Reclamações públicas

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J. A.
10/11/2025

Devolução Não Aceite

Exmos. Senhores, No dia 30/10/2025 adquiri um iPhone 16 Pro Max na loja Worten de Matosinhos. No momento da compra, fui informado pelo funcionário de que, caso não ficasse satisfeito com o produto, teria até 14 dias para proceder à sua devolução. As palavras dele foram as seguintes: "Muito obrigado pela sua compra. Caso não esteja satisfeito com o seu produto, tem até 14 dias para efetuar a devolução do mesmo". Importa referir que, em nenhum momento, me foi comunicado que a abertura do selo da embalagem implicaria a perda desse direito. Após alguns dias de utilização, concluí que o equipamento não apresentava melhorias suficientemente significativas que justificassem a substituição do meu iPhone 13 Pro Max. Neste contexto, e de acordo com a informação que me foi prestada no ato da compra, dirigi-me à mesma loja no dia 06/11/2025 para efetuar a devolução. Contudo, esta foi recusada pelo simples facto de a caixa ter sido aberta. Expliquei que, para avaliar a satisfação com o produto, é necessariamente indispensável utilizá-lo, caso contrário não seria possível formar uma opinião fundamentada. Ainda assim, fui informado de que “nada poderia ser feito” e que esta política se aplicaria especificamente a produtos Apple. Posteriormente, apresentei reclamação no Livro de Reclamações e fui novamente contactado para me transmitir exatamente a mesma justificação, sem qualquer proposta de solução ou consideração pelo erro de informação prestado no ato de venda. Considero esta situação inaceitável, pois transmite ao consumidor que a palavra dos colaboradores da Worten não tem validade, colocando o cliente numa posição desfavorável e desprotegida. No momento da venda, foi-me dada uma garantia que, no momento da devolução, não foi cumprida, o que representa uma falha grave na relação de confiança que deve existir entre a empresa e o consumidor. Solicito, assim, a revisão desta situação e a reposição do meu direito de devolução, conforme inicialmente informado. Com os melhores cumprimentos, João Alves

Encerrada
S. G.
10/11/2025
Tec-Atlântica Mercedes Benz

Garantias

Adquiri o meu veículo em 25 de novembro de 2023, um veículo de serviço com 43mil quilómetros que se encontrava ao serviço de um vendedor. O veículo encontrava-se nas instalações da Mercedes nas das Caldas da Rainha. Foi feito o negócio e foi-me apresentado um contrato de garantia de 2 anos de motor e caixa feito pela empresa ( que agora sei ser ilegal ) visto que na lei a partir do dia 1 de janeiro de 2022 todas as garantias terem passado a ser de 3 anos e terem de cobrir qualquer defeito ou problemas da viatura exceto os desgastes normais pastilhas, óleos, pneus. O veículo foi sempre desde então assistido nas instalações da Tec-Atlântica em Torres Vedras. Todas as revisões e qualquer tipo de intervenção necessária foi feito nas instalações da Tec-Atlântica desde que adquiri o veículo. No passado dia 1/10/2025 foi feita a revisão anual em que foi trocado óleo de motor, filtros e óleo de caixa de velocidades. Durante a semana passada o veículo tem dado um aviso no painel em que diz “ as mudanças não funcionam por favor dirija-se a uma oficina “ já tinha uma marcação para retificação de outro problema no dia 10/11/2025 quando deixei o veículo no concessionário queixei-me deste aviso no painel, ao fim do dia o funcionário ligou-me a informar que o tal aviso se devia a bateria não ser de origem marca Mercedes qual não foi o meu espanto. Depois de o funcionário insistir que eles não se responsabilizavam e ter dito que fui eu a trocar a bateria fora das instalações da Mercedes ainda me foi exigido um valor monetário por terem feito o diagnóstico. A única coisa feita no veículo fora das instalações da Mercedes foi a troca de pneus da frente porque eu não gostei da marca que eles usam. Não admito que me chamem de mentirosa visto a insistência do funcionário em dizer que não usam materiais sem serem originais e para eu pensar bem se não tinha colocado a bateria numa outra oficina. Venho exigir que a Mercedes se responsabilize por esta situação, que se o problema é mesmo da bateria reponham uma nova bateria original.

