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PCDIGA recusa substituir uma RTX 5090 defeituosa ao abrigo da garantia, apesar da disponibilidade de
No dia 6 de agosto de 2026, adquiri na PCDIGA uma placa gráfica Gigabyte AORUS RTX 5090 MASTER 32G pelo valor de 4.499,90 €. Desde os primeiros dias de utilização, a placa gráfica apresentou problemas de funcionamento: a imagem no monitor piscava ocasionalmente, posteriormente a iluminação RGB deixou completamente de funcionar e um LED branco de erro de alimentação começou a piscar. Apesar destes problemas, a placa gráfica continuava a desempenhar as suas funções principais. No dia 18 de setembro, entreguei o equipamento à PCDIGA para reparação ao abrigo da garantia. Após a análise técnica, a Gigabyte informou que não foi possível efetuar a reparação devido à indisponibilidade dos componentes necessários e que, naquele momento, não dispunha de uma unidade idêntica para substituição. No dia 9 de outubro, a PCDIGA emitiu unilateralmente uma nota de crédito no valor de 4.499,90 €, recusando proceder à substituição do equipamento. Informei repetidamente que não aceitava o reembolso como solução para o problema e que pretendia a substituição ao abrigo da garantia legal. No entanto, já no dia 12 de outubro, encontravam-se disponíveis no website da PCDIGA três alternativas tecnicamente equivalentes: Gigabyte AORUS RTX 5090 MASTER ICE (a mesma versão, em branco) — 5.649,90 €. MSI RTX 5090 SUPRIM SOC — 5.899 €. Palit RTX 5090 GameRock OC — 5.899 €. Assim, os preços das alternativas disponíveis eram apenas 25,6% a 31,1% superiores ao valor original da minha compra. A disponibilidade dos produtos e os respetivos preços estão documentados em capturas de ecrã de 12 de outubro. Além disso, no dia 16 de outubro, a PCDIGA voltou a colocar à venda exatamente o mesmo modelo Gigabyte AORUS RTX 5090 MASTER que eu tinha adquirido, com a indicação «Em Stock», mas agora pelo preço de 8.649,90 €. Apesar disso, a loja continuou a recusar a substituição. A PCDIGA invoca o artigo 15.º do Decreto-Lei n.º 84/2021, alegando que a substituição implicaria custos desproporcionados devido ao aumento dos preços de mercado. Discordo categoricamente desta argumentação. No momento da recusa inicial da substituição, existiam alternativas disponíveis cujos preços eram apenas 26% a 31% superiores ao valor do equipamento adquirido. Desde então, os preços aumentaram significativamente, mas considero que as consequências da demora na resolução do problema não devem ser automaticamente transferidas para o consumidor. Entendo que a proporcionalidade dos custos deve ser avaliada tendo em consideração os preços e a disponibilidade dos produtos no momento em que a decisão foi tomada, nomeadamente as ofertas documentadas de 12 de outubro, e não exclusivamente com base nos preços muito mais elevados praticados posteriormente. Acresce que o preço de venda ao público não corresponde necessariamente ao custo efetivo suportado pelo vendedor para proceder à substituição. A PCDIGA não me apresentou qualquer fundamentação documental que demonstre a alegada desproporcionalidade dos custos. O artigo 15.º do Decreto-Lei n.º 84/2021 prevê o direito do consumidor a exigir a reparação ou substituição de um bem não conforme, dentro dos limites legalmente estabelecidos. A legislação também não impede que as partes acordem a substituição por um modelo tecnicamente equivalente, mesmo que tenha uma referência comercial diferente ou pertença a outro fabricante. Propus ainda uma solução alternativa: que me fosse devolvida a placa gráfica original que entreguei para reparação, uma vez que o equipamento continuava, de um modo geral, funcional. Contudo, a PCDIGA também recusou esta possibilidade, alegando que a placa gráfica tinha ficado na posse do fabricante. Não me foi apresentada uma explicação concreta sobre os motivos que impedem a devolução do meu equipamento. Desta forma, a loja recusa tanto substituir a placa gráfica defeituosa como devolver o equipamento original, insistindo exclusivamente no reembolso do valor da compra, que atualmente já não é suficiente para adquirir um produto equivalente. Considero esta situação injusta e questiono a fundamentação da recusa de substituição ao abrigo da garantia legal. O que pretendo: a substituição da placa gráfica defeituosa por uma unidade nova Gigabyte AORUS RTX 5090 MASTER 32G ou, mediante acordo comigo, por um modelo tecnicamente equivalente, sem quaisquer custos adicionais. Caso a PCDIGA mantenha a recusa, solicito uma justificação documental dos custos efetivos que tornam a substituição alegadamente desproporcionada, tendo em consideração a disponibilidade e os preços das alternativas em 12 de outubro de 2026, bem como uma explicação concreta para a impossibilidade de devolução da minha placa gráfica original. Solicito a intervenção da DECO PROteste para ajudar a defender os meus direitos enquanto consumidor e a resolver este litígio.
