Reclamações públicas

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S. S.
01/02/2026

Worten | Incumprimento Contratual e Falha da Provedoria (Enc. 65766951)

Exmos. Senhores, Solicito a mediação da DECO para resolver um processo de compra e instalação que se arrasta há 108 dias. No dia 16 de outubro, adquiri um exaustor na Worten Online (Encomenda 65766951) por 588,00€, somando 89,99€ de instalação e 5,53€ de envio (Total: 683,52€). ​O Problema: O parceiro de instalação ("Pensar Casa") nunca realizou o serviço. Após meses de contactos infrutíferos, recorri à Provedoria do Cliente (Ref. 17345776) a 8 de janeiro. A 12 de janeiro, garantiram-me a resolução e o reembolso dos 89,99€. Hoje, 01 de fevereiro, nada foi cumprido: não há instalação, não há reembolso e a Provedoria ignora os prazos estabelecidos. Tenho um equipamento parado em casa há mais de 3 meses. ​Exigências para Resolução: ​Reembolso imediato dos 89,99€ (conforme prometido pela marca); ​Instalação urgente do exaustor ou, em alternativa, a resolução total do contrato com devolução dos 683,52€ e recolha do bem (Art. 808.º Código Civil); ​Extensão da garantia: Que o prazo legal de garantia só se inicie na data da instalação efetiva, dada a impossibilidade de usufruto do bem até hoje; ​Compensação por danos: Reservo-me o direito de exigir indemnização pelos transtornos causados na minha habitação durante este período. ​Agradeço a vossa intervenção junto da Worten para encerrar este processo. Cumprimentos.

Encerrada
J. G.
01/02/2026

Serviço pago não realizado – Skydive Maia

Venho por este meio apresentar reclamação contra a empresa Skydive Maia – Paraquedismo, por incumprimento do serviço contratado e ausência total de resposta ao consumidor. No dia 11 de março de 2025 adquiri um salto de paraquedas através da empresa Skydive Maia, tendo efetuado o pagamento no valor de 239,99 €. No próprio dia da compra procedi também à marcação do salto para o dia 25 de agosto de 2025, tendo recebido igualmente nesse mesmo dia a confirmação da marcação por parte da empresa. No dia 19 de agosto de 2025, poucos dias antes da data agendada, recebi um email da empresa a informar que, devido a restrições impostas pelo Aeroporto do Porto relacionadas com o aumento excecional do tráfego aéreo, a atividade de paraquedismo na Maia estaria suspensa previsivelmente até dia 7 de setembro. Nesse email foi indicado que toda a atividade no local seria temporariamente cancelada, que a agenda ficaria fechada para evitar novas marcações e que seriam divulgadas novidades a partir do dia 8 de setembro. Informaram também que o voucher seria automaticamente prolongado por mais um ano caso não fosse possível realizar o salto dentro da validade inicial. No dia 21 de setembro de 2025 enviei um email à empresa a questionar se já existiam novidades relativamente aos saltos. Obtive resposta da Skydive Maia, onde me foi informando que estavam a reorganizar a disponibilidade e que já existiriam datas viáveis a partir de outubro. Nesse mesmo email foi-me solicitado que indicasse a data que me seria mais conveniente a partir do dia 12, de forma a garantirem prioridade no reagendamento. Respondi a esse email indicando o dia pretendido, contudo, desde essa resposta nunca mais obtive qualquer contacto por parte da empresa. Posteriormente, no dia 15 de outubro de 2025, verifiquei que o site voltou a permitir marcações e efetuei nova marcação para o dia 20 de janeiro de 2026, tendo novamente recebido confirmação por email da respetiva marcação. No dia 19 de janeiro de 2026, véspera do salto agendado, enviei novo email à empresa a solicitar confirmação da realização do salto, uma vez que as previsões meteorológicas levantavam dúvidas. Nesse mesmo dia tentei também contactar a empresa por telefone e por WhatsApp, não tendo obtido qualquer resposta. Não recebi qualquer esclarecimento, confirmação ou cancelamento por parte da empresa. Pouco tempo depois, ao pesquisar pela empresa, verifiquei que o estabelecimento aparecia como “fechado permanentemente”, sem qualquer comunicação prévia, explicação aos clientes ou devolução do dinheiro pago. Até à presente data, o serviço nunca foi realizado, o valor de 239,99 € não foi devolvido e deixei de obter qualquer resposta por parte da empresa, apesar de todas as tentativas de contacto efetuadas. A empresa aparenta ter cessado atividade sem prestar o serviço contratado nem apresentar qualquer solução aos consumidores, causando prejuízo financeiro direto. Esta situação resulta no pagamento de um serviço que nunca chegou a ser realizado, sem qualquer devolução do valor pago ou apresentação de alternativa por parte da empresa.

