Reclamações públicas
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Recusa em proceder a indemnização
Participei numa das "Viagens de Autor" da Sporski. Todos os participantes nesta viagem beneficiam dum seguro (não opcional) da RNA. Um dos participantes na viagem, estando perto de mim no acesso aos meios mecânicos, decide incauta e inexplicavelmente dar um salto com rotação de 180º. Resultado, embateu com a prancha de snowboard dele na minha, causando um dano significativo na minha prancha de snowboard Never Summer Harpoon que estreava nessa viagem. Este acontecimento foi presenciado pelo própio guia da Sporski que se encontrava muito próximo. Abordado esse tal participante de forma amigável, o mesmo inexplicavelmente recusou-se a participar ao seguro, extendendo o seu comportamento ignóbil em pista para outras áreas da vivência em sociedade. Apresentei por escrito a situação à Sporski de modo a facultar os dados individuais do seguro desse participante à RNA que é quem, através da apólice em vigor, cumpre assumir a responsabilidade civil de qualquer participante. A Sporski indica-me que devo contactar a RNA e que a mesma terá então que solicitar os dados do participante (à Sporski), dados esses que não me puderam ser facultados ao abrigo do RGPD. Contactada a RNA e apresentada a reclamação com a descrição de todos os factos e identificação de testemunhas com respectivos contactos, recebo a resposta: "... sem participação por parte da pessoa que praticou o dano não nos será possível ajudar. Como poderá verificar nas condições gerais da apólice, a clausula de responsabilidade civil apenas pode ser ativada pelas pessoas seguras que devam indemnizações a terceiros (neste caso ativada pelo Sr José pelo dano que lhe causou), funcionando apenas por reembolso". A clausula de responsabilidade civil retirada das condições gerais (ficheiro em anexo): " 1. Responsabilidade Civil - Ao abrigo da presente cobertura, o Segurador através dos Serviços de Assistência, garante o pagamento, até ao limite de capital indicado no Certificado de Seguro, das indemnizações devidas a terceiros lesados derivadas da Responsabilidade Civil Extracontratual, imputável à Pessoa Segura, em consequência de atos ocorridos exclusivamente no período compreendido entre a data início e fim de viagem contratada e exclusivamente no local de destino, incluindo os trajetos de ida e regresso." Pelo que explicação dada pela seguradora, não tem qualquer suporte no texto da referida cláusula; repliquei essa mesma situação à RNA, respondendo-me a mesma indicando que mantém a mesma posição, e que a situação, pasme-se, "foi devidamente explicada". Contactada a provadoria da mesma instituição, fui informado que devolveriam o contacto nos 2 dias subsequentes; passou uma semana e não identifiquei qualquer tentativa de contacto.
Encomenda não chegou
Fiz uma compra no dia 11/04 e minha encomenda não chegou! Fui enganada!