Resolvida Pedido de intervenção à DECO PROteste
B. S.
10/11/2025
MEO

Processo kafikiano com a MEO

Eu, Bruno Santos, venho por este meio mostrar a minha indignação perante o comportamento abusivo da operadora MEO. Nota importante: No local onde habito não existe ou é muito precária a cobertura de rede móvel, pelo que qualquer serviço assente nesta tecnologia não irá funcionar. Este facto foi alertado por mim à MEO nestes últimos anos, nas dezenas de vezes que esta tentou que eu migrasse do serviço que tinha ADSL (linha telefone) para o 2,3,4G(rede móvel). Os factos ocorridos são os seguintes: Ponto 1- No passado dia 23 Outubro a MEO ligou a comunicar que estavam a fazer alterações nas linhas de telefone e que eu deveria atualizar os meus equipamentos, telefone fixo e router ADSL. Ponto 2- No dia 29 chegou por correio, com os equipamentos para atualização. No mesmo dia constatei que os equipamentos eram para ser conectados à rede móvel 4G. Ponto 3- No dia 30 liguei à MEO a reclamar, dizendo que eu não autorizei a mudança de ADSL para o 4G. A operadora lamentou o sucedido, desculpou-se e cancelou o serviço. Reportou a minha reclamação e disse que eu iria receber uma chamada brevemente. Nesta altura fiquei também a saber que a MEO me estava a cobrar um telefone móvel desde 2018 que nunca tive e usei. Isto facilmente se consegue provar basta ver quanto ele foi ativado ou o histórico das chamadas feitas ou recebidas. Na mesma altura recebo por correio uma 2 via do dito cartão de telemóvel com o custo de 10 euros. Ponto 4- No dia 30 sem aviso, não só cancelaram o 4G mas como também me cortarammo serviço de telefone fixo e internet do meu domicílio assente na ADSL, situação que se mantém até aos dias de hoje. Ponto 5- No dia 31 reclamei novamente e perguntei aos imbecis como é que eles iriam telefonar para minha casa 273 739 680, se me cortaram o telefone? Voltei a reclamar e a pedir para reporem o serviço ADSL que foi cortado de forma vil, recorrendo à mentira e à manipulação. Logo me foi transmitido que isso já não era possível e que o melhor que podiam fazer era o deslocar uma equipa técnica à minha residência que ficou agendado para o dia 4 da Novembro. Ponto 6- Além das horas perdidas ao telefone, a falar com inúmeros colaboradores, a ter de repetir-me constantemente, a passar sempre pelos mesmos procedimentos infernais cíclicos para não obter qualquer tipo de resolução do problema, no dia 4 perdi um dia de trabalho e fiquei todo o dia à espera dos técnicos que nunca apareceram nem se dignaram avisar que não viriam. Voltei a reclamar mas de nada serviu porque esta situação mantem-se até ao dia de hoje. Ponto 7- No dia 7 Novembro perdi mais um dia de trabalho, percorri 320km na deslocação a uma loja física MEO no shopping de Vila Real para tentar resolver a situação. Na loja os colaboradores fizeram exatamente como os operadores da Call-center fazem, seguem os procedimentos, fazem a reclamações e agendam um telefonema. Expliquei toda a situação, do corte da ADSL, da cobrança indevida de um n.º telemóvel e da 2 via. Pedi como já fiz inúmeras vezes para falar com a chefia e mais uma vez esta não estava disponível. Tentei em vão devolver os equipamentos que recebi em casa e para me cessarem qualquer serviço com aquela operadora, pedido esse que foi recusado. Nada foi feito a não ser agendarem uma chamada que fiquei a aguardar por mais de uma hora na loja. Finalmente recebi a chamada e depois de quase uma hora ao telefone sem nenhuma perspetiva na resolução dos problemas, pedi novamente para me cortarem todos os serviços ativos e mais uma vez foi-me negado o pedido. E ainda por cima para cúmulo da genialidade tentaram vender-me outro produto assente em satélite. Deixei uma reclamação escrita no livro de reclamações e voltei para casa exactamente na mesma apenas com uma diferença, perdi tempo e dinheiro. Encontro -me portanto num processo kafkiano sem fim à vista, tenho uma fatura para pagar mas como tenho esta situação do n.º telemóvel mais a 2 via que ainda não foi resolvida (estou à espera de uma chamada para esclarecimentos), e brevemente será lançada outra com um serviço 4G que nunca usei, não consigo desvincular-me desta operadora nem procurar outras soluções porque a MEO segundo dizem não desativa o serviço enquanto não tiver uma vistoria em casa de técnicos. Só que os técnicos nunca aparecem. Se me permitem o desabafo, a MEO é uma operadora que recorre à mentira e ao engano, vocacionada apenas para as vendas, que recorre à publicidade enganosa, que tem procedimentos na resolução de problemas redundantes e viciosos, que recorre a essa blindagem para impossibilitar que os clientes falem diretamente com algum tipo de chefia, alguém que está mandatado para decidir e não somente com colaboradores que o máximo que fazem é reportar e agendar uma chamada. Ficaria muito agradecido aos senhores se me pudessem orientar na forma como poderei terminar a minha relação com esta operadora e de ser ressarcido nos valores cobrados por um n.º de telemóvel que nunca pedi e usei. Esgotei todas as vias que esta operadora oferece ao cidadão para resolução de problemas sem alcançar sequer uma pequena satisfação. Isto não é normal, algo está deveras podre nesta República, agora vou ser obrigado a pagar serviços que não usufruo? Não sei como num estado democrático e neste século é possível deixarem laborar uma empresa que trata desta forma os seus clientes e em especial os mais antigos, como é o meu caso. E isto dizem eles serem humanos e que ter net em qualquer lugar. Atenciosamente Bruno Santos

