Reclamações públicas

Consulte todas as queixas publicadas na plataforma Reclamar e encontre solução para um problema semelhante, relacionado com produtos e serviços. Saiba mais
M. M.
23/01/2026

Artigo Defeituoso

Exmos. Senhores, Venho por este meio reiterar a minha reclamação e manifestar o meu desagrado com a resposta que me foi dada. Descrição do problema: Recebi uma encomenda que continha um batom que chegou partido/danificado. O produto encontrava-se completamente inutilizável — não posso usar um batom partido. A encomenda foi entregue em casa dos meus pais e, por questões de privacidade, estes não abriram o pacote. Dado que não tive oportunidade de me deslocar a casa deles de imediato, só tomei conhecimento do estado do produto posteriormente. Resposta recebida: Fui informada de que, por ter passado mais de 48 horas desde a receção, já não poderia apresentar reclamação. Considero esta política inaceitável e, mais importante, contrária à legislação portuguesa de defesa do consumidor. Enquadramento legal: Nos termos do Decreto-Lei n.º 84/2021, que transpõe a Diretiva Europeia relativa à venda de bens de consumo, o consumidor tem o direito de exigir a reparação, substituição, redução do preço ou resolução do contrato em caso de falta de conformidade do bem — o que inclui produtos entregues danificados. Este direito pode ser exercido no prazo de 3 anos a contar da entrega do bem, e não em 48 horas. Uma política interna da empresa não pode restringir os direitos legalmente consagrados ao consumidor. Dificuldade de contacto: Acresce que não existe um número de telefone nem e-mail de suporte acessível, o que torna o acompanhamento de reclamações extremamente difícil e frustrante.

Em curso
F. P.
22/01/2026
Hospital Cuf Porto, S.A.

Faturação e pagamento indevido

Exmos. Senhores, No dia 3 de dezembro de 2025, pelas 16.00 h, tive uma consulta de medicina interna no Hospital Cuf Porto. Realizada a consulta, dirigi-me guiché para tirar uma senha para efetuar o pagamento da consulta. Aguardei cerca de 15 m e fui chamado para me dirigir ao balcão para pagamento, por volta das 17.45 h. Apresentei o meu cartão da multicare e a funcionária que me atendeu disse-me que teria que pagar 39,00 €. Perguntei à funcionária se podia pagar com dinheiro, ao que respondeu que sim. E fiz o pagamento em dinheiro e recebi troco em dinheiro. Depois a senhora funcionária perguntou se podia enviar a fatura/recibo para o meu email e respondi-lhe que sim e fui embora. Estive sempre acompanhado por uma senhora, Carla Cristina Brandão de Oliveira, que assistiu a tudo. Verifiquei apenas no dia seguinte, que tinha um email da CUF, datado de 03/12/2025, às 23.13 h. Depois fui confrontado por alguns sms da CUF a solicitar o pagamento ou caso estivesse pago, para ignorar o sms. No dia 7 de janeiro, recebi um email da CUF a cobrar a fatura de 39,00 €, sob pena de recorrer à via judicial. Ao receber tal email, com surpresa, contatei a CUF Porto e expus toda a situação acima referida a uma funcionária da contabilidade e que a aludida fatura tinha sido paga no dia da consulta e em dinheiro. Disse que iria verificar a situação e que depois me contataria. No dia 19 de Janeiro de 2026, a senhora funcionária da CUF contatou-me telefonicamente, a dizer que naquele dia e hora não houve qualquer pagamento em dinheiro daquela importância. Mais ainda me informou que naquele balcão não há recebimentos em dinheiro. Eu pagei sim, em dinheiro e pessoa que me acompanhou também confirma isso. Nunca saí de uma consulta sem a pagar. Alguém que não é sério recebeu e ficou com o dinheiro. Isso afirmo com toda a certeza! E o Hospital Cuf do Porto «fica muito mal na fotografia» Mas como não quero perder mais tempo a discutir o assunto (tenho mais que fazer), resolvi pagar a referida fatura, cujo comprovativo junto em anexo. Deste assunto retiro as seguintes ilações: - NUNCA PAGAR COM DINHEIRO! - A FATURA/RECIBO TEM QUE SER ENTREGUE DE IMEDIATO AO CLIENTE E EM PAPEL! Só resta acrescentar o seguinte: Lamentável atitude e comportamento por parte do Hospital CUF Porto.

