Reclamações públicas
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Encomenda Não Recebida
Boa Tarde, Efectuei uma encomenda na loja saúde (NIF 517670755) sita na rua dos Chãos 162, 4710-230 Braga, no passado dia 24/04/26. Foi garantida a entrega em 7 dias. Até à presente data, 24/05/26, um mês depois ainda não me foi entregue a encomenda. Junto da empresa, via email, efetuei várias reclamações todas sem resposta viável. Solicitei ainda um reembolso que, também, não foi efetuado. Tentei registar reclamação no livro de reclamações mas não aparece a empresa em questão no sector de atividade. Tenho todos os comprovativos (de compra, de pagamento e de reclamação) disponíveis em anexo. Aguardo ajuda. Antecipadamente grata,
Violação da vontade
À Direção Clínica / Administração do Hospital da Trofa Vila Real, Venho, por este meio, apresentar uma reclamação formal relativamente à cirurgia plástica realizada no dia 15 de maio de 2026, no Hospital da Trofa Vila Real. Após a realização de uma ecografia mamária, foi diagnosticada uma contratura capsular na prótese mamária esquerda, motivo pelo qual procurei acompanhamento em cirurgia plástica para substituição das próteses mamárias. Desde a primeira consulta, manifestei de forma clara, repetida e inequívoca que o meu principal objetivo era reduzir o volume mamário. Expliquei que o peso e o tamanho das próteses já me causavam desconforto físico significativo, especialmente nas costas, e que pretendia mamas mais pequenas e leves. Durante as consultas pré-operatórias, concordei inclusivamente com a realização de uma mastopexia, deixando claro que as cicatrizes não seriam um problema para mim, desde que fosse possível alcançar a redução do volume mamário pretendida. Em consulta, foram-me mostradas opções de próteses de menor volume, nomeadamente de 190 ml e 230 ml, o que reforçou a minha expectativa relativamente ao resultado final. Foi ainda abordada a possibilidade de remoção total das próteses, hipótese que nunca rejeitei. No próprio dia da cirurgia, ainda antes da anestesia e durante as marcações cirúrgicas, voltei a reforçar expressamente à médica que a minha prioridade absoluta era diminuir o volume e o peso mamário. No entanto, apenas após a cirurgia fui informada de que tinham sido colocadas próteses de 320 ml, mantendo ainda assim as cicatrizes da mastopexia. Esta decisão foi tomada sem o meu consentimento informado e sem que me tivesse sido previamente explicada a possibilidade de necessidade de aumento do volume das próteses. Sinto que a minha vontade, claramente expressa ao longo de todo o acompanhamento médico, não foi respeitada. O resultado obtido está em total desacordo com aquilo que solicitei repetidamente e tem causado um profundo impacto emocional e psicológico, deixando-me em extremo sofrimento, angústia e sentimento de violação da minha autonomia enquanto paciente. Compreendo que possam existir decisões técnicas intraoperatórias; contudo, considero que qualquer alteração significativa ao plano cirúrgico inicialmente discutido deveria ter sido previamente explicada e consentida, sobretudo tratando-se precisamente do único aspeto que manifestei como essencial desde o início: a redução do volume mamário. Era preferível ficar sem próteses e ter os tecidos preservados e aderidos do que estar como me encontro, com mamas enormes que sinto em baixo das axilas e vão quase até a clavícula. Tendo o troco curto e 1.56 de altura esse volume é absolutamente incompatível. Face ao exposto, solicito: Esclarecimento formal relativamente às decisões tomadas durante o procedimento cirúrgico; Acesso integral ao meu processo clínico, incluindo consentimento informado e relatório operatório; Avaliação interna da atuação médica e da comunicação prestada durante todo o processo clínico. Apresento esta reclamação por considerar que houve falha no dever de informação e no respeito pela vontade expressa da paciente.
Demora na emissão do reembolso
Exmos Senhores venho por meio desta manifestar a minha insatisfação com a seguradora medis referente a emissão de reembolso. Fiz a submissão de dois pedidos de reembolsos o primeiro foi no dia 24 de Abril e o outro no dia 12 de Maio. O primeiro já há quase um mês e sempre que ligo para o apoio ao cliente dizem me que dentro de 5 dias a situação será resolvida e até ao momento não vejo resolução nenhuma.