Resolvida
A. G.
10/11/2025

Devolução não recebida, falta de transparência

No dia 10 de setembro 2025 realizei uma compra no site da GINOVA no valor de 161€ Recebi no email a confirmação do pagamento agradecendo a compra na GINOVA SAPATARIAS Logo de seguida recebi outro email com o número da encomenda onde referia que a compra tinha sido realizada através de um parceiro do marketplace da GINOVA Smooth Saturday e que afinal o prazo de entrega em vez de 24h como indicava no site eram 30 dias! Data prevista de entrega 09/10/2025, continha também os dados da empresa responsável pela suposta venda bem como a indicação que todos os contactos seriam diretamente com o parceiro! Passado o tempo estipulado de entrega, entrei em contacto com a suposta empresa Smooth Saturday a pedir esclarecimento sobre o estado da encomenda, e que referiram que estavam ainda a tratar as encomendas do fim de agosto! Prontificaram se a enviar modelos disponíveis no número comprado ao qual recusei! Depois de esperar tanto tempo exijo a devolução do dinheiro + juros de mora + custos do processo judicial que dará início amanhã dia 20/10 se até à hora de almoço o dinheiro não tiver sido devolvido na íntegra pela mesma forma de pagamento! A encomenda foi cancelada a 21/10 ( EMAIL RECEBIDO), E QUE O REEMBOLSO ESTAVA EM PROCESSAMENTO até ao dia de hoje (10/11/2025) não recebi a devolução do valor. Falta de transparência, tenho prints do ato da encomenda e não referia ser um parceiro, aliás só agora é que colocaram essa informação visivel. Os dados para pagamento estão em nome das GINOVA. Centenas de queixas diárias de várias pessoas.

Encerrada
V. M.
10/11/2025

Reclamação e pedido de anulação do negócio – Processos n.º 13016557, 12672504 e 13405784

