Cálculo da pontuação da empresa
Esta pontuação reflete a capacidade da empresa resolver as reclamações dos consumidores.
O cálculo é feito com base em três indicadores:
A pontuação baseia-se nos últimos 12 meses.
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Qualidade do serviço de tratamento das reclamações
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Reclamações recentes
Espera para cirurgia
No ano de 2023 desloquei-me ao hospital de Vila Franca de Xira para uma consulta de oftalmologia, onde após todos os exames me foi dito que podia ser feita uma cirurgia e que me iriam colocar em lista de espera. Em janeiro de 2026 desloquei-me a este hospital para saber informações sobre o processo visto que já tinha passado muito tempo, ao que me foi dito que não me encontrava na lista de espera para a cirurgia e que o médico não me tinha colocado, mas que iriam solicitar ao Backoffice que me contactasse para me poderem esclarecer. Até ao dia de hoje ainda não fui contactada por ninguém do hospital para ter um esclarecimento, não houve o mínimo de preocupação Acho inadmissível ter estado este tempo todo à espera de uma cirurgia para a qual eu nunca tive na lista e não há nenhuma resposta nem resolução por parte do hospital.
Tempo excedido de espera
No dia 27 de Dezembro de 2025 dirigi-me ao serviço de urgência pelas 17h40, após uma triagem foi-me atribuída uma pulseira amarela (urgente). São neste momento 01h015 do dia seguinte 28 de dezembro e continuo sem ser atendida por um médico profazendo o tempo de espera de mais de 7h o que ultrapassa o tempo previsto para a prioridade atribuída no sistema de triagem (60 minutos). Durante este tempo não foi prestada informação de quando será o meu atendimento mas sim o tempo que a pessoa de pulseira amarela está mais tempo a espera que informaram 7h e que por acaso sou eu. Este tempo de espera causou mais dor, desconforto, dormência ao ponto de estar dobrada (agachada) no chão, sendo um risco para a minha saúde. Pedi nova reavaliação pois os meus sintomas agravaram demasiado pelo tempo de espera mas o quadro mantém-se. Está situação não respeita os direitos do utente consagrados na lei de bases de saúde (Lei n° 95/2019) na carta dos direitos e deveres do utente e nomeadamente aos tempos de espera, sendo que estão há mais de 1h30 sem chamar ninguém, uma utente foi aos gabinetes e não está ninguém a esta hora (01h15) nos gabinetes.
Tempo excedido de espera
No dia 27 de Dezembro de 2025 dirigi-me ao serviço de urgência pelas 17h40, após uma triagem foi-me atribuída uma pulseira amarela (urgente). São neste momento 01h05 do dia seguinte 28 de dezembro e continuo sem ser atendida por um médico profazendo o tempo de espera de mais de 7h o que ultrapassa o tempo previsto para a prioridade atribuída no sistema de triagem (60 minutos). Durante este tempo não foi prestada informação de quando será o meu atendimento mas sim o tempo que a pessoa de pulseira amarela está mais tempo a espera que informaram 7h e que por acaso sou eu. Este tempo de espera causou mais dor, desconforto, dormência ao ponto de estar dobrada (agachada) no chão, sendo um risco para a minha saúde. Pedi nova reavaliação pois os meus sintomas agravaram demasiado pelo tempo de espera mas o quadro mantém-se. Está situação não respeita os direitos do utente consagrados na lei de bases de saúde (Lei n° 95/2019) na carta dos direitos e deveres do utente e nomeadamente aos tempos de espera, sendo que estão há mais de 1h30 sem chamar ninguém, uma utente foi aos gabinetes e não está ninguém a esta hora (01h05) nos gabinetes. Tânia Isabel Correia Duarte CC. 14658717 N.Utente 387990804
Reclamação urgente – condições e conduta médica inaceitáveis no HVFX
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação urgente e formal relativa à situação vivida pelo meu avô, no Hospital de Vila Franca de Xira desde o dia 23 de maio de 2024. Desde a data de internamento, a nossa família tem enfrentado uma total falta de comunicação, apoio e transparência. Tentámos, desde 24 de maio, falar com um médico ou elemento da direção para entender o estado de saúde do meu avô - sem qualquer sucesso até ao dia 27, altura em que, após inúmeras súplicas e insistência, nos permitiram falar com um profissional de saúde. Durante este período, o meu avô foi colocado numa cave sem luz natural, trancado, e sem direito a acompanhante, algo que está previsto por lei. Só no dia 26 nos foi concedida uma visita de 30 minutos, na qual encontrámos o meu avô em condições degradantes: sacos de soro e antibiótico vazios, saco de urina cheio, sem higiene, apesar de ter uma infeção urinária grave e uma bactéria ativa desde novembro de 2024, nunca