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Encomenda não recebida
Estou com foi mês que comprei na site da enorme.pt e não recebie minha encomenda eles tem um portal de atendimento no telegrama mas não respondem ao cliente. Estou no prejuízo como 173 €
Pedido de Cancelamento de Contrato Medcarie
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativamente ao serviço prestado pela empresa Medcare, bem como reiterar o meu pedido de cancelamento do contrato celebrado. Informo que solicitei o cancelamento do referido serviço após ter ficado desempregada, encontrando-me atualmente numa situação financeira que não me permite continuar a suportar os encargos associados ao plano contratado. Importa ainda referir que, desde essa altura, deixei de efetuar quaisquer pagamentos, precisamente por não possuir condições económicas para manter o serviço ativo. Acresce que, durante todo o período em que estive associada, o serviço nunca me trouxe qualquer utilidade prática ou benefício efetivo, não tendo recorrido nem usufruído de vantagens que justificassem a continuidade do contrato. Apesar do meu contacto para proceder ao cancelamento, a situação não foi devidamente regularizada até ao momento, o que considero insatisfatório e desadequado face às circunstâncias apresentadas.
Cancelamento/alteração plano
Venho por este meio apresentar reclamação formal contra a empresa Wildsmile relativamente ao contrato celebrado em 08/04/2026, associado a uma alegada fidelização de 12 meses. Aquando da adesão, efetuei o pagamento correspondente aos 3 primeiros meses do serviço. Posteriormente, comuniquei à empresa que não pretendia continuar com o plano nem renovar qualquer serviço após o término do período já pago , nem mesmo após os 12 meses. Em contacto realizado via WhatsApp, foi-me transmitido pela empresa que poderia simplesmente deixar de efetuar os pagamentos das restantes mensalidades e que, após os 3 meses pagos, o plano transitariam automaticamente para um plano “Basic”, gratuito e com serviços limitados, mantendo-se ativo até 08/07/2026. Perante esta informação, solicitei expressamente: * que fizessem a alteração do plano premium para o basic e após fim de contrato o cancelamento/cessação do serviço, * confirmação escrita por e-mail das condições comunicadas via WhatsApp. Contudo, recebi apenas um e-mail a informar que “não seria possível cancelar” o contrato, contradizendo diretamente a informação anteriormente prestada. Posteriormente, em contacto telefónico, foi-me dito que a empresa não poderia enviar por escrito a informação fornecida através do WhatsApp. Considero esta atuação grave, pouco transparente e lesiva dos direitos do consumidor, uma vez que: * existem informações contraditórias prestadas por diferentes canais de atendimento; * a empresa recusa formalizar por escrito a alteração do plano premium para o basic; * não existe clareza relativamente às consequências da minha intenção de não renovação e cessação do serviço; * tal comportamento pode configurar prática comercial pouco transparente perante o consumidor. Deste modo, solicito: * confirmação formal e escrita de que não existirão cobranças futuras adicionais; * confirmação da cessação do vínculo contratual após o período já liquidado; * esclarecimento completo sobre qualquer alegada permanência, penalização ou renovação automática; * garantia de que os meus dados e meios de pagamento não serão utilizados para futuras cobranças sem autorização expressa. Caso a situação não seja devidamente esclarecida e regularizada, reservo-me o direito de apresentar reclamação junto das entidades competentes de defesa do consumidor.
pagamentos
Pior empresa não existe, recomendação 0. Falta de respeito para quem trabalha, descontam dinheiro indevido e não assumem o erro. Não cumprem as leis do trabalho mesmo sendo confrontados com elas. Aproveitam todas as oportunidades para tirar dinheiro do nosso suor, mesmo sabendo que faltamos devido a catástrofes naturais (exemplo faltei pois fui uns dias ao entroncamento e quando fui para regressar, pois ia trabalhar deu-se a tempestade de Leiria e fiquei sem comboio e nem de carro ou camioneta podia vir, justifiquei a falta conforme manda a lei e descontaram-me 3 dias, sendo que só trabalhava ao sábado), a seguir a isso despedi-me com tudo direitinho em Março e até agora não me pagaram os direitos. liguei diversas vezes atenderam uma vez depois de 40min á espera iam pagar uma segunda esqueceram-se de dizer qual... vários mails mandados e nada. POIS BEM SE PRECISAM DE TRABALHAR NÃO SE METAM COM ESTA EMPRESA SE É QUE SE PODE CHAMAR DE EMPRESA.