Assunto: Reclamação e pedido de anulação do negócio – Processos n.º 13016557, 12672504 e 13405784 Exma. Srs. Em seguimento dos processos acima referidos, venho por este meio apresentar reclamação formal relativa à compra da viatura adquirida na Santogal, solicitando a anulação do negócio e a devolução integral do valor pago, antes de avançar para os meios legais competentes. A viatura foi-me entregue com a bateria completamente partida (suporte danificado), apesar da garantia do Sr. Ricardo Norinho de que tinha sido “totalmente revisionada” — facto que se revelou manifestamente falso. Desde o primeiro dia, a viatura apresentou problemas de utilização, tornando-a imprópria para o uso e demonstrando que foi vendida deficiente e em condições inaceitáveis. A viatura foi então enviada para a JOP para reparação, sem que tivesse recebido qualquer pedido de desculpas ou compensação, ficando privado do uso da mota logo após a compra. Posteriormente, constatei que o problema não tinha sido devidamente resolvido: a aplicação deixou de funcionar e a bateria ficou encravada, impedindo a sua extração. A pedido da Santogal, a mota foi novamente enviada para a JOP, tendo sido comunicada a conclusão da reparação. No entanto, após alguns minutos de utilização, a bateria voltou a ficar presa, impossibilitando o carregamento em casa, e a aplicação continuou sem funcionar — aplicação essa vital para a monitorização e segurança da viatura, cuja ausência compromete o normal funcionamento e utilização da mesma. Contactei de imediato a Santogal, informando que o problema persistia. Para minha surpresa, recebi um e-mail do Sr. Ricardo Norinho (do qual possuo prova), afirmando: “Já ajudamos no que podíamos, escusa de trazer a mota para cá que tenho ordens superiores para não a receber.” Fiquei estupefato com a postura da Santogal, pois apesar da situação não se ter alterado e do reparo não ter surtido efeito, a assistência e o tratamento prestado foram insuficientes e desrespeitosos. A mota, devido à impossibilidade de circular, foi enviada por reboque às instalações da Santogal no Porto. Pouco depois, fui contactado pelo seguro, que me informou — também com prova escrita — que a Santogal tinha dado ordens expressas ao reboque para retirar a mota das instalações, alegando que “não queriam saber mais do assunto” e que “já tinham ajudado muito”. Perante esta recusa categórica da Santogal em receber a viatura, instruí o reboque para a deixar na SEAT JOP do Porto, onde a mota permanece desde maio de 2025, situação esta resultante única e exclusivamente da recusa e inércia da Santogal. Cumpre sublinhar que a viatura, à data, estava coberta pela garantia da marca e também pela garantia Santogal, a qual foi simplesmente ignorada, apesar de a viatura se encontrar ainda dentro do período de garantia da Santogal. Existem provas claras de que a viatura foi vendida com defeito, com problemas de utilização desde o primeiro dia, pelo que a Santogal tem responsabilidade direta e incontroversa neste processo. Apresentei queixa por escrito nas instalações, sendo ainda tratado de forma desrespeitosa por elementos da equipa comercial. Chegaram a referir que “até ajudaram quando o suporte estava partido aquando da venda”, ao que respondi: “Então a mota foi revista de alto a baixo e não viram que o suporte estava partido ao meio?” Ao que o Sr. Ricardo respondeu que isso só aconteceu porque eu “pedi muito”. Retorqui: “Então vendem uma mota com a bateria toda partida e não haviam de reparar? Ainda por cima afirmaram que a viatura tinha sido revista.” A resposta seguinte foi absolutamente inacreditável: “Olhe que ninguém queria reparar isso... fui eu que o ajudei.” Fiquei completamente incrédulo ao ouvir esta resposta, reveladora de uma total falta de profissionalismo e de respeito pelo cliente. Para ativar a garantia de fábrica, tal como sugerido pela Sra. Carmo Gama, em resposta a uma das queixas/processos supra referidos, a SEAT JOP solicitou as faturas das revisões anteriores e posteriores à venda. Entreguei prontamente as faturas que possuía, mas as restantes nunca foram enviadas pela Santogal, apesar das sucessivas promessas, impedindo assim a utilização da garantia de fábrica da viatura. Na última queixa online apresentada, a Sra. Carmo Gama informou-me que iria entrar em contacto comigo para proceder à entrega das faturas e provas de revisão, o que nunca aconteceu — configurando mais uma falha por parte da Santogal. A JOP manifestou mesmo suspeitas quanto à veracidade das revisões alegadamente realizadas, uma vez que, tratando-se de um veículo elétrico, essas revisões deveriam constar no sistema interno da viatura, o que não se verifica. As únicas revisões registadas são as que eu próprio realizei. Por esse motivo, e devido à inércia — propositada ou não — da Santogal, perdi o prazo para ativação da garantia de fábrica, ficando a viatura sem cobertura e sem reparação desde maio. Mais recentemente, a JOP informou-me de que irá começar a cobrar estadia pela viatura, consequência direta da falta de envio das faturas por parte da Santogal. Além disso, fui informado de que a garantia de fábrica não poderá ser ativada devido ao decurso do prazo, ultrapassado precisamente por causa desse atraso. Em suma, perdi a garantia de fábrica devido à inércia da Santogal, o que considero uma grave violação dos meus direitos enquanto consumidor. Recordo que adquiri esta mota com grande esforço pessoal e tenho vindo a pagar 100 € mensais desde a compra, sem praticamente usufruir da viatura. Deste modo, a anulação do contrato e a devolução do valor pago são a única solução possível, uma vez que a viatura se encontra sem garantia de fábrica e sem condições de utilização desde a sua compra. Relembro que a viatura foi adquirida no dia 05/04/2024 e, portanto, ainda se encontra dentro do período de garantia da Santogal, pelo que a responsabilidade sobre a situação é integralmente da Santogal. Solicito, por isso, uma resolução célere deste processo, antes de proceder à divulgação pública da situação (revistas da especialidade, plataformas da DECO e restantes meios legais), bem como à ação judicial necessária à defesa dos meus direitos. Sem outro assunto de momento, Com os melhores cumprimentos, Vasco Machado

