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Colchão partido ao meio
Comprei um colchão desta marca a pouco mais de 3 meses, e ele tem uma divisão bem no meio que é impossível dormir direito nele. Cada dia que passa fica pior
Cobrança Consulta de Avaliação
Data da consulta:11 de Março de 2026 Cliente: Ana Tavares Médico: Dra Alexandra Santos Ao marcar a consulta e no momento da mesma, questionei sobre custos, dado que não tenho seguro, e foi-me informado que a avaliação não teria custo e por esse mesmo motivo procedi com a consulta. A consulta durou apenas cerca de 3 a 5 minutos, consistindo em observação clínica e explicação do plano de tratamento; o restante tempo foi gasto a elaborar o orçamento. Não me foi solicitado pagamento nem encaminhada à receção. A cobrança de 48€ foi comunicada no dia seguinte por telefone, sem aviso prévio. A clínica insiste que todas as consultas têm custo e que apenas o médico pode decidir sobre cortesia, informação que não foi comunicada antes da consulta. Houve falha de comunicação e informação ao consumidor, não sendo informado previamente o valor da consulta. Solicito que a cobrança seja anulada e que a clínica reveja os procedimentos de comunicação de custos para evitar indução de erro em futuros clientes. Aguardo uma resposta por escrito dentro do prazo legal, de forma a que a situação possa ser resolvida de forma justa e transparente.
Lesões causadas por pedicure negligente – falta de resposta e indemnização adequada
Velho por este meio apresentar reclamação contra a sociedade Original Azáfama – Unipessoal Lda (Art Beauty / ART Aesthetics), legalmente registada com o CAE principal 96021 (cabeleireiro), após ter sofrido lesões graves durante um tratamento de pedicure realizado em 11 de junho de 2025. Durante esse procedimento foram praticados atos invasivos, incluindo corte de pele nos calcanhares e remoção parcial de unha do pé, resultando em feridas abertas, dor intensa, inflamação e dificuldade significativa em caminhar. Estas intervenções não se enquadram na atividade legal de cabeleireiro nem correspondem a práticas normalmente autorizadas em serviços de estética ou pedicure prestados neste tipo de estabelecimento. Na sequência imediata do tratamento foi necessário recorrer a assistência médica e a cuidados de enfermagem regulares durante várias semanas, com limpeza clínica das feridas, aplicação de pensos especializados e utilização de medicação. As lesões tiveram impacto relevante na minha mobilidade, bem-estar e atividades pessoais e desportivas. Importa salientar que antes desta intervenção não existiam quaisquer feridas ou lesões nos pés, situação comprovada por registos fotográficos e pela manutenção de atividade física normal nos dias anteriores ao tratamento. Após o sucedido, a informação prestada pelo estabelecimento revelou-se contraditória e insuficiente, tendo sido referidas diferentes explicações relativamente aos produtos utilizados, sem identificação clara das substâncias aplicadas nem dos potenciais riscos. Foi igualmente necessário deslocar-me presencialmente ao estabelecimento para tentar obter esclarecimentos básicos. Acresce que foram apresentadas duas reclamações formais no Livro de Reclamações, em novembro de 2025 e em janeiro de 2026, não tendo sido prestada qualquer resposta dentro do prazo legalmente previsto. Até ao momento, a situação tem sido desvalorizada pelo estabelecimento e pela seguradora, tendo sido apresentada uma proposta de compensação manifestamente desadequada face à gravidade das lesões, à duração do tratamento, ao sofrimento causado e ao impacto real na minha vida quotidiana. Considero que os factos descritos evidenciam falhas graves na prestação do serviço, na segurança do tratamento realizado, na informação prestada ao consumidor e no cumprimento das obrigações legais, motivo pelo qual solicito a análise desta situação e a adoção das medidas adequadas à proteção dos meus direitos enquanto consumidora. Obigada
Pedido de apoio – cancelamento de contrato de ginásio e cobrança de valores
Exmos. Senhores, Venho por este meio solicitar apoio relativamente a um conflito com o ginásio Impulse Fitness em Paços de Ferreira. Celebrei um contrato de adesão com fidelização de 12 meses há cerca de 6 meses. Entretanto, passei a trabalhar fora de Portugal por período indeterminado, situação que impossibilita a utilização do serviço. Solicitei a suspensão do contrato, que foi inicialmente concedida por dois meses. Na altura por chamada disseram que por algum motivo não era possível colocar mais do que esse tempo. Sendo que o documento que enviei dizia que eu estaria ausente por tempo indeterminado. Posteriormente, devido à minha permanência no estrangeiro, não consegui enviar atempadamente um documento adicional solicitado pelo ginásio para renovação da suspensão. Sem qualquer aviso prévio, o ginásio deixou acumular valores de mensalidades/quinzenas, informando posteriormente que existia uma dívida de aproximadamente 98€. Atualmente, pretendo cancelar o contrato devido à minha situação profissional no estrangeiro, mas receio que o ginásio tente cobrar valores adicionais relacionados com a fidelização ou outras taxas. Considero que a alteração das circunstâncias (trabalho no estrangeiro) impossibilita a utilização do serviço e que a resolução do contrato deverá ser possível ao abrigo do artigo 437.º do Código Civil e dos princípios da Lei de Defesa do Consumidor. Solicito assim orientação sobre: a legalidade da cobrança destes valores; o meu direito de resolução do contrato sem penalização; os passos que devo seguir para resolver esta situação. Agradeço desde já a vossa ajuda. Com os melhores cumprimentos, João Novais 913900410
Troca de marca de produto.
