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Receitas atrasadas
Ex.mos Sr.s Venho por este meio reclamar por uma situação que já não é a 1.ª vez que acontece. Na Cintramédica existe a possibilidade de pedir receitas online, sem ter que marcar consulta. A Cintramédica a "clinica" em Sintra tem, segundo o site, por volta de 4 médicos psiquiatras. O que acontece é que parece que 3 deles encontram-se em parte incerta, só ficando um que só dá consultas às 2 feiras, 2h da parte da tarde e nem sempre dá consulta, é só quando apetece. A juntar ao problema, parece que os meus medicamentos só podem ser passados por um médico especial. Da primeira vez, ainda tinha uma "lamela" de cápsulas e, conforme a médica que agora me dá assistência disse-me que se ia ausentar, mas que bastava pedir a receita e os colegas passavam ou davam consulta. Veio a comprovar-se que afinal não Estavam os médicos quase todos "fora", ficando só 1 médica para dar assistência à segunda feira, 2h +/- e é quando pode Resultado, tive que esperar que a médica passa-se a dita receita "especial" quando fosse trabalhar. Infelizmente fiquei sem tomar os medicamentos e ao fim de 4 dias comecei a sentir-me bastante mal. Tive que ir até à "clinica" e pedir à médica que passa-se a receita, a qual ainda me fez esperar mais de uma hora e inclusivamente tive que tomar um ansiolítico para minimizar o estado em que estava. Infelizmente ainda há coisas que não consigo controlar, neste caso certas substâncias que o corpo deveria produzir. Desta vez, já sabendo como a "clinica" é gerida pelo departamento de Recusros Humanos, já pedi nova receita , mas com uma caixa para tomar. Já lá vai uma semana e a resposta é que a Dr.ª esta segunda não foi dar consulta, logo são mais 7 dias, isto se ela for dar consulta. Bem sei que há certas doenças que os médicos podem levar um pouco mais levianamente (já constatado por mim), mas existem outras que põem em perigo a vidas dos doente bem como a de terceiros. Infelizmente não tenho dinheiro para um bom seguro e mesmo tentando procurar outros médicos, ou são longe da zona de trabalho/residência ou são muito caros ou então dias antes da consulta, recebo telefonemas a indicar que o médico não vai dar consulta só para daqui a uns meses. Mas a minha reclamação prende-se em que os R.H. da Cintramédica, a meu ver, estão a gerir mal os seus colaboradores e não têm opções B para situações como a minha, onde é preciso um "médico especial" para passar a minha "receita especial", se calhar não sendo caso único.
Prestação de informação errada quanto ao valor de exame de saúde
A minha esposa marcou uma colonoscopia na CUF Cascais, por telefone, pois no passado havia realizado esse exame naquele hospital. No dia do exame, a funcionária do atendimento, durante a admissão disse que estava a decorrer acertos com a tabela da ADSE, mas que o valor do exame seria 260 euros. A funcionária disse ainda que não poderia pagar naquele momento, pois durante o exame poderia ter que fazer mais algum procedimento, o que não aconteceu. Em nenhum momento foi dito que este exame não tinha acordo com a ADSE. Não estava à espera desse valor, pois no passado havia pago cerca de 80 euros, salvo erro, mas como já tinha feito a preparação decidi avançar com o exame. Por curiosidade perguntei o valor do exame pelo serviço nacional de saúde e a funcionária disse que custava cerca de 585 euros. Tudo isto aconteceu esta segunda-feira, dia 9 de março. Hoje, dois dias depois do exame, recebi no meu email uma fatura para pagar no valor de 437,83 euros, mais do dobro do valor mencionado no atendimento. É inadmissível que esta situação tenha ocorrido. Em momento algum eu faria este exame pelo valor mencionado na fatura. Já enviei mensagem para a CUF Cascais e aguardo por uma resposta. Gostaria de saber se me podem ajudar com esta situação. Se já tiveram casos semelhantes e de que forma foram resolvidos. Muito obrigada pela atenção.
