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cobrança quase dupla do valor contratado por escrito e cobrança abusiva após suspensão declarada
Exponho publicamente uma situação de cobrança que considero abusiva por parte do Hospital CUF Descobertas (Grupo José de Mello Saúde), na sequência de um parto por cesariana eletiva ocorrido em junho de 2026. 1. Valor contratado por escrito. Antes do parto, o serviço de obstetrícia da CUF Descobertas comunicou por escrito, através de email institucional, que o valor contratado para a cesariana eletiva era de cerca de € 3.455, correspondendo a um "pacote contratado" que incluía estadia da mãe e do bebé, alimentação, anestesia do parto, medicação básica necessária e honorários médicos. Foi com base nesta informação que a família escolheu esta unidade. 2. Cobrança quase dupla. Após o parto, a CUF emitiu duas faturas que, somadas, ultrapassam € 6.800 — mais de 99% acima do valor comunicado por escrito, sem qualquer orçamento atualizado, comunicação prévia ou consentimento informado de custos. 3. Custos de um evento adverso. A maior parte do valor em excesso resulta de uma hemorragia pós-parto grave, surgida momentos após uma colaboradora do hospital ter mobilizado a doente de forma inadequada (para posição excessivamente vertical da maca). A causa foi reconhecida no próprio momento pela médica que realizou a intervenção de emergência. Nenhuma destas circunstâncias consta da nota de alta. 4. Boa-fé recusada. Foi solicitada, por escrito, a emissão de uma fatura separada apenas com as despesas inquestionáveis (o parto e despesas de acompanhante), com o compromisso de pagamento imediato, mantendo em disputa apenas as rubricas resultantes da hemorragia. O pedido foi ignorado pela CUF. 5. Cobrança apesar de suspensão declarada. A própria CUF confirmou por escrito que a cobrança estava suspensa até haver resposta ao reclamante e à Entidade Reguladora da Saúde (onde foi apresentada queixa, ainda sem decisão). Apesar disso, seguiram-se duas cartas de cobrança sucessivas e, mais recentemente, a comunicação de que a dívida passou a ser cobrada por uma empresa externa, sob ameaça de ação judicial. 6. Em resumo. A CUF Descobertas prometeu um preço por escrito, cobra praticamente o dobro, imputa ao doente os custos de uma complicação que a própria instituição causou e não admite, recusa receber o pagamento da parte não contestada, e escala a cobrança apesar de ter declarado, por escrito, que a suspendia. Esta exposição visa alertar outros utentes e defender os direitos de quem confia nesta instituição.
Encomenda não entregue
No dia 23/07/2026, efetuei uma encomenda na Loja Saúde, tendo efetuado o respetivo pagamento através de MB WAY. Até à presente data, a encomenda não foi entregue. No dia 19/08 enviei ainda um email a questionar o estado da encomenda e não obtive qualquer resposta. Considerando o tempo entretanto decorrido, solicito a resolução imediata da situação e o reembolso integral do valor pago, através do mesmo meio de pagamento, caso a encomenda não possa ser entregue de imediato. Solicito ainda uma resposta por escrito relativamente ao estado da encomenda e ao prazo concreto para o reembolso.