Reclamação sobre prática comercial em rastreio auditivo e contrato de próteses auditivas
Exmos. Senhores, Venho solicitar a vossa intervenção relativamente a uma situação de aquisição de próteses auditivas ocorrida no contexto de um rastreio auditivo realizado numa unidade móvel em Setúbal, no dia 07/03/2026. Na sequência desse rastreio, a minha mãe (pessoa idosa e consumidora final) foi submetida a avaliação auditiva e, no decorrer do mesmo, foi-lhe apresentada a necessidade de aquisição imediata de aparelhos auditivos, tendo sido exercida pressão para decisão no momento da consulta. Durante o processo foram transmitidas informações no sentido de que a não aquisição do equipamento poderia resultar em agravamento significativo da perda auditiva e consequências graves para a saúde (como Doença de Alzheimer). A aquisição das próteses auditivas (Philips BT88B2 e Philips BT88XZ, bem como carregador associado) foi assim realizada em contexto de pressão comercial, não tendo existido avaliação médica especializada (otorrinolaringologia) no momento da decisão. Posteriormente, foi-nos indicado pela empresa que seria necessário apresentar receita médica para efeitos de faturação e eventual comparticipação pela ADSE, tendo ainda sido referido que tal poderia ser processado utilizando dados de terceiros, nomeadamente de um familiar, o que levantou sérias preocupações quanto à regularidade do procedimento. Importa ainda referir que não foi prestada informação clara e adequada relativamente ao direito de livre resolução do contrato previsto no Decreto-Lei n.º 24/2014 no momento da celebração do contrato. Após tomada de consciência da situação, foi comunicada por escrito à empresa a intenção de resolução do contrato e devolução dos equipamentos, tendo sido ainda solicitados esclarecimentos adicionais por email relativamente ao processo, aos quais não foi obtida resposta. No entanto, a empresa não aceitou o cancelamento, mantendo o contrato ativo e solicitando ainda a emissão de receita médica para efeitos de comparticipação. Face ao exposto, solicita-se a vossa intervenção no sentido de: apreciação da legalidade da prática comercial utilizada no rastreio móvel; avaliação de eventual prática comercial agressiva ou enganosa; apoio na resolução do contrato e devolução dos montantes pagos; esclarecimento sobre a utilização indevida de dados para efeitos de ADSE. Fico disponível para disponibilizar toda a documentação relevante (contrato, comunicações por email e demais elementos).
Fitness Factory – Informações fornecidas diferentes das contratuais, atendimento agressivo
Entidade reclamada: Fitness Factory Alcochete No dia 13 de abril, procedi à inscrição no Fitness Factory Alcochete, tendo-me sido expressamente indicado pela colaboradora responsável pela adesão, na presença do meu marido e do meu filho de 7 anos, que poderia frequentar o ginásio acompanhada do meu filho. Foi ainda mencionada a existência (ou futura disponibilização) de uma sala destinada a crianças, informação que foi determinante para a minha decisão de adesão. No dia 13 de maio, desloquei-me ao ginásio acompanhada do meu filho, tendo sido informada por outra colaboradora de que a criança não poderia entrar no espaço num tom de voz elevado e alegando que também tinha filhos e nunca os iria trazer para um ginásio. Tentei explicar que levei o meu filho pois foi-me indicado aquando da minha inscrição que o podia levar, e que gostava de fazer a aula que havia agendado, a colaboradora referiu que podia ir, mas o meu filho tinha de ficar ali na receção, pedi para que olhasse por ele para que não saísse do espaço. Após terminar a aula abordagem da colaboradora ocorreu em tom inadequado, tendo a colaboradora (Beatriz) elevado o tom de voz e apontado o dedo durante a interação. Perante a situação, solicitei o livro de reclamações, não me tendo o mesmo sido disponibilizado de imediato. Foi-me indicado que não conseguiam localizar o livro e que a gerente não se encontrava contactável. Face à impossibilidade de exercer o meu direito de reclamação no local, foi solicitada a presença da GNR, que compareceu nas instalações e recolheu os meus dados. Horas mais tarde, fui contactada telefonicamente pela Direção do ginásio, sendo-me comunicado que a mensalidade seria devolvida