Reclamações recentes

Esquecida na Sala de Espera Hospital S. Camilo Portimão

ESQUECIDA NA SALA DE ESPERA do HOSPITAL S. CAMILO PORTIMÃO. Na sequência da consulta de Neurologia realizada no Hospital CUF Alvor no dia 28/07/2026 foi-me prescrito um exame Eco Doppler ("Duplex-Scan") Carotídeo. A colaboradora administrativa da CUF Alvor informou-me de que existia disponibilidade para a realização do exame no Hospital São Camilo, em Portimão, e indicou-me que deveria efetuar a marcação presencialmente. Desloquei-me ao Hospital São Camilo por volta das 10h00 e procedi à marcação do exame para as 15h00 do mesmo dia 28/07/2026 , com a Dra. Carla Patrícia Guilherme. Como trabalho no concelho de Silves, informei antecipadamente a minha chefia de que teria de me ausentar durante a tarde para comparecer ao exame, o que implicou faltar ao trabalho. Cheguei ao Hospital São Camilo cerca das 14h30, efetuei o registo na receção e fiquei a aguardar junto ao gabinete n.º 3. O tempo foi passando e, como nunca fui chamada, dirigi-me a uma auxiliar para saber se existia algum atraso. Foi então que recebi uma informação absolutamente inacreditável: a médica já tinha abandonado o hospital sem me chamar para a realização do exame. As colaboradoras da receção ainda tentaram contactá-la telefonicamente, mas sem qualquer sucesso. Pergunto: como é possível que uma situação desta natureza aconteça numa unidade privada, onde os utentes pagam pelos serviços que lhes são prestados? Mais grave ainda, foi-me exigido o pagamento do exame antes da sua realização. Considero esta prática profundamente desadequada, sobretudo quando a própria instituição não garante a prestação do serviço para o qual o pagamento foi efetuado. O que falhou na gestão das marcações? Como é possível que a Dra. Carla Patrícia Guilherme abandone o local de trabalho sem verificar se ainda tinha doentes agendados? Como é admissível que um utente fique esquecido na sala de espera, sem qualquer explicação ou justificação? Esta situação revela uma grave falta de organização, profissionalismo e respeito pelo tempo e pelos compromissos dos pacientes. Sinto-me profundamente indignada e desrespeitada. Esperei inutilmente, faltei ao trabalho para comparecer à consulta. Na minha prática profissional, como assistente social tenho uma agenda em suporte papel e outra em suporte digital, tenho de estar atenta às duas agendas para não falhar no atendimento ás pessoas que me procura. Sem perfeitamente o que é trabalhar com agendas e atendimentos. Exijo uma explicação formal para o sucedido, bem como a indicação das medidas que serão adotadas para garantir que uma situação desta gravidade não volte a acontecer com qualquer outro utente. Ana Maria Sousa Fernandes

Em curso

Ontem, dia 30 de setembro, recebi uma chamada do HPA de Alvor.

Exmos. Senhores, Ontem fui contactada por um médico intensivista do HPA Alvor, Dr. Pedro Rouxinol, a fim de marcar uma reunião, na qual iríamos discutir a continuidade do internamento de uma senhora, utente da Misericórdia de Aljezur, que está hospitalizada naquela Unidade Hospitalar. Ao final da manhã de hoje, conforme me indicou ser a sua disponibilidade, e depois de ter feito um percurso de cerca de 70km, eu estava presente no HPA Alvor, a solicitar que me recebesse. Fui informada de que este profissional não se encontrava ao serviço, pois já tinha terminado o seu turno. (Será que os turnos terminam ao meio dia? Não havia passado o recado a outro colega, nem me avisou da sua indisponibilidade. E assim fiz 140km, e perdi quase um dia de trabalho, sem ter resolvido qualquer problema. Não encontro outra classificação para esta atitude que não seja desrespeito, falta de educação, e de profissionalismo. Sou cliente do Grupo HPA desde a sua fundação. É com alguma consternação que venho assistindo ao declínio da qualidade dos seus serviços. Por falta de profissionais? Certamente que terão dificuldades no recrutamento, mas também por falta de profissionalismo dos profissionais que vão recrutando…….

Encerrada

HPA não aceita devolução de artigo incorretamente prescrito

Exmos. Senhores, No passado dia 19/06/2025, Quinta-feira, feriado nacional, desloquei-me aos serviços de urgência do Hospital Particular do Algarve, SA (HPA), sita em Cruz da Bota, Estrada de Alvôr, Portimão, com queixas de uma provável lesão no tendão de Aquiles. Depois de ter efectuado os exames de Raio X e TAC, ambos inconclusivos - porque incompetentes para a avaliação da eventual lesão - , fui atendido pelo médico ortopedista, que marcou exame de ecografia para o dia seguinte (uma vez que este serviço estava encerrado naquele dia feriado) e imediatamente mandou colocarem-me uma bota imobilizadora Walker, standart, tamanho L. Paguei pela mesma o valor de 97,25 Euros, conforme recibo que se junta. No dia seguinte, sexta-feira, fui fazer o exame prescrito, a ecografia, da qual, somente ontem, dia 23, recebi o respectivo relatório e que revelou rotura do tendão de Aquiles, conforme também se junta. De imediato consultei o meu médico e este referiu que a mencionada bota Walker não era indicada para o tratamento daquela lesão uma vez que era fixa, obrigando o pé a ficar permanentemente a 90 graus e, com isso, nunca poder ser tratado, podendo até agravar a lesão. Prescreveu-me, então, uma bota imobilizadora, regulável na extensão/flexão. Desta forma, desloquei-me, ontem, durante a tarde, à mencionada unidade de saúde e solicitei a troca da bota fixa por uma regulável prontificando-me a pagar a diferença caso houvesse. Contudo, foi-me referido que o HPA não possuía botas reguláveis, apenas fixas. Solicitei, então, a devolução da bota e o reembolso do valor que dispendi, uma vez que me era completamente inútil. Foi-me referido que não aceitavam a devolução daquele artigo pois já tinha sido usado. Acabei por adquirir numa casa da especialidade uma bota regulável, "medi ROM Walker", com a qual iniciei o tratamento da lesão. Considero, portanto, que os meus direitos de consumidor não foram respeitados por parte do HPA, tendo pago 97,25 Euros por uma bota que nunca me deveria/poderia ter sido "receitada", solicitando, desde já, os Vossos bons ofícios no auxílio da resolução desta reclamação. Cumprimentos.

