Reclamações públicas

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A. S.
16/09/2026

Atraso 50m

Bom dia, fiz uma marcação de consulta familiar no hospital da Luz e atrasou 50min sem qualquer justificação. Parque super caro e ainda fazem os pacientes esperar quase 1h. Uma vergonha

Em curso
A. L.
15/09/2026

Cobrança indevida e abusiva

Venho apresentar uma reclamação relativamente ao meu contrato com o Ginásio Impulse de Famalicão. A minha mensalidade era de 14 €. Entretanto, fiquei desempregado. Por esse motivo, fui ao ginásio, apresentei a documentação comprovativa do desemprego e solicitei o cancelamento do contrato. Na reçeção, foi-me informado pela funcionária que estava tudo tratado e que o cancelamento estava resolvido. Fiquei, portanto, convencido de que o contrato tinha sido encerrado. Posteriormente, descobri que o contrato continuava aberto e que continuavam a ser acumulados valores. Quando tentei esclarecer a situação, disseram-me que a documentação apresentada não era válida para o cancelamento. Neste momento estão a exigir-me 415,65 apesar de a mensalidade ser de apenas 14 € e de eu ter tentado cancelar o contrato e apresentado a documentação solicitada. Fui recentemente contactado pela empresa FACILIS, que exigiu o pagamento dos 415,65 €. Informei que não reconheço este valor e que não concordo com a cobrança. E a mulher que me contactou foi extremamente grosseira fui explicar a situação ela não quis nem saber já foi me cortando e foi-me então dito que, caso não pagasse, o assunto poderia seguir para tribunal. Não me recuso a pagar valores que sejam efetivamente devidos. O que contesto é que este valor não pode estar certo, uma vez que tentei cancelar o contrato e fui informado de que o processo estava resolvido. Solicito à DECO orientação sobre os meus direitos e ajuda para esclarecer: Qual a base contratual para a cobrança dos 415,65 €; Como foi calculado esse valor; Quais os valores efetivamente em dívida e quais são penalizações ou taxas; Por que motivo o meu pedido de cancelamento e a documentação apresentada não foram considerados. Pretendo resolver a situação de forma justa e estou disponível para pagar eventuais valores que sejam comprovadamente devidos, mas não concordo em pagar esse valor sem uma fundamentação clara. Tenho o contrato e documentação relativa ao desemprego, bem como outras comunicações, que posso apresentar para análise. Ao consultar outras reclamações sobre o Ginásio Impulse, encontrei relatos de outros consumidores com situações semelhantes, nomeadamente cobranças relacionadas com cancelamentos e posterior encaminhamento de valores para a empresa FACILIS, com montantes bastante superiores aos inicialmente indicados pelo ginásio. Por esse motivo, gostaria também de saber se a DECO tem conhecimento de outros casos semelhantes e se existe algum procedimento que possa ser adotado para contestar este tipo de cobrança.

Em curso
P. F.
15/09/2026

Cancelamento de contrato não realizado

Venho apresentar a minha reclamação porque celebrei um contrato com a Impress para o aparelho embrace e um financiamento com a Cofidis. Desde o início, não senti transparência no processo. Inicialmente, disseram-me que tratariam as minhas cáries e tinham orçamento para esse tratamento, mas depois afinal informaram que isso não estava disponível. Tive sempre a sensação de que o objetivo era apenas que efetuasse o pagamento do aparelho. Procurei valores noutros locais para os tratamentos necessários, mas são elevados e não faz sentido pagar em dois sítios diferentes. Pretendo cancelar o contrato com a Impress e disseram-me que iriam tratar da situação, mas já passou dois meses e já foi cobrado a segunda mensalidade. Quero salientar que não iniciei nenhum procedimento com eles relativamente ao aparelho embrace, por isso não compreendo porque não posso cancelar. Alegam que os técnicos começaram a analisar os meus dentes, mas nunca tiveram acesso a raio-X dos meus dentes sem cáries para tal. Já fiz reclamação junto da Cofidis, que respondeu dizendo que a Impress ainda não tinha cancelado nada. Contactei também a responsável que me fez o contrato, Ana Sofia da Silva Santos, mas ela diz sempre que o assunto é com outros departamentos e não me fornece contactos para falar diretamente com eles. Exijo poder assinar imediatamente o cancelamento do contrato, pois não avancei com nenhum tratamento e só me têm cobrado mensalidades sem realizarem qualquer trabalho.

Em curso
L. B.
14/09/2026
Clínica Dr. Nuno R. Santiago, Unip., Lda.