Em curso
A. L.
22/01/2026

Cobrança indevida

Bom dia venho por este meio dar a conhecer que no dia 20 dirigi-me à Cuf Montijo para fazer análises clínicas, dirigi-me ao balcão entreguei o meu cartão seguro Multicare como habitual , realizei as análises. De seguida dirigi me ao balcão para pagamento, a Sra disse-me que teria de pagar 22 euros, mas que o sistema estava um pouco lento e que enviaria o valor para o email, eu aceitei. No dia seguinte recebo no meu email uma fatura de 138 euros onde diz que este exame não é comparticipado, liguei para a cuf que ficou de me contactar. Hoje dia 22 a Sra. Maria José Matos que acredito ser da administração ligou-me a esclarecer que de facto não é comparticipado e com toda a arrogância disse que não tem de ter conhecimento de tudo, eu disse que iria fazer uma reclamação ainda se riu e disse que eu estava vontade. Isto é legal? Uma pessoa faz exames sem ser informado que nao é comparticipado pelo seguro.

Em curso
G. C.
21/01/2026
Cliabum

Reclamação sobre serviço odontológico não realizado corretamente – pedido de reembolso e reconhecime

No dia 21 de janeiro de 2026, estive na clínica dentária Cliabum, em Ílhavo, às 16h50, para realizar um procedimento odontológico. A médica informou que seria realizada uma limpeza dentária e uma radiografia. Por conta da minha condição de insuficiência da válvula mitral moderada com dilatação cardíaca grave, foi necessário tomar profilaxia antibiótica de 2 g de amoxicilina antes do procedimento, o que fiz seguindo orientação médica. Tomei o medicamento assumindo riscos médicos, acreditando que iria receber o serviço pelo qual paguei. No entanto, todos os procedimentos realizados entre a hora em que entrei no consultório e o momento em que efetuei o pagamento duraram, no máximo, 20 minutos, o que considero insuficiente para a execução completa de todos os procedimentos cobrados: raspagem e alisamento radicular de dois quadrantes (dentes 41 a 48 e 31 a 38), destartarização bimaxilar completa, aplicação tópica de flúor e radiografia. Ao final do atendimento, fiquei aguardando cerca de 25 minutos ou mais pelo pagamento. Recebi a fatura, cujo valor me pareceu excessivo e incoerente, considerando que possuo plano de saúde. Questionei a assistente sobre a fatura e ela informou que estava tudo correto, motivo pelo qual paguei o valor proposto. Posteriormente, ao pesquisar sobre os procedimentos que deveriam ter sido realizados, constatei que o serviço não foi realizado corretamente. Apesar da limpeza realizada, pontinhos pretos e manchas superficiais permanecem nos dentes, evidenciando que a raspagem e o alisamento radicular não foram feitos de forma completa. O procedimento não doeu, não foi usado anestesia local, o que era de se esperar também. Além disso, o raio X foi realizado após o procedimento, e não antes, como seria o recomendado para diagnóstico e planejamento adequado do tratamento. Verifiquei também que foi cobrado indevidamente o valor referente à aplicação de flúor (20€). Inicialmente, a assistente tentou devolver uma parte em dinheiro e, posteriormente, disse que enviaria o valor via MB Way. No entanto, até o momento, não recebi o reembolso. Após constatar esses problemas, tentei entrar em contato diretamente com a médica para esclarecer a situação e solicitar solução, mas fui informada de que estaria agindo de má fé. Considero esta acusação injusta e incorreta, pois todos os fatos descritos demonstram de forma clara que o serviço pago não foi realizado adequadamente e que fui exposta a riscos desnecessários. Diante desses acontecimentos, considero que fui exposta a antibiótico desnecessário, assumindo risco para a minha condição cardíaca grave, e ainda passei por transtorno, espera prolongada e estresse significativo, sem que o serviço contratado tenha sido efetivamente realizado. Diante disso, solicito formalmente: Reembolso imediato do valor cobrado indevidamente, referente à aplicação de flúor. Reconhecimento formal do transtorno causado e da exposição a risco médico desnecessário, como medida de responsabilidade da clínica. Anexo, sempre que possível, cópia da fatura e procedimentos, valor oficial de procedimento plano de saúde, tentativa de solução com a clínica, pagamento do antibiótico antes da consulta e comprovativo da reclamação feita no Livro de Reclamações.

