Reclamações públicas
1. Envie a reclamação para a empresa
Siga o nosso passo a passo para fazer a sua queixa chegar à empresa.
2. Veja a resposta
Receberá uma notificação por e-mail quando a empresa responder à sua queixa. Para ler a resposta completa, basta ir à página "As Minhas Reclamações", disponível na sua área pessoal do site.
3. Não ficou satisfeito com a resposta? Ou a empresa não respondeu?
Entre em contacto connosco
Reembolso não reconhecido
Venho, por este meio, apresentar uma reclamação formal relativamente ao reembolso da encomenda efetuada na Glovo junto do McDonald's. Após o cancelamento/problema com a encomenda, fui informado de que o reembolso teria sido processado no dia 14, sendo garantido que o valor seria creditado na minha conta até ao dia 22, correspondente ao prazo de 7 dias úteis. Decorrido esse prazo, o valor não foi creditado. Quando solicitei esclarecimentos, fui informado de uma nova versão, segundo a qual o reembolso apenas teria sido processado no dia 17, contrariando a informação anteriormente prestada. Até à presente data: Não recebi o reembolso; Não me foi fornecido qualquer comprovativo do processamento do reembolso; Continuo a receber respostas vagas e contraditórias, sem uma data concreta para a resolução do problema. Esta situação constitui uma clara falta de transparência e um incumprimento das informações prestadas ao consumidor. Assim, solicito que o valor em dívida seja creditado na minha conta. Aguardo uma resposta célere e uma resolução definitiva. Com os melhores cumprimentos, Miguel Batista
Bloqueio de conta bancária pelo Banco CTT sem qualquer explicação
"Já apresentei uma reclamação ao Banco CTT, que continua sem resposta. Também apresentei uma reclamação ao Banco de Portugal. Apesar disso, continuo com a conta bloqueada e sem acesso ao meu salário, o que me está a impedir de pagar despesas essenciais e comprar a minha medicação. Solicito o apoio da DECO para defender os meus direitos e intervir junto do Banco CTT."
Reembolso não pago
Exmos. Senhores, Em fevereiro fiz uma encomenda na loja física de Águeda e paguei metade da montante por transferência (240eur) e disseram-me que num prazo de 1 mês iria receber o sofá, nunca o recebi. No dia 28 de maio de 2026 comuniquei, por escrito (e-mail), o cancelamento da minha encomenda junto da AP Sofás, solicitando simultaneamente o reembolso integral do valor pago por transferência bancária. O cancelamento foi aceite telefonicamente e, posteriormente, voltei a enviar o comprovativo da transferência bancária para que o reembolso pudesse ser processado. Apesar de ter cumprido todas as solicitações e de já terem decorrido cerca de dois meses desde o cancelamento, continuo sem receber qualquer quantia. No dia 22 de julho de 2026 enviei novo e-mail a exigir o reembolso, anexando novamente o comprovativo de pagamento. Até à presente data não obtive qualquer resposta. Contactei ainda a empresa telefonicamente, tendo-me sido apenas indicado que "tenho de esperar", sem prazo concreto ou previsão para a devolução do montante pago. Considero esta situação inaceitável e lesiva dos meus direitos enquanto consumidora, por representar um atraso injustificado na restituição de um valor que me é devido. Solicito a intervenção das entidades competentes para que a AP Sofás proceda ao reembolso integral, de forma imediata, do montante pago por transferência bancária, bem como para que sejam adotadas as medidas consideradas adequadas face ao incumprimento verificado. Cumprimentos.
