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Cobrança
Saudações cordiais; Venho por este meio solicitar a vossa célere intervenção e mediação jurídica relativamente a um conflito de consumo com a clínica OralMED (Sede / Clínica de Queluz) e a entidade financeira Cofidis. Na sequência do pedido de cancelamento do contrato de prestação de serviços e do respetivo financiamento bancário associado, a OralMED de Queluz emitiu uma nota manuscrita onde discrimina que o valor total dos atos médicos efetivamente realizados até à data totaliza 929,96€. A referida clínica exige o pagamento deste montante diretamente em mãos como condição obrigatória para proceder à emissão do distrate (cancelamento) do crédito. Contudo, mediante a consulta da conta corrente e do histórico de pagamentos junto da Cofidis, comprovo que já despendi um total de 943,37€ em mensalidades liquidadas (819,60€ amortizados em prestações anteriores e 123,77€ liquidados recentemente). Fundamentação do Litígio: O valor dos tratamentos executados (929,96€) encontra-se integralmente liquidado e coberto pelos montantes que já saíram da minha conta bancária para a Cofidis, entidade que já procedeu ao respetivo financiamento da clínica. Face ao exposto, a exigência de um novo pagamento em moldes diretos configura uma clara tentativa de cobrança em duplicado e enriquecimento sem causa, violando os direitos consignados na Lei de Defesa do Consumidor. Até ao momento, as tentativas de resolução direta junto da Sede da OralMED (via telefónica e eletrónica) revelaram-se infrutíferas por ausência de resposta, e a Cofidis recusa-se a avançar com a cessação do contrato sem a respetiva instrução por parte do prestador de serviços. Objetivos Pretendidos: Solicito o apoio da DECO Proteste no sentido de compelir a Sede da OralMED a: Proceder ao encontro de contas e emitir o extrato de conta corrente clínico com o saldo regularizado (a zero); Enviar com caráter de urgência o documento de distrate total do valor remanescente à Cofidis, salvaguardando o encerramento definitivo do processo sem qualquer custo adicional indevido. Com os melhores cumprimentos Maria Morena Nsimba
Rescisoa de contrato, cobranca individa,assédio e violação de privacidade dos dados
No dia 12 de Maio recebo por parte do ginasio elementgym de Loures uma resolução do meu contrato de socia, justificado por uma clausula, na qual houve incompatibilidades com um utente. E com estupefaccao que a recebo, pois ainda no mesmo dia tive a treinar nas instalações. No dia 13 de Maio cobram me a quinzenalidade quando no dia anterior fui proibida de usar as instalações. No dia 18.4 fui insultada e amecada por 1 utente que treinava nas instalações. Alem de mim outro utente que treinava comigo foi vitima de racismo e descriminação em que este utente utilizou expressões " preto de m--da.Foi formalizada queixa para o ginasio que ate a data ainda nao se manifestou. Procurei a instrutora do gym para formalizar queixa mas nao a encontrei. Seria suposto estar sempre em sala algum instrutor Existem testemunhas no local sobre a ocorrência No dia 23.4 e violada a minha privacidade de dados por parte do instrutor ao servico nessa noite. Forneceu a minha identificação ao utente que me ameacou ( tambem Psp)e a Psp que foi chamada ao local. A própria agente mencionou que foi o instrutor de sala que forneceu os meus dados. Existem testemunhas no local que assistiram a tal ocorrência. Foi enviado um email e relatado pessoalmente ao responsável de equipa esta situacao e outras sobre o comportamento abusivo deste instrutor quanto a minha pessoa. Foi enviado um email sobre ocorrências de assedio, faltas de respeito e profissionalismo, completamente mensuráveis. Terminou no culminar de usar os meus dados para facultar ao utente que me ameacou e a outros. Em nenhum momento o ginasio se manifestou. Como e possivel face a estes acontecimentos, fazerem uma rescisão de contrato, mas no dia a seguir cobrarem a quinzenalidade? Com que direito um instrutor e funcionário pode transmitir a minha identificação pessoal a qual era suposta estar em seguranca e de acordo com a RGPD da empresa?, como foram utilizados os meus dados para transmitir a outros? Desde quando uma empresa rescinde um contrato alegando questões comportamentais de um utente, sem saber a veracidade dos dados, nao fui ouvida, nem as testemunhas que tiveram no local .