Encerrada
M. L.
01/02/2026

FRAUDE

Fui ontem, 31de janeiro/2026 de vitima de fraude , pelo uso indevido do meu cartão de credito para o pagamento de 89,99 Euros de uma dita subscrição da Edreams Prime…. Nunca fiz tal adesão, isso são métodos burlescos de vossa parte, que vivem pra nos enganar, em todos os sentidos, ate nos preços que promovem pelos bilhetes , na hora da compra não É nada do que mostraram ... Enfim... Gravemente o dinheiro foi retirado da minha conta sem a minha autorização de uso de dados do meu cartão de credito, isso para alem de ser punível por lei por ser um crime, É um roubo Descarado. É vergonhoso para vocês , ver nos portais de queixa, todos se queixando e sendo vítimas deste vosso processo de retirar dinheiro de uma passível subscrição. Agradeço reembolso breve e urgente do meu dinheiro.

Encerrada
J. G.
01/02/2026

Reclamação formal – Falha no check-in, recusa de atendimento e constrangimentos no Aeroporto do Port

Assunto: Reclamação formal – Falha no check-in, recusa de atendimento e constrangimentos no Aeroporto do Porto (AZUL Air Lines / GoToGate / Portway) Exmos. Senhores, Venho, por este meio, apresentar reclamação formal relativa a um episódio ocorrido no Aeroporto do Porto, envolvendo a companhia aérea AZUL Air Lines, a agência intermediadora GoToGate e a empresa Portway (representante em terra da companhia aérea), no dia 01/02/2026, por ocasião do meu check-in para o voo de Porto, com destino a Brasília. Desde o dia 28 desse mês, venho tentando efetuar o check-in online. Na noite imediatamente anterior ao voo, permaneci durante horas a tentar concluir o procedimento. No entanto, apesar de o sistema permitir avançar até à fase final, o cartão de embarque não era gerado, impossibilitando a conclusão do check-in. Em nenhum momento recebi informação clara, prévia e inequívoca de que o check-in online estaria indisponível ou de que existiria uma obrigatoriedade específica de comparecer ao aeroporto com 4 horas (ou 5h30) de antecedência. Enquanto consumidor(a), não tenho a obrigação de deter conhecimento técnico integral sobre procedimentos internos das companhias aéreas ou plataformas intermediadoras, sendo certo que muitos passageiros são leigos, podem não ter acesso facilitado à internet ou não dominar plenamente estes sistemas. Assim, competia às empresas prestar informação clara, acessível e atempada. No balcão de atendimento, foi-me informado que eu deveria ter comparecido entre 5h30 e 8h30, sob pena de encerramento do check-in, informação que não constava de forma clara e destacada nas comunicações, no bilhete ou na plataforma de compra. Acresce que outras três pessoas chegaram por volta das 7h30/8h00 e também tiveram o check-in recusado, sob o argumento de que o prazo já se encontrava encerrado, o que demonstra a ausência de critérios transparentes e uniformes no atendimento. Adicionalmente, foi-me comunicado que, por não ter o check-in realizado, não seria possível despachar bagagem e que, caso viesse a embarcar, o faria sem a mala, o que considero manifestamente abusivo e contrário às legítimas expectativas do passageiro, uma vez que a prestação do serviço contratado inclui o transporte de bagagem conforme as condições do bilhete adquirido. Entrei em contacto telefónico com a AZUL Air Lines, que informou não haver qualquer objeção à realização do check-in no balcão naquele momento, uma vez que o check-in online já não se encontrava disponível, esclarecendo que o procedimento poderia e deveria ser realizado presencialmente pelo representante em terra (Portway). Ainda assim, os colaboradores no local recusaram-se a proceder ao check-in. Tentei, inclusive, colocar os funcionários do balcão em contacto direto com a AZUL Air Lines, mas estes recusaram-se a atender a chamada, afirmando que não iriam falar com a companhia aérea. Registámos reclamação no Livro de Reclamações no próprio aeroporto. Diante da recusa reiterada de atendimento e da ausência de soluções, manifestei a intenção de me resguardar quanto aos acontecimentos, tendo sido, por mera suposição de uma funcionária, alegado que eu estaria a filmar. Tal não ocorreu. Ainda assim, foi chamada a PSP. Colaborei integralmente com os agentes, entregando voluntariamente o meu telemóvel para verificação, tendo ficado demonstrado que não existiam gravações. Lamentavelmente, a atuação dos agentes da PSP foi desrespeitosa e desproporcional, com comentários inadequados, tratamento grosseiro e minimização da situação, tendo sido inclusive referido que “tudo para brasileiro é xenofobia ou preconceito”, o que considero ofensivo e desajustado. Os agentes solicitaram e retiveram temporariamente o meu passaporte e a minha autorização de residência, documentos que entreguei de boa-fé, por nada dever, o que me causou ainda maior constrangimento e insegurança num contexto já extremamente tenso. Posteriormente, fui informado(a) de que não existiria voo disponível para o dia seguinte. Encontra-se em meu poder o registo das conversas mantidas tanto com a AZUL Air Lines como com a GoToGate, nas quais ambas as entidades afirmam que não irão resolver a situação, não oferecem qualquer alternativa viável e recusam reembolso ou compensação, deixando-me completamente desamparado(a) enquanto consumidor(a), apesar de o serviço contratado não ter sido prestado por motivos alheios à minha vontade. O conjunto dos factos descritos configura, a meu ver, falha grave na prestação do serviço, violação do dever de informação clara e adequada ao consumidor, recusa injustificada de atendimento no balcão, ausência de assistência ao passageiro e tratamento desproporcional e constrangedor, com prejuízos materiais, emocionais e organizacionais relevantes. Deste modo, solicito a intervenção da DECO Proteste para: 1. Avaliar a legalidade e adequação da recusa de check-in nas circunstâncias descritas; 2. Apurar responsabilidades da AZUL Air Lines, da GoToGate e da Portway pela falha na prestação do serviço contratado; 3. Orientar quanto aos direitos do passageiro em matéria de reembolso, remarcação, assistência e eventual compensação por prejuízos sofridos; 4. Indicar os passos formais subsequentes para a defesa dos meus direitos enquanto consumidor(a). Coloco-me à disposição para enviar todos os comprovativos relevantes (bilhete, comprovantes de pagamento, registos de conversas com a AZUL e a GoToGate, despesas adicionais, bem como a cópia da reclamação no Livro de Reclamações). Com os melhores cumprimentos, ANA CAROLLINE F N BUARQUE DE G 312592... +3519126..... gusmaonogueirafotosefilmes@gmail.com

