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Equipamento em mau funcionamento
Exmos, Venho apresentar a minha reclamação em relação ao seguro feito ao meu equipamento móvel na loja Worten, a quando da compra do mesmo em 2021. Em Janeiro deste ano, ativei pela 1ª vez o seguro do meu Iphone 12, uma vez que o auricular deixou de funcionar e tinha também capa traseira e ecrã partido, sendo que sempre me foi dito que estaria tudo incluído na apólice, foi me cobrada uma franquia de 99€. Quando me devolveram o equipamento, vinha com capa traseira branca quando o meu era preto, sem o meu consentimento, não conseguia fazer chamadas pois o auricular não funcionava, o ecrã estava com atrofios e foi enviado novamente, andamos nisto 4 vezes, pois o equipamento nunca vinha a funcionar. Esta última, o ecrã do nada deixou de funcionar o touch, foi novamente enviado para reparação, recebi-o no dia de ontem, e o ecrã está novamente a funcionar mal, começa a selecionar as coisasa sozinho e eu fico sem acesso ao equipamento, já apareceu várias vezes uma mensagem de erro no ecrã, que indica ecrã incompatível. É inadmissível aquilo que me estão a causar, uma vez que é também o meu instrumento de trabalho e fiz referência a isso. Continuam a retirar a mensalidade do seguro e alteraram completamente o meu equipamento. Exijo que me seja fornecido um novo equipamento, com as peças originais Apple como o meu sempre foi.
Cobrança indevida
Prezados senhores, Apesar dos inúmeros contatos telefônicos e por email expondo minha situação de adimplência e solicitações de encerramento do contrato junto ao cartão Universo, continuo recebendo incômodas cobranças com “ameaças” de exigência dos alegados valores em dívida, que aliás são acrescidos de juros, comissões e encargos abusivos. Solicito, através deste canal, uma vez que o diálogo com a Linha de Apoio não resultou, do encerramento do contrato com o referido cartão, do reconhecimento por parte da empresa Universo de que não há mais valores em dívida relacionados ao meu NIF, e da comunicação ao Banco de Portugal informando a minha situação de cumprimento.
Tratamento desigual e injustificado na campanha de domiciliação de ordenado do ActivoBank
Venho manifestar o meu total desagrado pelo tratamento que recebi por parte do ActivoBank na campanha de domiciliação de ordenado (jan-mar 2025). Adesão feita através da app, com cumprimento de todos os critérios definidos no regulamento: Três vencimentos mensais consecutivos domiciliados: 3 de março (referente a fevereiro) 1 de abril (referente a março) 30 de abril (referente a abril, antecipado pela entidade patronal por o dia 1 de maio ser feriado) Dois débitos diretos ativos (Vodafone e ginásio), tal como exigido. Fui surpreendida com a exclusão da campanha com a justificação de que "não existiu crédito de vencimento em maio". Esta justificação não faz sentido, uma vez que o vencimento de abril foi simplesmente antecipado — algo que não depende de mim e que não quebra a sequência de pagamentos mensais. O mais grave e revoltante: o meu namorado seguiu exatamente os mesmos passos, nas mesmas datas, com as mesmas condições, e acabou por receber o bónus após a reclamação. Ambos tínhamos a informação que não íamos receber devido ao ordenado de maio que entrou em Abril, trabalhamos os dois na mesma empresa, por isso a situação é mesmo idêntica. Apresentámos reclamações ao banco com os mesmos argumentos. Ele foi aceite. Eu fui recusada. Sem qualquer explicação adicional. Como é possível dois clientes, com situações idênticas, serem tratados de forma tão desigual? Este tipo de tratamento é inadmissível e demonstra uma total falta de coerência, transparência e respeito pelo cliente. O apoio ao cliente foi vago e pouco empático. Já apresentei 2 queixas no livro de reclamações digitais e a resposta é sempre a mesma. Estou extremamente incomodada com esta injustiça. Sinto-me discriminada, ignorada e desvalorizada enquanto cliente. É lamentável que um banco trate assim os seus utilizadores — sobretudo quando se limitam a cumprir exatamente o que foi pedido. Apresento esta queixa para tornar pública esta situação e alertar outros consumidores para o que pode acontecer mesmo quando se cumpre tudo o que é exigido.
Cancelamento do Cartão WiZink Travel com prazo e pontos injustamente limitados
Recebi, a 2 de junho de 2025, uma carta da WiZink datada de 20 de maio a informar da denúncia do contrato do cartão WiZink Travel e da extinção do programa de pontos associado. A carta indicava que os pontos acumulados só poderiam ser utilizados até 6 de junho, dando-me apenas 4 dias úteis para reagir. Além disso, o número de pontos indicado na carta (29.117) não corresponde ao que constava no extrato oficial de abril (34.969 pontos). Só após o fim do prazo fui informado que se tratava de um erro informático — o que considero grave, dado que os extratos mensais são a única fonte oficial de consulta. O contrato dos pontos exige aviso com 15 dias de antecedência, mas a carta não foi enviada por correio registado e chegou tardiamente. A WiZink não apresentou qualquer compensação, nem alternativa (como migração para outro cartão com programa de pontos), e as respostas foram sempre genéricas. Os pontos funcionam como um benefício equivalente a cashback, e a sua perda representa um prejuízo direto resultante de um processo mal gerido.