Cancelamento de contrato
Boa tarde Em Abril de 2020 fiz um plano "Platinium +vida" contrato n 45100172293 para a família de 5 pessoas. O contrato é anual e já pretendo cancelar á mais de um ano, visto que os serviços que procuro ou já não querem trabalhar com a Medicare ou não são provedores que eu confio. Contatei a Medicare via telefone e expliquei isto mesmo pago €39.99 mensalmente para um serviço que não usufruo. É verdade que tenho a responsabilidade de cancelar mas também acho que devia receber um email ou qualquer comunicação a avisar da renovação do contrato como acontece em qualquer outro seguro ou fidelizações. Se passa um dia dos 30 dias prior data do contrato já não se cancela. Tentei explicar tudo isto na chamada telefónica mas sem sucesso a única oferta que me fizeram foi reduzir o número de beneficiários para reduzir a mensalidade para €29.99. Quando procurei o plano foi para usufruir de serviços de qualidade que necessitava, que entretanto já não querem trabalhar com a Medicare, não para me ofereceram serviços noutras cidades onde tenho que adicionar o transporte ou provedores em quem não confio. Se não tenho direito ao serviço que tinha inicialmente acho que tenho a direito a cancelar o contrato. Melhores cumprimentos Tânia Abreu
Nota de crédito não emitida, tratamento cancelado
No dia 1 de agosto, fui à Clínica Smille up de trindade, fiz a avaliação médica que a princípio concordei com tratamento e recomendaram um parceiro de crédito que era a SEQURA, assim o fiz, realizei o pagamento da primeira parcela, mas ao chegar a casa, revi outro relatório de outra smille up que havia feito em pouco tempo, alguns pontos não batiam, logo, fiquei receosa de fazer procedimentos como alguns recomendando a que seriam invasivos sem ter tanta certeza do diagnóstico. Posto lá, informei, a senhora que me atendeu pela manhã , já estava a exaltar-se , e já se via a má vontade em fazer o reembolso, eu fiz apenas um tratamento, a destartarizacao, que ficava em torno e 35% a 40% do valor pago da primeira prestação do que seria o tratamento. Ao sair de lá, a mulher informou que em 15 dias receberia sem falta a nota de crédito e posteriormente a devolução ao do valor remanescente. E até o momento, não houve nenhum retorno, liguei e fui atendida, mas como sempre nunca sabem de nada, são rápidos a receber o dinheiro e o inverso quando exige retorno . Após a comunicação de retorno de valor, por norma, a empresa parceira deles tem 5-7 dias para reembolsar, esse tempo todo, hoje 24 de agosto, não se justifica tamanha espera. Não irei ser debitado novamente pois o crédito não se mostra parado na app nem nada do género. Quando comunicaram? Como pode ser que não altere o plano de pagamento. Eu já ouvi muita coisa sobre essa clínica, mas por já ter tido contacto algumas vezes, mesmo não tendo feito tratamento, arrisquei, mas não justifica o paciente não ter direito de procurar segunda opinião e dificultar o reembolso
Falta de acompanhamento médico do meu filho de 6 anos
Venho, por este meio, apresentar uma reclamação formal e manifestar a minha profunda preocupação relativamente à ausência de acompanhamento médico do meu filho, Gabriel Duarte, de 6 anos, no Hospital Dona Estefânia. O meu filho encontra-se sem acompanhamento médico e sem consulta de Oftalmologia há mais de um ano, apesar de apresentar um problema de estrabismo que necessita de vigilância e acompanhamento especializado. A situação é particularmente grave porque, na última orientação clínica que nos foi dada, foram prescritos óculos progressivos e foi indicada a oclusão de um dos olhos. Neste momento, perante a ausência prolongada de acompanhamento, não sabemos sequer se devemos manter a oclusão no mesmo olho ou se esta deve ser alternada, uma vez que temos observado aquilo que nos parece ser um agravamento do estrabismo. Estamos, naturalmente, extremamente preocupados e desesperados perante esta situação. Estamos a falar de uma criança de apenas 6 anos, numa fase fundamental do seu desenvolvimento visual, e existe o receio de que a falta de acompanhamento adequado possa comprometer a visão do olho que não está a conseguir focar corretamente. Acresce que, numa fase anterior do acompanhamento, ficámos também a aguardar informação sobre a possibilidade de o Gabriel ser submetido a uma nova intervenção cirúrgica com aplicação de toxina botulínica, não tendo até ao momento recebido uma resposta ou orientação clara sobre se essa intervenção será realizada. Consideramos absolutamente