Os direitos sao diferentes para algumas pessoas
Exmos senhores Boa tarde, venho por este meio mostar a minha indignação perante a situação que vivi hoje dia 16 de maio 2026 ao deslocar-me ao hospital são Teotónio de viseu com a minha filha de 5messes com febres altas. Quando cheguei ao hospital fiz ficha na recepção e fui chamada para a triagem onde foi atribuída a pulseira laranja e disseram para aguardar lá dentro que já chamavam. Entrei sozinha pois sei que apenas o pai ou a mãe podem entrar com o filho. Ao qual me deparo logo a seguir que entra um casal com a sua filha onde eu envio sms ao meu marido que aguardava do lado de fora para questionar o segurança sobre o assunto onde o segurança virou as costas e nem respondeu e entrou. O meu marido questionou a receção ela chama o segurança e ele diz lhe que sim que entrou o casal mas que o"João é da casa" mas que o meu marido não pode entrar não acho justo isto ficar assim pois eu e o marido somos cidadãos portugueses pagamos os nossos impostos e tudo mais que manda a lei e depois somos tratados assim a minha filha tem o mesmo direito da outra criança de ter os dois pais presentes e para mim como mãe também ajudava muito visto que estar com uma bebé doente e chorosa sozinha não é tão facil como termos o marido ao lado. Aguardo uma resposta vossa pois os direitos e deveres são iguais para qualquer um. Melhores cumprimentos Andreia tavares
Bloqueio indevido
Bom dia. Ao dia 10 de maio passei por uma situação desconfortável cujo não havia levado minha toalha para treinar. Sendo assim um dos staff que ficam no ginásio veio conversar comigo perguntando da toalha havia informado que não trouxe no dia e que seus colegas já haviam me informado para trazer. Após um tempo o colega veio ter comigo novamente solicitou a minha saída ou chamaria a polícia eu falei que iria aguardar os oficiais chegarem Continuei meu treino até que eles chegaram após a explicação bom os oficiais eu me retirei HJ no dia 15 /05 fui entrar ao ginásio Fui entrar ao ginásio e um staff me informou que meu acesso foi bloqueado após um dia da cobrança da minha mensalidade Eu exijo reembolso e explicações
Falta de transparência nos ingredientes, reação adversa ao produto e recusa de apoio razoável na dev
Gostaria de deixar um alerta público relativamente à minha experiência com a Farmacianaweb, para que outros consumidores possam tomar decisões mais informadas e não passem pela situação que passei. Recentemente adquiri no website da Farmacianaweb um sabonete líquido hospitalar da marca Savaii, anunciado essencialmente como um produto “pH neutro” e “sem fragrâncias”, transmitindo a ideia de ser um produto suave e adequado para uso diário frequente. No entanto, o website não disponibilizava a lista completa de ingredientes do produto, algo que considero extremamente importante, especialmente em produtos de contacto diário com a pele. Como os portes de envio para apenas uma unidade eram praticamente superiores ao valor do próprio produto, acabei por fazer uma encomenda grande de 16 garrafas, no valor aproximado de 63€, dos quais cerca de 10€ foram portes. Assim que utilizei o produto pela primeira vez, tive uma reação imediata nas mãos: secura intensa, irritação e desconforto, algo que nunca me aconteceu nem sequer com sabonetes comuns de supermercado. Tenho pele normal e nunca tive histórico de problemas dermatológicos. Como tenho dois filhos pequenos em casa, procuro precisamente produtos mais minimalistas, suaves e adequados para utilização frequente. Foi então que fui investigar a composição do produto diretamente na embalagem e deparei-me com ingredientes como Cocamide DEA, um ingrediente controverso que ao longo dos anos tem sido alvo de preocupação e discussão toxicológica internacional devido ao potencial de formação de nitrosaminas em determinadas condições de fabrico. Apesar de ainda ser permitido em alguns produtos, é um ingrediente que muitas marcas modernas já optaram por evitar completamente, especialmente em produtos associados a uso frequente e contacto diário com a pele. O problema principal nem foi apenas o produto em si, mas sim a forma como toda a situação foi gerida pela Farmacianaweb. Tentei inicialmente contactar a empresa por WhatsApp, sem qualquer resposta. No dia seguinte tive de ligar várias vezes até ser atendido. Expliquei calmamente toda a situação e sugeri uma solução extremamente razoável: que a empresa organizasse a recolha da encomenda através da sua transportadora, ficando TODOS os custos a meu cargo. Ou seja, a empresa não teria qualquer prejuízo financeiro. Mesmo assim, a situação foi constantemente tratada de forma defensiva e sem qualquer tentativa real de encontrar uma solução equilibrada para o cliente. Depois de vários telefonemas, mudanças de posição e falta de clareza na comunicação, foi-me sempre transmitido que “não era responsabilidade deles”. Acabei por me deslocar pessoalmente aos CTT com uma encomenda de quase 20kg para descobrir que os portes de devolução seriam cerca de 36€. Ou seja: * paguei aproximadamente 63€ pela encomenda; * perderia cerca de 36€ apenas para devolver os produtos; * e tudo isto numa situação em que me mostrei desde o início disponível para assumir os custos e facilitar ao máximo o processo. Voltei ainda a contactar a empresa e até me disponibilizei para pagar diretamente um valor superior àquilo que provavelmente lhes custaria a recolha através dos seus próprios acordos com transportadoras. Mesmo assim, recusaram qualquer tentativa de resolução minimamente razoável. Sinto-me profundamente desapontado com toda esta experiência. Não estou a escrever esta reclamação por causa de um simples desacordo comercial. Estou a escrevê-la porque considero extremamente importante que: * produtos de utilização diária tenham transparência total relativamente aos ingredientes; * clientes sejam tratados com empatia e profissionalismo; * e empresas demonstrem verdadeira vontade de resolver problemas quando estes surgem. Infelizmente, em momento algum senti essa preocupação por parte da Farmacianaweb. Foi a primeira e última vez que comprei nesta loja. Neste momento continuo a aguardar o reembolso da encomenda e espero sinceramente que a situação seja resolvida da forma correta, caso contrário terei de recorrer a outras vias formais de resolução.
