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produto incorreto
Exmos: Comprei um computador Samsung (mini) e foi-me entregue uma caixa de ferramentas.
Falta de Pagamento
A EQ-TRAINING LDA – Treino Inteligência Emocional® vem por este meio apresentar reclamação contra a empresa Sanina & Sanina, Lda, por incumprimento de pagamento relativo a serviços formativos prestados. A empresa reclamada efetuou a inscrição de dois formandos, Cláudia Sanina e Hugo Sanina, na formação “Certificação Inteligência Emocional Aplicada”, realizada entre 30 de abril e 4 de maio de 2025, no Hotel Mercure, em Lisboa. Os valores correspondentes às duas inscrições encontram-se em atraso, tendo sido emitida a respetiva fatura. Apesar de várias tentativas de contacto por e-mail e telefone, não foi obtida resposta nem indicação de data para regularização. Esta reclamação tem como objetivo registar formalmente o incumprimento, aguardando-se que a situação seja regularizada. Com os melhores cumprimentos, EQ-TRAINING LDA – Treino Inteligência Emocional®
Falha grave na continuidade de cuidados médicos e atendimento
Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativa à prestação de serviços da Dra. Ana Peixinho e ao atendimento administrativo da unidade hospitalar Lusíadas de Amadora, devido a uma sucessão de falhas que colocaram em risco a saúde da minha esposa. A minha esposa realizou a primeira consulta com a Dra. Ana Peixinho no dia 31 de outubro de 2025. Após três dias, apresentou uma reação alérgica a um antidepressivo prescrito. Ao contactarmos a médica, a instrução recebida foi a suspensão imediata do fármaco, sem a apresentação de qualquer alternativa terapêutica ou plano de desmame, o que nos causou estranheza dada a natureza da medicação. Devido ao reagendamento da consulta para fevereiro de 2026 (por indisponibilidade de agenda da médica), contactámos a Dra. Ana Peixinho por e-mail alertando para o fim do stock da medicação psiquiátrica. Fomos instruídos a solicitar o receituário através dos serviços do hospital, o que fizemos de imediato. Apesar da confirmação da colaboradora D. Carla Catita de que o pedido fora encaminhado, passaram-se 6 dias sem qualquer resposta. É inadmissível que uma paciente em tratamento psiquiátrico seja deixada sem medicação, correndo o risco de uma descontinuação abrupta com consequências clínicas graves. No contacto telefónico realizado ontem com o Hospital Lusíadas, a vossa equipa não soube esclarecer a ausência da médica nem apresentar uma solução viável. A sugestão apresentada foi de "adquirir os medicamentos sem receita para posterior regularização" é não só um desrespeito financeiro (dado o elevado custo dos fármacos sem comparticipação), mas também uma irregularidade procedimental que transfere para o utente o ónus de uma falha organizacional do hospital. É incompreensível que uma profissional com cargos de responsabilidade nesta instituição interrompa o acompanhamento de uma doente sem assegurar a continuidade dos cuidados ou delegar a gestão do receituário a um colega. O valor da consulta (110€) pressupõe um ato médico completo, que inclui o suporte necessário à estabilização da terapêutica. Face ao exposto, informo que: Exijo a emissão imediata das receitas necessárias para a continuidade do tratamento. Esta situação será reportada formalmente à Entidade Reguladora da Saúde (ERS), ao Portal da Queixa e à DECO, dada a falta de profissionalismo e transparência demonstrada. Aguardo uma resposta urgente e a resolução definitiva deste problema ainda hoje. (Passaram cinco dias desde que fiz reclamação e sem qualquer resposta deste unidade hospitalar)
Saúde24
Boa noite, Venho por este meio mostrar o meu descontentamento. Necessitava de consulta do dia para o meu filho de 4 anos, uma vez que ele ao fim de uma semana encontrava-se doente novamente com os mesmos sintomas, febre, tosse, dores no corpo ...(suposta gripe A). Onde me foi dito, quando disse que o meu filho precisava de ser visto! Só conseguiam fazer uma marcação para daqui a 7 dias, reclamei que o meu filho precisava de assistência agora e não daqui a 7 dias. Disseram que não podiam fazer nada, e aconselharam a ligar novamente para fazer uma nova triagem. Assim o fiz, garantiram me que iria ser encaminhada num espaço de 24h para o meu filho ser visto, quando a chamada chega a parte administrativa para marcarem a consulta do dia, o mesmo responde que não podem não conseguem marcar consulta do dia. Isto e muito desagradável, para além de me mandarem ligar novamente, voltaram a fazer a mesma coisa. Tive de ir com meu filho a chover e frio tremendo doente para a abertura do centro de saúde, o meu filho tinha de ser visto. No centro de saúde responderam-me que tinham tido vagas de consulta do dia naquele mesmo dia, e para o dia seguinte. E tive de ligar na mesma para a saúde 24 para me marcarem a consulta. Isto e inadmissível, e assim que tratam os utentes. Que explicação me dão para isto. E de lamentar e vergonhoso o que fizeram!