Em curso
R. O.
21/01/2026

falha na prestação de serviços / cancelamento unilaterais de agendamentos

A quem constar: Venho por este meio apresentar reclamação formal relativamente à condução do meu tratamento ortodôntico na Impress, cuja fase final se encontra atualmente comprometida por falhas reiteradas de comunicação, cancelamentos unilaterais de consultas e indisponibilidade injustificada de agenda, apesar de o tratamento se encontrar integralmente pago. Encontro-me na reta final do tratamento e considero que a atenção e diligência prestadas pela clínica foram manifestamente insuficientes e incompatíveis com as legítimas expectativas criadas no momento da contratação. Desde o início do serviço, deixei expressamente claro que deixaria de residir em Portugal a partir de 01/11/2025, e que poderia regressar caso fosse necessário para finalizar o tratamento se houvesse algum atraso (o que final se comprovou com a necessidade de adicionar a etapa de refinamento ao meu tratamento). Tal informação foi reiterada em diferentes momentos e, ainda assim, foi-me assegurado que: * o acompanhamento remoto seria viável, * os agendamentos presenciais não representariam qualquer entrave, * e que o processo seria simples e compatível com a minha situação. Essas garantias foram determinantes para a minha decisão de adesão ao tratamento - garantias que não se confirmaram na prática. Ao longo do mês de janeiro de 2026, período em que organizei uma estadia prolongada em Portugal especificamente para concluir o tratamento, tive dois agendamentos cancelados unilateralmente, sem aviso prévio adequado, sem proposta de alternativa e sem qualquer consideração pelos constrangimentos pessoais, profissionais e financeiros envolvidos. Destaco, em particular, os seguintes fatos graves: 1. Falta de dever de informação
na consulta de colocação dos alinhadores de refinamento, no final de outubro de 2025, não fui previamente informada sobre a necessidade de instalação de botões e elásticos - apesar de ter comunicado que sairia de Portugal no dia seguinte. Apenas uma semana depois, já fora do país, fui contactada para realizar um procedimento que deveria ter sido planeado e comunicado atempadamente. Esta falha teve impacto direto no planeamento e execução do meu tratamento. 2. Cancelamento unilateral de consulta sem aviso A consulta inicialmente agendada para 05/01/2026, marcada com grande dificuldade e alinhada com a minha estadia em Portugal, simplesmente desapareceu da aplicação, sem qualquer comunicação prévia. Posteriormente fui informada de que a consulta havia sido cancelada unilateralmente, sem qualquer tentativa de contacto comigo ou proposta de remarcação, tendo sido colocada numa genérica “lista de espera”, apesar de eu já ter organizado viagem para o efeito - informação essa que inclusive comprovei mediante envio do bilhete aéreo. Ressalto que apenas após múltiplas tentativas de contato por diferentes meios (telefone e aplicação), consegui um encaixe excepcional para o dia seguinte, 06/01/2026. Tal solução só foi possível mediante insistência contínua da minha parte, o que demonstra que a resolução do problema não foi espontânea nem proativa por parte da Impress, mas sim fruto de esforços reiterados da minha iniciativa. 3. Reincidência de cancelamentos e falhas operacionais na fase final do tratamento Resolvida a questão relativa à colocação dos attachers e botões, tornou-se necessário agendar a consulta de encerramento do tratamento para o período entre 27 e 30 de janeiro de 2026, de forma a coincidir com o término do meu plano de alinhadores (13/13) e aproveitar a minha estadia já programada em Portugal, uma vez que regressarei de forma definitiva ao Brasil em 30/01/2026, sem qualquer previsão de retorno a Portugal. Apesar de ter comunicado de forma clara e reiterada esta limitação temporal, voltei a enfrentar dificuldades injustificadas de agendamento e cancelamentos unilaterais, tendo sido obrigada a acompanhar diariamente a aplicação e a contactar a clínica por quase duas semanas. Apenas após esse esforço contínuo consegui um agendamento para 27/01/2026, que posteriormente me foi comunicado tratar-se de um “erro”, sendo cancelado mais uma vez de forma unilateral, sem qualquer alternativa apresentada para a mesma data ou para datas próximas. Eu tinha conseguido realizar esse agendamento dia 14/01/2026 e estava tudo confirmado na aplicação até a notificação de cancelamento ter sido enviada hoje (21/01/2026), uma semana após estar tudo confirmado. A minha situação pessoal e profissional atual não me permite estar telefonando para a Impress e monitorando a aplicação entre 10 - 20 vezes ao dia para exigir um tratamento digno e razoável para um serviço já pago e contratado.. Este novo cancelamento colocou-me numa situação de extrema insegurança e stress, pois, até ao momento, não existe qualquer garantia de que conseguirei encerrar um tratamento integralmente pago antes da minha saída definitiva de Portugal, situação essa criada exclusivamente por falhas operacionais e de gestão da Impress. Isso sem falar na constante reorganização dos meus compromissos de trabalho para conseguir assistir às consultas com a impress, que acabam por ser canceladas. Encontro-me, neste momento, numa situação de stress injustificado, resultante de sucessivas falhas operacionais da clínica, tendo sido obrigada a despender tempo excessivo em chamadas telefónicas, monitorização constante da aplicação e reorganização da minha agenda pessoal e profissional - o que é manifestamente inaceitável. Face ao exposto, exijo que a Impress: 1) assuma a responsabilidade pelos cancelamentos unilaterais, e 2) garanta, com carácter urgente, um agendamento entre 27 e 29 de janeiro de 2026 para encerramento definitivo do meu tratamento. Caso tal não seja assegurado de forma imediata e concreta, informo que recorrerei às vias legais ao meu dispor em Portugal, incluindo eventual ação judicial por incumprimento contratual e falha na prestação de serviços, com pedido de indemnização pelos prejuízos causados. Registo, por fim, o meu profundo desapontamento com a Impress. Se tivesse conhecimento prévio das dificuldades sistemáticas de agendamento, da extensão injustificada do tratamento e da fragilidade do acompanhamento, não teria contratado os vossos serviços. Aguardo resposta urgente e uma solução concreta.