Incumprimento do prazo legal de garantia (30 dias) – RMA 4100157832
Exmos. Senhores do Gabinete Jurídico e Contencioso da DECO Proteste,Venho por este meio solicitar a vossa intermediação e apoio jurídico no âmbito de um litígio de consumo com o comerciante PCDIGA - Comércio de Informática, S.A., respeitante ao computador portátil ASUS TUF Gaming A16 (RMA n.º 4100157832). 1. Enquadramento e Cronologia dos Factos: 28/08/2026: O equipamento foi entregue nas instalações da PCDIGA para reparação ao abrigo da garantia legal de 3 anos (Decreto-Lei n.º 84/2021). 09/09/2026: A PCDIGA apresentou um orçamento injustificado no valor de 1.134,54 € (com indicação de cobrança de taxa de rejeição de 77,86 €), alegando "danos por líquidos/oxidação". 09/09/2026 e 10/09/2026: Submeti contestações técnicas fundamentadas refutando categoricamente a tese de dano induzido por mim. 10/09/2026: A PCDIGA informou por e-mail que o processo ficaria em "standby a aguardar novo parecer do reparador oficial" (ASUS/Ename). 27/09/2026: Esgota-se impreterivelmente o prazo máximo e imperativo de 30 dias de calendário previsto no Artigo 18.º do DL n.º 84/2021 para a reposição da conformidade do bem. 2. Prejuízo Pessoal e Necessidade Urgente do Equipamento: Encontro-me há um mês totalmente privado do meu único computador de trabalho e uso pessoal, situação que está a causar-me sérios prejuízos diários e constrangimentos profissionais e pessoais. A retenção indevida do equipamento por parte da loja ultrapassou todos os limites do razoável, tornando indispensável a rápida resolução deste impasse. 3. Documentação e Prova Anexa: Anexo a esta Reclamação a totalidade dos ficheiros comprovativos do processo: Histórico Completo de E-mails: Onde consta a data de abertura do RMA, as minhas contestações técnicas e a confirmação por escrito de que a PCDIGA colocou unilateralmente o processo em "standby". Guia de RMA: Comprovativo de entrega do bem nas instalações da PCDIGA a 28/08/2026. Relatório Fotográfico da PCDIGA/Ename: Imagens que comprovam a ausência de oxidação (zinabre) e a integridade do equipamento. 4. Fundamentação Técnica: Conforme demonstrado nas fotografias anexas enviadas pelo próprio reparador: Marcadores de Humidade (LCI) Intactos: Os selos de contacto com líquidos permanecem brancos, comprovando que o portátil nunca esteve exposto a fluidos. Ausência de Corrosão (Zinabre): A placa-mãe apresenta-se limpa, com pistas de cobre brilhantes e sem qualquer oxidação verde/azulada característica de derrame de água ou bebidas. Defeito de Fabrico Interno: O resíduo pontual na zona do circuito VRM decorre da degradação/migração do composto térmico de fábrica/fluxo de solda após sobreaquecimento/curto-circuito elétrico interno, e não de agentes externos. 5. Incumprimento Definitivo do Prazo Legal dos 30 Dias: A decisão unilateral da PCDIGA de manter o processo em "standby" é uma mera gestão interna do vendedor que não possui enquadramento legal para suspender a contagem do prazo imperativo e contínuo de 30 dias de calendário (Artigo 18.º do DL n.º 84/2021). Pretenção: Decorrido o prazo legal sem a devida reparação ou devolução do bem, extinguiu-se a faculdade de reparação do comerciante. Face à urgência da minha situação e ao incumprimento da lei, exijo a imediata substituição do portátil por um equipamento novo em stock (igual ou de características técnicas equivalentes/superiores) para levantamento imediato. Solicito a intervenção da DECO junto da PCDIGA para forçar o cumprimento da lei e a entrega da nova unidade com a máxima urgência. Com os melhores cumprimentos, Flávio Gonçalves Souza Tel.: 931 787 380 RMA: 4100157832
Ssd defeituoso
Comprei um ssd outubro 2025 na loja pcdiga benfica, em maio 2026 ele apresentou problemas no qual meu computador não iniciava mais. Levei até a loja pcdiga e eles enviaram para análise, me fizeram esperar um mês e depois dizem que o produto estava defeituoso e que fariam o reembolso do valor para que eu pudesse comprar outro, porém um novo custa quase 3 vezes o valor do que custava em outubro. Paguei 64,99 e um novo hoje 160 euros. Essa empresa tem 0 respeito com o consumidor deles. Por qual motivo não me enviaram um ssd equivalente ao meu? Eu não tenho culpa se a loja não tem estoque. Perdi arquivos de anos que estavam nesse ssd, fotos da minha avó que faleceu estavam nesse ssd, entre outros arquivos importantes para mim
