Reclamações públicas
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Encomenda não recebida
Assunto: Incumprimento de Prazos, Extravio Logístico sem Provas e Cobrança Indevida! Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal contra a empresa PCDIGA, LDA devido a um processo contínuo de falhas na entrega e total ausência de transparência no suporte ao cliente. No dia 22 de maio de 2026, efetuei a compra de um equipamento informática/artigo eletrónico (encomenda original n.º 400812749), tendo optado pelo pagamento fracionado em 3 prestações, das quais a primeira já se encontra devidamente liquidada e cobrada. Após o atraso na entrega, fui informado pela PCDIGA de que a encomenda teria sido alegadamente extraviada pela transportadora Ontime. Contudo, cumpre destacar que nunca me foi fornecido qualquer código de rastreio ou e-mail de confirmação da referida transportadora, inviabilizando qualquer verificação da veracidade deste facto por minha parte. Posteriormente, no dia 28 de maio de 2026, a PCDIGA gerou uma nova encomenda substitutiva (n.º 1201611127), com o intuito de suprir a falha cometida. Contudo, até à presente data, 03 de junho de 2026, a empresa recusa-se a fornecer uma data concreta para a entrega, mantendo-me privado do artigo pelo qual já comecei a pagar. No dia 01 de junho de 2026, a PCDIGA encerrou o atendimento pelo telefone 304-500-600, não atende mais seus clientes por telefone e também encerrou o atendimento pelo e-mail encomendas@…. Somente o e-mail suporte@… retorna respostas evasivas, sem informação concreta da data de entrega da encomenda. Perante o exposto, exijo: 1 A indicação imediata e irrevogável da data de entrega do artigo com o respetivo código de rastreio ativo; 2 Caso a entrega não ocorra no próximo dia útil (04 de junho de 2026), exijo a resolução imediata do contrato, o cancelamento definitivo das restantes prestações e o reembolso em dobro do valor da primeira prestação já paga, conforme previsto no Artigo 12.º do Decreto-Lei n.º 24/2014 para contratos celebrados à distância. Melhores cumprimentos.
Péssimo serviço
Exmos. Senhores, Dirigi-me à PCDIGA para efetuar uma alteração da caixa, motherboard e CPU do meu computador. Todos os restantes componentes foram retirados da minha caixa antiga, que se encontrava em utilização no momento da intervenção. Quando recebi o equipamento, verifiquei que todas as borrachas de proteção das entradas da placa gráfica tinham sido removidas. Além disso, a minha antiga caixa encontrava-se amolgada na parte exterior, junto à zona de instalação da placa gráfica. Para agravar a situação, embora o computador ligasse, os periféricos e o monitor não recebiam qualquer sinal. Face a estes problemas, tive de me deslocar à loja, apesar da distância e dos custos associados à viagem. Quando cheguei, fui informado de que não existia qualquer previsão de entrega do equipamento, uma vez que isso dependia da disponibilidade dos técnicos. Esta situação é particularmente grave, pois necessito do computador com urgência. Tenho um exame na universidade amanhã e dependo do equipamento para estudar. Deste modo, exijo ser compensado pelos prejuízos causados, incluindo os custos de deslocação e o serviço prestado de forma deficiente, que resultou em danos na minha antiga caixa e na remoção das borrachas de proteção da placa gráfica. Aguardo uma resolução rápida e adequada para esta situação. Com os melhores cumprimentos
Defeito em torno de 3 à 4 meses de uso
Venho apresentar reclamação contra a PCDIGA pela compra de um robô aspirador que apresentou defeito após cerca de três a quatro meses de uso. Já houve quatro tentativas de resolução, obrigando-me a várias deslocações para entrega e levantamento do equipamento, causando transtornos, sem que o problema fosse resolvido. Solicito a intervenção da DECO Proteste para resolução definitiva da situação, através de substituição ou reembolso.
