Classificação
- Total de reclamações
- 265
- Número de reclamações*
- 72
- Reclamações resolvidas*
- 87%
- Média de dias para responder*
- 27 dias
Cálculo da pontuação da empresa
Esta pontuação reflete a capacidade da empresa resolver as reclamações dos consumidores.
O cálculo é feito com base em três indicadores:
A pontuação baseia-se nos últimos 12 meses.
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Qualidade do serviço de tratamento das reclamações
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Reclamações recentes
Não encerramento da conta
Exmos. Senhores, Sou titular da conta Nº 454 463 847 11 e, conforme já tive oportunidade de vos dar conhecimento e não obstante o meu pedido de encerramento da mesma em maio, a conta continua aberta. Já foi enviado carta. Já foi feito pedido presencial na agência de aveiro Já foi enviado várias e várias mensagens ao gestor de conta no WhatsApp. E ligações sem sucesso A conta vem estado negativa. Pois coloco dinheiro e não encerram e passado 1 mês cobram taxa novamente Assim, reitero o meu pedido para que encerrem a conta e procedam ao estorno de qualquer comissão indevidamente cobrada neste lapso de tempo. Aguardo a V/ rápida resposta. Cumprimentos.
Retenção abusiva de 7.494€ há 15 dias com risco de perda de habitação
Venho por este meio apresentar reclamação formal contra o Millennium BCP pela retenção injustificada e excessivamente demorada dos meus fundos. Descrição dos factos: No dia 3 de julho recebi na minha conta uma transferência de 7.494,00 EUR proveniente de reembolso automático da KuCoin (plataforma de criptomoedas). O banco bloqueou imediatamente o valor invocando procedimentos de compliance/AML e solicitou documentação adicional. Enviei toda a informação e comprovativos pedidos (extratos da KuCoin, comprovativo do reembolso, explicação detalhada da operação, etc.). Apesar disso, há quase 15 dias o banco limita-se a responder com mensagens genéricas do tipo “No âmbito da legislação e regulamentação em vigor… nada há que, de momento, possamos adiantar”, sem qualquer progresso concreto. Consequências graves: Esta retenção está a causar-me prejuízos diretos e graves: impossibilidade de cumprir o contrato de arrendamento que celebrei, colocando em risco a minha habitação e a da minha família. Encontro-me atualmente no estrangeiro e este montante é essencial para fazer face às minhas obrigações imediatas. Pedidos: Solicito a intervenção da DECO junto do Millennium BCP para: Exigir o desbloqueio urgente dos fundos; Apurar se a demora do banco é proporcional e justificada; Avaliar eventual prática abusiva ou falta de diligência por parte da instituição. Fico disponível para qualquer esclarecimento adicional.
Cancelamento do seguro não autorizado
No passado dia 3 de julho, desloquei-me ao banco/acedi aos serviços e foi-me ativado um seguro sem o meu total esclarecimento e consentimento informado. Tendo detetado a situação, contactei o Millennium BCP para cancelar o serviço. Encontro-me dentro do prazo legal de 14 dias para exercer o meu Direito de Livre Resolução. No entanto, o banco está a recusar ou a dificultar o cancelamento imediato da apólice. Exijo a anulação do seguro e a devolução total de qualquer valor debitado.