Encerrada

Hospital P Algarve, SA - Recusa na emissão da declaração de presente devido a uma falha informática

Hospital Particular do Algarve HPA, em Vila Real de Santo António No dia 30 de maio de 2025 Entre as 9:00h e as 10:40h Assunto da reclamação: Recusa de emissão de declaração de presença No dia 30 de maio de 2025, compareci presencialmente à unidade de saúde HPA, de Vila Real de Santo António, para uma consulta do dia a com a minha mãe (doente de Parkinson), esta consulta do dia é uma consulta que é efectuada por ordem de chegada. Fui informado de que a consulta não se realizaria devido a uma avaria no sistema informático da instituição. Apesar de me ter deslocado ao local com a minha mãe (doente de Parkinson). Foi-me recusada a emissão de uma declaração de presença, com o argumento de que tal não seria possível sem acesso ao sistema informático. Solicitei que me fosse emitida uma declaração manual com a informação de presença na instituição hospitalar naquele período com a indicação da impossibilidade de realização de consulta devido a um erro no sistema informático do HPA, de Vila Real de Santo António. A qual me foi recusada, pela chefe D. Vânia Fernandes , Alegando estar no regulamento interno a não passagem de declarações manuais. Se a consulta não se realizou por motivos técnicos internos (como falha informática), a responsabilidade é do hospital, não do utente. Negar uma declaração de presença nestas circunstâncias pode ser considerado um comportamento negligente ou até abusivo da parte da instituição. Venho por este meio manifestar o meu desagrado por esta recusa, uma vez que: A deslocação foi efetiva; A falha técnica foi da responsabilidade da instituição; Não existe impedimento legal para a emissão manual da declaração (assinada e carimbada por um profissional responsável); Esta recusa impediu-me de justificar devidamente a minha ausência ao trabalho. Solicitei a presença da PSP, a fim de tentar resolver a situação. Tentativa falhada, pois a D. Vânia Fernandes, manteve a sua posição de se recusar a passar a declaração. Solicito: 1. A emissão retroativa da declaração de presença; 2. Que sejam revistas as práticas internas para garantir que os direitos dos utentes não sejam prejudicados em situações semelhantes no futuro Fico a aguardar resposta formal a esta reclamação. Com os melhores cumprimentos, Paulo Teixeira E-mail: pauloteixeira5@gmail.com

Encerrada

Cobrança indevida e serviço incompleto – exame médico desportivo

Venho, por meio desta, apresentar uma reclamação formal acerca do serviço prestado pelo HPA Saúde na minha consulta de Exame Médico Desportivo, agendada para o dia 22/08/2024 na Clinica de Ortopedia e Reabilitação em Faro, através do vosso site, na página de marcação de exames desportivos. Na informação clinica desta consulta salienta-se "Exame médico-desportivo". No site, não foi disponibilizada qualquer informação relativa ao preço ou tabela de preços para este tipo de consulta. No final da mesma, foi-me informado pelo médico, Dr. Revelino Lopes, da Clínica de Ortopedia, que a emissão da declaração de aptidão estaria condicionada à realização de um eletrocardiograma. Contudo, este exame não foi realizado após constatar que implicaria um custo adicional (+35 euros) , informação que também não foi previamente comunicada. Adicionalmente, na fatura foi incluída a cobrança de um serviço descrito como "consulta de fisiatria" com o valor de 80,00 euros, sendo que este montante não contempla a realização do eletrocardiograma. Gostaria de salientar que a consulta realizada não correspondeu a uma consulta de fisioterapia, mas sim a um simples preenchimento de um formulário com dados básicos e avaliações de rotina, como verificação da tensão arterial, respiração etc. Considerando que não me foi passada nenhuma declaração de aptidão e que o valor cobrado ultrapassa, de forma desproporcional, os preços normais de exames médicos desportivos (que rondam os 20-35 euros), exijo o reembolso do valor cobrado, uma vez que considero a cobrança inadequada para o serviço que efetivamente me foi prestado, que nem sequer foi finalizado. Em suma, reclamo do seguinte: - Falta de Informação Prévia de Preços. - Condição Não Informada para Emissão de Aptidão. - Custo Adicional para o Eletrocardiograma. - Cobrança Indevida de "Consulta de Fisiatria". - Ausência de Declaração de Aptidão. - Valor Exagerado e Desproporcional. - Inadequação da Consulta ao Serviço Solicitado. - Ausência de Transparência sobre Procedimentos Necessários. - Desvio das Expectativas Criadas pela Marcação Online. - Falta de Justificação Técnica para o Eletrocardiograma. Agradeço a vossa atenção e fico a aguardar uma resposta. Atenciosamente, Ana Viegas

Encerrada

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