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Assistência pós-venda deficiente e Resposta incorreta da PCDIGA ao Livro de Reclamações
Exmºs Senhores, Em setembro de 2024, o meu PC, encomenda 400514964, começou a apresentar uma anomalia consistente, reinícios inesperados sem intervenção do utilizador. Entreguei o equipamento para assistência pela primeira vez em janeiro, dando origem ao processo 8000008481, onde a loja identificou erros de VRAM na GPU, confirmando uma avaria intermitente. O produto foi enviado para a marca. Apesar disso, o equipamento foi me devolvido com a mesma avaria. Mais tarde, abri o segundo processo, 8000009535, no qual o PC permaneceu na loja entre 27 de março e 12 de abril. Foi me comunicado que não tinha sido detetada qualquer anomalia. No entanto, 30 minutos após chegar a casa, o problema voltou a ocorrer. Adicionalmente, apesar de a loja ter indicado em ticket e na guia de intervenção que foram realizados testes com Baldurs Gate 3 e Call of Duty, os unicos testes realmente presentes no sistema e entregues em papel correspondem apenas ao Metro Exodus, o que demonstra que os testes comunicados nao coincidem com os testes efetuados. Este Metro Exodus é um jogo nunca antes referenciado por mim, e é um jogo muito menos exigente que os jogos que mencionei. Na própria guia também já tinha referido que a situação só ocorre em jogos pesados. Numa das deslocações a loja, o PC voltou a apresentar a mesma falha perante mim, com registo automático no sistema. Ainda assim, um colaborador afirmou que a máquina não fez isso, contrariando o que estava claramente registado. A avaria é real, intermitente, documentada e reproduzível, e não foi resolvida apesar das varias intervenções. Solicito, assim, a reavaliação do processo ao abrigo da garantia e a apresentação de uma solução adequada, conforme previsto na legislação de defesa do consumidor. Todo este processo está a ser extremamente exaustivo, e impacta me tanto no lazer, como na vida profissional e de estudante, pois o computador é o meu meio de trabalho principal. Existiu, também, da resposta incorreta que facultaram no Livro de Reclamações Online, de número ROR00000000045565367, afirmando que "Nas assistências n.º 8000008481, 8000009367, após análise técnica , não foi detetada qualquer anomalia no equipamento.", cujo existem provas, na guia relativa ao processo n.º 8000008481 (anexada), onde se lê "Verificada a avaria, feito o envio da Placa grafica para análise na marca, nao foi detectada avaria, feito testes novamente na maquina onde já nao foi possivel detectar qualquer problema, maquina esteve em testes 6 dias sem qualquer reinicio. É possivel que o fabricante do GPU tenha feito atualização de BIOS e solucionado algum problema que poderia ter.", a PC Diga admite uma avaria na máquina. Posto esta situação, bem como a desconfiança da minha pessoa por parte do colaborador PC Diga e a reclamação respondida de forma falsa, exijo uma resolução imediata do caso. Com urgência, Diogo Silva Henriques
Encomenda não entregue!
Efetuei uma encomenda no dia 20/03/2026 na PCDIGA, tendo parte da mesma sido entregue corretamente, mas o monitor, que foi dado como expedido no dia 21/03/2026 pelos CTT, nunca chegou até mim, sendo que inicialmente me foi fornecido um código de rastreio errado que a própria loja pediu para ignorar, deixando-me completamente às escuras, e após vários contactos e dias de espera vieram dizer que a encomenda tinha sido “entregue” no dia 06/04/2026, algo que é completamente falso, pois nunca recebi qualquer artigo, nunca assinei nada, não recebi qualquer PIN de validação no telemóvel (que é atualmente um dos métodos mais seguros usados nas entregas), e para piorar a situação, no momento alegado da entrega eu encontrava-me a trabalhar, sendo simplesmente impossível ter recebido ou assinado o que quer que seja, tendo-me sido depois apresentado um suposto comprovativo de entrega que não passa de um rabisco sem qualquer valor, sem identificação do recebedor e que não corresponde minimamente à minha assinatura, o que demonstra claramente que a encomenda foi entregue a terceiros ou validada de forma completamente irregular, e ainda assim a resposta da PCDIGA tem sido sempre a mesma, empurrando o problema para “análises internas” com os CTT, sem qualquer solução concreta, sem qualquer responsabilização e sem qualquer respeito pelo cliente que pagou o artigo e nunca o recebeu, tentando ainda justificar com “coordenadas de entrega”, o que não prova absolutamente nada sobre quem recebeu a encomenda, sendo completamente inaceitável que uma empresa considere uma entrega como concluída com base numa assinatura que não identifica ninguém e não corresponde ao destinatário, pelo que neste momento considero esta situação grave, abusiva e demonstrativa de um serviço completamente falhado, e deixo também o aviso claro a quem pondera comprar online que tenha muita atenção com este tipo de situações, porque quando algo corre mal o apoio limita-se a empurrar responsabilidades sem resolver o problema, exigindo por isso a resolução imediata através do reenvio do artigo ou reembolso integral, reservando-me ainda ao direito de avançar com todos os meios legais necessários caso a situação continue sem solução.