No dia 10/02 estive na VIP Clinic Braga (Arcada) para realizar aplicação de toxina botulínica. Contratei e paguei por uma marca específica de Botox Alluzience, justamente por possuir maior durabilidade e qualidade. No entanto, o produto que foi administrado aparenta ser de outra marca, sem qualquer tipo de consentimento ou informação prévia para mim ou para o meu esposo. Já no dia da aplicação observei algumas inconsistências, como a presença de soro fisiológico na bancada. Isso me chamou atenção porque algumas marcas como Dysport e Azzalure vêm em pó e precisam ser diluídas, enquanto a marca Alluzience é apresentada em solução líquida pronta para aplicação e não necessita de diluição. No retorno para retoque realizado no dia 28/02, ao analisar fotografias tiradas no local, tive ainda mais certeza de que o produto utilizado não correspondia ao que foi contratado. Ou seja, paguei por um procedimento com determinada marca e durabilidade e aparentemente foi administrado outro produto, sem qualquer transparência. Ressalto que sou da área da saúde e tenho conhecimento básico sobre os diferentes tipos de toxina botulínica e suas formas de apresentação. A situação levanta dúvidas sérias sobre a veracidade das informações fornecidas pela clínica aos pacientes. Outro ponto preocupante é que o agendamento é feito online e em nenhum momento é informado que existe cobrança de 50€ apenas por avaliação caso o procedimento não seja realizado. Essa informação aparece apenas dentro da clínica. Diante disso, solicito esclarecimentos formais sobre: Qual marca de toxina botulínica foi realmente utilizada em meu procedimento; •Justificativa para a possível troca do produto sem meu consentimento; •Cópia do registro/lote do produto aplicado. Acredito que outras pessoas possam estar passando pela mesma situação e considero que o caso merece esclarecimento e eventual investigação.
Cobrança indevida
Prezados senhores venho através deste e-mail, informar a minha indignação pela falta de cumprimento pelo acordo firmado pela empresa Medicare, do qual o contrato eu não quero mais continuar pedindo o encerramento do mesmo , e alguns meses após, a empresa entrou em contato me cobrando faturas infomando que meu contrato tinha fidelização de 1 ano sendo que eu já não utilizava o mesmo, sendo assim me disseram que iria a tribunal se eu não fizesse os pagamentos concordei em fazer um acordo e me foi cobrado débito direto de conta bancária 3 prestações, e todo mês me ligando para pagar parcelas dizendo que eu sou obrigada a pagar 2 por vezes, e toda vez que um operador liga fala uma coisa diferente vai aumentando as pérolas querem exigir pagamento de 2 ou mais parcelas e são mal educadas alteram o tom de voz e ligam todos os dias gostaria de uma feedback sobre como resolver a minha situação da melhor forma possível Meus cumprimentos.
Encomenda não recebida
Eu fiz uma compra de 31 euros no dia 27/02 e eles até hoje não enviaram minha encomenda LS_30919 , no email que me enviaram disseram que iria enviar num prazo máximo de 5 dias úteis e não enviaram quando deu esse prazo e também não respondem os meus emails, eu peço que devolvam o meu dinheiro.
Serviço incompleto sem reembolso justo
Contratei o serviço de limpeza de humidade e para começar a tecnica chegou sem materiais adequados como escada e material de proteçao ao ambiente conforme prometido no serviço no site. A tecnica nao terminou o serviço no dia estipulado e depois cancelaram as visitas duas vezes seguidas sendo a ultima sem ao menos me consultar. Eu nao pude aceitar a segunda remarcaçao pois ja tinha combinado com o pintor e portanto nao haveria mais bolor no local. Eu paguei por 3 ambientes, um ambiente quase nao havia bolor, ela limpou um e deixou outro por fazer que havia muito mais que o primeiro. REsumo eu paguei 109€ e me reembolsaram apenas 19€, com a desculpa que era o correspondente a um comodo que nao foi feito. Porem claramente a divisao nao é feita de forma justa e o serviço nao foi concluido por iniciativa da empresa e nao minha.
