Reclamações públicas

Consulte todas as queixas publicadas na plataforma Reclamar e encontre solução para um problema semelhante, relacionado com produtos e serviços. Saiba mais
R. M.
02/10/2026

Doença adquirida

Exmos senhores. Fui fazer uma resonancia magnetica. Deram-me botas e bata rotas, levaram muito tempo, não me poseram proteçao nos ouvidos, e sai de lá com Tinitus. Até morrer vou ouvir barulho de fundo. Nunca mais saberei o que é o silêncio.

Em curso

Cancelamento de Contrato (venda fora do estabelecimento) -1 dia após a compra

No dia 25 de setembro de 2026, os meus pais, ambos com mais de 65 anos, foram contactados por esta empresa sob o pretexto de um rastreio de AVC, numa morada que não é um local habitual de prestação de cuidados médicos nem próximo de qualquer centro de saúde. Foram atendidos por volta das 19h00 por pessoas que se identificaram verbalmente como "técnicas", mas que não apresentaram qualquer identificação profissional. Ao aperceberem-se de que a minha mãe se deslocava com dificuldade devido a um problema na coluna, a referida "técnica" começou a apresentar-lhe um topper (colchão), alegando que o produto reduziria as suas dores e poderia até dispensá-la de tomar medicação. A minha mãe demonstrou reticência, mas foi pressionada a decidir de imediato, com o argumento de que a venda só poderia ser concretizada naquele dia. Os meus pais acabaram por aceitar, num contexto que consideramos revelar diversas práticas preocupantes: • O valor do produto foi apresentado com um "desconto", associado a um financiamento em 72 prestações, cujo valor total com juros acabou por ser muito próximo do preço inicial mencionado verbalmente, situação que os meus pais não perceberam no momento; • Foi mencionado verbalmente o nome da entidade financeira que concederia o crédito (entidade essa distinta da própria empresa vendedora), mas não foi entregue qualquer contrato ou documento com os detalhes desse crédito, apenas a promessa de que essa entidade contactaria os meus pais; • Foi tirada uma fotografia ao cartão de débito dos meus pais sem que estes compreendessem o motivo, visto já terem fornecido o comprovativo de IBAN, não têm a certeza se foi fotografada uma ou as duas faces do cartão, e no qual teve de ser cancelado; • A entrega do produto foi feita ainda no mesmo dia, de forma apressada. Quando os meus pais nos mostraram o produto e o contrato, ficámos de imediato preocupados: o preço está claramente acima do praticado para produtos semelhantes no mercado, e todo o procedimento comercial nos pareceu abusivo face à vulnerabilidade dos meus pais. O produto nunca chegou a ser utilizado e foi de imediato retirado da cama. Exercício do direito de livre resolução • 26 de setembro de 2026 foi enviado email com o formulário de livre resolução assinado pelo meu pai, solicitando ainda: 1. Confirmação do cancelamento da compra e da resolução do contrato, de forma escrita(email); 2. Identificação, por email, da entidade financeira responsável pelo crédito associado à compra, e confirmação de que a mesma foi notificada da resolução do contrato principal e do consequente cancelamento do contrato de crédito; 3. Indicação, da forma e data de recolha dos bens, sem custos para o consumidor. Até à data, nenhum destes três pontos obteve resposta. • 28 de setembro de 2026 foi enviada carta registada com aviso de receção para a morada constante do contrato, com exercício do direito de livre resolução com o respetivo comprovativo de envio dos CTT remetido também por email. Nesse mesmo dia, tentámos repetidamente contactar telefonicamente o apoio ao cliente, sem sucesso. Ao contactar diretamente a técnica responsável pela venda, foi-nos apenas informado que estaria em reunião durante a manhã, devendo tentar-se o contacto à tarde. • 29 de setembro de 2026 foi finalmente possível falar com o apoio ao cliente, que se recusou a fornecer qualquer informação sobre prazos de cancelamento ou de resposta. A única resposta obtida ao email enviado foi uma mensagem genérica de receção, sem qualquer informação concreta. No mesmo dia, a técnica voltou a contactar os meus pais, propondo um desconto de cerca de perto 800 euros no produto, chegando a insinuar que seriam os filhos a não quererem o "bem" da minha mãe, e que a escolha desta seria continuar a tomar medicação para o resto da vida. Importa referir que, no momento da venda, a minha mãe não percebeu que o colchão tinha o sistema de vibração, pois a forma de explicar foi com muitos termos específicos e confusos, quando a minha mãe o experimentou em casa, queixou-se de imediato, tendo a técnica respondido que seria necessário "experimentar a dormir" alguns dias. A minha mãe foi, quando foi diagnosticada com o problema de saúde foi aconselhada pelo seu médico ortopedista a não utilizar sistemas de massagem com vibração. Perante a recusa da proposta de desconto, foi dito que "alguém" entraria em contacto. No dia seguinte foi enviado novo email a solicitar detalhes, sem resposta. • 2 de outubro de 2026 após novo contacto telefónico, igualmente difícil de concretizar, foi enviado email s confirmar o que foi dito na chamada e a solicitar mais uma vez a resposta as perguntas feitas no 1º email do dia 26 de setembro. Durante a breve chamada a única informação obtida foi a de que alguém contactaria "na próxima semana", sem indicação de data nem de forma de contacto (telefónico ou presencial). O facto de colocar esta reclamação é o facto de que o dia 5 de outubro (segunda-feira) é feriado, e o prazo de 14 dias para a livre resolução termina no dia 9 de outubro (sexta-feira), o que torna a janela temporal para resolução deste assunto extremamente curta. Foi também solicitado, sem resposta até ao momento, que nos fosse indicado com um dia de antecedência quando seria feito o contacto. Face à forma como todo este processo tem decorrido, solicitamos: • Que a data do contacto para cancelamento conte com a presença de um dos filhos; • Que seja fornecida, por escrito, a confirmação do cancelamento antes do términus do prazo de 14 dias. Não podemos afirmar que se tratou de uma burla, mas todo o processo tem sido marcado por práticas comerciais agressivas e pouco transparentes, dirigidas a dois consumidores idosos e vulneráveis, causando grande preocupação e desgaste emocional, a minha mãe, desde que tomou consciência de toda a situação, tem estado num estado de nervosismo constante e com dificuldades em dormir. Com esta reclamação pretendemos garantir que a compra seja cancelada o mais rapidamente possível e dentro do prazo legal, para que esta situação seja definitivamente resolvida.