politica de devoluções
Adquiri um monitor para computador, em 13.04.2026, enviado e recebido a 14.04.206. Ao abrir a embalagem constatei a falta de um cabo Displayport. Como isto é um produto de uso comum e inclusive possuo vários, não considerei, e considero importante. Eu percebi que é um artigo de gama económica, mas ao ser aberto e testado revelou ser mesmo inferior ao esperado pelas especificações e propaganda do anunciante (AOC). Assim, foi novamente colocado na embalagem, que já não o comporta, porque veio acondicionado em material que parece reciclado. A embalagem do artigo é composta de cartão moldado rígido, sendo o monitor acondicionado sobre pressão, o que torna impossível abrir o pacote sem deixar marcas e rasgar a embalagem, como ocorreu. Diante destes factos, contactei o Apoio ao Cliente da PC diga, para a devolução e conversão do valor pago em um vale para adquirir outro artigo de gama superior. Entretanto, sou confrontado com a política da PC Diga de nao receber devoluções que tenham sido abertas. O suporte de cliente online apenas diz-me que tenho de deslocar-me a loja com o produto para ser avaliado, e não garante a retoma , e se ocorrer será efectuada uma depreciação do preço pago. Portanto, terei que supostamente deslocar-me até a loja da PC Diga mais próxima, com o artigo e sem garantias sequer que será aceite como devolução. Ou seja, o suporte online diz-me que não garante a devolução e irei depender do humor do funcionário que estiver ao balcão. Isto parece-me em conflito com a legislação Portuguesa (Decreto Lei 24/2014) . Assim venho formalmente efectuar uma reclamação a exigir o cumprimento das leis referentes ao Direito do Consumidor em compras online.
AVARIA GRAVE EM TV Philips 70PUS7906 – FALTA DE DURABILIDADE DO PRODUTO
Adquiri um televisor Philips 70PUS7906 na PCDIGA, para uso doméstico normal. Após pouco mais de 3 anos de utilização, o equipamento apresentou avaria grave no painel LCD, deixando de apresentar imagem, apesar de continuar a funcionar ao nível de som e sistema. O equipamento foi analisado por assistência técnica, tendo sido confirmado defeito no painel LCD, sendo a reparação considerada economicamente inviável. Trata-se de um produto de elevado valor, cuja durabilidade expectável deveria ser significativamente superior, pelo que considero existir falta de durabilidade do bem. Já contactei a PCDIGA e o fabricante, tendo ambos recusado qualquer solução, alegando apenas o fim da garantia. Informo ainda que o caso já foi submetido ao Centro de Arbitragem de Conflitos de Consumo. Solicito apoio na resolução do conflito, nomeadamente através de reparação, substituição do equipamento ou compensação adequada ao prejuízo sofrido.
PCDIGA: Produto com defeito intermitente, perda de embalagem original e negação de garantia
Exmos. Senhores da DECO e Apoio ao Cliente da PCDIGA, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal contra a PCDIGA devido a um processo de garantia (RMA n.º 4100140841) inaceitável e negligente. Os factos são os seguintes: Defeito Confirmado: Adquiri uma placa gráfica RTX 4060 que apresenta falhas intermitentes graves. Apesar de ter enviado provas em vídeo irrefutáveis do mau funcionamento, a PCDIGA insiste em devolver o produto alegando que 'não detetou anomalia' em testes rápidos de bancada. Dano Patrimonial (Perda de Embalagem): No processo de assistência, a PCDIGA perdeu a minha embalagem original. Devolveram-me a placa numa caixa genérica de cartão, causando uma desvalorização direta do meu património. É inadmissível que uma loja de informática não zele pelos bens dos clientes sob a sua custódia. Má-fé no Pós-venda: A loja tenta eximir-se da responsabilidade legal, empurrando o problema para o fabricante, quando a Lei das Garantias é clara: a responsabilidade perante o consumidor é do vendedor. A minha exigência: Não aceito a abertura de novos processos de RMA repetitivos. Exijo a resolução do contrato com a emissão de uma Nota de Crédito no valor total de 319,90€, para que possa adquirir um modelo funcional na loja, pagando a diferença se necessário. O caso já foi reportado ao TRIAVE (Processo n.º 709/2026/RM/AS) e ao Livro de Reclamações Eletrónico. Não desistirei até que o meu direito como consumidor seja respeitado e o dano da perda da minha embalagem seja compensado
Política de trocas e devoluções em violação do DL 24/2014