Mau Serviço Prestado
No dia 2 de dezembro de 2025 desloquei-me à loja Opticalia de Penacova para realização de consulta de optometria, previamente agendada online no dia 1 de dezembro de 2025. Após a consulta, fui atendido pela técnica de loja para escolha de armação e lentes oftálmicas. Relativamente às armações, foi-me transmitido que não existia possibilidade de encomenda de outros modelos além dos disponíveis em loja. Posteriormente, a própria técnica admitiu que tal possibilidade existia, demonstrando que a informação inicial era incorreta. No que respeita às lentes, descrevi detalhadamente o meu contexto pessoal e profissional, nomeadamente o facto de exercer funções num restaurante, necessitar de boa visão periférica e conduzir diariamente. Apesar disso, foi-me recomendada a opção de valor mais elevado (lentes pré-progressivas/progressivas), sem que me tivesse sido prestada informação adequada, clara e completa sobre as características técnicas, limitações, impactos na visão periférica, necessidade de adaptação ou possíveis efeitos adversos, nem sobre alternativas mais adequadas ao meu perfil e necessidades visuais. A decisão foi tomada com base na recomendação e orientação técnica prestada pela técnica da loja, sem que me tivesse sido fornecida informação completa e adequada sobre as características, limitações e efeitos do produto, nem sobre alternativas mais adequadas ao meu perfil e necessidades visuais. Assim, a decisão deve ser analisada no contexto do aconselhamento profissional que me foi prestado e da confiança nele depositada. Após o levantamento dos óculos, no dia 5 de dezembro de 2025, constatei dificuldades significativas na visão periférica, prontamente comunicadas à técnica, que se limitou a indicar que se trataria de um processo de habituação, sem fornecer qualquer esclarecimento técnico adicional. Apesar de ter utilizado os óculos conforme indicado, mantiveram-se o desconforto visual, dores de cabeça e dificuldades funcionais. No mesmo dia, solicitei o envio da segunda via da fatura por email, pedido ao qual a técnica respondeu afirmativamente, mas que não foi cumprido. Na terça-feira seguinte voltei à loja e questionei novamente o envio da fatura, tendo-me sido novamente garantido que seria enviada por email, o que até à presente data não ocorreu. Diante da persistência do desconforto e da ausência de melhoria, no dia 9 de dezembro de 2025 voltei à loja e manifestei de forma expressa a minha insatisfação com o produto, bem como a intenção de devolver os óculos e solicitar reembolso. Na ocasião, foi-me comunicado que não poderia avançar de imediato, sendo necessário que a técnica “falasse com o chefe”, referindo ainda que, em cerca de 20 anos de atividade, nunca teria ocorrido situação semelhante. Posteriormente, foi introduzida a exigência de realização de nova consulta de optometria como condição para dar seguimento ao pedido, procedimento que nunca me havia sido previamente informado. Ao longo deste processo, constatei uma atuação reiteradamente pouco transparente, com informação contraditória e resistência injustificada em facultar os procedimentos necessários para a apresentação do pedido de reembolso. Na consulta realizada no dia 20 de dezembro de 2025, a médica clarificou corretamente o funcionamento das lentes progressivas que estava a utilizar, identificando como causa das dificuldades que tive (especialmente na visão periférica e para perto) os efeitos típicos deste tipo de lente. Apesar de eu já saber tratar-se de lentes progressivas, não me foi prestada informação adequada e completa sobre o seu funcionamento, limitações e efeitos, situação que apenas foi devidamente esclarecida nesta consulta, confirmando que aquelas lentes não eram adequadas ao meu uso específico. Apesar disso, a técnica manteve a recusa do pedido de reembolso, insistindo apenas na substituição das lentes e da armação, solução que rejeitei devido à manifesta quebra de confiança no serviço prestado, à falha no dever de informação e à conduta adotada durante todo o atendimento, incluindo a exposição do meu caso concreto perante outros clientes presentes no estabelecimento, que foram abordados pela técnica e utilizados como termo de comparação, numa tentativa de descredibilizar a minha posição enquanto consumidor, em violação dos deveres de profissionalismo e urbanidade. Face ao exposto, considero que se verificam: -Violação do dever de informação previsto na Lei de Defesa do Consumidor; - Falta de conformidade do bem com o fim a que se destina; - Práticas comerciais desleais; - Criação de entraves ilegítimos ao exercício dos direitos do consumidor; - Falta de diligência no cumprimento das obrigações documentais, nomeadamente no fornecimento da segunda via da fatura solicitada. Solicito a intervenção das entidades competentes para apuramento da situação e regularização do processo, incluindo a restituição do valor pago.
