Reclamações públicas
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Atualização da reclamação
Exmos. Senhores. Venho por este meio atualizar a reclamação apresentada, informando que, apesar de não ter obtido até ao momento qualquer resposta escrita por parte da empresa Medicare relativamente à resolução do contrato, fui hoje contactada telefonicamente por um colaborador que se identificou como pertencendo a um “departamento de satisfação do cliente”. Durante a chamada, informei que me encontrava em horário de trabalho e que não tinha disponibilidade para falar naquele momento, bem como que já tinha exposto formalmente a minha insatisfação e os factos relevantes através dos canais adequados. Ainda assim, o colaborador insistiu de forma reiterada em prosseguir a chamada, exigindo a autorização para gravação, adotando um tom sarcástico e prepotente, revelando total desconsideração pela minha indisponibilidade e pelas explicações prestadas. Perante a minha recusa em autorizar a gravação da chamada, o colaborador terminou o contacto de forma abrupta, afirmando que seria contactada por outros meios. Considero este comportamento inadequado, desrespeitoso e intimidatório, sobretudo num contexto em que o contrato se encontra formalmente contestado, sem resposta escrita da empresa, e com processos de reclamação ativos. Solicito que este comportamento seja igualmente tido em conta na análise do meu caso.
Reclamação Formal – Incumprimento de Entrega e Pedido de Reembolso
No dia 06/02/2026 realizei duas encomendas no site da Tummy Tox, tendo procedido ao respetivo pagamento. Uma das encomendas foi entregue sem qualquer problema. No entanto, a segunda encomenda encontra-se há mais de uma semana em sucessivas “tentativas de entrega”, sendo sistematicamente apresentada a justificação de que “não houve tempo para entregar”. Esta justificação é manifestamente inaceitável e demonstra falta de profissionalismo e incumprimento do serviço contratado. A morada está correta e foi utilizada com sucesso na entrega da outra encomenda realizada no mesmo dia. A encomenda permanece a circular sem qualquer resolução concreta, tratando-se de vitaminas que estão simplesmente a ser movimentadas sem que a entrega seja efetivamente realizada. Já contactei previamente a empresa por email e foi-me garantido que a situação seria resolvida junto da transportadora. Até à presente data, nada foi feito e continuo sem receber a encomenda, o que configura incumprimento contratual. Perante a ausência de resolução e a clara falha no serviço prestado, exijo: • Entrega imediata da encomenda no prazo máximo de 48 horas; ou, em alternativa, • Reembolso integral do valor pago, com a maior brevidade. Caso a situação não seja resolvida de forma célere, reservo-me o direito de avançar com os meios legais adequados para defesa dos meus direitos enquanto consumidora. Aguardo resolução urgente.
Anular seguro
Boa tarde No dia 7 de Janeiro Enviei um e-mail para a Medicare para anular o seguro uma vez que a empresa tinha dado um seguro com inicio em Janeiro. Obtive a resposta que anexo. Liguei mais tarde e disseram-me que só podia ser anulado quando fizesse um ano. É assim ou posso anulá-lo de imediato. Muito Obrigado Tel 965741080
Encomenda não recebida
Realizei a encomenda OCPFLDIGX junto da Curaprox/Curaden Portugal (entidade representada da Tecnimed no passado dia 15 de Janeiro. Durante várias semanas não recebi a encomenda e contactei a empresa. Passados vários dias disseram que ia receber e que o tracking estava em dia. Passados uns dias reparei que estava dado como entregue (sem que eu tenha recebido) e questionei novamente a empresa. Disseram que tinha sido entregue à empresa e que iriam fazer o reembolso. Passada uma semana ainda não tenho reembolso e a empresa deixou de responder aos emails
Desgraça e Fraude
Na noite de sexta-feira, 14.02.2026, a minha esposa ligou-me do trabalho a dizer que se sentia mal. Fui imediatamente buscá-la e dirigimo-nos às urgências do Hospital CUF Porto, por ser a unidade mais próxima do local de trabalho dela. Os problemas começaram logo à entrada: apesar de a minha esposa estar curvada com dores, com um saco na mão e ter acabado por se sentar no chão por não conseguir aguentar-se em pé, nem os funcionários da receção nem qualquer outra pessoa se dignou a intervir. Parecia não ser uma urgência, mas sim uma fila de espera comum, onde até pessoas que chegavam em perfeitas condições eram atendidas por ordem numérica. Questionei o funcionário do registo se aquilo era realmente uma urgência, apontando para a minha esposa prostrada no chão enquanto ele priorizava o registo de um jovem que estava calmamente de pé. Só depois enviaram