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Reclamação por falha reiterada na prestação de serviço de saúde já pago
Apresento a presente reclamação devido à reiterada falha na prestação de um serviço de saúde contratado e já totalmente pago, sem que até à presente data o procedimento tenha sido realizado. Ao longo das várias tentativas para a realização do procedimento, desloquei-me à clínica por quatro ocasiões, sem que em nenhuma delas o tratamento fosse efetivamente executado, pelos seguintes motivos: • 1.ª deslocação: fui informado de que o procedimento inicialmente previsto no plano de tratamento (gengivectomia) não seria afinal o mais adequado, sendo necessário realizar uma gengivoplastia. Esta alteração demonstra que a avaliação inicial do caso não foi devidamente confirmada antes da marcação do procedimento. • 2.ª deslocação: no dia agendado para a intervenção, fui informado de que o procedimento apenas poderia ser realizado após a retirada do aparelho dentário, não podendo ser efetuado no mesmo dia devido ao tempo necessário para a sua execução. Esta limitação deveria ter sido previamente avaliada e comunicada aquando do agendamento. • 3.ª deslocação: fui informado de que os moldes necessários para a realização do procedimento ainda não tinham chegado, impossibilitando novamente a execução do tratamento. • 4.ª deslocação: fui posteriormente informado de que os moldes estavam mal executados, encontrando-se largos e não permitindo a realização do procedimento, situação que constitui um erro técnico imputável exclusivamente à clínica. Importa ainda referir que retirei o aparelho ortodôntico no mês de janeiro, conforme planeado para a realização do procedimento em causa. Atualmente encontro-me a utilizar uma contenção provisória que não fixa adequadamente aos dentes devido ao excesso de gengiva, situação que deveria ter sido resolvida com a intervenção programada. Apesar de a operação ter sido agora remarcada para o mês de abril, estamos perante um atraso de aproximadamente três meses, período durante o qual tenho sido obrigado a utilizar uma contenção provisória que não cumpre eficazmente a sua função. Esta situação cria um risco real de comprometimento do progresso obtido ao longo de cerca de quatro anos de tratamento ortodôntico, uma vez que a contenção provisória não assegura a estabilidade adequada dos dentes. Apesar de já ter efetuado o pagamento integral do procedimento, continuo sem uma solução adequada e em tempo útil. Para além disso, tive de suportar sucessivos custos de deslocação, perda de tempo pessoal e profissional, bem como transtornos que não me são imputáveis. Considero esta situação inaceitável, revelando falta de organização, planeamento e controlo de qualidade por parte da clínica. Face ao exposto, solicito a intervenção das entidades competentes para que seja assegurada: • a resolução rápida e definitiva do problema, com a realização do procedimento nas devidas condições; ou • a restituição do valor pago e a devida compensação pelos prejuízos causados, incluindo o tempo perdido, as deslocações efetuadas e os potenciais danos decorrentes do atraso no tratamento. Aguardo uma resposta formal e célere à presente reclamação.
Cancelamento de contrato Medicare e tentativa de cobrança indevida
Venho por este meio expor uma situação que considero irregular relativamente ao cancelamento de um contrato com a empresa MED&CR – Sistemas de Gestão de Cartões de Saúde, Unipessoal, Lda. (Medicare). No dia 05/03/26 enviei um email à empresa a solicitar a cessação do contrato, expondo também problemas que ocorreram durante a utilização do serviço. Posteriormente fui contactada telefonicamente por uma representante da Medicare, que me informou que, apesar de o contrato não ter fidelização, eu teria obrigatoriamente de continuar a pagar as mensalidades até novembro, mês em que o contrato teve início. No entanto, após análise das Condições Gerais e Condições Particulares do contrato, verifiquei que a cláusula 14.1 (Cessação do contrato) estabelece que qualquer das partes pode denunciar o contrato mediante comunicação escrita com 30 dias de antecedência, não existindo qualquer referência à obrigação de pagamento até ao final de um período anual. Também nas Condições Particulares não existe qualquer cláusula que estabeleça fidelização ou permanência mínima obrigatória. Apesar disso, a empresa insiste na obrigação de pagamento das mensalidades até novembro, o que considero não estar previsto nas condições contratuais. Da minha parte manifestei total disponibilidade para cumprir o prazo contratual de aviso prévio de 30 dias, assumindo o pagamento correspondente a esse período, mas não considero legítima a exigência de pagamento até ao final do período anual. Assim, venho solicitar o apoio da DECO Proteste para esclarecer esta situação e verificar a legalidade da exigência apresentada pela Medicare, uma vez que entendo que poderá tratar-se de uma tentativa de cobrança sem fundamento contratual.