Encerrada
S. V.
02/10/2026

Sobre o contrato

Reclamações Sobre Notícias Parabéns! A sua reclamação foi aprovada e enviada para a marca. × Esta reclamação é sua, poderá alterar o estado, editá-la ou enviar uma resposta. Medicare - Recusa de cancelamento de contrato de plano de saúde Em tratamento Soraia Valente Soraia Valente apresentou a reclamação 2 de outubro 2026 Venho por este meio apresentar uma reclamação relacionada com o meu contrato Medicare, referente ao Plano de Saúde Platinum Mais Vida. Comuniquei claramente, por escrito, à Medicare a minha intenção de cancelar o contrato. No entanto, a carta acabou por ser devolvida devido a uma alteração de morada. Ao receber a carta devolvida, percebi que havia algo errado e entrei em contacto telefónico com a Medicare para expor a situação. Indicaram-me que deveria enviar um email com fotos da carta devolvida para comprovar que tudo tinha sido feito dentro dos prazos. Garantiram-me que não haveria qualquer problema com o cancelamento, pois tinha prova do envio da carta. Apesar disso, mais tarde recebi um telefonema a informar que o cancelamento não seria aceite, alegando que a carta já não era válida como prova e que agora só contaria o telefonema, que tinha sido feito fora do prazo de cancelamento. Disseram-me que, por isso, já não seria possível cancelar o contrato e que teria de permanecer mais um ano fidelizada. Sempre paguei todas as mensalidades atempadamente e, apesar disso, nunca utilizei o serviço. Acho injusto que me obriguem a continuar com um serviço que já não quero e sinto que estão a ignorar totalmente os interesses dos clientes. Já confirmei várias vezes, inclusive por telefone, que não pretendo continuar, mas continuo a receber chamadas a exigir o pagamento de mensalidades ou a tentar renegociar o valor, mas recusam-se a cancelar o contrato. Peço esclarecimento por escrito, concreto e fundamentado, sobre o motivo pelo qual o meu pedido de cessação não foi aceite, indicando a base legal e a data exata em que posso pôr termo ao contrato. Solicito ainda que suspendam quaisquer cobranças após o pedido de cessação, caso seja aplicável. Reitero a minha vontade de não manter este contrato e aguardo uma resposta escrita e clara a esta reclamação.