Recusa de devolução de colchão / Dagostino Home
Exmo(a). Sr(a), Venho por este meio apresentar uma reclamação relativa a uma situação de incumprimento por parte da empresa Dagostino Home, solicitando a vossa orientação e apoio. **Descrição da situação:** Adquiri um colchão à empresa Dagostino Home que, desde os primeiros dias de utilização (aproximadamente 5 dias), revelou não se adaptar corretamente ao meu corpo, provocando dores nas costas que afetam a minha saúde e qualidade de descanso. O produto foi entregue sem etiqueta — facto que não é imputável ao consumidor — e foi utilizado durante os referidos 5 dias após a sua receção. Após contacto com o serviço de apoio ao cliente da empresa e envio das fotografias solicitadas, recebi como resposta que não são aceites devoluções de produtos usados que não apresentem defeito físico visível. Contudo, o defeito em causa é funcional: o colchão não garante o conforto mínimo esperado, causando dores nas costas desde os primeiros dias de uso, o que configura falta de conformidade nos termos legais. Acresce que, conforme indicado no próprio site da Dagostino Home, a devolução do produto é possível sem condições adicionais, política que a empresa se recusa agora a cumprir. **O que solicito:** — Devolução do colchão e reembolso integral do valor pago; — Cumprimento da política de devolução publicitada no site da empresa; — Orientação sobre os meus direitos enquanto consumidor, nomeadamente ao abrigo do regime legal de garantia de conformidade (Decreto-Lei n.º 84/2021) e das normas relativas a práticas comerciais desleais (Decreto-Lei n.º 57/2008). Coloco-me ao dispor para fornecer qualquer documentação adicional, nomeadamente fotografias do produto, correspondência trocada com a empresa, captura de ecrã da política de devolução publicitada no site e comprovativo de compra. Agradeço antecipadamente a vossa atenção e aguardo resposta. Com os melhores cumprimentos, Encomenda ZBIUFWGET
Medicare Cancelamento do contrato
Boa tarde, No ano passado em Junho aderir à Medicare ao qual me informarem, mesmo tendo enviado o contrato no dia, que o meu seguro ficaria válido a partir do dia 1 de Julho. Tendo em conta isto e, visto que vou viver para fora, eu e o meu namorado, liguei a pedir o cancelamento do plano Medicare, tentaram que eu ficasse com o mesmo a informar que eu teria as videoconsultas na mesma, mesmo eu dizendo que a empresa para onde vou me dá um bom seguro. Entretanto, como não aceitei informaram-me que já tinha passado o tempo legal para cancelar o contrato, visto que o mesmo era de 18 de Junho, uma vez que foi na data que recebi a documentação, quando na altura a pessoa com quem aderir me disse que era apartir de 1 de Julho que poderia começar a usar o plano, portanto para mim ligar a 27/05 estava mais do que dentro dos 30 dias. Foi informada que não poderiam cancelar o meu contrato mesmo eu indo para fora e que ficaria com o contratro ativo até ao dia 18 de Junho de 2027, portanto vou estar um ano a pagar por algo que não irei usufruir, uma vez que não quero ter problemas fiscais em Portugal. Vou estar fora do pais e a ter que enviar todos os meses dinheiro para uma conta portuguesa que terei que manter, porque estes senhores no momento da adesão informam mal e ainda por cima não querem ajudar ninguém. Se de futuro voltar para Portugal podem querer que não serei mais vossa cliente e irei indicar aos meus familiares para cancelarem os contratos que tem com vocês, porque além de venderem um serviço como sendo o melhor e o mais vantajoso, depois quando se vai pesquisar não se tem acesso a praticamente nenhum hospital privado, só clinicas que muitas vezes nem urgencias tem e ainda se paga bastante numa consulta de urgência, também, são antipáitcos e não querem entender o lado da outra pessoa, mesmo que esta pessoa vá para fora do país, porque realmente deve de ser muito difícil cancelar um contrato tendo em conta esta situação. Como alguém que trabalha com o apoio o cliente de outra empresa«, acha indamissivel esta situação, uma vez que também temos as nossas condições, mas também sabemos analisar quando são exceções que devem de ser tratadas com cuidado. Muito Obrigada, Joana
Serviços anunciados não prestados
