Reclamações públicas
1. Envie a reclamação para a empresa
Siga o nosso passo a passo para fazer a sua queixa chegar à empresa.
2. Veja a resposta
Receberá uma notificação por e-mail quando a empresa responder à sua queixa. Para ler a resposta completa, basta ir à página "As Minhas Reclamações", disponível na sua área pessoal do site.
3. Não ficou satisfeito com a resposta? Ou a empresa não respondeu?
Entre em contacto connosco
fecho de loja
BOAS NOITES, DIRIJO-ME A SI COM O OBJETIVO DE ENCONTRAR UMA RESPOSTA, é a segunda vez que tomo a decisão de realizar um processo de laser com esta empresa e pela segunda vez faço a mudança de loja pensando que seria melhor qualidade e serviço, e surpresa acontece o mesmo, a loja fecha. Ninguém me dá qualquer explicação. Paguei recentemente um pacote de depilação e uma limpeza e ninguém dá qualquer resposta. Preciso urgentemente do reembolso do meu dinheiro e que a empresa se responsabilize e não respondam (dizendo que eles apenas vendem franquias), porque vocês são a pior marca de depilação e serviço que já conheci. Obrigada.
Cobranca de 95 euros sem informacao previa do preco
Marquei o que julgava ser uma primeira consulta introdutoria atraves do website desta clinica. A marcacao foi feita no proprio site, e so depois a restante comunicacao passou a ser por email. Nao havia nenhuma forma de eu saber que essa consulta tinha um custo: o formulario de marcacao no website nao indicava qualquer preco, a pagina de servicos tambem nao mencionava qualquer valor para a primeira consulta, e nada nos emails seguintes referia um preco. Nunca me foi dito, em momento algum, que aquela sessao seria paga, nem qual seria o preco. So no fim da consulta, quando ja me preparava para sair, e que apareceram com uma maquina de pagamento a dizer que eram 95 euros. Foi a primeira e unica vez que um preco foi mencionado, ja depois de o servico ter sido prestado. Nao e aceitavel assumir que o utente adivinha o preco. Se eu tivesse sido informado de que a primeira consulta custava 95 euros, teria decidido com essa informacao. Nao tive essa hipotese. A propria clinica admitiu por escrito que o website nao indicava o valor, e so o acrescentou depois da minha reclamacao. Ofereceu primeiro um desconto de 15 euros numa sessao futura e depois um reembolso de 20 euros, recusando o reembolso integral. Ja apresentei reclamacao no Livro de Reclamacoes Eletronico, que segue para a ERS. Peco o reembolso integral de 95 euros. Isto nao e sobre o valor em si, mas sobre a falta total de transparencia e de informacao previa sobre o preco, o que e especialmente grave num contexto de saude, onde as pessoas chegam muitas vezes fragilizadas e nao estao em condicoes de contestar uma cobranca inesperada a saida.
Impossibilidade de inserir NIF no processo de compra e ausência de e‑mail de contacto – Wells
Venho por este meio apresentar reclamação relativa ao processo de compra na loja online Wells (wells.pt). Durante o processo de aquisição de produtos, verifiquei que não existe qualquer opção para inserir o meu Número de Identificação Fiscal (NIF) antes da conclusão da compra. Esta situação impede o consumidor de obter uma fatura com NIF, o que é obrigatório por lei sempre que o consumidor o solicite. De acordo com o Regime Jurídico das Faturas e Documentos Equivalentes (DL 28/2019), o comerciante é obrigado a emitir fatura com NIF sempre que o cliente o deseje, independentemente do canal de venda (loja física ou online). Ao não disponibilizar essa opção no checkout, a Wells está a limitar um direito legal do consumidor e a dificultar o acesso a benefícios fiscais, nomeadamente o e‑fatura. Adicionalmente, constatei que a Wells não disponibiliza qualquer endereço de e‑mail de apoio ao cliente, apresentando apenas um número de telefone e um formulário genérico. Esta ausência de um meio de contacto direto e escrito prejudica a comunicação, dificulta o registo de pedidos e impede o consumidor de manter prova documental das interações, o que contraria os princípios de transparência e acessibilidade previstos na legislação de defesa do consumidor. Assim, solicito à DECO que avalie esta situação e que intervenha junto da Wells para garantir: A disponibilização obrigatória da opção de inserir NIF no processo de compra online. A disponibilização de um endereço de e‑mail de apoio ao cliente, garantindo um canal de comunicação direto, escrito e verificável. Considero que estas falhas prejudicam os consumidores e violam direitos básicos previstos na legislação portuguesa. Aguardo análise e agradeço desde já a atenção dispensada.
