Classificação
- Total de reclamações
- 162
- Número de reclamações*
- 56
- Reclamações resolvidas*
- 94%
- Média de dias para responder*
- Sem resposta
Cálculo da pontuação da empresa
Esta pontuação reflete a capacidade da empresa resolver as reclamações dos consumidores.
O cálculo é feito com base em três indicadores:
A pontuação baseia-se nos últimos 12 meses.
Nenhuma pontuação será apresentada caso não tenhamos dados relevantes sobre a empresa.
Qualidade do serviço de tratamento das reclamações
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1. Envie diretamente a sua reclamação à empresa.
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2. Receba um email assim que a empresa responder.
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3. Não ficou satisfeito com a resposta? Ou a empresa não respondeu? Entre em contacto connosco, os nossos juristas podem ajudar (serviço reservado a subscritores).
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Maior impacto da reclamação com o nosso apoio
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Os nossos juristas ajudam se necessário (serviço só para subscritores)
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Se pretender pode tornar a reclamação visível para todos (opcional)
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Reclamações recentes
Encomenda não recebida
Assunto: Incumprimento de Prazos, Extravio Logístico sem Provas e Cobrança Indevida! Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal contra a empresa PCDIGA, LDA devido a um processo contínuo de falhas na entrega e total ausência de transparência no suporte ao cliente. No dia 22 de maio de 2026, efetuei a compra de um equipamento informática/artigo eletrónico (encomenda original n.º 400812749), tendo optado pelo pagamento fracionado em 3 prestações, das quais a primeira já se encontra devidamente liquidada e cobrada. Após o atraso na entrega, fui informado pela PCDIGA de que a encomenda teria sido alegadamente extraviada pela transportadora Ontime. Contudo, cumpre destacar que nunca me foi fornecido qualquer código de rastreio ou e-mail de confirmação da referida transportadora, inviabilizando qualquer verificação da veracidade deste facto por minha parte. Posteriormente, no dia 28 de maio de 2026, a PCDIGA gerou uma nova encomenda substitutiva (n.º 1201611127), com o intuito de suprir a falha cometida. Contudo, até à presente data, 03 de junho de 2026, a empresa recusa-se a fornecer uma data concreta para a entrega, mantendo-me privado do artigo pelo qual já comecei a pagar. No dia 01 de junho de 2026, a PCDIGA encerrou o atendimento pelo telefone 304-500-600, não atende mais seus clientes por telefone e também encerrou o atendimento pelo e-mail encomendas@…. Somente o e-mail suporte@… retorna respostas evasivas, sem informação concreta da data de entrega da encomenda. Perante o exposto, exijo: 1 A indicação imediata e irrevogável da data de entrega do artigo com o respetivo código de rastreio ativo; 2 Caso a entrega não ocorra no próximo dia útil (04 de junho de 2026), exijo a resolução imediata do contrato, o cancelamento definitivo das restantes prestações e o reembolso em dobro do valor da primeira prestação já paga, conforme previsto no Artigo 12.º do Decreto-Lei n.º 24/2014 para contratos celebrados à distância. Melhores cumprimentos.
Péssimo serviço
Exmos. Senhores, Dirigi-me à PCDIGA para efetuar uma alteração da caixa, motherboard e CPU do meu computador. Todos os restantes componentes foram retirados da minha caixa antiga, que se encontrava em utilização no momento da intervenção. Quando recebi o equipamento, verifiquei que todas as borrachas de proteção das entradas da placa gráfica tinham sido removidas. Além disso, a minha antiga caixa encontrava-se amolgada na parte exterior, junto à zona de instalação da placa gráfica. Para agravar a situação, embora o computador ligasse, os periféricos e o monitor não recebiam qualquer sinal. Face a estes problemas, tive de me deslocar à loja, apesar da distância e dos custos associados à viagem. Quando cheguei, fui informado de que não existia qualquer previsão de entrega do equipamento, uma vez que isso dependia da disponibilidade dos técnicos. Esta situação é particularmente grave, pois necessito do computador com urgência. Tenho um exame na universidade amanhã e dependo do equipamento para estudar. Deste modo, exijo ser compensado pelos prejuízos causados, incluindo os custos de deslocação e o serviço prestado de forma deficiente, que resultou em danos na minha antiga caixa e na remoção das borrachas de proteção da placa gráfica. Aguardo uma resolução rápida e adequada para esta situação. Com os melhores cumprimentos
Defeito em torno de 3 à 4 meses de uso
Venho apresentar reclamação contra a PCDIGA pela compra de um robô aspirador que apresentou defeito após cerca de três a quatro meses de uso. Já houve quatro tentativas de resolução, obrigando-me a várias deslocações para entrega e levantamento do equipamento, causando transtornos, sem que o problema fosse resolvido. Solicito a intervenção da DECO Proteste para resolução definitiva da situação, através de substituição ou reembolso.
