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Reclamações recentes

J. L.
19/06/2026

Atribuição de lugar indevido

Adquiri um bilhete para o voo TP281 de Lisboa para Maputo, para o dia 19/06/2026, e paguei 80€ extra para ter um lugar em frente à divisória da classe Business, como indicado no site da companhia aérea. No entanto, quando embarquei, atribuíram-me um lugar com bancos à frente, o que não correspondia ao layout apresentado no site. Ou seja, paguei para ter espaço e esticar as pernas sem bancos à frente, tal como anunciado, mas acabei por ficar num lugar normal, com bancos à frente, o que considero injusto. Se era para ficar assim, teria ficado no lugar original, sem pagar mais por isso.

Em curso
L. B.
18/06/2026

Não recebi fatura com NIF

Já pedi online, no site da TAP, imensas vezes pela fatura online com NIF, pois preciso de a colocar no subsídio de mobilidade. Já se passaram 3 semanas e não recebo nenhum e-mail.

Em curso
A. R.
18/06/2026

TAP cancelou voo TP753, reencaminhou passageiros 48h depois e dificultou pedido de compensação

A TAP Air Portugal cancelou/reagendou o voo TP753 Copenhaga (CPH) - Lisboa (LIS), previsto para 03/06/2026, colocando dois passageiros familiares apenas no voo TP753 de 05/06/2026. O resultado foi uma chegada a Lisboa cerca de 48 horas depois da hora inicialmente prevista. A TAP comunicou a alteração/cancelamento pela primeira vez por email em 29/05/2026 às 20:40, para um voo previsto para 03/06/2026 às 12:45. Ou seja, o aviso foi dado menos de 7 dias antes da partida. Mesmo admitindo a existência de uma greve geral em Portugal nesse dia, essa greve era conhecida antes da data do voo. A TAP tinha obrigação de planear, informar os passageiros atempadamente e procurar alternativas razoáveis. O que está em causa não é apenas a greve: é a falta de aviso útil, a ausência de uma alternativa de regresso antes de 05/06/2026 e o facto de os passageiros terem ficado retidos em Copenhaga cerca de 48 horas. No momento do cancelamento, a TAP disponibilizou na app a opção de pedir reembolso ou aceitar/reagendar o voo. Porém, para passageiros que precisavam de regressar a Portugal, o reembolso não era uma solução prática. A única alternativa de viagem efetivamente apresentada pela TAP foi um voo cerca de 48 horas depois. Assim, o facto de a TAP ter disponibilizado uma opção de reembolso não resolve o problema. A questão central é que a TAP não apresentou uma alternativa razoável de regresso antes de 05/06/2026, nem demonstrou ter procurado soluções como voo no próprio dia, voo no dia seguinte, ligação alternativa, outro aeroporto razoável, outra companhia aérea ou outro meio de transporte disponível. Os passageiros aceitaram o reagendamento porque precisavam de regressar a Portugal. Essa aceitação não elimina o prejuízo causado por ficarem retidos em Copenhaga durante mais dois dias, nem as despesas adicionais causadas pela situação. Um dos passageiros tem mobilidade limitada, o que tornou a situação ainda mais difícil. Durante a estadia adicional forçada, foram suportadas despesas de alojamento no valor de 378 EUR e despesas de transporte Uber/Bolt, devidamente documentadas. Submeti reclamação formal no site da TAP ao abrigo do Regulamento (CE) n.º 261/2004, solicitando: * compensação fixa de 400 EUR por passageiro, total de 800 EUR; * reembolso das despesas necessárias de alojamento e transporte; * explicação escrita da causa concreta do cancelamento/reagendamento; * prova específica caso a TAP pretenda invocar circunstâncias extraordinárias. A reclamação direta à TAP tem a referência 2026-0000988833. Também submeti reclamação no Livro de Reclamações com a referência ROR00000000045629326. O formulário de reclamação da TAP foi também problemático. Indicava limites de anexos pouco claros, impôs limite total de tamanho e número máximo de ficheiros, e a primeira tentativa falhou com uma mensagem genérica “Description”, sem explicar o erro nem indicar que campo ou documento estava a causar o problema. Só depois de reduzir texto, comprimir documentos e reorganizar anexos foi possível submeter a reclamação. Considero que este processo cria obstáculos injustificados ao exercício dos direitos dos passageiros previstos no Regulamento (CE) n.º 261/2004. Solicito que a TAP: 1. responda formalmente à reclamação; 2. pague a compensação devida de 800 EUR; 3. reembolse as despesas necessárias causadas pelo reagendamento, incluindo alojamento e transporte; 4. explique de forma concreta a causa do cancelamento do voo TP753 de 03/06/2026; 5. apresente prova específica caso pretenda invocar circunstâncias extraordinárias; 6. demonstre que alternativas de reencaminhamento foram analisadas e por que razão nenhuma foi disponibilizada antes de 05/06/2026.