uma cadeira de rodas; no entanto, entregaram-me a cadeira a mim e disseram-me para a levar para a sala de espera interior. Após algum tempo, fomos levados a uma pequena sala onde alguém (não sei se médico ou técnico) fez algumas perguntas, colocou-nos pulseiras e levou a minha esposa para o interior. Apesar de ela ter entrado a chorar, a gemer, a vomitar bílis e a queixar-se de dores fortíssimas, só cerca de 20 minutos depois é que uma enfermeira apareceu para lhe retirar sangue. Expliquei aos funcionários que, numa situação anterior idêntica no Hospital Lusíadas, ela tinha sido medicada com analgésicos e soro, tendo recuperado e tido alta em cerca de duas horas. Embora não soubesse os detalhes técnicos, o tratamento lá foi eficaz. Na CUF, apesar de eu pedir que aliviassem a dor dela ou que a sedassem como fizeram nos Lusíadas, limitavam-se a dizer que 'já tinham dado analgésicos' e tentavam afastar-me do local. Falava com a minha esposa por telefone a cada 5 minutos; ela mal conseguia falar, chorava desesperada, dizia que a dor era insuportável, que tinha medo de morrer e que continuava a vomitar. Ela dizia-me que implorava por ajuda aos médicos e enfermeiros, mas que estes a ignoravam, negando-lhe inclusive uma cama ou maca para se deitar. Assustado e revoltado, entrei nas instalações e exigi à enfermeira que retirasse o soro e tudo o que tinham ligado, pois íamos para outro hospital. Não o fizeram. A enfermeira falou com o médico, que nos pediu para esperar. Alegaram que tentaram levar a minha esposa para uma tomografia (TAC) três vezes, mas que ela não ficava quieta devido à dor. O facto de tentarem fazer exames de diagnóstico caros antes de controlarem a dor dela fez-me suspeitar de motivações puramente económicas. Ao ver a minha esposa com o rosto pálido, olhos sem vida e quase desfalecida numa cadeira, perdi a paciência. Exigi, num tom mais elevado, que fizessem algo ou nos deixassem sair. Só nesse momento é que médicos e enfermeiros se mobilizaram, trouxeram uma maca e finalmente a instalaram num quarto. Ela ficou em estado de semi-consciência sob efeito de soro durante algumas horas. O meu sogro também se deslocou ao hospital e ficámos todos ali até ao meio da noite. Por volta das 02:30, deram-lhe alta. Saiu novamente em cadeira de rodas, ainda com dificuldade em falar — algo que nunca aconteceu após o tratamento nos Lusíadas. O choque final foi na faturação: apresentaram-me uma conta de 692,36 Euros! Em resumo: um problema que no Hospital Lusíadas foi resolvido de forma simples e eficaz em 2 horas, na CUF transformou-se num pesadelo de várias horas para toda a família, sem um atendimento digno. E por este serviço deplorável, cobraram quase 700 euros. Conclusão: Se não estiverem numa situação de vida ou morte extrema, nunca escolham o Hospital CUF, especialmente o do Porto. A minha experiência foi de que, em nome do lucro e da realização de exames desnecessários, colocam a saúde do paciente em risco. Não recomendo a ninguém.
Encomenda não recebida
Exmos Senhores fiz uma compra nessa loja on-line de uma chupeta onde tinha a opção de retirar em uma farmácia dentro do prazo de 24 horas fiz a compra no domingo dia 08/02/2026 hoje já é 13/02/2026 e ainda não está disponível tentei ligar para ver a situação não atenderam a ligação.
Burla
Exmos. Senhores, Venho por este meio solicitar o cancelamento do meu contrato com a Medicare nº. 45100311577 Não tenho mais interesse nos serviços da Medicare, vou seguir com um seguro de saúde. Recebi uma ligação muito mal educada por ter cancelado o débito direto da Medicare e me ameaçaram de fazer restrições ao meu nome e me cobrar pela dívida por outras vias. Penso que tentaram debitar em minha conta e não conseguiram. Pelo que percebi, o contrato tem vencimento apenas para o mês de outubro. Então hoje, 12/02/2026, deixo aqui expresso que não desejo renovar e desconheço fidelidade com a Medicare, por não ter havido qualquer confirmação da minha parte por escrito da adesão e muito menos da renovação, invoco o Decreto-Lei nº 24/2014, de 14 Fevereiro, Artigo 5º, nº 7 (que transpõe a Diretiva nº 2011/83/UE do Parlamento Europeu e do Conselho, de 25 de outubro de 2011, relativo aos direitos dos consumidores), especialmente o art.5º/nº7 no qual é referido que “Quando o contrato for celebrado por telefone, o consumidor só fica vinculado depois de assinar a oferta ou enviar o seu consentimento escrito ao fornecedor de bens ou prestador de serviços “. Por não ter assinado nenhum termo onde conste uma fidelização da minha parte com a Medicare, e se não cancelarem irei tomar as devidas medidas sobre meu direito.Agradeço que procedam ao cancelamento com efeitos imediatos. Cumprimentos.