Encerrada
J. G.
01/02/2026

Falha no chek-in e recusa de atendimento e constrangimento no Aeroporto

Assunto: Reclamação formal – Falha no check-in, recusa de atendimento e constrangimentos no Aeroporto do Porto (AZUL Air Lines / GoToGate / Portway) Exmos. Senhores, Venho, por este meio, apresentar reclamação formal relativa a um episódio ocorrido no Aeroporto do Porto, envolvendo a companhia aérea AZUL Air Lines, a agência intermediadora GoToGate e a empresa Portway (representante em terra da companhia aérea), no dia 01/02/2026, por ocasião do meu check-in para o voo de Porto, com destino a Brasília. Desde o dia 28 desse mês, venho tentando efetuar o check-in online. Na noite imediatamente anterior ao voo, permaneci durante horas a tentar concluir o procedimento. No entanto, apesar de o sistema permitir avançar até à fase final, o cartão de embarque não era gerado, impossibilitando a conclusão do check-in. Em nenhum momento recebi informação clara, prévia e inequívoca de que o check-in online estaria indisponível ou de que existiria uma obrigatoriedade específica de comparecer ao aeroporto com 4 horas (ou 5h30) de antecedência. Enquanto consumidor(a), não tenho a obrigação de deter conhecimento técnico integral sobre procedimentos internos das companhias aéreas ou plataformas intermediadoras, sendo certo que muitos passageiros são leigos, podem não ter acesso facilitado à internet ou não dominar plenamente estes sistemas. Assim, competia às empresas prestar informação clara, acessível e atempada. No balcão de atendimento, foi-me informado que eu deveria ter comparecido entre 5h30 e 8h30, sob pena de encerramento do check-in, informação que não constava de forma clara e destacada nas comunicações, no bilhete ou na plataforma de compra. Acresce que outras três pessoas chegaram por volta das 7h30/8h00 e também tiveram o check-in recusado, sob o argumento de que o prazo já se encontrava encerrado, o que demonstra a ausência de critérios transparentes e uniformes no atendimento. Adicionalmente, foi-me comunicado que, por não ter o check-in realizado, não seria possível despachar bagagem e que, caso viesse a embarcar, o faria sem a mala, o que considero manifestamente abusivo e contrário às legítimas expectativas do passageiro, uma vez que a prestação do serviço contratado inclui o transporte de bagagem conforme as condições do bilhete adquirido. Entrei em contacto telefónico com a AZUL Air Lines, que informou não haver qualquer objeção à realização do check-in no balcão naquele momento, uma vez que o check-in online já não se encontrava disponível, esclarecendo que o procedimento poderia e deveria ser realizado presencialmente pelo representante em terra (Portway). Ainda assim, os colaboradores no local recusaram-se a proceder ao check-in. Tentei, inclusive, colocar os funcionários do balcão em contacto direto com a AZUL Air Lines, mas estes recusaram-se a atender a chamada, afirmando que não iriam falar com a companhia aérea. Registámos reclamação no Livro de Reclamações no próprio aeroporto. Diante da recusa reiterada de atendimento e da ausência de soluções, manifestei a intenção de me resguardar quanto aos acontecimentos, tendo sido, por mera suposição de uma funcionária, alegado que eu estaria a filmar. Tal não