Venho por este meio apresentar reclamação formal contra a política de trocas e devoluções publicamente disponível em pcdiga.com, por conter disposições que violam o Decreto-Lei n.º 24/2014, de 14 de fevereiro, que transpõe para o ordenamento jurídico português a Diretiva 2011/83/UE relativa aos direitos dos consumidores. Identifiquei as seguintes irregularidades concretas: 1. Reembolso em nota de crédito (Ponto 1.3 da política) A política prevê que, em caso de troca ou devolução, a PCDIGA emite uma nota de crédito com validade de um ano em substituição do reembolso. Esta prática viola o artigo 12.º do DL 24/2014, que obriga o comerciante a reembolsar o consumidor pelo mesmo meio de pagamento utilizado na compra, sem possibilidade de imposição unilateral de outro método. 2. Condições de aceitação da devolução ilegais (Ponto 3) A política exige que o produto esteja "intacto e sem marcas de uso", com embalagem "imaculada", e em condições de ser revendido como novo. O artigo 10.º do DL 24/2014 confere ao consumidor o direito de manusear o bem na medida necessária para avaliar a sua natureza, características e funcionamento, tal como seria possível numa loja física. A recusa de devolução com base nestes critérios é ilegal. 3. Lista de exclusões mais ampla do que a lei permite (Ponto 4) O artigo 17.º do DL 24/2014 estabelece taxativamente as categorias de bens excluídos do direito de arrependimento. A política da PCDIGA exclui categorias não previstas na lei, designadamente auriculares, auscultadores, headsets, baterias, pilhas, cartões de memória, discos externos, toalhas, e equipamentos como televisores, portáteis, telemóveis e tablets com embalagem aberta. A abertura da embalagem para avaliação do produto é um direito legalmente garantido e não pode constituir fundamento de exclusão. 4. Custos de devolução (Ponto 1.2) A política atribui ao consumidor os custos de envio da devolução sem que fique demonstrado que esta informação é prestada de forma clara e pré-contratual, conforme exigido pelo artigo 4.º do DL 24/2014. Na ausência dessa comunicação prévia, os custos recaem sobre o comerciante. Solicito que a PCDIGA proceda à revisão imediata da sua política de trocas e devoluções, adequando-a ao quadro legal em vigor, de forma a não induzir os consumidores em erro quanto aos seus direitos.
Reclamação – Entrega de produto danificado e incumprimento das obrigações legais do vendedor
Venho por este meio apresentar uma reclamação relativamente à compra de uma máquina de lavar louça efetuada através de uma loja online. Após vários problemas e informações contraditórias relacionadas com o processo de entrega por parte da transportadora, a encomenda foi finalmente entregue na minha morada. No momento da entrega, o estafeta apenas tirou uma fotografia da encomenda entregue e não foi solicitado qualquer tipo de assinatura ou confirmação formal de receção. A embalagem exterior não apresentava danos evidentes no momento da entrega, motivo pelo qual não recusei a encomenda. No entanto, ao abrir a caixa posteriormente, verifiquei que a máquina de lavar louça se encontrava claramente danificada nas suas laterais. Contactei imediatamente a empresa para reportar a situação e fornecer provas do dano. Contudo, em vez de assumir a responsabilidade pela entrega de um produto não conforme, a empresa limitou-se a oferecer um voucher no valor de 10€ como forma de “compensação”, solução que considero manifestamente inadequada face à gravidade da situação. De acordo com o Decreto-Lei n.º 84/2021, que regula os direitos do consumidor na compra e venda de bens, o vendedor é responsável por garantir que os bens entregues estão em conformidade com o contrato de compra. A entrega de um produto danificado constitui uma clara falta de conformidade. Importa ainda referir que, nos termos da referida legislação, durante os primeiros dois anos após a entrega do bem, presume-se que qualquer falta de conformidade já existia no momento da entrega, cabendo ao vendedor o ónus da prova em contrário. Assim, não pode ser transferida para o consumidor a responsabilidade por um dano que foi detetado imediatamente após a abertura da embalagem. Perante uma situação de falta de conformidade, a lei estabelece que o consumidor tem direito à reposição da conformidade do bem, através de reparação ou substituição, sem quaisquer encargos. Caso tal não seja possível ou adequado, o consumidor pode exigir redução do preço ou a resolução do contrato com reembolso. Adicionalmente, importa referir que o atendimento ao cliente tem sido extremamente insatisfatório. As linhas telefónicas encontram-se frequentemente indisponíveis e as respostas por email aparentam ser automatizadas, não respondendo de forma concreta às questões colocadas nem apresentando qualquer solução efetiva para o problema reportado. Face ao exposto, considero que a empresa está a incumprir as suas obrigações legais enquanto vendedora, recusando-se a resolver uma situação clara de falta de conformidade do bem entregue. Solicito, assim, a intervenção dessa entidade para que a empresa seja instada a cumprir a legislação aplicável, procedendo à substituição do produto, reparação adequada ou reembolso integral, conforme previsto na lei. Caso a situação não seja resolvida de forma célere e adequada, reservo-me ainda o direito de apresentar reclamação junto das entidades competentes, nomeadamente a ASAE, bem como recorrer aos mecanismos legais de defesa do consumidor. Fico disponível para apresentar toda a documentação necessária, incluindo fatura da compra, fotografias do dano e histórico das comunicações com a empresa. Com os melhores cumprimentos,