Encomenda não recebida - burla
Em 20 de setembro de 2026, fiz uma compra de uma cadeira de baloiço, pelo valor de 21,72. O valor foi pago no momento através de Entidade e Referência multibanco. O nome que associa a esta entidade é ( SIMONE PEREIRA SIL). Categoria: saúde e beleza. Após pagamento, a confirmação por email foi para caixa de spam. Apartir daí, suspeitei logo que tinha sido vítima de burla. Enviei um email para empresa@veraodostugas.pt a saber o ponto de situação e deu email inválido ( mensagem não enviada). Nós últimos dias tenho recebido emails falsos em nome dos CTT a pedir para pagar uma taxa para que a encomenda seja liberada para envio. Como tal, não paguei nem mais um cêntimo. Neste momento nem encomenda nem dinheiro. Fui burlada! Alguém tem de deter esta pessoa!
Perda de comparticipação de medicamentos por registo RNU "desatualizado"
Exmos. Senhores, Venho dar-vos conhecimento de uma situação que, a julgar pelas notícias recentes, afeta muitos utentes, e pedir o vosso apoio na defesa dos direitos dos utentes do SNS. Situação Sou cidadã portuguesa, residente em Portugal, com Número Nacional de Utente e Cartão de Cidadão válido. Em 21-09-2026, na Farmácia A5 Oeiras, foi-me recusada a comparticipação de medicamentos prescritos, porque o meu registo no Registo Nacional de Utentes (RNU) está classificado como não atualizado e não utilizo o SNS há vários anos, por recorrer a cuidados privados. O meu registo tem a morada atualizada. O único elemento em falta parece ser a associação ao Cartão de Cidadão, um documento emitido pelo próprio Estado. A única forma de regularizar é presencial, num centro de saúde, o que implica perder horas de trabalho e ocupar atendimento num SNS já sobrecarregado. Problemas identificados Custo transferido para o cidadão: o Estado já detém os dados em falta. Segundo o Regulamento do RNU, os dados do Cartão de Cidadão passam automaticamente para o RNU. A falta de ligação entre sistemas públicos não deveria ter consequências para o utente. Ausência de alternativa digital: a Chave Móvel Digital é aceite como autenticação forte noutros serviços públicos, mas não está disponível para este procedimento. Contradição com o enquadramento da ERS: a Entidade Reguladora da Saúde afirma que todos os cidadãos portugueses são beneficiários do SNS, independentemente do tipo de registo no RNU. Penalização de uma opção legítima: recorrer ao setor privado não deveria fazer perder um direito associado ao SNS, que é financiado pelos impostos de todos. Impacto alargado: a Ordem dos Médicos e a Associação Nacional de Cuidados Continuados já alertaram publicamente para casos semelhantes, incluindo idosos, doentes crónicos e utentes institucionalizados. Pedido Intervenção junto da ACSS e do Ministério da Saúde para que seja criado um meio digital de atualização do registo e para que os registos sejam validados automaticamente com os dados do Cartão de Cidadão. Divulgação da situação aos consumidores, para que verifiquem o seu registo antes de serem surpreendidos na farmácia. Orientação sobre o reembolso dos valores de comparticipação suportados indevidamente. Informo que apresentei também queixa ao Provedor de Justiça.