Inconsistências contratuais, renovação automática e informação contraditória sobre coberturas
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar reclamação formal relativamente ao meu contrato Medicare, por considerar que existiram falhas graves de informação, transparência contratual e apoio ao cliente relativamente à renovação automática do contrato e às coberturas do seguro associado ao plano. 1. Inconsistências nas datas contratuais e renovação automática No dia 28/04, às 19h57, contactei telefonicamente a Medicare com o objetivo de obter informações sobre como proceder ao cancelamento/não renovação do contrato. Durante essa chamada, foi-me informado que a data de contratação do contrato seria 26/05/2025 e que, por esse motivo, eu já não poderia impedir a renovação automática, uma vez que o contacto foi realizado após o prazo limite alegadamente aplicável. No entanto, verifiquei posteriormente diversas inconsistências nas datas constantes da documentação contratual e da própria aplicação Medicare. Nas Condições Particulares do contrato surgem duas datas diferentes no mesmo documento: - 05/06/2025; - e 26/05/2025. Além disso, os campos destinados à assinatura encontram-se em branco. Verifiquei ainda que a própria aplicação Medicare apresenta informações contraditórias relativamente às datas contratuais. Na aplicação surge indicada uma “Data de contratação” de 26/05/2025, mas simultaneamente aparece a informação de que o contrato “expira a 5/5/2027”. Estas datas não são coerentes entre si nem coincidem integralmente com as datas presentes nas Condições Particulares do contrato. Considero que estas discrepâncias comprometem gravemente a clareza da informação contratual disponibilizada ao consumidor e impossibilitam a correta compreensão: - da efetiva data de celebração do contrato; - da data de renovação; - e do prazo correto para oposição à renovação automática. Durante a chamada de 28/04 manifestei ainda que não concordava com a informação que me estava a ser transmitida, tendo inclusivamente referido que a colaboradora estava a transmitir a informação de forma extremamente rápida e pouco clara, dificultando a correta compreensão das condições apresentadas. Posteriormente, no dia 06/05, às 16h04, fui contactada telefonicamente pela Medicare para questionarem os motivos pelos quais não pretendia renovar o contrato. Durante essa chamada expliquei que o meu marido se encontrava sem trabalhar. Nessa mesma conversa foi-me referido pela colaboradora que os pontos Medicare poderiam ajudar nas despesas de alimentação, afirmação com a qual não concordei, por considerar que os referidos pontos não permitem efetivamente suportar esse tipo de despesas da forma como me foi sugerido. Após essa chamada, recebi no dia 06/05, às 16h08, um email da Medicare a indicar que a não renovação do meu contrato se encontrava “agendada”. Esta informação contradiz aquilo que me tinha sido anteriormente transmitido telefonicamente, nomeadamente que já não seria possível impedir a renovação do contrato. 2. Cobertura de Incapacidade Temporária Absoluta para o Trabalho (ITA) Posteriormente, no dia 08/05, às 19h28, contactei novamente a Medicare para obter esclarecimentos relativamente à cobertura de “Incapacidade Temporária Absoluta para o Trabalho por Acidente ou Doença (ITA)”, uma vez que o meu marido, incluído no plano Medicare, se encontrava de baixa médica. Durante essa chamada foi-me informado que o meu marido não teria direito ao capital associado a esta cobertura por não ser o “titular” do plano. No entanto, nas condições contratuais disponibilizadas pela Medicare, a cobertura ITA refere-se à “Pessoa Segura”. A definição apresentada na nota informativa refere: “Pessoa Segura: Pessoa singular no interesse da qual o Contrato