Em curso

Reclamção de Contrato Falso

Exmos. Srs, Venho por este meio apresentar a minha indignação e respectiva reclamação, uma vez que na minha apólice indica que inclui parto com um capital seguro de 50.000 €, no entanto apercebo-me a uma semana de ser pai pela primeira vez, que não posso fazer uso desse valor indicado na minha apólice nem para pagar o parto nem para pagar despesas associadas a minha estadia para acompanhamento do nascimento do meu filho. Ora isto é enganar as pessoas. Tenho este seguro há mais de 10 anos, tendo aderido ao mesmo em 2015, e só agora me apercebo que não me posso acreditar no que supostamente estou seguro ou não. Isto trata-se de enganar o cliente de forma gravosa. Pelo que irei proceder também à reclamação no livro de reclamações, bem como junto da  Deco Proteste e Portal da Queixa. Irei também exigir a renegociação desta mesma apólice e o pagamento do valor equivalente a todos os elementos indicados na minha apólice dos quais não posso usufruir e para os quais tenho pago durante 10 anos.

Encerrada
M. F.
21/01/2026

Cobrança indevida

Exmos. Senhores. Em data de outubro de 2022 eu contratei os serviços da Medicare, e permaneci até 2024. Quando efetuei a contratação me foi informado que poderia cancelar o plano a qualquer momento. Ocorre que, em agosto de 2024 eu busquei contato com a Medicare, através de ligação telefônica e na área reservada, para efetuar o cancelamento do referido plano, mas a única maneira oferecida pela empresa para efetuar o cancelamento era a solicitação de contato, que assim eu fiz, em agosto de 2024. Ocorre que a empresa só efetuou o contato solicitado apenas em 30 de setembro. Até aquele momento, eu não tinha me apercebido do porque, mas percebi em seguida. Quando contactado pela empresa e solicitei o cancelamento do plano, a funcionária informou que só poderia efetuar o cancelamento da renovação que ocorreria em 2025, tendo em vista que faltava menos de 30 dias para a renovação de 2024, que se daria no início do mês de outubro. Não concordei com essa informação, tendo em vista que o meu contato fora em agosto, portanto mais de 30 dias antes da data da renovação. Mas, não adiantava o que eu argumentasse, a funcionária parecia um robô programado que só falava a mesma coisa. Sendo assim, resolvi cancelar a autorização de débito direto para que houvesse o cancelamento por Resolução, tendo em vista estar inadimplente. Mas, para a minha surpresa a empresa não cancelou as cobranças seguintes, mas cancelou o plano, não permitindo a utilização. Nesta segunda (19/01) recebi contato de uma empresa de cobrança a informar que eu devo a quantia referente a 12 meses de parcela, ou seja de outubro de 2024 a setembro de 2025. Quando informei o ocorrido, ela me disse que estava tudo no contrato e que eu não poderia solicitar o cancelamento. Quando eu li o certificado, não informa nada a respeito da data limite de 30 dias de antecedência para o pedido de cancelamento e ainda informa que haverá o cancelamento por falta de pagamento. Mas, se analisarmos a situação, a empresa não cancelou o plano e agora quer cobrar 12 meses de contrato, sem que o mesmo estivesse disponível para utilização. Desta forma, venho através desta reclamação apresentar esta situação de total abuso e má-fé pela empresa Medicare, que não disponibiliza meios de se efetuar o cancelamento e ainda controla o período que falta para os trinta dias, para se efetuar a solicitação do cliente. É a mesma, para requerer a desconstituição deste débito, tendo em vista a solicitação do cancelamento a tempo hábil para a sua efetivação em 2024.

Em curso
L. G.
21/01/2026

Holmes Place - Degaste no cancelamento