Encomenda propositadamente trocada
Para: FEWER ypcomplaints@outlook.com Assunto: ENCOMENDA DS950300136PT da FEWER Recebi ontem a citada encomenda, que paguei (70,00€) e a exemplo de casos semelhantes, constatei que a mesma constitui uma BURLA. Senão vejamos: No Instagram constava no anúncio do produto um dispositivo que através de laser permitia até 15 leituras diferentes de vários itens em termos de saúde, nomeadamente glicemia, ureia, tensão arterial, PSA, etc. Quando abri a embalagem deparei-me um um vulgar aparelho - marca SINOCARE -para medir a glicemia utilizando acessórios: picador, lancetas para recolha da amostra de sangue para analisar e ainda a ponta tipo agulha para o mesmo picador (inexistente!). No entanto, a embalagem não continha nem lancetas de recolha da gota de sangue, nem as 2 pilhas AAA 1,5V indispensáveis. Além disso, as instruções vinham apenas em dialeto chinês, evidenciando uma total falta de respeito pelo cliente (português). Dado o logro, solicito o envio imediato do aparelho que de facto foi encomendado (duvido que exista), ou então a devolução do dinheiro gasto com a aquisição. Note bem: Para assegurar que o caso não fica esquecido, este email será também enviado quer para as autoridades portuguesas, quer para as espanholas. Por último, lamento a quantidade de anúncios similares, que apenas visam o lucro fácil, com total desrespeito pelos clientes.
Encomenda não recebida
Venho por este meio apresentar reclamação contra uma empresa/loja de produtos de saúde, devido ao incumprimento na entrega de uma encomenda já paga. No dia 02/12, efetuei uma compra online junto da referida empresa, tendo sido informado de que a encomenda seria enviada no prazo de cinco dias úteis. O valor pago foi superior a 50 €. Até à presente data, não recebi a encomenda, qualquer confirmação de envio, nem número de seguimento. Apesar de várias tentativas de contacto por e-mail, não obtive qualquer resposta da empresa, o que considero uma clara falta de respeito pelos direitos do consumidor. Desta forma, solicito a intervenção da DECO no sentido de obter: • a entrega imediata da encomenda, ou • o reembolso total do valor pago. Agradeço a atenção e o apoio na resolução desta situação.
Revolta e Indignação
Bom dia Exmos. Srs.(as) Eu, João Teixeira, venho por este meio reclamar e expor uma situação em que me deixou revoltado e indignado. Situação essa que passo a relatar, no dia 8 de dezembro de 2025 encontrava-me na Cidade de Lamego, distrito de Viseu e por volta das 00:30h, precisei de ir a uma farmácia (FARMÁCIA PARENTE), sendo essa a de serviço,buscar Be-nu-ron ou Brufen, porque o meu filho de 2 anos de Idade anda com a nascença dos dentes e acordou durante a noite a chorar com um possível desconforto na boca. Depois de ligar para a linha 1400, em que expus e expliquei o que pretendia, foi-me negado porque não tinha receita médica. Revoltado por me ter sido aconselhado a ir às urgências para obter uma receita médica, aguardei na farmácia até que viesse algum utente com receita para eu poder pedir pessoalmente. Após chegar um utente que reparou na minha revolta e onde disseram que vinham do hospital e o tempo de espera era grande se ofereceu de imediato para pedir o Be-nu-ron. Já com a Dr. (de serviço) na farmácia e no atendimento ao utente , confrontou-me se tinha receita médica, e eu honestamente porque esta é a minha maneira de ser, contei toda a verdade, pedindo um simples Be-nu-ron, que não era preciso receita médica nem muito menos era preciso ir às urgências. Em resposta, Dra. (de serviço), muito fria e em poucas palavras, diz " Sem receita médica não lhe vou dar nada", voltei a insistir e posso dizer que me senti completamente ignorado por esta Sra. que se diz de Dra. Senti-me, e completamente revoltado, pois não era a mim que esta senhora estava a prejudicar mas sim ao meu filho isso eu não PEDOO Afinal onde essa senhora estudou, para ser doutora farmacêutica? Para mim não é uma questão de estudos, mas sim de insensibilidade à dor, neste caso a uma criança de 2 anos. Ou será que só estudou a parte profissional, guardando a conduta ética na gaveta. Não venho pedir nada, pois isso não é o meu objetivo, mas sim que sejam aplicadas todas as medidas internamente pelos superiores desta farmácia de forma a sancionar a Dra. (de serviço). Quero agradecer a Dra. Raquel pelo telefonema que me fez, onde senti extrema indignação no que se passou, demonstrando que esta farmácia não se revê nesse episódio. Sem mais nenhum assunto, mas ainda bastante revoltado e indignado, aguardo por uma resposta da Gerência da Farmácia, pelas medidas aplicadas ou aplicar a Dra. (de serviço) Melhores cumprimentos, João Teixeira
Seguro saúde.
