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Falta de Agenda para tratamento
Por 2 vezes, meu tratamento atrasou por não haver data. A última e pior de todas: Após a ida ao consultório em 02/01/26, é usual que o dentista peça à central que agende sua nova ida ao consultório de acordo com a estimativa de semana de uso do alinhador. O mais grave: ninguém entra em contato. Por telefone assumiram o erro e simplesmente não me deram solução. Um atraso de quase 1 mês. Estou reutilizando os elásticos, pois foram incapazes de me enviar novos, já que acabaram por culpa do atraso. Há uma clínica em Almada, próxima à minha casa. Eu poderia, ter ido lá, mas pelo visto não possuem os elásticos ou simplesmente não quiseram resolver. Pensem bem. O tratamento é muito caro para receber este tipo de atendimento.
Qualidade do serviço prestado -
Em 12/02/2026, realizei na WECARE4YOU Clinic um procedimento anunciado como “botox”, no valor de 199 €. O procedimento não produziu qualquer resultado observável, mesmo após o prazo indicado pela clínica (15 dias). Solicitei o reembolso, mas o pedido foi recusado. Recusei o retoque por receio de eventuais efeitos indesejados sem possibilidade de correção próxima, tendo-me sido dito que não poderia fazer nova aplicação por 6 meses. Posteriormente, tive acesso a ficha com cabeçalho “Ficha de Rosto – HIFU” e referência aparente a “Dysport”, o que me suscitou dúvidas quanto ao registo clínico. Também não recebi fatura/recibo do botox, apesar de o pagamento ter sido efetuado na própria clínica.
Atendimento Pediátrico
Assunto: Reclamação relativa ao atendimento na urgência pediátrica Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativamente ao atendimento prestado na urgência pediátrica do Hospital Lusíadas Lisboa. No dia 27/02/2026, dirigi-me a essa unidade com o meu filho de 8 meses devido a um quadro de febre. Após observação médica, foi-me comunicado que não havia qualquer diagnóstico específico, tendo sido apenas referido tratar-se de “uma virose”, com indicação para aguardar até terça-feira (seriam 6 dias com febre) para verificar se a febre passaria, e regressar apenas caso não melhorasse. Ao longo do próprio dia, o estado do meu filho agravou-se, demonstrando sinais evidentes de dor, desconforto e frustração. Perante esta evolução, recorri ao Hospital São Francisco Xavier, onde foi prontamente observado e diagnosticado com uma otite, condição que justificava plenamente os sintomas apresentados. Considero inadmissível que, numa unidade hospitalar privada onde o atendimento é pago, não tenha sido efetuado um diagnóstico adequado nem prestada a devida atenção à situação clínica do bebé, atrasando a identificação de um problema que causava dor e necessitava de tratamento. Desta forma, solicito esclarecimentos formais sobre o ocorrido, bem como informação sobre as medidas que serão adotadas para garantir a qualidade e segurança dos atendimentos futuros. Solicito ainda a reavaliação do valor pago pela urgência, tendo em conta a falha no diagnóstico. Aguardo resposta com a maior brevidade possível. Com os melhores cumprimentos, Cátia Rocha
Pontos Medicare
Sou cliente Medicare desde 2024. No início tudo muito bem, não tive queixa nenhuma. Entretanto tentei cancelar contrato com eles ainda em 2025: tentaram persuadir inúmeras vezes a não fazê-lo mas não mudei de ideais. No final disseram me que tinha contrato até Abril de 2026 e tinha de pagar até lá. No entretanto, tenho quase 1000 pontos Medicare e não os consigo utilizar! Estou farta de contactar com eles: respondem sempre que vão ver o que se está a passar. Cada vez que tento aceder à minha área de cliente dá erro. Meses se passaram e continua igual: ninguém me contactou e continuo sem conseguir aceder às vantagens do Plano. Fiz queixa no Portal da Queixa: responderam que iam ver o que se estava a passar, novamente. Nisto já vamos em Março de 2026: falta um mês para acabar o contrato e vou ficar sem os meus pontos. Estive 2 anos como cliente e não vou usufruir de rigorosamente nada porque ninguém me dá uma solução. Cancelei o débito direto da minha conta e recuso me a pagar o último mês que falta enquanto não resolverem esta situação: estão há quase 1 ano a gozar com a minha cara. Falam em vantagens vantagens vantagens mas só vejo o dinheiro a sair da conta e nada do plano ser vantajoso. Não estão a cumprir com o acordado comigo por isso não tenho de cumprir nada enquanto não me derem uma explicação ou resolverem o problema.
