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Atendimento por telefone
Já liguei três vezes hoje para o telefone SNS 24 fico 1 hora aguardando e ninguém atende, Não estou entendendo o que está acontecendo, Que tipo de atendimento é esse de urgência, quando o cometo com as pessoas todos falam a mesma coisa que é comum, é normal acontecer isso.
Mau serviço prestado ao cliente
Enviei um e-mail á Medicare a solicitar o cancelamento do meu Plano Platinium Mais em 28 de janeiro de 2026. Nestes termos: Eu António José Miranda Matias , venho por este meio solicitar a V.Exas o cancelamento do contrato 45100358846 a partir de 01-01-2026. Este meu pedido deve-se ao facto de por 2 vezes tentar chamar um médico a casa para a minha esposa e que não obtive qualquer resposta. A 1ª vez foi no inicio de Janeiro que tentei ligar varias vezes para o nº 219441113 e a resposta era que não era possivel atender a chamada. Tive de deslocar á CUF de urgencia. A 2ª vez foi a 15-01-2026 que liguei tambem pelas 09h.00 da manha varias vezes e a resposta era que não era possivel atender a chamada. Passado 1hora tentei novamente e consegui fazer o contato , depois marquei a tecla 2 que era a opção do serviço medico ao domicilio e em que tive pendurado ao telefone uns 30min. em a chamada veio a cair. Resultado fui para a Soerad de Torres Vedras e na qual consegui uma consulta para a minha esposa em Otorrino pelas 12.30 com o Dr. Escudeiro, o qual receitou o tratamento á minha esposa. Fiz o contrato com vocês mais pelas consultas ao domicilio, mas que não resultou das 2 situações que precisei, dai a minha decisão. Sem outro assunto Atentamente Antonio José Miranda Matias 28-01-2026 Acontece que passado mais de 6 meses , o departamento de cobrança da medicare liga-me todas as semanas que a pressionar-me para eu pagar as mensalidades todas em atraso desde Janeiro, data em que cancelei o débito direto do plano. Que me facilitam o pagamento em mensalidades e que tenho de pagar até dezembro de 2026 as outras mensalidades . Informei que não pagava porque tinha feito o plano mais, para o médico ir a casa em caso de ser necessário e que por duas vezes tinham falhado. Por isso a minha desistência. Caso não pague ameaçam-me com processo em tribunal. Eu entretanto fiz um plano de saúde para mim e minha esposa mais barato na KepWels. Sou reformado e diabético e não tenho muitas posses, porque gasto muito dinheiro em medicamentos. Cada vez que me ligam a pressionarem-me os meus diabetes sobem para os 300, devido aos nervos com as ameaças. Na área de cobranças da medicare dizem-me que não tem qualquer chamada efetuada do meu telemóvel 967734212. Isto passado mais de 6 meses . Tentei pedir á MEO o registo das chamadas do meu telemóvel para o nº 219441113 serviço de apoio ao cliente, mas a MEO informou-me que não era possivel ter informação de mais de 6 meses devido á proteção de dados , não conseguindo assim provar que liguei para eles em dezembro e em 15-01-2026. Agradecia a ajuda da Deco para me informar-me o que devo fazer. Muito Obrigado
Reclamação por práticas comerciais agressivas dirigidas a consumidora idosa e vulnerável
Assunto: Reclamação por práticas comerciais agressivas dirigidas a consumidora idosa e vulnerável — contratos com a DS Audio e a Credibom Exmos. Senhores, Venho, por este meio, apresentar uma reclamação formal contra a empresa DS Audio, Unipessoal, Lda. e contra a entidade financeira parceira Credibom, devido à forma como fui abordada e levada a celebrar um contrato de compra e o respetivo contrato de crédito coligado. Tenho 81 anos e sofro de défice cognitivo, condição comprovada por médicos, encontrando-me, por isso, numa situação de especial vulnerabilidade perante abordagens comerciais desta natureza. A meu pedido, a minha filha ajudou-me a redigir e a apresentar esta reclamação, uma vez que tenho dificuldade em compreender toda a documentação e em tratar deste processo sem apoio. Contudo, a presente reclamação é apresentada por mim e relata aquilo que vivi. 