Reclamação formal – recusa indevida de garantia legal
No dia 04/10/2023 adquiri, através da loja online da PCDIGA, um computador portátil Apple MacBook Air 13.3. O equipamento funcionou normalmente até ao dia 25/03/2026, data em que passou a apresentar uma avaria grave e impeditiva da sua utilização: ao ligar, o computador emite som de arranque e acende a iluminação do teclado, porém o ecrã permanece completamente desligado, sem qualquer imagem. Na mesma data (25/03/2026) solicitei o acionamento da garantia, tendo sido aberto o processo RMA n.º 4100147654. Após envio e análise do equipamento, a empresa informou que a garantia se encontrava “condicionada” por se tratar do terceiro ano, alegando que não existiam registos de anomalias nos primeiros dois anos. Respondi esclarecendo que: - A avaria surgiu em condições normais de utilização; - O equipamento não apresenta qualquer dano externo relevante; - Já existiam sinais prévios de funcionamento irregular (demora na apresentação de imagem), evidenciando uma anomalia progressiva; - A natureza da falha é compatível com defeito interno e não com desgaste normal. Apesar disso, a empresa manteve a recusa, invocando o artigo 13.º, n.º 3 do Decreto-Lei n.º 84/2021, afirmando que o consumidor teria de provar que a desconformidade existia nos primeiros dois anos. Posteriormente, fui informado de que o reparador recusou a reparação ao abrigo da garantia, tendo sido apresentado um orçamento no valor de 440,56€, sem fundamentação técnica concreta que demonstre qualquer causa externa, mau uso ou dano imputável ao consumidor. Importa referir que: - O equipamento encontra-se dentro do prazo legal de 3 anos de garantia (até 04/10/2026); - A empresa não apresentou qualquer prova de utilização indevida; - A recusa baseia-se exclusivamente na alegada ausência de prova da origem do defeito; - Não foi fornecido relatório técnico detalhado que sustente a exclusão da garantia. Esta interpretação constitui uma limitação abusiva dos direitos do consumidor, contrariando o objetivo do Decreto-Lei n.º 84/2021, que visa assegurar a conformidade dos bens durante todo o período de garantia. Face ao exposto, considero que a empresa está a recusar indevidamente o cumprimento da garantia legal. Solicito a intervenção da entidade competente para que seja assegurada: - A reparação ou substituição do equipamento ao abrigo da garantia; ou - A resolução do contrato, caso a reparação não seja possível. Processo: RMA 4100147654
Processo de garantia
A minha experiência com o suporte PC DIGA está a ser bastante negativa. RMA nº 4100148071 Apesar de se tratar de um processo de garantia, a solução apresentada não foi, de todo, adequada nem proporcional ao problema reportado. O equipamento, hedphones Marshall, encontrava-se funcional, com defeitos apenas em componentes substituíveis, e ainda assim foi dado para abate sem possibilidade de reparação ou devolução. Como cliente, vejo-me agora numa situação em que, mesmo estando dentro do período de garantia, acabo por sair prejudicada, uma vez que o valor atribuído não permite a reposição de um produto equivalente nas atuais condições de mercado. Para além disso, tratando-se de um artigo oferecido no aniversário de 18 anos do meu filho por outra pessoa, todo este processo está a causar um enorme transtorno. Estão a exigir documentação e autorizações do comprador original, obrigando-me a andar atrás de terceiros e a incomodar quem ofereceu o presente, quando a fatura e o artigo sempre estiveram na minha posse. Acresce ainda que, não existindo o mesmo produto para reposição, seria expectável da vossa parte a proposta de um modelo equivalente ou superior. O valor em causa não é assim tão díspar e tal abordagem demonstraria consideração pelo cliente. Ainda assim, mostrei total abertura para negociar e repartir essa diferença, o que foi igualmente recusado. Considero este tipo de tratamento inadmissível e totalmente desajustado à realidade do consumidor, revelando falta de sensibilidade e de foco na resolução eficaz do problema. Esperava uma abordagem mais orientada para o cliente e uma solução justa e equilibrada. Infelizmente, a gestão do processo revelou-se inflexível e pouco satisfatória.