inadmissível que uma criança nesta situação clínica permaneça durante mais de um ano sem consulta ou acompanhamento médico, sem que os pais tenham uma orientação concreta sobre a continuidade do tratamento. Não pretendemos substituir a avaliação médica por qualquer orientação informal. O que solicitamos é que o Gabriel seja avaliado por um médico especialista com a máxima urgência, de forma a determinar o estado atual do seu estrabismo e da sua função visual, se a utilização dos óculos progressivos deve ser mantida, se a oclusão deve continuar a ser feita no mesmo olho ou se deve ser alternada, se existe efetivamente agravamento da situação e qual o risco para a visão do olho que não foca corretamente e se está prevista uma nova intervenção cirúrgica com toxina botulínica e, em caso afirmativo, qual a previsão para a sua realização. Solicitamos, por isso, uma resposta urgente e uma marcação de consulta de Oftalmologia Pediátrica com a maior brevidade possível. Não estamos perante uma situação que possa continuar indefinidamente em espera. Trata-se de uma criança de 6 anos, numa fase crítica do desenvolvimento da visão, e os pais não podem permanecer sem acompanhamento médico e sem saber se o tratamento que está a ser seguido continua a ser o adequado. Caso não seja possível assegurar rapidamente o acompanhamento necessário, solicitamos igualmente que nos seja indicada, por escrito, a razão pela qual o acompanhamento se encontra interrompido há mais de um ano e quais as medidas que o Hospital pretende tomar para resolver esta situação. Dados do utente: Nome: Gabriel Duarte N.º de Utente: 976329544 NIF: 302277757 Morada: Av. do Brasil 127, 3.º B, 2735-674 São Marcos Contacto do pai: Sérgio Duarte Telefone: 963 527 540 Email: sergioduarte1@live.com.pt Aguardo uma resposta urgente, por escrito, e a respetiva resolução desta situação. Com os melhores cumprimentos, Sérgio Duarte Pai de Gabriel Duarte
reembolso não recebido
Tenho 37 anos, Possuo um Plano de Saúde advanced Care, faço tratamento de uma artrose grave nos joelhos há anos. DOENÇA esta de nascença, que descobri aqui com um ortopedista chamado Alexandre Brandão, referencia em doenças de joelho, há anos buscando entender o que eu tinha descobri que a minha doença havia ocorrido pelo fato do meu osso da rotula ser alto demais, acabar por descarrilhar gerando uma lesão ossea grave, que quando inflamado não consigo andar. há meses faço tratamento, a cada 6 meses aproximadamente preciso de injeções para melhorar o quadro até possuir indicação cirurgica. tenho tido problemas graves com a operadora de saúde, na ultima vez que fiz o tratamento em julho deste ano, enviei os reembolsos via portal, um joelho foi aceito o esquerdo, já o direito que é o mais grave foi negado, inicialmente o problema era o relatório médico indicando o tratamento. pedi o mesmo ao médico que estava de férias e quando voltou me enviou. foi negado na mesma, solicitado exames, uma vez que em outra ocasião já tinha sido enviado. enviei. foi negado dizendo que já havia sido reembolsado. uma mentira, pois o esquerdo foi reembolsado e não o direito. expliquei, por ligações gravadas inumeras vezes. foi negado, desta vez questionando aonde havia sido o acidente, hora, local e circunstância. o problema é que não houve acidente, se alguém, qualquer pessoa, com bom senso e minima inteligencia que fosse tivesse ao menos visto o meu exame saberia que é de nascença. expliquei e reenviei. negado. me pediram uma carta de proprio punho alegando que minha doença esta no osso, uma vez que isso pode ser visto no exame. escrevi esta carta, e tentei reenviar, mas não consegui, quando ligo pela 35 vez na operadora, me informam que eu preciso provar que não estou conseguindo enviar todos os anexos e que preciso mostrar que não é possível enviar mais do que 5 anexos. Não sei como podem brincar assim com a saúde e a vida das pessoas. Tenho mesmo vergonha por vocês, sou da area da saude , então.....não consegui postar e enviar via portal os milhares de anexos solicitados. Precisei escrever este email, cujo será o último depois de dois meses tentando resolver, sem sucesso. quero o que é meu por direito, algo que pago para ter o mínimo em relação a minha sáude. algo que é quase uma esmola uma vez que gasto 800 euros em tratamento e recebo 187,00. vou procurar meus direitos, e contatarei minha advogada após a resposta de vocês para este email. isso sem dúvidas me faz passar por humilhação e danos morais. Grata AGUARDO BREVEMENTE UM POSICIONAMENTO.