Reclamação por falha reiterada na prestação de serviço de saúde já pago
Apresento a presente reclamação devido à reiterada falha na prestação de um serviço de saúde contratado e já totalmente pago, sem que até à presente data o procedimento tenha sido realizado. Ao longo das várias tentativas para a realização do procedimento, desloquei-me à clínica por quatro ocasiões, sem que em nenhuma delas o tratamento fosse efetivamente executado, pelos seguintes motivos: • 1.ª deslocação: fui informado de que o procedimento inicialmente previsto no plano de tratamento (gengivectomia) não seria afinal o mais adequado, sendo necessário realizar uma gengivoplastia. Esta alteração demonstra que a avaliação inicial do caso não foi devidamente confirmada antes da marcação do procedimento. • 2.ª deslocação: no dia agendado para a intervenção, fui informado de que o procedimento apenas poderia ser realizado após a retirada do aparelho dentário, não podendo ser efetuado no mesmo dia devido ao tempo necessário para a sua execução. Esta limitação deveria ter sido previamente avaliada e comunicada aquando do agendamento. • 3.ª deslocação: fui informado de que os moldes necessários para a realização do procedimento ainda não tinham chegado, impossibilitando novamente a execução do tratamento. • 4.ª deslocação: fui posteriormente informado de que os moldes estavam mal executados, encontrando-se largos e não permitindo a realização do procedimento, situação que constitui um erro técnico imputável exclusivamente à clínica. Importa ainda referir que retirei o aparelho ortodôntico no mês de janeiro, conforme planeado para a realização do procedimento em causa. Atualmente encontro-me a utilizar uma contenção provisória que não fixa adequadamente aos dentes devido ao excesso de gengiva, situação que deveria ter sido resolvida com a intervenção programada. Apesar de a operação ter sido agora remarcada para o mês de abril, estamos perante um atraso de aproximadamente três meses, período durante o qual tenho sido obrigado a utilizar uma contenção provisória que não cumpre eficazmente a sua função. Esta situação cria um risco real de comprometimento do progresso obtido ao longo de cerca de quatro anos de tratamento ortodôntico, uma vez que a contenção provisória não assegura a estabilidade adequada dos dentes. Apesar de já ter efetuado o pagamento integral do procedimento, continuo sem uma solução adequada e em tempo útil. Para além disso, tive de suportar sucessivos custos de deslocação, perda de tempo pessoal e profissional, bem como transtornos que não me são imputáveis. Considero esta situação inaceitável, revelando falta de organização, planeamento e controlo de qualidade por parte da clínica. Face ao exposto, solicito a intervenção das entidades competentes para que seja assegurada: • a resolução rápida e definitiva do problema, com a realização do procedimento nas devidas condições; ou • a restituição do valor pago e a devida compensação pelos prejuízos causados, incluindo o tempo perdido, as deslocações efetuadas e os potenciais danos decorrentes do atraso no tratamento. Aguardo uma resposta formal e célere à presente reclamação.
Cancelamento de contrato Medicare e tentativa de cobrança indevida
Venho por este meio expor uma situação que considero irregular relativamente ao cancelamento de um contrato com a empresa MED&CR – Sistemas de Gestão de Cartões de Saúde, Unipessoal, Lda. (Medicare). No dia 05/03/26 enviei um email à empresa a solicitar a cessação do contrato, expondo também problemas que ocorreram durante a utilização do serviço. Posteriormente fui contactada telefonicamente por uma representante da Medicare, que me informou que, apesar de o contrato não ter fidelização, eu teria obrigatoriamente de continuar a pagar as mensalidades até novembro, mês em que o contrato teve início. No entanto, após análise das Condições Gerais e Condições Particulares do contrato, verifiquei que a cláusula 14.1 (Cessação do contrato) estabelece que qualquer das partes pode denunciar o contrato mediante comunicação escrita com 30 dias de antecedência, não existindo qualquer referência à obrigação de pagamento até ao final de um período anual. Também nas Condições Particulares não existe qualquer cláusula que estabeleça fidelização ou permanência mínima obrigatória. Apesar disso, a empresa insiste na obrigação de pagamento das mensalidades até novembro, o que considero não estar previsto nas condições contratuais. Da minha parte manifestei total disponibilidade para cumprir o prazo contratual de aviso prévio de 30 dias, assumindo o pagamento correspondente a esse período, mas não considero legítima a exigência de pagamento até ao final do período anual. Assim, venho solicitar o apoio da DECO Proteste para esclarecer esta situação e verificar a legalidade da exigência apresentada pela Medicare, uma vez que entendo que poderá tratar-se de uma tentativa de cobrança sem fundamento contratual.
