Reclamações públicas
1. Envie a reclamação para a empresa
Siga o nosso passo a passo para fazer a sua queixa chegar à empresa.
2. Veja a resposta
Receberá uma notificação por e-mail quando a empresa responder à sua queixa. Para ler a resposta completa, basta ir à página "As Minhas Reclamações", disponível na sua área pessoal do site.
3. Não ficou satisfeito com a resposta? Ou a empresa não respondeu?
Entre em contacto connosco
Produto com defeito
Exmos. Senhores, Fiz a compra de um rímel da L'oreal, que apresentou defeito no momento do uso. Deixando todo o olho borrado em poucos minutos. Bom, me primeiro contato com a empresa foi em abril, ele pediram vídeo, dados. Enviei tudo. Agora eles alegam que o número de referência do rímel diverge do número da nota. Fiz a compra na Amazon, se houve algum engano não é minha responsabilidade. Acredito que a marca já deveria ter me reembolsado e solicitado o produto de volta, visto que é um defeito do produto. Eu sou consumidora da marca há mais de 15 anos e estou profundamente decepcionada com o procedimento num caso como esse. Cumprimentos. Mayara Maximo
Taxa abusivas de Portagens
Exmos. Senhores, Me chamo Gabriel Cruz dos Santos, sou português e resido no Brasil. Em julho de 2024 estava em viagem em Portugal onde aluguei um carro pala empresa SIXT que me deixou tranquilo que os valores referente as portagens nas estrada seriam debitados do meu cartão de crédito ao final na entrega do veículo a locadora. Me surpreendi agora com uma carata de cobrança da empresa Vialivre onde gastei de portagens USD 10,51 e estão me cobrando USD 184,00 de taxas administrativas. Valor extremamente abusivo. E pedem ainda que o pagamento seja feito via transferência bancária SWIFT, ao invés de cartão de crédito que me geraria mais taxas bancárias e dificuldade para realizar o pagamento. Isso me soa como uma estratégia de endividar o cidadão português. Não cobram na hora pelos USD 10,50 , deixam o tempo passar para cobrar mais caro. E enviam uma carta de cobrança com um valor absurdo ameaçando: "NÃO IGNORE ESSA CARTA, será transferido a um cobrador de dívidas. " Quero pagar pelas portagens de forma justa sem essa taxa de 17.530,1% sobre o valor devido. Cumprimentos.
Encomenda desaparecida (outra vez com a GLS)
Prezados(as) da equipa Sklumm, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativa à entrega de uma encomenda recente realizada convosco e efetuada através da transportadora GLS — com a qual, infelizmente, vocês continuam a trabalhar apesar de um serviço claramente negligente e inaceitável. Esta é já a segunda ocorrência grave com a GLS em apenas uma semana. Desta vez: A entrega foi anunciada apenas na manhã do mesmo dia, o que não me permitiu estar presente; Foi registada como “entregue com sucesso” às 13h28, Sem qualquer contacto telefónico, Sem qualquer informação sobre quem recebeu a encomenda, Sem fotografia nem qualquer prova de entrega. Trata-se de uma violação grave do dever de entrega segura e transparente, conforme previsto no: Código Civil Português, Lei de Defesa do Consumidor (Lei n.º 24/96, de 31 de julho), E na Diretiva Europeia 2011/83/UE, relativa aos direitos dos consumidores. Dado que a vossa empresa: Cobra 30€ por este tipo de entrega, E continua a trabalhar com um serviço logisticamente incompetente e abusivo, Considero inaceitável a vossa posição e, por isso, solicito o seguinte imediatamente : Reembolso integral da encomenda entregue de forma irregular, caso o produto não chegue às minhas mãos de forma comprovada; Cancelamento imediato da 2.ª encomenda (ainda não expedida), com reembolso total, dado que recuso receber qualquer produto entregue pela GLS, empresa cuja conduta pretendo denunciar formalmente à DECO e à ASAE; Caso não receba resposta rápida e satisfatória, avaliarei iniciar um processo formal por prática abusiva e prestação de serviço enganosa. Aguardo uma resposta urgente e uma resolução imediata.