ocorreu. Ainda assim, foi chamada a PSP. Colaborei integralmente com os agentes, entregando voluntariamente o meu telemóvel para verificação, tendo ficado demonstrado que não existiam gravações. Lamentavelmente, a atuação dos agentes da PSP foi desrespeitosa e desproporcional, com comentários inadequados, tratamento grosseiro e minimização da situação, tendo sido inclusive referido que “tudo para brasileiro é xenofobia ou preconceito”, o que considero ofensivo e desajustado. Os agentes solicitaram e retiveram temporariamente o meu passaporte e a minha autorização de residência, documentos que entreguei de boa-fé, por nada dever, o que me causou ainda maior constrangimento e insegurança num contexto já extremamente tenso. Posteriormente, fui informado(a) de que não existiria voo disponível para o dia seguinte. Encontra-se em meu poder o registo das conversas mantidas tanto com a AZUL Air Lines como com a GoToGate, nas quais ambas as entidades afirmam que não irão resolver a situação, não oferecem qualquer alternativa viável e recusam reembolso ou compensação, deixando-me completamente desamparado(a) enquanto consumidor(a), apesar de o serviço contratado não ter sido prestado por motivos alheios à minha vontade. O conjunto dos factos descritos configura, a meu ver, falha grave na prestação do serviço, violação do dever de informação clara e adequada ao consumidor, recusa injustificada de atendimento no balcão, ausência de assistência ao passageiro e tratamento desproporcional e constrangedor, com prejuízos materiais, emocionais e organizacionais relevantes. Deste modo, solicito a intervenção da DECO Proteste para: 1. Avaliar a legalidade e adequação da recusa de check-in nas circunstâncias descritas; 2. Apurar responsabilidades da AZUL Air Lines, da GoToGate e da Portway pela falha na prestação do serviço contratado; 3. Orientar quanto aos direitos do passageiro em matéria de reembolso, remarcação, assistência e eventual compensação por prejuízos sofridos; 4. Indicar os passos formais subsequentes para a defesa dos meus direitos enquanto consumidor(a). Coloco-me à disposição para enviar todos os comprovativos relevantes (bilhete, comprovantes de pagamento, registos de conversas com a AZUL e a GoToGate, despesas adicionais, bem como a cópia da reclamação no Livro de Reclamações). Com os melhores cumprimentos, ANA CAROLLINE F N BUARQUE DE G 31259... +35191263... gusmaonogueirafotosefilmes@gmail.com

Encerrada
B. A.
01/02/2026

Encomenda Não Recebida/Reembolso

Empresa visada: GINOVA / Smooth Saturday LDA Encomenda nº: 144157 Data da compra: 24/10/2025 Valor pago: 84,73 € Efetuei a compra nº 144157 no site da GINOVA, em 24/10/2025, sem qualquer aviso claro de que a empresa funciona como marketplace. Só após o pagamento recebi um e-mail a informar que o vendedor seria a Smooth Saturday LDA. A entrega estava prevista, no máximo, para 24/11/2025, mas a encomenda nunca foi entregue. Questionei a Smooth Saturday e sobre os dados de rastreamento e sobre o estado da encomenda onde ao fim de vários emails a resposta foi que havia rotura de Stock. Desde do dia 12-12-2025 que foi pedido por email o IBAN para realização do reeembolso, e que até ao dia de hoje aguardo, com vários emails com promessas para realização do mesmo.