Encomenda não recebida
No passado dia 26 de Abril efetuei uma encomenda LS_34397 a estamos a 14 de Maio e ainda não recebi. Já enviei 2 emails, ao primeiro responderam que estavam a verificar e ao segundo não tive resposta. Efetivamente não são de confiança.
Cancelamento
O meu nome é Fabiana Rodrigues e venho por este meio solicitar esclarecimentos relativamente a uma suposta dívida no valor de cerca de 200€ que recebi recentemente por e-mail. Sinceramente, não tenho conhecimento de ter celebrado qualquer contrato ou assumido qualquer compromisso com a vossa empresa, pelo que esta situação me está a causar bastante surpresa e desconforto. Até ao momento, não respondem a chamadas, mensagens ou e-mails e eu pretendo compreender melhor a situação antes de tomar qualquer decisão. Assim, solicito que me sejam enviados todos os detalhes e comprovativos relativos ao alegado contrato ou serviço associado a esta cobrança. Caso exista algum registo em meu nome, pretendo igualmente solicitar o cancelamento imediato de qualquer serviço, contrato ou subscrição associada aos meus dados. Agradeço que esta situação seja resolvida de forma tranquila, clara e sem complicações adicionais. Fico a aguardar o vosso esclarecimento com a maior brevidade possível.
Encomenda LS_34907 nunca chegou
Efetuei uma encomenda no dia 30/04/2026 e procedi ao pagamento. Informam que a encomenda será enviada até 5 dias úteis no email automático. Já passaram quase duas semanas, os produtos nunca chegaram. Já enviei email para encomendas@lojasaude.com, ja fiz reclamação no site sem qualquer resposta. Procurei um contacto telefónico e não existe nenhum. Exijo uma devolução do dinheiro (51,94€).
Contestação de dívida indevida (136€) e recusa de cancelamento por motivos de saúde
Exmos. Senhores da DECO PROTESTE, Venho por este meio solicitar a vossa mediação num conflito de consumo com o ginásio IMPULSE (Strong Scenery, Lda.), relativo à recusa de cancelamento de contrato e à cobrança indevida de prestações que totalizam, à data atual, o valor de 136,00€. Sou detentora do contrato n.º 22633 e, desde há aproximadamente seis meses, tenho tentado rescindir o mesmo por motivos de saúde incapacitante. Para o efeito, apresentei o respetivo atestado médico, cumprindo integralmente o disposto na Cláusula 9.ª, ponto 1 das Condições Gerais do contrato assinado, que prevê expressamente a resolução em situações de "doença ou invalidez permanentemente impeditivas da prática das atividades". Inexplicavelmente, o ginásio tem ignorado este direito, mantendo a faturação ativa e gerando uma dívida artificial de 136,00€, referente a mensalidades posteriores à minha comunicação de desistência e entrega do comprovativo médico. Acresce que tenho sido contactada telefonicamente com o intuito de procederem a uma renovação forçada do contrato, o que demonstra uma total má-fé e desrespeito pela lei e pela Cláusula 7.ª (Direito de Oposição à Renovação). Face ao exposto, exijo: A anulação imediata da dívida de 136,00€, uma vez que as prestações foram faturadas após a comunicação da justa causa para rescisão; O cancelamento definitivo do contrato com efeitos retroativos à data da primeira apresentação do atestado médico; A cessação de qualquer tentativa de cobrança ou renovação forçada; A confirmação por escrito de que nada mais devo a esta entidade e que o meu processo se encontra encerrado. Informo que já procedi ao cancelamento da autorização de débito direto e que não reconheço qualquer valor em dívida, estando a agir em conformidade com os meus direitos contratuais. Anexo o contrato e a ficha de inscrição, estando disponível para fornecer o atestado médico que o ginásio recusa aceitar. Atentamente, Helena Raquel Silva Da Costa
Contract Cancellation
Good day, I took out an contract with Medicare Health for myself and my daughter in March 2025. I do not speak Portuguese and the person who phoned me and assisted me spoke very good English, they explained some things to me that I had questions about but at no point was I told I can ONLY cancel my contract in March of every year and if I do not cancel it in the month of March it will automatically renew for the next 12 months and I will not be able to cancel it until the following March. In April 2026 I send an email requesting to cancel my contract from end May 2026. I received and email back stating the "renewal" is cancelled but I still need to pay until March 2027. I explained that I was not told about this when I took the contract otherwise I would have stayed with Medis who allow their clients to cancel at any time. I then went and read through the contract and it did say I am allowed to remove a beneficiary and that only if I do it in the first year of the contract will the money fee not be adjusted but stay the same. I then requested to remove my daughter as beneficiary and although that is allowed and even though I am in the second year of the contract they refuse to adjust the payment.
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