Cálculo da pontuação da empresa
Esta pontuação reflete a capacidade da empresa resolver as reclamações dos consumidores.
O cálculo é feito com base em três indicadores:
A pontuação baseia-se nos últimos 12 meses.
Nenhuma pontuação será apresentada caso não tenhamos dados relevantes sobre a empresa.
Qualidade do serviço de tratamento das reclamações
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1. Envie diretamente a sua reclamação à empresa.
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3. Não ficou satisfeito com a resposta? Ou a empresa não respondeu? Entre em contacto connosco, os nossos juristas podem ajudar (serviço reservado a subscritores).
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Maior impacto da reclamação com o nosso apoio
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Os nossos juristas ajudam se necessário (serviço só para subscritores)
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Se pretender pode tornar a reclamação visível para todos (opcional)
Reclamações recentes
Facturação indevida
Exmos. Senhores Serve a presente para descrever o que me parece uma falta de princípios por parte do Hospital da Trofa Gaia, que passo a explicar: Dia 25/07/2026 tive necessidade de utilizar o serviço de urgência do referido hospital na especialidade de Pediatria, durante a madrugada. Por impossibilidade técnica não me foi possível aceder à minha conta da AdvanceCare não conseguindo referir o número do cartão de saúde para utilizar os valores de referência do referido seguro. Desta forma, foi-me informado que se contactasse no dia útil seguinte a contabilidade do referido hospital poderia realizar a apresentação do número do cartão e este acerto. Segunda feira seguinte e resolvido o constrangimento de acesso com o apoio da AdvanceCare, contactei o hospital via telefone, tendo sido encaminhada para a contabilidade e informada que não seria possível qualquer nota de crédito. Contactando o apoio automático da seguradora procurei saber como fazer um pedido de estorno do valor pago, solicitei uma factura detalhada ao hospital no dia 7/08/2016, mais uma vez sendo negada essa possibilidade por se tratar de um "pacote fechado" no entanto afirmam ser possível uma nota de crédito e emissão de nova factura ( o que anteriormente não era possível já seria!). Solicitei portanto que me fosse feita a nota de crédito, e na emissão que fizessem referência do número de cartão de saúde, ficando com o problema resolvido. A nota de crédito foi realizada (12/08/2026) e emitida nova factura com um acréscimo no valor de 30.90€ em que é referido o detalhe das análises feitas, mantendo-se a informação de "pacote fechado", não havendo qualquer referência ao cartão de saúde da utente. For a data de hoje feira reclamação online à entidade referida, aguardando resposta ao que me parece ser uma prática desadequada. Se era possível em termos contabilistas fazer uma nota de crédito, vê-se aqui um aproveitamento de uma fragilidade informática momentânea (que pode acontecer infelizmente). Grata pela atenção, Com os melhores cumprimentos, Carla Sousa
Reclamação – Pedido de apoio jurídico e intervenção
Exmos. Senhores, Venho por este meio solicitar o apoio e intervenção da vossa entidade relativamente a uma situação que considero configurar uma prática abusiva por parte da entidade prestadora de cuidados de saúde Trofa Saúde – Unidade de Gaia. Em março de 2025, foi-me apresentado um orçamento para a realização de um procedimento ginecológico composto por três sessões, com comparticipação da ADSE, sendo o valor a meu cargo de 73,62 € por sessão. Com base nessa informação, realizei as três sessões (maio, junho e julho de 2025), tendo procedido ao pagamento integral de cada uma, conforme solicitado, sendo emitidas as respetivas faturas com saldo final de 0 €, comprovando a liquidação total dos serviços prestados. Posteriormente, em 2026, fui surpreendida com a emissão de uma nova fatura no valor de 280,57 €, relativa a uma das sessões já pagas, alegadamente devido à recusa de comparticipação por parte da ADSE. Importa salientar os seguintes factos: - O valor de 73,62 € por sessão foi apresentado como definitivo, não tendo sido indicado qualquer carácter provisório ou condicionado; - Não fui informada, em momento algum, do risco de não comparticipação; - Uma das sessões (a última) foi efetivamente comparticipada pela ADSE, enquanto outra não, o que demonstra incoerência no tratamento do mesmo procedimento; - As faturas iniciais indicavam saldo zero, confirmando a liquidação integral; - O hospital recusou fornecer documentação justificativa da alegada recusa da ADSE; - Após a minha contestação, a entidade iniciou um processo de cobrança, tendo entretanto agravado o valor para 300,57 €, acrescido de custos administrativos; - Recebi comunicação com ameaça de recurso à via judicial, apesar de a situação se encontrar formalmente reclamada. Entendo que esta situação viola princípios fundamentais da defesa do consumidor, nomeadamente: - Direito à informação clara e prévia; - Princípio da boa-fé contratual; - Proteção da confiança legítima do consumidor; - Proibição de práticas comerciais desleais. A situação encontra-se já reportada através do Livro de Reclamações e em análise pela ERS – Entidade Reguladora da Saúde. No entanto, face à insistência na cobrança e agravamento do valor, considero necessário o vosso apoio. Assim, venho solicitar: 1. Análise da situação à luz da legislação de defesa do consumidor; 2. Apoio jurídico na contestação da dívida reclamada; 3. Intervenção junto da entidade prestadora, se aplicável; 4. Orientação sobre eventuais passos adicionais a adotar. Tenho na minha posse toda a documentação comprovativa, incluindo orçamento, comprovativos de pagamento (3) e fatura posterior. Agradeço, desde já, a atenção dispensada e fico a aguardar o vosso parecer. Com os melhores cumprimentos, Graça Heleno 960112049 gracaheleno@gmail.com ou graca.heleno@agrcanelas.edu.pt