Pagamento de portes numa Devolução
Teremos de continuar o problema aqui visto que deram por resolvido do vosso lado, sem qualquer resolução. Estou para devolver um produto a esta loja depois de alguns dias de uso, mas há uma insistência da loja em não querer dar apoio ao cliente. O problema sendo os portes de envio que eles querem que eu pague para um produto com mais de 5 kg. E acredito que a devolução não seja feita na totalidade, porque, obviamente, vão dar o produto como usado. Eu continuou a insistir porque houve um erro pela parte da loja, o que me está a deixar absolutamente frustrado, porque tenho dinheiro para receber e não é pouco, e por mais, não foi o primeiro produto que adquiri na loja, o que me deixa pior que estragado. Peço desculpa pelo desabafo, mas estou cansado de escrever sobre esta porcaria. O erro que me refiro foi pelo site da loja, quando abri um RMA, e deram-me a escolher o dia e a data de recolha pelos CTT. Recebi logo a confirmação, outro email seguiu-se com as devidas instruções e fiquei à espera. A resposta da loja insiste em dizer que: "Importa esclarecer que as comunicações automáticas geradas no momento da abertura do pedido podem apresentar instruções genéricas. No entanto, o enquadramento definitivo do processo é sempre confirmado posteriormente pela nossa equipa de suporte, sendo essa validação que determina as condições efetivas da devolução. Compreendemos que a informação inicial possa ter gerado uma expectativa diferente e lamentamos qualquer confusão causada." A expectativa diferente foi eu ter esperado uma semana pelos CTT, confirmado pelo sistema de RMA, ao qual somos obrigados a fazer para devolução. A loja enviou um email a dizer que eu tinha de enviar e pagar portes, que só reparei uma semana depois de estar como já disse. O problema é que os dois emails automaticos do RMA, de recolha dos correios, foram simplesmente ignorados e, que pelos vistos, parece ser procedimento normal. Se alguém for experimentar fazer um RMA, como o próprio site da loja pede, vai receber o mesmo. Se não pretendem usar esse sistema, então retirem isso. Anexos vão os dois emails que recebi com toda a informação da recolha com o devido nome da loja em cima. Na altura ainda estava entro dos 14 dias. Não vivo perto da loja, vivo do outro lado do país.
Reclamação – Processo de devolução e reembolso
Venho por este meio apresentar uma reclamação relativamente ao processo de pós-venda associado à compra de um UPS Salicru SPS ONE BL 1100VA IEC/USB. Após a receção do artigo, verifiquei que, por lapso, o modelo adquirido não correspondia ao que efetivamente necessitava. No primeiro contacto efetuado com o serviço de apoio ao cliente manifestei a minha vontade de efectuar a troca pelo artigo pretendido, este facto foi completamente ignorado. Foi preenchido um pedido de RMA, no qual era disponibilizada a opção de devolução através de ponto CTT. No entanto, de forma unilateral e sem justificação válida, o serviço de pós-venda descartou essa opção, obrigando-me a suportar um custo adicional de 20 euros para o envio do artigo. Perante esta situação, e não concordando com os custos indevidamente imputados, ainda assim fiz a devolução e optei por solicitar o reembolso do artigo. Para meu espanto, já com com o artigo rececionado nas instalações da pcdiga e documentação pedida enviada, fui informado de que o reembolso, a ser efetuado por MB Way, poderá demorar até 14 dias, prazo que considero excessivo e desproporcionado para uma devolução simples, ainda para mais quando os constrangimentos verificados resultam de falhas no próprio processo de atendimento e pós-venda. Face ao exposto, considero que todo este processo revela uma clara falta de cuidado com o cliente, desde a gestão do primeiro contacto, passando pela alteração injustificada das condições de devolução, até ao prazo indicado para o reembolso
Encomenda danificada
Bom dia fiz uma encomenda com a pcdiga no entanto a encomenda chegou danificada que penso ter sido danificada pelos CTT mas claro eu encomendei e paguei a pcdiga e não fui eu que contratei os CTT para entrega mal me deparei com a situação entrei de imediato em contato com a pcdiga e CTT para reclamar o sucedido isto já vai a duas semanas e até agora não obtive uma resposta convivente e ainda estou com o produto danificado.
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