Reclamação – Pedido de Resolução do Contrato e Reembolso Total (recusa após Livro de Reclamações)
Exmos. Senhores, No dia 11/12/2022, adquiri na loja Rádio Popular um aspirador robot Xiaomi Mi Vacuum Mop, tendo também contratado uma garantia extra para prolongar a proteção do equipamento. Desde a compra, o equipamento foi já sujeito a duas reparações, estando atualmente pela terceira vez devolvido como "reparado", mas continua a apresentar avarias recorrentes, revelando falta de conformidade. Dada a repetição dos defeitos, o incómodo causado, e a quebra de confiança na fiabilidade e durabilidade do produto, recusei nova reparação e solicitei a resolução do contrato, com reembolso total do valor pago, incluindo a garantia extra. Apresentei esse pedido no Livro de Reclamações. No entanto, o mesmo foi indeferido pela Rádio Popular, com recusa em proceder à devolução do valor, apesar do disposto no Decreto-Lei n.º 84/2021, que regula os direitos dos consumidores em caso de bens com defeito ou falta de conformidade. Reitero que: O produto já apresentou diversas avarias desde a aquisição; Foi repetidamente intervencionado tecnicamente; A falta de conformidade é evidente e persistente; O consumidor tem direito à resolução do contrato em caso de não conformidade repetida, nos termos da lei. Face à recusa da empresa em respeitar os meus direitos legais, venho por este meio apresentar reclamação formal junto deste Centro de Arbitragem. Aguardo resposta dentro de 5 dias.
Publicidade enganosa na campanha IVA Zero
Exmos. Senhores, No dia 2 de junho adquiri uma máquina de lavar loiça LG DF355FP na loja Worten das Amoreiras aproveitando a campanha promocional “IVA Zero”, que, segundo a comunicação da marca, consistia num desconto correspondente ao valor do IVA (23%). O preço da máquina durante a campanha era de 528,44€, sendo anunciado como resultado da aplicação do desconto à base de 649,99€. No entanto, verifiquei hoje, já após o término da campanha, que o preço da mesma máquina permanece em 528,44€, o que significa que o desconto aplicado não correspondeu a uma redução real baseada na dedução do IVA, mas sim a uma redução comum de preço, continuando agora disponível nas mesmas condições e sem qualquer menção à campanha. Sinto-me enganada a enquanto consumidora, pois a campanha “IVA Zero” induziu-me a crer que estaria a usufruir de uma oportunidade limitada, com um benefício exclusivo, o que claramente não corresponde à verdade. Solicito: 1. O reembolso da diferença entre o preço pago (528,44€) e o valor que seria efetivamente o resultado da aplicação do IVA zero sobre o preço atual (isto é, 528€ - 23% = 429€ aproximadamente); 2. Ou, em alternativa, uma justificação clara e fundamentada da manutenção do preço após a campanha; 3. A averiguação desta prática por parte das entidades competentes, uma vez que pode configurar publicidade enganosa, conforme o previsto no Decreto-Lei n.º 57/2008. Cumprimentos.
CPCV anulado sem explicação
Exmos. Senhores, No dia 18 de Abril iniciei comunicações com um dos vossos agentes imobiliários, neste caso da JLL para a eventual compra de um imóvel sito em Alcácer do Sal, num empreendimento designado OLIVE GREEN e que irá supostamente iniciar construção em Agosto do corrente ano. Entusiasmada, fui aconselhada pelo mesmo agente a ir visitar rapidamente o imóvel ou o mesmo seria vendido rapidamente, pois a concorrência iria ser muita. Assim o fiz e no Domingo seguinte, mais propriamente, Domingo de Páscoa, interrompi o convívio familiar para me deslocar da Ericeira a Lisboa e de lá prosseguir para Álcacer, tendo estado dentro dos terrenos com a planta e lá escolhi o andar que eu queria comprar, dentro das minhas disponibilidades financeiras. O processo continuou a decorrer, fui disponibilizando todos os elementos que me pediram por parte da JLL, recibos de vencimento, identificação pessoal, etc, até que dia 06 de Maio recebi finalmente o CPCV para analisar. Respondi passado alguns dias com duas questões pertinentes, às quais o vendedor respondeu que aguardava a resposta do promotor POTENTIAL SURPRISE . Á falta de resposta, certifiquei-me diversas vezes se estava tudo bem e a resposta era que estavam a aguardar, mas que estava tudo