Avaliação que era necessária e não fizeram tratamento até ao fim porque já não dava supostamente
Venho por este meio , fazer reclamação da smile up. Estão sempre a mudar de médicos. O meu companheiro fizeram um plano de 7mil euros, chegaram a por um parafuso que supostamente dava pra pôr implante..depois outro medico já o viu e nada fez por afinal já não dava, iam fazendo só limpezas e pouco. Mais..o dente da frente nem implante é.. é placa.. Ele chegou me a passar 2mil euros pro meu nome , e nem cheguei a gastar ló todo e então voltei a passar pra ele . Porque tenho um crédito meu com eles de um implante e mais alguma coisa,ao qual pago 62 wur por mês durante 4 anos. O meu marido pediu e o reembolso já que não fizeram nada.. e disseram tudo bem passado 3 semanas e porque ele foi lá.. agora querem um raio x meu porque dizem que fizeram coisas cm p dinheiro dele.. então se foi transferido para ele. E iam lhe dar o dinheiro em questão seriam 2 mil e tal euros. Então e o crédito que fiz lá? Estou a pagar o que? Eles gozam mesmo e depois o pessoal tá sempre a rodar nunca sabem nada..agora querem fazer um raio x a mim.. sendo que já me puseram o implante e agora já que lhe querem descontar ,está horrível
Impedimento de cancelamento de apólice por duplicação de seguro (Seguro de Grupo)
Exmos. Senhores da Asisa e equipa da DECO PROTESTE, Sou cliente da Asisa em Portugal há mais de um ano (Apólice n.º 65063738) tendo a mesma sido renovada automaticamente em dezembro passado. Recentemente, solicitei o cancelamento da referida apólice, uma vez que passei a beneficiar de um seguro de saúde de grupo obrigatório através da minha entidade patronal. Apesar de ter exposto esta situação à Asisa, a seguradora recusa-se a aceitar a rescisão, alegando a obrigatoriedade de permanência até ao final da anuidade (dezembro de 2026). Considero esta posição abusiva e contrária ao princípio da boa-fé, pelos seguintes motivos: - Duplicação de Risco: A manutenção da apólice individual perdeu o seu objeto e utilidade prática, uma vez que o risco já se encontra coberto pelo seguro da empresa. - Encargo Injustificado: Sendo um cliente cumpridor há mais de um ano, não é razoável ser forçado a pagar mensalidades por um serviço de que não necessito, configurando um enriquecimento sem causa para a seguradora. - Alteração de Circunstâncias: A mudança na minha situação profissional constitui uma alteração superveniente que justifica a resolução do contrato por mútuo acordo. Solicito, por intermédio desta plataforma, que a Asisa proceda à anulação imediata da apólice e interrompa a cobrança dos prémios, em nome do bom senso e da relação comercial mantida até à data. Fico a aguardar uma resposta célere. Com os melhores cumprimentos, RC
Propaganda enganosa
À atenção da Multicare, Venho por este meio apresentar uma reclamação relativamente a uma situação que considero enganosa e pouco transparente. Tomei conhecimento de uma publicidade que indicava a oferta de 1 ano de seguro gratuito para pessoas com 45 anos, motivo pelo qual procedi à minha inscrição com base nessa informação. No entanto, posteriormente recebi termos e condições que apenas referiam 6 meses, o que não corresponde ao que foi anunciado. Após essa situação, fui contactado telefonicamente por uma colaboradora da vossa empresa. Durante a chamada, em vez de esclarecer a questão da publicidade e da discrepância entre os 12 meses anunciados e os 6 meses presentes nos termos enviados, a colaboradora insistiu em apresentar-me um seguro pago no valor de 54€ por mês. Durante a conversa, a colaboradora explicou verbalmente algumas condições e benefícios do seguro. Contudo, quando solicitei que me fossem enviados os termos e condições completos por escrito para análise, a mesma recusou-se repetidamente a disponibilizá-los, afirmando que só seriam fornecidos após a celebração do contrato. Considero esta postura extremamente preocupante e pouco transparente, uma vez que qualquer cliente tem o direito de analisar previamente os termos e condições de um produto antes de tomar a decisão de contratar. Além disso, a atitude da colaboradora tornou-se progressivamente arrogante e pouco profissional, contrastando com a simpatia demonstrada no início da chamada.