Encerrada
A. M.
10/11/2025

Produto com defeito e má assistência pós venda

Boa tarde, Adquiri um sistema de chuveiro da Bruma na Anlorbel que foi montado há cerca de 2 semanas. Infelizmente a torneira parece ter defeito e a válvula que regula a saída de água do chuveiro não faz a alternância correta. Portanto, num dos modos sai água em cima e em baixo ao mesmo tempo. Enviamos vídeo demonstrativo em anexo à reclamação feita. Fomos contactados pelo serviço pós venda, a Sra Elisabete Oliveira, que me informa que demoraria pelo menos 15 dias até poderem ir reparar o problema. Reclamei com a senhora que não poderia ficar mais pelo menos 2 semanas sem conseguir utilizar o chuveiro e a D. Elisabete diz me que não consegue fazer nada. Posto isto, venho reclamar que este serviço que se quer colocar no mercado como sendo um serviço de qualidade e com produtos diferenciados só nos vem demonstrar que seria provavelmente melhor optar pelas soluções low cost tipo ikea ou leroy merlin. Muito desapontado com a qualidade e serviço pós venda da Bruma pelo que solicito que resolvam o problema com a máxima celeridade.

Resolvida
A. B.
10/11/2025

Encomenda não recebida

Exmos. Senhores, Em 1 de outubro de 2025 adquiri umas sapatilhas da marca New Balance NB9060 , pelo valor de 89,99€. O pagamento foi efetuado no momento, por mbway. Conforme fatura-recibo, na altura foi acordado com o vendedor que a entrega seria efetuada até ao dia 1 de novembro 2025. Contudo, até à presente data, o mesmo ainda não foi entregue. Já efetuei vários contactos junto dos vossos serviços e nunca obtive resposta. Assim sendo, dado que o prazo de entrega já foi ultrapassado há bastante tempo, solicito a resposta ou há devolução do dinheiro. Cumprimentos.

Resolvida
J. S.
10/11/2025

Cobrança indevida

Na data 26/10/25 fiz o pedido de cessação do contrato de internet/televisão e telefone que tinha com a NOS, no dia 10/11/25 me enviaram mensagem que será desligado somente no dia 08/12/25 me cobrando mais de 30 sem usar por que já estou com outra operadora e ainda estão cobrando uma multa de fidelização no valor de 153,33€ sendo que a fidelização que tinha com eles era de 2 anos que já se encerrou devido já estar com a NOS 3 anos, reclamei com o atendente e ele me disse que em março deste ano eu renovei a fidelização sendo não fiz nenhuma renovação, é uma falta de seriedade da empresa e é uma cobrança indevida.

Resolvida
I. S.
10/11/2025

Péssimo atendimento

Exmos. Srs. Apresento a minha reclamação e indignação ao facto de os vossos funcionários, os que nos ligam a apresentar o serviço, serem extremamente mal educados. Já é a segunda vez, que após eu dizer que não estou interessada no serviço, me desligam o telefone na cara, sem haver um simples "obrigado" ou "tenha uma boa tarde", ou boa noite que foi o caso de hoje. Ligam às 19:22, que já não são horas para incomodar, e são mal educados, desligando o telefone na cara de quem incomodaram. É inaceitável, e começa a parecer um padrão dos funcionários que têm, e repito, já é a segunda vez que fazem isto. E podem ouvir a gravação, porque, não falto ao respeito e sou educada a dizer que não estou interessada, pois é o meu esposo que trata desses assuntos. É mesmo inaceitável e inadmissível. Tentem escolher melhor os vossos colaboradores, só cria má imagem à vossa empresa. Votos de boa noite.

Encerrada
M. C.
10/11/2025

Falta de Serviço e Desrespeito pelo Prazo de Atendimento

Exmos. Senhores, Venho por este meio expressar o meu profundo descontentamento relativamente à situação que tenho enfrentado com o serviço de telecomunicações da Nowo. Na semana passada (quinta-feira dia 6 de Novembro) , fiquei sem serviço e, após o contacto telefónico com o atendimento, fui informado de que um técnico só estaria disponível para atendimento na próxima terça-feira. É inadmissível que um cliente fique sem serviço durante tantos dias, sem qualquer solução imediata. No sábado foi enviado um técnico que reportou ser uma avaria do exterior, não sendo possível solucionar o problema. Até agora não temos qualquer outra resposta ou previsão de quando o problema estará solucionado, e já foi inclusive dito por outros técnicos em outras ocasiões reportadas que o problema está no exterior. Isto nada mais é que uma empresa ignorar deliberadamente um problema que enfrentamos há meses! Esta é já a segunda reclamação que faço, o problema continua sem resolução mas a fatura aparece sempre para pagar. Se, numa terceira ocorrência, e se a situação não for devidamente resolvida e o mais rapidamente possível, reservo-me o direito de rescindir o contrato por justa causa. Aguardo uma resposta urgente e uma solução imediata para esta situação.

Resolvida

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