Dificultade no cancelamento de contarto de saude Medicare
Septiembre 24/ 2026 O Meu marido e eu temos plano de saude Medicare há tres anos. Durante o mes de setembro entramos em contato com o serviço de atendimento ao cliente em diversas ocasiões para solicitar o cancelamento imediato do contrato, devido à nossa saída definitiva do país. Nunca nos foi comunicado que o contrato seria automaticamente retomado após a aceitação, isso implicaria o pagamento por um serviço que não podemos utilizar. A informação que recebemos foi de que o contrato poderia ser cancelado voluntariamente sem qualquer restrição de tempo. Nas chamadas, fomos informados que o gestor de contrato deveria entrar em contacto connosco, mas até hoje não recebemos nenhuma chamada. Hoje contactámos o serviço de apoio ao cliente de novo, sem obter solução. Precisamos de resolver esta questão o mais rapidamente possível. Aguardamos a resolução e o cancelamento imediato do contrato. Obrigada Janneth E Cruz
Atendimento na Urgência do Hospital São Francisco Xavier em 19/09/2026 | Calculo Obstrutivo
Assunto: Reclamação relativa a episódio de urgência por cálculo ureteral obstrutivo Exmos. Senhores, Venho apresentar uma reclamação formal relativamente ao atendimento que me foi prestado no Hospital São Francisco Xavier, na sequência de um episódio de cólica renal esquerda intensa, com um cálculo ureteral obstrutivo. Dei entrada na urgência com dor lombar intensa do lado esquerdo, dificuldade em urinar, dor irradiada para a perna e para o testículo, náuseas e vómitos. Após avaliação médica, foi-me transmitido pelo médico da urgência que existia um cálculo obstrutivo no ureter esquerdo, associado a dilatação do rim, e que, perante aquela situação, poderia ser necessária uma intervenção para desobstrução. Posteriormente, houve mudança da equipa médica. Segundo me foi transmitido, a equipa de Urologia de Santa Maria foi contactada e a orientação que chegou à urgência foi de que eu poderia ter alta, fazer medicação e ingerir muitos líquidos, aguardando que o cálculo saísse espontaneamente. É precisamente esta decisão que considero necessário que seja esclarecida. Tenho um histórico de litíase renal recorrente, com episódios anteriores registados no meu processo clínico, e sei que os meus cálculos são de oxalato de cálcio. Mais importante ainda, naquele momento já existia informação objetiva de que o cálculo estava obstrutivo e associado a dilatação do rim. Apesar disso, fui enviado para casa com a indicação de aguardar a expulsão espontânea do cálculo. O que aconteceu posteriormente veio aumentar significativamente a minha preocupação. Fui entretanto avaliado e intervencionado por uma equipa de Urologia no setor privado. Durante a intervenção, verificou-se que os cálculos estavam impactados no ureter, encontrando-se fortemente aderentes/encostados à parede ureteral e rodeados por inflamação. O cirurgião decidiu não forçar a utilização do laser, precisamente porque insistir poderia provocar uma lesão ou até perfuração do ureter. Perante essa situação, foi colocado um stent ureteral, com o objetivo de proteger o ureter e assegurar a drenagem, ficando os cálculos por resolver neste momento e sujeitos a posterior acompanhamento urológico. É impossível para mim não questionar se a evolução desta situação poderia ter sido diferente caso, no primeiro episódio de urgência, que eu tive o cuidado de vos procurar dando prioridade ao meu SNS do qual pago os meus impostos e cumpro com as minhas obrigações, tivesse sido adotada uma abordagem urológica mais precoce. Não afirmo que a evolução posterior tenha sido necessariamente causada pela decisão tomada no São Francisco Xavier, porque não tenho competência médica para estabelecer essa relação. Contudo, considero legítimo e necessário perguntar se a manutenção de uma obstrução durante vários dias, associada à recomendação de ingestão abundante de líquidos, poderá ter contribuído para o agravamento da inflamação e para a impactação dos cálculos que posteriormente foi encontrada durante a cirurgia. O que me causa particular indignação é que procurei o Serviço Nacional de Saúde precisamente quando mais precisava de cuidados médicos. Eu não