garantido. No dia 22 de Maio recebo uma comunicação agressiva do agente imobiliário dizendo que "o promotor não vai responder a mais questões, o promotor tem 10 clientes em espera para os apartamentos t0, eu sugeria agendar data de assinatura do CPCV com a possível brevidade". Embora sem qualquer resposta a nenhuma das minhas perguntas, continuei a confiar e decidiu-se que o CPCV iria ser assinado dia 03 de Junho pois eu ia estar uns dias fora e só nesse dia poderia tirar a manhã no trabalho. No dia 26 de Maio, o agente pede para eu lhe ligar urgentemente e refere que já não vou assinar CPCV nenhum pois o promotor desistiu de mim e ia vender a casa a terceiros em lista de espera. Fiquei revoltada, sinto-me enganada, sinto-me magoada com o que me fizeram e fica desde já público que esta situação não é de todo profissional da vossa parte, já para não dizer INUMANA. Será que se pode fazer o que os senhores fizeram? É legal andar a brincar com a vida das pessoas?? Após consulta do email da POTENTIAL SURPRISE na net, constatei que não existe qualquer email associado...pelo que recorri ao portal do empreendimento onde me aparece a vossa empresa METLIVING.... Que grande confusão que isto tudo foi. Até ver já contei 3 empresas aqui envolvidas e nenhuma se responsabilizou pelo que andam a fazer aos clientes. Atentamente, Cláudia Pires
CPCV anulado sem explicação
Exmos. Senhores, No dia 18 de Abril iniciei comunicações com um dos vossos agentes imobiliários para a eventual compra de um imóvel sito em Alcácer do Sal, num empreendimento designado OLIVE GREEN e que irá supostamente iniciar construção em Agosto do corrente ano. Entusiasmada, fui aconselhada pelo mesmo agente a ir visitar rapidamente o imóvel ou o mesmo seria vendido rapidamente, pois a concorrência iria ser muita. Assim o fiz e no Domingo seguinte, mais propriamente, Domingo de Páscoa, interrompi o convívio familiar para me deslocar da Ericeira a Lisboa e de lá prosseguir para Álcacer, tendo estado dentro dos terrenos com a planta e lá escolhi o andar que eu queria comprar, dentro das minhas disponibilidades financeiras. O processo continuou a decorrer, fui disponibilizando todos os elementos que me pediram, recibos de vencimento, identificação pessoal, etc, até que dia 06 de Maio recebi finalmente o CPCV para analisar. Respondi passado alguns dias com duas questões pertinentes, às quais o vendedor respondeu que aguardava a resposta do promotor POTENTIAL SURPRISE . Á falta de resposta, certifiquei-me diversas vezes se estava tudo bem e a resposta era que estavam a aguardar, mas que estava tudo garantido. No dia 22 de Maio recebo uma comunicação do agente imobiliário dizendo que "o promotor não vai responder a mais questões, o promotor tem 10 clientes em espera para os apartamentos t0, eu sugeria agendar data de assinatura do CPCV com a possível brevidade". Embora sem qualquer resposta a nenhuma das minhas perguntas, continuei a confiar e decidiu-se que o CPCV iria ser assinado dia 03 de Junho pois eu ia estar uns dias fora e só nesse dia poderia tirar a manhã no trabalho. No dia 26 de Maio, o agente pede para eu lhe ligar urgentemente e refere que já não vou assinar CPCV nenhum pois o promotor desistiu de mim e ia vender a casa a terceiros em lista de espera. Fiquei revoltada, sinto-me enganada, sinto-me magoada com o que me fizeram e fica desde já público que esta situação não é de todo profissional da vossa parte, já para não dizer INUMANA. Será que se pode fazer o que os senhores fizeram? É legal andar a brincar com a vida das pessoas?? Atentamente, Cláudia Pires
compra auto com defeito de fabrico
Exmos. Senhores, Em 10 Fev 2023 adquiri uma viatura PEUGEOT à empresa SANTOGAL modelo 308 SW matricula AB-97-NZ no valor de € 21.000,oo euros Desde aquela data que senti um barulho anormal interno proveniente do motor. Desloquei-me em diversas ocasiões à Santogal e fui informado que se trata de um defeito de fabrico. Tenho uma estimativa de reparação feita pela Santogal no valor de € 7.117,31 euros. que a empresa se recusa a assumir. Gostaria de saber se é possivel exigir da empresa a sua reparação ou em alternativa o recurso aos tribunais . Posso enviar todos os documentos que solicitarem. Cumprimentos.