Em curso
T. F.
16/06/2026

pagamento indevido

No dia 16 de maio comprei três bilhetes de ida e volta Lisboa/Veneza para dois adultos e uma criança. No momento do check-in, a TAP apresentou a marcação de lugares para dois bilhetes em assentos contíguos, indicando que o lugar ao lado já estava ocupado. O terceiro bilhete foi colocado numa fila de trás, que tinha dois lugares livres ao lado. Para conseguirmos viajar todos juntos, tive de pagar pela alteração de dois lugares num total de 56€. Porém, ao entrar no avião, percebi que afinal só existiam dois lugares de cada lado do corredor, já que o avião era um Embraer E190/E195. Senti-me completamente enganada, pois no check-in apareceu um modelo de avião que não correspondia à realidade, levando-me a pagar por extras que, afinal, não existiam. Peço o reembolso do valor pago pela remarcação dos dois lugares, 56€. Esta situação já foi também apresentada noutros canais da TAP. (RESERVA YBAEY2 - bilhetes: 0472525096592 , 0472525096590, 0472525096591)

Em curso
E. R.
14/06/2026

VOO CANCELADO E REMARCAÇÃO DE PASSAGEM

Venho por este meio apresentar uma reclamação formal, visto que a reclamação que fiz no site da companhia sem encontra ainda sem respostas, relativamente à alteração da minha reserva de voo entre Florianópolis (Brasil) e Porto (Portugal), com escala em Lisboa. A passagem foi adquirida diretamente junto da TAP em fevereiro de 2026, tendo toda a viagem sido planeada com vários meses de antecedência. O meu regresso estava programado para o dia 03 de junho de 2026, contudo verifiquei por iniciativa própria que a minha reserva havia sido remarcada para o dia 08 de junho de 2026 somente no dia 08 de junho. Importa salientar conforme irei anexar que só recebi e-mails e comunicações gerais da greve, não recebi qualquer comunicação da TAP informando a alteração específica da minha viagem, seja por e-mail, SMS ou outro meio de contacto. Tomei conhecimento da alteração apenas ao consultar a minha reserva no website da companhia para fazer o check-in do meu voo. Recebi comunicações anteriores da TAP relacionadas com a operação dos voos, o que demonstra que os meus contactos se encontravam corretos e atualizados junto da companhia. Por esse motivo, causa-me estranheza não ter sido informada da alteração da reserva através dos canais habitualmente utilizados. A nova data de viagem representou um adiamento de quase cinco dias relativamente ao voo originalmente contratado, causando diversos transtornos e prejuízos .A data inicial foi escolhida especificamente por anteceder um feriado, permitindo que familiares realizassem o meu transporte até ao aeroporto sem impacto nas suas atividades profissionais. Com a alteração para o dia 08 de junho, essa logística deixou de ser possível, gerando custos adicionais de transporte ou a necessidade de terceiros se ausentarem do trabalho para me acompanhar ao aeroporto, bem como de estadia. Acresce que resido em Criciúma, Santa Catarina, cidade localizada a aproximadamente 220 km do Aeroporto Internacional de Florianópolis. O deslocamento até ao aeroporto exige cerca de quatro horas de viagem entre preparação, trajeto e procedimentos de embarque, o que torna necessária uma organização prévia de transporte e horários. A data originalmente contratada foi escolhida precisamente para permitir essa logística sem impactos profissionais e financeiros. Com a alteração da viagem para uma data útil, essa organização deixou de ser possível, gerando transtornos e custos adicionais que não estavam previstos. Além disso, resido e trabalho em Portugal, possuindo vínculo laboral ativo. O adiamento do meu regresso comprometeu a minha disponibilidade para retomar as atividades profissionais na data inicialmente prevista, causando impacto na minha organização laboral e financeira. Em virtude da nova data de chegada, deixei igualmente de exercer a minha atividade profissional durante vários dias que se encontravam previamente planeados para trabalho. Compreendo que a situação possa estar relacionada com a greve anunciada para o dia 03 de junho. Contudo, considerando que tal situação já era do conhecimento público há algum tempo, considero legítimo questionar a ausência de comunicação prévia adequada e a escolha de uma reacomodação com um intervalo tão significativo relativamente à data original da viagem visto se tratar de uma viagem internacional, e não um simples voo doméstico. Desta forma, solicito: Avaliação dos prejuízos e transtornos causados por esta alteração; Informação sobre eventuais direitos de assistência, reembolso de despesas adicionais e demais compensações aplicáveis ao caso concreto; Agradeço a atenção dispensada e aguardo uma resposta formal. Com os melhores cumprimentos, Emili.

Em curso

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