Encomenda não recebida
Assunto: Incumprimento de Prazos, Extravio Logístico sem Provas e Cobrança Indevida! Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal contra a empresa PCDIGA, LDA devido a um processo contínuo de falhas na entrega e total ausência de transparência no suporte ao cliente. No dia 22 de maio de 2026, efetuei a compra de um equipamento informática/artigo eletrónico (encomenda original n.º 400812749), tendo optado pelo pagamento fracionado em 3 prestações, das quais a primeira já se encontra devidamente liquidada e cobrada. Após o atraso na entrega, fui informado pela PCDIGA de que a encomenda teria sido alegadamente extraviada pela transportadora Ontime. Contudo, cumpre destacar que nunca me foi fornecido qualquer código de rastreio ou e-mail de confirmação da referida transportadora, inviabilizando qualquer verificação da veracidade deste facto por minha parte. Posteriormente, no dia 28 de maio de 2026, a PCDIGA gerou uma nova encomenda substitutiva (n.º 1201611127), com o intuito de suprir a falha cometida. Contudo, até à presente data, 03 de junho de 2026, a empresa recusa-se a fornecer uma data concreta para a entrega, mantendo-me privado do artigo pelo qual já comecei a pagar. No dia 01 de junho de 2026, a PCDIGA encerrou o atendimento pelo telefone 304-500-600, não atende mais seus clientes por telefone e também encerrou o atendimento pelo e-mail encomendas@…. Somente o e-mail suporte@… retorna respostas evasivas, sem informação concreta da data de entrega da encomenda. Perante o exposto, exijo: 1 A indicação imediata e irrevogável da data de entrega do artigo com o respetivo código de rastreio ativo; 2 Caso a entrega não ocorra no próximo dia útil (04 de junho de 2026), exijo a resolução imediata do contrato, o cancelamento definitivo das restantes prestações e o reembolso em dobro do valor da primeira prestação já paga, conforme previsto no Artigo 12.º do Decreto-Lei n.º 24/2014 para contratos celebrados à distância. Melhores cumprimentos.
Péssimo serviço
Exmos. Senhores, Dirigi-me à PCDIGA para efetuar uma alteração da caixa, motherboard e CPU do meu computador. Todos os restantes componentes foram retirados da minha caixa antiga, que se encontrava em utilização no momento da intervenção. Quando recebi o equipamento, verifiquei que todas as borrachas de proteção das entradas da placa gráfica tinham sido removidas. Além disso, a minha antiga caixa encontrava-se amolgada na parte exterior, junto à zona de instalação da placa gráfica. Para agravar a situação, embora o computador ligasse, os periféricos e o monitor não recebiam qualquer sinal. Face a estes problemas, tive de me deslocar à loja, apesar da distância e dos custos associados à viagem. Quando cheguei, fui informado de que não existia qualquer previsão de entrega do equipamento, uma vez que isso dependia da disponibilidade dos técnicos. Esta situação é particularmente grave, pois necessito do computador com urgência. Tenho um exame na universidade amanhã e dependo do equipamento para estudar. Deste modo, exijo ser compensado pelos prejuízos causados, incluindo os custos de deslocação e o serviço prestado de forma deficiente, que resultou em danos na minha antiga caixa e na remoção das borrachas de proteção da placa gráfica. Aguardo uma resolução rápida e adequada para esta situação. Com os melhores cumprimentos
Defeito em torno de 3 à 4 meses de uso
Venho apresentar reclamação contra a PCDIGA pela compra de um robô aspirador que apresentou defeito após cerca de três a quatro meses de uso. Já houve quatro tentativas de resolução, obrigando-me a várias deslocações para entrega e levantamento do equipamento, causando transtornos, sem que o problema fosse resolvido. Solicito a intervenção da DECO Proteste para resolução definitiva da situação, através de substituição ou reembolso.