Em curso
C. R.
01/10/2026

Cobrança da agilidade

Boa tarde, a seguradora agilidade continua a fazer uma cobrança que não tenho que pagar . Uma vez que não usei o seguro..paguei durante um ano e cancelei...e continuona receber mensagens da intrum.. Como posso resolver isto ? Cumprimentos Cátia rosa

Em curso
A. R.
30/09/2026

Encomenda paga e não recebida

Exmos. Senhores, Sou subscritora da DECO e venho, pela primeira vez, solicitar a vossa orientação relativamente a uma compra online que não foi entregue. No dia 16 de agosto de 2026, efetuei uma compra na Loja Saúde (encomenda LS_45913, Caudalie Resveratrol-Lift Sérum Firmeza Instantânea 30 ml), no valor de 40,10€, paga via MB WAY. Recebi um email a indicar que a encomenda seria processada no prazo de 11 dias úteis após confirmação do pagamento. Esse prazo foi largamente ultrapassado sem qualquer contacto da parte da loja. No dia 1 de setembro, contactei a loja através do formulário do site (não encontrei nenhum número de telefone disponível), sem resposta durante semanas. Apresentei entretanto uma reclamação formal, concedendo um prazo de dez dias úteis, com termo a 23 de setembro, para o envio do produto ou reembolso. A loja respondeu a admitir o atraso e confirmou esse prazo por escrito, mas esse prazo já foi ultrapassado sem que tenha recebido o produto, confirmação de expedição, ou reembolso. Enviei hoje um último aviso à loja, concedendo mais 5 dias úteis para o reembolso. Gostaria da vossa orientação sobre os próximos passos, nomeadamente: • Se devo apresentar já queixa no Livro de Reclamações Eletrónico, ou aguardar o novo prazo; • Se recomendam avançar com a contestação do pagamento (MB WAY) junto do meu banco; • Se a DECO pode intervir diretamente junto da loja neste momento. Fico a aguardar a vossa resposta. Com os melhores cumprimentos, Andreia

Em curso
A. D.
30/09/2026

Serviço Limpeza Profunda

Contratualizei serviço de limpeza profunda no passado dia 23 de Setembro tendo sido cobrados previamente 132,41 euros. 1- Inicio trabalho - deveriam chegar entre 14 e as 14 e 30. Chegaram as 15 h 2 - Cozinha - limpeza superficial armários, chão, sem afastar electrodomésticos . Tive eu que afastar maquina da loiça e roupa para que limpassem o chão. Os WC das gatas , nem lhes tocaram. 3-Na sala, a limpeza foi ainda pior. O pó de uma prateleira a um 1,5 m de altura nem viu o pano viu. Afastei eu os sofas, um espelho grande de chão, um quadro encostado, enquanto as duas empregadas olhavam para mim . Isto apesar de lhes ter dito que assumia eu algum dano no processo, uma delas disse que lhe doiam as costas. Quando "terminaram " vieram -me chamar para eu voltar a pôr os sofas no sitio " para poderem continuar a limpeza ". Fi-lo com um pé e a irritação ajudou-me. A Lareira permaneceu cheia de cinzas e de vidros foscos. As plantas não saíram sozinhas do seu canto portanto as folhas secas e o pó continuaram a fazer-lhes companhia. Na minha casa nenhum móvel ou objecto se auto-move, estranho. Tendo a FIDELIDADE associada a esta empresa , pensei estar a comprar um serviço seguro. Pois. Se esta limpeza é a "profunda " ... Pra além de ter ficado com um forno limpo, ganhei uma tarde de irritação essa sim , profunda.