estava perante uma dor ligeira ou um episódio banal: apresentava uma cólica renal intensa, vómitos, dificuldade em urinar e um cálculo que, segundo o próprio médico que me avaliou inicialmente, estava a provocar obstrução e dilatação do rim. Não compreendo, por isso, como perante este quadro clínico e tendo em consideração o meu historial, a decisão final tenha sido simplesmente enviar-me para casa, com medicação e indicação para beber muitos líquidos e esperar. Solicito, por isso, esclarecimento formal sobre: 1. Qual foi o diagnóstico concreto estabelecido no episódio de urgência, incluindo a localização e dimensão do cálculo e o grau de obstrução/dilatação renal identificado. 2. Qual foi a indicação do médico que inicialmente me avaliou e por que motivo foi posteriormente alterada. 3. Qual foi a orientação transmitida pela equipa de Urologia de Santa Maria e em que elementos clínicos se baseou a decisão de não proceder a intervenção ou avaliação urológica presencial. 4. Se o meu histórico clínico de litíase renal recorrente e de cálculos de oxalato de cálcio foi efetivamente consultado e considerado na tomada de decisão. 5. Se foi considerada a possibilidade de o cálculo estar impactado, atendendo à obstrução e à sua localização. 6. Se, perante uma obstrução com dilatação renal, era clinicamente adequado recomendar ingestão abundante de líquidos enquanto se aguardava uma eventual expulsão espontânea. 7. Se, à luz da evolução posterior e dos achados encontrados durante a intervenção urológica, consideram que a orientação dada na urgência foi a mais adequada. 8. Solicito ainda acesso aos registos clínicos relativos a este episódio, incluindo as avaliações médicas, exames realizados, e por fim a análise à urina que me pediram dando-me "ALTA" sem sequer haver uma observação adequada, orientações da equipa de Urologia e respetivos registos no processo clínico. Não apresento esta reclamação por considerar que todos os profissionais envolvidos tenham atuado de má-fé. Sei que a decisão médica pode ser complexa e que existem diferentes abordagens clínicas. Apresento-a porque preciso de compreender o que aconteceu. Durante vários dias vivi com dores intensas, sem conseguir dormir normalmente e sem saber se estava a colocar o meu rim em risco. Procurei ajuda no hospital público por confiar no Serviço Nacional de Saúde e por acreditar que o meu histórico clínico seria devidamente considerado. Hoje, depois de ter sido intervencionado e de me ter sido colocado um stent porque os cálculos se encontravam impactados e não podiam ser tratados de forma segura sem risco de lesão do ureter, não consigo simplesmente aceitar o episódio sem pedir explicações. Espero, por isso, uma resposta formal, fundamentada e esclarecedora sobre o atendimento prestado e sobre as decisões clínicas tomadas naquele episódio. Com os melhores cumprimentos, Miguel Tomé
Falta de transparência e recusa de fornecer informação clínica essencial — Clínica Icondental
Venho apresentar reclamação contra a clínica Icondental, responsável pelo meu tratamento implantológico. 1. A clínica entregou apenas o passaporte dos implantes NeoDent Helix GM, identificando a marca dos implantes. 2. Após o procedimento, solicitei verbalmente a fatura discriminada e a identificação completa dos materiais utilizados, incluindo minipilares e parafusos protéticos. A clínica recusou fornecer esta informação. 3. Enviei um email formal alertando que avançaria com reclamações. A clínica não respondeu por email, mas enviou uma mensagem informal via WhatsApp, evitando comunicação oficial e documental. 4. Após essa mensagem, a clínica entregou uma Declaração de Tratamentos incompleta, onde apenas constam os implantes, omitindo os componentes protéticos intermédios (minipilares e parafusos). 5. Enviei um segundo email solicitando especificamente a marca dos minipilares e dos parafusos utilizados. Até hoje, não recebi qualquer resposta formal. 