1. Descrição dos factos No dia 21 de julho de 2026, fui atraída a uma carrinha da DS Audio estacionada na rua, em Setúbal, sob o pretexto de realizar uma “consulta auditiva gratuita”. No local, deparei-me com um ambiente que considerei intimidatório e de forte pressão. Fui abordada por vários indivíduos que, apesar de se mostrarem inicialmente simpáticos, adotaram uma forma de comunicação insistente e agressiva. Aplicaram técnicas de venda de alta pressão e fizeram-me diversas perguntas pessoais que considerei intrusivas. Senti-me encurralada e incapaz de resistir à pressão exercida. Saí do local em estado de pânico, com a sensação de ter sido enganada, e na posse de dois contratos cujo conteúdo e consequências não compreendi e que não tenho capacidade financeira para suportar: * Contrato de compra com a DS Audio, no valor de 5.150,00 €; * Contrato de crédito coligado com a Credibom, no valor de 2.544,77 €. Na documentação que me foi entregue, verifiquei que tanto o número do contrato com a DS Audio como os números de referência dos equipamentos apresentam informações incorretas, contraditórias ou referências diferentes. Esta situação aumenta a minha preocupação e receio de que tais irregularidades possam vir a ser utilizadas para dificultar ou impedir o exercício do meu direito de livre resolução. Verificou-se igualmente que a DS Audio não se encontra disponível no Livro de Reclamações Eletrónico. Esta situação já foi comunicada às autoridades competentes. 2. Exercício do direito de livre resolução Perante a gravidade da situação, pedi à minha filha que se deslocasse de imediato a Setúbal para me prestar apoio no exercício do meu direito de livre resolução dos contratos. No dia 22 de julho de 2026, enviei, por correio registado com aviso de receção, comunicações formais de resolução contratual para a DS Audio e para a Credibom. Nessas comunicações, declarei expressamente a minha vontade de resolver os contratos, solicitei o respetivo cancelamento imediato e pedi que me fossem enviadas, por escrito, as instruções necessárias para a devolução dos equipamentos. Os equipamentos encontram-se intactos e não foram utilizados, estando disponíveis para devolução logo que me sejam fornecidas instruções claras e adequadas para esse efeito. 3. Comunicações às autoridades competentes Com a ajuda da minha filha, apresentei também reclamações e comunicações às entidades reguladoras e fiscalizadoras competentes (DGC, ERS, ASAE, ERSF), para que tomem conhecimento das técnicas de venda agressivas e predatórias alegadamente utilizadas pela empresa, especialmente junto de pessoas idosas e vulneráveis. Considero essencial que estas práticas sejam devidamente investigadas, de modo a evitar que outros consumidores em situação de vulnerabilidade sejam sujeitos a experiências semelhantes. 4. Pedido de intervenção Solicito a vossa intervenção no sentido de: 1. Garantir que a DS Audio e a Credibom reconhecem e respeitam o exercício do meu direito de livre resolução, procedendo ao cancelamento dos contratos sem criarem obstáculos ou exigirem pagamentos indevidos; 2. Assegurar que me são fornecidas, por escrito, instruções claras para a devolução dos equipamentos; 3. Investigar as circunstâncias em que os contratos foram celebrados, tendo em conta a minha idade, o meu défice cognitivo e o ambiente de pressão e intimidação que senti; 4. Verificar as irregularidades existentes na documentação contratual, designadamente as diferenças nos números do contrato e nas referências dos equipamentos; 5. Fiscalizar e, se for caso disso, sancionar as práticas comerciais descritas, protegendo outros consumidores idosos ou especialmente vulneráveis. Agradeço, desde já, a atenção dispensada e aguardo informação sobre o desenvolvimento deste processo e as medidas que venham a ser adotadas. Reitero que esta reclamação é apresentada por mim. Devido à minha idade, à minha condição de saúde e à dificuldade que tenho em tratar deste processo, pedi à minha filha que me ajudasse a redigi-la e a encaminhá-la.