Encerrada
M. C.
01/02/2026

Reiteração de Reclamação e Rescisão por Incumprimento

Venho, por este meio, expor a minha total indignação com a postura da operadora NOWO / DIGI face aos gravíssimos problemas técnicos do meu serviço "Net250 + TV Nowo Família". Anteriormente, apresentei uma queixa através desta plataforma à qual a operadora respondeu de forma leviana e desrespeitosa, limitando-se a afirmar que o serviço "estava a funcionar naquele momento". Esta resposta ignora deliberadamente um historial de instabilidade crónica e falhas mensais que colocam em risco o meu sustento, uma vez que trabalho a partir de casa. A situação é insustentável por dois motivos principais: Ineficácia Técnica e Perda de Tempo: Fui submetida a dezenas de resets remotos que me obrigam a desligar aparelhos e reconfigurar passwords em todos os meus dispositivos, além de várias visitas técnicas infrutíferas. A operadora demonstrou incapacidade definitiva em fornecer o serviço contratado. Prejuízo Financeiro: Para evitar o meu despedimento devido às constantes quebras de ligação, vi-me obrigada a contratar um hotspot externo, pagando um valor adicional para ter a internet que a NOWO não me fornece. A minha posição é definitiva: Já enviei a comunicação de rescisão por justa causa (incumprimento culposo) e não aceito qualquer penalização por fidelização. Exijo a confirmação do cancelamento imediato e a recolha dos equipamentos no meu domicílio. Utilizo este canal para deixar registado que a NOWO está a agir com má-fé ao ignorar o problema estrutural da minha ligação, empurrando a resolução para respostas padrão que não condizem com a realidade do serviço prestado.

Resolvida
M. M.
01/02/2026

Encomenda não entregue

Exmos. Senhores, Em 9 de Janeiro adquiri uma máquina Multi-estação, da marca behumax, pelo valor de 285euros. O pagamento foi efetuado no momento. Conforme fatura-recibo, na altura foi acordado com o vendedor que a entrega seria efetuada até ao dia 16 de janeiro. Contudo, até à presente data, o mesmo ainda não foi entregue. Já efetuei vários contactos junto dos vossos serviços desde dia 16 de janeiro e obtive a resposta que o vendedor enviou e a transportadora não a tem por parte da decathlon dia 29 de janeiro mas ninguem me voltou a contactar para resolver a situação e já passou quase um mês da compra. Assim sendo, exijo, no prazo máximo de 8 dias, procedam à entrega do referido máquina, sob pena de resolução do contrato, e sem prejuízo do direito de indemnização por eventuais danos causados. Cumprimentos.

Resolvida

Envio de chapéu com a medida errada

Exmos. Senhores, Quero começar esta comunicação por deixar clara a minha insatisfação em relação ao vosso apoio ao cliente, em particular à falta de competência e profissionalismo da Sra. Cristina Figueiredo que tem ativamente ignorado e boicotado toda e qualquer tentativa de resolução do problema sem nunca ter feito sequer um pedido de desculpas pelo incoviniente que me está a causar a situação. Em 11/11/2025 adquiri 5 bonés (Flexfit - 5 painéis bordado frente por 16,50€ + iva. A referência da encomenda é 4267 de 11.11.2025. A 15/12/2025 recebi a vossa encomenda, mas um dos bonés foi entregue com a medida errada. Exijo que me entreguem o boné que vos encomendei, e que levantem o que me entregaram por engano. Se não puderem levantá-lo, indiquem-me como posso devolvê-lo, sendo que então terão que me compensar pelo incómodo e custos de devolução. Caso não me resolvam a situação e não me entreguem o que encomendei nos próximos 5 dias, considerarei o contrato como incumprido e terão que me devolver o valor que paguei. Exijo que me resolvam esta situação o mais rapidamente possível ou terei que tomar as medidas ao meu alcance para fazer valer os meus direitos. Cumprimentos

Resolvida

Importação Veículo Estrangeiro

Exmos. Senhores, No dia 15 de Novembro de 2025 adquiri um carro (Volkswagen scirocco) no stand Auto 100entrada em FAFE com NIPC: 507546733 O carro foi importado no dia 11-07-2025, no entanto so foi atribuída matricula portuguesa no dia 13-11-2025. Quando adquiri o veículo, foi me facultado um documento provisório com a validade de 60 dias para que o IMT inserisse os dados do veiculo no sistema. Até ao dia de hoje nada aconteceu, o documento está expirado, pelo que o veículo não pode circular, e para além disso terá de fazer a inspeção periódica até ao dia 19-02-2026, o que será impossível por não ter documentos válidos. Agradeço uma análise urgente ao caso para que possa voltar a circular com o meu veiculo de maneira LEGAL. Os dados e documentos do veículo encontram-se em anexo.

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