Desigualdade de género, ausência de condições adequadas de acompanhamento terapêutico

Venho, por este meio, apresentar uma reclamação formal relativamente à minha experiência enquanto utente nessa clínica, por considerar terem existido situações graves de desigualdade de género, falta de ética profissional, ausência de informação transparente e insuficiência de acompanhamento técnico adequado. Desde o momento da admissão, foram impostas às mulheres regras extremamente restritivas relativamente ao vestuário, sem que essas informações tivessem sido previamente comunicadas antes da entrada na clínica. As utentes estavam impedidas de usar tops de alças, camisolas ou camisas com qualquer tipo de decote, bem como calções acima do joelho. Inclusive, na época balnear, na piscina, apenas era permitido o uso de fato de banho. Acresce ainda o facto de as mulheres não poderem manter uma conversa com um homem sem a presença de um terceiro elemento. Contudo, os homens utentes não estavam sujeitos a qualquer tipo de restrição semelhante relativamente ao vestuário ou interação social, o que considero uma clara situação de desigualdade de género e discriminação. Quando questionei a psicóloga sobre o fundamento destas regras, foi-me referido que as mesmas se deviam a situações ocorridas anteriormente na clínica. Contudo, manifestei a minha opinião de que, caso tenham existido incidentes no passado, os mesmos refletem uma falha de supervisão e controlo por parte da administração e não devem justificar medidas discriminatórias dirigidas exclusivamente às mulheres. Foi igualmente informado, antes da admissão, que existiria assistência médica disponível 24 horas por dia, informação essa que não corresponde à realidade. Na prática, apenas existiam os chamados “monitores”, muitos deles ex-adictos tratados na mesma clínica, sem formação na área da saúde. A assistência prestada em situações de urgência limitava-se, segundo o que foi transmitido, a contactar o 112, exatamente como qualquer pessoa faria em casa. Estamos a falar de uma clínica com mais de 40 utentes, onde frequentemente a monitorização diária era assegurada maioritariamente por apenas dois utentes em tratamento, designados como “grupo líder”, por serem considerados os mais assertivos do grupo. Considero extremamente preocupante que responsabilidades de acompanhamento e controlo recaíssem sobre pessoas igualmente em processo terapêutico, sem qualificações técnicas adequadas. Durante várias sessões de terapia de grupo, presenciei a psicóloga, Médica: CATARINA CUNHA (65592), utilizar expressões como: “isto aqui é para doer, tem que doer”. Em 15 anos de acompanhamento psicológico e psiquiátrico, nunca ouvi semelhante abordagem por parte de profissionais de saúde mental. Os utentes que procuram tratamento para dependências procuram igualmente apoio para lidar com traumas, impulsos, baixa autoestima, ansiedade e sofrimento emocional. Ouvir este tipo de discurso provocou em mim um profundo sentimento de falta de ética, empatia e respeito perante pessoas vulneráveis e em tratamento. Somos pessoas com problemas de adição, não somos animais — e nem os animais devem ser tratados com imposição, arrogância ou jogos psicológicos. Este tipo de comportamento apenas reforça a perceção de ausência de ética profissional dentro da instituição. Apesar de ter permanecido apenas quatro dias na clínica, esse período foi suficiente para reconhecer a falta de técnicos devidamente qualificados para a quantidade de utentes presentes, bem como a insuficiência de acompanhamento adequado em momentos críticos. Tive episódios de ansiedade e ataques de pânico sem o devido apoio especializado. Posso ainda referir que o meu familiar, identificado como tutor, contactou diariamente a clínica, sem nunca receber qualquer feedback relativamente ao meu estado emocional ou psicológico, nem sequer uma palavra de incentivo ou orientação sobre a continuidade do tratamento. No dia em que manifestei a intenção de desistir do internamento, por perceber que a realidade da clínica não correspondia ao que me tinha sido apresentado inicialmente, não houve qualquer tentativa de diálogo, avaliação clínica ou acompanhamento no sentido de compreender a minha decisão. Pelo contrário, foram imediatamente apresentados os documentos de desistência e contactado o meu familiar para me ir buscar. Acresce ainda que, dois dias antes da minha saída, solicitei autorização para contactar a minha psicóloga do CRI de Gondomar, pedido esse que me foi recusado sem qualquer justificação aceitável. Estando eu a necessitar de acompanhamento, e sem o ter, e terem simplesmente respondido que não havia contatos para médicos externos à clínica. Considero que todas estas situações demonstram falta de transparência, falhas graves no acompanhamento terapêutico, ausência de condições adequadas para os devidos tratamentos e práticas discriminatórias incompatíveis com aquilo que se espera de uma instituição desta natureza. Solicito, assim, que esta reclamação seja analisada com a devida seriedade e que sejam tomadas medidas para averiguar as práticas adotadas nesta clínica, de forma a garantir a dignidade, segurança e igualdade de todos os utentes. É de lamentar uma clínica receber pessoas a necessitar de acompanhamento diário, e poder dizer que em apenas 5 dias que estive, foram o suficientes para passar tudo isto. Ajuda, tratamento, inclusão, acompanhamento e outras coisas mais, foram coisas que posso dizer que não obtive! Já para não falar que tratasse de uma clínica em que se paga para lá estar, e ainda assim existe todos estas questões negativas a apontar.