Reclamação formal – recusa indevida de garantia legal
No dia 04/10/2023 adquiri, através da loja online da PCDIGA, um computador portátil Apple MacBook Air 13.3. O equipamento funcionou normalmente até ao dia 25/03/2026, data em que passou a apresentar uma avaria grave e impeditiva da sua utilização: ao ligar, o computador emite som de arranque e acende a iluminação do teclado, porém o ecrã permanece completamente desligado, sem qualquer imagem. Na mesma data (25/03/2026) solicitei o acionamento da garantia, tendo sido aberto o processo RMA n.º 4100147654. Após envio e análise do equipamento, a empresa informou que a garantia se encontrava “condicionada” por se tratar do terceiro ano, alegando que não existiam registos de anomalias nos primeiros dois anos. Respondi esclarecendo que: - A avaria surgiu em condições normais de utilização; - O equipamento não apresenta qualquer dano externo relevante; - Já existiam sinais prévios de funcionamento irregular (demora na apresentação de imagem), evidenciando uma anomalia progressiva; - A natureza da falha é compatível com defeito interno e não com desgaste normal. Apesar disso, a empresa manteve a recusa, invocando o artigo 13.º, n.º 3 do Decreto-Lei n.º 84/2021, afirmando que o consumidor teria de provar que a desconformidade existia nos primeiros dois anos. Posteriormente, fui informado de que o reparador recusou a reparação ao abrigo da garantia, tendo sido apresentado um orçamento no valor de 440,56€, sem fundamentação técnica concreta que demonstre qualquer causa externa, mau uso ou dano imputável ao consumidor. Importa referir que: - O equipamento encontra-se dentro do prazo legal de 3 anos de garantia (até 04/10/2026); - A empresa não apresentou qualquer prova de utilização indevida; - A recusa baseia-se exclusivamente na alegada ausência de prova da origem do defeito; - Não foi fornecido relatório técnico detalhado que sustente a exclusão da garantia. Esta interpretação constitui uma limitação abusiva dos direitos do consumidor, contrariando o objetivo do Decreto-Lei n.º 84/2021, que visa assegurar a conformidade dos bens durante todo o período de garantia. Face ao exposto, considero que a empresa está a recusar indevidamente o cumprimento da garantia legal. Solicito a intervenção da entidade competente para que seja assegurada: - A reparação ou substituição do equipamento ao abrigo da garantia; ou - A resolução do contrato, caso a reparação não seja possível. Processo: RMA 4100147654
Processo de garantia
A minha experiência com o suporte PC DIGA está a ser bastante negativa. RMA nº 4100148071 Apesar de se tratar de um processo de garantia, a solução apresentada não foi, de todo, adequada nem proporcional ao problema reportado. O equipamento, hedphones Marshall, encontrava-se funcional, com defeitos apenas em componentes substituíveis, e ainda assim foi dado para abate sem possibilidade de reparação ou devolução. Como cliente, vejo-me agora numa situação em que, mesmo estando dentro do período de garantia, acabo por sair prejudicada, uma vez que o valor atribuído não permite a reposição de um produto equivalente nas atuais condições de mercado. Para além disso, tratando-se de um artigo oferecido no aniversário de 18 anos do meu filho por outra pessoa, todo este processo está a causar um enorme transtorno. Estão a exigir documentação e autorizações do comprador original, obrigando-me a andar atrás de terceiros e a incomodar quem ofereceu o presente, quando a fatura e o artigo sempre estiveram na minha posse. Acresce ainda que, não existindo o mesmo produto para reposição, seria expectável da vossa parte a proposta de um modelo equivalente ou superior. O valor em causa não é assim tão díspar e tal abordagem demonstraria consideração pelo cliente. Ainda assim, mostrei total abertura para negociar e repartir essa diferença, o que foi igualmente recusado. Considero este tipo de tratamento inadmissível e totalmente desajustado à realidade do consumidor, revelando falta de sensibilidade e de foco na resolução eficaz do problema. Esperava uma abordagem mais orientada para o cliente e uma solução justa e equilibrada. Infelizmente, a gestão do processo revelou-se inflexível e pouco satisfatória.
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