Recusa de prestação de orientação pela Linha SNS 24
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação relativamente ao atendimento que recebi através da Linha SNS 24. Contactei a linha porque estou preocupada com o estado de saúde do meu avô, que apresenta sintomas como tonturas, episódios de desmaio, falta de apetite e fraqueza, tendo ainda registado valores de tensão arterial elevados. O meu objetivo era apenas perceber qual seria o procedimento mais adequado: se, perante os sintomas descritos, deveria insistir para que fosse ao serviço de urgência ou se seria mais indicado tentar agendar uma consulta. No início da chamada expliquei à profissional que o meu avô não aceita tratamento médico e que, se soubesse que eu estava a contactar a Linha SNS 24, não permitiria a chamada. Esclareci também que me encontrava no exterior do prédio precisamente por esse motivo e que apenas pretendia descrever os sintomas e obter orientação. Apesar desta explicação, foi-me dito de forma pouco empática que teria obrigatoriamente de estar ao lado do utente, sendo recusada qualquer orientação. Tentei explicar novamente a situação, mas não senti qualquer disponibilidade para compreender o contexto nem para prestar uma orientação mínima. Compreendo que existam protocolos a cumprir e que determinadas avaliações só possam ser feitas com o utente presente. No entanto, considero que a situação poderia ter sido gerida com muito mais empatia, respeito e sensibilidade. Em nenhum momento procurei substituir uma avaliação médica; apenas pretendia saber se os sintomas que descrevi justificavam uma ida urgente ao hospital ou outro tipo de atuação. Saí da chamada sem qualquer orientação, apesar de estar a tentar agir de forma responsável perante uma situação que me preocupa e que é particularmente difícil devido à recusa do meu avô em receber cuidados médicos. Solicito, por isso, que esta situação seja analisada e que seja avaliada a forma como este atendimento foi conduzido, para que outras pessoas que se encontrem em circunstâncias semelhantes possam receber um acolhimento mais humano e uma orientação adequada dentro das possibilidades e dos procedimentos da Linha SNS 24.
Incumprimento Legal
No dia 02 de junho, efetuei uma compra no site da Loja da Saúde (encomenda n.º LS_38942). A experiência de compra foi extremamente insatisfatória pelos seguintes motivos: A encomenda foi entregue com atraso; A encomenda não foi entregue na totalidade, tendo ficado em falta um dos artigos adquiridos; O valor correspondente ao artigo em falta não me foi reembolsado; Até à presente data, não me foi enviada a fatura/recibo da compra, apesar de já a ter solicitado por diversas vezes através de email, sem qualquer resposta por parte da empresa. A falta da fatura está a causar-me um prejuízo adicional. Entre os artigos adquiridos encontra-se um equipamento eletrónico, cuja fatura é indispensável para efeitos de garantia. Além disso, necessito desse documento para participar numa campanha promocional da Oral-B, que exige o upload da fatura para validação da oferta. A ausência da fatura impede-me de beneficiar dessa promoção. Considero inaceitável a falta de resposta da Loja da Saúde às minhas tentativas de contacto e o incumprimento das suas obrigações para com o consumidor. Solicito a intervenção da DECO Proteste para que a Loja da Saúde proceda, com a maior brevidade, a: Emitir e enviar a fatura/recibo da encomenda; Reembolsar o valor do artigo que não foi entregue, caso ainda não o tenha feito; Prestar uma resposta formal relativamente à reclamação apresentada. Caso a situação não seja resolvida rapidamente, reservo-me o direito de recorrer às entidades competentes para defesa dos direitos do consumidor.
Cobrança Abusiva
No dia 06/05/2026 entrei em contato com o salão de cabelereiro Vanité, no Atrium Saldanha, via WhatsApp, pedindo marcação para duas senhoras idosas lavarem e fazerem brushing nos seus cabelos curtos. Por mensagem fiz a marcação e perguntei o valor, o qual se recusaram a responder. Ao chegarmos ao salão, ainda na recepção, perguntamos o valor e nos foi informado que custaria 28 euros para as duas senhoras. Confirmamos pergunyando "As duas?" e nos foi respondido que sim! Durante a lavagem, os profissionais escolheram shampoos e máscaras de tratamento, sem informar que isso acresceria qualquer valor. Na saída, ao pedirmos para pagar, nos informaram que seria um toral de 96,50 euros. O salão de cabelereiro agiu de forma vergonhosamente abusiva! Ficamos muito indignadas!! Tenho testemunhas, mensagens e faturas para provar!