Em curso
V. J.
30/09/2026

Encomenda não recebida

Venho por este meio apresentar uma reclamação formal contra a Loja Saúde devido ao incumprimento do prazo de entrega de uma encomenda #LS_49816 e à total ausência de apoio ao cliente. No passado dia 16 de setembro, realizei uma compra no vosso website de um produto farmacêutico. O respetivo pagamento de 36,19€ foi devidamente efetuado e processado no próprio dia. Contudo, até à presente data (30 de setembro de 2026), ainda não recebi os produtos adquiridos nem me foi facultada qualquer informação sobre o estado do envio. Face ao atraso, tentei entrar em contacto com a empresa por diversas vezes: • Enviei mensagens de correio eletrónico (email) para os vossos serviços de apoio. • Submeti duas reclamações diretamente através do formulário de contacto do vosso website. Infelizmente, até ao momento, não obtive qualquer tipo de resposta ou esclarecimento por parte da vossa equipa. Considero esta postura negligente e inadmissível. Exijo uma resposta imediata sobre o paradeiro da minha encomenda ou, caso não consigam proceder à entrega urgente do produto, o reembolso integral do valor pago. Fico a aguardar a vossa célere resposta.

Em curso
D. S.
29/09/2026

Encomenda não recebida

Assunto: Pedido de reembolso integral — Encomenda BWSVPTA3000125710 Efetuei uma encomenda na Stylevana no dia 15/08/2026, com o número BWSVPTA3000125710, no valor total de 95 €. Até à presente data, a encomenda não foi recebida e, apesar dos contactos já efetuados com o apoio ao cliente, não foi apresentada uma solução satisfatória para o problema. Perante o atraso e a ausência de uma resolução efetiva, já não pretendo receber a encomenda. Não pretendo continuar a aguardar pela entrega nem obter novas informações sobre o paradeiro da mesma. O meu pedido é simples e inequívoco: pretendo o cancelamento da encomenda e o reembolso integral dos 95 € pagos. Solicito, assim, a intervenção da DECO junto da Stylevana para que a empresa proceda ao reembolso integral do valor pago, através do mesmo método de pagamento utilizado na compra. Tenho disponíveis os comprovativos da encomenda, do pagamento e dos contactos efetuados com a empresa, caso sejam necessários. Aguardo uma resolução célere desta situação, uma vez que não considero aceitável continuar sem a encomenda e, simultaneamente, sem a devolução do montante pago.

Em curso
A. B.
29/09/2026

Encomenda paga e não enviada

No dia 25 de setembro, fiz uma encomenda através do vosso site, com o número 346490, e efetuei o pagamento integral por cartão bancário. Já passaram quatro dias desde a realização da encomenda e, até ao momento, a encomenda não foi enviada. Além disso, tentei contactar o vosso serviço de apoio ao cliente para obter informações sobre o estado da encomenda, mas não obtive qualquer resposta. Solicito que procedam imediatamente a uma das seguintes opções: Enviem a minha encomenda e forneçam o respetivo código de rastreamento; ou Efetuem o reembolso integral do valor pago. Aguardo uma resposta e a resolução desta situação com a maior brevidade possível.

Resolvida
S. S.
29/09/2026

Cancelamento de consultas externas de ginecologia

Esta reclamação é a continuação de uma outra reclamação que eu já tinha feito aqui (nº 14936450), uma vez que a situação escalou. Para resumir muito rapidamente, a 30 de outubro do ano passado (2025) a minha médica de família realizou um pedido de consulta externa para a maternidade julio dinis no porto, a meu pedido, para a colocação do DIU hormonal, a minha reclamação anterior deveu-se ao facto de eu estar há meses à espera da consulta (já passava bastante dos 120 dias máximos que constam na lei), fiz também uma reclamação à entidade regiladora da saúde mas entretanto nada aconteceu e eu continuei à espera. Até que no final de julho deste ano (2026) o pedido de consulta foi cancelado por parte da maternidade e quando questionei a minha médica de família sobre o porquê, ela explicou-me que os serviços da maternidade consideram que esse procedimento (a colocação do DIU) deve ser feita pelos cuidados primários, ou seja, nos centro de saúde pelos médicos de família. Contudo, e isto também me foi dito pela minha médica de família, a maioria dos médicos de família não têm formação especializada para fazer esse procedimento, nem alguns centros de saúde estão equipados para tal. Ora, se os centros de saúde não conseguem garantir esse serviço então são os hospitais que têm de garantir. Vou também atualizar a minha reclamção junto da entidade reguladora da saúde, mas infelizmente não acredito que vá acontecer algo, precisamos de mais pessoas a fazer as reclamções devidas.

Em curso

Precisa de ajuda?

Pode falar com um jurista. Para obter ajuda personalizada, contacte o serviço de informação

Contacte-nos

Os nossos juristas estão disponíveis nos dias úteis, das 9h às 18h.