Reclamações públicas
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Duplicação de cobrança de serviço
Exmos Senhores, Aluguei uma viatura à Tangerine rent a car, por 1 dia, para transporte de bens pessoais de Lisboa para Faro. Recolhi a viatura no aeroporto de Lisboa e procedi à entrega em Faro, no próprio dia. O pagamento foi efetuado na loja de Lisboa, por cartão CGD. Quando posteriormente conferi o extrato bancário, verifiquei que a cobrança pela Tangerine tinha sido feita em duplicado (294,08€) Contactei a CGD que me informou ser alheia ao problema e que deveria contactar diretamente a empresa. Neste contexto, contactei a Tangerine a expor o problema e, inclusive, enviei extrato da conta, atestando a duplicação da cobrança. Apesar dos sucessivos contactos e da Equipe de Apoio ao Cliente me ter enviado um email informando que resolveriam a situação "de forma célere e satisfatória", até hoje não foi feita a devolução do valor em causa. Decorreram entretanto 3 meses. No passado dia 15 enviei um email para a empresa informando que iria apresentar queixa à DECO, caso não obtivesse resposta até final da semana. A resposta não aconteceu razão que me leva a recorrer ao vosso apoio. Com os melhores cumprimentos, Célia Milreu
Saque não recebido
Boa noite . Fiz um depósito nesse dito casino . Depois de ter ganho 490€ . Fiz esse levantamento . Onde já desde dia 16/7 que encontro à espera . Pergunto quando será feito . Ao que me respondem que está em pendente . É que tem vários saques então tenho de esperar pela minha vez
Mala Guess que se estragou com pouco uso
Comprei uma mala GUESS na loja do Leiria Shopping, em janeiro de 2026 . A mala começou a apresentar sinais de degradação, os metais começaram a mudar de cor e o material das alças começou a estalar, apesar do uso ser ocasional. Face ao exposto, em meados de maio dirigi-me à loja, mas como não levava a alça que nunca usei, disseram-me que teria de levar o artigo completo. Assim, no dia 31 de maio do corrente ano, desloquei-me com a mala à loja. A funcionária referiu que teria de ser analisada, que iria para o serviço pós-venda e que dariam resposta no prazo de 30 dias. Recebi no email a seguinte resposta "Agradecemos o contacto e lamentamos a insatisfação manifestada relativamente à sua mala Guess. Na sequência da sua exposição, procedemos à análise do artigo, tendo sido possível verificar que os sinais apresentados correspondem a desgaste decorrente da utilização. A avaliação efetuada não identificou qualquer indício de defeito de fabrico ou de não conformidade do produto. Os vestígios observados são compatíveis com o desgaste resultante da utilização do artigo ao longo do tempo, pelo que não foi possível validar a reclamação ao abrigo do Serviço Pós-Venda. Lamentamos não lhe poder dar uma resposta diferente neste caso e agradecemos a compreensão. Permanecemos, naturalmente, ao seu dispor para qualquer esclarecimento adicional." Ora, se o artigo foi utilizado com moderação, não é expectável que se degrade tão rapidamente. Foi feita reclamação no livro de reclamação da loja
Verificação de documentos não efetuado e pagamento não recebido.
Boa tarde, venho por este meio manifestar o meu imenso descontentamento com o 888 Casino. Já por diversas vezes enviei documentos para verificação porém sem respostas. Enviei emails para o suporte e sem respostas também. Tenho um montante de 1000€ para levantar e não obtenho suporte nenhum por parte da plataforma. O estado não passa de “Aguardando processamento”. Nunca tive um problema idêntico e estou insatisfeito com a plataforma.