devidamente tratada, nessa mesma unidade. A maca onde se encontra é extremamente estreita, impedindo-o de se virar ou movimentar, não tendo sequer direito a uma cama digna e adequada às suas necessidades clínicas. Durante a madrugada de 26 para 27, o meu avô terá sido medicado sem que fosse possível acender a luz no quarto. O medicamento foi entornado, deixando-o completamente molhado até à manhã seguinte, sem qualquer intervenção por parte da equipa de enfermagem. Durante vários dias, o meu avô tem feito chamadas à família, implorando para ser retirado daquela unidade hospitalar, dizendo que não tem condições e que, caso ali permaneça, vai morrer. O seu desespero é constante e absolutamente angustiante para todos nós. No dia 27 dirigimo-nos novamente ao hospital, pelas 08h30, com o objetivo de solicitar os relatórios clínicos necessários à sua transferência para outra unidade. Foi-nos dito que o sistema estava indisponível e que não poderiam facultar qualquer documento, alegando que o sistema informático também tinha estado em baixo no dia da admissão. Apesar disso, encaminharam-nos para a CUF de Santarém. Quando lá chegámos, informaram-nos que teria de ser o hospital de Vila Franca a enviar toda a documentação para que a CUF pudesse analisar o caso e verificar se reunia condições para receber o doente. Voltámos a Vila Franca e, apenas após insistência firme e várias súplicas, fomos finalmente encaminhados para o médico. Foi então que nos informaram que o estado clínico do meu avô é instável e crítico, com o rim a parar, febre persistente e um diagnóstico de septicemia. O risco de paragem cardiorrespiratória é elevado. Disseram-nos ainda que, sem os relatórios clínicos (que nos tinham recusado até então), qualquer tentativa de transferência seria altamente perigosa e poderia levar à morte imediata. Além disso, só no dia 27 é que nos foi finalmente comunicado que o meu avô estava com septicemia, e que esta era precisamente a razão pela qual não o poderíamos transferir com segurança, informação esta que deveria ter sido prestada muito antes. No único dia em que nos foi permitido vê-lo, dia 26, durante apenas 30 minutos, deparámo-nos com outras famílias em situação semelhante, em lágrimas e em desespero por não conseguirem ver os seus familiares nem obter qualquer tipo de esclarecimento. É visível que esta não é uma situação isolada, mas sim uma falha estrutural que se repete. Informo ainda que foi registada uma reclamação formal no Livro de Reclamações do hospital, pela minha prima, com todos os pontos relatados, e reiteramos que este email serve para reforçar a urgência e a gravidade da situação junto das autoridades competentes. Esta realidade levanta sérias preocupações sobre: - As condições clínicas e humanas oferecidas aos doentes; - O cumprimento dos direitos dos utentes e respetivos familiares; - A gestão da informação clínica e o funcionamento do sistema informático hospitalar. Solicitamos que esta situação seja urgentemente apurada, que sejam tomadas medidas imediatas e que os responsáveis por esta grave negligência sejam responsabilizados. A vida do meu avô está em risco, e nada nos garante que amanhã estará vivo. Pergunto: se ele falecer nestas condições, quem se responsabiliza? Cumprimentos.
Serviço sem qualidade
Boa noite,Nos finais de 2020, fui a uma consulta de Otorrinolaringologia, no hospital de Vila Franca de Xira com o medico Tiago Melo Porfírio Costa, dessa consulta foram solicitados vários exames aos ouvidos, sendo me solicitado um exame especifico que foi feito no Hospital da Cuf Descobertas em Lisboa.Em 2021, não consigo precisar o dia exato, mas lembro-me que foi em Maio, fui a Cuf fazer o exame solicitado pelo Drº Tiago, em que assinei um termo de responsabilidade no Hospital de Vila Franca e onde paguei 15€. Dia 27 de Maio de 2022, fui a consulta para saber os resultados dos exames todos, quando me foi dito que o exame que efetuei na CUF não estava acessível. Dirigi-me a secretaria do Hospital, para tentar perceber o que se estava a passar, o qual me foi dito que depois me davam a resposta.Resposta essa que chegou quase 1 ano depois, hoje dia 20-03-2023, volto ao hospital de Vila Franca de Xira, para ter a consulta com o Dr. Tiago Costa, onde estive na sala de espera 1:30 a espera de ser consultada e para meu espanto o exame ainda não apareceu e não sabem me dizer onde o mesmo esta.Sendo que necessito desse resultado para apresentar a medicina de trabalho.Desde 2021 a espera do resultado dos exames efetuados, se fosse algo grave já tinha morrido. Porque a falta de consideração e de resposta é imensa.Sem maisMaria Carolina Santos
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