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Reclamações recentes

J. R.
05/08/2026

Bicicleta de competição danificada

Exmos. Senhores, Booking Code ZRUZA7 Em 6/7/2026 embarquei no vosso voo TP644 com partida em Lisboa e destino a Bruxelas. Sucede que a minha bagagem de dimensões não standard com bicicleta devidamente protegida e com indicação lateral de que se tratava de item fragil, que foi embarcada no porão do avião, chegou danificada, com os danos seguintes: bagagem chegou com face lateral completamente rebentada, e para meu espanto o quadro da minha bicicleta te uma racha no quadro na caixa de direção. Este dano só é possivel se o impacto pprovodado por uma queda for extremo! A minha bicicleta é bicicleta de topo e por isso desenhada para grandes impactos. Tirei fotografias no aeroporto dos danos e apresentei queixa no dia seguinte (7/06/2026) adicionando as fotografias com os visiveis danos na bagagem mas tambem da bicicleta em si, A bicicleta não tem reparação possivel, como se pode aliás ver nas fotos que junto e que tirei à chegada. Exijo, portanto, uma indemnização, no montante no valor de €4250.39 (€2974.38 +€ 1.276,01 ) correspondente ao valor pago pelo quadro e pela suspenção frontal que tambem está danificada pelo tremento impacto de bicicleta sofreu.(fatura de compra junto enviada). Os danos provocados não são somente materiais. A falta do meu material impossibilitou-me de participar nas competições seguintes. Esta falha é ainda mais importante. Solicito que me resolvam esta situação o mais rapidamente possível, sem o que terei que tomar as medidas ao meu alcance para fazer valer os meus direitos. Em anexo a referencia da minha reclamação Cumprimentos.

Em curso
D. C.
10/07/2026

Bagagem com Danos

No dia 23 de junho de 2026, viajei no voo TP1697 entre Lisboa (LIS) e o Funchal (FNC). A minha bagagem é uma mala da Paco Martínez adquirida pelo valor de 250€ que foi entregue para transporte em perfeito estado de conservação. A TAP perdeu a minha bagagem, tendo apenas procedido à sua entrega na minha residência aproximadamente 36 horas após o voo, conforme comprovado pelo PIR emitido no aeroporto. Este atraso causou-me transtornos significativos, incluindo a impossibilidade de aceder a bens pessoais essenciais durante esse período. Quando a bagagem foi finalmente entregue, verifiquei que apresentava danos materiais graves e evidentes que não existiam no momento do embarque, nomeadamente: - Suporte da base inferior partido, tornando a mala instável e inutilizável em posição vertical; - Rasgo e furo na face principal da mala; - Deterioração acentuada dos reforços de couro nos cantos superiores e inferiores. Todos os danos foram devidamente fotografados no momento da receção e submetidos à TAP como prova. Apresentei reclamação formal à TAP em 25/06/2026. A resposta recebida em 29/06/2026, foi completamente insatisfatória: a TAP limitou-se a classificar os danos como “menores” e resultantes de “desgaste natural durante o transporte”, recusando qualquer indemnização. Esta decisão é inaceitável e carece de qualquer fundamento, pelos seguintes motivos: 1. A mala foi entregue em perfeito estado de conservação: os danos são posteriores ao transporte e da exclusiva responsabilidade da TAP; 2. A própria TAP perdeu a bagagem durante 36 horas, o que é prova inequívoca de mau manuseamento e tratamento negligente: como pode a mesma transportadora que perdeu a mala alegar que os danos são de desgaste natural? 3. Os danos não são superficiais: comprometem estruturalmente a integridade e funcionalidade da bagagem; 4. A TAP não realizou qualquer peritagem objetiva nem solicitou documentação adicional antes de encerrar o caso unilateralmente.