Reclamação formal – recusa indevida de garantia legal
No dia 04/10/2023 adquiri, através da loja online da PCDIGA, um computador portátil Apple MacBook Air 13.3. O equipamento funcionou normalmente até ao dia 25/03/2026, data em que passou a apresentar uma avaria grave e impeditiva da sua utilização: ao ligar, o computador emite som de arranque e acende a iluminação do teclado, porém o ecrã permanece completamente desligado, sem qualquer imagem. Na mesma data (25/03/2026) solicitei o acionamento da garantia, tendo sido aberto o processo RMA n.º 4100147654. Após envio e análise do equipamento, a empresa informou que a garantia se encontrava “condicionada” por se tratar do terceiro ano, alegando que não existiam registos de anomalias nos primeiros dois anos. Respondi esclarecendo que: - A avaria surgiu em condições normais de utilização; - O equipamento não apresenta qualquer dano externo relevante; - Já existiam sinais prévios de funcionamento irregular (demora na apresentação de imagem), evidenciando uma anomalia progressiva; - A natureza da falha é compatível com defeito interno e não com desgaste normal. Apesar disso, a empresa manteve a recusa, invocando o artigo 13.º, n.º 3 do Decreto-Lei n.º 84/2021, afirmando que o consumidor teria de provar que a desconformidade existia nos primeiros dois anos. Posteriormente, fui informado de que o reparador recusou a reparação ao abrigo da garantia, tendo sido apresentado um orçamento no valor de 440,56€, sem fundamentação técnica concreta que demonstre qualquer causa externa, mau uso ou dano imputável ao consumidor. Importa referir que: - O equipamento encontra-se dentro do prazo legal de 3 anos de garantia (até 04/10/2026); - A empresa não apresentou qualquer prova de utilização indevida; - A recusa baseia-se exclusivamente na alegada ausência de prova da origem do defeito; - Não foi fornecido relatório técnico detalhado que sustente a exclusão da garantia. Esta interpretação constitui uma limitação abusiva dos direitos do consumidor, contrariando o objetivo do Decreto-Lei n.º 84/2021, que visa assegurar a conformidade dos bens durante todo o período de garantia. Face ao exposto, considero que a empresa está a recusar indevidamente o cumprimento da garantia legal. Solicito a intervenção da entidade competente para que seja assegurada: - A reparação ou substituição do equipamento ao abrigo da garantia; ou - A resolução do contrato, caso a reparação não seja possível. Processo: RMA 4100147654
Processo de garantia
A minha experiência com o suporte PC DIGA está a ser bastante negativa. RMA nº 4100148071 Apesar de se tratar de um processo de garantia, a solução apresentada não foi, de todo, adequada nem proporcional ao problema reportado. O equipamento, hedphones Marshall, encontrava-se funcional, com defeitos apenas em componentes substituíveis, e ainda assim foi dado para abate sem possibilidade de reparação ou devolução. Como cliente, vejo-me agora numa situação em que, mesmo estando dentro do período de garantia, acabo por sair prejudicada, uma vez que o valor atribuído não permite a reposição de um produto equivalente nas atuais condições de mercado. Para além disso, tratando-se de um artigo oferecido no aniversário de 18 anos do meu filho por outra pessoa, todo este processo está a causar um enorme transtorno. Estão a exigir documentação e autorizações do comprador original, obrigando-me a andar atrás de terceiros e a incomodar quem ofereceu o presente, quando a fatura e o artigo sempre estiveram na minha posse. Acresce ainda que, não existindo o mesmo produto para reposição, seria expectável da vossa parte a proposta de um modelo equivalente ou superior. O valor em causa não é assim tão díspar e tal abordagem demonstraria consideração pelo cliente. Ainda assim, mostrei total abertura para negociar e repartir essa diferença, o que foi igualmente recusado. Considero este tipo de tratamento inadmissível e totalmente desajustado à realidade do consumidor, revelando falta de sensibilidade e de foco na resolução eficaz do problema. Esperava uma abordagem mais orientada para o cliente e uma solução justa e equilibrada. Infelizmente, a gestão do processo revelou-se inflexível e pouco satisfatória.