Fatura
O Hospital CUF Cascais me cobrou no adiantamento €1125,00 por KIT 98000804 dizendo que é energia mas na literatura é KIT EPI cobrado durante a pandemia por 5 a 15€ Cobraram também €111,29 por uma unidade eritrocitária (bolsa de sangue) o que é proibido a cobrança em Portugal Também me cobraram erroneamente €53,00 por uma visita de especialista em otorrinolaringologia Dra Tânia Constantino, visita esta que nunca aconteceu (nem o cirurgião pediu)
Solicitação de esclarecimento e resolução de situação
Exmos. Senhores, Venho, por este meio, expor uma situação referente ao utente Sr. Álvares Gonçalves Pais, n.º de utente 366332375, que deu entrada na CUF Descobertas no dia 30/01/2026, tendo permanecido internado até 19/02/2026, no 5.º piso, sob cuidados intensivos, devido à gravidade do seu estado de saúde. O utente deu entrada no hospital acompanhado da sua cuidadora, Célia Rosa, em cadeira de rodas. O motivo de admissão e internamento incluiu o seguinte quadro clínico: AVC isquémico (maio de 2025), estenose carotídea, insuficiência cardíaca com FEVE de 45%, HTA, pacemaker, cardiopatia isquémica, infeções urinárias de repetição, TVP, DPOC, hiperuricemia, SAOS com recusa de CPAP e hábito tabágico, tendo o internamento ocorrido por dispneia, ortopneia, DPOC agudizada, insuficiência cardíaca descompensada e infeção do trato urinário. Durante o período de internamento, foi observado pela cuidadora, nas visitas que realizava regularmente, que o utente se encontrava frequentemente na mesma posição, o que terá contribuído para o aparecimento de uma escara significativa na região do cóccix, situação de que o próprio utente já se queixava, manifestando dor. Numa determinada noite, por volta das 20h30, foi efetuado um contacto telefónico para a cuidadora. No entanto, por se encontrar a trabalhar, não conseguiu atender a chamada no momento. Ainda assim, deslocou-se ao hospital nessa mesma noite, onde foi informada de que o utente se encontrava em estado muito grave, praticamente em coma e a respirar com auxílio de oxigénio. Dias mais tarde, a cuidadora tomou conhecimento de que o utente se teria engasgado, não sabendo se tal situação poderá ter resultado de falta de supervisão. O facto é que, na sequência desse episódio, veio a desenvolver uma pneumonia. Paralelamente, ao longo do internamento, a cuidadora questionou várias vezes sobre a cadeira de rodas do utente, sem que ninguém conseguisse prestar um esclarecimento concreto sobre o seu paradeiro. No dia da alta, o utente regressou a casa de ambulância, por indicação médica, sem a sua cadeira de rodas. Desde então, já foram feitos contactos telefónicos com a CUF, e a cuidadora também já se deslocou presencialmente ao hospital, mas, até ao momento, ninguém soube informar o que aconteceu ao referido equipamento. Deste modo, venho solicitar a resolução urgente desta situação, com a localização e devolução da cadeira de rodas do utente, ou, caso tal não seja possível, uma solução adequada por parte dessa instituição. Trata-se de um bem pessoal indispensável para a mobilidade do utente, sendo necessário para o transporte a consultas e demais deslocações. Neste momento, encontra-se a ser necessário alugar uma cadeira de rodas, o que representa um custo de 15 euros por dia. Agradeço, desde já, a vossa atenção e aguardo uma resposta célere para a resolução deste caso. Com os melhores cumprimentos, Célia Rosa
Encomenda com problemas
Eu estou cansada de estar a espera que tratem do meu problema, estou a tentar há 1 mês. O colchão quando recebi, veio sem etiqueta não tem nada mesmo, tenho há poucos meses e ele por baixo está a ficar amarelo com as marcas da cama, por não ter etiqueta não me querem resolver o problema, sendo que têm acesso a fatura, data de compra , tudo… se ele veio mesmo com etiqueta porquê que não provam?
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