Venda de Veículo Usado com Vícios Ocultos e Má-Fé Comercial
Venho por meio desta apresentar uma reclamação formal contra a empresa LUIS MANUEL RODRIGUES DE SOUSA & FILHOS, LDA, com NIF 511151306, representante oficial da marca Benelli na Região Autónoma da Madeira, devido a graves irregularidades na venda de um veículo usado que configuram violação dos direitos do consumidor e má-fé comercial. ,Adquiri junto ao referido estabelecimento um motociclo usado, modelo Benelli BN 302 S, matrícula AD 37 TO, conforme documentado na fatura simplificada FS.2023/1441. Desde o primeiro momento de utilização, o veículo apresentou graves defeitos mecânicos que impossibilitaram o seu uso normal e seguro. A motocicleta demonstrava falhas constantes no motor, paragens súbitas em via pública e dificuldade em manter rotação estável, mesmo em percursos curtos. É importante destacar que, apesar de ter comunicado imediatamente estes problemas ao vendedor, a única solução apresentada foi a possibilidade de troca por um veículo novo, condicionando-me assim a uma nova despesa. Esta postura é manifestamente abusiva e contrária aos direitos do consumidor, pois a solução adequada seria a resolução do contrato com reembolso total do valor pago, nos termos do Artigo 18.º do Decreto-Lei n.º 24/2014. A situação tornou-se ainda mais grave quando, após múltiplas tentativas de reparação que totalizaram mais de 10 meses de inatividade do veículo e um custo adicional de 300 euros por minha conta, os problemas persistiram. Chama-se a atenção para o facto de que a motocicleta nem sequer atingiu 1.000 quilómetros de utilização efetiva sob a minha posse, tendo permanecido a maior parte do tempo parada ou em oficina. Mais grave ainda foi a informação, obtida através de um mecânico da própria empresa, de que os problemas estavam associados a um uso anterior intensivo por parte de uma pizzaria, o que demonstra claramente que o stand tinha pleno conhecimento dos vícios do veículo e os omitiu dolosamente no ato da venda. Esta conduta configura violação de múltiplas disposições legais, nomeadamente o Artigo 913.º do Código Civil relativo a vícios ocultos, o Artigo 5.º do Decreto-Lei n.º 24/2014 sobre o dever de informação, e o Artigo 15.º do Decreto-Lei n.º 67/2003 relativo à garantia legal em bens usados. Além disso, representa uma clara violação dos princípios da boa-fé e lealdade comercial que devem reger as relações de consumo. Face ao exposto, exijo formalmente a resolução imediata do contrato de compra e venda com reembolso integral do valor de 1.950,00 euros e a indemnização das despesas no valor de 300 euros incorridas em reparações inúteis. Por práticas comerciais desleais divulgarei publicamente o caso através dos meios de comunicação social e redes sociais, como forma de alerta a outros potenciais consumidores. Junto anexos comprovativos, incluindo a fatura original, declaração emitida pelo stand e registos de todas as intervenções de reparação realizadas. Agradeço desde já a atenção dispensada a este grave assunto e coloco-me à disposição para fornecer quaisquer informações adicionais que se mostrem necessárias. Com os melhores cumprimentos, Filipe Dionísio
encomenda nao recebida e sem data de entrega
Prezados, Venho por meio deste expressar minha insatisfação revolta e desilusão com a experiência que tive com a minha compra realizada no dia 02 de junho de 2025 através do site da Worten. Realizei a compra de uma arca vertical, efetuando o pagamento total, encomenda nrº 64711655 ,com previsão de entrega para o dia seguinte, 03 de junho de 2025. Para garantir o recebimento, o meu marido solicitou um dia de férias na empresa. No entanto, por volta das 12h do referido dia, recebemos uma mensagem informando que a entrega não seria possível e que deveríamos aguardar um novo reagendamento. Aguardei até às 18h, sem receber qualquer contato ou solução por parte da Worten. Então, o meu marido entrou em contato com a linha 210155222, onde foi informado que deveria aguardar contato, pois nada mais podiam fazer naquele momento. No dia 04 de junho, fomos até uma loja da Worten no Norteshopping, onde gentilmente tentaram ajudar. Após contato com superiores, fomos informados de que a encomenda teria sido "picada" no entreposto, mas, por não caber na carrinha de transporte, ela teria sido deixada no mesmo local. No entanto, a transportadora indicava que a encomenda já tinha sido carregada, o que não condiz com a realidade, já que, na prática, ela continuava no entreposto. Ficamos aguardar novas orientações, sem qualquer contato efetivo da empresa. Hoje, por volta das 21h, contactamos novamente a Worten, e após cerca de 30 minutos de espera, fomos informados de que a entrega não poderia ser realizada com celeridade, que o processo iria demorar e que o valor já havia sido devolvido, cancelando a encomenda. Gostaria de expressar minha insatisfação, pois além de ter efetuado o pagamento à vista por um produto que nunca recebi, perdi um dia de férias á espera por uma entrega que nunca aconteceu. Além disso, investi tempo e dinheiro em ligações para tentar resolver a situação, sem sucesso. Diante do exposto, questiono como uma empresa que se apresenta como certificada e que faz publicidade enganosa, prometendo entregas em dois dias, pode continuar a enganar e lesar clientes dessa forma. Espero uma resposta rápida e uma solução definitiva para o meu caso. Segue em anexo comprovativo da encomenda bem como do dia da entrega.
Precisa de ajuda?
Pode falar com um jurista. Para obter ajuda personalizada, contacte o serviço de informação