6. Esta omissão tem impacto direto na garantia vitalícia dos implantes NeoDent/Straumann. A marca exige que todos os componentes protéticos (minipilares e parafusos) sejam da mesma marca para manter a garantia vitalícia. Se a clínica utilizou componentes de outra marca, a garantia fica automaticamente anulada, causando prejuízo económico ao consumidor e comprometendo a segurança futura do tratamento. A recusa da clínica em fornecer documentação clínica essencial constitui: – falta de transparência, – incumprimento do dever de informação ao consumidor, – retenção de documentação essencial, – prática comercial desleal, – potencial anulação da garantia vitalícia do produto adquirido. Solicito à DECO Proteste: – mediação com a clínica, – exigência de resposta formal, – obtenção da documentação clínica completa, – esclarecimento sobre a marca dos componentes utilizados, – confirmação da manutenção ou caducidade da garantia vitalícia. Anexos incluídos: Passaporte dos implantes Declaração de Tratamentos incompleta Printscreen do primeiro email enviado Printscreen da resposta via WhatsApp Printscreen do segundo email enviado Faturas e comprovativos Cumprimentos, Rachid
IMPOSSIBILIDADE DE UTILIZAÇÃO DO PLANO MAL ATENDIMENTO TELEFÔNICO
ASSUNTO: RECLAMAÇÃO FORMAL – IMPOSSIBILIDADE DE UTILIZAÇÃO DO PLANO E PEDIDO DE CANCELAMENTO Exmos. Senhores, Venho apresentar uma reclamação formal relativamente ao Plano Medicare que subscrevi recentemente. Aderi ao plano acreditando que poderia usufruir normalmente dos serviços e benefícios disponibilizados pela Medicare. No entanto, apenas 24 dias após a adesão, quando tentei efetivamente utilizar o serviço, fui informado de que não poderia ser atendido por não possuir número de utente do Serviço Nacional de Saúde (SNS). Considero esta situação particularmente relevante, uma vez que, no momento da contratação, não me foi devidamente esclarecido que a ausência de número de utente poderia impedir a utilização dos serviços que constituem a finalidade do plano. Após tomar conhecimento dessa limitação, entrei em contacto com a Medicare por e-mail e solicitei o cancelamento do plano. Posteriormente, fui contactado pela Medicare e informado de que estaria obrigado a permanecer com o contrato até agosto de 2027 e que, caso deixasse de efetuar os pagamentos, seriam gerados valores em dívida, tendo sido inclusive informado de que poderia ser posteriormente obrigado judicialmente a pagar esses valores. Diante disso, solicito formalmente que a Medicare esclareça: 1. Qual é a cláusula específica do contrato que determina a permanência obrigatória até agosto de 2027; 2. Onde, no momento da contratação, fui informado de que a utilização dos serviços poderia estar condicionada à existência de número de utente; 3. Que serviço concreto do plano pode ser utilizado por um cliente que não possui número de utente; 4. Qual foi a informação pré-contratual fornecida sobre esta limitação; 5. Que seja enviada cópia integral do contrato, condições gerais, condições particulares e demais documentos que comprovem a minha adesão e eventual período de permanência; 6. Que seja informado de forma clara qual é a base contratual e legal para a cobrança das mensalidades após o meu pedido de cancelamento; 7. Que seja analisada a possibilidade de cancelamento do contrato sem cobrança de valores futuros, considerando que, quando tentei utilizar o serviço, fui informado de que não poderia ser atendido por não possuir número de utente. Reforço que não estou simplesmente a recusar o pagamento de um serviço que pretendo utilizar. A questão é que, ao tentar utilizar o serviço contratado, fui confrontado com uma condição que, na minha perceção, não me foi devidamente esclarecida no momento da adesão e que, na prática, impede a utilização do serviço nas condições que eu esperava. Assim, solicito que esta reclamação seja formalmente registada e que me seja apresentada uma resposta escrita, fundamentada e detalhada, indicando expressamente a cláusula contratual e a respetiva fundamentação para a manutenção da cobrança. Até que a situação seja devidamente esclarecida, não reconheço como legítimos eventuais valores que venham a ser cobrados após o meu pedido de cancelamento, reservando-me o direito de recorrer às entidades competentes de defesa do consumidor e às demais vias legalmente disponíveis. Solicito ainda que toda a comunicação relativa a este assunto seja realizada por escrito, para que fique