Em curso
R. C.
14/09/2026
HOSPITAL VETERINÁRIO BICHOMIX

NEGLIGÊNCIA VETERINÁRIA = MORTE

RITA CONDE Para: Hospital Veterinário Bichomix Número de caso - 15493104 13/08/2026 Exmo. Senhores, CONTINUAÇÃO DA RECLAMAÇÃO-Número de caso - 15412339. A NEGLIGÊNCIA MÉDICA VETERINÁRIA SOBRE O RUCA PASSOU A AGRAVADA PORQUE CULMINOU NA MORTE DO ANIMAL!!! E, TAL COMO PODEM VER NAS FOLHAS DE RECLAMAÇÃO QUE VOS ENVIO EM ANEXO. FUI COAGIDA ARROGANTEMENTE PELA RESPONSÁVEL DRA. MAFALDA MELO PARA NÃO PREENCHER O LIVRO DE RECLAMAÇÕES NA SALA PARA QUE OUTRAS PESSOAS NÃO VISSEM E AVISOU-ME PARA QUE NÃO FALASSE COM NINGUÉM!!!! DEPOIS DA NEGLIGÊNCIA RESULTANTE EM MORTE VEM A FRIEZA E FALTA DE SENSIBILIDADE E HUMANIDADE PELOS ANIMAIS, ESTANDO PREOCUPADA ÚNICA E SIMPLESMENTE POR ESCONDER O QUE ALI SE PASSOU...... HORRÍVELMENTE TRISTE!!!!! NÃO OBTIVE QUALQUER RESPOSTA POR PARTE DO HOSPITAL BICHOMIX!!!!!!!!

Em curso
R. C.
14/09/2026
Hospital Veterinário Bichomix

Número de caso - 15412339

Número de caso - 15412339 27/07/2026 Exmos. Senhores, Venho demonstrar o meu profundo desagrado com o internamento do meu gatinho Ruca. Ele deu entrada neste hospital veterinário na segunda-feira, dia 13 de julho de 2026, para normalização dos valores dos rins, conforme indicação veterinária. Contudo, o tratamento durante o internamento foi, a meu ver, absolutamente inadmissível: - O Ruca foi sedado de forma excessiva, tendo até a Dra. Sofia Zamith mostrado preocupação com o estado de sonolência extrema em que ele se encontrava. - Indicámos claramente que o Ruca só se alimenta de mousse, mas só lhe deram comida sólida em pedaços. - Ao longo dos dias, a sonolência exagerada persistiu. - O Ruca foi ficando cada vez mais magro, perdendo peso entre segunda-feira e sábado, quando deveria estar a recuperar. - Num dos dias mais complicados, quando cheguei para visitar o Ruca, percebi que a comida estava igual à que deixámos na visita anterior, o que demonstra que passou cerca de 24 horas sem comer. Tivemos de comprar nós próprios mousse para ele, porque o animal estava cheio de fome. - Fui também eu quem limpou a box do internamento, que estava com os resguardos completamente molhados de urina e água derramada; até tive de pedir uma esfregona para limpar o chão, pois nem para as visitas existiam condições. - Partilhei estas situações com a Dra. Mafalda Melo e a Dra. Sofia Zamith, que reconheceram que eu tinha razão e lamentaram o sucedido. - Fiquei tão ansiosa e nervosa com esta situação, que só consegui escrever a reclamação no livro próprio no dia seguinte. - Durante o internamento, senti total falta de sensibilidade por parte da equipa em relação ao bem-estar animal. - Esquecem-se de alimentar o Ruca, mas não se esqueceram de cobrar o dia em que ele esteve sem comer, o que é, no mínimo, lamentável. Depois do que o Ruca passou, não há forma de corrigir este mau trato. Gostaria ainda de acrescentar que: - As patinhas do Ruca ficaram extremamente inchadas devido aos hematomas causados pelos catéteres. Colocaram ligaduras apertadas, e se não tivéssemos ido em visita, ninguém teria retirado os garrotes. Tenho registos fotográficos do inchaço anormal das patas. - Quando fomos buscar o Ruca, ninguém soube indicar onde estava a sua transportadora e mantinha, porque não foram devidamente identificadas. - Entre os dias 13 e 18 de julho, durante o internamento, o Ruca perdeu quase 500 gramas e encontra-se sob prognóstico muito reservado, com estado de saúde muito grave. Estou extremamente dececionada e abalada com todo este processo. Considero esta situação vergonhosa e muito triste. Cumprimentos, Rita Conde