Assistência pós-venda deficiente e Resposta incorreta da PCDIGA ao Livro de Reclamações
Exmºs Senhores, Em setembro de 2024, o meu PC, encomenda 400514964, começou a apresentar uma anomalia consistente, reinícios inesperados sem intervenção do utilizador. Entreguei o equipamento para assistência pela primeira vez em janeiro, dando origem ao processo 8000008481, onde a loja identificou erros de VRAM na GPU, confirmando uma avaria intermitente. O produto foi enviado para a marca. Apesar disso, o equipamento foi me devolvido com a mesma avaria. Mais tarde, abri o segundo processo, 8000009535, no qual o PC permaneceu na loja entre 27 de março e 12 de abril. Foi me comunicado que não tinha sido detetada qualquer anomalia. No entanto, 30 minutos após chegar a casa, o problema voltou a ocorrer. Adicionalmente, apesar de a loja ter indicado em ticket e na guia de intervenção que foram realizados testes com Baldurs Gate 3 e Call of Duty, os unicos testes realmente presentes no sistema e entregues em papel correspondem apenas ao Metro Exodus, o que demonstra que os testes comunicados nao coincidem com os testes efetuados. Este Metro Exodus é um jogo nunca antes referenciado por mim, e é um jogo muito menos exigente que os jogos que mencionei. Na própria guia também já tinha referido que a situação só ocorre em jogos pesados. Numa das deslocações a loja, o PC voltou a apresentar a mesma falha perante mim, com registo automático no sistema. Ainda assim, um colaborador afirmou que a máquina não fez isso, contrariando o que estava claramente registado. A avaria é real, intermitente, documentada e reproduzível, e não foi resolvida apesar das varias intervenções. Solicito, assim, a reavaliação do processo ao abrigo da garantia e a apresentação de uma solução adequada, conforme previsto na legislação de defesa do consumidor. Todo este processo está a ser extremamente exaustivo, e impacta me tanto no lazer, como na vida profissional e de estudante, pois o computador é o meu meio de trabalho principal. Existiu, também, da resposta incorreta que facultaram no Livro de Reclamações Online, de número ROR00000000045565367, afirmando que "Nas assistências n.º 8000008481, 8000009367, após análise técnica , não foi detetada qualquer anomalia no equipamento.", cujo existem provas, na guia relativa ao processo n.º 8000008481 (anexada), onde se lê "Verificada a avaria, feito o envio da Placa grafica para análise na marca, nao foi detectada avaria, feito testes novamente na maquina onde já nao foi possivel detectar qualquer problema, maquina esteve em testes 6 dias sem qualquer reinicio. É possivel que o fabricante do GPU tenha feito atualização de BIOS e solucionado algum problema que poderia ter.", a PC Diga admite uma avaria na máquina. Posto esta situação, bem como a desconfiança da minha pessoa por parte do colaborador PC Diga e a reclamação respondida de forma falsa, exijo uma resolução imediata do caso. Com urgência, Diogo Silva Henriques
politica de devoluções
Adquiri um monitor para computador, em 13.04.2026, enviado e recebido a 14.04.206. Ao abrir a embalagem constatei a falta de um cabo Displayport. Como isto é um produto de uso comum e inclusive possuo vários, não considerei, e considero importante. Eu percebi que é um artigo de gama económica, mas ao ser aberto e testado revelou ser mesmo inferior ao esperado pelas especificações e propaganda do anunciante (AOC). Assim, foi novamente colocado na embalagem, que já não o comporta, porque veio acondicionado em material que parece reciclado. A embalagem do artigo é composta de cartão moldado rígido, sendo o monitor acondicionado sobre pressão, o que torna impossível abrir o pacote sem deixar marcas e rasgar a embalagem, como ocorreu. Diante destes factos, contactei o Apoio ao Cliente da PC diga, para a devolução e conversão do valor pago em um vale para adquirir outro artigo de gama superior. Entretanto, sou confrontado com a política da PC Diga de nao receber devoluções que tenham sido abertas. O suporte de cliente online apenas diz-me que tenho de deslocar-me a loja com o produto para ser avaliado, e não garante a retoma , e se ocorrer será efectuada uma depreciação do preço pago. Portanto, terei que supostamente deslocar-me até a loja da PC Diga mais próxima, com o artigo e sem garantias sequer que será aceite como devolução. Ou seja, o suporte online diz-me que não garante a devolução e irei depender do humor do funcionário que estiver ao balcão. Isto parece-me em conflito com a legislação Portuguesa (Decreto Lei 24/2014) . Assim venho formalmente efectuar uma reclamação a exigir o cumprimento das leis referentes ao Direito do Consumidor em compras online.
AVARIA GRAVE EM TV Philips 70PUS7906 – FALTA DE DURABILIDADE DO PRODUTO
Adquiri um televisor Philips 70PUS7906 na PCDIGA, para uso doméstico normal. Após pouco mais de 3 anos de utilização, o equipamento apresentou avaria grave no painel LCD, deixando de apresentar imagem, apesar de continuar a funcionar ao nível de som e sistema. O equipamento foi analisado por assistência técnica, tendo sido confirmado defeito no painel LCD, sendo a reparação considerada economicamente inviável. Trata-se de um produto de elevado valor, cuja durabilidade expectável deveria ser significativamente superior, pelo que considero existir falta de durabilidade do bem. Já contactei a PCDIGA e o fabricante, tendo ambos recusado qualquer solução, alegando apenas o fim da garantia. Informo ainda que o caso já foi submetido ao Centro de Arbitragem de Conflitos de Consumo. Solicito apoio na resolução do conflito, nomeadamente através de reparação, substituição do equipamento ou compensação adequada ao prejuízo sofrido.