Reembolso não efetuado
Fiz um tratamento na Oralmed Barreiro ao qual finalizei no dia 15/01/26. Nesse dia foi gerado para mim um nota de crédito de 286 € que a empresa faria num prazo máximo de 3 semanas. Eu achei o prazo grande, mas aceitei. Findo esse prazo não ocorreu o reembolso então após falhadas tentativas de contato por telefone e e-mail fui diretamente a empresa para saber o motivo. 5 dias depois me retornaram dizendo que faltava o comprovante do IBAN, que nunca haviam solicitado. Enviei. No dia 18/02 fui diretamente a empresa e falei com uma funcionária, que alegou que não teria sigo porque o comprovativo do IBAN não estava em meu nome. Nessa data enviei novamente o comprovativo em meu nome e a funcionária prontamente enviou para o responsável pelo reembolso. Estou agora 10 dias após esse envio sem o reembolso. Já tentei novamente contacto por email ao qual não obtive retorno. Estou indignada, pois o meu tratamento foi pago a pronto, a empresa não aceitava o pagamento por cada procedimento e só aceitava começar se eu pagasse tudo de uma vez, já que eu não recorreria a financiamento. Agora, depois de tudo eu não consigo o reembolso do valor pago a mais.
Cobrança de isolamento com um dique de borracha sem avisar o utente do valor
Exmos senhores venho por este meio fazer uma reclamação desta clinica de santa Madalena de Sintra. Estou a fazer um tratamento de um canal de um dente. Já viste alguns e nunca usaram este material de isolamento com dique de borracha. Quando fiz o pagamento achei muito mas ainda perguntei ao funcionário o que estava a pagar já era o resto do tratamento o qual não me sobe responder. Mas como a fatura era por email eu vim embora e só recebo a fatura no dia seguinte. E nesse dia ligo para 2 sítios no qual não me sabem responder porque que a doutora me cobrou o dique e o valor é de 40 euros estou a pagar tanto como o tratamento que fiz. Porquê que cobram tanto por um material de borracha que uma embalagem com 20unid é 40 euros . E para já devia informar o utente que o valor é aquele e se queremos usar. Porque não podemos dizer que é obrigatório porque já fiz alguns canais e nunca usaram aquilo. E as duas vez que liguei disseram que iam falar com a médica e que me ligava, se eu não ligasse a 3 vez até hoje não tinha uma resposta. E a informação que me deram foi que a doutora informou que é mentira, só me disse que ia pôr aquilo á volta do dente mas não disse o valor e nunca pensei que o valor era 40euros. E disse que têm que ser usado para proteger os outros dentes, mas porquê que a colega que começou o tratamento não usou a primeira vez? Eu quero os meus 40euros. É por estes valores que metem os portugueses não têm dinheiro para tratar dos dentes e só vamos mesmo na última e é mais fácil e barato arrancar os dentes.
Não permite renúncia do contrato antes do términus da anuidade
Exmos. Senhores, Na sequência da informação prestada por uma colaboradora da empresa Medicare, de que não é possível proceder ao cancelamento do contrato de seguro de saúde antes do respetivo termo anual, venho, desta forma, apresentar a minha reclamação, co os seguintes fundamentos: 1.º Nos termos da Lei n.º 24/96, de 31 de Julho, que consagra o regime jurídico da defesa do consumidor, e em particular do seu artigo 8.º, é assegurado ao consumidor o direito a uma proteção eficaz contra práticas comerciais desleais. A existência de uma cláusula contratual que inviabiliza a cessação antecipada de um contrato de prestação de serviços, como é o caso de um seguro de saúde, pode configurar uma prática abusiva e contrária aos direitos do consumidor. 2.º O Decreto-Lei n.º 156/2005, de 15 de Setembro, relativo aos mecanismos de resolução extrajudicial de litígios de consumo, reforça a necessidade de salvaguardar os interesses dos consumidores, nomeadamente assegurando que os contratos não integrem cláusulas suscetíveis de criar um desequilíbrio significativo entre os direitos e deveres das partes em prejuízo do consumidor. 3º O Regulamento (UE) n.º 2016/679 do Parlamento Europeu e do Conselho, de 27 de Abril de 2016 (Regulamento Geral sobre a Proteção de Dados), consagra, no seu artigo 17.º, o direito ao apagamento dos dados pessoais, o qual abrange igualmente o direito à cessação de serviços que impliquem o tratamento desses dados, como sucede no âmbito dos seguros de saúde. Assim, exijo que a empresa Medicare aceite o cancelamento imediato do meu contrato de seguro de saúde, sem a imposição de qualquer período mínimo anual. Aguardo uma resposta, que espero célere e que vá ao encontro dos meus direitos. Com os melhores cumprimentos,
Pedido no correspondiente a lo que pedi
El paquete que e recibido no corresponde con lo que yo e pedido
Crédito não autorizado