Cancelamento bloqueado e cobranças indevidas – meu processo e do meu esposo desde novembro (Holmes Place Oeiras) Venho por este meio apresentar reclamação contra a Holmes Place (Clube de Oeiras) pela forma como estão a conduzir os processos de cancelamento do meu contrato e do contrato do meu esposo, com sucessivas dificuldades, falta de transparência e indícios de má-fé, enquanto as mensalidades continuam a ser cobradas, mesmo sem utilização do serviço. Ressalto que toda esta situação foi comunicada diretamente ao Gerente do clube, Geoffray Ramos, que teve conhecimento do caso e, até ao momento, não resolveu a situação, mantendo os contratos ativos e as cobranças a decorrer. Quando foi para aderir ao clube foi “tudo fácil”, com grande disponibilidade e rapidez. Porém, quando o cliente pretende cancelar, o processo torna-se um verdadeiro desgaste: exigências repetidas, respostas vagas, empurrar o cliente de um canal para outro e, no fim, não resolvem, mantendo a cobrança ativa. Relato dos factos (meu processo e do meu esposo) Em novembro, eu e o meu esposo dirigimo-nos à receção do Holmes Place Oeiras para tratar do cancelamento. Nesse atendimento, foram pagas as taxas solicitadas e o cancelamento foi solicitado. A própria equipa confirmou que existe registo dos pagamentos dessas taxas. Posteriormente, em receções de outros clubes, foi-nos informado que o cancelamento também poderia ser solicitado por e-mail para a receção/sede do clube de Oeiras. Com base nessa informação, enviámos o pedido de cancelamento para os e-mails: oeiras@holmesplace.pt e rececao.oeiras@holmesplace.pt (os mesmos que constam no site oficial da empresa na página do clube de Oeiras). Além disso, falei com a atendente Agni, que afirmou ter verificado o caso. Mesmo assim, a situação continua sem solução: liguei para a receção de Oeiras 6 vezes em 5 dias. Em todas as chamadas pedem o NIF, dizem que vão “verificar” e que “vão resolver”, mas nada é concluído. Reforço novamente: o caso foi exposto ao Gerente Geoffray Ramos, sem que tenha havido resolução efetiva. O resultado é um só: apesar de já termos feito o pedido presencialmente, pago as taxas e seguido as orientações fornecidas pela própria empresa (incluindo por e-mail), os contratos continuam ativos e as cobranças continuam — o que considero inadmissível. Se a Holmes Place entende que apenas aceita cancelamento por carta registada, então isso deveria ser informado com clareza e de forma objetiva desde o início, e não depois de meses de tentativas e contactos. Além disso, não é aceitável que o cliente seja “forçado” a continuar a pagar por um serviço que não está a utilizar, apenas porque a empresa não finaliza o processo. Pergunta direta Podemos enviar carta registada, se for realmente obrigatório. Mas, até lá, teremos de continuar a pagar mensalidades por algo que não estamos a utilizar, devido a um atraso que não é da nossa responsabilidade? O que exigimos para resolução imediata Confirmação formal e por escrito do cancelamento do meu contrato e do contrato do meu esposo, com data efetiva (idealmente retroativa à data do pedido feito em novembro, ou no mínimo à data do primeiro pedido válido). Cessação imediata de quaisquer cobranças futuras para ambos. Devolução/estorno de quaisquer mensalidades cobradas após o pedido de cancelamento (caso existam). Emissão de comprovativo/declaração de cancelamento dos dois contratos. Depois de quase 2 anos como clientes, esperávamos respeito e seriedade. Com esta experiência, deixo claro que não recomendo a Holmes Place a ninguém, porque a entrada é facilitada, mas a saída é tratada com obstáculos e desgaste para o consumidor. Aguardo resolução urgente.