Sem acesso à aplicação
Boa tarde Desde o dia 3 de julho que não consigo aceder à minha aplicação. A aplicação teve de ser atualizada e desde aí que diz que a minha password está incorretamente. Tento recuperar a minha password e não recebo nenhum email. Já vos tentei ligar dezenas de vezes e não atendem. Já escrevi duas vezes no formulário a pedir ajuda e ninguém me deu resposta nem ligou. Aguardo resolução com urgência. Irei cancelar o cartão com vocês
Apoio a uma bomba de calor
Exmos. Senhores, venho por este meio solicitar a vossa ajuda, no âmbito da minha candidatura ao Fundo Ambiental, efectuada em 27/10/2023. Esta candidatura foi submetida através do portal PAE+S 2023, com o número 064575. Apesar dos meus contactos, não obtive qualquer resposta. Será que me podem ajudar? Agradeço a vossa melhor atenção Com os melhores cumprimentos Jorge Correia Telm 965252319 E-mail - brassadas@hotmail.com
Falta de resolução de problema
Exmos. Srs, No dia 30 de Maio tive um acidente, bateram no meu carro e partiram o espelho retrovisor. Na altura fiz declaração amigável a qual foi enviada para a seguradora. Disseram-me para escolher a oficina em que queria que o carro fosse arranjado e onde foi visto por um perito. Eu liguei várias vezes para a oficina para ver quando o carro estaria arranjado ao que o mecânico entretanto me disse que iria colocar peças usadas, facto que eu não iria ter conhecimento caso eu não ligasse. Liguei para a seguradora a dizer que não concordava com essa situação ao que me foi respondido que teria de aceitar porque é uma prática corrente e até está prevista na lei. Mas sendo eu o segurado e não tendo eu a culpa e ainda por cima havendo autorização da companhia do veículo culpado para arranjar, porque é que a minha companhia está a colocar entraves e a dizer que o carro tem de ser obrigatoriamente arranjado com peças usadas? Visto que o mecânico já não tem interesse em reparar o carro eu preciso que a seguradora me dê autorização para encontrar outra oficina para ser sujeito a nova peritagem para poder arranjar o carro.
Seguro Telemóvel
Em julho de 2023, adquiri um telemóvel iPhone 14 e na mesma altura contratei o seguro da empresa CHUBB com a apólice M1BPT0030116595, tendo feito o pagamento mensal de 14,99€. No dia 30 de abril de 2025, por volta das 19.20h/19.30h, encontrava-me dentro do Aeroporto de Lisboa, depois de passar a zona da segurança, junto aos ecrãs grandes com os horários dos voos, no centro do Aeroporto, perto da zona dos restaurantes. Na altura o telemóvel estava no bolso direito das minhas calças. Desloquei-me à Loja Parfois e de seguida fui para a porta de embarque 23, tendo parado num pequeno carro de vendas para comprar um sumo e uma sandes. Quando cheguei à porta de embarque dei por falta do telemóvel, revistei a mochila pequena que trazia comigo com o portátil e fiz o percurso inverso. Primeiro parei no local onde tinha comprado comida e a senhora fez-me o favor de ligar para o número, mas qual não é o meu espanto que já estava desligado. Fui à Parfois, também não estava e voltei junto dos ecrãs e nada de sinal do telemóvel. Lembrei-me de ir à zona da segurança para ver se estaria lá perdido, mas não estava em nenhuma das passadeiras. Nessa altura liguei o Mac, bloqueei o iPhone e acedi à localização do mesmo. O iPhone encontrava-se dentro do Aeroporto, mas devia estar noutro piso, ao qual não tinha acesso. Procurei os seguranças que não me podiam ajudar, procurei a Polícia para me ajudar, mas sem sucesso. Acabei por perder o voo para Ponta Delgada, sai do Aeroporto e desloquei-me para o Posto da Esquadra da PSP no Aeroporto para apresentar queixa sobre o roubo do telemóvel. Devido ao adiantado da hora o Sr. Agente pediu-me para ir lá no dia seguinte, pois poderia aparecer durante a noite. No dia seguinte de manhã regressei ao Posto da PSP e não tinha aparecido o telemóvel. Fiz a denúncia do roubo do telemóvel e nessa altura, à frente ao Sr. Agente da PSP, verificámos que a localização do telemóvel, no dia 1 de maio de 2025, pelas 4.02h, era no Aeroporto Internacional Amílcar Cabral, em Cabo Verde. Ou seja, o telemóvel foi furtado dentro do Aeroporto e levado para Cabo Verde. No dia 1 de maio de 2025, procedi ao envio da participação do sinistro para a empresa seguradora CHUBB que de imediato a aceitou, solicitando apenas o preenchimento de uns formulários. No dia 16 de maio de 2025 recebi um ofício da empresa CHUBB a informar que o sinistro participado não é suscetível