Domusvenda - Ausência de resposta a pedido de esclarecimento sobre comunicação de responsabilidades
Exmos Senhores No dia 4 de junho de 2026, enviei à Domusvenda um pedido escrito a solicitar esclarecimentos sobre as responsabilidades de crédito que continuam a ser comunicadas em meu nome à Central de Responsabilidades de Crédito do Banco de Portugal, com datas de entrada em incumprimento de setembro e outubro de 2001. Nesse pedido, solicitei a identificação da origem do alegado crédito, o fundamento jurídico para a Domusvenda ser detentora dessas responsabilidades, o processo judicial que justificaria a indicação de 'Em litígio judicial', a discriminação do valor em dívida e cópia da documentação que comprovasse essa comunicação. Anexei ainda cópia de uma decisão judicial onde ficou registada a desistência do pedido e a extinção da instância. Passado mais de um mês e continuei sem qualquer resposta por parte da Domusvenda. Fiz reclamação no Portal da Queixa no dia 8 de Julho de 2026. Recebi a seguinte resposta no dia seguinte; " Exma. Senhora Fernanda, "Acusamos a receção da sua comunicação, a qual mereceu a nossa melhor atenção. Antes de mais, apresentamos as nossas desculpas pela ausência de resposta ao pedido de esclarecimentos anteriormente apresentado, situação que será verificada de imediato junto do competente Departamento Administrativo, por forma a apurar os motivos subjacentes à falta de resposta e assegurar o devido acompanhamento do assunto. Relativamente ao processo em causa, informa-se que o crédito em apreço teve origem junto do Banco Santander Consumer Portugal, S.A., tendo sido posteriormente objeto de cobrança judicial no âmbito do processo executivo n.º 9614/04.9YYLSB, que correu termos no Tribunal de Lisboa – Secção-Geral de Execuções – 2.º Juízo – 2.ª Secção. Atenta a natureza das questões suscitadas na sua exposição, designadamente no que respeita à manutenção da informação comunicada à Central de Responsabilidades de Crédito do Banco de Portugal, o processo foi remetido para análise pelo nosso Departamento Jurídico, a fim de ser apreciado o enquadramento jurídico da situação e a eventual necessidade de adoção das diligências que se mostrem legalmente adequadas. Logo que a referida análise se encontre concluída, entraremos novamente em contacto com V. Ex.ª, com a maior brevidade possível, prestando os esclarecimentos adicionais que se revelem pertinentes. Com os melhores cumprimentos,"...e não houve mais resposta. Entretanto, a empresa continua a comunicar estas responsabilidades à Central de Responsabilidades de Crédito, o que me está a causar sérios prejuízos e a afetar a minha reputação financeira, impedindo-me de aceder normalmente ao crédito. Considero que é totalmente inaceitável que esta situação se prolongue, principalmente sem qualquer resposta aos esclarecimentos pedidos nem apresentação de documentação que a justifique.
Bagagem danificada
Exmos. Senhores, Venho, por este meio, apresentar uma reclamação por danos causados na minha bagagem, bem como expor a recusa ilegal de assistência no aeroporto, atos ocorridos após o voo S40127, no dia 3/7/2026, voo de Lisboa para Ponta Delgada. Ao recolher a minha mala na passadeira em Ponta Delgada verifiquei logo que algo havia passado com a bagagem, porque a mala parecia que tinha sido “esmagada”. Observei atentamente a mala com a pessoa que me acompanhava na viagem e em simultâneo outra pessoa também reclamava porque a sua bagagem estava danificada. Observei os seguintes danos: - falta de dois pitões de apoio na base da mala; - fecho ecler parcialmente descosido - furos na parte traseira do tecido da mala, além de outros riscos. Dirigi-me ao balcão de irregularidades da bagagem para reclamar do sucedido. Contudo, a funcionária recusou de forma injustificada proceder à abertura do relatório, alegando que se tratava de danos menores e que eu conseguia abrir e fechar a mala. A mesma referi que é normal nas passadeiras isto acontecer. E, acrescentou que mesmo que fosse uma roda isto seria um dano menor, porque é normal isto acontecer, porque a mala cai. Confesso que já viajei muito e isto nunca me aconteceu. Riscos de uso corrente é uma coisa, danos estruturais e repentinos é outra coisa. Na minha perspectiva furos e fechos descosidos comprometem a segurança e mala, configurando uma óbvia violação da obrigação de custódia da transportadora. Por outro lado, a recusa do preenchimento do RIB não anula a responsabilidade da SATA face aos danos causados sob a sua responsabilidade, conforme consagrado na Convenção de Montreal. A funcionária referi que não abria o relatório por não se justificar, pelo que solicitei o livro de reclamações. (Reclamação 35612159) Tendo em conta que os danos inviabilizam a utilização segura do artigo, solicito a reparação da mala ou, caso esta não seja possível, a devida indemnização para substituição do artigo por um equivalente. Aguardo a resolução do processo Tentei preencher a reclamação online, mas o sistema deu sempre erro. Cumprimentos,
Encomenda não recebida
Exmos. Senhores, Em 22/05/2026 adquiri um Sofá Veneza 3L e uma cama Paris + EC.Visco. pelo valor de 1600 €. No momento sinal foi efetuado o pagamento de um sinal de 800€. O restante seria pago no ato de entrega. Conforme fatura-recibo, na altura foi acordado com o vendedor que a entrega seria efetuada até ao dia 11/07/2026. Contudo, até à presente data, o mesmo ainda não foi entregue. Já efetuei vários contactos junto dos vossos serviço, tanto por email como por telefone, e não obtive a resposta. Assim sendo, dado que o prazo de entrega já foi ultrapassado há bastante tempo, solicito a rescisão do contrato celebrado, informando que não me pode ser aplicada qualquer penalização. Cumprimentos.