Troca de tac
Reclamação – Troca de exame TAC e demora na resolução No dia 22 de agosto de 2026, desloquei-me à CUF para realizar uma TAC, motivada por dores na zona renal. O exame ficou disponível/concluído cerca das 13h30. Contudo, posteriormente foi detetado pela médica que me acompanha que o exame que se encontrava associado/entregue não correspondia ao meu, tendo ocorrido uma troca de exames. Considero esta situação extremamente grave e preocupante, não apenas pelo erro em si, mas pelas potenciais consequências que uma troca desta natureza pode ter na avaliação clínica, no diagnóstico e na orientação do tratamento de um doente. Acresce que, apesar de o problema ter sido identificado e comunicado, às 17h20 — quase quatro horas depois de o exame ter ficado pronto — a situação continuava sem estar devidamente esclarecida e resolvida, encontrando-me a aguardar pelo meu exame correto e, consequentemente, por uma resposta clínica relativamente às dores que motivaram a realização da TAC. Saliento ainda que foi a médica que detetou a troca, circunstância que considero particularmente preocupante. Caso tal não tivesse acontecido, importa perceber que consequências poderiam resultar da utilização de um exame pertencente a outro utente como sendo meu. Tratando-se de informação clínica e de exames de diagnóstico de utentes distintos, considero igualmente necessário que a CUF esclareça como foi possível ocorrer esta troca, em que momento aconteceu, quais os procedimentos de identificação e validação que falharam e se os meus dados ou exame foram disponibilizados a outro utente, questão que poderá também envolver a confidencialidade dos meus dados de saúde. Não considero aceitável que uma situação desta gravidade permaneça durante horas sem resolução, especialmente quando o utente realizou o exame por se encontrar com queixas de saúde e necessita do respetivo resultado para adequada avaliação médica. Assim, solicito formalmente: 1. O apuramento das circunstâncias em que ocorreu a troca dos exames; 2. A identificação das medidas tomadas para garantir que o exame que me é disponibilizado corresponde efetivamente ao meu; 3. O esclarecimento sobre se o meu exame ou quaisquer dados clínicos pessoais foram disponibilizados a outro utente; 4. A indicação das medidas corretivas e preventivas que serão adotadas para evitar a repetição de uma situação semelhante; 5. Uma resposta formal, por escrito, relativamente a esta ocorrência. Deixo registada a minha profunda preocupação e insatisfação perante uma ocorrência que considero incompatível com o rigor, a segurança e a confidencialidade que devem existir na prestação de cuidados de saúde, sobretudo numa unidade privada de saúde na qual o utente deposita confiança para a realização de exames de diagnóstico.
Procedimento Gratuito teve de ser pago
No dia 06/08, às 08h41, contactei telefonicamente a Medicare para saber qual clínica dentária da minha região realizava o procedimento gratuito previsto no meu plano para os meus dois filhos, meus dependentes. A própria Medicare forneceu-me o contacto da Clínica Dentária São Francisco, em São Francisco, Alcochete, e informou-me expressamente que não era necessária qualquer pré-autorização ou documento adicional: bastaria apresentar na clínica os cartões Medicare dos meus filhos e seriam realizados a consulta, limpeza dentária e aplicação de fluoreto. No dia 07/08 fui pessoalmente à clínica e marquei os atendimentos. Após uma remarcação, no dia 21/08 compareci com os meus dois filhos. Às 14h42, o Sr. G*****o ligou-me a informar que o atendimento das 15h teria de passar para as 15h30, ao que concordei, apesar de já estar junto à clínica. Após o cadastro e apresentação dos cartões Medicare, os meus filhos foram atendidos pela Dra. Ma*****a. Acompanhei todo o atendimento da minha filha Júlia, que foi examinada, tendo sido informado que não tinha cáries. Foi feita a limpeza dentária, orientação sobre escovagem e aplicação de fluoreto. O mesmo tipo de atendimento foi realizado posteriormente no meu filho Arthur. Não foram realizados outros procedimentos além dos que presenciei. Após o atendimento da Júlia, fui informada pela secretária R******de de que deveria pagar 52,50 €. Fiquei surpresa e constrangida, pois desde o momento em que marquei a consulta deixei claro que procurava utilizar o procedimento gratuito indicado pela Medicare. Efetuei o pagamento em dinheiro e solicitei a respetiva fatura. Como naquele momento não tinha o NIF da Júlia disponível, informaram-me que poderia enviá-lo posteriormente por email/WhatsApp. Pelo atendimento do Arthur foram cobrados mais 52,50 €, totalizando 105 €, pagos em dinheiro. Ao verificar que a primeira fatura do Arthur não discriminava quais serviços justificavam o valor cobrado, retornei à clínica e solicitei uma fatura detalhada. Foi então apresentada documentação na qual constavam procedimentos que, segundo o que efetivamente presenciei, não foram realizados. Questionei a