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Garantia devida e não paga
No dia 27/12/2024 apresentamos a seguinte reclamação: Exmos Srs. No início de Novembro na loja da Worten no UBBO entreguei um relógio de marca Fitbit, dentro da garantia, para consertar. No dia 15 de Novembro fui informado que o relógio não tinha conserto e que iria ser devolvido o valor da compra. De acordo com as instruções que me deram na loja, a devolução podia ser efetuada por Vale de compra na Worten, ou devolvido para a conta bancária que efetuou a compra, esta última foi a aceite, mas teria que esperar dez dias úteis. Desde 15 de Novembro, já passaram 30 dias úteis e o dinheiro não chega à conta que efetuou a compra, no Millennium BCP, PT 003300000001189998627, nem entregam um documento comprovando a referida transferência. No dia 21 de Dezembro escrevi, na Worten do UBBO, a Reclamação número 35687508, que está anexada, mas sem resposta até hoje. Com Votos de Boas Festas. Aguardando a vossa ajuda. Maria Elisabete Pedra Viana Cochat Osório - NIF 156891506 Paulo de Medina Cochat Osório - NIF 207976171 —————————————————————— No dia 13 de Janeiro recebemos um email da Sra . lAna Costa a lamentar o atraso e enviou-nos o ARN - 74208704330438091325006 . Há uma semana que enviámos um email, sem resposta, dizendo o pagamento da garantia ainda não tinha sido efetuado e continua em falta. O que podemos fazer para receber o dinheiro da garantia ? Contacto telefónico 965391770 Cumprimentos.
entidade responsável
Dear Sirs, Sirs, On February 5th, I received a message on a private messaging app from a phone number with a photo of my niece saying that her cell phone had broken and she should save her new number. Hours later I received a message from this new number asking me to make an urgent payment. Taking care that I was doing an urgent favor for my niece, I promptly made the payment. I realized too late that it wasn't true, but I had already paid. The entity used was this financial company and the reference was to third parties who take advantage of the good faith of others. I believe these financial companies become a means for these third parties to profit from their perfidious and bad faith methods. I believe that this company that presents its name is responsible. I filed a complaint with the PSP (NUIPC 00171/25.3 PDAMD), my bank and the Bank of Portugal. Compliments.
Encomenda não recebida
Exmos. Senhores, No dia 05/01/2025, efetuei a compra de uma placa gráfica no site da PCDiga. No dia seguinte (06/01), o pagamento foi confirmado e a encomenda foi enviada. No e-mail de confirmação, indicava-se que a entrega ocorreria no dia 07/01, o que seria impossível, visto que a encomenda tinha como destino a Madeira. Ainda assim, aguardei pacientemente. Após duas semanas, ainda não havia recebido a encomenda. No acompanhamento do envio, a informação permanecia inalterada, indicando que a encomenda tinha saído do centro operacional de Leiria no dia 06/01, data do envio. Achei a situação estranha e entrei em contacto com o suporte da PCDiga, que me respondeu por e-mail com a seguinte mensagem: "Informamos que as suas informações se encontram redirecionadas ao departamento responsável, pelo que assim que tivermos novas atualizações entraremos em contacto." Esta resposta foi enviada no dia 23/01, e a encomenda continuava claramente atrasada. No dia 27/01, sem qualquer esclarecimento sobre a causa do atraso, voltei a contactar o suporte da PCDiga. Em resposta, informaram-me: "Informamos que a sua situação está em análise, pelo que será expetável a entrega até ao fim desta semana." "Caso esta informação não se prove correta, solicitamos que entre novamente em contacto para que possamos prosseguir com a sua assistência." No dia 31/01, após a semana mencionada e sem que a encomenda tivesse sido entregue, constatei que o acompanhamento do envio continuava sem atualizações desde o dia 06/01. Preocupado com a situação, voltei a contactar o suporte, informando que a encomenda ainda não tinha sido entregue. Dada a falta de esclarecimentos por parte da PCDiga, entrei em contacto com os CTT para obter informações sobre a situação da encomenda. Informaram-me que, antes de mais, deveria contactar o remetente, ao que respondi que já o havia feito várias vezes, sem obter respostas concretas. Os CTT confirmaram que a PCDiga não tinha entrado em contacto com eles sobre a encomenda em questão e abriram um pedido de averiguação. No dia 04/02, recebi um novo e-mail da PCDiga, que continha exatamente a mesma resposta que me enviaram da primeira vez: "Informamos que as suas informações se encontram redirecionadas ao departamento responsável, pelo que assim que tivermos novas atualizações entraremos em contacto." Hoje, dia 07/02, continuo sem resposta, tanto da PCDiga como dos CTT, e sigo a pagar por um artigo que nem sequer recebi. É um absurdo! Cumprimentos