Reembolso parcial sem justificação após devolução de óculos inadequados
Adquiri uns óculos nesta loja pelo valor total de 888€ no dia 29.06. A graduação como todas as medições necessárias foram realizadas na própria loja. No entanto, desde que recebi os óculos, não consegui utilizá-los, pois os vidros provocavam tonturas e um forte desconforto visual. Tentei resolver esta situação com a loja por três vezes no dia 15.07, regressando e dando oportunidade para que o problema fosse corrigido. Apesar das várias tentativas e do tempo que dediquei a este processo, os óculos continuaram sem servir para mim e sem permitir uma utilização confortável. Na terceira tentativa, perante a impossibilidade de utilizar os óculos, devolvi-os definitivamente à loja. Depois de todo este processo, solicitei o cancelamento da compra e o reembolso integral do valor pago, uma vez que não pretendo continuar com novas adaptações e sucessivas tentativas. Já perdi uma quantidade considerável de tempo com deslocações à loja, testes, medições e tentativas de resolver um problema relacionado com uns óculos. Posteriormente, foram efetuados dois reembolsos, um no valor de 325€ e outro no valor de 365€, num total de 690€, apesar de eu ter pago um total de 888€. Em nenhum momento, nem antes nem depois destes reembolsos, fui informada de que o reembolso seria apenas parcial, nem me foi dada qualquer explicação ou justificação para a retenção dos restantes 198€. Considero toda esta situação inaceitável. Para além de ter tentado resolver o problema por três vezes e de ter acabado por devolver os óculos que não conseguia utilizar, já perdi uma quantidade considerável do meu tempo e energia, tendo esta situação causado também bastante stress, desgaste e transtorno. E continuo, até hoje, a perder o meu tempo para tentar resolver uma situação que deveria ter sido tratada de forma clara e transparente pela loja. Assim, solicito o reembolso imediato dos 198€ em falta, completando o reembolso integral dos 888€ pagos, bem como uma explicação formal e por escrito sobre o motivo pelo qual este valor foi retido sem qualquer informação prévia ou posterior.
Avaria Por Resolver á 4 Meses
Comprei um Peugeot E 3008 em novembro de 2024 e desde então que o carro apresenta problemas eletrónicos. Já teve de ser rebocado duas vezes devido a estes problemas. Em março de 2026, relatei uma avaria ao concessionário oficial da marca. De todas as vezes que ligo o carro, em 9 de cada 10 vezes a consola central não funciona: rádio, GPS e todos os botões digitais deixam de responder, o que impossibilita até coisas básicas como ligar o ar condicionado. Foi identificado um problema no módulo central do veículo e a respetiva peça foi pedida à marca, também em março de 2026. Hoje, a 23 de julho de 2026, voltei ao concessionário e continuam sem previsão para a chegada da peça que irá resolver o problema do meu carro. Já estou à espera de resolução há quatro meses. Considero esta situação inadmissível por parte da Peugeot.