é facil dizer que são os colaboradores
Há muita gente farta de ver sempre o mesmo filme dentro do IKEA. As queixas aparecem, os colaboradores falam, contam o que vivem, mas no fim parece que a empresa arranja sempre maneira de dizer que está tudo bem. Há quem diga que existem chefias que só protegem os amigos, grupos fechados onde entram sempre os mesmos e quem não faz parte desse clube fica marcado. Se lhes fazes frente ou dizes o que pensas, de repente começas a ser o alvo. Começam os boatos, as bocas, as indiretas e as tentativas de te fazer passar por mau colaborador. Em vez de resolver os problemas, há colaboradores que sentem que é mais fácil arranjar um culpado. Criam uma imagem negativa da pessoa, inventam histórias, distorcem o que aconteceu e depois tentam convencer toda a gente de que o problema és tu. Assim limpam as mãos e protegem quem realmente devia responder pelos seus atos. O assédio moral não é uma brincadeira. Fazer pressão todos os dias, isolar pessoas, tentar humilhar, perseguir ou empurrar colaboradores para desistirem é algo que não devia acontecer em lado nenhum. E quando quem manda fecha os olhos ou protege sempre os mesmos, a injustiça só cresce. Nenhum colaborador devia ir trabalhar com medo de represálias, de ser perseguido ou de ficar mal visto só porque decidiu falar. O respeito não pode depender das amizades, das cunhas ou de quem anda a bater palmas às chefias. Os colaboradores merecem ser ouvidos, respeitados e tratados com dignidade. Se existem tantas pessoas a contar histórias parecidas, o mínimo que se espera é que essas situações sejam levadas a sério e investigadas, em vez de serem ignoradas ou desvalorizadas. A Barbara Graf continua a aguardar que a amiga Helen lhe dê o carga para a reforma para ir para o Service office estar na boa vida, o Cargo de People and culture Lélia que está protegido pelas amigas e ao qual fazem pressão e ameaçam ja deviam ter saído da Ikea. Depois fazem-se de Santas mas não falam nos enrolamos com seguranças, maridos e namorados das outras e que abrem vagas fictícias que estão guardadas para o grupo ou família. Ou andar ter a família na mesma loja ou andar com elementos da segurança não causa dúvidas e não é contra o código de conduta.
Recusa de prestação de orientação pela Linha SNS 24
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação relativamente ao atendimento que recebi através da Linha SNS 24. Contactei a linha porque estou preocupada com o estado de saúde do meu avô, que apresenta sintomas como tonturas, episódios de desmaio, falta de apetite e fraqueza, tendo ainda registado valores de tensão arterial elevados. O meu objetivo era apenas perceber qual seria o procedimento mais adequado: se, perante os sintomas descritos, deveria insistir para que fosse ao serviço de urgência ou se seria mais indicado tentar agendar uma consulta. No início da chamada expliquei à profissional que o meu avô não aceita tratamento médico e que, se soubesse que eu estava a contactar a Linha SNS 24, não permitiria a chamada. Esclareci também que me encontrava no exterior do prédio precisamente por esse motivo e que apenas pretendia descrever os sintomas e obter orientação. Apesar desta explicação, foi-me dito de forma pouco empática que teria obrigatoriamente de estar ao lado do utente, sendo recusada qualquer orientação. Tentei explicar novamente a situação, mas não senti qualquer disponibilidade para compreender o contexto nem para prestar uma orientação mínima. Compreendo que existam protocolos a cumprir e que determinadas avaliações só possam ser feitas com o utente presente. No entanto, considero que a situação poderia ter sido gerida com muito mais empatia, respeito e sensibilidade. Em nenhum momento procurei substituir uma avaliação médica; apenas pretendia saber se os sintomas que descrevi justificavam uma ida urgente ao hospital ou outro tipo de atuação. Saí da chamada sem qualquer orientação, apesar de estar a tentar agir de forma responsável perante uma situação que me preocupa e que é particularmente difícil devido à recusa do meu avô em receber cuidados médicos. Solicito, por isso, que esta situação seja analisada e que seja avaliada a forma como este atendimento foi conduzido, para que outras pessoas que se encontrem em circunstâncias semelhantes possam receber um acolhimento mais humano e uma orientação adequada dentro das possibilidades e dos procedimentos da Linha SNS 24.