Em Janeiro do ano passado celebrei contrato com esta prestadora de seguros. À data, a minha esposa encontrava-se já há cerca de dois anos em tratamento com vista a engravidar, sendo este um tema que vínhamos a planear com grande antecedência e responsabilidade. Um dos critérios absolutamente determinantes para a mudança de seguradora foi o facto de, no seguro então proposto, assumir o período de carência para parto, quando é prática comum no mercado existir uma carência de um ano. Nesse ponto específico, a seguradora cumpriu o que foi transmitido. Fui contactado pela seguradora no âmbito da transferência da apólice associada à empresa onde trabalho. Atenta a sensibilidade do tema e conhecendo práticas recorrentes noutros seguros de saúde — onde frequentemente se promete uma coisa e se entrega outra —, preparei uma lista exaustiva de questões, que coloquei de forma clara durante a conversa com a prestadora. Entre as informações mais relevantes, destaco os valores de comparticipação do seguro para parto por cesariana, tendo-me sido expressamente indicado que a cobertura corresponderia a 50% do valor do parto. Com base nessa informação, procedi à adesão do seguro para a minha esposa, com um prémio mensal de 38,26 euros descontado em meu recibo de pagamento. O meu seguro é integralmente suportado pela empresa. O tempo passou, e felizmente alcançámos o nosso objectivo. O nascimento do nosso bebé está previsto para 07/02/2026. Contudo, ao contactar hoje, 19/12/2025, pelas 10h50, a MGEN, com o intuito de dar início aos procedimentos e obter esclarecimentos, uma vez que temos consulta médica agendada para organização da cirurgia e demais formalidades, fui surpreendido com a informação de que o valor máximo comparticipado pelo seguro seria de apenas 1.500 euros, o que representa cerca de 38,66% do valor total do parto, e não os 50% que me foram indicados aquando da contratação. A minha indignação foi, naturalmente, inevitável. Neste momento, somos confrontados, de forma urgente e inesperada, com a necessidade de suportar um montante adicional de 2.380 euros. É difícil descrever o impacto que esta situação teve. Todo o nosso planeamento, o ânimo para as festas de fim de ano e a alegria associada à iminente chegada do nosso filho ficaram seriamente abalados. Espero sinceramente que a empresa demonstre o compromisso e a responsabilidade de honrar aquilo que foi informado e transmitido no momento da adesão. Ainda que possa ter ocorrido alguma falha de informação por parte da seguradora, o que está em causa é um planeamento familiar de dois anos, um parto e uma cirurgia cesariana — algo que não consigo aceitar com leviandade. Esta situação causa-me profunda indignação, frustração e revolta. Solicito, assim, a vossa intervenção, sensibilidade e celeridade para que este assunto seja resolvido da melhor forma possível para ambas as partes. Até ao momento, não tínhamos qualquer razão de queixa e gostaria de continuar a confiar nesta seguradora. Contudo, um seguro de saúde — e especialmente nesta fase, em que teremos um bebé que dependerá fortemente deste apoio — tem de ser fiável, transparente e consistente. Não é aceitável existir informação contraditória ou insuficiente. Aguardo uma resposta urgente, tendo em conta a proximidade da data do parto e a necessidade de cumprimento atempado de todos os procedimentos e envio de documentação exigidos para viabilizar o mesmo. Com os melhores cumprimentos,
Pedido recibido erróneo
Hice pedido de un móvil con proyector y he recibido un altavoz, he pagado 140€
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