Exmos. Srs. da Medicare, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal e exigir o cancelamento imediato da minha apólice, sem qualquer penalização por período de fidelização, devido ao incumprimento reiterado das condições contratuais por parte da vossa empresa. Mais informo que já apresentei queixa formal quer no Livro de Reclamações Eletrónico, quer no Portal da Queixa. Em resposta, a Medicare enviou uma mensagem automática com o seguinte teor: "Caro(a) Cliente, Na sequência da situação que nos reportou, verificamos que já lhe foi prestado o devido esclarecimento..." Cumpre-me desmentir categoricamente esta afirmação. É totalmente falso que me tenha sido prestado qualquer esclarecimento ou resolução digna desse nome. Limitaram-se a ignorar o meu problema de saúde e a descartar a vossa responsabilidade contratual, o que demonstra uma enorme falta de respeito pelo cliente. O motivo da minha reclamação e do pedido de rescisão baseia-se nos seguintes factos reais e inquestionáveis: Incumprimento do Serviço Anunciado: Em duas ocasiões distintas, precisei de acionar o serviço de "médico ao domicílio" — um dos principais serviços publicitados por V. Exas. na televisão e expressamente previsto nas condições do meu contrato. No entanto, este serviço presencial foi-me negado. Imposição de Serviço Não Solicitado: Em substituição, a Medicare disponibilizou apenas uma consulta por videochamada, opção que não escolhi e que não supria as minhas necessidades médicas no momento. Prejuízo para a Saúde: Devido à recusa no fornecimento do médico ao domicílio e à impossibilidade de ser assistida presencialmente por um profissional da vossa rede, fui obrigada a deslocar-me pelos meus próprios meios a um Centro de Saúde público para receber o tratamento adequado e recuperar da minha doença. Após estes dois episódios idênticos de falha grave na prestação de serviços, contactei a vossa linha de atendimento para solicitar a anulação do contrato. O pedido foi-me recusado sob o argumento de que estou fidelizada. Contudo, venho clarificar que o motivo da minha desistência é a quebra contratual por parte da Medicare, que não cumpre com as informações e garantias que vende aos clientes. Perante a vossa falta de cumprimento, a fidelização deixa de ser válida (conforme o artigo 432.º do Código Civil sobre a resolução do contrato por incumprimento da outra parte). Face ao exposto, exijo: O cancelamento imediato da minha apólice com efeitos retroativos à data do meu último contacto telefónico (cuja gravação exijo que seja preservada e auditada, servindo como prova da minha intenção de rescindir); A devolução integral de todas as mensalidades cobradas após essa mesma chamada, uma vez que o serviço já tinha sido contestado e o cancelamento solicitado. Não aceitarei mais respostas automáticas ou evasivas. Fico a aguardar a confirmação por escrito do efetivo cancelamento do contrato e as instruções para o respetivo reembolso.
Encomenda não recebida
Exmos. Srs., Venho por este meio formalizar a minha insatisfação relativamente a uma compra efetuada no site "Loja Saúde". A encomenda número LS_35230, foi realizada no dia 03/05/2026, com um prazo de entrega de 5 dias úteis após a data da compra, mas até à presente data não recebi qualquer produto, ou justificação plausível por parte da empresa. No dia 11/05 recebi um e-mail de confirmação de expedição da encomenda, que até hoje não é possível rastrear no site dos CTT... Cada email de reclamação que remeto ao apoio ao cliente, vem sempre com uma resposta de que a minha encomenda está a chegar, mas até hoje nada recebi. Não existindo sequer rastreamento possível na transportadora. Já solicitei o reembolso, mas essa minha solicitação é sempre ignorada. Parece-me seriamente que se trata de uma burla. Solicito ajuda no sentido de que este site seja encerrado, para que mais pessoas não sejam enganadas. Agradeço a atenção disponibilizada.
Chão estragado após limpeza
No dia 20 de Maio paguei uma limpeza geral para ser feita no meu apartamento à empresa Fixo. Eu não estava presente mas a minha irmã esteve sempre presente e é testemunha de tudo. Após o técnico de limpeza ter terminado a minha irmã constatou que o chão não estava limpo e também deixaram uma mancha estranha no chão que é soalho de madeira. Ficou completamente estragado. Desde o dia 21 de Maio que estou a tentar provar isto! A única solução que eles apresentaram hoje dia 26 de Maio foi reembolsarem-me 13,49€ (valor da hora) e dizem que estou a mentir que a mancha já lá estava e que não conseguem provar a veracidade das minhas fotos! Tenho provas e testemunha de como foi o técnico que estragou!! Não sei o que fazer agora!