Falha na entrega e reencaminhamento indevido de encomenda
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativamente ao serviço prestado pelos CTT na entrega de uma encomenda. A minha encomenda encontrava-se no Centro Operacional de Vila Nova de Gaia desde o dia 28 de janeiro, com destino a Santa Maria da Feira, e até à data (07 de fevereiro) não foi entregue. No dia 28 de janeiro, recebi uma mensagem pelas 13h30 informando que a entrega não pôde ser efetuada. No entanto, desde então, a encomenda não foi novamente colocada em trânsito para entrega. Tentei agilizar a situação através do site dos CTT, solicitando uma nova entrega na morada, mas mesmo assim a encomenda não foi entregue. Agora, ao verificar novamente o estado da encomenda no site onde a realizei, vejo que a encomenda foi devolvida. Como assim foi para trás? Os CTT não efetuaram a entrega na data prevista. Não realizaram nova tentativa de entrega. Agora enviam a encomenda de volta, como se fosse uma decisão minha? Isto é inaceitável e reflete uma grave falha no serviço. Se o problema foi da parte deles e não conseguiram entregar no dia 28 de janeiro, o procedimento correto seria terem efetuado uma nova tentativa já no dia 29 de janeiro ou nos dias seguintes. Em vez disso, mantiveram a encomenda retida e, sem qualquer justificação, devolveram-na. Aguardo resposta e resolução com a maior brevidade possível. Cumprimentos.
Divida em falta indevida
Exmos. Senhores, (DESCREVER SITUAÇÃO) Cumprimentos. Venho por este meio expressar o meu desagrado pelo contacto por parte desta empresa alegando uma dívida para com a Medicare que considero ilegal pois por não ter havido qualquer confirmação da minha parte por escrito da adesão e muito menos da renovação, invoco o Decreto-Lei nº 24/2014, de 14 Fevereiro, Artigo 5º, nº 7 (que transpõe a Diretiva nº 2011/83/UE do Parlamento Europeu e do Conselho, de 25 de outubro de 2011, relativo aos direitos dos consumidores), especialmente o art.5º/nº7 no qual é referido que “Quando o contrato for celebrado por telefone, o consumidor só fica vinculado depois de assinar a oferta ou enviar o seu consentimento escrito ao fornecedor de bens ou prestador de serviços “.Assim exijo que considerem essa divida sem efeito
Cancelamento do serviço por não possuir habitação
Exmos. Senhores, Em maio deste ano eu aderi ao serviço M3 da MEO, com o n° 141 536 20 85 e NIF: 229381243, contudo, desde Outubro qe estou a solicitar a sua resolução devido à seguinte situação: A casa onde residia era da minha mãe e eu estava a viver lá sozinho com o meu tio. Este já possuía um serviço com a MEO, mas cancelou o mesmo, pois ele arranjou uma mulher e foi viver com ela. Entretanto, eu fiz o presente contrato por necessidade extrema, mas, passados 2 meses, a minha mãe informa-me que vai vender a casa. A casa ficou à venda em setembro e, logo em outubro, a mesma foi vendida. Dado esta situação, eu solicitei o cancelamento ou suspensão do contrato ao qual me foi comunicado que não poderia ser e as minhas 3 hipóteses eram: arranjar nova casa, verificar se tenho algum conhecido ou familiar sem serviço de telecomunicações e dar-lhe o meu, ou pagar a multa de rescisão. Neste caso, tenho estado à procura de casa e foi-me garantida uma na Ericeira, pelo que comuniquei com a MEO isso e se eu poderia não pagar nada até me mudar, mas nem isso me foi dado. Tenho estado, desde outubro, fielmente a pagar um serviço efetivamente desligado, a carregar o router, box e cabos às costas, por não ter onde os ligar. Tenho estado a aguardar por 1 de fevereiro para mudar para a Ericeira, mas esse negócio caiu por água abaixo. Deste modo, acabei de me casar e vamos viver numa casa alugada com serviço de telecomunicações de outra operadora e fidelizada em que o vamos ter de pagar, juntamente com este serviço inutilizável... Novamente liguei à MEO e novamente recusam-se a sequer suspender o contrato e sugerem as mesmas "soluções". Eu reitero: não tenho casa sem telecomunicações, não conhecemos ninguém sem serviço fidelizado e recuso-me a pagar uma multa de rescisão por um serviço que estou impossibilitado de usar e tenho de pagar mensalmente. Isto são políticas anticliente e sem justificação. Pagar por um serviço impossível de ser usado é abusivo. Se ao menos tivesse sido eu a vender a casa, mas não fui, tudo o que sucedeu estava fora do meu controle. Peço o cancelamento ou suspensão do meu serviço e as suas mensalidades, pois isto é uma situação incomportável. Cumprimentos, Raúl Bugalho.