e que eu deixaria de poder frequentar o ginásio, alegando inexistência de “condições” ou “confiança” para manutenção da minha frequência do espaço. Em momento algum solicitei a cessação do contrato, tendo-me limitado ao exercício do meu direito de reclamação. Posteriormente, solicitei por escrito a fundamentação contratual ou regulamentar da cessação unilateral das inscrições. Em resposta, o ginásio limitou-se a indicar tratar-se de uma decisão de “gestão interna do estabelecimento”, recusando prestar esclarecimentos adicionais e declarando o assunto encerrado. Acresce que o contrato do ginásio que contém cláusula referente à presença de menores de 16 anos acompanhados por adulto responsável, relativamente à qual o ginásio apresentou interpretação restritiva posterior, distinta da informação prestada no ato da inscrição. Considero ter aderido ao serviço com base em informação prestada pelo próprio estabelecimento, que posteriormente foi contrariada, tendo ainda sido impedida de exercer de forma imediata o meu direito ao livro de reclamações e sido alvo de cessação unilateral do contrato sem fundamento contratual concreto identificado. Mais informo que o contrato enviado aquando da inscrição e o contrato a que o ginásio faz referência em e-mail não é o mesmo e que até a data (21/05/2026) não foi devolvido qualquer valor. Pretendo: 1. A apreciação da legalidade e adequação da atuação do estabelecimento; 2. A devolução integral dos valores pagos, incluindo taxa de inscrição/adesão, por ter sido o ginásio a cessar unilateralmente a relação contratual; 3. A apreciação da atuação do estabelecimento relativamente à disponibilização do livro de reclamações; 4. A mediação do conflito e eventual reconhecimento da inadequação da atuação do estabelecimento.
Encomenda não expedida e valor não reembolsado
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar reclamação formal contra a empresa “Loja Saúde”, relativamente ao processo da minha encomenda n.º LS_34112, realizada no dia 23/04/2026 através do website da empresa (https://www.lojasaude.com/). No momento da compra, foi-me indicado que a encomenda seria expedida no prazo de 5 dias úteis. Findo esse prazo, a expedição da encomenda não foi realizada. Contactei a empresa várias vezes para obter informações sobre o estado da encomenda, mas recebi respostas automáticas ou genéricas. Para além disso, não me foi dada uma justificação clara durante vários dias e fui sucessivamente ignorada nas minhas tentativas de contacto. Apenas após várias insistências a empresa informou que existia uma alegada rutura de stock, informação que não foi comunicada atempadamente. Devido ao incumprimento do prazo e à ausência de informação, solicitei formalmente o reembolso integral do valor pago. Apesar disso, a empresa não confirmou o reembolso, não solicitou qualquer dado necessário para proceder ao mesmo e continuou a ignorar os meus pedidos de clarificação. Após vários dias sem resposta, recebi no dia 14 de maio um e-mail automático, informando que a encomenda estaria alegadamente a caminho no prazo de 24h a 72h úteis, e instruindo para não responder à mensagem. Desde essa data, não recebi qualquer outra informação via e-mail por parte da loja, pelo que a encomenda continua por expedir. Para além disso, este e-mail contradiz totalmente o meu pedido prévio de reembolso e volta a ignorar aquilo que solicitei de forma formal e repetida. Todo o processo demonstra uma enorme falta de transparência, falta de cumprimento das obrigações legais relativamente a prazos e informação ao consumidor, ausência de uma resposta que não fosse claramente automática e, por fim, recusa implícita em proceder ao reembolso solicitado. Acresce ainda que no website da empresa não é disponibilizado qualquer contacto telefónico ou morada, limitando a comunicação a um único e-mail que, na prática, raramente é respondido. Sinto-me desrespeitada enquanto cliente e consumidora. Paguei por um serviço que não foi prestado e a empresa continua a reter o valor pago. A atuação da empresa Loja Saúde viola os direitos do consumidor. Posto isto, quero solicitar à empresa Loja Saúde, uma vez mais, o reembolso imediato e integral do valor pago pela encomenda não expedida no prazo devido. Agradeço, desde já, a atenção dispensada.