Venho por este meio solicitar o vosso apoio jurídico relativamente a uma situação ocorrida com a entidade DepilConcept – na Avenida da Liberdade, que considero grave e lesiva dos meus direitos enquanto consumidora. No dia 07 de janeiro de 2026, dirigi-me ao referido estabelecimento para realizar uma sessão gratuita. Após a sessão, mantive uma conversa com a colaboradora identificada como Fabiane Morais, que me apresentou os valores relativos ao laser para manchas que pretendia tratar. Foi-me informado que o pagamento poderia ser efetuado em prestações. Para o efeito, foi-me solicitado o meu cartão para realizar um débito mensalmente. Em momento algum me foi comunicado que estaria a ser celebrado um contrato de crédito com a entidade financeira Cofidis, nem me foi explicado que o pagamento fracionado correspondia à contratação de um financiamento. Importa salientar que não assinei qualquer contrato ou documento, físico ou digital, que formalizasse um crédito em meu nome. A funcionária soube como fazer o processo sem falar de créditos ou contratos! No dia 07 de fevereiro de 2026, por motivos pessoais, verifiquei outros preços em outras clínicas solicitei à referida colaboradora o cancelamento dos procedimentos. À data, ainda não tinha conhecimento da existência de qualquer contrato de crédito associado. Não entendia o motivo de não poder cancelar visto que não realizei nenhum tratamento até à data!!!! Realizei uma primeira sessão que supostamente seria gratuita e ofereci-me para pagar e cancelar as restantes sessões que não realizei. Falamos do assunto por telemóvel email e a colaboradora só queria saber o que se tinha passado e que iria verificar a situação, enviei emails e mensagens com respostas de que estariam a averiguar a situação. Posteriormente, ao reunir documentação e realizar pesquisas onde verifiquei que não seria a única nesta situação verifiquei na pasta de spam do meu correio eletrónico uma comunicação da Cofidis informando que teria sido celebrado um contrato de crédito em meu nome, que o montante já teria sido liquidado à DepilConcept e que a cobrança das prestações passaria a ser efetuada pela referida instituição financeira, com aplicação de juros e penalizações em caso de incumprimento. Nunca, em momento algum, autorizei a celebração de um contrato de crédito, nem me foi prestada informação clara, transparente e expressa sobre a natureza do compromisso que estaria a assumir. Considero extremamente grave que tenha sido celebrado um crédito com base apenas na apresentação do meu documento de identificação e introdução de um código recebido por SMS, sem assinatura de contrato e sem esclarecimento prévio quanto às condições contratuais. Durante toda a semana subsequente, insisti junto da colaboradora no cancelamento do serviço, tendo-me sido garantido que o processo estaria a ser tratado. Realizei uma queixa no livro de reclamações junto da colaboradora, e pedi documentos onde eu teria assinado um contrato. A colaboradora Fabiane Morais responde que o mesmo estaria fechado numa sala e que não poderia fornecer, perguntei pela responsável da clínica e a mesma responde que é a própria. Sempre com um ar irónico e a referir que tinha um prazo para realizar o tratamento e que foi tudo explicado no dia da avaliação. Pedi que fosse numa outra clínica da mesma Marca e a própria refere que não é possível!!!!! A própria de forma a não perder o dinheiro que já lhe foi pago pela Cofidis, disponibilizou- se a ofereceu-me 2 sessões extra visto que referi que existiam clínicas com outros valores. Sempre a tentar enganar e fugir do assunto. Lógico que não irei realizar um tratamento delicado facial numa empresa que não transmite confiança e que a proprietária não é transparente nem humilde com a apresentação dos valores e pagamentos. Liguei para a cofidis que refere que que pode cancelar o débito, mas que teria de ser é a própria empresa a realizar e que eles não poderiam efetivar o cancelamento. Estive a aguardar uma resposta por parte da marca e da colaboradora Fabiane Morais, que durante estas semanas referiam que iam tentar resolver e verificar os valores ou encontrar outra solução . Não realizei tratamento algum, pedi o cancelamento que a funcionária recusa-se a aceitar e ainda referi que não iria realizar tratamento algum na clínica e a própria quer “obrigar-me” a realizar o tratamento. Recebem o dinheiro na totalidade para prender os clientes ao tratamento, uma excelente forma de fazer dinheiro sem trabalhar. Sem mais atentamente
Processo complicado e moroso
A/C Hospital da CUF Tejo Depois de ser informado que os médicos do Centro de Saúde da Ajuda não podiam emitir atestados médicos para efeitos de renovaçãoda carta de condução, decidi solicitar ao hospital CUF Tejo as consultas e exames necessários para a obtenção daquele atestado. Com essa finalidade, foram marcados: - 8 consultas (Medicina Geral, Oftalmologia e Otorrino); - 3 exames (Otorrino). Estas marcações implicaram a minha deslocação ao Hospital CUF Tejo nos dias 30 Jan, 3, 4, 5 ,6, 9, 11 e 13 Fev. Numa destas deslocações, e após longa espera, fui informado ( com pedido de desculpas), que o médico designado para essa consulta estava de férias... Apresento esta reclamação por considerar este processo excessivamente pesado e moroso, para além de não ter em consideração os evidentes prejuízos que sobram para o cliente. António Manuel Soares da Fonseca (NIF 130430145)
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