Em curso
A. C.
07/07/2026

Bagagem de cabine enviada para porão e entregue violada com furto de bens

Venho apresentar reclamação contra a TAP Air Portugal relativamente ao voo TP1861, Lisboa-Ponta Delgada, de 22/06/2026. No embarque, no Terminal 1 do Aeroporto de Lisboa, foi-nos solicitado que entregássemos as malas de cabine para serem colocadas no porão, tendo sido apenas indicado que “o voo estava cheio”. As malas cumpriam as dimensões e peso permitidos para bagagem de mão, conforme os cartões de embarque, e estávamos entre os primeiros passageiros na fila de embarque. Apesar de termos pedido esclarecimentos, não foi apresentada uma justificação concreta nem nos foi explicado adequadamente o critério usado para retirar aquelas malas da nossa posse. Ao entrar na aeronave, verificámos que as bagageiras superiores estavam vazias ou ocupadas sobretudo por mochilas, quando tinha sido indicado que esses volumes deveriam ficar debaixo do banco da frente. Também verificámos que outros passageiros entraram depois com bagagem semelhante. À chegada ao Aeroporto de Ponta Delgada, as malas surgiram no tapete de entrega abertas/violadas. Uma das malas estava totalmente aberta no exterior e no interior. Após verificação no balcão de irregularidades de bagagem e com intervenção da PSP, confirmou-se o desaparecimento de um secador Dyson e de um alisador GHD, no valor total de 692 euros, conforme faturas anexas. A outra mala apresentava igualmente sinais de abertura, com os elementos interiores fora do lugar. As malas chegaram com os fechos bloqueados com os respetivos códigos, o que indicia abertura forçada. Foram feitas reclamações junto da TAP no próprio dia e nos dias seguintes. A TAP respondeu de forma genérica, invocando elevada ocupação do voo e, posteriormente, recusando responsabilidade pelos bens desaparecidos com o argumento de que artigos de valor não devem ser transportados em bagagem registada. Esta resposta é insatisfatória, porque a bagagem não foi registada voluntariamente no check-in: tratava-se de bagagem de cabine, retirada obrigatoriamente à porta de embarque por decisão operacional da TAP. Além disso, a TAP não explicou de forma concreta: - qual foi o critério aplicado para selecionar estas malas; - por que motivo foram retiradas malas de cabine a passageiros que estavam entre os primeiros na fila; - por que motivo existia espaço disponível nas bagageiras superiores; - que medidas de custódia e segurança foram aplicadas desde a recolha das malas na porta de embarque até à entrega no destino; - por que motivo a companhia afasta a sua responsabilidade quando foi ela que retirou a bagagem da posse dos passageiros. Face ao exposto, solicito a intervenção da DECO para que a TAP reavalie a situação e proceda a: - reembolso dos bens furtados, no valor total de 692 euros; - compensação pelos danos, transtornos, perda de tempo e incómodo causados; - resposta formal e fundamentada sobre a decisão de envio das malas para o porão; - explicação sobre a cadeia de custódia da bagagem e sobre as medidas de segurança adotadas; - encerramento do processo com solução efetiva, e não apenas com respostas genéricas. Anexo os comprovativos disponíveis, incluindo cartões de embarque, reclamações submetidas à TAP, respostas recebidas, fotografias das malas e das bagageiras, relatório de irregularidade de bagagem, auto de denúncia da PSP e faturas dos bens desaparecidos.

Em curso
A. B.
04/07/2026

Porta de embarque alterada sem informação

No dia 04/07/2026 às 19:50, tinha um voo da TAP TP944 com partida do Aeroporto de Lisboa, com destino a geneve. No meu cartão de embarque constava a porta S18. Dirigi-me a essa porta e permaneci à espera do embarque. Só me apercebi de que existia um problema quando surgiu informação de outro voo naquela porta. Dirigi-me então a um colaborador para pedir esclarecimentos e fui informado de que a porta de embarque tinha sido alterada para a S23A. Não recebi qualquer aviso por SMS, e-mail ou outro meio sobre essa alteração. Quando cheguei à porta S23A, o embarque já se encontrava encerrado e fui impedido de embarcar, tendo perdido o voo. Como consequência, fui obrigado a comprar um novo bilhete para o dia 05/07/2026 para poder realizar a viagem, o que me causou um prejuízo financeiro que considero poderia ter sido evitado caso tivesse sido devidamente informado da alteração da porta de embarque. Solicito a análise desta situação e o reembolso dos custos que tive de suportar, bem como uma explicação sobre a falta de comunicação da alteração da porta de embarque. Anexo o cartão de embarque, o comprovativo da compra do novo bilhete e quaisquer outros documentos relevantes. Ps: tenho uma fotografia do documento que fiz a reclamação na tap mais visível. Não é possível enviar por este meio porque o tamanho do MB da fotografia é superior ao disponibilizado pela plataforma. Caso seja necessário me envie um contacto que eu envio a fotografia.

Encerrada
V. M.
27/06/2026

Atribuição de lugares - menores de idade

Venho apresentar reclamação relativamente à atribuição de lugares efetuada no voo TP1735 Lisboa-Porto Santo de 28/06/26. Na mesma reserva estão três passageiros: eu, o outro progenitor e a nossa filha de 8 anos de idade. No entanto, no momento do check-in, a TAP atribuiu à nossa filha um lugar separado de ambos os progenitores, apesar de todos estarmos incluídos na mesma reserva. Mais grave ainda, verificámos que existia um lugar livre ao nosso lado, que permitiria que a nossa filha viajasse junto dos pais, mas foi-nos exigido o pagamento de 33 € para alterar o lugar da menor para esse assento. Considero esta situação inaceitável e contrária às expectativas razoáveis de segurança, assistência e acompanhamento de uma criança menor durante uma viagem aérea. Tratando-se de uma menor integrada na mesma reserva dos seus progenitores, a TAP deveria ter assegurado, sem custo adicional, a sua colocação junto de pelo menos um dos pais, sobretudo existindo disponibilidade imediata no lugar adjacente. Acresce que a própria informação pública da TAP relativa a bebés e crianças a bordo refere que os lugares de adultos e crianças na mesma reserva são atribuídos automaticamente e sem custo, e que, sempre que possível e havendo disponibilidade, os adultos serão colocados na mesma fila ou numa fila adjacente à criança. No presente caso, havia disponibilidade, pelo que não se compreende a cobrança de qualquer valor para corrigir uma situação criada pela própria atribuição automática da TAP. Contactei o apoio ao cliente da TAP tendo sido confirmada a existência de assento ao nosso lado, mas só mediante pagamento adicional de 33 euros poderiam mudar a nossa filha para junto de nós. Note-se que a nova revisão europeia dos direitos dos passageiros prevê expressamente que famílias possam sentar-se com crianças menores de 14 anos sem custo adicional. Mesmo após sinalização junto do apoio ao cliente, a TAP manter a mesma postura e não resolver de imediato, ainda é extremamente chocante. Agradeço que a TAP responda a esta reclamação .

Encerrada

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