Serviço de instalação não efetuado
Foi apresentada anteriormente uma reclamação no Livro de Reclamações em papel, com o n.º 38273869, dia 22 de julho de 2026, na loja Worten do Oeiras Parque, pelo que solicito que essa informação seja também considerada no seguimento da presente reclamação. No dia 27 de maio adquiri na Worten uma placa de indução juntamente com o serviço de instalação da mesma, remoção da placa antiga e tamponeamento do gás. Passaram quase dois meses e o serviço não foi realizado o que ultrapassa completamente os prazos definidos pela própria Worten. Desde o dia 27 de maio, a Worten falhou todas as datas prometidas (5 de junho e 21 de julho) e não existiu qualquer tipo de contacto pela parte da mesma. A ausência de contacto nos últimos dois meses obrigou-me a ligar 6 vezes (dia 4, 12, 17 e 26 de junho e dia 2 e 21 de julho) para a linha de apoio ao cliente e a deslocar-me 3 vezes à loja (dia 19 de junho e dia 1 e 22 de julho). Em todos os momentos de contacto efetuados por mim foi solicitado que esperasse 72 horas úteis pelo contacto da Worten e do Técnico para a instalação, o que nunca aconteceu. No dia 2 de julho quando liguei para o apoio ao cliente a instalação ficou marcada para dia 21 de julho, com a justificação que não existia uma data mais próxima (depois de já estar à espera desde o dia 27 de maio). Dia 22 de julho desloquei-me à loja para exigir a devolução do valor do equipamento, bem como do serviço, porque uma vez mais a instalação não aconteceu na data agendada. Após 2 meses de espera, a Worten disse que era contra a sua política devolver-nos o dinheiro pelo mesmo método de pagamento e que só poderiam dar-nos um cartão para gastar na loja, o que é extremamente lamentável, sendo a entidade a única responsável pelo atraso da instalação. O atraso prolongado causou prejuízos reais, nomeadamente: - 3 deslocações à loja devido às falhas constantes; - 6 contactos para a linha devido à ausência de resposta e incumprimento; - Refeições fora, diretamente causadas pela impossibilidade de utilizar a placa; - Placa parada e inutilizada 2 meses, causando perturbação extremamente significativa no meu dia-a-dia; - Tempo da garantia do equipamento a decorrer, sem usufruto do mesmo. Assim, exijo uma compensação por todos os prejuízos causados.
Reembolso
Venho por este meio reclamar da situação em que me encontro tenho um crédito consolidado na Cetelem e dois cartões de crédito com seguro cardiff em caso de baixa receberia o reembolso das prestações tive 6 meses de baixa e a seguradora efetuou o reembolso para a Cetelem e já estou desde o dia 7 de julho a espera do reembolso por parte da Cetelem arranjam sempre uma desculpa ou não pagam porque devo o valor do crédito ou porque tenho prestações em atraso ou porque a última vez que liguei dizeram que efetuaram a transferência e hoje liguei dizeram que não me iam pagar porque tenho prestações em atraso mas o valor das prestações em atraso e muito mas muito inferior ao valor do reembolso como querem que pague 600 euros se receberam da seguradora o total 1.500 euros dia 7 de julho . Algo aqui não está bem ainda me vão cobrar juros gostava de receber o reembolso visto que é muito superior ao valor em dívida
Diana Lisboa – Práticas comerciais abusivas, retenção de informação e incumprimento da Política de
Exmos. Srs. Venho por este meio apresentar uma reclamação formal contra a loja online Diana Lisboa (dianalisboa.com), devido ao incumprimento da sua própria política de reembolsos, falta de transparência e manifesta má-fé no tratamento do meu processo de devolução. Atuei em total conformidade com os termos do site, iniciando o processo dentro do prazo legal de 30 dias. No entanto, a empresa tem arrastado o processo e ocultado dados essenciais ao consumidor. Abaixo detalho a cronologia dos factos: 1. 29 de junho: Enviei o primeiro e-mail para info@dianalisboa.com a solicitar formalmente a devolução dos artigos, cumprindo escrupulosamente a política da loja. 2. 01 de julho: A loja respondeu com uma mensagem genérica, afirmando apenas: "estamos a encaminhá-lo para o departamento de devoluções para que possa ser tratado o mais rapidamente possível". 3. Ausência de resposta: Após essa data, a empresa remeteu-se ao silêncio. Fui obrigado(a) a enviar insistências nos dias 14 de julho e 21 de julho. 4. Resposta abusiva (21/07): Finalmente, após quase um mês de espera, recebi uma resposta onde a loja tenta esquivar-se às suas obrigações. Alegam que o produto estava num "centro de distribuição internacional" e que os custos de envio e desalfandegamento ficam a meu cargo. Como "compensação", propõem que eu fique com o artigo em troca de um reembolso de apenas 20% do valor total. Onde reside a ilegalidade e a violação dos direitos do consumidor: * Ocultação de informação: Na resposta enviada, a loja não me forneceu a morada do centro de distribuição, não me enviou a etiqueta de devolução e não especificou o custo associado. Estão a exigir que eu tome uma decisão sem me dar os dados necessários para calcular o prejuízo. * Incumprimento da Política Oficial: A Política de Reembolso pública no site deles estipula claramente: "Depois de iniciar o processo de devolução, receberá por email a etiqueta de devolução com a respetiva morada" e "Entraremos em contacto consigo para lhe fornecer o formulário e a morada de devolução". A empresa recusa-se a cumprir o que ela própria redigiu. * Publicidade enganosa: O site promove "Envio grátis para todo o Portugal", ocultando no ato da compra que a devolução teria de ser feita para um destino internacional com custos alfandegários incomportáveis, o que configura uma rasteira financeira ao consumidor. Não posso ser penalizado(a) pela estratégia logística e pela manifesta lentidão de resposta da empresa (que demorou quase um mês a dar uma resposta concreta, violando os prazos de assistência ao cliente). Como consumidor(a), exijo o meu direito de devolução transparente. Pedidos concretos: Exijo que a Diana Lisboa me faculte imediatamente a morada completa do armazém, a etiqueta de devolução prometida nos seus termos e a discriminação dos custos reais, para que eu possa exercer o meu direito de devolução com reembolso total.