Cobrança indevida - valor pago conforme orçamento prévio
Exmos. Senhores, Venho por este meio solicitar o apoio e intervenção da vossa entidade relativamente a uma situação que considero configurar uma prática abusiva por parte da entidade prestadora de cuidados de saúde Trofa Saúde – Unidade de Gaia. Em março de 2025, foi-me apresentado um orçamento para a realização de um procedimento ginecológico composto por três sessões, com comparticipação da ADSE, sendo o valor a meu cargo de 73,62 € por sessão. Com base nessa informação, realizei as três sessões (maio, junho e julho de 2025), tendo procedido ao pagamento integral de cada uma, conforme solicitado, sendo emitidas as respetivas faturas com saldo final de 0 €, comprovando a liquidação total dos serviços prestados (disponíveis na AAP). Recentemente, no início de março de 2026, fui surpreendida com a emissão de uma nova fatura no valor de 280,57 €, relativa a uma das sessões já pagas, alegadamente devido à recusa de comparticipação por parte da ADSE. Importa salientar os seguintes factos: - O valor de 73,62 € por sessão foi apresentado como definitivo, não tendo sido indicado qualquer carácter provisório ou condicionado; - Não fui informada, em momento algum, do risco de não comparticipação; - Uma das sessões (penso que a última) foi efetivamente comparticipada pela ADSE, enquanto outra não, o que demonstra incoerência no tratamento do mesmo procedimento; - As faturas iniciais indicavam saldo zero, confirmando a liquidação integral; - O hospital recusou fornecer documentação justificativa da alegada recusa da ADSE, aquando da minha solicitação presencialmente; - Após a minha contestação, a entidade continuou o processo de cobrança, tendo entretanto agravado o valor para 300,57 €, acrescido de custos administrativos; - Recebi comunicação com ameaça de recurso à via judicial, apesar de a situação se encontrar formalmente reclamada. Entendo que esta situação viola princípios fundamentais da defesa do consumidor, nomeadamente: - Direito à informação clara e prévia; - Princípio da boa-fé contratual; - Proteção da confiança legítima do consumidor; - Proibição de práticas comerciais desleais. A situação encontra-se já reportada através do Livro de Reclamações e em análise pela ERS – Entidade Reguladora da Saúde. No entanto, face à insistência na cobrança e agravamento do valor, considero necessário o vosso apoio. Assim, venho solicitar: 1. Análise da situação à luz da legislação de defesa do consumidor; 2. Apoio jurídico na contestação da dívida reclamada; 3. Intervenção junto da entidade prestadora, se aplicável; 4. Orientação sobre eventuais passos adicionais a adotar. Tenho na minha posse toda a documentação comprovativa, incluindo orçamento inicial, comprovativos de pagamento (3) e fatura posterior. Não consegui anexar. Agradeço, desde já, a atenção dispensada e fico a aguardar o vosso parecer. Com os melhores cumprimentos, Maria da Graça Pinto Heleno 960112049 gracaheleno@gmail.com ou graca.heleno@agrcanelas.edu.pt
Entidade enganadora
Estou a ser seguida no Trofa Gaia por usar aparelho, nada contra a minha ortodontista mas o serviço e o hospital são ridículos. Queixei-me de dor no dente e disseram que tinha uma cárie e que deveria ir tratar. Ok tudo bem, marcaram a consulta, cheguei ao hospital e não tinha cárie nenhuma, fizeram dois raio-x ( sem me ter perguntado nada) e no final mandaram-me embora pois não tinha cáries. Nem uma limpeza nem nada. Tenho uma fatura de 51€ para pagar, 35€ de consulta e 16€ dos raios-x. Reclamei e disse que não era justo , quanto muito pagaria pelos raios-x. Disseram que tenho que pagar pois fui avaliada. Mas se não me dissessem que eu tinha cáries eu não ia à consulta... Estou muito descontente com este serviço não é de agora , e assim que retire o aparelho não volto lá, não recomendo a ninguém e ainda direi para não irem lá!! Obrigada
Cobrança Indevida e a aguardar desde Maio/2025 pelos dados de pagamento
Exmos Senhores, no seguimento de vários pedidos de esclarecimento e, inclusive, reclamações, aguardei de Maio até Agosto/2025 (3 meses) para uma resposta e esclarecimento referente à emissão da FT HPG2025/77342 após o pagamento do procedimento realizado e de já ter saído do hospital. Apesar de continuar a confirmar que não me foi aplicado qualquer pomada e não autorizei nada nesse sentido, já solicitei variadas vezes uma entidade e referência ou mesmo um IBAN para pagamento dos 6,11€, visto que os dados presentes na fatura não funcionam. Aguardo desde Agosto, exmos senhores e acho uma vergonha demorarem meses para esclarecerem e ainda mais meses para fornecerem um simples dado para pagamento a alguém que quer liquidar as coisas com vocês e nunca mais recorrer aos vossos serviços. Saliento, também, que me foi imputada uma multa de 20€ devido ao atraso no pagamento da fatura, quando os dados não funcionavam e eu só poderia pagar algo do qual tenho ciência e esclarecimento da vossa parte, algo que só aconteceu em Agosto e solicito o vosso auxílio desde Maio. Podem resolver esta situação de vez, por favor? Aguardo contato via e-mail (ao qual vocês não respondem) ou preferencialmente por telemóvel para o mesmo número da minha ficha. Sem outro assunto, Jéssica Filipe
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