Avaliação que era necessária e não fizeram tratamento até ao fim porque já não dava supostamente
Venho por este meio , fazer reclamação da smile up. Estão sempre a mudar de médicos. O meu companheiro fizeram um plano de 7mil euros, chegaram a por um parafuso que supostamente dava pra pôr implante..depois outro medico já o viu e nada fez por afinal já não dava, iam fazendo só limpezas e pouco. Mais..o dente da frente nem implante é.. é placa.. Ele chegou me a passar 2mil euros pro meu nome , e nem cheguei a gastar ló todo e então voltei a passar pra ele . Porque tenho um crédito meu com eles de um implante e mais alguma coisa,ao qual pago 62 wur por mês durante 4 anos. O meu marido pediu e o reembolso já que não fizeram nada.. e disseram tudo bem passado 3 semanas e porque ele foi lá.. agora querem um raio x meu porque dizem que fizeram coisas cm p dinheiro dele.. então se foi transferido para ele. E iam lhe dar o dinheiro em questão seriam 2 mil e tal euros. Então e o crédito que fiz lá? Estou a pagar o que? Eles gozam mesmo e depois o pessoal tá sempre a rodar nunca sabem nada..agora querem fazer um raio x a mim.. sendo que já me puseram o implante e agora já que lhe querem descontar ,está horrível
Propaganda enganosa
À atenção da Multicare, Venho por este meio apresentar uma reclamação relativamente a uma situação que considero enganosa e pouco transparente. Tomei conhecimento de uma publicidade que indicava a oferta de 1 ano de seguro gratuito para pessoas com 45 anos, motivo pelo qual procedi à minha inscrição com base nessa informação. No entanto, posteriormente recebi termos e condições que apenas referiam 6 meses, o que não corresponde ao que foi anunciado. Após essa situação, fui contactado telefonicamente por uma colaboradora da vossa empresa. Durante a chamada, em vez de esclarecer a questão da publicidade e da discrepância entre os 12 meses anunciados e os 6 meses presentes nos termos enviados, a colaboradora insistiu em apresentar-me um seguro pago no valor de 54€ por mês. Durante a conversa, a colaboradora explicou verbalmente algumas condições e benefícios do seguro. Contudo, quando solicitei que me fossem enviados os termos e condições completos por escrito para análise, a mesma recusou-se repetidamente a disponibilizá-los, afirmando que só seriam fornecidos após a celebração do contrato. Considero esta postura extremamente preocupante e pouco transparente, uma vez que qualquer cliente tem o direito de analisar previamente os termos e condições de um produto antes de tomar a decisão de contratar. Além disso, a atitude da colaboradora tornou-se progressivamente arrogante e pouco profissional, contrastando com a simpatia demonstrada no início da chamada.
Fatura
O Hospital CUF Cascais me cobrou no adiantamento €1125,00 por KIT 98000804 dizendo que é energia mas na literatura é KIT EPI cobrado durante a pandemia por 5 a 15€ Cobraram também €111,29 por uma unidade eritrocitária (bolsa de sangue) o que é proibido a cobrança em Portugal Também me cobraram erroneamente €53,00 por uma visita de especialista em otorrinolaringologia Dra Tânia Constantino, visita esta que nunca aconteceu (nem o cirurgião pediu)
Solicitação de esclarecimento e resolução de situação
Exmos. Senhores, Venho, por este meio, expor uma situação referente ao utente Sr. Álvares Gonçalves Pais, n.º de utente 366332375, que deu entrada na CUF Descobertas no dia 30/01/2026, tendo permanecido internado até 19/02/2026, no 5.º piso, sob cuidados intensivos, devido à gravidade do seu estado de saúde. O utente deu entrada no hospital acompanhado da sua cuidadora, Célia Rosa, em cadeira de rodas. O motivo de admissão e internamento incluiu o seguinte quadro clínico: AVC isquémico (maio de 2025), estenose carotídea, insuficiência cardíaca com FEVE de 45%, HTA, pacemaker, cardiopatia isquémica, infeções urinárias de repetição, TVP, DPOC, hiperuricemia, SAOS com recusa de CPAP e hábito tabágico, tendo o internamento ocorrido por dispneia, ortopneia, DPOC agudizada, insuficiência cardíaca descompensada e infeção do trato urinário. Durante o período de internamento, foi observado pela cuidadora, nas visitas que realizava regularmente, que o utente se encontrava frequentemente na mesma posição, o que terá contribuído para o aparecimento de uma escara significativa na região do cóccix, situação de que o próprio utente já se queixava, manifestando dor. Numa determinada noite, por volta das 20h30, foi efetuado um contacto telefónico para a cuidadora. No entanto, por se encontrar a trabalhar, não conseguiu atender a chamada no momento. Ainda assim, deslocou-se ao hospital nessa mesma noite, onde foi informada de que o utente se encontrava em estado muito grave, praticamente