Atendimento
Maria Inês Trindade de Barros, Utente do SNS nº 278049319, sofreu um traumatismo do pé esquerdo no dia 23.05.2026. Apesar das dores intensas, não recorreu a qualquer serviço de saúde, tendo ficado no domicílio a fazer gelo e repouso, com elevação do membro. No dia 25.05.2026, como a situação não melhorasse, com edema do pé e dores intensas, decidiu recorrer aos serviços de saúde, motivo pelo qual telefonou para a Linha SNS 24 às 08:18 h. Após 55 minutos de espera, a chamada foi atendida, tendo sido respondidas todas as questões colocadas, nomeadamente o número do telefone de contacto. Em seguida foi informada que iriam passar a chamada a outro colega e após mais algum tempo (total da chamada 1 hora 0 minutos 8 segundos), a chamada foi desligada. Não foi feita qualquer tentativa de voltar a contactar a signatária. A utente acabou por se dirigir ao hospital de Viseu tendo sido diagnosticada uma fratura do pé esquerdo
impossibilidade de cancelamento e falta de cobertura do plano de saude quando necessario
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativamente ao plano de saúde Medicare Platinum Mais Vida, do qual sou titular e pelo qual pago regularmente a respetiva mensalidade. No passado domingo, recorri ao serviço de urgência do Hospital Lusíadas Porto por necessidade médica. Para minha surpresa, apesar de ser cliente do plano Platinum Mais Vida, tive de suportar integralmente o custo do atendimento, no valor de 156 euros, sem qualquer desconto, comparticipação ou benefício associado ao plano que mantenho ativo. Considero esta situação inaceitável. Um dos principais motivos para a contratação e manutenção de um plano de saúde é precisamente a obtenção de vantagens económicas no acesso a cuidados médicos, especialmente em situações de urgência. Verificar que, quando necessitei efetivamente de assistência médica, o plano não proporcionou qualquer benefício coloca seriamente em causa a utilidade e o valor do serviço pelo qual pago regularmente. Solicito, por isso, uma explicação clara e detalhada sobre os motivos que levaram à inexistência de qualquer cobertura, desconto ou vantagem financeira no atendimento realizado, bem como a reavaliação desta situação e a análise da possibilidade de reembolso ou compensação pelos custos suportados. Adicionalmente, manifesto a minha profunda insatisfação relativamente à política contratual que impede o cancelamento do plano antes de decorrido um período mínimo de um ano. Considero desrazoável que um cliente fique vinculado durante um período tão prolongado, sobretudo quando o serviço prestado não corresponde às expectativas criadas nem oferece os benefícios que justificam o pagamento continuado da mensalidade. Face ao exposto, solicito: Esclarecimento detalhado sobre a ausência de qualquer benefício no atendimento de urgência; Revisão da situação e eventual compensação ou reembolso dos 156 euros pagos; Esclarecimento sobre as condições de fidelização e cancelamento antecipado do plano; Resposta formal a esta reclamação no mais curto prazo possível.
Cobrança indevida
No dia 15 de maio de 2025 ao chegar ao balcão de atendimento do hospital da luz em Oeiras para retorno de consulta com otorrinolaringologista me fizeram desnecessariamente realizar um exame de audiometria qua já sido realizado uma semana antes, quando apenas tinha intenção de ser atendido pela médica para informar que já havia melhorado dos sintomas que haviam me levado aquele hospital e ouvir suas orientações. Entretanto não tive acesso a médica e me disseram que tinha que fazer um novo exame audiometrico que prontamente respondi ao atendente que caso houvesse custo para o retorno do exame eu não concordava em pagar. Mesmo assim me chamaram para realizar o exame e entendi que não haveria cobrança, na sequencia, para piorar não fui atendido pela Dra e sua assistente me disse que ela me ligaria mais tarde, fato que nunca aconteceu e desde então o hospital insiste em me cobrar pelo exame. Lamentavelmente , apesar de várias explicações minhas a gerencia do hospital, continuam insistindo e me coagindo a pagar a fatura. Uma semana antes já havia pago mais de 200 euros pelo exame e 110 euros pela consulta. Ficou a impressão que O Hospital da Luz nos empurra para fazer exames desnecessários e cobrar mais uma fatura.
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