clínica e foi-me dito que a documentação estava correta. Contactei então a Medicare. A Medicare informou-me que eu deveria resolver a questão diretamente com a clínica, que deveria conferir a fatura e que, se os procedimentos não tinham sido realizados, eu não deveria pagar por eles. Também fui orientada a apresentar reclamação no Livro de Reclamações. A situação tornou-se ainda mais preocupante porque a clínica afirmou que não recebe da Medicare, que a Medicare não paga pelos atendimentos e que a clínica não trabalha de graça. Essa informação contradiz diretamente o que me foi informado pela própria Medicare na chamada de 06/08, às 08h41, quando me foi indicado o contacto da clínica e me foi explicado que, apresentando os cartões Medicare, os meus filhos teriam direito à consulta, limpeza dentária e aplicação de fluoreto sem necessidade de pré-autorização. Tenho o registo dessa chamada e demais elementos que comprovam a informação que me foi transmitida pela Medicare. Posteriormente, o Sr. G*********o pediu o meu IBAN/NIB, dizendo que devolveria o valor pago. Enviei os dados por WhatsApp e tenho como comprovar esse pedido de ressarcimento. Mais tarde, porém, informou-me que não devolveria qualquer valor e afirmou que a Medicare iria "banir-me do sistema", que eu não seria mais atendida naquela clínica e que não queriam clientes como eu. Considerei essa postura intimidatória e injustificada, uma vez que apenas questionei uma cobrança e pedi esclarecimentos sobre os serviços faturados. Também foi alegado pela clínica que existia um orçamento emitido às 12h49 e aceite por mim. Essa informação não corresponde ao que aconteceu, pois eu não estava na clínica nesse horário e não solicitei nem aceitei qualquer orçamento nesse momento. Quando questionei a situação, a proprietária da clínica alegou que o horário constante do orçamento estaria relacionado a uma diferença de fuso horário, tentando justificar o horário apresentado. Contudo, independentemente dessa explicação, mantenho que não estive na clínica nesse momento, não solicitei esse orçamento e não dei o consentimento alegado. Tenho ainda o registo da chamada recebida às 14h42, quando o Sr. G*********o me contactou para alterar o horário do atendimento para as 15h30, o que demonstra a cronologia da minha presença e do atendimento. Além disso, a primeira fatura que me foi apresentada continha apenas uma descrição genérica de "serviços dentários", emitida já depois da minha chegada à clínica. Somente após eu questionar a cobrança e exigir uma discriminação dos serviços é que a primeira fatura foi anulada e foi apresentada nova documentação com outros procedimentos discriminados, alguns dos quais afirmo categoricamente que não foram realizados nos meus filhos. Também considero necessário esclarecer por que razão a clínica que me foi indicada pela Medicare como Clínica Dentária São Francisco apresenta posteriormente documentação com a designação Clínica Maso. O mais grave é que procurei a Medicare antes de marcar as consultas precisamente para confirmar onde poderia utilizar o benefício gratuito. Segui as instruções que me foram dadas: fui à clínica indicada, levei os meus filhos, apresentei os cartões Medicare e foram realizados exatamente os procedimentos que me haviam sido informados pela Medicare — consulta/avaliação, limpeza dentária e aplicação de fluoreto. Mesmo assim, fui cobrada em 105 €. Quando procurei novamente a Medicare para resolver a situação, não obtive uma solução concreta. Fui apenas orientada a conferir a fatura, resolver a questão com a clínica e apresentar reclamação no Livro de Reclamações. Considero insuficiente essa resposta, principalmente porque existe uma divergência clara entre a informação que me foi prestada pela Medicare e a posição posteriormente apresentada pela clínica. Diante do exposto, solicito que esta reclamação seja devidamente analisada e que sejam esclarecidos: Por que razão a Medicare me indicou esta clínica e confirmou que os procedimentos seriam gratuitos, enquanto a clínica afirma que não recebe da Medicare e que os serviços não são gratuitos; Se a cobrança de 105 € pelos dois atendimentos é legítima; Se os procedimentos constantes das faturas foram efetivamente realizados; Por que foram incluídos na documentação procedimentos que afirmo não terem sido realizados; Por que a primeira fatura foi anulada e posteriormente emitida nova documentação com serviços diferentes; Qual a validade do alegado orçamento e do suposto consentimento dado por mim; Por que existem divergências na identificação da clínica nos documentos; E, principalmente, que seja providenciado o esclarecimento da situação e a devolução dos 105 € que paguei em dinheiro. Solicito ainda que a Medicare se pronuncie formalmente sobre a informação que me foi prestada na chamada de 06/08, às 08h41, e sobre a razão pela qual, depois de eu seguir exatamente as orientações fornecidas, fui cobrada pela clínica indicada pela própria Medicare.