em coma e a respirar com auxílio de oxigénio. Dias mais tarde, a cuidadora tomou conhecimento de que o utente se teria engasgado, não sabendo se tal situação poderá ter resultado de falta de supervisão. O facto é que, na sequência desse episódio, veio a desenvolver uma pneumonia. Paralelamente, ao longo do internamento, a cuidadora questionou várias vezes sobre a cadeira de rodas do utente, sem que ninguém conseguisse prestar um esclarecimento concreto sobre o seu paradeiro. No dia da alta, o utente regressou a casa de ambulância, por indicação médica, sem a sua cadeira de rodas. Desde então, já foram feitos contactos telefónicos com a CUF, e a cuidadora também já se deslocou presencialmente ao hospital, mas, até ao momento, ninguém soube informar o que aconteceu ao referido equipamento. Deste modo, venho solicitar a resolução urgente desta situação, com a localização e devolução da cadeira de rodas do utente, ou, caso tal não seja possível, uma solução adequada por parte dessa instituição. Trata-se de um bem pessoal indispensável para a mobilidade do utente, sendo necessário para o transporte a consultas e demais deslocações. Neste momento, encontra-se a ser necessário alugar uma cadeira de rodas, o que representa um custo de 15 euros por dia. Agradeço, desde já, a vossa atenção e aguardo uma resposta célere para a resolução deste caso. Com os melhores cumprimentos, Célia Rosa
Encomenda com problemas
Eu estou cansada de estar a espera que tratem do meu problema, estou a tentar há 1 mês. O colchão quando recebi, veio sem etiqueta não tem nada mesmo, tenho há poucos meses e ele por baixo está a ficar amarelo com as marcas da cama, por não ter etiqueta não me querem resolver o problema, sendo que têm acesso a fatura, data de compra , tudo… se ele veio mesmo com etiqueta porquê que não provam?
Encomenda com o selo de controlo violado e peças em falta
No passado dia 1 de março de 2026, efetuei uma encomenda na Farmaciasdirect, com o valor de 48,64€ pago por mbway, porque não têm pagamento por paypal. Ao receber os artigos no dia 5 de março, verifiquei com grande preocupação que a caixa exterior do dispositivo médico Rhinodouche apresentava o selo de controlo violado e, no seu interior, faltavam componentes essenciais . Contactei imediatamente o apoio ao cliente, enviando as fotografias e vídeos solicitados como prova do estado do produto. A resposta da empresa limitou-se a agendar uma recolha, ignorando por completo a urgência clínica que comuniquei: tenho um exame marcado para o dia 13 de março e a necessidade de iniciar o protocolo médico é urgente. Enviei diversos emails detalhando a minha situação médica, a necessidade de utilização imediata do produto e a minha disponibilidade para, inclusive, pagar os portes de envio de uma nova peça, mas a empresa optou por ignorar as minhas comunicações, não dando qualquer resposta desde o passado dia 6 de Março, nem para dizer se realmente vinham fazer o levantamento, se seria possível enviar só a peça em falta. Considero esta conduta de uma gravidade extrema, não apenas por ter recebido um artigo não conforme, mas pela negligência demonstrada perante a saúde do cliente e pelo incumprimento das próprias políticas de resolução do site .
Cobrança indevida
Em janeiro de 2026 solicitei o cancelamento da minha inscrição por motivo de saúde. Até aí tudo bem, só que pra minha surpresa, agora em março veio a cobrança referente ao período que não frequentei o ginásio. Solicito a devolução do valor cobrado.
Apoio ao Cliente - envio de fatura
Serviço de apoio ao cliente e faturação absolutamente inaceitável. Por motivos de reembolso de despesas do meu seguro de saúde solicitei ao hospital que me enviasse cópia de fatura detalhada relativa ao meu parto com data a 26/12/2025. Contactei por diversas vezes o apoio ao cliente, que indicou sucessivas vezes que o pedido estava reencaminhado e que teria de aguardar. Todas as semanas ligo e peço para entrar em contacto com o departamento financeiro, que se recusa a falar comigo. Estou nesta situação há quase 3 meses e não consigo obter o reembolso da despesa (de valor avultado) porque o hospital se atrasa (ou recusa!) a enviar a fatura solicitada . O envio de uma fatura que deveria ser um processo célere atrasa-se há meses e ninguém do apoio ao cliente parece ter interesse ou profissionalismo suficiente para resolver esta situação, que é inaceitável para um hospital privado, que se diz pautar por padrões de elevado profissionalismo. Tenciono avançar com medidas judiciais adequadas uma vez que o hospital está a obstar a que eu possa obter o reembolso de uma despesa que me é devida. Serviço deplorável .
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