Desmarcação de escritura na véspera e falha no dever de informação
Venho denunciar publicamente a conduta negligente e a falta de transparência desta instituição bancária no âmbito do meu processo de crédito à habitação, que resultou em danos financeiros significativos para mim. Após a aprovação definitiva do financiamento e a emissão da respetiva Ficha de Informação Normalizada Europeia (FINE), a escritura pública de compra e venda foi formalmente agendada. Contudo, menos de 24 horas antes do ato, o banco informou-me que não iria emitir as minutas nem comparecer, desmarcando a escritura sem uma explicação satisfatória. A justificação dada apontou para um erro informático interno relacionado com a inclusão de uma fração autónoma de garagem na garantia hipotecária, mesmo quando a avaliação bancária e o cálculo de risco incidiram apenas sobre o apartamento. Considero absurdo que a operação tenha sido bloqueada por causa de uma fração não financiada, o que demonstra uma falha grave por parte do departamento de formalização. Garantiram-me a marcação de uma nova escritura para a semana seguinte, mas, desde então, todo o processo foi marcado por uma passividade que considero inaceitável. O banco limitou-se a pedir-me documentos que não eram necessários e nunca mostrou um real empenho em resolver os prejuízos logísticos e financeiros que esta desmarcação me causou. O exemplo mais flagrante de amadorismo aconteceu quando, após conseguir coordenar uma nova data entre todas as partes envolvidas, o banco não conseguiu garantir essa marcação junto do notário, deixando o processo novamente num impasse. É evidente que o banco não tem mecanismos de recurso eficazes para proteger o cliente em situações de quebra de confiança e de falhas nos seus deveres de diligência. A linha de apoio limita-se a adiar respostas e, apesar de múltiplos contactos, nunca me conseguiram encaminhar para uma estrutura com poder de decisão acima do balcão. Junte-se a isso o Provedor do Cliente, que não responde em tempo útil e é praticamente impossível de contactar pela linha de apoio. Considero inaceitável que um cliente com um processo aprovado seja deixado nesta situação, totalmente dependente da inércia de um balcão que não resolve e de uma estrutura central inacessível. Exijo uma resolução imediata e que sejam apuradas responsabilidades pela má gestão deste processo. Esta experiência deixa claro que existe uma cultura de desrespeito pelos clientes e de falta de mecanismos para acompanhar e resolver falhas graves por parte do banco
Burla- transação indevida
Venho solicitar o apoio da DECO relativamente a um caso de transações não autorizadas associadas ao meu cartão Millennium BCP, no qual o banco recusa o reembolso sem apresentar qualquer prova de autenticação forte, contrariando a PSD2 e o artigo 115.º do RJSPME. 1. O que aconteceu Dia 21/04, o meu cartão foi cancelado por tentativa de fraude, o banco lançou o alerta e eu confirmei o cancelamento. Verifiquei que estavam efetuadas compras, que eu não fiz, não autorizei e o dinheiro ainda não tinha saído da conta. No dia 21/04, fui a delegação bancária em Castro Verde e pedi para anularem as transações. Disseram que não o podiam fazer, mas como o cartão estava anulado o dinheiro não saia, e nada mais fizeram. Telefonei para apresentar reclamação e disse quais as transações que estavam retidas e que eu queria anular, No dia 22/04, o dinheiro saiu, já depois de eu ter dito que não pagassem, com o cartão anulado e disseram que nada poderiam ter efetuado. Desde essa altura fiz queixa no portal do BCP, Banco de Portugal e GNR, enviei registado com aviso de recepção. O Millenium bcp, não me enviou os comprovativos, só responde a email, onde envio copia das cartas que envio e sem responder ao que peço, não se responsabilizam e responsabilizam-me a mim. Foram realizadas transações através de Apple Pay que não autorizei, não validei e não reconheço. Os dados que coloquei foi ao ativar através da APP millenium a adesão da Apple Pay e não para as compras. 2. O que o banco respondeu O Millennium BCP enviou várias respostas negativas, afirmando que: “o código foi introduzido na App”, “as mensagens foram enviadas para o número registado”, “as operações são irrevogáveis”. Contudo, o banco não apresentou qualquer prova concreta, nomeadamente: registos de biometria (Face ID / Touch ID), códigos 3D Secure, logs de autorização, identificação do dispositivo, IP, hora da autenticação... As respostas são genéricas e repetitivas, querem-me fazer desistir... O banco não coopera, não assina AR e responde com textos automáticos. O que solicito à DECO, peço o vosso apoio para: exigir ao Millennium BCP a apresentação de prova concreta de autenticação forte, garantir o cumprimento do reembolso imediato previsto na lei, e assegurar que o banco reabra o processo como transação não autorizada. Anexo cópias das comunicações, respostas do banco e comprovativos de entrega.
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