Cálculo da pontuação da empresa
Esta pontuação reflete a capacidade da empresa resolver as reclamações dos consumidores.
O cálculo é feito com base em três indicadores:
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Reclamações recentes
Faturas Indevidas
Venho, por este meio, expor a situação vivida na sequência da intervenção cirúrgica a que fui submetida na CUF Cascais no passado dia 18 de maio de 2026, bem como solicitar a reapreciação dos valores que me estão a ser cobrados relativamente aos cuidados de saúde posteriormente prestados. No dia 18 de maio de 2026 fui submetida a uma cirurgia de cistostomia, intervenção que tinha como objetivo melhorar significativamente a minha qualidade de vida e permitir o meu regresso a casa, uma vez que me encontro atualmente institucionalizada devido à necessidade de cuidados de enfermagem permanentes relacionados com a utilização de algália. Segundo me foi transmitido, a cirurgia decorreu normalmente e tive alta hospitalar poucas horas depois. Contudo, nos dias seguintes comecei a apresentar vómitos persistentes, náuseas, incapacidade para me alimentar e um agravamento progressivo do meu estado clínico, motivo pelo qual recorri novamente ao Serviço de Urgência da CUF Cascais no dia 21 de maio de 2026. Após a realização de diversos exames, fui informada da necessidade de ser submetida a uma cirurgia de urgência, tendo sido detetada uma perfuração no intestino delgado ocorrida durante a intervenção realizada no dia 18 de maio, situação que, conforme consta do respetivo relatório operatório, justificou a necessidade dessa segunda intervenção. Apesar de a segunda cirurgia ter decorrido com sucesso, iniciou-se um longo e extremamente difícil período de recuperação. Nos dias que se seguiram o meu estado clínico agravou-se significativamente, tendo sido transferida para os Cuidados Intermédios para vigilância permanente. Perdi muito peso, os intestinos demoraram bastante tempo a recuperar a sua função, sofri episódios de grande confusão e perda de lucidez, acumulei líquidos nos pulmões e vivi uma situação de enorme gravidade clínica. Houve mesmo um momento em que a minha família foi informada de que o meu prognóstico era muito reservado, tendo sido transmitido que os médicos já tinham feito tudo o que era possível e que apenas restava aguardar pela evolução do meu organismo. Felizmente, graças ao trabalho e dedicação dos profissionais de saúde que me acompanharam, consegui recuperar, tendo posteriormente regressado ao quarto e sido ainda submetida a uma terceira intervenção, um cateterismo realizado na CUF Tejo, em consequência do enorme esforço a que o meu organismo foi sujeito durante todo este processo. Apenas tive alta hospitalar no dia 15 de junho de 2026. Quero deixar expresso o meu reconhecimento e agradecimento aos médicos, enfermeiros e restantes profissionais de saúde que me acompanharam ao longo deste período particularmente difícil. Contudo, não posso deixar de referir que todo este sofrimento, bem como o prolongado internamento e os tratamentos que se seguiram, tiveram origem na complicação ocorrida durante a primeira intervenção cirúrgica. Além do enorme impacto físico e emocional, esta situação implicou custos superiores a €6.000,00 (seis mil euros), quando entendo que apenas é devido o valor correspondente à primeira cirurgia, no montante aproximado de €303,00 (trezentos e três euros). Na verdade, todos os restantes internamentos, cirurgias, tratamentos e exames apenas foram necessários em consequência daquela complicação, não podendo, no meu entendimento, ser considerados encargos que devam ser suportados por mim. Acresce que, após todo este sofrimento, a situação clínica que motivou a primeira cirurgia acabou por não ficar resolvida, tendo a intervenção inicialmente realizada sido revertida na cirurgia seguinte. Encontro-me, por isso, praticamente na mesma situação urológica em que me encontrava antes da operação, embora significativamente mais debilitada, necessitando ainda de fisioterapia e de um longo processo de recuperação. Assim, venho solicitar a V. Exas. que procedam à reapreciação desta situação e dos respetivos encargos, considerando que os valores relativos aos cuidados de saúde prestados após a complicação cirúrgica não deverão ser imputados à minha responsabilidade. Solicito ainda que, enquanto esta situação estiver a ser analisada, seja suspenso qualquer procedimento de cobrança relativamente aos referidos montantes. Estou convicta de que esta situação poderá ser resolvida de forma justa e equilibrada, razão pela qual aguardo a vossa resposta escrita. Com os melhores cumprimentos,