PCDIGA: Produto com defeito intermitente, perda de embalagem original e negação de garantia
Exmos. Senhores da DECO e Apoio ao Cliente da PCDIGA, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal contra a PCDIGA devido a um processo de garantia (RMA n.º 4100140841) inaceitável e negligente. Os factos são os seguintes: Defeito Confirmado: Adquiri uma placa gráfica RTX 4060 que apresenta falhas intermitentes graves. Apesar de ter enviado provas em vídeo irrefutáveis do mau funcionamento, a PCDIGA insiste em devolver o produto alegando que 'não detetou anomalia' em testes rápidos de bancada. Dano Patrimonial (Perda de Embalagem): No processo de assistência, a PCDIGA perdeu a minha embalagem original. Devolveram-me a placa numa caixa genérica de cartão, causando uma desvalorização direta do meu património. É inadmissível que uma loja de informática não zele pelos bens dos clientes sob a sua custódia. Má-fé no Pós-venda: A loja tenta eximir-se da responsabilidade legal, empurrando o problema para o fabricante, quando a Lei das Garantias é clara: a responsabilidade perante o consumidor é do vendedor. A minha exigência: Não aceito a abertura de novos processos de RMA repetitivos. Exijo a resolução do contrato com a emissão de uma Nota de Crédito no valor total de 319,90€, para que possa adquirir um modelo funcional na loja, pagando a diferença se necessário. O caso já foi reportado ao TRIAVE (Processo n.º 709/2026/RM/AS) e ao Livro de Reclamações Eletrónico. Não desistirei até que o meu direito como consumidor seja respeitado e o dano da perda da minha embalagem seja compensado
Política de trocas e devoluções em violação do DL 24/2014
Venho por este meio apresentar reclamação formal contra a política de trocas e devoluções publicamente disponível em pcdiga.com, por conter disposições que violam o Decreto-Lei n.º 24/2014, de 14 de fevereiro, que transpõe para o ordenamento jurídico português a Diretiva 2011/83/UE relativa aos direitos dos consumidores. Identifiquei as seguintes irregularidades concretas: 1. Reembolso em nota de crédito (Ponto 1.3 da política) A política prevê que, em caso de troca ou devolução, a PCDIGA emite uma nota de crédito com validade de um ano em substituição do reembolso. Esta prática viola o artigo 12.º do DL 24/2014, que obriga o comerciante a reembolsar o consumidor pelo mesmo meio de pagamento utilizado na compra, sem possibilidade de imposição unilateral de outro método. 2. Condições de aceitação da devolução ilegais (Ponto 3) A política exige que o produto esteja "intacto e sem marcas de uso", com embalagem "imaculada", e em condições de ser revendido como novo. O artigo 10.º do DL 24/2014 confere ao consumidor o direito de manusear o bem na medida necessária para avaliar a sua natureza, características e funcionamento, tal como seria possível numa loja física. A recusa de devolução com base nestes critérios é ilegal. 3. Lista de exclusões mais ampla do que a lei permite (Ponto 4) O artigo 17.º do DL 24/2014 estabelece taxativamente as categorias de bens excluídos do direito de arrependimento. A política da PCDIGA exclui categorias não previstas na lei, designadamente auriculares, auscultadores, headsets, baterias, pilhas, cartões de memória, discos externos, toalhas, e equipamentos como televisores, portáteis, telemóveis e tablets com embalagem aberta. A abertura da embalagem para avaliação do produto é um direito legalmente garantido e não pode constituir fundamento de exclusão. 4. Custos de devolução (Ponto 1.2) A política atribui ao consumidor os custos de envio da devolução sem que fique demonstrado que esta informação é prestada de forma clara e pré-contratual, conforme exigido pelo artigo 4.º do DL 24/2014. Na ausência dessa comunicação prévia, os custos recaem sobre o comerciante. Solicito que a PCDIGA proceda à revisão imediata da sua política de trocas e devoluções, adequando-a ao quadro legal em vigor, de forma a não induzir os consumidores em erro quanto aos seus direitos.
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