Em curso
L. G.
21/01/2026

Holmes Place - Degaste no cancelamento

Cancelamento bloqueado e cobranças indevidas – meu processo e do meu esposo desde novembro (Holmes Place Oeiras) Venho por este meio apresentar reclamação contra a Holmes Place (Clube de Oeiras) pela forma como estão a conduzir os processos de cancelamento do meu contrato e do contrato do meu esposo, com sucessivas dificuldades, falta de transparência e indícios de má-fé, enquanto as mensalidades continuam a ser cobradas, mesmo sem utilização do serviço. Ressalto que toda esta situação foi comunicada diretamente ao Gerente do clube, Geoffray Ramos, que teve conhecimento do caso e, até ao momento, não resolveu a situação, mantendo os contratos ativos e as cobranças a decorrer. Quando foi para aderir ao clube foi “tudo fácil”, com grande disponibilidade e rapidez. Porém, quando o cliente pretende cancelar, o processo torna-se um verdadeiro desgaste: exigências repetidas, respostas vagas, empurrar o cliente de um canal para outro e, no fim, não resolvem, mantendo a cobrança ativa. Relato dos factos (meu processo e do meu esposo) Em novembro, eu e o meu esposo dirigimo-nos à receção do Holmes Place Oeiras para tratar do cancelamento. Nesse atendimento, foram pagas as taxas solicitadas e o cancelamento foi solicitado. A própria equipa confirmou que existe registo dos pagamentos dessas taxas. Posteriormente, em receções de outros clubes, foi-nos informado que o cancelamento também poderia ser solicitado por e-mail para a receção/sede do clube de Oeiras. Com base nessa informação, enviámos o pedido de cancelamento para os e-mails: oeiras@holmesplace.pt e rececao.oeiras@holmesplace.pt (os mesmos que constam no site oficial da empresa na página do clube de Oeiras). Além disso, falei com a atendente Agni, que afirmou ter verificado o caso. Mesmo assim, a situação continua sem solução: liguei para a receção de Oeiras 6 vezes em 5 dias. Em todas as chamadas pedem o NIF, dizem que vão “verificar” e que “vão resolver”, mas nada é concluído. Reforço novamente: o caso foi exposto ao Gerente Geoffray Ramos, sem que tenha havido resolução efetiva. O resultado é um só: apesar de já termos feito o pedido presencialmente, pago as taxas e seguido as orientações fornecidas pela própria empresa (incluindo por e-mail), os contratos continuam ativos e as cobranças continuam — o que considero inadmissível. Se a Holmes Place entende que apenas aceita cancelamento por carta registada, então isso deveria ser informado com clareza e de forma objetiva desde o início, e não depois de meses de tentativas e contactos. Além disso, não é aceitável que o cliente seja “forçado” a continuar a pagar por um serviço que não está a utilizar, apenas porque a empresa não finaliza o processo. Pergunta direta Podemos enviar carta registada, se for realmente obrigatório. Mas, até lá, teremos de continuar a pagar mensalidades por algo que não estamos a utilizar, devido a um atraso que não é da nossa responsabilidade? O que exigimos para resolução imediata Confirmação formal e por escrito do cancelamento do meu contrato e do contrato do meu esposo, com data efetiva (idealmente retroativa à data do pedido feito em novembro, ou no mínimo à data do primeiro pedido válido). Cessação imediata de quaisquer cobranças futuras para ambos. Devolução/estorno de quaisquer mensalidades cobradas após o pedido de cancelamento (caso existam). Emissão de comprovativo/declaração de cancelamento dos dois contratos. Depois de quase 2 anos como clientes, esperávamos respeito e seriedade. Com esta experiência, deixo claro que não recomendo a Holmes Place a ninguém, porque a entrada é facilitada, mas a saída é tratada com obstáculos e desgaste para o consumidor. Aguardo resolução urgente.