Falha grave de informação, transparência e consentimento na CUF Cascais
Venho apresentar reclamação referente ao atendimento na CUF Cascais no dia 29/06/2026. Ao chegar para a consulta, questionei repetidamente no balcão qual seria o valor da consulta através da Multicare. Mesmo oferecendo a apólice, a equipa recusou informar o valor. Após entrar na consulta, fui encaminhado para realizar uma radiografia intraoral sem qualquer explicação de que se tratava de um exame adicional e pago. Não me foi dada opção de aceitar ou recusar. Assumi que fazia parte da consulta de avaliação. Só fui informado do custo após o exame, no guiché, o que viola o dever de consentimento informado e o protocolo da rede convencionada. Solicito: isenção da cobrança do exame, uma vez que não houve consentimento informado nem comunicação prévia de custos
Prestação de informação errada quanto ao valor de exame de saúde
A minha esposa marcou uma colonoscopia na CUF Cascais, por telefone, pois no passado havia realizado esse exame naquele hospital. No dia do exame, a funcionária do atendimento, durante a admissão disse que estava a decorrer acertos com a tabela da ADSE, mas que o valor do exame seria 260 euros. A funcionária disse ainda que não poderia pagar naquele momento, pois durante o exame poderia ter que fazer mais algum procedimento, o que não aconteceu. Em nenhum momento foi dito que este exame não tinha acordo com a ADSE. Não estava à espera desse valor, pois no passado havia pago cerca de 80 euros, salvo erro, mas como já tinha feito a preparação decidi avançar com o exame. Por curiosidade perguntei o valor do exame pelo serviço nacional de saúde e a funcionária disse que custava cerca de 585 euros. Tudo isto aconteceu esta segunda-feira, dia 9 de março. Hoje, dois dias depois do exame, recebi no meu email uma fatura para pagar no valor de 437,83 euros, mais do dobro do valor mencionado no atendimento. É inadmissível que esta situação tenha ocorrido. Em momento algum eu faria este exame pelo valor mencionado na fatura. Já enviei mensagem para a CUF Cascais e aguardo por uma resposta. Gostaria de saber se me podem ajudar com esta situação. Se já tiveram casos semelhantes e de que forma foram resolvidos. Muito obrigada pela atenção.
Fatura
O Hospital CUF Cascais me cobrou no adiantamento €1125,00 por KIT 98000804 dizendo que é energia mas na literatura é KIT EPI cobrado durante a pandemia por 5 a 15€ Cobraram também €111,29 por uma unidade eritrocitária (bolsa de sangue) o que é proibido a cobrança em Portugal Também me cobraram erroneamente €53,00 por uma visita de especialista em otorrinolaringologia Dra Tânia Constantino, visita esta que nunca aconteceu (nem o cirurgião pediu)
Cobrança ilegal
PODE PUBLICAR NOS MEDIA Dia 02 de maio, quando descobri que meu seguro saúde não cobrava internamento fiz e paguei de imediato o Plano + CUF Depois da alta recebo uma cobrança do Hosp. CUF Cascais de 2 dias a mais na UI, dias estes que tive que ficar lá por não ter quarto disponível, mesmo tendo recebido alta médica 2 dias antes. Depois com muita insistência e apoio da Entidade Regularizadora de Saúde tive meu dinheiro de volta. A legislação diz que o plano de saúde tem que arcar com estas despesas, o que o plano + CUF se recusou. Mas recebi a fatura detalhada (só após ter pedido a ERS) com cobrança de 1125€ de Kit de Energia, (anexo) o que não constava no Valor Indicativo Cirúrgico (anexo) especificamente ( o gabinete de clientes diz que estava lá com fármacos, consumíveis e outros, não especificamente energia como A ERS diz que tem que estar pormenorizado na cobrança) (só menciona KITS: 98000804)(anexo). Em 22 de fevereiro li no Google que FOMOS ENGANADOS pois não existe Kit de Energia e o Kit 98000804 que ele refere é de EPI usado e cobrado durante a pandemia por ordem de 5€ a 15€ minha reclamação anterior junto a ERS - REC 95979/2925 e EXP - 109103/2025 Já que cobraram pelos 2 dias a mais de UI, não sei se estão inventando esta também. Além disso recebi a cobrança de uma unidade de sangue 111,29€ que fiquei sabendo ser proibido esta cobrança em Portugal (anexo) Também fui cobrado por uma visita de especialista (anexo) 53€ em otorrino Dra Tania Constantino dia 26/06/25 que não existiu e nem foi chamada pelo cirurgião que é Otorrino TUDO ISSO FOI PAGO ADIANTADO, como se eles esperassem que eu morresse. O gabinete dos clientes da CUF, por causa da ERS só manda e mail sem especificar nada só para tentar provar a ERS que está resolvido, o que não é verdade pois o meu dinheiro não foi devolvido Tenho todos estes documentos para provar. (anexos)
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