Cobranças indevidas e problemas de cancelamento
Pretendo apresentar reclamação relativamente a um plano de saúde Medicare. Na altura da adesão, tinha 18 anos, era recém-chegada a Portugal e informei que não trabalhava nem tinha rendimentos. Referi também que teria de falar com o meu pai o qual era o meu responsável. Apesar disso, o plano foi ativado sem que me fossem devidamente explicadas as condições contratuais, nomeadamente fidelização e pagamentos associados. Nunca recebi o contrato nem documentação do plano, tendo sido posteriormente confirmado pela própria empresa que o e-mail registado estava incorreto. Efetuei apenas um pagamento inicial de 19€ em 07.2024, nunca utilizei o plano e solicitei anteriormente o cancelamento. Após esse pedido, deixei de receber qualquer comunicação e fui agora surpreendida com a existência de uma dívida acumulada, sem notificações claras ao longo destes anos. Já tentei resolver diretamente com a empresa e apresentei reclamação, mas continuo sem resposta. Solicito apoio na análise desta situação e orientação relativamente aos meus direitos enquanto consumidora.
Encomenda não recebida
Efetuei uma encomenda no dia 01/05 (Encomenda n.º LS_35042), tendo o pagamento sido realizado no próprio dia. Foi-me indicado um prazo de entrega de 5 dias úteis. No entanto, após terem passado 7 dias úteis sem receber qualquer atualização sobre a encomenda, enviei um email no dia 12/05 a solicitar informações sobre o estado do pedido. Até à presente data, não obtive qualquer resposta por parte da empresa. Considero inadmissível a falta de comunicação e o incumprimento do prazo anunciado, especialmente quando o pagamento foi efetuado de imediato.
Encomenda não recebida
Fiz uma encomenda na lojasaúde.com no dia 14/4 no valor de 40,53 que paguei por mbway no mesmo dia e a encomenda foi validada como paga. Depois disso nunca mais a enviaram nem deram qualquer seguimento. A encomenda nem sequer aparece na minha área de cliente. Fiz várias tentativas de contactar a empresa por email sem qualquer resposta. Essencialmente fui burlada em 40,53euros.
Renovação abusiva e recusa de cancelamento de plano de saúde – Medicare
Venho por este meio solicitar a vossa intervenção e apoio jurídico na mediação de um conflito comercial com a empresa Medicare (plano de saúde privado), motivado por uma prática comercial abusiva e recusa de cancelamento de contrato.Os factos são os seguintes:Sou/Fui titular do plano de saúde da Medicare com o número de contrato/apólice 45100276347.No dia 12/5, manifestei formalmente por escrito, via e-mail, a minha total e inequívoca vontade de rescindir e cancelar o referido contrato, não pretendendo usufruir mais dos serviços.Sem prejuízo do meu pedido de cancelamento, a Medicare procedeu à renovação automática do meu contrato por mais um período anual completo de 12 meses, alegando a falta de cumprimento de um prazo de pré-aviso de 30 dias.Mais informo que a Medicare não cumpriu o seu dever de informação, transparência e boa-fé, uma vez que não enviou qualquer notificação prévia (seja por e-mail, carta ou SMS) a alertar para a iminência da renovação automática, impossibilitando-me de reagir atempadamente.Considero inadmissível e desproporcional a exigência do pagamento de uma anuidade inteira por um serviço que já solicitei cancelar e que recuso liminarmente usufruir. Esta imposição de um novo período de fidelização sem aviso prévio viola as regras da boa-fé contratual e a legislação de defesa do consumidor (Decreto-Lei n.º 446/85 sobre Cláusulas Contratuais Gerais).Como medida de proteção, já procedi ao cancelamento da autorização de débito direto (SDD) no meu banco.Face à insistência da Medicare em exigir valores indevidos e à recusa em processar o cancelamento imediato, peço o vosso auxílio e intervenção junto da marca para que o contrato seja considerado definitivamente extinto com efeitos à data do meu primeiro pedido de cancelamento, sem qualquer penalização ou custos adicionais.
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