Práticas Comerciais Desleais / Abusivas
Em Janeiro 2025, questionei pela E-clic a SS se era legal a Clínica Cliduca apresentar para assinar 34 sessões, em Janeiro de 2025 (Out 2 sessões e 4 cada mês até Junho 2024/2025) de Terapia da Fala quando a menor só estava a ter 1 ou 2 sessões por mês até aquela data. Fui ameaçada de suspensão e de ter de pagar do meu bolso, caso não assinasse as sessões apresentadas. Como não obtive resposta da SS atempadamente e para não prejudicar a menor assinei e informei a SS do que tive que fazer. • Em janeiro de 2026, a clínica suspendeu as terapias alegando falta de pagamento da Segurança Social. Só passado um ano do meu pedido de esclarecimentos é que a Segurança Social me pediu as confirmações das sessões. Confirmei as sessões realizadas de facto, e a SS confirmou que todas as sessões realmente realizadas foram pagas na totalidade (60€ cada). Outubro 2024 — 1 sessão — 60 € Novembro 2024 — 2 sessões — 120 € Dezembro 2024 — 1 sessão — 60 € Janeiro 2025 — 2 sessões — 120 € Fevereiro 2025 — 2 sessões — 120 € Março 2025 — 2 sessões — 120 € Abril 2025 — 1 sessão — 60 € Maio 2025 — 3 sessões — 180 € Junho 2025 — 1 sessão — 60 € A Cliduca estava a cobrar à SS - 1.920,00€ • A 26-02-2026, a clínica informou que não retomará as sessões, apesar de não existir dívida, porque “não trabalham assim” isto por eu não ter confirmado sessões fictícias, motivo dado oralmente por chamada telefónica, por email dizem que não há disponibilidade. • A menor foi expulsa por eu recusar ilegalidades. Isto prejudica gravemente o bem estar da criança. Solicito investigação urgente.
Receitas atrasadas
Ex.mos Sr.s Venho por este meio reclamar por uma situação que já não é a 1.ª vez que acontece. Na Cintramédica existe a possibilidade de pedir receitas online, sem ter que marcar consulta. A Cintramédica a "clinica" em Sintra tem, segundo o site, por volta de 4 médicos psiquiatras. O que acontece é que parece que 3 deles encontram-se em parte incerta, só ficando um que só dá consultas às 2 feiras, 2h da parte da tarde e nem sempre dá consulta, é só quando apetece. A juntar ao problema, parece que os meus medicamentos só podem ser passados por um médico especial. Da primeira vez, ainda tinha uma "lamela" de cápsulas e, conforme a médica que agora me dá assistência disse-me que se ia ausentar, mas que bastava pedir a receita e os colegas passavam ou davam consulta. Veio a comprovar-se que afinal não Estavam os médicos quase todos "fora", ficando só 1 médica para dar assistência à segunda feira, 2h +/- e é quando pode Resultado, tive que esperar que a médica passa-se a dita receita "especial" quando fosse trabalhar. Infelizmente fiquei sem tomar os medicamentos e ao fim de 4 dias comecei a sentir-me bastante mal. Tive que ir até à "clinica" e pedir à médica que passa-se a receita, a qual ainda me fez esperar mais de uma hora e inclusivamente tive que tomar um ansiolítico para minimizar o estado em que estava. Infelizmente ainda há coisas que não consigo controlar, neste caso certas substâncias que o corpo deveria produzir. Desta vez, já sabendo como a "clinica" é gerida pelo departamento de Recusros Humanos, já pedi nova receita , mas com uma caixa para tomar. Já lá vai uma semana e a resposta é que a Dr.ª esta segunda não foi dar consulta, logo são mais 7 dias, isto se ela for dar consulta. Bem sei que há certas doenças que os médicos podem levar um pouco mais levianamente (já constatado por mim), mas existem outras que põem em perigo a vidas dos doente bem como a de terceiros. Infelizmente não tenho dinheiro para um bom seguro e mesmo tentando procurar outros médicos, ou são longe da zona de trabalho/residência ou são muito caros ou então dias antes da consulta, recebo telefonemas a indicar que o médico não vai dar consulta só para daqui a uns meses. Mas a minha reclamação prende-se em que os R.H. da Cintramédica, a meu ver, estão a gerir mal os seus colaboradores e não têm opções B para situações como a minha, onde é preciso um "médico especial" para passar a minha "receita especial", se calhar não sendo caso único.
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