Em curso

Roubo de Combustivel RNA

Venho por este meio apresentar uma reclamação relativa a uma situação grave e, no mínimo, insólita. O meu veículo, com a matrícula 62-TP-85, esteve à guarda da SNG para ser rebocado de Lisboa para o Norte. Durante esse período, apesar de o automóvel não circular por meios próprios, verifiquei uma redução significativa da autonomia registada na aplicação oficial BMW Connected. Importa salientar que no próprio dia em que o veículo foi rebocado foi efetuado um abastecimento no valor aproximado de 70 €, deixando o depósito completamente cheio. No entanto, os registos da aplicação BMW demonstram claramente que, enquanto o veículo esteve parado num depósito a aguardar transporte, houve uma diminuição progressiva da autonomia, o que indica que combustível desapareceu durante esse período, algo impossível de justificar com o carro imobilizado. Perante esta situação, foi apresentada como justificação a seguinte explicação: “Cumpre, contudo, esclarecer que é comum ocorrer o encravamento da boia de combustível durante as manobras de carga e descarga — devido às inclinações e trepidações a que a viatura é sujeita — o que pode resultar na indicação incorreta do nível de combustível no respetivo quadrante.” No entanto, esta justificação foi expressamente rejeitada pela SNG, minha seguradora, que confirmou que não ocorreu qualquer anomalia ou encravamento da boia de combustível. Mais ainda, aquando da entrega do veículo no Porto para reparação, foi verificado que a autonomia e o nível de combustível não correspondiam ao estado registado no momento da entrega em Lisboa, confirmando que houve efetivo desaparecimento/roubo de combustível. Apesar de todas estas evidências, a RNA mantém a posição de que não se responsabiliza pela situação, alegando que “a viatura foi entregue no destino solicitado com a mesma quantidade de combustível existente aquando da sua recolha”, declaração que contraria os dados objetivos registados pelo próprio veículo, bem como as verificações realizadas no momento da sua receção no Porto. Perante o exposto, considero inaceitável a recusa de responsabilidade, sobretudo quando existem provas digitais claras, fornecidas pelo sistema do fabricante, e confirmação por parte da seguradora, que afastam a hipótese de erro técnico e apontam para uma utilização ou subtração indevida de combustível enquanto o veículo esteve sob responsabilidade de terceiros. Solicito, assim, um esclarecimento formal, a assunção de responsabilidades e uma resolução adequada desta situação, reservando-me o direito de recorrer a outras instâncias legais caso não seja apresentada uma resposta satisfatória.

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