Reclamação - Vale de Cirurgia
Bom dia, Espero que se encontrem bem! Venho por este meio expressar a minha indignação: A minha avó foi já no ano passado (2025) ao hospital de Vila Franca de Xira por causa de uma hérnia abdominal que lhe pressionou o intestino na sequência de uma cirurgia a um prolapso do útero. Não operaram logo a minha avó de urgência, disseram que ela teria que aguardar que o hospital marcasse mas QUE A SITUAÇÃO ERA DE EXTREMA URGÊNCIA. Os meses foram passando e nunca mais recebíamos nada e, qual não foi o meu espanto, quando consegui ter acesso a um e-mail antigo meu que estava associado à ficha da minha avó, e estava lá o vale de cirurgia expirado à já 4 meses (desde março 2026)! E-mail este que eu pedi EXPRESSAMENTE tanto no hospital como na app para a alteração do email porque fiquei sem conseguir receber nada e sem acesso ao antigo, o qual me foi dito que a alteração tinha sido efetuada com sucesso. A situação que me entristece é que se for para cobrar um valor de urgência ou seja o que for, é enviado uma carta registada e até nos contactam telefonicamente, agora quando se trata de uma vale de cirurgia, VALE ESSE QUE PODE SALVAR OU DAR UMA CONTINUAÇÃO DE VIDA DIGNA DE UM UTENTE, isso já não se importam e basta um simples email. Sim, porque nem uma carta recebemos, nem um telefonema a avisar do vale. Tentei ligar durante dias para os serviços administrativos de Lisboa e Vale do Tejo e NUNCA tive resposta e NUNCA retornaram a chamada. Liguei várias vezes para o gabinete do cidadão do Hospital de Vila Franca de Xira e simplesmente DESLIGAM O TELEFONE. Acho esta situação inadmissível e EXIJO que passem um novo vale de cirurgia à minha avó. A culpa foi INTEIRAMENTE VOSSA e peço encarecidamente que se responsabilizem pelos vossos atos.
Pessima qualidade
Venho por meia desta comunicar a pessima qualidade de serviço desta empresa. Primeiro me indicaram um dentista que em vez de fazer o que eu havia pedido que era uma coroa dentaria, me arrancaram um dente e fizeram uma prótese móvel super desconfortável, reclamei 2 vezes e disseram que era normal, fui em outro dentista fora do seguro para ser resolvido meu problema, as teleconsultas são uma luta, se pede a renovação da prescrição alguns médicos são eficientes outros nem pensar. Dificultam tudo, agora eu estou ca, me cobraram um absurdo de um implante dentário que nao queria, perdi um dente pois não havia condições de pagar o tal implante e sim os 550 da coroa dentaria na qual a dentista tirou a raiz do dente e não podia fazer. E preciso de uma prescrição de medicação e não posso ter, pois o canal de comunicação deles vive com problema e dizem que é a primeira vez que acontece. Sendo que estou a 2 dias sem conseguir uma prescrição sendo eu asmática e so posso comprar se eu tiver prescrição da medicação. Não posso cancelar pois querem cobrar, sendo que não cumprem com o que oferecem, porque eu tenho que pagar por algo sem poder utilizar?
Encomenda não recebida
Boa tarde, efetuei a encomenda no site https://www.lojasaude.com/ no dia 03/05/2026, a qual foi imediatamente paga (48,33€) e nunca recebi nada. Já enviei vários emails ninguém responde. Conseguem ajudar com esta questão? Além de pedidos de esclarecimento, também já solicitei reembolso por várias vezes, sempre sem resposta..... Obrigada, Vanessa Pedroso
cobrança indevida
Venho, pela presente, contestar a existência e validade do alegado contrato que V. Exas. afirmam ter celebrado comigo, porquanto nunca assinei qualquer contrato, nem prestei o meu consentimento expresso e inequívoco para a sua celebração. Não reconheço qualquer vínculo contratual com a Medicare Portugal, uma vez que nunca manifestei a minha aceitação das condições contratuais nem autorizei a adesão ao serviço em causa. Assim, solicito: 1. A anulação imediata de qualquer contrato eventualmente registado em meu nome; 2. O cancelamento de qualquer cobrança ou débito associado a esse alegado contrato; 3. A confirmação, por escrito, de que não subsiste qualquer vínculo contratual entre as partes; 4. O envio de prova documental da alegada celebração do contrato, caso entendam que o mesmo existe, incluindo cópia do documento assinado ou de qualquer outro elemento que demonstre de forma inequívoca o meu consentimento. Na ausência de prova válida da minha aceitação, considero o alegado contrato juridicamente inexistente ou inválido, reservando-me o direito de recorrer às entidades competentes para defesa dos meus direitos, incluindo o Livro de Reclamações, a Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE), o Centro de Arbitragem de Conflitos de Consumo competente e demais autoridades aplicáveis. Solicito que esta situação seja regularizada com a maior brevidade e que me seja enviada resposta escrita no prazo legal.
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