O pacote mostrou recebido mais não foi recebido !
Prezados(as), Venho, por meio deste e-mail, apresentar uma reclamação formal relativamente à entrega da minha encomenda. Após diversos atrasos, entrei em contacto diretamente com o estafeta, que me informou (conforme demonstrado no print de ecrã em anexo) que a entrega estava com o colega . No entanto, ao contactar posteriormente o apoio ao cliente, fui informada pela colaboradora que a encomenda constava no sistema como entregue e recebida por mim. Essa informação é completamente incorreta. Esclareço que não recebi qualquer encomenda e não assinei nenhum comprovativo de entrega. A assinatura registada não me pertence, pelo que houve um registo indevido de uma entrega que nunca aconteceu. Além da sucessiva postergação da entrega por parte do estafeta, considero extremamente grave que o sistema indique a encomenda como entregue mediante uma assinatura que não é minha. Dessa forma, solicito, com a máxima urgência: A verificação imediata do ocorrido; A identificação de quem registou a entrega e a assinatura apresentada como comprovativo; A entrega efetiva da minha encomenda, caso ela ainda esteja na posse da transportadora; ou Um posicionamento formal, coerente e fundamentado sobre o paradeiro da encomenda e as medidas que serão adotadas para solucionar esta situação. Anexo a este e-mail o print da conversa com o estafeta como prova do contacto realizado. Aguardo uma resposta urgente e a resolução deste problema o mais rapidamente possível. O número do estafeta que eu falei é com o final : 2475 Com os melhores cumprimentos, Adryana Rejane
UNA Seguros não reembolsa despesa autorizada há mais de dois meses
Venho apresentar uma reclamação relativamente à atuação da UNA Seguros no âmbito do processo de sinistro SIN/MULT/003117/26. No decurso da peritagem, o perito da própria UNA Seguros recomendou a realização de um ensaio não destrutivo através da empresa Periplus. O custo desse ensaio foi suportado por mim, tendo-me sido informado pelo perito que o respetivo reembolso seria efetuado assim que enviasse a fatura. A fatura foi enviada à seguradora em 12 de maio de 2026. No entanto, até à presente data, o valor continua por reembolsar. Desde então: * Contactei a UNA Seguros por três vezes para solicitar uma atualização; * Em todas as ocasiões foi-me informado que o pedido ficaria registado no sistema; * Nunca recebi qualquer explicação para o atraso, nem uma previsão para o pagamento. No dia 15 de julho de 2026, voltei a solicitar formalmente o reembolso por email, mas continuo sem qualquer resolução. Considero inaceitável que uma despesa realizada por indicação do próprio perito da seguradora permaneça por liquidar durante tanto tempo, apesar dos sucessivos contactos efetuados. Solicito que a UNA Seguros proceda ao pagamento imediato do valor em dívida e preste um esclarecimento sobre os motivos deste atraso, evitando que outros clientes passem pela mesma situação.
Precisa de ajuda?
Pode falar com um jurista. Para obter ajuda personalizada, contacte o serviço de informação
