danos foram comunicados imediatamente após a entrega. Anexo o histórico das comunicações, incluindo a aceitação da recolha, o pedido e envio das fotografias e a posterior recusa de 26/10/2026. Solicito uma solução concreta e o cumprimento dos meus direitos enquanto consumidora.

Em curso
R. V.
26/10/2026

Exigência de Reembolso por Cobrança Indevida de Deslocação Técnica – Fatura BSHG C02X/2215933 (Proce

Identificação do Consumidor:Nome: Ricardo Vieira / Daniel Vieira Morada: Rua dos Emigrantes, nº 1, 2450-365 Valado dos Frades Contacto Telefónico: +351 916250808 NIF: PT 218837925 / PT 123479690 Dados da Compra e da Intervenção:Equipamento: Máquina de Lavar Roupa Bosch (Modelo: WGG244Z0EP/83 | FD/Série: 0411/100192) Fatura de Compra Worten: FT AWW003/019845 de 31/12/2024 (Loja Worten Alcobaça) N.º do Processo / Ordem de Reparação: 45298469 (Worten) / 170767023 (Bosch) Fatura/Recibo da Intervenção: BSHG C02X/2215933, de 24/10/2026, no valor de €55,00 EXPOSIÇÃO DOS FACTOS:No âmbito da garantia legal em vigor do equipamento supra identificado (adquirido em 31/12/2024), contactei a linha de apoio Worten Resolve reportando um ruído estranho durante a centrifugação da máquina de lavar roupa. A Worten reencaminhou o agendamento para a assistência técnica oficial da Bosch. Em momento algum — quer no contacto telefónico com a Worten, quer com a Bosch — me foi prestada qualquer informação sobre a existência de potenciais custos associados à deslocação técnica, nem me foi sugerido ou orientado qualquer procedimento prévio de despiste telefónico (como a simples verificação manual da câmara da bomba de escoamento/filtro). No dia 24/10/2026, deslocou-se à minha residência um técnico credenciado da Bosch que verificou a presença de um fecho de roupa na câmara da bomba de escoamento. Devido a este facto, o técnico declarou a situação como "não abrangida pela garantia" e cobrou no momento o valor de €55,00 (cinquenta e cinco euros) relativo ao "Valor mínimo de intervenção", o qual paguei de imediato para liquidar o recibo emitido. FUNDAMENTAÇÃO E PEDIDO:Nos termos do Decreto-Lei n.º 84/2021 (Regime da Venda de Bens de Consumo e Garantias), o consumidor tem direito à prestação transparente de informações antes de qualquer intervenção que possa acarretar encargos financeiros.A ausência total de despiste inicial por via telefónica e a falta de aviso prévio quanto ao eventual pagamento da taxa de deslocação/intervenção em caso de causa não coberta privaram-me da oportunidade de efetuar a verificação básica e resolver autonomamente a questão sem qualquer custo.Tratando-se de uma omissão dos deveres de informação e de triagem por parte da assistência, a cobrança do montante de €55,00 afigura-se abusiva e indevida.Pelo exposto, solicito a devolução/reembolso integral da quantia de €55,00 (cinquenta e cinco euros), paga através da Fatura n.º BSHG C02X/2215933. Solicito que o reembolso seja efetuado por transferência bancária para o seguinte IBAN:IBAN: PT50004550214008775555262 Com os melhores cumprimentos,[Seu Nome][Data]

Em curso
V. C.
26/10/2026
Stand MM Automóveis - Canas de Senhorim

Avaria grave em veículo usado adquirido num stand

Venho solicitar apoio relativamente à compra de um veículo usado num stand em Portugal, realizada há cerca de três meses. Após este período, o veículo foi levado ao mecânico, tendo sido diagnosticada uma avaria grave no motor, cuja reparação implica custos elevados. Contactei o proprietário do estabelecimento para expor a situação e procurar uma solução. Contudo, este alegou que a venda tinha sido realizada por um funcionário que já não trabalha no stand. Saliento que todo o processo de compra decorreu nas instalações do estabelecimento, com o proprietário presente. Até à data, não foi apresentada qualquer solução para o problema. Considerando o curto período decorrido desde a compra e a gravidade da avaria, pretendo esclarecer quais são os meus direitos enquanto consumidora, nomeadamente quanto à aplicação da garantia legal prevista no Decreto-Lei n.º 84/2021, de 18 de outubro, e à eventual obrigação do vendedor de suportar os custos da reparação. Solicito, assim, o apoio da DECO Proteste na análise desta situação e na orientação dos procedimentos que devo adotar para exigir o cumprimento dos meus direitos.

Em curso

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