Leite Enfamil contaminado
Venho reclamar de uma lata de leite de Enfamil Premium Gentlecare que parecia estar bem pois a validade era de 13 de Dezembro de 2026 mas após dar o leite dessa lata ao meu bebé de 4 meses o mesmo após 3h de o ingerir começou a ter muitos vómitos e diarrei@, o lote da lata é o n. HL4MQA3C 000461. O meu bebé sempre toma este leite e nunca tivemos problemas,inclusive no momento fomos comprar novamente outro leite igual mas de lote diferente e é o que o ajudou até agora e após 4 dias de vómitos e diarrei@ o bebé estabilizou e continua com o lote novo que compramos e encontra se sem problemas. Gostaría de pedir ou um reembolso ou uma troca pois o valor desta lata não é barato e o gasto que tivemos no hospital com o bebé tampouco foi barato. Aguardo uma resposta.
Falta de correspondência entre informação prestada e serviços efetivos
Venho, por este meio, apresentar reclamação contra a Medicare, na qualidade de consumidora, por considerar que a situação em causa configura uma prática lesiva dos meus direitos, nos termos da legislação de defesa do consumidor. Aquando do primeiro contacto comercial para adesão aos planos, foi-me transmitido pela Medicare que eu iria beneficiar de vantagens nas terapias do meu filho e que os alinhadores dentários estariam cobertos pelo plano, tendo sido inclusive indicada uma clínica como fazendo parte dessas condições. Estas informações foram determinantes para a minha decisão de contratar dois planos. Contudo, após a adesão, veio a verificar-se que tais benefícios não se concretizaram, não existindo, na prática, qualquer cobertura efetiva nem para as terapias do meu filho nem para os alinhadores, contrariamente ao que me foi previamente comunicado. Como consequência, encontro-me a suportar integralmente os custos das terapias e dos alinhadores, em simultâneo com o pagamento das mensalidades dos dois planos, o que representa um prejuízo financeiro significativo.
Reclamação relativa à Unidade de Saúde de Baguim do Monte – Gabinete de Saúde Oral
Venho, por este meio, apresentar reclamação formal relativamente a atrasos graves no acesso a cuidados de saúde oral no âmbito do Serviço Nacional de Saúde. Sou beneficiário de RSI, isento de pagamentos no SNS, e possuo cheque-dentista válido para 1 ano. Iniciei os meus cuidados de saúde oral em 28/06/2022 no Centro de Saúde de São Pedro da Cova, com consultas agendadas de 4 em 4 meses. Em 2024, a dentista que me acompanhava entrou de licença de maternidade, pelo que fui orientado a solicitar nova referenciação através da minha médica de família, sendo agora acompanhado no Gabinete de Saúde Oral da Unidade de Saúde de Baguim do Monte. Apesar de ter a nova referenciação emitida, validade: 03/02/2026 a 03/02/2027), as consultas estão a ser marcadas com intervalos de 7 a 8 meses, o que impossibilita a continuidade adequada do tratamento. Até ao momento, os tratamentos realizados incluem apenas limpezas dentárias e pequenas cáries. A minha situação clínica é grave: dentes partidos, cáries extensas e perdas dentárias, o que requer acompanhamento regular. Não dispondo de meios financeiros para recorrer ao setor privado, esta situação compromete gravemente a minha saúde oral e evidencia falha no cumprimento do plano de cuidados previsto para utentes vulneráveis. Solicito expressamente: Antecipação da consulta atualmente marcada (27/08/2026) para intervalo adequado entre consultas; Garantia de marcação de consultas com periodicidade clinicamente adequada; Avaliação da possibilidade de transferência para outra unidade com maior disponibilidade; Reconhecimento formal da falha no atendimento e da violação do direito de acesso a cuidados de saúde essenciais. Anexo a esta reclamação cópias das referenciações, cheques-dentista e comprovativos das consultas realizadas até ao momento. Aguardo resposta formal e célere de todas as entidades competentes.
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