Reclamação por práticas comerciais agressivas dirigidas a consumidora idosa e vulnerável
Assunto: Reclamação por práticas comerciais agressivas dirigidas a consumidora idosa e vulnerável — contratos com a DS Audio e a Credibom Exmos. Senhores, Venho, por este meio, apresentar uma reclamação formal contra a a entidade financeira Credibom e a empresa parceira DS Audio, Unipessoal, Lda. , devido à forma como fui abordada e levada a celebrar um contrato de compra e o respetivo contrato de crédito coligado. Tenho 81 anos e sofro de défice cognitivo, condição comprovada por médicos, encontrando-me, por isso, numa situação de especial vulnerabilidade perante abordagens comerciais desta natureza. A meu pedido, a minha filha ajudou-me a redigir e a apresentar esta reclamação, uma vez que tenho dificuldade em compreender toda a documentação e em tratar deste processo sem apoio. Contudo, a presente reclamação é apresentada por mim e relata aquilo que vivi. 1. Descrição dos factos No dia 21 de julho de 2026, fui atraída a uma carrinha da DS Audio estacionada na rua, em Setúbal, sob o pretexto de realizar uma “consulta auditiva gratuita”. No local, deparei-me com um ambiente que considerei intimidatório e de forte pressão. Fui abordada por vários indivíduos que, apesar de se mostrarem inicialmente simpáticos, adotaram uma forma de comunicação insistente e agressiva. Aplicaram técnicas de venda de alta pressão e fizeram-me diversas perguntas pessoais que considerei intrusivas. Senti-me encurralada e incapaz de resistir à pressão exercida. Saí do local em estado de pânico, com a sensação de ter sido enganada, e na posse de dois contratos cujo conteúdo e consequências não compreendi e que não tenho capacidade financeira para suportar: * Contrato de compra com a DS Audio, no valor de 5.150,00 €; * Contrato de crédito coligado com a Credibom, no valor de 2.544,77 €. Na documentação que me foi entregue, verifiquei que tanto o número do contrato com a DS Audio como os números de referência dos equipamentos apresentam informações incorretas, contraditórias ou referências diferentes. Esta situação aumenta a minha preocupação e receio de que tais irregularidades possam vir a ser utilizadas para dificultar ou impedir o exercício do meu direito de livre resolução. Verificou-se igualmente que a DS Audio não se encontra disponível no Livro de Reclamações Eletrónico. Esta situação já foi comunicada às autoridades competentes. 2. Exercício do direito de livre resolução Perante a gravidade da situação, pedi à minha filha que se deslocasse de imediato a Setúbal para me prestar apoio no exercício do meu direito de livre resolução dos contratos. No dia 22 de julho de 2026, enviei, por correio registado com aviso de receção, comunicações formais de resolução contratual para a DS Audio e para a Credibom. Nessas comunicações, declarei expressamente a minha vontade de resolver os contratos, solicitei o respetivo cancelamento imediato e pedi que me fossem enviadas, por escrito, as instruções necessárias para a devolução dos equipamentos. Os equipamentos encontram-se intactos e não foram utilizados, estando disponíveis para devolução logo que me sejam fornecidas instruções claras e adequadas para esse efeito. 3. Comunicações às autoridades competentes Com a ajuda da minha filha, apresentei também reclamações e comunicações às entidades reguladoras e fiscalizadoras competentes (DGC, ERS, ASAE, ERSF), para que tomem conhecimento das técnicas de venda agressivas e predatórias alegadamente utilizadas pela empresa, especialmente junto de pessoas idosas e vulneráveis. Considero essencial que estas práticas sejam devidamente investigadas, de modo a evitar que outros consumidores em situação de vulnerabilidade sejam sujeitos a experiências semelhantes. 4. Pedido de intervenção Solicito a vossa intervenção no sentido de: 1. Garantir que a DS Audio e a Credibom reconhecem e respeitam o exercício do meu direito de livre resolução, procedendo ao cancelamento dos contratos sem criarem obstáculos ou exigirem pagamentos indevidos; 2. Assegurar que me são fornecidas, por escrito, instruções claras para a devolução dos equipamentos; 3. Investigar as circunstâncias em que os contratos foram celebrados, tendo em conta a minha idade, o meu défice cognitivo e o ambiente de pressão e intimidação que senti; 4. Verificar as irregularidades existentes na documentação contratual, designadamente as diferenças nos números do contrato e nas referências dos equipamentos; 5. Fiscalizar e, se for caso disso, sancionar as práticas comerciais descritas, protegendo outros consumidores idosos ou especialmente vulneráveis. Agradeço, desde já, a atenção dispensada e aguardo informação sobre o desenvolvimento deste processo e as medidas que venham a ser adotadas. Reitero que esta reclamação é apresentada por mim. Devido à minha idade, à minha condição de saúde e à dificuldade que tenho em tratar deste processo, pedi à minha filha que me ajudasse a redigi-la e a encaminhá-la.
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