Em curso

Resolução de contrato por livre Resolução

Assunto : Resolução de contrato por livre Resolução - Contrato n° 13489 DA Venho por este meio apresentar uma reclamação e exigir o cancelamento do contrato de compra e venda de um aparelho auditivo, realizada no dia 11 de setembro de 2026, numa das vossas unidades móveis, pelo valor total de 5.990 €, já integralmente pago. Senti que fui alvo de uma abordagem de venda extremamente agressiva e sob grande pressão emocional. O vosso comercial colocou-me o aparelho diretamente nos ouvidos, onde permaneceu durante cerca de 4 horas, sem que me fosse dado tempo suficiente para refletir sobre um investimento desta dimensão. Ao abrigo da legislação aplicável, exerço o meu direito de livre resolução dentro do prazo legal. Exijo o reembolso imediato e integral do valor pago. O equipamento está guardado na respetiva caixa e disponível para devolução assim que o montante me for restituído. Espero uma resposta urgente, caso contrário terei de recorrer a outras entidades de defesa do consumidor.

Em curso
I. R.
11/09/2026
Hospital Trofa Saúde Penafiel

Hospital Trofa Saúde de Penafiel ignora prazo legal e não responde a reclamação com mais de um mês

Exma. Equipa da DECO PROTESTE e Apoio ao Cliente do Hospital Trofa Saúde, Venho por este meio expor a ausência de resposta por parte do Hospital Trofa Saúde de Penafiel, relativamente a uma reclamação que apresentei no livro físico da instituição no passado mês de agosto. Devido à extensão do problema, a exposição ocupou três páginas do livro de reclamações. De acordo com a legislação em vigor, o hospital dispunha do prazo máximo de 15 dias úteis para enviar uma resposta fundamentada e remeter o processo para a Entidade Reguladora da Saúde (ERS). No entanto, já passou mais de um mês e, até à data, não obtive qualquer contacto ou esclarecimento por parte do hospital. Esta falta de resposta impossibilita a resolução do problema original e desrespeita os prazos definidos por lei para a proteção do utente. Solicito, por isso, a mediação da DECO PROTESTE para que o Hospital Trofa Saúde de Penafiel analise a situação apresentada no livro físico e faculte a resposta a que tenho direito. Melhores cumprimentos.

Em curso
S. S.
11/09/2026
Hospital veterinario de Gaia H.V.G

Grave negligência,falta de brio,ocultação de documentos

Venho denunciar a grave falha de serviços do Hospital Veterinário de Gaia (HVG / Carvalhos), grupo que detém também a clínica de Grijó. Antes da cirurgia a 17 de julho, o meu animal era 100% saudável. No pós-operatório em casa, as medicações tiraram-lhe o apetite e a dor continuava . Fez 5 dias de ambulatório sem diagnóstico,com 3 injecções diárias e nos últimos 2 foi lhe acrescentado mais 1 antibiótico paralisados o trato gastrointestinal. Após exigir respostas, foi internado a 29 de julho em estado crítico e colapso renal (Creatinina a uns brutais 5.74 mg/dL) devido à desidratação e oclusão intestinal ignoradas.No hospital, foi alimentado a seringa até sábado, 1 de agosto,onde inseriram tardiamente uma sonda nasal. A negligência continuou na jaula: o animal foi encontrado por mim na jaula completamente encharcado em urina. O respeito pelo cliente é nulo: mesmo com visitas agendadas, esperávamos mais de uma hora na receção. Deram alta condicionada prematura e noutro hospital confirmou-se que as lesões causadas pelo HVG eram já irreversíveis, culminando no pior desfecho. Este é o segundo animal que perco ali em 3 anos. Se amam os vossos animais, fujam deste grupo (HVG / Grijó). Queixas já entregues à DGAV, Ordem e ASAE.#hvg #hospitalveterinariodegaia #negligenciaveterinaria #justicaparaolucky

Em curso
A. S.
10/09/2026

Cobrança de receita médica indevida e abusiva

Venho por este meio registar uma denúncia acerca do procedimento da clínica dentária Lusodente, Estrada da Luz, Laranjeiras. Após me ter deslocado a esta clínica para uma consulta dentária qual não foi o meu espanto quando no final, após a doutora ter efetuado uma receita médica com um medicamento para as dores, no ato da saída tive que pagar €20 por uma receita médica. Também já fiz esta exposição na Medicare, uma vez que fui a esta clínica com este plano de saúde, e onde referiram que esta cobrança foi indevida. Neste seguimento, pretendo ser reembolsada deste valor que não devia ter sido pago, o qual é considerado pagamento abusivo

Em curso

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