é celebrado ou a pessoa sujeita aos riscos, que, nos termos acordados, são objeto deste Contrato.” A Medicare informou-me telefonicamente que esta definição corresponde exclusivamente ao titular do plano. Contudo, eu não concordo com essa interpretação, uma vez que considero que a expressão “Pessoa Segura” também pode incluir os restantes beneficiários abrangidos pelo plano, nomeadamente quando estes estão efetivamente incluídos no agregado e cobertos pelo contrato. A própria aplicação Medicare faz referência simultânea a “Titular | Beneficiário” e indica que o contrato possui 2 beneficiários, o que reforça ainda mais a interpretação de que existem outras pessoas abrangidas pelo plano para além do titular principal. Considero que a redação apresentada é ambígua e suscetível de induzir o consumidor em erro quanto ao verdadeiro alcance das coberturas disponibilizadas aos restantes elementos do agregado familiar. Além disso, quando solicitei esclarecimentos adicionais, foi-me indicado pela Medicare que deveria tratar diretamente dessa questão com a APRIL. No entanto, na própria nota informativa consta expressamente que a Medicare é a “Tomadora do Seguro”, sendo a entidade que celebrou o contrato de seguro com a APRIL em representação das seguradoras. Assim, não considero aceitável que a Medicare se demita de prestar esclarecimentos relativamente a um produto que comercializa e relativamente ao qual figura contratualmente como Tomadora do Seguro. Face ao exposto, solicito: - Esclarecimento formal e detalhado relativamente às datas efetivas do contrato; - Esclarecimento relativamente à discrepância entre as várias datas apresentadas; - Fundamentação legal e contratual relativamente à renovação automática aplicada; - Indicação expressa da cláusula contratual que exclui os restantes beneficiários da cobertura ITA; - Fundamentação formal para a interpretação da expressão “Pessoa Segura” como sendo exclusivamente o titular do plano; - Reavaliação da situação apresentada; - E resposta formal à presente reclamação. Informo que a presente reclamação será igualmente remetida para as entidades competentes, nomeadamente ASF, Livro de Reclamações e demais entidades de defesa do consumidor, para apreciação da situação descrita.
Atendimento
Jose Coelho Inês cliente 6713 adquiriu aparelhos auditvos, atraves dessa empresa e tem sido mal acompanhado a nível de assistÊncia. Pior que isso na última assistência avariaram uma das proteses e "borrifaram-se para isso". Para vender prosutos são uns expeditos e estão sempre prontos para a manutenção é que não. O atendimento telefónico é imppossivel, ninguem atende Agradeço o contato
Reclamação por cobrança indevida
Apresento reclamação contra a Clínica Dentária Suzana Mota por cobranças indevidas e falta de informação prévia no âmbito de consultas realizadas ao abrigo do meu plano de saúde Medicare. O plano Medicare informa que tenho direito a consulta de avaliação e destartarização gratuitas em clínicas parceiras. Escolhi esta clínica através do site do plano. No dia 20/01/2026, compareci a uma consulta previamente agendada, tendo informado que pretendia realizar a destartarização ao abrigo do plano. No final, foi-me cobrado 35,00€, referente a “Destartarização Bimaxilar com Airflow”. Em nenhum momento fui informado de que seria realizado um procedimento diferente do incluído no plano, nem de qualquer custo adicional, nem me foi solicitado consentimento. No dia 22/01/2026, levei os meus dois filhos a consulta, solicitando expressamente apenas a avaliação gratuita do plano. Durante a consulta, a dentista informou que faria uma higienização com escova elétrica, sem solicitar autorização nem informar custos. No final, foram cobrados 70,00€ (35,00€ por cada criança). Nunca fui informado