Garantia
Exmos. Senhores, Em 2021 as lentes graduadas do meus óculos deterioraram-se escassos meses após a garantia - na altura, ainda estava em vigor 2 anos de garantia. Resultado: optometrista em Novembros de 2021 - óculos novos, com lentes graduadas em Fevereiro de 2022. Reclamei novamente garantia quase 3 anos depois - legislação agora com garantia de 3 anos. A Essilor desde ontem tem-me disponível através da OMB - Vila Nova de Gaia - Avenida da República, nº. 1820 - Lola 2, as lentes, mas com a graduação de 2022. Atualmente não utilizo esta graduação - eventualmente por estar a utilizar umas lentes a deteriorem-se com o tempo. O que farei com estas lentes que não correspondem ao meu estado de saúde ocular actual? Não irei levantar as lentes pois não necessito de lentes que não darão resposta à minha perfeita visão. Não posso estar de 2.5/3 em 2.5/3 anos a comprar lentes que rondam os 1000 Euros. Cumprimentos.
Quero encerrar o serviço e a empresa está usar métodos coercivos quando contrato ja terminou
Exmos. Senhores, Em 22 de Janeiro de2025 denunciei o contrato de prestação de serviços de telecomunicações com a vossa empresa com o n.º 308140413. Sucede que até hoje, passados que são mais de 15 dias, o serviço ainda se encontra ativo, apesar do prazo ser 1 dia previamente estabelecido para procederem à denúncia contratual. Tem em posse toda a informação necessária dado que 2 dos 3 serviços ja foram cancelados e os motivos que expõe não foram provados. O cliente ja não tem vinculo contratual e não quer continuar o serviço. Os métodos de trato com o cliente por parte da empresa foram impróprios de uma prestadora de serviços. Considerando o exposto, venho relembrar a denúncia do contrato celebrado, informando que não me pode ser aplicada qualquer penalização por via desta decisão. Cumprimentos.
Contrato incorreto
Gostaria de apresentar uma reclamação contra O Pom-Pom, Jardim de Infância devido a uma cobrança injusta e contradições no contrato. O meu filho deixou de frequentar a creche desde outubro de 2024. No final de setembro, notifiquei a instituição sobre a rescisão do contrato. Apesar disso, paguei três meses adicionais (outubro, novembro e dezembro), conforme estabelecido no contrato. Rescindi o contrato ao abrigo do ponto 1.3 do bloco “Cláusula do Cessação do Contrato”, que permite o cancelamento devido à mudança de residência. A pedido da creche, forneci a devida notificação. O próprio diretor da creche garantiu-me pessoalmente que não haveria qualquer problema. No entanto, no final de janeiro de 2025, foi-me enviada uma fatura adicional no valor de 2.400 euros. A creche agora invoca o ponto 2 do mesmo bloco, que supostamente anula o ponto 1.3. Isso significa que o contrato contém duas cláusulas contraditórias, e a creche aplica-as conforme a sua conveniência. Considero que estas condições contratuais são inválidas e injustas, pois permitem à creche manipular as regras em seu próprio benefício. Solicito uma revisão deste caso e a tomada de medidas adequadas.
Voucher TimeOut
Exmos. Senhores, Comprei um voucher na Time Out para uma experiência de cozinha e, sempre que tentei utilizá-lo, não havia workshops disponíveis ou estavam esgotados. Além disso, o website indica que os vouchers das experiências têm validade de um ano. No entanto, quando finalmente encontrei um workshop disponível, passados seis meses após a compra, não consegui usá-lo, pois disseram-me que o voucher, no momento da compra, tinha validade de seis meses, o que não é indicado no site. Se eu soubesse que todos os workshops estão sempre indisponíveis ou cheios e que é impossível marcar uma experiência em seis meses, nunca teria comprado o voucher. Estão a enganar o cliente. Não recomendo e gostava de obter um reembolso. Cumprimentos, Sara Martins
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