CobrançaIndevida
No dia 06/08, contactei telefonicamente a Medicare para saber qual clínica dentária da minha região realizava o procedimento gratuito previsto no meu plano para os meus dois filhos, meus dependentes. Fui informada de que seria na Clínica Dentária São Francisco, em São Francisco, Alcochete. No dia 07/08 fui pessoalmente à clínica e marquei os atendimentos. Após uma remarcação, no dia 21/08 compareci com os meus dois filhos. Às 14h42, o Sr. G*****o ligou-me a informar que o atendimento das 15h teria de passar para as 15h30, ao que concordei, apesar de já estar junto à clínica. Após o cadastro e apresentação dos cartões Medicare, os meus filhos foram atendidos pela Dra. Ma*****a. Acompanhei todo o atendimento da minha filha Júlia, que foi examinada, tendo sido informado que não tinha cáries, foi feita a limpeza dentária, orientação sobre escovagem e aplicação de fluoreto. O mesmo tipo de atendimento foi realizado posteriormente no meu filho Arthur. Não foram realizados outros procedimentos além dos que presenciei. Após o atendimento da Júlia, fui informada pela Sra. secretaria R******de que deveria pagar 52,50 €. Fiquei surpresa, pois procurei a clínica precisamente para utilizar o benefício gratuito indicado pela Medicare. Paguei surpresa e ja constrangida pois havia pedido o serviço no dia em que fui agendaro dos procedimentos gratuitos e solicitei a fatura. Como naquele momento não tinha o NIF da Júlia disponível, informaram-me que poderia enviá-lo posteriormente por email/WhatsApp. Pelo atendimento do Arthur foram cobrados mais 52,50 €, totalizando 105 €. Questionei a clínica sobre a cobrança ao ver que não havia discriminado na fatura do Arthur quais serviços eu teria pago retornei e pedi a discriminação dos serviços. Ao solicitar a fatura discriminada do Arthur, foi-me apresentada documentação onde constavam procedimentos que, segundo o que efetivamente presenciei, não foram realizados. Questionei a clínica e disseram que estava correto. Contactei a Medicare, que me informou que deveria resolver a situação com a clínica e que, se os procedimentos não tinham sido realizados, eu não deveria pagar por eles, podendo também apresentar reclamação no Livro de Reclamações. Posteriormente, o Sr. G*********o pediu o meu IBAN/NIB, dizendo que devolveria o valor pago, tendo eu enviado os dados por WhatsApp. Inclusive tenho como comprovar o pedido verbal dele sobre o ressarcimento que o mesmo me faria, Mais tarde, informou que afinal não devolveria qualquer valor e afirmou ainda que a Medicare iria "banir-me do sistema" e que eu não seria mais atendida na clínica que nao queriam cliente assim, me coagindo como se eu fosse a errada da história. Foi também alegado pela clínica que existia um orçamento emitido às 12h49 e aceite por mim. Essa informação não corresponde ao que aconteceu, pois eu não estava na clínica nesse horário. Tenho inclusive o registo da chamada recebida às 14h42, quando me foi solicitado que o atendimento fosse alterado para as 15h30. Tenho como provar que não fui na clínica pedir orçamento nesse horário, sequer estava lá neste horário das 12h49, quando a sra. proprietaria da clinica disse que sao 4 horas a menos e estava esse orçamento no horario do brasil, ou seja 4 horas a menos que perfazia as 12h49 que na verdade era 16h49, ora mesmo assim fica provado que eu nao deveria ter pago nada, já que só fizeram as taxas estimadas apos cancelar a primeira fatura que so havia discriminaçao de serviços dentarios emita às 15h e algns minutos. Considero muito grave que tenham sido cobrados 105 € por procedimentos que me foram indicados pela Medicare como abrangidos pelo benefício gratuito e que, após eu solicitar uma fatura detalhada, tenham surgido na documentação serviços que afirmo não terem sido realizados. Solicito a verificação da legalidade da cobrança, da veracidade dos serviços faturados, do alegado orçamento das 12h58 e da razão pela qual a clínica indicada como Clínica Dentária São Francisco apresenta documentação com a designação Clínica Maso. Solicito a devolução dos 105 € pagos e o devido esclarecimento sobre os serviços efetivamente realizados e faturados aos meus filhos. Os valores foram pagos em dinheiro.
Encomenda não recebida
Realizei uma encomenda no dia 10 de agosto de um creme e até ao momento não obtive nem a encomenda nem qualquer resposta aos emails enviados.
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