de que seria um procedimento pago nem dei consentimento para tal. Adicionalmente, o recibo inicial indicava apenas “Destartarização”. Após solicitar segunda via com o número do cartão Medicare, o nome do serviço foi alterado para “Destartarização com técnica airflow”, sem justificação. Considero que houve cobrança de serviços não autorizados, falta de informação clara e ausência de consentimento informado. Solicito: Reembolso dos valores pagos (105,00€); Esclarecimento formal sobre os procedimentos realizados; Justificação para a alteração dos recibos. Aguardo resolução. Lucas Almeida Moura
Mau serviço
Exmos Senhores, No início deste ano, adquiri Aparelhos a empresa Audição Activa, no valor de 4.600 €, pagos com uma entrada inicial de 500 € e o restante débito directo mensal. Desde a entrega apresentaram graves problemas, são enormes, não entrando no canal auditivo, Fiz várias reclamações, directamente na loja, chamadas telefónicas e emails, os aparelhos foram enviados para a fábrica diversas vezes, sem qualquer resolução eficaz e a ultima vez, vieram dom umas patilhas que lhes colocaram afim de evitar a queda dos ouvidos, mantendo-se os mesmos defeitos. Ando a pedir a rescisão do contrato desde Março sem sucesso. Foram muito mal feitos e vieram ainda pior, junto foto. Assim peço por favor que me ajudem a rescindir o Contrato e a reaver todo o dinheiro já pago, bem como a suspensão do débito directo. Estou a pagar uma coisa que não posso usar, porque corro o risco de os perder. Agradecendo desde já e com os meus cumprimentos, MS PS. Não consegui transferir para aqui, os emails trocados com o fornecedor
NegligênciaA minha mãe caiu e partiu o colo do femur. Entrou esta 2a feira no Hospital Amadora Sintr
A minha mãe caiu e partiu o colo do femur em casa. Entrou no dia 6 de Abril 2026 no Hospital Amadora Sintra e nunca mais saiu. Creio que o atendimento das urgências correu bem mas o internamento no SO6 nos dias 7 e 8 foi uma desgraça. Como cada dia que passava podia ser operada era cumprido o protocolo de a manter sem agua e comida durante todo o dia. A medicação habitual manifestada no relatório das urgências, não constava nos registos da enfermaria. A minha mãe era dependente de calmantes e controladores de tensão e a não toma fazia com que a minha mãe se enervasse e subisse a tensão. Ao 2° dia no SO6 encontrei a minha mãe em delirium e a febre apareceu. Desesperada percorri nesse dia (8Abril) a distância enfermaria, gabinete médico varias vezes ( nas 2 visitas diarias possíveis) dizendo o estado da minha mãe e solicitando ação por parte dos médicos, pressionando para falarem com o bloco operatório. A minha mãe não aguentaria muito mais. Consegui que fosse admnistrado soro e questionei até quando uma senhora de 85 anos iria estar sem comer e beber. Ao que o médico me respondeu mas quer que a sua mãe seja operada ou quer dar de comer à sua mãe? Solicitei que registassem a medicação habitual para ver se lhe davam. Vi a minha mãe alterada e mal, sendo o seu estado encarado na enfermaria como tudo normal. A minha mãe não resistiu e teve uma paragem cardíaca, antecedida por uma perda de consciência Glasgow 8 nesse dia à noite, falecendo, dia 9 de Abril 2026 pelas 11;15. Este hospital não tem capacidade de resposta. E não existe humanidade. O CODU não dá hipotese escolha de hospital e atira as pessoas 'aos leões'.
Queimadura na pele
No dia 28-2-2026 fiz uma sessão de laser nas axilas. Fiquei com queimaduras em ambas as axilas que ao fim de 2 meses se mantém. Apesar de sempre me ter queixado de dor desproporcional as outras zonas, acabou por acontecer as queimaduras. Foi muito desagradavel e não obtive qualquer retorno em termos de pedido de desculpa nem nada.
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