de merecer enquadramento nas garantias concedidas pela apólice. (Exclusões – Artigo 5 Ficam expressamente excluídos nº17. O simples desaparecimento ou a impossibilidade de localização do mesmo quando não tenha sido usada força sobre as coisas nem violência ou ameaça de violência contra pessoas). Dado que o telemóvel foi roubado e localizado em Cabo Verde resolvi fazer reclamação à empresa. No dia 20 de maio de 2025 fiz a reclamação à empresa, que após análise da mesma, no dia 27 de maio, recebi resposta final que corroborou a decisão anterior. Perante esta situação e sentindo-me lesada, pois quando fiz o seguro era claro que incluía a situação de roubo, estou a apresentar a reclamação à empresa CHUBB por não me aceitarem o furto do telemóvel e me terem induzido em erro quando fiz o seguro. Agora o seguro vem dizer que teria de haver violência, o que não concordo, pois existem muitos furtos sem haver violência e eu consigo provar que o telemóvel foi roubado, pois passadas algumas horas (às 4.03h do dia 1 de maio) estava em Cabo Verde. E logo que dei por falta do mesmo e pedi para ligarem, o mesmo já se encontrava desligado. Junto envio vários anexos: - Cartão de Cidadão; - Declaração da Denúncia na Polícia; - Localização do iPhone 14, no dia 30 abril às 19.45h(print); - Localização do iPhone 14, no dia 1 maio, às 4.02h (print); - Fatura do iPhone; - Bloqueio do Cartão; - 2ª via do Cartão MEO; - Formulário de Apresentação de sinistro de roubo; - CHUBB - Resposta a participação de Sinistro; - Encerramento da reclamação.
Metade de indeminização recebida - Danos em viatura na via publica
Exmos. Senhores, Venho por este meio, deixar a minha reclamação relativa ao Processo nº: 25RC002166 / 002 Apólice nº: RC64494833 Data do Sinistro: 2025-01-19. Exposição: Vimos por este meio reclamar sobre o valor de indemnização de um sinistro que envolveu várias viaturas e um buraco na via pública , feito por uma empreitada que não acautelou a segurança rodoviária, O sinistro envolveu várias viaturas, e no meu caso tive dois pneus furados em eixos diferentes e como por lei tenho obrigatoriamente de trocar os quatro pneus pois eram de fabricantes diferentes nos eixos. O custo total da reparação foi de 369,91€ . Para além do incomodo causado, susto e tempo perdido , tive de pedir a cópia do auto policial no valor de 48€ e perder o meu tempo em deslocações e em emails para várias entidades da CM de Lisboa, até chegar à entidade pública responsável pela obra (SRU) que, por sua vez imputou e encaminhou o processo para o empreiteiro. Foram apresentadas as faturas, a peritagem foi feita quase 6 meses depois e apenas recebi uma carta da Fidelidade , com o nome errado ainda por cima. Liguei para a linha de apoio ao cliente e a situação foi corrigida e foi nos enviado um email com o recibo do valor a receber, mas qual é o nosso espanto quando apenas refere a indemnização de dois pneus. Valor de 197,95€ (metade do valor). Foi também perdido tempo em troca de emails com uma colaboradora vossa que insistia que a minha esposa não era a proprietária do carro , pois tinha ainda o nome de solteira no certificado de matricula. Tive de enviar novo documento e certidão de casamento. Venho por isso reclamar o restante valor da reparação mais o valor da cópia do auto da PSP no valor total de 245,95€, Aguardo resposta Cumprimentos. Pedro e Fátima
Millennium BCP - Bloqueio de todos os cartões e contas sem aviso ou explicação!
Na passada quinta-feira, 3 de julho, todos os meus cartões e contas Millenium foram subitamente bloqueados sem aviso prévio. Telefonei para a linha de apoio geral e não faziam ideia da razão ou do que fazer, o que é inaceitável. Não sabiam dizer se o bloqueio se devia a uma tentativa de fraude, à falta de dados pessoais ou a qualquer outro motivo, e disseram que o problema só podia ser resolvido numa agência. Já me desloquei duas vezes a uma sucursal e também não conseguem resolver o problema ou sequer dizer-me a causa. Há dias que não tenho acesso ao meu dinheiro e isso é simplesmente inaceitável e ilegal. Agora tenho empresas como a EDP e a MEO a ligarem-me devido a pagamentos em falta e não consigo fazer compras urgentes para a minha familia. Uma vergonha! Já vivi nos EUA, no Reino Unido e na Holanda e NUNCA tive um problema destes com um banco. Só quero que o Millenium restabeleça o acesso aos meus fundos imediatamente para que eu possa fechar a conta e mudar de banco.
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