Assistência pós-venda deficiente e Resposta incorreta da PCDIGA ao Livro de Reclamações
Exmºs Senhores, Em setembro de 2024, o meu PC, encomenda 400514964, começou a apresentar uma anomalia consistente, reinícios inesperados sem intervenção do utilizador. Entreguei o equipamento para assistência pela primeira vez em janeiro, dando origem ao processo 8000008481, onde a loja identificou erros de VRAM na GPU, confirmando uma avaria intermitente. O produto foi enviado para a marca. Apesar disso, o equipamento foi me devolvido com a mesma avaria. Mais tarde, abri o segundo processo, 8000009535, no qual o PC permaneceu na loja entre 27 de março e 12 de abril. Foi me comunicado que não tinha sido detetada qualquer anomalia. No entanto, 30 minutos após chegar a casa, o problema voltou a ocorrer. Adicionalmente, apesar de a loja ter indicado em ticket e na guia de intervenção que foram realizados testes com Baldurs Gate 3 e Call of Duty, os unicos testes realmente presentes no sistema e entregues em papel correspondem apenas ao Metro Exodus, o que demonstra que os testes comunicados nao coincidem com os testes efetuados. Este Metro Exodus é um jogo nunca antes referenciado por mim, e é um jogo muito menos exigente que os jogos que mencionei. Na própria guia também já tinha referido que a situação só ocorre em jogos pesados. Numa das deslocações a loja, o PC voltou a apresentar a mesma falha perante mim, com registo automático no sistema. Ainda assim, um colaborador afirmou que a máquina não fez isso, contrariando o que estava claramente registado. A avaria é real, intermitente, documentada e reproduzível, e não foi resolvida apesar das varias intervenções. Solicito, assim, a reavaliação do processo ao abrigo da garantia e a apresentação de uma solução adequada, conforme previsto na legislação de defesa do consumidor. Todo este processo está a ser extremamente exaustivo, e impacta me tanto no lazer, como na vida profissional e de estudante, pois o computador é o meu meio de trabalho principal. Existiu, também, da resposta incorreta que facultaram no Livro de Reclamações Online, de número ROR00000000045565367, afirmando que "Nas assistências n.º 8000008481, 8000009367, após análise técnica , não foi detetada qualquer anomalia no equipamento.", cujo existem provas, na guia relativa ao processo n.º 8000008481 (anexada), onde se lê "Verificada a avaria, feito o envio da Placa grafica para análise na marca, nao foi detectada avaria, feito testes novamente na maquina onde já nao foi possivel detectar qualquer problema, maquina esteve em testes 6 dias sem qualquer reinicio. É possivel que o fabricante do GPU tenha feito atualização de BIOS e solucionado algum problema que poderia ter.", a PC Diga admite uma avaria na máquina. Posto esta situação, bem como a desconfiança da minha pessoa por parte do colaborador PC Diga e a reclamação respondida de forma falsa, exijo uma resolução imediata do caso. Com urgência, Diogo Silva Henriques
politica de devoluções
Adquiri um monitor para computador, em 13.04.2026, enviado e recebido a 14.04.206. Ao abrir a embalagem constatei a falta de um cabo Displayport. Como isto é um produto de uso comum e inclusive possuo vários, não considerei, e considero importante. Eu percebi que é um artigo de gama económica, mas ao ser aberto e testado revelou ser mesmo inferior ao esperado pelas especificações e propaganda do anunciante (AOC). Assim, foi novamente colocado na embalagem, que já não o comporta, porque veio acondicionado em material que parece reciclado. A embalagem do artigo é composta de cartão moldado rígido, sendo o monitor acondicionado sobre pressão, o que torna impossível abrir o pacote sem deixar marcas e rasgar a embalagem, como ocorreu. Diante destes factos, contactei o Apoio ao Cliente da PC diga, para a devolução e conversão do valor pago em um vale para adquirir outro artigo de gama superior. Entretanto, sou confrontado com a política da PC Diga de nao receber devoluções que tenham sido abertas. O suporte de cliente online apenas diz-me que tenho de deslocar-me a loja com o produto para ser avaliado, e não garante a retoma , e se ocorrer será efectuada uma depreciação do preço pago. Portanto, terei que supostamente deslocar-me até a loja da PC Diga mais próxima, com o artigo e sem garantias sequer que será aceite como devolução. Ou seja, o suporte online diz-me que não garante a devolução e irei depender do humor do funcionário que estiver ao balcão. Isto parece-me em conflito com a legislação Portuguesa (Decreto Lei 24/2014) . Assim venho formalmente efectuar uma reclamação a exigir o cumprimento das leis referentes ao Direito do Consumidor em compras online.
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