devidamente documentada. ue eu esperava. Acrescento ainda que fui mal atendido pela telefonista com quem falei hoje. Durante a chamada, foi-me dito que eu tinha chegado a um país e que deveria cumprir as regras desse país, acrescentando-se que esse país não era igual ao meu. Considero estas afirmações inadequadas e desrespeitosas, por não contribuírem para o esclarecimento da situação nem para um atendimento profissional. Foi-me também dito que a telefonista não me iria ouvir mais, tendo a chamada sido terminada abruptamente, com o desligamento do telefone. Reconheço que fui imensamente grosseiro durante toda a ligação e lamento a forma como me expressei. No entanto, solicito que a conduta adotada durante o atendimento seja igualmente analisada pela Medicare. Solicito ainda o acesso à gravação integral da chamada telefónica realizada hoje, incluindo, se aplicável, a identificação da data, hora, duração e intervenientes, bem como informação sobre a finalidade e o prazo de conservação dessa gravação. Caso não seja possível disponibilizar diretamente o ficheiro áudio, solicito que me seja indicado o procedimento adequado para exercer o meu direito de acesso à gravação. Assim, solicito que esta reclamação seja formalmente registada e que me seja apresentada uma resposta escrita, fundamentada e detalhada, indicando expressamente a cláusula contratual e a respetiva fundamentação para a manutenção da cobrança. Até que a situação seja devidamente esclarecida, não reconheço como legítimos eventuais valores que venham a ser cobrados após o meu pedido de cancelamento, reservando-me o direito de recorrer às entidades competentes de defesa do consumidor e às demais vias legalmente disponíveis. Solicito ainda que toda a comunicação relativa a este assunto seja realizada por escrito, para que fique devidamente documentada.
Reclamação urgente por falta de prestação de informação pré-operatória e logística — Cirurgia Oftalm
À Administração / Serviços de Gestão de Clientes do Hospital da Luz, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal contra o Hospital da Luz, devido a uma grave e inadmissível falta de prestação de informação informativa, logística e clínica, a menos de 24 horas da realização de uma cirurgia oftalmológica. A situação em causa reveste-se da seguinte gravidade: Ausência total de informação por escrito: Até ao momento, e encontrando-se a intervenção cirúrgica agendada para dentro de 24 horas, não foi disponibilizada qualquer explicação escrita referente ao local exato da realização da cirurgia, horário de comparência, requisitos pré-operatórios obrigatórios (jejum, medicação, etc.) nem orientações para o pós-operatório. Documentação existente incompleta: O único registo escrito facultado por esta instituição cinge-se, exclusivamente, ao orçamento financeiro associado ao ato cirúrgico a efetuar, o que evidencia uma priorização da vertente comercial em detrimento do dever de informação clínica e do bem-estar do doente. Inércia face aos contactos efetuados: Foram realizados múltiplos contactos telefónicos, tanto para as assistentes virtuais e pessoais bem como para serviços administrativos de outra índole, solicitando repetidamente o envio da referida informação por escrito ou, no mínimo, a respetiva comunicação através da aplicação digital do hospital. Nenhum destes pedidos mereceu cumprimento até à presente data. Esta postura é totalmente inaceitável, geradora de stresse e ansiedade desnecessários para quem vai ser submetido a um procedimento cirúrgico, e colide frontalmente com os padrões de qualidade, rigor e centralidade no cliente que uma instituição da vossa dimensão e reputação publicita no mercado. Face ao exposto, exijo o envio imediato, por via digital (email/aplicação), de todas as instruções necessárias (horário, local, preparações pré-operatórias e cuidados pós-operatórios), bem como a abertura de um processo interno para apuramento de responsabilidades por esta falha grave de comunicação. Aguardo uma resposta urgente nas próximas horas, face à iminência da cirurgia. Com os melhores cumprimentos,
Precisa de ajuda?
Pode falar com um jurista. Para obter ajuda personalizada, contacte o serviço de informação
